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Publicação, divulgação e distribuição do livro Sob o Caminho da Anta, com lançamentos, rodas de saberes e apresentação teatral sobre as Línguas Gerais e as culturas indígenas brasileiras.
PRODUTO PRINCIPAL: LIVRO O projeto tem como eixo central a produção, publicação e distribuição do livro interativo Sob o Caminho da Anta, de Simone M. M. Lopes, uma obra que une ficção, pesquisa etnográfica e experiência pedagógica. O livro propõe uma jornada literária que percorre os caminhos das Línguas Gerais e das culturas indígenas brasileiras, revelando sua influência na formação da identidade nacional.Ilustrado com grafismos de seis etnias — Makuxi, Tukano, Tikuna, Terena, Kaiowá e Kaingang —, o livro é fruto de extensa pesquisa e conta com consultoria e revisão de profissionais indígenas, assegurando autenticidade e respeito às representações culturais.A narrativa acompanha uma linguista que lidera uma expedição científica após a descoberta — por arqueólogos da Universidade Federal do Oeste do Pará — de um misterioso livro repleto de grafismos indígenas. Ao lado de um historiador, um biólogo e uma especialista em arte indígena, ela viaja por aldeias das seis etnias mencionadas, desvendando mitos de origem, rituais, artefatos e saberes tradicionais.Cada encontro revela fragmentos de uma mensagem codificada, que remete à trajetória do Nheengatu (Língua Geral Amazônica) e da Língua Geral Paulista, dois pilares da história linguística do país. Ao final da jornada, entre os Kaingang, o grupo decifra o enigma e compreende que sua missão vai além da ciência: trata-se de preservar e valorizar a riqueza das línguas e culturas indígenas do Brasil, reafirmando seu papel essencial na construção da memória e da diversidade cultural brasileira.PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAISLançamento em São Paulo - Contará com uma roda de saberes com a participação de José Ribamar Bessa Freire, Mauricio Negro, Simone M. M. Lopes, Márcia Wayna Kambeba, Daniel Munduruku e Vãngri Kaingang.Lançamento no Rio de Janeiro - Roda de saberes com a participação de José Ribamar Bessa Freire, Mauricio Negro, Simone M. M. Lopes e Edson Kayapó.Lançamento em Nova Friburgo - Contará com uma interlocução literária com a participação de Patrícia Nogueira e Simone M. M. Lopes, e também com uma apresentação teatral baseada no livro.AÇÕES DE ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOEm compromisso com os princípios da acessibilidade e da democratização cultural, todos os eventos contarão com rampas de acesso, corrimãos e banheiros adaptados (acessibilidade arquitetônica); intérprete de Libras para o público com deficiência auditiva; monitores de apoio para pessoas com deficiência visual e intelectual (acessibilidade comunicacional e atitudinal); materiais digitais acessíveis nas plataformas online, e produção de audiolivro.Serão produzidos 3.000 exemplares da obra, sendo parte destinada à distribuição gratuita em escolas públicas, bibliotecas públicas e comunitárias, e outra parte à comercialização a preço acessível.As rodas de saberes e a apresentação teatral serão registradas e disponibilizadas gratuitamente em meio digital, ampliando o alcance das ações e garantindo o acesso do público de todo o país.AÇÕES CULTURAISAlém da publicação, o projeto realiza um conjunto de ações culturais integradas, que ampliam o impacto social e educativo da obra. Entre elas, destacam-se:- Três lançamentos presenciais (São Paulo, Rio de Janeiro e Nova Friburgo), com rodas de saberes e interlocução literária sobre a história das Línguas Gerais, a valorização das culturas indígenas e a presença desses temas na literatura contemporânea; - Uma apresentação teatral inspirada no enredo do livro, a ser realizada no lançamento em Nova Friburgo;- Disponibilização online, no canal da autora e no YouTube, das gravações das rodas de saberes, da interlocução literária e da apresentação teatral.
