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PRONAC 2512633Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A Letra do Pife

AUTORIAS PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA.
Solicitado
R$ 1,47 mi
Aprovado
R$ 1,47 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de websérie
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Caruaru
Início
2026-03-09
Término
2026-10-31
Locais de realização (1)
Caruaru Pernambuco

Resumo

A Letra do Pife é um projeto cultural de difusão e formação em formato de série documental/websérie, dirigida por Taciano Valério, composta por 5 episódios de 26 minutos. A obra acompanha o processo criativo de músicos(as) e compositores(as) nordestinos(as) inspirados por obras literárias, em diálogo com Bandas de Pífanos, unindo tradição popular e experimentação contemporânea. As temporadas anteriores foram realizadas com apoio de ANCINE/FSA e FUNCULTURA, e esta 3ª temporada busca o incentivo fiscal da Lei Rouanet para fortalecer a cadeia produtiva do audiovisual nordestino, realizar oficinas formativas e difundir gratuitamente o conteúdo em plataformas digitais, canais públicos e circuitos culturais, promovendo o acesso democrático à música e à cultura popular, não se tratando de obra seriada destinada à grade de emissoras comerciais de TV.

Sinopse

As ações do projeto serão desenvolvidas em etapas integradas, contemplando a pesquisa, a produção audiovisual e a realização de ações formativas em torno da tradição do pífano, da literatura e da criação musical. A série será gravada na cidade de Caruaru-PE, valorizando o contexto cultural do agreste nordestino.A série documental/websérie A Letra do Pife, integrante de um projeto cultural de difusão e formação de público, será composta por cinco episódios de 26 minutos cada. A proposta acompanha o processo criativo de músicos(as) e compositores(as) nordestinos(as) a partir de obras literárias escolhidas e lidas pelos próprios convidados.Durante cada episódio, os artistas mergulham em um processo de criação que une a literatura, a música e a tradição popular, culminando na composição e execução de uma nova canção acompanhados por Bandas de Pífanos e outros músicos contemporâneos.A gravação reunirá elementos de documentário, performance, ficção e reality show, explorando diferentes linguagens audiovisuais e revelando a riqueza simbólica da cultura nordestina.As filmagens ocorrerão em espaços abertos, feiras, ruas, bares e na Casa do Pife, ambientes que refletem o cotidiano dos músicos e o diálogo entre tradição e modernidade.Classificação Indicativa: Livre.Oficinas Presenciais de CinemaSerão realizadas oficinas práticas gratuitas, voltadas a jovens, estudantes, artistas e membros das comunidades locais. As atividades terão caráter formativo e inclusivo, com o objetivo de despertar o interesse pelo audiovisual e proporcionar o aprendizado das etapas de realização de uma obra cinematográfica.As oficinas terão carga horária de 04 horas-aula, divididas em cinco encontros temáticos:1. Cinema no interior e cinema do interior: paisagens da terra2. Filmar o real e filmar o possível3. Pensando nas ideias4. Construção da história5. Exercício fílmico e exibição finalAs aulas serão ministradas por profissionais da área, com abordagem prática, estimulando a reflexão sobre o audiovisual como instrumento de expressão, documentação e identidade cultural.Classificação Indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar cinco episódios da série documental/websérie A Letra do Pife, como projeto cultural de difusão e formação de público, voltado à valorização da música popular nordestina e da cultura do pífano.Objetivos Específicos Registrar e difundir o processo criativo de músicos(as), compositores(as) e intérpretes nordestinos(as), evidenciando suas conexões entre literatura, música e tradição popular.Promover o encontro entre Bandas de Pífanos e artistas contemporâneos, gerando experimentações sonoras e estéticas que dialoguem entre o popular e o moderno.Valorizar e preservar a cultura do pífano e suas expressões simbólicas, reforçando sua relevância no panorama da música e identidade cultural do Nordeste.Estimular a criação de novas composições musicais a partir de obras literárias, incentivando o diálogo entre literatura e música.Explorar narrativas audiovisuais híbridas (documentário, performance e elementos ficcionais), ampliando o campo de representação da música e do processo de criação.Contribuir para a formação de público por meio da difusão digital e em circuitos culturais públicos (plataformas digitais, TVs públicas e mostras), aproximando diferentes gerações e territórios da cultura musical nordestina, sem caráter de obra encomendada para grade de TV comercial.Gerar produtos audiovisuais e musicais que possam circular em festivais, mostras e plataformas de streaming, ampliando o alcance nacional e internacional da produção cultural pernambucana.Oferecer 5 oficinas de cinema destinadas a escolas, comunidades periféricas e instituições de acolhimento.Atender diretamente 500 participantes nas oficinas, entrevistas, gravações e exibições públicas dos episódios.Emitir certificados de participação para o público atendido nas oficinas.Disponibilizar intérprete de Libras e estrutura acessível para pessoas com deficiência em todas as atividades presenciais.Disponibilizar nos episódios legendas em Português, Inglês, Francês, Espanhol e janela de Libras, garantindo acessibilidade ampliada.

