Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2512648Autorizada a captação total dos recursosMecenato

DRUK

ELEPHANTE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,46 mi
Aprovado
R$ 1,46 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-04-16
Término
2026-11-20
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realizar a criação, produção, etreia e temporada de 24 apresentações, na cidade de São Paulodo, do espetáculo treatral Druk _ Mais Uma Rodada, de Thomas Vinterberg e Claus Flygare, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional, com direção de Marcio Abreu. No elenco, confirmados, estão: Enrique Diaz e Matheus Nachtergaele. Como contrapartidas socias, somam-se ao projeto: 01 Debate/Bate papo com elenco e equipe criativa após uma das apresentações do espetáculo e 01 Mesa de Discussões "A Cultura do Álcool e Seus Efeitos Invisíveis" sobre o uso de álcool na nossa sociedade com Dartiu Xavier, Ronaldo de Moraes e Vera Iaconelli.De forma honesta e não moralista, a peça fala do uso e abuso de álcool, sobre a cultura do álcool na nossa sociedade, sobre masculinidade, amizade, envelhecimento e o desejo desesperado de se sentir vivo novamente.

Sinopse

SinopseDruk – Mais Uma Rodada conta a história de quatro professores que decidem testar uma teoria curiosa: manter um nível constante de álcool no sangue para recuperar o entusiasmo e o sentido da vida. O experimento, inicialmente libertador, se transforma gradualmente em espelho de seus vazios mais profundos. Entre humor, melancolia e lucidez, a peça revela a fragilidade humana diante da rotina, da pressão social e do medo do envelhecimento. Com encenação simbólica, trilha original e atmosfera sensorial, Druk propõe uma investigação sobre prazer, fuga e o desejo contemporâneo de redescobrir o que nos torna vivos.

Objetivos

Objetivo Geral Druk _ Mais Uma Rodada é um espetáculo que transforma a experiência da "meia idade" e busca por um sentido, em uma investigação sobre liberdade, masculinidade e vulnerabilidade. Inspirado no filme de Thomas Vinterberg, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional, adaptado para o teatro pelo prórpio diretor e roteirista, o projeto parte da história de quatro professores que decidem testar a teoria de que o ser humano nasce com uma deficiência natural de álcool no sangue. O experimento, que começa como uma tentativa de recuperar entusiasmo pela vida, evolui para um mergulho nas contradições entre euforia e ruína, prazer e descontrole, coragem e fracasso.De forma honesta e não moralista, a peça fala do uso e abuso de álcool, sobre a cultura do álcool na nossa sociedade, sobre masculinidade, amizade, envelhecimento e o desejo desesperado de se sentir vivo novamente. Assim, o trabalho busca investigar o estado de embriaguez como metáfora de presença — uma busca por vitalidade e reconexão com o que há de mais instintivo, honesto e humano em nós.Druk _ Mais Uma Rodada se propõe a refletir sobre as pressões sociais impostas à masculinidade e o impacto dessas expectativas nas relações pessoais e profissionais. Através de uma encenação contemporânea, a peça convida o público a revisitar a linha tênue entre controle e entrega, razão e impulso, mostrando como a necessidade de sentir-se vivo pode tanto libertar quanto destruir. A obra reafirma o papel do teatro como espaço de investigação dos afetos e das crises contemporâneas, oferecendo ao espectador um retrato sensível e crítico da vida adulta em busca de sentido.O projeto ainda irá estabelecer relaçòes com instituições que desenvolvem atividades voltadas a pessoas em tratamento para uso abusivo de álcool, promovendo acesso à arte e ao diálogo sobre saúde emocional e pertencimento. Objetivos Específicos 1. Ensaios, Montagem, Estreia e temporada de 24 Apresentações na cidade de São Paulo, em um teatro com capacidade média de 300 lugares, totalizando 9.600 espectadores estimados. 2. Um Ensaio Aberto ao público em geral (Contrapartida Social); 3. Um Debate/Bate papo com elenco e equipe criativa após uma das apresentações do espetáculo (Contrapartida Social);4. Uma Mesa de discussões A Cultura do Álcool e Seus Efeitos Invisíveis, com Dartiu Xavier, Ronaldo de Moraes e Vera Iaconelli, abordando a cultura do álcool na sociedade brasileira, os impactos do uso nas famílias e nas relações afetivas e as contradições em torno da aceitação social e do abuso do álcool no país (Contrapartida Social).5. Distribuição gratuita de ingressos para pacientes do CAPS AD (Contrapartida Social);*Todas as atividades de Contrapartida Social serão gratuitas.

