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O Festival de Inverno de Bonito 2026 - Corpos da Terra: Arte, Memória e Futuro é um encontro entre arte, sustentabilidade e diversidade cultural, que visa reafirmar o município de Bonito (MS) como território simbólico de criação, convivência e diálogo entre diferentes expressões.Com programação multilinguagens, gratuita, acessível e com foco em sustentabilidade, o festival apresentará mais de 200 atrações, entre apresentações artísticas, oficinas, feiras, debates e ações que promovam o meio ambiente. A proposta atravessa a tradição e contemporaneidade, promovendo um espaço de experimentação estética e educação cultural, com forte presença de artistas regionais e representações indígenas, quilombolas, periféricas, latino-americanas, entre outras.
O Festival de Inverno de Bonito 2026 – Corpos da Terra: Arte, Memória e Futuro propõe uma experiência sensorial e educativa que conecta arte, território e sustentabilidade. A programação será composta por mais de 240 atividades distribuídas em eixos artísticos, formativos e comunitários, com acesso gratuito e classificação indicativa livre.Espetáculos e Performances: Reúnem produções locais, regionais e nacionais nas áreas de música, dança, teatro, circo, poesia e performance. As apresentações dialogam com os temas da ancestralidade, da ecologia e da diversidade cultural, ocupando praças, parques e espaços públicos de Bonito.Mostras e Exposições de Artes Visuais: Apresentam obras de artistas contemporâneos e tradicionais que refletem sobre a relação entre corpo, terra e memória. As mostras incluem instalações interativas, arte digital, fotografia e pintura, com visitas mediadas e recursos de acessibilidade (audiodescrição e Libras).Seminários e Rodas de Conversa – “Memória e Futuro da Terra”: Espaços de diálogo entre pesquisadores, artistas e comunidades tradicionais sobre arte, educação ambiental e políticas culturais. As mesas abordarão temas como cultura indígena, afro-brasileira, sustentabilidade, acessibilidade e economia criativa.Oficinas e Residências Formativas: Atividades práticas e pedagógicas nas áreas de artes visuais, dança, audiovisual, literatura e produção cultural. As formações priorizam jovens, educadores e artistas locais, com certificação e tradução simultânea em Libras.Feira Criativa e Gastronômica: Espaço de valorização da economia local, reunindo empreendedores, artesãos, designers e cozinheiras tradicionais. O público terá acesso a produtos sustentáveis, comidas típicas e experiências sensoriais ligadas à cultura do cerrado e do Pantanal.Produção Audiovisual – Documentário: O documentário “Corpos da Terra” e a série “Vozes do Bonito” registrarão o processo criativo e o impacto sociocultural do festival. As produções terão audiodescrição, legendas descritivas e tradução em Libras, e serão exibidas gratuitamente em plataformas digitais e canais parceiros.Série Web “Vozes da Terra”: Série audiovisual com entrevistas, depoimentos e relatos de artistas, mestres da cultura popular, pesquisadores e moradores de Bonito, abordando temas como ancestralidade, arte e sustentabilidade.Catálogo Digital: Publicação acessível, com versões em leitura simples e audiodescrição, reunindo textos curatoriais, entrevistas, fotografias e informações sobre as atividades do festival.Publicações Impressas e Digitais: Materiais editoriais com conteúdo formativo e de registro histórico, distribuídos gratuitamente em escolas, centros culturais e bibliotecas públicas.Ações Ambientais e Educativas: Atividades voltadas à conscientização ecológica, plantio simbólico de mudas, oficinas de bioconstrução e campanhas de sensibilização sobre o impacto ambiental da cultura.🔹 Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. 🔹 Duração Geral: 9 dias de atividades presenciais (4 dias formativos + 5 dias de programação intensiva). 🔹 Formato: Presencial, híbrido e descentralizado. 🔹 Linguagens: Música, teatro, dança, circo, literatura, artes visuais, audiovisual, gastronomia, saberes tradicionais e arte digital.