Justificativa

A série documental/websérie A Letra do Pife nasce do desejo de valorizar a riqueza da tradição musical nordestina, em especial das Bandas de Pífanos, integrando-a a processos contemporâneos de criação artística. O projeto busca registrar e reinventar essa herança sonora por meio do encontro entre músicos, compositores e escritores, promovendo um diálogo entre o popular e o literário, entre o passado e novas formas de expressão.As temporadas anteriores foram apoiadas por ANCINE/FSA e FUNCULTURA (PE), consolidando a proposta como importante iniciativa de difusão da música tradicional nordestina. Nesta 3ª temporada, a proposta se estrutura como projeto cultural de difusão e formação de público, com foco em exibições gratuitas em plataformas digitais, TVs públicas, mostras e circuitos culturais, além de oficinas de cinema e ações educativas. Não se trata de conteúdo seriado desenvolvido para a grade de emissoras comerciais de televisão, mas de obra audiovisual independente com finalidade cultural, educativa e de preservação de patrimônio imaterial, plenamente enquadrada nos objetivos da Lei 8.313/91.O incentivo fiscal via Lei Rouanet torna-se fundamental para viabilizar esta etapa, garantindo continuidade e aprimoramento técnico, artístico e educativo, ampliando o alcance geográfico, registrando novos mestres e intérpretes do pífano e integrando comunidades e artistas populares do Nordeste.A realização de um projeto dessa natureza exige condições técnicas, artísticas e logísticas que ultrapassam as possibilidades da produção independente, devido ao formato seriado, às deslocações, à captação de som especializada, à finalização e aos direitos autorais envolvidos. O incentivo é essencial para assegurar a qualidade da obra, possibilitar a contratação de profissionais locais, fortalecer a cadeia produtiva do audiovisual e valorizar artistas populares que raramente têm visibilidade nas mídias hegemônicas.A Letra do Pife propõe ampliar o alcance da música nordestina e da cultura do pífano, por meio de um plano de difusão centrado em meios digitais, TVs públicas, festivais e ações formativas, consolidando um registro sensível e inovador de um patrimônio imaterial que merece ser preservado e reinterpretado. O apoio institucional é indispensável para que o projeto cumpra sua função social, educativa e artística, contribuindo para a memória e a renovação da cultura brasileira. Enquadramento Legal - Lei nº 8.313/91Art. 1º I -Facilitar o acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais; II -Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística; IV -Apoiar e difundir as manifestações culturais e seus criadores; V - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.Art. 3º I - Difundir e democratizar o acesso aos bens e valores culturais; II - Apoiar a produção e preservação dos bens culturais regionais; III - Estimular a produção cultural independente e descentralizada; VI -Promover a formação artística e cultural de profissionais; VIII -Integrar a cultura ao desenvolvimento socioeconômico.Assim, a utilização do mecanismo de fomento da Lei Rouanet é imprescindível para a realização da 3ª temporada de A Letra do Pife, assegurando sua sustentabilidade financeira e permitindo que alcance seus objetivos socioculturais: registrar e preservar a memória das Bandas de Pífanos, democratizar o acesso à música popular nordestina, fortalecer a formação cultural na região e garantir a continuidade dessa tradição por meio da valorização das identidades e saberes do povo nordestino.