OBJETIVO GERALO projeto Sob o Caminho da Anta tem como objetivo geral a produção, impressão, publicação e distribuição, com ampla divulgação, do livro interativo homônimo, em formato impresso. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Promover a revisão do livro, feita por indígenas das etnias, nos capítulos referentes a cada uma delas;- Promover a consultoria editorial indígena da obra;- Promover sua difusão nacional por meio do site da autora, redes sociais e assessoria de imprensa especializada.- Realizar três lançamentos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Nova Friburgo;- Promover rodas de saberes sobre as Línguas Gerais e as culturas indígenas brasileiras, com a participação de indígenas nas mesas, em São Paulo e Rio de Janeiro;- Promover interlocução literária no lançamento em Nova Friburgo;- Promover apresentação teatral, com entrada franca, inspirada na obra, durante o lançamento em Nova Friburgo;- Garantir registro audiovisual das rodas de saberes e da apresentação teatral, por meio de profissional indígena, assegurando representatividade cultural.- Produzir audiolivro, que será disponibilizado gratuitamente no site da autora pelo período de 6 meses;- Produzir e divulgar um booktrailer para difusão digital do livro;- Disponibilizar online, no canal da autora e no YouTube, as gravações das rodas de saberes, da interlocução literária e da apresentação teatral, ampliando o acesso gratuito ao conteúdo; - Implementar ações de acessibilidade comunicacional e cultural, assegurando a participação de pessoas com deficiência nas atividades e no conteúdo audiovisual;- Realizar distribuição gratuita de 450 exemplares a alunos da rede pública de ensino fundamental de Nova Friburgo;- Distribuir 150 exemplares gratuitos a bibliotecas públicas e comunitárias do Estado do Rio de Janeiro;- Destinar 180 exemplares para divulgação junto à imprensa e a parceiros institucionais;- Comercializar 600 exemplares a preço popular, promovendo o acesso ao livro em diferentes públicos e faixas de renda.
Lei nº 8.313/91 — Art. 1º - Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor, de modo a apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.O projeto Sob o Caminho da Anta alinha-se diretamente a este princípio ao promover a produção, publicação e divulgação de uma obra literária autoral, possibilitando visibilidade à escritora Simone M. M. Lopes, autora ainda pouco conhecida no mercado editorial. A proposta busca oferecer condições para que a autora apresente seu trabalho ao público, superando as barreiras financeiras e estruturais que frequentemente dificultam o acesso de novos escritores à publicação, à distribuição e à promoção de suas obras.Além de escritora, Simone é professora aposentada e desenvolvedora de jogos temáticos interativos, experiência que inspirou a criação de Sob o Caminho da Anta, livro-jogo literário fundamentado em suas vivências com a cultura e a educação. Em 2024, lançou de forma independente seu primeiro livro-jogo, A Chave do Enigma, prefaciado por Roger Mello. Com esta nova obra, busca unir literatura, pesquisa e gamificação, propondo uma leitura participativa e educativa.O projeto ainda se justifica por evidenciar o papel da criação artística como ofício, reconhecendo a literatura como atividade capaz de contribuir para o sustento do criador e para o enriquecimento simbólico da sociedade — em consonância com o artigo 1º da Lei 8.313/91, que incentiva o apoio direto aos criadores culturais.Lei nº 8.313/91 — Princípio do Acesso Democrático à Cultura Contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes de cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais.O projeto reafirma esse princípio ao promover ações de democratização cultural, como a distribuição gratuita de exemplares a alunos da rede pública de ensino fundamental de Nova Friburgo e a bibliotecas públicas do Estado do Rio de Janeiro. Rodas de saberes, interlocução literária e uma apresentação teatral, com acesso livre e sem custo, serão registradas e disponibilizadas gratuitamente em meio digital, garantindo amplo acesso ao conteúdo artístico e educacional. Um audiolivro será disponibilizado gratuitamente no site da autora pelo período de 6 meses. Serão incorporados recursos de acessibilidade comunicacional e cultural, de forma a contemplar pessoas com deficiência. Essas ações ampliam o alcance do projeto, estimulando