OBJETIVO GERAL: Ampliar e potencializar o Festival de Inverno de Bonito como uma programação de arte, memória e sustentabilidade, promovendo o intercâmbio cultural entre artistas, comunidades e territórios, e fortalecendo a identidade cultural e ambiental do Centro-Oeste brasileiro, implementantando ações de acessibilidade universal e contribuindo para o alcance das ODS da Agenda 2030. Desta forma, integrando cultura, educação, igualdade e sustentabilidade no território.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1) Realizar 01 festival translinguagens gratuito, com 9 dias de programação (5 dias de apresentações e 4 dias de oficinas e encontros formativos).2) Apresentar cerca de 100 atrações artísticas (música, teatro, dança, literatura, audiovisual, artes visuais e cultura popular).3) Promover 20 oficinas formativas e residências criativas, envolvendo artistas locais, regionais e nacionais.4) Organizar 01 feira criativa e gastronômica com pelo menos 60 empreendedores e artesãos locais, estimulando a economia criativa.5) Produzir 01 documentário audiovisual, com legendas e audiodescrição.6) Disponibilizar 01 catálogo digital bilíngue e acessível, com audiodescrição, tradução em Libras e versão em leitura simples.7) Publicar 01 série web sobre o festival ("Vozes da Terra"), com entrevistas e depoimentos de artistas e participantes.8) Gerar impacto socioeconômico positivo, ampliando o público participante para cerca de 40 mil pessoas presenciais e mais de 100 mil acessos virtuais.
O Festival de Inverno de Bonito é uma referência nacional em arte, cultura e meio ambiente. Sua edição de 2026 propõe um novo ciclo curatorial e conceitual, voltado à descentralização, acessibilidade e sustentabilidade.O tema "Corpos da Terra - Arte, Memória e Futuro" evoca a relação entre cultura e natureza como elemento de resistência e transformação social, em diálogo com os desafios contemporâneos: mudanças climáticas, inclusão social e preservação cultural.Com forte apelo turístico e educativo, o evento gera impacto positivo na economia no território, na formação cidadã e na projeção cultural de Mato Grosso do Sul.O projeto também se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os ODS 4 (Educação de Qualidade), 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 10 (Redução das Desigualdades), 11 (Cidades Sustentáveis) e 13 (Ação Climática). O Festival de Inverno de Bonito 2026 - Corpos da Terra: Arte, Memória e Futuro justifica-se pela sua relevância cultural, educativa e social, ao promover o acesso gratuito à arte, à formação e à valorização da diversidade cultural brasileira. O projeto propõe ações continuadas que fortalecem a identidade regional e nacional, articulando arte, sustentabilidade e inclusão em um dos principais polos de turismo ecológico do país.A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é essencial para viabilizar a complexidade e o alcance das ações propostas, permitindo a formação de parcerias público-privadas e a ampliação do investimento direto em cultura. Trata-se de um evento de grande porte, gratuito e de interesse coletivo, cuja execução depende de recursos complementares àqueles disponíveis por meios municipais ou estaduais.O projeto se enquadra no Art. 1º, incisos I e II da Lei 8.313/91, que tratam da:I _ formação, produção, difusão e fruição dos bens culturais;II _ valorização e difusão das expressões culturais regionais e nacionais. Além disso, atende diretamente aos objetivos previstos no Art. 3º da mesma lei, notadamente:Inciso I: contribuir para o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional;Inciso II: promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística, valorizando recursos humanos e conteúdos locais;Inciso III: apoiar, valorizar e difundir o conjunto das expressões culturais e seus criadores;Inciso IV: proteger as expressões da cultura popular, indígena, afro-brasileira e dos demais grupos formadores da sociedade;Inciso V: garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional. Por sua natureza gratuita, acessível e de abrangência nacional e internacional, o Festival de Inverno de Bonito reforça os princípios da democratização do acesso, descentralização dos recursos e promoção da diversidade cultural, contribuindo para o fortalecimento da cidadania, do turismo cultural e da economia criativa sustentável.Assim, o uso da Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento mais adequado para garantir a execução integral do projeto, assegurando a transparência na aplicação dos recursos, o cumprimento de metas públicas e o legado sociocultural permanente para a população de Bonito, Mato Grosso do Sul e de todo o Brasil.