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Circulação em 10 escolas públicas da capital/SP para crianças de 4 a 8 anos, com teatro de fantoches sobre prevenção à violência doméstica e workshop curto de criação de fantoches em cada escola. Haverá a distribuição de 100 cartilhas por escola (1.000 no total) com linguagem simples e canais de proteção. Interpretação em LIBRAS em 5 apresentações (calendário definido com as escolas). Registro, avaliação e relatório final.
“BASTA” (teatro de fantoches)Dois amigos de pano vivem situações do dia a dia em casa e na escola e aprendem, com humor e afeto, a reconhecer limites, dizer “não”, nomear sentimentos e pedir ajuda a um adulto de confiança. A história usa falas simples, repetição e pequenas músicas para fixar as ideias sem susto nem exposição, reforçando respeito, cuidado e proteção. Ao final, as crianças são convidadas a lembrar quem são seus adultos de confiança e como falar com eles.Público-alvo: 4–8 anos Formato: fantoches em biombo, mediação breve Duração estimada: 35–40 min Classificação indicativa: livre (conteúdo pensado para 4–8).WorkshopApós o espetáculo, a turma (4–8 anos) faz um workshop de 1 hora para construir um fantoche simples e brincar de pequenas cenas. O educador demonstra o passo a passo; cada criança monta o seu, personaliza e, em duplas, ensaia situações curtas que reforçam respeito, limites, “dizer não” e pedir ajuda a um adulto de confiança. Encerramos com uma roda rápida para fixar a mensagem e indicar quem, na escola e em casa, pode acolher pedidos de ajuda. Quando previsto, o workshop conta com intérprete de LIBRAS.
OBJETIVOS GERAISPromover informação, prevenção e encaminhamento seguro sobre violência doméstica para crianças de 4_8 anos, usando teatro de fantoches e prática criativa, com suporte a educadores.OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar 10 apresentações (1 por escola), direcionadas a 4_8 anos para até 100 alunos.Ministrar 10 workshops curtos de criação de fantoches (1 por escola), com participação mínima de 30 crianças por oficina (ajustável à escola).Distribuir 1.000 cartilhas (100 por escola) com conteúdo adequado à faixa etária e contatos de ajuda.Oferecer interpretação em LIBRAS em 5 apresentações, conforme calendário acordado com as escolas.Entregar kits digitais para educadores (guia pedagógico em PDF para atividades pós-espetáculo).
A faixa 4_8 anos precisa de abordagem lúdica e direta para reconhecer limites, pedir ajuda e identificar adultos de confiança. O teatro de fantoches facilita a escuta sem exposição, e o workshop consolida o aprendizado pela prática. As cartilhas levam a conversa para casa; o guia apoia docentes no pós-atividade. Interpretação em LIBRAS em 5 sessões garante inclusão com viabilidade operacional e foco onde houver maior demanda informada pela rede escolar.Sem bilheteria e com logística/produção distribuída em 10 escolas, o incentivo fiscal viabiliza equipe, materiais e acessibilidade com qualidade e comprovação.O projeto enquadra-se no Art. 1º por garantir acesso à cultura com atividades gratuitas em 10 escolas públicas (inciso I), valorizar produção artística nacional por meio de criação/execução do teatro de fantoches e materiais autorais (inciso II), difundir conteúdo cultural em circulação escolar com cartilhas impressas e digitais acessíveis (inciso III), respeitar a pluralidade de expressões ao tratar tema sensível com linguagem lúdica e inclusiva, inclusive com LIBRAS em 5 sessões (inciso IV), e priorizar produto cultural brasileiro adequado à faixa etária de 4_8 anos (inciso IX).