o interesse pela leitura e pelo conhecimento das Línguas Gerais e das culturas indígenas, principalmente entre o público jovem.Lei nº 8.313/91 — Art. 3º, inciso I - Os projetos apoiados pelo PRONAC deverão atender, entre outros objetivos, ao fomento à produção cultural e artística, mediante edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.Sob o Caminho da Anta cumpre plenamente esse objetivo ao tratar, de forma ficcional e interativa, das relações entre as línguas indígenas brasileiras e o processo de formação cultural do país. A obra, baseada em fatos reais e pesquisa etnográfica, conta com seis revisores indígenas e uma consultoria editorial indígena, garantindo autenticidade e respeito na representação dos povos retratados.Por meio de narrativa envolvente e recursos de gamificação, o livro estimula o leitor a refletir sobre o valor das Línguas Gerais, a cosmogonia dos povos originários e sua contribuição para a identidade nacional. O projeto também contribui para difundir práticas pedagógicas inovadoras, aproximando literatura, ciência e saberes tradicionais.
O projeto cultural Sob o Caminho da Anta é uma iniciativa independente da autora e proponente, desenvolvida de forma autônoma, sem vínculo com editoras, gráficas ou empresas do setor livreiro. Seu objetivo é viabilizar a publicação e difusão de uma obra literária de caráter autoral, que integra narrativa ficcional e pesquisa etnográfica sobre as Línguas Gerais e as heranças culturais indígenas na formação da identidade brasileira.A proponente não exerce, cumulativamente, atividades de fabricação ou distribuição de livros e conteúdos editoriais. O projeto busca ampliar o acesso à produção literária contemporânea e fortalecer o diálogo entre literatura, memória e diversidade cultural, por meio de uma abordagem interativa e educativa. A iniciativa valoriza práticas colaborativas, com participação de consultor editorial indígena, representantes indígenas na revisão dos textos de suas etnias e nas ações de mediação cultural, reafirmando o compromisso ético e formativo da proposta.Além da relevância literária, o projeto busca valorizar o patrimônio imaterial das culturas indígenas e promover o diálogo intercultural, contribuindo para a diversidade e a formação de novos públicos leitores.Trata-se, portanto, de um projeto de natureza autoral, educativa e de valorização da memória cultural brasileira, cuja execução depende do apoio de patrocinadores incentivados para alcançar plena realização e alcance social.
LIVRO IMPRESSO Quantidade: 3.000 exemplares + 3.000 marcadores de páginasCAPA Formato fechado: 18 x 26 cm + 2 orelhas de 8 cm cada Papel: cartão 250 g/m² Impressão: 4 x 4 cores Acabamento: laminação fosca frente + verniz UV localizado frente Número de páginas: 4 Encadernação: brochura com lombada quadrada, colada com cola PURMIOLO Formato fechado: 18 x 26 cm Número de páginas: 112 Impressão: 4 x 4 cores Papel: couché fosco 115 g/m² Acabamento: refilo e colagem em capaMARCADORES DE PÁGINA Formato: 5 x 20 cm Papel: cartão 250 g/m² Impressão: 4 x 4 cores Laminação fosca frenteDURAÇÃO Produto físico — não se aplica.PROJETO PEDAGÓGICO O livro propõe uma experiência de leitura interativa, estruturada como um livro-jogo que convida o leitor a participar ativamente da narrativa, resolvendo charadas sobre grafismos indígenas e contribuindo para o deciframento de uma mensagem criptografada ao final da história. Essa abordagem lúdica e imersiva estimula a curiosidade, o raciocínio lógico e a autonomia interpretativa, transformando o ato de ler em um processo de descoberta e decisão.Com conteúdo literário e visual fundamentado em pesquisa sobre culturas indígenas brasileiras, o projeto busca aproximar os leitores da riqueza simbólica e linguística dos povos originários e das comunidades formadoras do país. O livro serve, assim, como uma ferramenta de educação patrimonial e intercultural, incentivando o respeito à diversidade e à preservação da memória coletiva.Destinado a estudantes e educadores de diferentes faixas etárias, o material pode ser utilizado em contextos escolares e socioculturais, integrando-se a práticas pedagógicas interdisciplinares que envolvem literatura, história, geografia, artes e meio ambiente. A proposta incentiva o trabalho colaborativo, o debate e a leitura crítica, promovendo o desenvolvimento de competências cognitivas, criativas e afetivas.