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS• BRASIL. Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991. Institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).• MINISTÉRIO DA CULTURA. Instrução Normativa nº 23/2025. Dispõe sobre a execução, prestação de contas e acompanhamento de projetos culturais.• UNESCO. Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Nações Unidas, 2015.• MBEMBE, Achille. Crítica da Razão Negra. São Paulo: N-1 Edições, 2018.• GONZALEZ, Lélia. Por um Feminismo Afro-Latino-Americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.• KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.• SODRÉ, Muniz. A Sociedade Incivil. Petrópolis: Vozes, 2021.• PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 2011.• UNESCO. Políticas Culturais para o Desenvolvimento Sustentável. Paris, 2021.v• BRASIL. Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991. Institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC). Diário Oficial da União, Brasília, 1991.• BRASIL. Instrução Normativa MinC nº 23, de 20 de fevereiro de 2025. Dispõe sobre a execução, acompanhamento e prestação de contas de projetos culturais aprovados com base na Lei Federal de Incentivo à Cultura.• BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988.• MINISTÉRIO DA CULTURA. Manual de Instruções para Proponentes – Lei Federal de Incentivo à Cultura. Brasília, 2025.• UNESCO. Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Paris: Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, 2015.• UNESCO. Políticas Culturais para o Desenvolvimento Sustentável. Paris, 2021.• MBEMBE, Achille. Crítica da Razão Negra. São Paulo: N-1 Edições, 2018.• MBEMBE, Achille. Políticas da Inimizade. Lisboa: Antígona, 2017.• GONZALEZ, Lélia. Por um Feminismo Afro-Latino-Americano: Ensaios, Intervenções e Diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.• KILOMBA, Grada. Memórias da Plantação: Episódios de Racismo Cotidiano. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019.• SODRÉ, Muniz. A Sociedade Incivil: Mídia, Cultura e Poder no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2021.• HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2011.• FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.• QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do Poder e Classificação Social. Buenos Aires: CLACSO, 2000.• NASCIMENTO, Abdias do. O Quilombismo: Documentos de uma Militância Pan-Africanista. Rio de Janeiro: Pallas, 2019.• KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.• DIAWARA, Manthia. África na Cultura Contemporânea. Lisboa: Orfeu Negro, 2020.• PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 2011.• SANTOS, Milton. Por uma Outra Globalização: Do Pensamento Único à Consciência Universal. Rio de Janeiro: Record, 2000.• BOURRIAUD, Nicolas. Estética Relacional. São Paulo: Martins Fontes, 2009.• AUGÉ, Marc. Não-Lugares: Introdução a uma Antropologia da Supermodernidade. Campinas: Papirus, 2012.• CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade. São Paulo: Edusp, 2015.• ESCOBAR, Arturo. Designs for the Pluriverse: Radical Interdependence, Autonomy, and the Making of Worlds. Durham: Duke University Press, 2018.• LATOUR, Bruno. Política da Natureza. São Paulo: Unesp, 2004.• BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e Mudanças no Ensino da Arte. São Paulo: Cortez, 2012.• FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.• BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).• SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma Sociedade para Todos. Rio de Janeiro: WVA, 2009.• SILVA, Tomás Tadeu da (org.). Identidade e Diferença: A Perspectiva dos Estudos Culturais. Petrópolis: Vozes, 2014.• UNESCO. Relatório Mundial sobre a Diversidade Cultural. Paris, 2017.• COSTA, Iná Camargo. Cultura é Patrimônio: Um Guia de Políticas Culturais. São Paulo: Itaú Cultural, 2016.• COHEN, Renato; SALLES, Cecília Almeida. Poéticas do Processo. São Paulo: Annablume, 2002.• FUNARTE. Programas de Fomento às Artes – Relatórios e Diretrizes. Brasília, 2023–2025.• IBGE. Indicadores Culturais e Criativos do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2024.• SECTUR/MS. Plano Estadual de Cultura de Mato Grosso do Sul 2025–2035. Campo Grande, 2025.• INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL – IPHAN. Caderno de Diretrizes sobre Patrimônio Cultural Imaterial. Brasília, 2020.• MINISTÉRIO DO TURISMO. Anuário Estatístico de Turismo e Cultura 2024. Brasília, 2024.• ONU BRASIL. Guia de Implementação da Agenda 2030 no Brasil. Brasília, 2023.