Autoria do roteiro. O texto cênico será escrito e finalizado pelo marionetista responsável (como citado, contratado a partir de chamamento público) a partir de improvisações dirigidas em sala de ensaio e de consultas breves às equipes pedagógicas das escolas. Essa condução assegura precisão técnica na manipulação, fluidez dramática para 4–8 anos e controle de conteúdo sensível. A versão final do roteiro e das falas mediadas será registrada e anexada ao relatório.Princípios dramatúrgicos (4–8 anos). A dramaturgia parte de situações reconhecíveis do cotidiano da criança (casa, escola, amigos), com linguagem simples, frases curtas, repetição intencional e sinais claros de virada de cena. A progressão evita susto, culpa ou exposição; trabalha nomeação de sentimentos, pedido de ajuda e identificação de “adultos de confiança”. Conflitos são resolvidos em cena por meio de comunicação respeitosa, combinados e busca de apoio.Segurança emocional e ética. Não há coleta de relatos individuais nem indução de depoimentos. Qualquer sinal observado é encaminhado exclusivamente à coordenação escolar, seguindo protocolos da rede. Não se representam agressões explícitas; usa-se metáfora e humor leve para não disparar medo, mantendo foco em limites, respeito e proteção.Ludicidade e participação. As crianças são convidadas a responder em coro, escolher caminhos simples da história e, no workshop, construir fantoches para reencenar soluções seguras. Música curta de transição e recursos visuais marcados ajudam atenção e memória sem sobrecarga sensorial.Diversidade e não estereótipo. Famílias e cuidadores são representados de modo plural, sem caricatura. Personagens adultos positivos modelam escuta, cuidado e encaminhamento responsável. Vocabulário evita tecnicismos; quando necessário, a mediação traduz em palavras acessíveis.Acessibilidade de conteúdo. Em 5 sessões haverá LIBRAS nas falas e mediações, com marcação de luz que mantenha o intérprete visível. Cartilha e materiais digitais são produzidos em leitura fácil, alto contraste e PDF taggeado; os pictogramas reforçam as ações-chave: dizer “não”, procurar um adulto de confiança, acionar a escola.Alinhamento pedagógico. Antes da circulação, a marionetista entrega sinopse detalhada, objetivos de cena e lista de vocabulário aos docentes, para preparo breve em sala. Após a apresentação, o guia do educador sugere atividades simples de continuidade (roda de conversa, desenho de rede de apoio, jogo de combinações).Workshop de Fantoches - MetodologiaPúblico-alvo: crianças 4–8 anos (turma da apresentação). Objetivo: reforçar, via prática lúdica, os eixos “respeito”, “limites”, “adultos de confiança” e “como pedir ajuda”, usando construção e breve manipulação de fantoches.Materiais (por turma): papel color set/A4, cartolina (base), palitos de sorvete, cola bastão, fita crepe, canetões/lápis de cor, tesouras sem ponta (quantidade controlada), fitas/retalhos/olhinhos adesivos (opcional). Toalhas plásticas para mesas. Lixeira seca. (Reserva de materiais já cortados para crianças menores.)Acessibilidade de conteúdo: instruções orais simples + demonstração visual passo a passo; cartaz com pictogramas (1–2–3 etapas); lugar frontal/menos ruído para crianças com baixa visão/atenção; se a sessão tiver LIBRAS, intérprete acompanha as instruções e a partilha final.
Formato e carga horária. Por escola: apresentação (≈35–40 min) + workshop (≈45–60 min) no mesmo turno; montagem (≈30–45 min) e desmontagem (≈30 min). Espaço. Pátio/sala multiuso ou auditório, área útil mínima ≈ 6 m × 4 m, pé-direito comum; acesso nivelado. Ambiente resguardado de ruído e circulação durante a apresentação. Cenário e materiais. Biombo/banqueta de manipulação, fantoches, mala cênica, backdrop simples. Para o workshop: papel, cola bastão, fitas, palitos, tesouras sem ponta, canetões; materiais alternativos podem ser reaproveitáveis (orientação prévia). Som e energia. Caixa amplificada portátil ou PA leve; 1 microfone (headset ou de mão) para mediação; tomada 110/220 V próxima; extensão/benjamim próprios da produção. Equipe. 1 manipulador/ator e mediador(a) pedagógico(a); 1 produtor(a) de campo; intérprete de LIBRAS nas 5 apresentações previstas; apoio de 1 funcionário da escola para organização das turmas. Acessibilidade. LIBRAS nas falas/mediações em 5 sessões; cartilha PDF acessível (taggeada) via QR; cartazes internos em alto contraste e fonte ampliada; opções de assentos frontais para crianças com baixa visão/atenção. Materiais pedagógicos. 100 cartilhas impressas por escola (1.000 no total) + kit digital do educador (roteiro pós-atividade, contatos da rede de proteção). Segurança e protocolos. Conteúdo adequado a 4–8 anos; linguagem de “adultos de confiança”; nenhum relato individual é colhido pela equipe — eventuais sinais são encaminhados à coordenação escolar, seguindo o protocolo da escola/rede. Registro e comprovação. Lista de atendimento (por turma), recibo de entrega das cartilhas, 2–4 fotos institucionais (sem identificar crianças, salvo autorização da escola), formulário de avaliação do docente.Beneficiários e forma de seleção. Beneficiários diretos: estudantes de 4–8 anos e docentes das 10 escolas atendidas. Seleção das escolas em conjunto com a SME/DRE, priorizando territórios vulneráveis e disponibilidade de espaço/horário. Agenda definida por ordem de confirmação, com distribuição equilibrada de turnos e calendário das 5 sessões com LIBRAS.