Estratégia de execução

A Letra do Pife é uma série documental independente, composta por 5 episódios de 26 minutos, que acompanha o processo criativo de músicos(as), compositores(as) e Bandas de Pífanos inspirados por obras literárias. A proposta registra apresentações, bastidores, memórias e reflexões sobre a música de pífano e sua relação com a palavra escrita, valorizando mestres(as), grupos tradicionais e novas gerações.Trata-se de uma obra seriada realizada no âmbito da Lei Federal de Incentivo à Cultura, concebida para circulação cultural gratuita ou a preços populares, e não como produto de TV nem como conteúdo destinado à programação televisiva regulada pela ANCINE.A série será exibida em espaços culturais, cineclubes, escolas, universidades, praças e equipamentos públicos, bem como em plataformas digitais e canais online do proponente e parceiros, de forma aberta ao público, ampliando o acesso à obra. As sessões contarão, sempre que possível, com debates, rodas de conversa e ações formativas com artistas e público, usando os episódios como ponto de partida para discutir o universo do pífano, da literatura e da criação artística.Assim, A Letra do Pife configura-se como um projeto de difusão e preservação da cultura popular, em formato seriado, com foco em acesso democrático, circulação gratuita e vocação educativa, reforçando seu caráter cultural e não televisivo.A Meta de alcance e exibição da websérie Prevê-se a realização de, no mínimo, 3.000 exibições/visualizações da websérie em ambiente digital, por meio de disponibilização gratuita dos episódios em plataformas online e redes sociais. Esse número considera o público potencial já existente nas redes do proponente, ações específicas de divulgação e o interesse do público-alvo em produções audiovisuais independentes de caráter cultural.

Especificação técnica

Série Documental/Websérie“A Letra do Pife” - 3ª TemporadaDuração: 5 episódios de 26 minutos cada Classificação Indicativa: LivreEstruturaA série documental A Letra do Pife, dirigida por Taciano Valério, será realizada integralmente na cidade de Caruaru-PE, reconhecida por sua relevância cultural e histórica na música nordestina. Cada um dos cinco episódios acompanha o processo criativo de músicos(as), compositores(as) e intérpretes nordestinos(as) a partir da leitura de uma obra literária, transformando o texto em inspiração para letra, melodia e performance musical.O projeto promove o encontro entre Bandas de Pífanos, artistas contemporâneos e escritores, revelando o diálogo entre o popular e o erudito, entre a oralidade e a palavra escrita. As gravações ocorrerão em locações simbólicas de Caruaru — ruas, feiras, praças e a Casa do Pife — evidenciando o ambiente cultural e social da cidade.Durante a produção, haverá contratação de profissionais locais, priorizando a geração de renda e o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual pernambucano. A narrativa mistura documentário, performance e elementos ficcionais, resultando em uma série que combina tradição, experimentação e inovação estética. Material e Equipamentos UtilizadosCaptação de Imagem: Câmeras de cinema digital (Blackmagic, Canon C300 ou similar); lentes intercambiáveis; tripés, monopés e gimbals.Captação de Som: Microfones de lapela, boom, gravadores digitais portáteis e fones de referência.Iluminação: Softboxes, refletores de LED e rebatedores.Equipamentos Aéreos: Drone para planos abertos e registro das paisagens de Caruaru e entorno.Acessórios de Produção: Cartões de memória, HDs externos, roteiros impressos, pranchetas, mochilas e cases de transporte, capas de chuva e sinalização da equipe (coletes e crachás).Logística: Veículo para deslocamento da equipe técnica, alimentação e apoio operacional nas locações. Plano Pedagógico e CulturalValorização da Cultura Popular: A série reconhece os músicos e mestres do pífano como patrimônio vivo da cultura nordestina, registrando e difundindo suas histórias e expressões sonoras.Formação de Público e Educação Cultural: A obra estimula o interesse pela cultura popular e pelo audiovisual, incentivando a leitura, a música e o diálogo entre linguagens artísticas.Integração entre Arte e Literatura: Cada episódio parte de uma obra literária, promovendo a intersecção entre texto e som, entre a palavra e a música.Inclusão e Diversidade: O projeto prevê acessibilidade integral, com legendagem descritiva, audiodescrição e Libras, garantindo o acesso a pessoas com deficiência auditiva e visual.Preservação e Memória: A série constitui um acervo audiovisual que contribui para o fortalecimento da identidade e da memória cultural do Nordeste. 🎥 2. Oficinas de CinemaTotal de Oficinas: 05 Duração: 4 horas cada Público-alvo: Jovens, estudantes, artistas e membros da comunidade local Local: Espaços comunitários, culturais e educacionais de Caruaru-PE Classificação Indicativa: Livre Estrutura das OficinasAs oficinas têm como objetivo democratizar o acesso ao conhecimento audiovisual, formando novos olhares e estimulando a produção local. Conduzidas por profissionais experientes do cinema e da comunicação, as aulas abordam de forma prática e criativa todas as etapas da realização de um produto audiovisual — da ideia inicial à gravação e exibição.Conteúdo Programático – Oficina de Cinema:O olhar e o som no cinema: o real e o possívelDa ideia ao roteiro: transformando histórias em imagensCaptação e enquadramento: prática com câmera e somExercício fílmico: gravação de uma cena coletivaExibição comentada e reflexão sobre o processo Material Utilizado:Projetor multimídia e som portátilCâmeras DSLR ou Mirrorless com tripéMicrofones e kits de gravaçãoQuadros brancos e material didático impressoCadeiras, mesas, cenário básico e bannersCertificados impressos entregues aos participantes Plano Pedagógico:As oficinas possuem caráter formativo e inclusivo, destinadas à iniciação e ao aprimoramento técnico de jovens e membros da comunidade de Caruaru. Com intérprete de Libras em todas as aulas, garantem a participação de pessoas surdas e ensurdecidas, promovendo acessibilidade e diversidade cultural. O foco pedagógico está no exercício da criatividade, no trabalho em grupo e no reconhecimento do audiovisual como ferramenta de expressão e pertencimento social.

