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PRONAC 2512620Autorizada a captação total dos recursosMecenato

UMACast – Uma Mulher Amazônida

E S ECOA COMUNICACAO E PRODUCOES AUDIOVISUAL LTDA
Solicitado
R$ 294,8 mil
Aprovado
R$ 294,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod Av Radio/Podcast
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2026-01-01
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
Porto Velho Rondônia

Resumo

O projeto UMACast - Uma Mulher Amazônida visa à produção e difusão de uma série de 10 episódios de podcast em áudio e vídeo, abordando temas ligados à cultura, identidade e experiências da mulher amazônida. Os conteúdos serão gravados em estúdio e disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais de streaming, com recursos de acessibilidade.

Sinopse

O projeto UMACast – Uma Mulher Amazônida consiste em uma série de 10 episódios de podcast, com duração entre 30 e 90 minutos, que abordam temas relacionados à trajetória, cultura, identidade e protagonismo da mulher amazônida. Cada episódio contará com a participação de mulheres de diferentes contextos sociais, étnicos e profissionais, que compartilharão suas vivências e perspectivas sobre o território amazônico e suas expressões culturais. As gravações serão realizadas em estúdio, com captação em áudio e vídeo, e todos os episódios serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais de streaming com recursos de acessibilidade.Classificação: LIVRE

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a produção e difusão de uma série inédita de 10 episódios de podcast em áudio e vídeo, promovendo o registro e a valorização da cultura, identidade e experiências da mulher amazônida.Objetivos Específicosa) Produzir 10 episódios de podcast em áudio e vídeo, com duração entre 30 e 90 minutos cada, entrevistando no mínimo 10 mulheres amazônidas.b) Disponibilizar todos os episódios com recursos de acessibilidade, incluindo legendagem, tradução em Libras e versão com audiodescrição.c) Publicar gratuitamente os 10 episódios em plataformas digitais de streaming.d) Realizar a captação em estúdio profissional, garantindo qualidade técnica de som e imagem em todos os episódios.e) Promover a circulação digital dos episódios e assegurar que o conteúdo fique disponível de forma permanente para acesso público.

Justificativa

O projeto UMACast _ Uma Mulher Amazônida justifica-se pela relevância de registrar e difundir a voz de mulheres da Amazônia, destacando suas histórias, saberes, trajetórias culturais e sociais, de modo a contribuir para a valorização da diversidade e para a preservação da memória coletiva. A proposta fortalece a representatividade feminina em espaços midiáticos e assegura que diferentes visões de mundo ligadas ao território amazônico sejam acessíveis a toda a população.A realização deste projeto demanda recursos públicos, uma vez que envolve a produção profissional de conteúdo audiovisual com medidas de acessibilidade obrigatórias (legendagem, Libras e audiodescrição), além da disponibilização gratuita dos episódios em plataformas digitais. O incentivo fiscal garante a democratização do acesso ao bem cultural e viabiliza a sustentabilidade de um produto cultural que dificilmente encontraria apoio apenas em mecanismos de mercado.A proposta enquadra-se no Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.Do mesmo modo, atende ao disposto no Artigo 3º da Lei nº 8.313/91, nos seguintes objetivos:II, alínea "a" - produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;V, alínea "c"- ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.Assim, a proposta contribui diretamente para o fortalecimento das identidades amazônidas, para a difusão da produção cultural brasileira em ambiente digital acessível e gratuito, e para a promoção da equidade de gênero e da diversidade regional no cenário cultural nacional.

Acessibilidade

I – Aspecto Arquitetônico Embora a execução principal do projeto seja digital, as gravações presenciais em Porto Velho/RO ocorrerão em estúdio com pleno acesso para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos, contemplando rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação acessível. II – Aspecto Comunicacional e de Conteúdo Os episódios serão produzidos com recursos de acessibilidade comunicacional, incluindo: a) legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE); b) disponibilização de versão em Libras dos episódios;c) cópia com descrição de imagens e recursos audiovisuais (audiodescrição) para pessoas com deficiência visual; d) linguagem simples e clara para facilitar a compreensão de pessoas com deficiência intelectual, psicossocial, múltipla ou do espectro autista. III – Aspecto de Comunicação e Divulgação Acessíveis Todo o material de divulgação será disponibilizado em formatos acessíveis (arquivos digitais compatíveis com leitores de tela, posts com descrição de imagem em redes sociais e vídeos com legendas). Além disso, haverá indicação explícita das medidas de acessibilidade adotadas, de modo a garantir transparência e ampliar o alcance das ações junto a diferentes públicos.