Justificativa

JustificativaO projeto Druk _ Mais Uma Rodada necessita do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por sua relevância artística e social, que ultrapassa o escopo comercial e requer investimento público para viabilizar sua produção, circulação e ações de contrapartida social. A obra se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao promover a produção e difusão de bens culturais e assegurar o acesso da população às fontes da cultura nacional, estimulando a criatividade e a reflexão social.Em consonância com os objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet, o projeto:- Estimula a produção e o acesso às artes cênicas (incisos I e II);- Promove a formação de plateia e a inclusão social, ao realizar apresentações em penitenciárias e oferecer facilidades de acesso para ex-detentos (incisos III e VI);- Valoriza a arte como instrumento de humanização e diálogo sobre temas sensíveis, contribuindo para a construção da cidadania (inciso VII).Druk — Mais uma Rodada é um espetáculo que, de forma honesta e sem moralismos, aborda o uso e o abuso do álcool, a cultura da bebida em nossa sociedade, a masculinidade, a amizade, o envelhecimento e o desejo desesperado de nos sentirmos vivos novamente.A obra é uma tragicomédia habilmente equilibrada, que não condena nem glorifica o consumo de álcool, mas revela seus altos e baixos com franqueza e humanidade. Professores, trabalhadores, pessoas na meia-idade, pais, mães e todos que se sentem desmotivados ou presos à rotina encontrarão na peça um espelho sensível para refletir sobre hábitos, ansiedades e possíveis mudanças de vida.Em um momento em que os debates sobre saúde mental, ansiedade, autocuidado e isolamento social se intensificam, Druk toca um ponto essencial: o que fazemos para nos sentirmos presentes? Como escapamos da sensação de repetição e vazio?A peça investiga temas como crise existencial, esgotamento, envelhecimento e o desequilíbrio entre obrigação e desejo — dilemas centrais de uma sociedade marcada pela pressão por produtividade e pela dificuldade de pausa. A adaptação teatral permite que essas questões ganhem corpo e proximidade, convidando o público a revisitar suas próprias fugas e carências.Ao tratar o álcool não como vilão ou herói, mas como parte ambígua da experiência humana, o espetáculo sensibiliza para os limites entre uso, abuso, fuga emocional e dependência, abrindo espaço para empatia, diálogo e consciência — especialmente em uma cultura que naturaliza o consumo, mas pouco fala sobre suas consequências emocionais.As parcerais com as instituições que desenvolvem atividades culturais voltadas a pessoas em tratamento para uso abusivo de álcool, ampliarão os diálogos e refelexões sobre saúde emocional e pertencimento.