Acessibilidade

A Letra do Pife, enquanto projeto cultural seriado em formato de websérie, adotará medidas de acessibilidade tanto na produção quanto na difusão. Durante as gravações, serão asseguradas condições adequadas de acesso aos espaços de filmagem para pessoas com mobilidade reduzida, bem como a contratação de equipe sensibilizada para práticas inclusivas. Na etapa de finalização, todos os episódios contarão com legendagem descritiva, audiodescrição e interpretação em Libras, possibilitando o acesso de pessoas surdas e com deficiência visual. Além disso, o conteúdo será disponibilizado em plataformas digitais com recursos de acessibilidade e promoverá a valorização da diversidade cultural e regional, garantindo que o público em geral possa compreender e se reconhecer nas expressões artísticas apresentadas. Acessibilidade FísicaDurante as gravações e oficinas, realizadas integralmente na cidade de Caruaru-PE, serão asseguradas condições adequadas de acesso e permanência nos espaços utilizados, contemplando rampas, sinalização tátil e áreas adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida. A produção contará com equipe técnica sensibilizada e capacitada em práticas inclusivas, de modo a garantir que todos os participantes, técnicos, artistas e público possam interagir e usufruir das ações em igualdade de condições.Os locais de realização em Caruaru serão selecionados considerando critérios de acessibilidade arquitetônica, conforto e segurança, de acordo com as normas de acessibilidade e diretrizes das políticas culturais federais. Acessibilidade de ConteúdoNa etapa de pós-produção, todos os episódios da série contarão com recursos de acessibilidade comunicacional, assegurando compreensão e fruição a públicos diversos. Entre as medidas previstas estão:Legendagem descritiva, possibilitando o acompanhamento integral por pessoas surdas e ensurdecidas;Audiodescrição, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam plenamente os elementos visuais e contextuais da narrativa;Interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) inserida em todos os episódios e nas exibições públicas e oficinas;Materiais didáticos acessíveis, em formato digital compatível com leitores de tela e texto ampliado, voltados à mediação e formação cultural;Disponibilização da série em plataformas digitais com recursos de acessibilidade ativáveis, garantindo acesso remoto a diferentes públicos.Essas ações garantem não apenas o cumprimento das diretrizes legais de acessibilidade, mas também expressam o compromisso ético e cultural do projeto com a democratização da comunicação e o direito de todos à cultura. Acessibilidade como Conceito Estético e CulturalA acessibilidade é parte integrante da concepção artística de A Letra do Pífano, que busca valorizar a diversidade cultural nordestina e as tradições musicais populares sob uma perspectiva contemporânea. Ao assegurar que o conteúdo possa ser compreendido e vivenciado por todos os públicos, a série amplia seu alcance social, reafirmando a cultura como instrumento de inclusão, cidadania e pertencimento.