ACESSIBILIDADE NOS LANÇAMENTOS, RODA DE SABERES E APRESENTAÇÃO ARTÍSTICAAcessibilidade arquitetônica: Os espaços destinados aos lançamentos e às atividades formativas contam com rampas de acesso, corrimãos e banheiros adaptados, já instalados, garantindo o deslocamento seguro e autônomo de pessoas com mobilidade reduzida ou usuárias de cadeira de rodas.Acessibilidade comunicacional e sensorial: Será disponibilizado intérprete de Libras durante todas as atividades, assegurando a plena participação de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Para o público com deficiência visual, haverá serviço de audiodescrição na apresentação teatral no lançamento em Nova Friburgo, bem como audiolivro disponibilizado gratuitamente no site da autora pelo período de 6 meses. Pessoas com dificuldade de locomoção contarão com o apoio de monitores responsáveis pela orientação espacial, descrição verbal complementar das ações e acompanhamento durante os deslocamentos.As ações de comunicação dos lançamentos — como posts e vídeos — também contemplarão recursos de acessibilidade, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual. Acessibilidade cognitiva e atitudinal: Pessoas com deficiência intelectual contarão com o suporte de monitores capacitados, garantindo atendimento adequado, empático e inclusivo, em consonância com os princípios da acessibilidade universal.
- Distribuir gratuitamente 450 exemplares do livro Sob o Caminho da Anta a alunos da rede pública de ensino fundamental de Nova Friburgo, contribuindo para o estímulo à leitura e à valorização da diversidade cultural;- Distribuir 150 exemplares gratuitos a bibliotecas públicas e comunitárias do Estado do Rio de Janeiro;- Assegurar entrada franca na apresentação teatral e em todos os lançamentos presenciais e rodas de saberes, promovendo a participação de públicos diversos sem barreiras econômicas;- Audiolivro que será disponibilizado gratuitamente por seis meses no site da autora;- Disponibilizar gratuitamente online os vídeos das rodas de saberes, interlocução literária e apresentação teatral, realizados por profissional indígena em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Nova Friburgo, garantindo livre acesso ao conteúdo em formato digital e ampliando seu alcance nacional.