O Festival de Inverno de Bonito 2026 – Corpos da Terra: Arte, Memória e Futuro compreende um conjunto integrado de produtos culturais, formativos, editoriais e audiovisuais. Cada produto foi planejado com base em critérios de qualidade artística, acessibilidade, sustentabilidade e impacto sociocultural. A seguir, o detalhamento técnico de cada um:1. Programação Artística Regional e NacionalFormato: Espetáculos, shows, performances, intervenções urbanas e mostras interativas. Duração: 5 dias de programação intensiva, com cerca de 100 apresentações. Locais: Praças, parques, escolas, auditórios e espaços públicos de Bonito/MS. Equipamentos e infraestrutura:· Palcos modulares cobertos (mínimo 10x8m), praticáveis, painéis de LED, sistemas de som P.A., monitores de retorno, iluminação cênica e geradores;· Backline completo e equipamentos técnicos para apresentações musicais e teatrais;· Montagem e desmontagem com equipe técnica qualificada (som, luz, vídeo, palco, segurança e limpeza). Materiais de apoio: sinalização acessível, piso tátil, área reservada para cadeirantes, intérpretes de Libras, audiodescrição e legendagem de conteúdos gravados. Classificação indicativa: Livre.2. Ações Formativas – Oficinas, Residências e SemináriosFormato: 20 oficinas presenciais e híbridas, com abordagem prática e teórica. Duração: 4 dias, com carga horária aproximada de 3h por oficina. Áreas: artes visuais, audiovisual, literatura, dança, teatro, música, produção cultural e educação ambiental. Público-alvo: jovens, educadores, artistas e comunidade local. Materiais e estrutura:· Espaços equipados com projetores, telas, mesas, cadeiras, kits de materiais artísticos (papel, tintas, pincéis, tecidos, instrumentos musicais e câmeras);· Recursos pedagógicos acessíveis (Libras, leitura simples e material digital adaptado). Projeto pedagógico: As formações seguem metodologia participativa e de educação emancipatória, com ênfase na valorização dos saberes locais, economia criativa e sustentabilidade. Cada oficina será conduzida por um(a) arte-educador(a) convidado(a), acompanhado(a) por mediadores culturais. Produto final: apresentação pública dos resultados das oficinas no encerramento do festival, registro audiovisual e emissão de certificados digitais.3. Feira Criativa e GastronômicaFormato: Exposição e comercialização de produtos criativos, sustentáveis e gastronômicos regionais. Duração: 5 dias (durante o festival). Estrutura física:· 30 estandes padronizados (3x3m) com cobertura, iluminação e energia elétrica;· Espaço de convivência com mesas e áreas de alimentação;· Estação de coleta seletiva e sinalização ecológica. Materiais e equipe: montagem em estruturas sustentáveis (bambu, madeira reciclada e tecidos), com equipe de montagem local e coordenação logística. Critérios de seleção: empreendedores e artesãos selecionados por edital público, priorizando negócios de economia solidária, indígenas, quilombolas e mulheres. Produto complementar: catálogo digital dos expositores com acessibilidade