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PRONAC 2512576Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Casa Fanti-Ashanti - Tradição e Resistência

C C DE OLIVEIRA PRODUCOES E EVENTOS
Solicitado
R$ 426,2 mil
Aprovado
R$ 426,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Povos de Terreiro
Ano
25

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Luís Maranhão

Resumo

Produção de um livro no padrão coffee table com fotos e textos que contam a história, apresentam os personagens, bem como mostram e explicam os rituais de um dos mais peculiares e autênticos terreiros do culto afro-brasileiro, a Casa Fanti-Ashanti, em São Luís do Maranhão, valendo-se para tanto de rico ensaio fotográfico, pesquisa histórica e depoimentos de seus integrantes, resultado de pelo menos 20 anos de contínuo acompanhamento das atividades da casa. Além da produção do livro, também será realizado o lançamento da obra e oficinas gratuitas de expressões da cultura popular tradicional afro-brasileira e afro-maranhense.

Sinopse

O presente projeto visa publicar a primeira edição do livro da série fotográfica “Casa Fanti-Ashanti - Tradição e Resistência” do fotógrafo maranhense Márcio Vasconcelos, além de promover a realização gratuita das oficinas de Toque de Candomblé, Toque e Dança de Tambor de Crioula de Taboca e Toque de Caixa do Divino para pessoas em estado de vulnerabilidade do Maranhão como forma de contrapartida social.Sobre o Livro (Produto A): Após 20 anos de documentação com a realização de rico ensaio fotográfico, pesquisa histórica e coleta de depoimentos de integrantes dos cultos, é que o fotógrafo transformará toda sua pesquisa em um livro fotográfico com a intenção de garantir às atuais e futuras gerações subsídios para pesquisas, estudos e a sobrevivência da Casa, além de salvaguardar a memória de um dos mais importantes templos afro religiosos do Maranhão e do Brasil.Sobre as Oficinas (Produto B):Além do livro de 150 páginas, recheado de imagens que retratam a alma da Casa Fanti-Ashanti, será proposta também a realização de espaços de discussões culturais, em formato de oficinas, acerca de saberes e práticas típicas dos povos tradicionais de terreiros, entre a comunidade/território, promovendo o diálogo democrático entre o povos de terreiros e a comunidade em geral, em um exercício da diversidade e dos direitos culturais de acesso a saberes, tecnologias tradicionais e os desafios da contemporaneidade. Serão ministradas as oficinas de Toque de Candomblé, Toque e Dança de Tambor de Crioula de Taboca e Toque de Caixa do Divino, com 4 horas de duração cada uma delas e tendo como público alvo principal a comunidade do entorno da Casa Fanti-Ashanti e interessados em geral. As oficinas serão ministradas por integrantes da Casa Fanti-Ashanti, inclusive pela Yalorixá da Casa, Mãe Kabeca de Xangô. Serão oferecidos lanches nos intervalos das aulas.Lançamento e Exposição (Produto C):Lançamento da obra na Casa Fanti-Ashanti com a Exposição fotográfica resultante da pesquisa do fotógrafo Márcio Vasconcelos. O evento de vernissage funcionará como um pré-lançamento para um grupo selecionado de pessoas, como artistas, curadores, críticos e convidados da comunidade de terreiro, para celebrar e apreciar o livro antes de ele ser totalmente divulgado ao público em geral.

Objetivos

Objetivo Geral:Para além de proporcionar a simples fruição da arte, da cultura e do conhecimento ao ser folheada, a obra investe seriamente no resgate e salvaguarda da memória e das práticas de culto de um dos mais originais e importantes templos afro-religiosos do Maranhão e do Brasil, a Casa Fanti-Ashanti, portanto mira também garantir às atuais e futuras gerações subsídios para pesquisas, estudos, ensaios e outros trabalhos acadêmicos, escolares, jornalísticos, ficcionais ou artísticos enquanto, ao mesmo tempo, fortalece a cultura, a identidade, a territorialidade, o pertencimento,a diversidade e a auto-estima da própria casa de culto e seus integrantes.Objetivo Específico:• Produção de um livro no formato 24 cm X 30cm, com 150 páginas, impresso a 4 cores, capa e sobrecapa, a ser impresso com tiragem de 2 mil exemplares, sendo:a) 750 exemplares para promoção, divulgação, arquivo e acervo da Casa Fanti-Ashanti;b) 500 exemplares distribuídos gratuitamente entre bibliotecas públicas e alunos das oficinas;c) 750 exemplares para promoção, divulgação, arquivo e acervo dos autores;• Lançamento da obra e roda de conferências na Casa Fanti-Ashanti;• Exposição fotográfica itinerante em datas espaçadas:1. Casa Fanti-Ashanti;2. Feira do Livro de São Luís;3. Livraria AMEI de São Luís;• 03 Oficinas: Oficina de Toque de Candomblé (50 alunos), Oficina de Toque e Dança do Tambor de Crioula de Taboca (50 alunos) e Oficina de Toque de Caixa do Divino Espírito Santo (50 alunos);• Circulação do projeto em festivais de fotografia em todo o país (sem datas e locais definidos);• Disponibilização da obra em PDF para o público em geral por meio das plataformas digitais após dois anos do lançamento, ampliando também o acesso de pesquisadores e interessados pelo assunto.