Acessibilidade Física. A seleção das escolas priorizará unidades com acessos nivelados/rampa, banheiro adaptado e rota sinalizada até o espaço da atividade (pátio/sala multiuso). Quando necessário, a apresentação ocorrerá em área térrea para garantir circulação de cadeirantes e mobilidade reduzida. A produção fará checklist prévio com cada escola (acesso, sanitários, tomada/energia, isolamento de área).Acessibilidade de Conteúdo. Em 5 das 10 apresentações haverá intérprete de LIBRAS, com calendário fechado junto às escolas. O espetáculo usa fala simples, pictogramas e apelos visuais adequados a 4–8 anos. As cartilhas têm linguagem de leitura fácil, pictos e canais de proteção (Disque 100, 180, Conselho Tutelar, CREAS/CRAS). Entrega-se versão digital acessível (PDF-tagged) para leitores de tela. A mediação reforça “adultos de confiança” e como pedir ajuda sem exposição. Materiais de comunicação interna (cartazes) sairão em alto contraste e fonte ampliada.
Atividades gratuitas nas 10 escolas públicas da capital. Cada escola recebe 100 cartilhas impressas (1.000 no total) e kit digital para educadores (roteiro pós-espetáculo, links úteis e versão acessível da cartilha). A agenda é construída com a Diretoria Regional de Educação priorizando territórios vulneráveis e escolas com maior demanda de orientação. Horários dentro do período letivo para garantir participação total da turma; não há cobrança de transporte ou taxas às escolas. A produção disponibiliza canal direto (WhatsApp/e-mail) para dúvidas e eventual encaminhamento à rede de proteção local.A contratação do artista marioneteiro também fará parte das ações de democratização de acesso. Haverá um chamamento público para encontrar o profissional adequado para criar e se apresentar na circulação deste projeto, dando preferência a artistas periféricos.
Diretora geral: Dra Carla GóesDra. Carla Góes é médica formada pela Escola de Medicina e Saúde Pública de Salvador (BA), em 1992, e em São Paulo, fez residência em cirurgia do Aparelho Digestivo com Professor Dr. Henrique Walter Pinotti. Em mais de três décadas atuando na saúde, se tornou empreendedora, escritora e uma voz importante em iniciativas sociais, principalmente no acolhimento às mulheres. Dando constinuidade ao trabalho de uma vida, em 1998 Fundou o Instituto Um Novo Olhar, que é pioneiro na reconstrução facial de Mulheres vítimas de Violência doméstica. Com especialização em Dermatologia pela Universidade John F. Kennedy, se tornou uma profissional renomada na área. Além disso, recentemente criou através de uma emenda parlamentar da Deputada Maria Rosas, em parceria com o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o primeiro ambulatório voltado à saúde mental de vítimas de violência contra a mulher e seus filhos.Reconhecida por sua abordagem inovadora e humanizada, Dra. Carla é autora de livros best-sellers: “Grávida e Bela”, “Mãe, e agora?”, “Belíssima: aos 40, 50, 60...”, “Beleza Sustentável” e “O Poder É Seu”. Sua expertise e sensibilidade a tornaram referência entre outras profissionais da saúde, Comprometida com causas sociais, fundou o “Instituto Um Novo Olhar”, que oferece, entre outros protocolos médicos, a reconstrução facial para mulheres vítimas de violência doméstica, promovendo autoestima e empoderamento feminino. Além disso, ministra palestras e cursos.Atualmente, Dra. Carla Góes lidera sua clínica em São Paulo, onde continua a impactar positivamente a vida de seus pacientes, fazendo a diferença para mulheres que atende pelo “Instituto Um Novo Olhar” mudando assim os destinos de vida de inúmeras famílias no Brasil.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.