visual e textual.4. Produção Audiovisual – Documentário e Série WebFormato: Documentário longa-metragem (45 min) e série web (5 episódios de 10 min cada). Duração da produção: 4 meses (filmagem, edição e finalização). Equipamentos: câmeras 4K, microfones direcionais, iluminação LED portátil e drones. Equipe técnica: diretor, roteirista, operador de câmera, editor, técnico de som, audiodescritor e legendista. Padrões técnicos:· Gravação em 4K UHD (3840x2160);· Captação de som estéreo 48kHz;· Legendagem em português e inglês, closed caption e audiodescrição. Distribuição: YouTube, Vimeo, plataformas de streaming público e exibições gratuitas em espaços culturais. Classificação indicativa: Livre.5. Catálogo Digital e Publicações ImpressasFormato: publicação editorial. Paginação: aproximadamente 60 páginas, formato 21x28 cm, papel reciclado, capa colorida, miolo em papel Pólen Bold 80g/m². Versões: digital (acessível a leitores de tela) e impressa (tiragem de 1.000 exemplares). Conteúdo: textos curatoriais, entrevistas, fotografias, artigos e depoimentos sobre as ações do festival. Acessibilidade: versão com leitura simples, audiodescrição, fonte ampliada e tradução em Libras (QR Codes com vídeos integrados). Distribuição: gratuita em escolas, universidades, bibliotecas e órgãos culturais de MS e regiões parceiras. Equipe: editor, revisor, designer gráfico, tradutor, audiodescritor e diagramador.6. Publicações Digitais e Relatório TécnicoFormato: relatório final (PDF e impresso) com documentação das atividades, indicadores e impactos. Paginação: 60 páginas, formato A4. Conteúdo: dados de público, ações formativas, indicadores de sustentabilidade e acessibilidade, registros fotográficos e depoimentos. Acessibilidade: versão digital com texto alternativo, leitura simples e compatibilidade com leitores de tela. Distribuição: gratuita via site institucional e órgãos parceiros.7. Registro Fotográfico e ExposiçãoFormato: exposição com 40 painéis fotográficos (60x90 cm) e catálogo digital associado. Equipamentos: câmeras DSLR profissionais e impressões em papel fotográfico fosco. Montagem: painéis modulares, iluminação neutra e legendas acessíveis. Acessibilidade: audiodescrição das imagens. Duração da mostra: 2 meses (exibição em Bonito). Curadoria: equipe do festival e fotógrafos convidados. 8. Ações Ambientais e EducativasFormato: oficinas, palestras e mutirões ecológicos. Duração: 3 dias intercalados durante o festival. Materiais: sementes nativas, mudas, ferramentas de jardinagem, materiais recicláveis e banners educativos. Objetivo: promover a conscientização ambiental e o engajamento da comunidade em práticas sustentáveis. Produto final: plantio coletivo simbólico e vídeo institucional das ações.- Classificação Indicativa Geral: Livre para todos os públicos.- Acessibilidade Total: Física, comunicacional e sensorial em todos os produtos.- Sustentabilidade: Prioridade para materiais recicláveis, impressões em papel certificado e compensação de carbono das atividades.