Simone Mello de Mattos Lopes Autora da obra | Pesquisa | Produção de texto | Produtora | Coordenação Geral | Curadora | Palestrante | Coordenação Financeira (sem remuneração) Autora do livro-jogo A Chave do Enigma (prefácio de Roger Mello, 2024), é professora de Física aposentada e integrante do Instituto Leituras (Nova Friburgo). Participa das coletâneas Juntas & Diversas e Uma carta para alguém, não importa a quem, e da revista Literato Dente de Leão. Idealizou e coordenou por 15 anos a Colônia de Férias Tuverdim, voltada à educação cultural e ambiental. Pesquisa a relação entre mito, oralidade indígena e ciência, que inspira Sob o Caminho da Anta.Douglas Andrade Amaral Coordenador Administrativo | Produtor Executivo | Coordenador Editorial Designer gráfico, diretor de arte e editor, com mais de 40 anos de atuação no setor educacional. Desenvolve projetos editoriais e culturais e presta suporte técnico e administrativo em produções literárias e audiovisuais.Tânia Theophilo de Souza Diretora de Produção - Coordenadora Editorial | Assistente de Produção | Auxiliar Administrativa Professora aposentada e empresária da área educacional. Escritora, autora de Café com Broa (2024) e integrante das coletâneas O Canto dos Contos e Juntas & Diversas. Contemplada pela Lei Rouanet para publicação de seu romance Úbere.Editora Gaia Editora Há 26 anos promove a bibliodiversidade no Brasil, publicando obras sobre autoconhecimento, espiritualidade e meio ambiente. Selo do Grupo Global, oferece suporte completo — preparação, revisão, projeto gráfico, impressão, e-book, divulgação e distribuição.Mauricio Negro (Negro Design Studio) Projeto Gráfico | Diagramação | Ilustração | Palestra | Produção de texto (orelhas) Ilustrador, escritor e editor reconhecido no Brasil e no exterior por obras que integram natureza e ancestralidade. Comunicólogo (ESPM), pós-graduado em Gestão Cultural (Senac-SP), recebeu prêmios Jabuti, FNLIJ, AEILIJ e The White Ravens.Dany Sakugawa Consultoria de Conteúdo (marketing literário) Especialista em marketing editorial, com 15 anos de experiência em comunicação e posicionamento de obras literárias. Liderou o marketing da Editora Gente e lançou best-sellers nacionais e internacionais.Juliana Rodrigues Revisão de texto Formada em Produção Editorial (Anhembi Morumbi), atua desde 2013 em grandes editoras como Companhia das Letras e Planeta. Dirige o estúdio Algo Novo Editorial e ministra cursos de formação de autores.José Ribamar Bessa Freire Prefácio | Produção de Texto | Palestra Professor aposentado da UNIRIO e UERJ, doutor em Letras e História (EHESS/França). Autor de referência em estudos interculturais, coordenou o Programa de Estudos dos Povos Indígenas e mantém desde 1984 a coluna Taquiprati.Márcia Wayna Kambeba Quarta capa | Produção de Texto | Palestra Poeta, fotógrafa e ativista Omágua/Kambeba (AM). Doutora em Linguística (UFPA), autora de 14 livros, entre eles Ay Kakyri Tama e O lugar do saber ancestral. Une poesia, arte e educação ambiental.Edson Kayapó Consultoria Editorial Indígena | Apresentação do livro | Produção de Texto | Palestra Do povo Mẽbengôkre, doutor em Educação (PUC-SP) e professor de História Indígena no IFBA. Autor premiado pela Cátedra UNESCO e vencedor dos prêmios Tamoios e Jabuti (2024).Glycya Makuxi Revisão de texto Indígena Do povo Makuxi (RR), é psicóloga, professora e roteirista. Idealizadora do coletivo Indigenize BR e integrante da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor). Atua em educação intercultural e comunicação indígena.