Estratégia de execução

Druk – Mais uma Rodada |Currículos dos Principais IntergrantesDIREÇÃOMarcio AbreuMarcio Abreu é carioca, artista, diretor e dramaturgo. Pesquisa e cria obras em campos plurais e expandidos das dramaturgias, envolvendo as linguagens do teatro, da performance, do audio­visual, da dança e mais. É criador da companhia brasileira de teatro, sediada em Curitiba, além de trabalhar com artistas e pensadores de múltiplas linguagens, de diversas cidades do país e do exterior. Abreu recebeu por suas criações os prêmios Bravo, APCA. Shell, Cesgranrio, Quem, Questão de Crítica, Gralha Azul, entre outros. Foi cocurador do Festival de Teatro de Curitiba de 2016 a 2019 e curador em duas edições do Festival Midrash de Teatro, no Rio de Janeiro. Dentre suas obras estão Por que não vivemos? (adaptação da obra de Tchekhov, com a companhia brasileira e convidades); Preto (dramaturgia pró­pria em parceria com Nadja Naira e Grace Passô); Nós e Outros (ambas com o Grupo Galpão); e o espectador (adaptação do texto de Matéi Vi§niec, codirigido com Enrique Diaz). A peça Sem palavras estreou em 2021, na França, passou pela Alemanha e chegou ao Brasil em 2022; em 2023, por essa peça, Marcio Abreu recebeu, junto com Nadja Naira, o Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia. Seu espetáculo Ao Vivo [dentro da cabeça de alguém], estreou no Teatro do Sesi da A. Paulista, foi indicado aos Prêmios Shell, Bibi Ferreira e APCA, em 2025. Sonho Elétrico, trabalho mais recente, estreou no Sesc Vila Mariana, em junho de 2025.ELENCOEnrique DiazEnrique Diaz nasceu em Lima, no Peru. É diretor teatral, fundador do grupo Companhia dos Atores e do Coletivo Improviso. Entre os espetáculos que dirigiu ao longo da sua trajetória estão clássicos como As Três Irmãs e A Gaivota de Tchecov, Ensaio.Hamlet, baseado em Shakespeare, além de A Bao A Qu e Melodrama, e as comédias Só Eles o Sabem, de Jean Tardieu, e Uma Coisa Muito Louca, de Flávio de Souza. Fora do país, já apresentou peças na França, Espanha, Portugal, Alemanha, Bélgica, Áustria, Estados Unidos, Rússia, Bulgária, Holanda, Suíça, Itália, Porto Rico, Colômbia, Argentina, Chile, Canadá e Japão.Acumula importantes prêmios como diretor teatral tais como o Molière, Mambembe, Bravo, Shell, Sharp, APCA, Qualidade Brasil e Apetesp, além do Prêmio de Melhor Espetáculo Estrangeiro dado pela Associação Francesa de Críticos. Atuou em filmes como O Auto da Compadecida (2000), Carandiru (2003), Casa de Areia (2005), Kenoma (1998), Filhos do Carnaval (2006). Na TV, estrelou, entre outras, as novelas Amor de Mãe (2020), Cordel Encantado (2011), Cheias de Charme (2012), Joia Rara (2013), além das minisséries Felizes para Sempre? (2015), A Muralha (2002) e Irmãos Coragem (1995). Atualmente está atuando na série Reencarne, da Globoplay e na novela Três Graças, na Globo.Matheus NachtergaeleMatheus Nachtergaele nasceu em São Paulo. Nachtergaele é ganhador de vários prêmios, incluindo cinco Prêmios APCA, três vezes o Grande Otelo, dois Prêmios Guarani e três Prêmios Qualidade Brasil, além de ter sido laureado em diversos festivais de cinema nacionais e internacionais e concorrer a dois prêmios no tradicional Festival de Cannes.Sua estreia nos palcos ocorrera em Paraíso Perdido (1992) com a companhia Teatro da Vertigem, mas foi em Livro de Jó (1995) que ganhou reconhecimento crítico por sua atuação, chegando a ser premiado com Troféu APCA. Seu sucesso nos palcos logo o levou à televisão, onde despontou como a travesti Cintura Fina na minissérie Hilda Furacão (1998). Posteriormente, atuou nas minisséries A Muralha (2000) e Pastores da Noite (2002), até fazer sua estreia em telenovelas, como o pai-de-santo maranhense Helinho em Da Cor do Pecado (2004) e o peão de rodeio Carreirinha em América (2005). Nos cinemas, iniciou a carreira artística no final da década de 1990, destacando-se em duas obras indiadas ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro: O Que É Isso, Companheiro? (1997) e Central do Brasil (1998). Foi convidado para interpretar o protagonista João Grilo na minissérie O Auto da