O Festival de Inverno de Bonito 2026 – Corpos da Terra: Arte, Memória e Futuro será totalmente estruturado para garantir a participação autônoma, segura e inclusiva de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e demais públicos diversos. O projeto integra, de forma transversal, ações de acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo, assegurando que todas as etapas – da concepção à fruição – sejam acessíveis.Acessibilidade Física: Os espaços do festival serão planejados conforme as normas da ABNT NBR 9050, garantindo circulação segura e conforto. Serão instaladas rampas de acesso, pisos e guias táteis, banheiros adaptados, áreas reservadas para cadeirantes, sinalização visual contrastante e pontos de apoio com equipe treinada em atendimento inclusivo. Os palcos e áreas de convivência contarão com zonas acessíveis, permitindo o deslocamento e a permanência de todos os públicos.Acessibilidade de Conteúdo: O festival adota práticas de comunicação e mediação acessível, assegurando a compreensão e o usufruto das atividades culturais por diferentes públicos. As medidas incluem:· Tradução simultânea em Libras em shows, palestras, oficinas e transmissões online;· Audiodescrição em espetáculos cênicos, exposições e vídeos institucionais;· Legendas descritivas e closed caption em todas as produções audiovisuais;· Materiais informativos e catálogo em leitura simples e versão em Braille, distribuídos gratuitamente;· Visitas sensoriais guiadas em exposições e espaços artísticos, com mediação tátil e sonora;· Site e catálogo digital acessíveis, compatíveis com leitores de tela e contrastes adequados de cor.Essas ações afirmam o compromisso do festival com a inclusão plena, garantindo não apenas acesso físico, mas também compreensão, fruição e pertencimento. O projeto entende a acessibilidade como um direito cultural e um eixo estruturante da política de democratização do acesso à arte e à cultura.
O Festival de Inverno de Bonito 2026 – Corpos da Terra: Arte, Memória e Futuro adota como princípio a gratuidade e a ampla fruição cultural, assegurando que todos os produtos e atividades gerados sejam acessíveis ao público sem qualquer custo.Distribuição e Comercialização dos Produtos: Os produtos culturais resultantes do projeto — como o documentário audiovisual, o catálogo digital bilíngue, o podcast “Vozes da Terra”, as publicações impressas e o registro fotográfico acessível — serão distribuídos de forma gratuita em escolas públicas, bibliotecas, centros culturais, universidades e comunidades tradicionais do Mato Grosso do Sul e de outros estados parceiros. As versões digitais (catálogo, vídeos e podcasts) serão disponibilizadas em plataformas abertas e acessíveis (YouTube, Spotify, site oficial e redes sociais do festival), garantindo alcance nacional e internacional. Não haverá comercialização de produtos ou cobrança de ingressos — o projeto é totalmente financiado por meio do Mecanismo de Incentivo à Cultura, com caráter público e educativo.Medidas de Ampliação de Acesso: Para fortalecer a democratização e a participação social, o festival implementará diversas ações complementares de acesso e difusão:· Oficinas paralelas voltadas à comunidade local, com certificação e acessibilidade em Libras;· Mostras descentralizadas em escolas, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e espaços públicos;· Transmissões ao vivo e gravações integrais dos principais espetáculos, painéis e debates, com legendas e tradução em Libras;· Campanhas educativas e interativas nas redes sociais, promovendo engajamento e acesso remoto;· Feira Criativa e Gastronômica como espaço de convivência e fortalecimento da economia local, aberta a todos os visitantes;· Exposições e experiências sensoriais itinerantes, levando parte da programação para praças e bairros.Essas medidas garantem que o festival alcance públicos diversos, urbanos e rurais, presenciais e digitais, consolidando-se como um modelo de acesso ampliado, descentralizado e inclusivo à cultura brasileira.
