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Rastros é um documentário de média-metragem sobre a Serra do Rio do Rastro no sul de Santa Catarina, um monumento natural que permite contar a história geológica dos últimos 500 milhões de anos do planeta Terra e a ocupação humana em seu entorno.
A Serra do Rio do Rastro no sul de Santa Catarina é um monumento natural que permite contar a história geológica dos últimos 500 milhões de anos do planeta Terra. Partindo dos 17 marcos geológicos estabelecidos ao longo da rodovia SC-390, reconhecida como uma das estradas mais belas e perigosas do Brasil, o documentário “Rastros” percorre os quase 1500 metros que separam o mirante de Bom Jardim da Serra do nível do mar revelando, numa linguagem acessível, as histórias sobre a formação do território e sua ocupação ao longo do tempo.Do surgimento do continente Gondwana à deriva continental, que separou a América do Sul da África, da formação da extensa Bacia do Paraná ao trabalho pioneiro de mapeamento do território da Coluna White no início do século XX e os desafios de construção e manutenção da estrada a partir dos anos 1940, embarcamos numa viagem que promove uma reflexão sobre a nossa relação com o tempo e o território. Um percurso contado através dos depoimentos de geólogos, paleontólogos, arqueólogos, engenheiros e historiadores, e ilustrado pela beleza cênica das montanhas, rochas, mirantes, penhascos, que fazem da Serra do Rio do Rastro um dos cartões postais do Estado de Santa Catarina.O conteúdo do documentário Rastros irá explorar os seguintes eixos temáticos que serão intercalados de maneira não cronológica no processo de montagem/edição de acordo com as melhores opções de conexão narrativa entre os temas, a partir do conteúdo dos depoimentos:- A importância geológica da Serra do Rio do Rastro, como um “livro aberto” que conta a histórica geológica da formação do Continente Gondwana, a serparação dos continentes (deriva continental) e a formação da Bacia do Paraná. A noção de temporalidade para geologia em comparação com a percepção comum. - O mapeamento do local a partir da biografia do geólogo Israel Charles White e o do seu trabalho de pesquisa de demarcação geológica do território (Coluna White). Quais as motivações e os resultados deste trabalho. - A visitação in loco dos 17 pontos demarcados na estrada da Serra do Rio do Rastro. O que encontramos hoje em cada um deles e o que eles contam sobre a história da região. - A descoberta de fósseis de flora e animais nos locais de escavação. Suas implicações para a confirmação da deriva continental. Explicações de geólogos e paleontólogos. - A relação com a África do Sul, numa visita a locações na Bacia de Karoo, similares às encontradas da Serra do Rio do Rastro, comprovando a ligação entre os continentes nos tempos do Gondwana. - A história da construção da estrada do Rio do Rastro e os desafios de engenharia. A estrada hoje: sua importância logística e turística, os perigos e ocorrências. - A história da ocupação humana na região do entorno da Serra. Os registros das ocupações ancestrais (ameríndios), o processo de ocupação e colonização a partir do século XIX, as atividades econômicas, ciclos do carvão e da madeira e seus efeitos ambientais. As notáveis diferenças entre a ocupação do litoral e do Planalto Serrano, muito próximos geograficamente, porém distintos em seu perfil populacional. Locuções de narrador em off serão usadas de forma pontual para fins de contextualização e introdução de um novo tema, bem como o uso de cartelas informativas, com a descrição explicativa de alguns termos geológicos desconhecidos utilizados em depoimentos de modo a tornar o conteúdo mais claro ao espectador que não estiver familiarizado com o vocabulário geológico.
Objetivo Geral:Produzir uma obra audiovisual documental de média-metragem que aborde aspectos pouco conhecidos sobre a região da Serra do Rio do Rastro em Santa Catarina, de modo a criar um relevante registro histórico e cultural para as comunidades em seu entorno e o público em geral.Objetivo Específico:Realizar exibições públicas e gratuitas da obra produzida em espaços culturais e/ou educacionais em 10 municípios que estão no entorno da Serra do Rio do Rastro, como Bom Jardim da Serra, São Joaquim, Urubici, Lauro Muller, Orleans, Braço do Norte, São Ludgero, Tubarão, Jaguaruna e Criciúma. As exibições contarão com a presença do diretor e/ou membros da equipe de produção e personagens que irão realizar um bate-papo sobre a obra com o público com duração de 45 a 60 minutos após cada exibição.