Justificativa

O projeto insere-se em praticamente todos os incisos do Artigo 1° da Lei 8313/91, pois contribuirá na preservação da memória e das práticas de culto da Casa Fanti-Ashanti, em São Luís, que em 2025 completa 71 anos de fundação, buscando entender sua visão de mundo e suas formas de representação, chaves importantes para desvelar o universo das identidades, histórias e raízes "maranhenses" mais remotas e pouco conhecidas, à luz das religiões de matriz africana e das manifestações folclóricas autênticas. Utilizando meios físicos, como um livro de fotografias/pesquisa histórica e exposições fotográficas, o projeto disseminará o resultado de duas décadas de acompanhamento das atividades desse ambiente sagrado, contando sua história e falando de suas origens, mostrando seus rituais e discorrendo sobre eles, apresentando as pessoas que participam e também o vasto panteão de entidades que compõem sua egrégora. Sendo assim um conteúdo cultural riquíssimo a ser distribuído em bibliotecas públicas e universidades, servindo como base perene de conhecimento.Nos termos do Art. 1º da Lei 8.313/91 o projeto visa:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Nos termos do Art. 3º da Lei 8.313/91, para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1º desta Lei 8.313/91, o projeto viabilizará:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural.

Estratégia de execução

A Casa Fanti-Ashanti, fundada em 1º de janeiro de 1954 pelo babalorixá Euclides Menezes Ferreira (1937-2015), em São Luís, nasceu sob a tradição do tambor de mina, manifestação genuína do Maranhão trazida por escravizados com origem no antigo Reino do Daomé, região do atual Benim, na África Ocidental. Herdeira espiritual do extinto Terreiro do Egito, um dos berços do tambor de mina, ativa e referente na manutenção dessa cultura em todo o estado, a Fanti-Ashanti acompanhou o encerramento de rituais para voduns na Casa das Minas e na Casa de Nagô, antiquíssimos terreiros maranhenses da primeira metade do século XIX, tornando-se assim o templo mais longevo nesse rito sagrado. Outro aspecto notável é que, desde setembro de 1980, a Casa Fanti-Ashanti acolhe também um terreiro de candomblé, culto comum na Bahia e em Pernambuco, mas até então inexistente no Maranhão. Além do tambor de mina e do candomblé, a Casa Fanti-Ashanti realiza ainda o samba de Angola para os boiadeiros, rituais ligados à pajelança, ao catolicismo popular (Divino Espírito Santo) e ao folclore (como o Tambor de Crioula e o Tambor de Crioula de Taboca), entre outros que vêm se tornando raros ou mesmo únicos. Pedra angular de várias casas de culto do Maranhão, a Fanti-Ashanti segue mantendo tradições de complexa singularidade, chamativas também pela riqueza da indumentária, pelos toques cifrados dos atabaques e agogôs e a variedade melódica das doutrinas – caso, por exemplo, do baião de princesas, ritual em língua portuguesa que celebra entidades femininas veneradas no culto do tambor de mina. Pai Euclides, o Talabyan, faleceu em 2015, aos 78 anos, mas vinha há anos preparando a mãe pequena para sucedê-lo na chefia e na manutenção dos rituais. Desse modo, hoje com Mãe Kabeca à frente, a Casa Fanti-Ashanti segue firme em seus preceitos e tradições, com um admirável calendário de eventos ao longo de todo o ano, recebendo seus filhos e filhas e também muitos simpatizantes, que nesses dias lotam o quintal e as dependências da Casa em comunhão com os sons dos tambores e os passos flutuantes das vodunsis em transe.Ou seja, trata-se de um dos mais importantes terreiros de matriz africana do país, verdadeiro patrimônio cultural brasileiro, celeiro de manifestações folclóricas e reduto do mais intrigante culto afro-religioso do Maranhão. Portanto, entende-se como de extrema importância social, cultural e política a conservação de sua memória e o registro de suas práticas. Nesse sentido, o livro e o ciclo de exposições fotográficas, objeto desta proposta, são os meios físicos de conservação dessa cultura para as próximas gerações, que terão acesso à história da Casa e conhecerão os fundamentos que regem seus cultos e as relações com suas divindades, podendo assim se apoderar desse conteúdo e mesmo se empoderar com ele.