Compadecida (1999), que posteriormente fora transformada em filme e relançada em 2000, conquistando prêmios. Posteriormente, voltou à se destacar em Cidade de Deus (2002), Amarelo Manga (2002), A Concepção (2005), Tapete Vermelho (2006), O Bem-Amado (2010), Febre do Rato (2011), Serra Pelada (2013), Trinta (2014), Cabras da Peste (2021) e O Auto da Compadecida 2 (2024). Matheus fez sua estreia como cineasta no seu primeiro longa-metragem, A Festa da Menina Morta, de 2008, pelo qual concorreu a prêmios no Festival de Cannes, na França, e ganhou dois Prêmios APCA. Em telenovelas mais recentes, teve destaque como o profeta Miguézim em Cordel Encantado (2011), o engraçado Seu Encolheu em Saramandaia (2013) e o apaixonado Norberto em Renascer (2024). Seu trabalho mais recente foi na novela Vale Tudo, com a personagem Poliana, 2025.REALIZAÇÃO E PRODUÇÃOAura CunhaAura Cunha Santos é atriz, diretora e produtora cultural, com mais de vinte e cinco anos de atuação nas artes cênicas brasileiras. Mestra em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), desenvolveu trajetória marcada pela integração entre criação artística, gestão cultural e reflexão crítica sobre os processos de produção contemporâneos. É sócia-fundadora da Elephante Produções Artísticas LTDA, produtora responsável pela concepção, planejamento e execução de projetos culturais reconhecidos por sua relevância artística e institucional, contemplados por editais e programas de fomento municipais, estaduais, federais e internacionais. Desde 2007, integra a premiada Cia. Hiato, grupo paulistano de teatro contemporâneo com o qual produziu e colaborou na criação de espetáculos como O Jardim, Projeto Ficção, Amadores e Odisseia, apresentados em importantes festivais e teatros no Brasil e no exterior, com passagens por países como Alemanha, Bélgica, Grécia, Polônia, Chile, Colômbia e Estados Unidos. Entre 2010 e 2016, atuou como parecerista técnica do Ministério da Cultura, nas áreas de artes cênicas, formação e produção cultural, exercendo funções de análise e avaliação de projetos. Desde então, tem colaborado como consultora e gestora em iniciativas que envolvem políticas públicas, processos formativos e produção independente, com especial interesse nas intersecções entre arte, pedagogia e organização coletiva. Sua prática alia rigor artístico e sensibilidade institucional, transitando entre os campos da criação e da gestão cultural, com atuação voltada à valorização das práticas colaborativas, à sustentabilidade de coletivos artísticos e ao fortalecimento das redes culturais no Brasil e no exterior.Paula PicarelliAtuou no espetáculo AQUI elevado à um trilhão, direção e dramaturgia de Elisa Ohtake. Sesc 24 de maio, 2024. Co-dirigiu e contribuiu com a dramaturgia de A Última Cena, ao lado de Aline Filócomo. Espetáculo dirigido por Flávia Melman. Com Antônio Januzelli, Osmair Cândido (Fininho), Nando Bolognesi e Thiago Amaral. Estreou no Sesc Vila Mariana/2023. Paula Picarelli idealizou e atuou no espetáculo Os 3 Mundos, primeira dramaturgia dos renomados irmãos quadrinistas Fábio Moon e Gabriel Bá (Prêmio Will Einsner – The Umbrella Academy/Netflix), com direção de Nelson Baskerville, no Centro Cultural Fiesp/Sesi, na avenida Paulista, em 2.018. O espetáculo recebeu nove indicações ao Prêmio São Paulo, recebeu o Prêmio Shell de melhor Cenário, tendo sido indicado também nas categorias Direção e Trilha Sonora. Publicou o livro Seita – o dia em que entrei para um culto religioso, pela editora Planeta, em 2.018. Segunda edição pela Editora Reformatório, 2023.Idealizou, dirigiu e atuou no espetáculo A Noite dos Mortos-Vivos, espetáculo teatral que reune quatro pessoas de universos diferentes conversando sobre suas relações com drogas lícitas e ilícitas, 2.019, Sesc Consolação.Realizou o espetáculo A Domadora, monólogo escrito e interpretado pela atriz, dirigido por Otávio Dantas. No Sesc Pinheiros, em 2017. Desde 2009, integra a Cia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira. Pelo espetáculo O Jardim, Paula recebeu uma indicação ao Prêmio Questão de Crítica/RJ. Com