A Serra do Rio do Rastro no sul de Santa Catarina é um monumento natural que permite contar a história geológica dos últimos 500 milhões de anos do planeta Terra. Um tema que permite abordar questões históricas, sociais e culturais dos municípios que surgiram em seu entorno, e que ainda não foram devidamente abordadas numa obra audiovisual de documentário. Partindo dos 17 marcos geológicos estabelecidos ao longo da rodovia SC- 390, reconhecida como uma das estradas mais belas e perigosas do Brasil, a proposta do documentário "Rastros" visa percorrer os quase 1500 metros que separam o mirante do municipio de Bom Jardim da Serra, na Serra Catarinense, do nível do mar, revelando, numa linguagem acessível, as histórias sobre a formação do território e sua ocupação ao longo do tempo.Do surgimento do continente Gondwana à deriva continental, que separou a América do Sul da África, da formação da extensa Bacia do Paraná ao trabalho pioneiro de mapeamento do território da Coluna White no início do século XX e os desafios de construção e manutenção da estrada a partir dos anos 1940, embarcamos numa viagem que promove uma reflexão sobre a nossa relação com o tempo e o território, num local habitado por uma gama de diferentes culturas ao longo de sua história. Este percurso será contado através dos depoimentos de geólogos, paleontólogos, arqueólogos, engenheiros e historiadores, e ilustrado pela beleza cênica das montanhas, rochas, mirantes e penhascos, que fazem da Serra do Rio do Rastro um dos cartões postais do Estado de Santa Catarina.Para tanto, o aporte possibilitado pela Lei de Incentivo à Cultura permitirá que se busque junto à iniciativa privada, em especial às industrias da região serrana e do litoral sul de Santa Catarina, os recursos financeiros necessários para que se produza um relevante projeto cultural sobre a região onde estão situadas.
Proposta de Direção:A proposta de direção do documentário “Rastros” parte da premissa de seguir o roteiro de 17 marcos geológicos da Serra do Rio do Rastro estabelecidos em 1908 pela chamada Coluna White, numa visita guiada pelo geólogo Carlos Bortoluzzi, registrando e comentando as características geológicas de cada ponto demarcado, partindo da base até o topo da Serra. Esta estrutura de descoberta dos “rastros” que dão nome ao projeto seguirá uma ordem cronológica, que será interrompida pelos desvios temáticos e temporais, quando passamos a nos aprofundar em um determinado assunto. Uma abordagem nos permitirá criar uma dinâmica menos previsível para a narrativa, jogando com o tema das diferentes percepções de temporalidade, que perpassa toda a proposta deste documentário. A fotografia contemplativa de grandes e longos planos abertos e de imagens aéreas em lento movimento visa destacar e valorizar em imagens toda a beleza cênica que tornam o local um dos cartões postais mais visitados de Santa Catarina. Esta proposta será complementada com os muitos takes fechados que exploram detalhes de rochas, sedimentos, fósseis de animais e de flora citados. A história será narrada predominantemente pelos depoimentos dos entrevistados, evitando com imagens de cobertura o excesso de “cabeças falantes”, e recorrendo a eventuais cartelas e narrações em off explicativas. A trilha sonora original de música instrumental irá compor algumas cenas de natureza e fusões gráficas, oferecendo ao espectador respiros reflexivos, ao som de violões, percussão e teclados. Os recursos de animação gráfica e de desenhos e pinturas técnicas são elementos estéticos importantes que irão unir a tecnologia com o trabalho artesanal na recriação das paisagens antigas (os chamados “paleoambientes”) citadas ao longo da narrativa. Esta proposta explora o exercício de imaginar, através de imagens em fusão, como eram algumas paisagens da Serra do Rio do Rastro em tempos onde a região era um oceano, ou quando virou um pântano e posteriormente um deserto. Esta técnica também