1. ATIVIDADE DO DIRIGENTE E DA INSTITUIÇÃO PROPONENTEO Centro Brasileiro de Apoio à Cultura, Arte e Entretenimento – CEBRACEN, proponente do projeto, será responsável pela gestão geral, administrativa, curatorial e institucional do Festival de Inverno de Bonito 2026 – Corpos da Terra: Arte, Memória e Futuro. A instituição atuará na coordenação executiva, financeira e técnica, garantindo a execução integral do cronograma, a transparência na aplicação dos recursos e a ampliação do acesso à cultura.O dirigente responsável, Antônio da Silva Pinto, exercerá, inclusive de forma voluntária, a função de Coordenador Geral, representando o projeto junto ao Ministério da Cultura, patrocinadores e parceiros institucionais. Será responsável por supervisionar todas as etapas, validar contratações, acompanhar relatórios e assegurar o cumprimento dos objetivos socioculturais e legais.2. PRINCIPAIS PARTICIPANTES E CURRÍCULOS RESUMIDOSAntônio da Silva Pinto – Coordenador Geral (CEBRACEN) Gestor cultural com mais de 20 anos de atuação na criação e execução de projetos culturais em diferentes regiões do Brasil. Fundador do CEBRACEN, atua na coordenação de festivais, programas de formação e consultorias para organizações culturais. Especialista em governança, captação de recursos e políticas públicas de cultura.Bruno Cavalini Bispo de Araújo – Direção Artística Artista, curador e gestor cultural, com trajetória consolidada em direção artística de festivais e projetos culturais de grande porte. Diretor artístico do Festival Artes e Economia Criativa de Jundiaí/SP e colaborador em iniciativas da Funarte e do Sesc. Sua atuação articula pesquisa estética, inovação e valorização das expressões culturais brasileiras, com destaque para ações que unem arte, território e sustentabilidade. No Festival de Bonito, será responsável pela curadoria estética e concepção artística geral, coordenando a integração entre linguagens, temas e experiências sensoriais do evento.Stanley Kennedy Garcia – Produção ExecutivaHistoriador, escritor e produtor cultural, com experiência na elaboração e gestão de projetos multilinguagens financiados por leis de incentivo e fundos públicos. Produziu festivais como Garapirá, Mostra Painéis Urbanos e Festival Artes e Economia Criativa de Jundiaí. Atua na integração entre cultura, educação e economia criativa, com foco em diversidade, acessibilidade e sustentabilidade.Thatianne Andréa da Silva – Coordenação de Comunicação e Acessibilidade Publicitária e produtora cultural, com especialização em comunicação inclusiva e acessibilidade cultural. Coordena ações de comunicação estratégica e planejamento acessível em projetos incentivados. Responsável pela curadoria de acessibilidade do festival, abrangendo Libras, audiodescrição, legendas, mediação sensorial e comunicação digital acessível.Conselho Colaborativo CEBRACEN – Curadoria Artística e Educativa Formado por artistas, produtores e pesquisadores convidados, o conselho atua de forma participativa na definição de eixos temáticos e na seleção das atividades formativas. O modelo de curadoria é colaborativo e descentralizado, com foco na representatividade regional, étnico-racial e de gênero.3. EQUIPE DE APOIO E COLABORADORES (PREVISÃO)- Intérpretes de Libras (6 profissionais)- Audiodescritores (3 profissionais)- Mediadores culturais (6 profissionais)- Técnicos de som e iluminação (9 profissionais)- Educadores e oficineiros (15 profissionais)- Equipe de logística, limpeza e segurança (12 profissionais)- Voluntários locais (60 participantes) 4. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE – PROCESSO DE SELEÇÃO PÚBLICATodos os artistas, grupos, companhias, coletivos, bandas e produtores culturais que integrarão a programação do festival serão selecionados por meio de edital público de chamamento, promovido pelo CEBRACEN, assegurando transparência, isonomia e oportunidades para artistas locais, regionais e nacionais. O edital estabelecerá critérios de diversidade, representatividade, inovação, acessibilidade e territorialidade, priorizando propostas que fortaleçam o patrimônio cultural do Mato Grosso do Sul e a valorização das identidades brasileiras.5. SÍNTESE INSTITUCIONALO CEBRACEN atua há mais de uma década no fortalecimento da cultura brasileira, oferecendo apoio técnico, formativo e institucional a projetos em todo o país. A instituição adota uma metodologia de gestão colaborativa, fundamentada em princípios de diversidade, sustentabilidade e economia criativa. Sua missão é democratizar o acesso à arte e à cultura, fortalecendo a inclusão social e promovendo o protagonismo de artistas e comunidades.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.