a Cia Hiato passou pelos principais festivais de teatro do país, esteve na Alemanha, Chile, Holanda, Bélgica, Colômbia, Áustria, Romênia, EUA, Portugal e Grécia. De 2005 à 2011, apresentou o programa de literatura Entrelinhas, da TV Cultura, fazendo reportagens e entrevistas com: Lygia Fagundes Telles, Paulo Autran, Fernando Arrabal, Zé Celso Martinez Corrêa, Antunes Filho, Humberto Werneck, Nuno Ramos, Andres Neuman, Lionel Schiriver, entre outros.PRODUTORA EXECUTIVAYumi OginoFormada em Rádio e TV. Desde 2013 se dedica também à produção de teatro. A partir de 2014 vem atuando quase integralmente junto da Cia. Hiato de teatro na função de produtora executiva, acompanhando os projetos “O Jardim”, “Ficção”, “02 ficções”, "Amadores" e "Odisseia". Os espetáculos da Cia. também se apresentam, reconhecimento de crítica, na Holanda, Alemanha, Chile, Romênia, Colômbia, Grécia, Estados Unidos, Argentina, Bélgica e Áustria. No audiovisual trabalhou no Marginal Brasileiro | Boca do lixo e “A Saga Negra do Norte – de King a Obama” no Museu Brasil. Fez parte do núcleo de dramaturgia e documentários da TV Cultura – produção assistente de edição e pesquisa de imagem. Produziu em 2011 o documentário “Theatro Municipal – 100.ILUMINAÇÃO E CENOGRAFIAMarisa MentivegnaIluminadora e cenógrafa paulistana, formada na Fundação Armando Alvares Penteado FAAP, em Publicidade e Propaganda e, na Escola de Belas Artes de São Paulo em Desenho Industrial. Atualmente, é integrante da Cia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira, como cenógrafa e iluminadora. Em 2015, o cenário criado para o espetáculo O Jardim (Cia Hiato), foi selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga na República Tcheca. Também é integrante da Banda Mirim como diretora técnica, cenógrafa e iluminadora desde 2004, coletivo premiado em 2015 com o Prêmio Governador do Estado na categoria Arte para Crianças. Tem ainda como parceiros de criação os diretores Cristiane Paoli Quito, Nelson Baskerville, Marcelo Romagnoli e Kiko Marques, entre outros. Em 2019, foi uma das dez artistas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga com o cenário do espetáculo Enquanto ela dormia. Atua em teatro, dança, exposições e shows musicais, tendo trabalhado em mais de 20 países nas últimas décadas. Recebeu os seguintes prêmios individuais: SHELL 1992 e APCA 1992 pela iluminação de O Paraíso Perdido, do Teatro da Vertigem; APCA 2007 e COCA-COLA FEMSA 2008 pelo cenário de O Menino Teresa, da Banda Mirim; COCA-COLA FEMSA 2007 pela iluminação de O Tesouro de Balacobaco, da Bendita Trupe; SHELL 2010 pelo cenário de Escuro, da Cia Hiato; FITA 2011 – FESTA INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANGRA – pela iluminação de Música para cortar os pulsos, de Rafael Gomes; SHELL 2011 pelo cenário de O Jardim, da Cia Hiato. APCA 2017 pelo conjunto dos trabalhos criados para teatro infanto-juvenil naquele ano. PRÊMIO SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM 2017 pelos cenários dos espetáculos Buda, Gagá e Skellig. PRÊMIO SHELL 2018 pela cenografia do espetáculo Os 3 Mundos.PALESTRANTESDartiu Xavier é graduado em Medicina pela Escola Paulista de Medicina, concluiu mestrado e doutorado em Psiquiatria na Universidade Federal de São Paulo. Foi consultor do Ministério da Saúde e da Secretaria Nacional de Drogas (Senad - Ministério da Justiça). Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Psiquiatria, Psicologia e Neurociências, atuando principalmente nos seguintes temas: dependência de álcool e drogas (incluindo redução de danos); Ronaldo de Moraes é formado em Ciências Sociais, trabalha como educador e está publicando o livro “Uma Prece Solitária”, pela Cia das Letras, em que conta sua experiêcia com drogas e álcool ao longo de 20 anos. Participou como ator dos espetáculos Amadores, da Cia Hiato, e A Noite dos Mortos Vivos, direção de Paula Picarelli.Vera Iaconelli é Psicanalista, Mestra e Doutora pela USP, colunista da Folha de São Paulo e diretora do Instituto Gerar. Em seu livro mais recente, “Análise”, Vera conta sua relação com o pai alcolista.