Democratização do acesso

A Letra do Pife será gratuita e de livre acesso ao público, com exibições prioritárias em plataformas digitais, TVs públicas e mostras culturais, garantindo ampla difusão da obra em circuitos culturais e educativos. Além da veiculação dos episódios, o projeto realizará oficinas formativas gratuitas sobre criação musical, processos de composição e memória das Bandas de Pífanos, voltadas a jovens artistas, estudantes e integrantes de comunidades tradicionais. As atividades serão realizadas em espaços públicos e culturais acessíveis, reforçando o compromisso com a democratização da arte, da cultura e do conhecimento audiovisual, estimulando a participação comunitária e o fortalecimento da cadeia criativa local. Eventuais exibições em outras janelas de TV ocorrerão como meio complementar de difusão cultural, sem caráter de obra encomendada para grade comercial.

Ficha técnica

Dirigente / Produtor Executivo/Direção Geral:Nome: Taciano Valério Alves da SilvaFormação: Atualmente é professor Adjunto no curso de Medicina -UFPE lecionando a disciplina de Artes e coordenador do Labsensi. Diretor de cinema, foi realizador de grandes projetos reconhecidos com importantes prêmios no cenário nacional, como a Trilogia Cinza composta pelos três longas-metragens Onde Borges tudo vê (2012); Ferrolho (2013) e Pingo D'água (2014), além dos Curtas-metragens O Buraco (2006); Banzo Analítico (2007); Aos Pedaços (2009); O Bolo (2007); Ainda me sobra eu (2016), entre outros trabalhos.Produção Geral:Nome: Gilson Alves das NevesFormação: Licenciatura em Letras-Espanhol pela Universidade Estadual da Paraíba(UEPB).Experiência: Monteirense, Ator e Produtor Cultural, 18 anos na produção e gestão de projetos culturais no Nordeste, com ênfase em Teatro e Cinema. Especialista em Editas e Produções Culturais via leis de incentivo e articulação comunitária. Assessor Cultural - Lei Aldir Blanc, Lei Paulo Gustavo e PNAB para Gestores da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande Norte e Ceará. Participou de festivais de teatro e cinema na Paraíba e Pernambuco, Co-dirigiu o Curta-metragem "Casa Velha" e Coordenou o 1º Workshop de Cinema Monteirense na cidade de Monteiro-PB.Assistente de Produção:Nome: Guilherme Milleron Oliveira Cordeiro SoaresFormação: Guilherme tem treinamento em atuação desde 2018, passando por grupos e oficinas como SESC Caruaru, workshop ator em ação com Mariana Ruggiero, oficina de atuação cinematográfica com Leonardo Lacca. Integrou o elenco de diversos espetáculos, sendo dirigido por nomes da cena Pernambucana. o audiovisual, além de atuar em curtas e longa metragens, estreou em séries com “O Biopoder" em Maio de 2023, de Taciano Valério, trabalhou em “Espumas ao vento” em Janeiro de 2022 também de Taciano Valério. Em Janeiro de 2024 gravou seu terceiro longa, Ao sabor das Cinzas, direção de Taciano Valério. Em abril de 2024 gravou o longa A primavera, direção de Sérgio Petribu. Série Agrestes, com produção da casa de cinema de Olinda, personagem Marlon, em 2024. Janeiro de 2025 participou do filme Eucalipto com direção de Filipe Marcena.Assistente de Produção 2:Nome: Rita de CassiaFormação: Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UniFavip – Devry.Diretor Artístico/ Mestre de Cultura Popular: Nome: Anderson Jose Francisco da Silva (Anderson do Pife)Formação: Tradução em Música-IFET-PEPesquisador, produtor cultural, artista popular, diretor de trilhas sonoras de longas, curtas metragens, obras seriadas de TV e presidente do Instituto Educacional, Cultural e Tecnológico Casa do Pife (Ponto de Cultura). Licenciado em Flauta Transversal com Habilitação em Práticas Interpretativas em Música Popular Brasileira, Licenciado em Filosofia, Pós-Graduado em História da Arte, e Mestre em Educação Contemporânea. Há 30 anos desenvolve atividades artísticas ligadas à música popular e tradicional, tendo em seu currículo turnês nacionais e internacionais em festivais como: Prinstmep´s du Forró, We are Nice People Festival, Bal des Trois Forró e Rock In Rio, além de ter atuado durante 8 anos enquanto líder da tradicional Banda de Pífanos Zé do Estado de