Especificação técnica

Tiragem: 2.000 (dois mil) exemplaresFormato: 24 cm x 30 cmNúmeros de páginas: 150Formato do Livro:Capa: capa dura, couchê fosco (imune), 150g., impresso a 4x0 coresMiolo: em papel couchê 150 gramas, impressa a 4x4 coresAcabamento: corte e vinco, refile, lombada redonda a e shrink individual.Logomarca: Formato: policromia. A logomarca será inserida no livro e em todos os materiais de divulgação.

Acessibilidade

As ações de acessibilidade do projeto contemplam tanto a Acessibilidade Física quanto a Acessibilidade de Conteúdo, assegurando que todas as pessoas, independentemente de suas condições, possam participar e compreender plenamente as atividades propostas.Acessibilidade Física:Durante o lançamento e exposição do livro na Casa Fanti-Ashanti, serão garantidas condições adequadas de mobilidade e conforto para o público, com acesso facilitado por rampas, banheiros adaptados e sinalização tátil, possibilitando a locomoção segura de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Sobre a acessibilidade física para o produto Livro: não se aplica.Acessibilidade de Conteúdo:O projeto também prevê medidas voltadas à inclusão comunicacional e sensorial. O livro contará com versão digital acessível, com descrição de imagens e tipografia ampliada para melhor leitura. Nas oficinas e eventos presenciais, haverá intérprete de Libras, legendas descritivas em materiais audiovisuais e audiodescrição durante a exposição fotográfica, ampliando o acesso de pessoas com deficiência auditiva e visual.Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a inclusão, a democratização do acesso à cultura e o respeito à diversidade, em sintonia com os princípios dos direitos culturais e da valorização dos povos tradicionais.

Democratização do acesso

Democratização de AcessoO projeto “Casa Fanti-Ashanti – Tradição e Resistência” busca garantir ampla democratização do acesso aos seus produtos culturais, tanto no formato físico quanto nas ações formativas e de difusão.Distribuição e Comercialização:A primeira edição do livro será distribuída de forma gratuita e dirigida a bibliotecas públicas, escolas, universidades, centros culturais e instituições voltadas à pesquisa e preservação da cultura afro-brasileira, especialmente no Maranhão. Uma parte da tiragem será destinada à Casa Fanti-Ashanti e aos participantes das oficinas como forma de reconhecimento e fortalecimento comunitário.A comercialização será feita de maneira a preço acessível, com venda direta em eventos culturais, livrarias parceiras e plataformas online, garantindo que o público em geral possa adquirir o livro a um custo justo.A tiragem total do livro será de 2.000 exemplares.500 exemplares serão distribuídos gratuitamente a instituições públicas de ensino, bibliotecas, centros culturais, terreiros e aos participantes das oficinas;100 exemplares terão distribuição gratuita promocional para os patrocinadores;Os 1.400 exemplares restantes serão disponibilizados para venda a preços acessíveis, sendo:400 exemplares vendidos a R$ 50,00 para público de baixa renda;1.000 exemplares vendidos a R$ 100,00 para o público geral.Ações de Ampliação de Acesso:Além da publicação, o projeto promoverá oficinas gratuitas de Toque de Candomblé, Toque e Dança de Tambor de Crioula de Taboca e Toque de Caixa do Divino, voltadas prioritariamente a jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, como forma de contrapartida e inclusão cultural, mas também serão abertas ao público em geral. Durante o lançamento e a exposição fotográfica, será realizada uma vernissage com entrada franca, seguida de abertura ao público em dias determinados, permitindo o acesso livre da comunidade local.Para ampliar o alcance, o evento contará com transmissão pela internet e registro audiovisual, disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, permitindo que pessoas de outras regiões também possam vivenciar e conhecer o projeto.Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a democratização do acesso, a valorização da cultura afro-brasileira e a difusão do conhecimento sobre a Casa Fanti-Ashanti como patrimônio vivo de resistência e identidade cultural do Maranhão e do Brasil.