Álvaro Tukano Revisão de texti Indígena Líder político e pensador do povo Yepã Mahsã (Tukano–AM), pioneiro na luta pelos direitos indígenas desde os anos 1970. Guardião da Casa de Cerimônias Bahsakewi’í (Brasília).João Tikuna Revisão de texto Indígena Antropólogo do povo Tikuna (AM), mestre e doutorando pelo Museu Nacional/UFRJ. Ex-secretário do Museu Magüta, atua em educação indígena e curadoria cultural.Daniele Terena Revisão de texto Indígena Do povo Terena (MS), mestre e doutoranda em Antropologia (UFGD/UFRJ). Coordena o Conselho de Mulheres Terena e integra o Conselho do Povo Terena (2025–2027).Ivanuza Kaiowá Revisão de texto Indígena Professora e pesquisadora Kaiowá, graduada em Matemática (FAIND-UFGD), mestra em Educação Científica e doutoranda (UEM). Atua no Centro de Formação de Professores Indígenas Guarani Kaiowá e em coletivos como MPGK e Aty Guasu.Vãngri Kaingang Revisão de texto Indígena | Palestra Artista, escritora e professora Kaingang (RS). Atua com teatro dos oprimidos e arte indígena. Integra o primeiro Ponto de Cultura Indígena do Brasil e leciona na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ).Daniel Munduruku Palestra Escritor e educador do povo Munduruku (PA), autor de cerca de 65 livros. Doutor em Educação (USP), fundador do Instituto UKA e membro da Academia Paulista de Letras.Denise Peixoto Artista – Grupo teatral Atriz, diretora, compositora e produtora cultural. Cofundadora da Cia Teatral Crias da Casa, atuou em produções da TV Globo, SBT e Rádio Tupi. Premiada em festivais como Zilka Sallaberry, FENATA e Festival SESC Nova Friburgo.Cássio Campos Artista – Grupo teatral Ator, contador de histórias e pesquisador de Danças Circulares Sagradas. Cofundador da Casa Holística de Artes Religare (Cordeiro/RJ) e integrante do LATO – Laboratório Alagoano de Teatro do Oprimido.Gabriel Naegele Artista – Grupo teatral Ator, diretor e dramaturgo com mais de 20 anos de carreira. Graduado em Psicologia e Artes Visuais, com especialização em Artes Cênicas. Sócio-fundador da Cia Crias da Casa e premiado nos festivais FENTEPP e Zilka Sallaberry.Patrícia Nogueira Palestra (interlocução literária) Escritora paraense e criadora do termo “literatura ribeirinha”. Autora de A Menina que Veio do Rio e O Mundo de Bleu, coordena o Rebujo Literário e atua em projetos sobre cultura amazônica.Alberto Guarani Execução multimídia | Filmagem | Fotografia Cineasta do povo Guarani Nhandewa (MS), mestre e doutorando em Cinema (UFF). Dirigiu mais de 20 documentários premiados e realiza oficinas de audiovisual em Terras Indígenas e espaços culturais.Carolina Bessa Assessoria de Imprensa e Marketing Digital Jornalista (Cásper Líbero), com especialização em Comunicação e Marketing. Atua há mais de 20 anos no setor editorial. Trabalhou nas editoras Gente, Siciliano, Grupo Pensamento e Companhia das Letras, e em agências como InPress e Ogilvy.Antoune Nakkhle Assessoria de Imprensa e Marketing Digital Jornalista especializado em Gestão Estratégica e Comunicação Organizacional. Diretor da Parceria 6, primeira assessoria dedicada ao mercado editorial, com 25 anos de atuação e clientes como Melhoramentos, Planeta e Grupo Pensamento.Desvio Padrão Acessibilidade (São Paulo) Coletivo de artistas com identidades plurais que desenvolve formações, laboratórios e projetos voltados à acessibilidade cultural e à representatividade nas artes. Atua em produção de recursos de acessibilidade e planos inclusivos para eventos e instituições culturais.Dolores Daniela AffonsoAcessibilidade (Nova Friburgo e Rio de Janeiro)(PcD Visual) Professora na FGV (Graduação e MBA) e PUC Minas (Especialização em Audiodescrição). Palestrante e Consultora em Audiodescrição, Acessibilidade e Inclusão em projetos culturais. Coordenadora no Projeto Olhos Meus (Cefet/RJ). MBA em Marketing (FGV) e Especialização em Audiodescrição (UECE), Educação Especial (UCDB) e Desenho Instrucional para EaD (Facel).Lucas EscamilhaAcessibilidade (Nova Friburgo e Rio de Janeiro)Audiodescritor e professor. Especialista em Divulgação e Popularização da Ciência (Fiocruz). Membro do grupo de estudos e pesquisa Museus e Centros de Ciência Acessíveis (MCCAC). Coordenador externo do projeto de extensão Olhos Meus (Cefet/RJ). Presta consultoria e ministra cursos, oficinas e palestras sobre acessibilidade e audiodescrição.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.