Caruaru.Produtor Local/Coordenador de ProjetoNome: Raphael RioFormação: Formado em Arte e Midia – UFCG. Mestre em Artes Visuais –UFPESocio dirigente da Autorias Filmes. Produção do Longa Metragem Espumas Ao Vento (2002), Ao Sabor das Cinzas(2025), Bia(2023) . Produziu as series GIGA(2021), O Biopoder(2024) e a Letra do Pife primeira e segunda temporada (2025.Produtor de Arte:Nome: Joysiane de Oliveira Berto (PCD)Formação:natural de Caruaru-PE, é artista com trajetória em dança, teatro, música e arte-educação.Iniciou aos 18 anos como dançarina contemporânea no grupo Andanças (SESC-Caruaru) e depois integrou a Cia Prazeres Barbosa.Atuou em coletivos de teatro de rua, no Orí Cia de Dança e, por 10 anos, no Teatro de Mamulengos Mamusebá como coordenadora e arte-educadora.Desde 2022, desenvolve atividades em escolas municipais de Caruaru, com oficinas de teatro, manipulação e restauração de mamulengos.Atualmente, é arte-educadora da SEDUC-Caruaru, ministrando oficinas de teatro e fortalecendo a cultura popular.Direção de Som:Nome: Giancarlo da Silva GaldinoFormação: Formado em arte e mídia pela universidade federal de campina grande. Em produção cinematográfica, atua como desenhista de som, diretor de áudio, técnico de som direto e composição de trilha sonora musical, com participação em séries para TV como “GIGA”, “A Letra do Pife” e “Biopoder” do diretor Taciano Valério. Também já ministrou aulas no curso de cinema e produção audiovisual na Universidade Federal da Paraíba. Já trabalhou em diversos longas-metragens e curtas-metragens, exibidos em festivais importantes como Festival de Roma, Festival de Nova York, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Festival de Tiradentes, Festival Aruanda, Festival Janela Internacional de Recife, Festcine entre outros. SÉRIES: O NÓ DO DIABO de Gabriel Martins, Ramon Porto Mota, Ian Abé e Jhesus Tribuzi (Fic., 5 Episódios, TVEBC, 2018, Campina Grande-PB). Mixagem e Masterização de som:Nome: Daniel NunesFormação: Graduação e Mestrado em Artes pela UFMG.Assistente de Fotografia:Nome: Daniele LeiteFormação: Daniele Leite é fotógrafa, diretora de fotografia e pesquisadora na área de fotografia. Cursa Comunicação Social na Universidade Federal de Pernambuco - Campus Agreste (UFPE-CAA), no qual participa de um projeto de extensão que trabalha fotografia e interferências nas imagens. Com interesse em audiovisual, já trabalhou em diversos curtas, como Seu Mestre Mandou, O Grito do Território e Alto das Flores, que foi executado pela Lei de Incentivo Aldir Blanc e premiado no Festival de Cinema de Caruaru e o Curta Taquary como melhor cartaz. Atualmente vem trabalhando como assistente de direção de fotografia com o diretor Taciano Valério, no longa-metragem sobre Azulão, cantor e compositor da cidade de Caruaru-PE. Como fotografa, já realizou uma exposição de retratos na Sede do Boi Tira Teima, grupo no qual se dedica a registrar e documentar as manifestações culturais.Assististente de Direção:Nome: Guilherme Milleron Oliveira Cordeiro SoaresFormação: Guilherme tem treinamento em atuação desde 2018, passando por grupos e oficinas como SESC Caruaru, workshop ator em ação com Mariana Ruggiero, oficina de atuação cinematográfica com Leonardo Lacca. Integrou o elenco de diversos espetáculos, sendo dirigido por nomes da cena Pernambucana. o audiovisual, além de atuar em curtas e longa metragens, estreou em séries com “O Biopoder" em Maio de 2023, de Taciano Valério, trabalhou em “Espumas ao vento” em Janeiro de 2022 também de Taciano Valério. Em Janeiro de 2024 gravou seu terceiro longa, Ao sabor das Cinzas, direção de Taciano Valério. Em abril de 2024 gravou o longa A primavera, direção de Sérgio Petribu. Série Agrestes, com produção da casa de cinema de Olinda, personagem Marlon, em 2024. Janeiro de 2025 participou do filme Eucalipto com direção de Filipe Marcena.Contador:Nome: Sammara de Lima CordeiroFormação: Graduada em Ciências Contábeis / Mestra em AdministraçãoRazão social - Sammara Cordeiro Contabilidade MENome Fantasia - Conta Certa Contabilidade e CursosCNPJ: 13.823.785/0001-44

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.