funciona para vislumbrar a fauna e a flora destes locais em tempos imemoriais e a instigar a imaginação do espectador. Por fim, os registros de bastidores (making of) nas pesquisas, questionamentos e decisões da equipe junto aos personagens para definição dos cenários e conteúdos ao longo das gravações poderão ser pontualmente incorporados, sem necessariamente mostrar em cena os integrantes da equipe, incrementando assim a espontaneidade dos depoimentos dos personagens e aproximando o espectador do processo de produção, e consequentemente da obra.Justificativa:O monumento natural da Serra do Rio do Rastro no sul de Santa Catarina expõe desde a base ao alto de suas escarpas de 1500 metros de altitude, entre as cidades de Orleans passando por Lauro Muller até Bom Jardim da Serra, o registro fragmentado dos últimos 500 milhões de anos da história do planeta Terra.Sob uma perspectiva geológica, podemos comparar esse registro como uma espécie de “livro a céu aberto” cujas páginas são representadas por camadas de rochas sedimentares e vulcânicas empilhadas sobre o embasamento de rochas cristalinas ainda mais antigas. Páginas estas que revelam “rastros” da ação do tempo e que contam de forma descontínua a evolução da vida como conhecemos hoje. Assim, o percurso da base ao topo da estrada do Rio do Rastro nos permite encontrar estas páginas que exibem alguns “retratos” de um passado muito remoto e distinto da paisagem atual.Este encantamento dos geólogos com a singularidade representada pela formação natural da Serra do Rio do Rastro é algo que ainda não foi registrado com propriedade numa obra de documentário audiovisual, que possa traduzir, em linguagem acessível, as instigantes descobertas e reflexões sobre a história antiga da região e como elas nos ajudam a entender o presente e prospectar o futuro deste território. Uma leitura educativa e de grande potencial imagético, que lança novos olhares sobre a importância da Serra do Rio do Rastro e desfrutar ainda mais deste local que, por conta da sua rica beleza natural, se tornou um dos principais pontos turísticos de Santa Catarina.
RastrosDocumentário média metragemColoridoDuração: 65 a 69 minutosFinalizado em resolução Full HD - arquivo digital em formato MOV. (1980x1080) com audio estéreoIdioma: PortuguêsAcessibilidade:Legendas em Português, Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE), Audiodescrição e Libras Classificação Indicativa: LivreRealização de 10 exibições públicas e gratuitas da obra em 10 diferentes municipios nas regiões Serrana e Sul de Santa Catarina, seguidos de bate-papo com o público mediado pelo diretor e membros da equipe do filme. Será fornecida estrutura de projetor e sonorização nos espaços que não tiverem esses recursos disponíveis.
A obra audiovisual produzida irá contemplar os seguintes recursos de acessibilidade: legendas simples em portugês, legendas para surdos e ensurdecidos (LSE), intérprete de Libras na tela, a audiodescrição.Na acessibilidade física, as exibições públicas da obra irão ocorrer em locais de fácil acesso via transporte público, que ofereçam recursos de locomoção para PCDs, incluindo rampas de acesso e banheiros acessíveis e locais de assento para cadeirantes. Além disso, a equipe no local responsável pelas exibições estará preparada para receber e orientar o público que tenha necessidades epeciais para se acomodar no local da exibição.
As exibições gratuitas de lançamento da obra audiovisual serão amplamente divulgadas na mídia local de cada municipio e seu entorno, com ações de assessoria de imprensa em rádio, TV, jornal e internet, divulgando hora, local e detalhes de cada exibição, bem como a colocação de cartazes em pontos estratégicos das cidades. O objetivo é atrair o maior número de pessoas para cada sessão, inlcuindo a possibilidade de realizar sessões extras do filme, caso haja demanda de público que não conseguiu acesso por conta da lotação do espaço de exibição.