Democratização do acesso

O projeto UMACast - Uma Mulher Amazônida adotará como medida de ampliação de acesso a disponibilização gratuita, na internet, de todos os episódios do podcast acompanhados de recursos de acessibilidade comunicacional, incluindo legendagem e cópia com audiodescrição. Essa estratégia garante difusão ampla, inclusiva e permanente, atendendo ao disposto no art. 47, inciso III, da IN MinC nº 23/2025.

Ficha técnica

Emilli Sousa - Muher, Cisgênero, Branca, Casada.Emilli Sousa do Espírito Santo da Silva, é atriz e comunicadora rondoniense com mais de 20 anos de atuação no Grupo de Teatro Raízes do Porto. Formada em Jornalismo, é especialista em assessoria de comunicação e gerenciamento de crise, com MBA em Direção de Comunicação e Marketing Digital pela ESIC Madri e Master em Gestão Comercial pelo IPOG RO. Atuou por 15 anos na televisão como apresentadora e produtora de programas culturais, incluindo o premiado "Toda Manhã" e o reality musical "Você é Show". No audiovisual, coordenou e apresentou diversas lives culturais e programas online como "Meus Pessual em Casa", "Elas Inspiram" e "#nossopaísrondônia". Em 2023, idealizou e dirigiu o Festival Delas – “O que é que a caboca tem?”, projeto multiplataforma com foco na valorização da mulher amazônida. Seu trabalho tem como foco a cultura da Região Norte, com ênfase na visibilidade de mulheres, povos tradicionais e grupos em situação de vulnerabilidade. Será remunerada como Produtora Executiva e Apresentadora. Péricles Sobrinho – Homem, Cisgênero, Hétero, Negro/Preto, Casado Antonio Péricles de Souza Sobrinho (Xapuri, 1966) éGestor de projetos culturais, esportivos e sociais, criador do Método GPC (Gerar, Potencializar, Catalisar). Graduado em Gestão Pública, já aprovou e coordenou mais de R$ 5 milhões em projetos culturais via Lei Rouanet, Lei Paulo Gustavo e PNAB. Entre seus trabalhos destacam-se: . Plano Anual da Fundação Cultural de Céu Azul/PR (Rouanet 2024), no valor de R$ 1,7 milhão. . 9o Festival Iê Viva a Amazônia – Rondônia, aprovado pela Rouanet. . Coordenação de diversos livros, festivais e álbuns aprovados pela Lei Rouanet em SP, RO e PR. . Produção e consultoria de projetos patrocinados pela CAIXA, BASA, CORREIOS e CCBB. Será responsável pela coordenação geral do projeto, incluindo elaboração da proposta, o acompanhamento da execução orçamentária, além da elaboração de relatórios e prestação de contas. Carol Terra – Mulher, Cisgênero, LGBTQIAP+, Negra/Parda, Solteira Márcia Caroline Aguiar Sobrinho é Cantora, compositora e produtora cultural, cofundadora do Coletivo Mina Livre e idealizadora do Festival AFROntamento. Possui experiência na produção de festivais, feiras e congressos musicais e culturais em Rondônia, Paraíba e São Paulo. Entre seus trabalhos, destacam-se: . Livro “Mãe aos 15 - Maternidade, Música e Resiliência”, aprovado no Programa Rouanet Norte. . Shows “Carol Terra Canta o Afrontamento”, aprovado no Paraná via Política Nacional Aldir Blanc. . Festival AFROntamento, aprovado em Rondônia, valorizando a cultura afro-brasileira. . Produção de eventos de grande porte como o Campus Festival (PB). Será responsável pela gestão de mídias sociais do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.