Ficha técnica

Márcio VasconcelosIdealizador e Coordenador do Projeto - Fotógrafo, pesquisador de Cultura Popular e de Religião Afro MaranhenseFotógrafo profissional autodidata e independente. Dentre outros trabalhos autorais, vem há mais de duas décadas se dedicando a registrar as manifestações da cultura popular e religiosa dos afro-descendentes no Brasil, especialmente no Maranhão. Seus trabalhos aliam a fotografia a uma vasta pesquisa antropológica e social.Autor do projeto Nagon Abioton – Um Estudo Fotográfico e Histórico sobre a Casa de Nagô, editado na forma de livro sobre um dos terreiros mais antigos do Tambor de Mina no Maranhão. Vencedor do 1o Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras/2010 com o projeto Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão. Exposição Fotográfica que mostra as semelhanças entre Sacerdotes de culto a voduns na África e no Brasil. Selecionado para leitura de portfólios no Trasatlantica/PhotoEspaña 2012 com o mesmo projeto.Vencedor do XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o projeto Na Trilha do Cangaço – Um Ensaio pelo Sertão que Lampião pisou. Vencedor do XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o projeto Visões de um Poema Sujo. Vencedor do XVI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o livro Bumba meu Boi do Maranhão. Finalista do Prêmio Conrado Wessel 2012 com o projeto Na Trilha do Cangaço – Um Ensaio pelo Sertão que Lampião pisou. Finalista do Prêmio Conrado Wessel 2015 com o projeto Visões de um poema sujo. Menção Honrosa no Concurso de fotografias do Centro Regional de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da América Latina 2012 - CRESPIAL, com o trabalho Tambor de Mina. Menção Honrosa do III Concurso Fotográfico Iberoamericano – Iberoamericanos 2011 – Embaixada da Espanha de La Paz, com o trabalho Incorporados.Selecionado para leitura de portfólios em Santo Domindo – República Dominicana, no Trasatlantica PhotoEspaña 2012, com o projeto Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão. Finalista do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia 2019, como o projeto Bruxos e Curandeiros – A magia bantu entre África, Cuba e Maranhão. Finalista do Prêmio Pierre Verger de Fotografia 2019, como o projeto Espíritos de Senzalas – Imagens do Vazio, do silêncio, do invisível Otávio RodriguesPesquisa e produção dos textos do LivroJornalista e escritor, DJ e produtor, atua em várias frentes da comunicação, com uma conhecida trajetória nas coisas da música afrocaribenha, em especial a jamaicana.Também conhecido como "Doctor Reggae", fez o primeiro programa do gênero no rádio brasileiro, Roots Rock Reggae (Nova Excelsior FM, 1982), plataforma para a criação do Projeto Jamaica-Brasil, que em 1983, com apoio do governo jamaicano, iniciou uma série de jornadas à ilha caribenha, fomentando o intercâmbio cultural entre os dois países desde então.Foi redator da revista Somtrês, na qual manteve a coluna "Negra Melodia", pioneira na divulgação da música do Terceiro Mundo. Dirigiu as redações das revistas Trip, Bizz e Vida Simples, entre outras, e assinou incontáveis reportagens e artigos para Folha de S. Paulo, Planeta, Caminhos da Terra, Fluir, Superinteressante, além de textos em publicações internacionais, como Reggae Report e The Beat, grande parte desse trabalho dedicado à cultura e a música da Jamaica e do Brasil.LivrosBrasil Iluminado (DBA / Terra Brasil), com Araquém Alcântara A Grande Floresta (TerraBrasil), com Araquém AlcântaraAmazônia (TerraBrasil – 2o lugar Prêmio Jabuti 2006), com Araquém AlcântaraÁguas do Brasil (Terra Brasil) com Araquém AlcântaraMar de Dentro (Top Magazine), com Araquém Alcântara Comara 50 Anos (Terra Brasil), com Araquém Alcântara Histórias de um Fotógrafo-Viajante (Terceiro Nome)Carlos Motta e a Vida (Bei), com Paulo Lima e Rafic Farah Na Trilha dos Sonhos (Rocky Mountain), com Cícero Barreto Laranjeiras (Condomínio Laranjeiras) Andréa OliveiraPesquisa e produção dos textos do LivroEscritora e jornalista, publicou os livros 'João do Vale, mais coragem do que homem' (EDUFMA, 1998), 'Nome aos bois – tragédia e comédia no bumba-meu-boi do Maranhão' (2003), João, o menino cantador (Pitomba! 