A Scult Produtora, proponente do projeto, estará responsável pela Coordenação Administrativa do mesmo.O sócio diretor da produtora, Luciano Burin, irá atuar como diretor e um dos editores/montadores da obra.Luciano Burin - Diretor: Jornalista graduado pela PUC-Rio (2001) e com formação nas áreas de literatura e produção audiovisual. Na área audiovisual, foi editor do curta experimental “Indelevel”, premiado como Melhor Curta Catarinense, no Festival Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM) em 2004; roteirista do documentário “Maciço”, premiado no edital de cinema do Estado de Santa Catarina em 2005; roteirista, produtor e diretor do documentário longa-metragem “Pegadas Salgadas” (2012), premiado no Edital de Cinema do Estado de Santa Catarina 2009, exibido em festivais internacionais e licenciado para o canal OFF (Globosat) em 2013, pro canal TVAL, através do Prêmio de Documentários Catarinenses da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (2019), e para a plataforma de streaming Amazon Prime Video desde 2020.Foi diretor de externas da temporada 2013 da série televisiva “Diário das Ilhas” e entrevistador da série “80 e Tal” (2016), e diretor de externas da série "De Frente Pro Mar", produções da produtora Grupo Sal, veiculadas do Canal OFF (Globosat). Diretor, roteirista, editor e produtor do documentário longa-metragem “A Pedra e o Farol” (2016), uma produção da Scult Filmes, produzido com recursos da Lei Rouanet, premiado nos festivais Mimpi (Brasil) e Surf At Lisbon (Portugal) e licenciado para o Canal OFF (Globosat) e TVAL, através do Prêmio de Documentários Catarinenses da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (2019). Diretor, Produtor, Editor e Roteirista da série documental “Fabio Gouveia: A Onda é se Divertir” (2019) da Scult Filmes, com 13 episódios de 25 minutos, exibida no Canal OFF (Globosat) e disponível na plataforma Globoplay. Entre outros trabalhos.Tiago Santos - Produtor Executivo: Tem em seu currículo trabalhos de Produção Executiva e Pós-produção, incluindo a finalização de mais de 50 curtas e médias-metragens e 16 longas-metragens. Além de já ter coproduzido oito outras obras como produtor executivo, e ter atuado como jurado em diversos Festivais de Cinema da América Latina. Atualmente está coproduzindo quatro produções internacionais. "Mata Selvagem" - série argentina, coprodutor e produtor executivo dos projetos "O Silencio da distância" - longa chileno, e dois longas Colombianos, a ficção "Garúa" e o documentário "Bien Immueble” - vencedor do premio máximo da Colômbia FDC Fundo do desenvolvimento Cinematográfico e do Edital de Coprodução Internacional ANCINE/FSA 2022.Há 15 anos, planeja e produz o FAM - Florianópolis Audiovisual Mercosul - importante festival no âmbito do Mercosul, consolidado com 27 edições realizadas, via aportes obtidos via Lei Rouanet e editais estaduais e municipais, o que demonstra sua grande expertise nos quesitos de organização, planejamento e produção de eventos de grande porte e com participantes internacionais.Antonio Zanella - Diretor de FotografiaJornalista, graduado pela Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina e com Pós-Graduação em Gestão de Comunicação Empresarial e Pública – Fepese/Universidade Tuiuti do Paraná.Dirigiu o documentário autoral “Uma Luz No Fim do Tubo” (2009) ano em que participou de diversos festivais como Mostra Paralela Festival Gramado Cine Vídeo, Mostra Paralela Cine Búzios Festival, e o Festival de Cinema de Aventura e Turismo (Socorro/SP) onde ganhou o prêmio de “Melhor Roteiro”. Pela produtora Scult atuou como Diretor de Fotografia e Cinegrafista nos documentários longa-metragem “Pegadas Salgadas” (2012), premiado no Edital de Cinema do Estado de Santa Catarina 2009, exibido em festivais internacionais e licenciado para o canal OFF (Globosat) e Amazon Prime Video e o documentário “A Pedra e o Farol” (2016), obra premiada nos festivais Mimpi (Brasil) e Surf At Lisbon (Portugal) e licenciado para o Canal OFF (Globosat) e TVAL. Foi também Diretor de Fotografia e Cinegrafista da série “Fabio Gouveia: A Onda é se Divertir” (2019), com 13 episódios de 25 minutos, exibida no Canal OFF (Globosat) e disponível na plataforma Globoplay. Para a produtora Grupo Sal, tem atuado desde 2014 como Diretor de Fotografia e Operador de Câmera em diversas séries documentais exibidas no Canal OFF(Globosat), como “Crowd Selvagem”, “9 Pés”, “Brazilian Storm”, “De Frente Pro Mar” e “70 e Tal” - cuja versão longa-metragem foi premiada em uma dúzia de festivais internacionais, passando pela França, Inglaterra, Alemanha, Portugal, Espanha. Lucas Tesser - Diretor de SomBacharel em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Bacharel e Licenciado em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Atua na área audiovisual desde 2010, focado no departamento de som, acumulando diversas experiências em cinema, filmes institucionais, publicidade e programas de televisão. Em cinema. participou como diretor de som e operador de som nos seguintes filmes premiados em edições do Prêmio Catarinense de Cinema: “Buraco de Minhoca” (João Mamedes e Daniela Geisler, 2016), “A velha que colecionava xícaras” (João Mamedes e Daniela Geisler, 2016), “Sal” (Danilo Mello, 2014), “Mariela vai à praia” (Matheus Souza, 2014), Nuvem (Vanessa Sandre, 2013), e do prêmio municipal Armando Carreirão como: “Meu Tio que me disse” (Vanusa Angelita Ferlin, 2015), Cidade dos Anões (Rodrigo Brasil, 2015), Tubérculos (Luiz Barz, 2015), “As ruas e o tempo” (Rodrigo Rodo, 2013). "O prazer é todo meu" (Vanesssa Sandre, 2023). Assim como do longa-metragem “Porto Príncipe” (Maria Emília de Azevedo/ Café Filmes, 2019). Da série "Mariana Território Atingido" (Paula Zanardi, 2023). Também participou como operador de som em programas televisivos como a série "De Frente Pro Mar" (Sal produtora / Canal OFF, 2022) Série Televisiva "Cristabel Sol e Sonhos" (Ocotea Filmes / NDTV Record, 2022), Série a “ Onda do Ano 51 Ice” (2021 e 2022), Web Série "Descobrindo Santa Catarina" (Homem Banda / Secretaria de turismo de Santa Catarina, 2017).Barbara Marins Pettres - ProdutoraGraduada em Jornalismo e Mestre em Agroecossistemas pela UFSC. Na área audiovisual, atuou como produtora de base e assessora de imprensa dos longas-metragens de ficção “Mares do Desterro” e “Rendas no Ar” e pesquisadora do documentário “Percepção de Risco”. Foi proponente e ganhadora do Prêmio Catarinense de Cinema 2019 com o curta-metragem “Vãnh gõ tõ Laklãnõ”, sobre o povo Laklãnõ/Xokleng, filme vencedor do Prêmio Canal Brasil no 28º Festival É Tudo Verdade/It’s all true, eleito Melhor Documentário no 6º Festa - Festival de Cinema de Santa Teresa (ES) e Melhor Filme da Mostra Ambiental no 30º Festival de Cinema de Vitória, além de selecionado para mais de 30 festivais e mostras nacionais e internacionais, entre eles Curta Kinoforum e o 22ª Goiânia Mostra Curtas. A partir da pesquisa para este documentário, foram criados dois outros projetos, vencedores do Edital Edital Elisabete Anderle 2020, o Portal de Saberes Laklãnõ/Xokleng (www.portaldesaberes.org), do qual é pesquisadora e produtora e o livro “A retomada do Mõg”, de Walderes Coctá Priprá. Atualmente faz parte da equipe de cinco produções vencedoras do Prêmio Catarinense de Cinema em edições passadas: os telefilmes documentários “Meu Caro Michel - montagens e memórias de Eloy Gallotti” (pesquisadora), “As Conquistadoras” (diretora de produção), A Saga de Aleixo Garcia (diretora de produção) e “A Procura dos Vingados” (produtora executiva), além do curta-metragem de ficção “Heyari”.Também acumula experiência como Assessora de comunicação das edições do festival Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM) desde 2008 e do FALA São Chico - Festival Latino-Americano de Documentários de São Francisco do Sul, desde 2022; e dos curtas-metragens “L'Amar”, “Antonieta”, “Rio da Madre”, “Larfiagem”, “As Rendas de Dinho” e “Panorama”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.