2017) e integra a coletânea 'São Luís em Palavras' (Aquarela Brasileira, 2017). Seu trabalho mais recente é 'Maria Firmina, a menina abolicionista' (Vento Leste), primeira biografia da professora e escritora maranhense para o público infantojuvenil.Estreou em 2019 o programa de entrevistas Palavra Acesa, cuja pauta é o livro e a leitura e atua como consultora e criadora de narrativas em projetos culturais na área de comunicação institucional, leitura e escrita criativa. Especializada em jornalismo cultural (PUC/SP), atuou em veículos impressos em São Luís e em São Paulo [O Estado do Maranhão e O Estado de Paulo.Maurício Gonçalves VasconcelosDesigner Gráfico - Projeto GráficoAutor do Projeto Gráfico do Livro, Flyers e Banners de DivulgaçãoFormato em Publicidade e Propaganda, Maurício atua como Diretor Criativo, construindo sua carreira em diversas agências locais. Sua experiência é bastante abrangente, concentrando-se na concepção e direção visual de campanhas, na criação de marcas (branding) e na realização de trabalhos editoriais. Também possui o reconhecimento de mercado, tendo ganho prêmios com trabalhos publicitários que demonstram a eficácia e o impacto na sua área. Mãe Kabeca de XangôYalorixá da Casa Fanti-AshantiOrientadora das pesquisas e dos rituais - Consultoria TécnicaIsabel Mesquita dos Santos, conhecida como Mãe Kabeca de Xangô, nasceu em 1953 na comunidade do Limoeiro, zona rural de São Luís–MA. Iniciada aos 6 anos nas tradições afro-brasileiras, foi escolhida aos 13 anos pelos orixás e voduns como Mãe Pequena da Casa Fanti-Ashanti, preparada para suceder seu mestre e pai de criação, Pai Euclides Talabyan, fundador da Casa em 1954. Desde 2015, exerce a liderança como Yalaxé, sendo uma das principais guardiã do Tambor de Mina e do Candomblé Jeje-Nagô no Maranhão.Em 2023, celebrou 50 anos de iniciação e foi homenageada pela Câmara Municipal de São Luís pelo reconhecimento de sua trajetória. Mãe Kabeca é referência nacional na preservação da ancestralidade africana, promovendo a valorização cultural, a resistência contra o racismo religioso e o fortalecimento comunitário por meio da Casa Fanti Ashanti, reconhecida como espaço de fé, memória e patrimônio imaterial.Camila Carneiro Administradora do ProjetoJornalista e produtora cultural. Atua desde o ano de 2014 em consultoria e elaboração de projetos culturais e sociais, planeja ainda ações de comunicação, marketing e responsabilidade social para empresas que se importam e investem em projetos culturais, observando a necessidade da empresa e as necessidades da área cultural. Atua ainda na produção e realização de shows musicais em períodos carnavalescos, juninos, natalinos e temáticos, na capital maranhense, e com experiência em eventos nacionais e internacionais. Participou como produção executiva em projetos elaborados e aprovados junto à Lei Estadual de Incentivo à Cultura, além de convênios, como citam-se: Projeto Bumba Meu Canto - 2016; Festa da Juçara - 2016; Estação da Música - 2016; Barreirinhas - Pôr do Sol - 2017; Bloco do Lamparina - 2018; Arte e Cultura na Ilha - 2019; Cultura em Cena - 2019; Bloco do Lamparina - 2019;Barreirinhas Férias Musical - 2019; Blocão do Bem - 2020; Natal na Catedral 2020 (Lei Aldir Blanc); Barreirinhas Férias Musical 2021; Natal Sinfônico (2022), Natal na Catedral 2021, 2022, 2023 e 2024, Estrela Luminosa (2024).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.