Especificação técnica

Especificações Técnicas do Projeto Direção: Marcio Abreu Dramaturgia: Thomas Vinterberg e Claus Flygare Elenco confirmado: Enrique Diaz e Matheus Nachtergaele Duração: 90 minutosClassificação: 16 anos Apresentações: 24 sessões presenciais Local de estreia: São Paulo (SP), com circulação em outras cidadesO espetáculo Druk – Mais Uma Rodada será concebido em linguagem contemporânea, A encenação busca traduzir em cena o estado emocional dos personagens — quatro homens em meio a uma crise de sentido da vida —explorando contrastes entre sobriedade e euforia, lucidez e descontrole.1. Elementos CênicosA cenografia será simbólica e funcional, inspirada em ambientes cotidianos — uma mesa de bar, um piano, ou uma sala de professores —, transformando-se ao longo da peça conforme o estado emocional dos personagens. Os elementos cênicos incluirão mesa, cadeiras, copos, garrafas, um piano, outros instrumentos musicais, microfones e objetos de cena que remetem ao universo do consumo e da convivência. O espaço será concebido como uma arena de experimentação e colapso, em constante transformação pela atuação e pela projeção de imagens.2. Recursos TecnológicosSerão utilizados recursos audiovisuais e projeções de vídeo para criar diferentes camadas de percepção, alternando imagens pré-gravadas e captações ao vivo durante o espetáculo. Essas projeções funcionarão como representação das memórias, fantasias e distorções dos personagens, ampliando a experiência sensorial do público e reforçando o estado de embriaguez simbólica da narrativa. O espetáculo contará ainda com trilhas sonoras originais e microfones de voz e ambiente, permitindo alternância entre intimismo e energia performativa.3. Estrutura e LinguagemA montagem contará com quatro atores em cena, que alternam entre momentos de diálogo realista, composição coreográfica e ações de alta fisicalidade. A direção propõe uma encenação que explora o corpo como medida do excesso e do desequilíbrio, utilizando ritmo, respiração e deslocamento como motores dramáticos. O cenário e a luz terão papel narrativo, criando atmosferas que transitam entre o cotidiano e o onírico, acompanhando as variações de humor, embriaguez e consciência dos personagens.

Acessibilidade

Para garantir Acessibilidade, essencial para garantia da democracia, os Teatros escolhidos para realização do espetáculo teatral Druk – Mais Uma Rodada, produto principal deste projeto, assim como ações de Contrapartida Social terão obrigatoriamente as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, afim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas, mentais e aos idosos. Em todas as peças de comunicação e releases constará a informação de 100% de acessibilidade em todas as ações e produtos do projeto. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade no Aspecto ArquitetônicoO teatro a ser escolhido deverá, obrigatoriamente, possuir acessibilidade arquitetônica, tais como: rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros adaptados, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência intelectual, visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos de acordo com artigo 25 da IN de 10/4/2023 e nos termos dos artigos 42, 43 e 44 da Lei no 13.146, de 6/7/2015, do artigo 46 do Decreto no 3.298, de 20/12/1999, do Decreto no 9.404, de 11/6/2018. Contratação de ConsultoriaServiço de Consultoria em Acessibilidade para Coordenação de toda equipe de Monitores, Pedagogogos/Assistentes sociais/Audiodescritores/Monitores / Intérpretes em Libras. Inclusos Serviços de Monitoria profissional que assegure a recepção e segurança para pessoas que apresentem deficiência física ou visual ou auditiva ou que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos para as todas as sessões. Acessiblilidade para Deficientes Visuais Em todas as sessões haverá Audiodescrição e acompanhamento para público com deficência visual. Ainda será criado um guia-áudio para esse público ter acesso às imagens e textos do programa do espetáculo, distribuído gratuitamente, via Qr Code. Permissão para a entrada de cães guias.Acessibilidade para Deficientes IntelectuaisEm todas as sessões haverá profissional capacitado e acompanhamento para público com deficiência intelectual, além de material complementar (programa do espetáculo) adaptado para esse público, distribuído gratuitamente como ao público sem deficência. PRODUTOS: CONTRAPARTIDA SOCIAL - Debate/bate papo com elenco e equipe criativa do espetáculo. Contará com Audiodescrição e Interpretes de Libras, garantindo a acessibilidade para deficientes visuais, auditivos e monitores para aqueles que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos. Permissão para a entrada de cães guias.- Mesa de Discussões com Dartiu Xavier, Ronaldo de Moraes e Vera Iaconelli. Contará com Audiodescrição e Interpretes de Libras, garantindo a acessibilidade para deficientes visuais, auditivos e monitores para aqueles que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos. Permissão para a entrada de cães guias.- Distribuição de ingressos gratuitos para pacientes do CAPS AD (São Paulo)

Democratização do acesso

Democratização do AcessoA) Atendendo ao disposto no Artigo 29 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, o Plano de Distribuição da proposta prevê as seguintes medidas de Democratização do Acesso aos produtos e ações culturais produzidos: I – até 10% (dez por cento) dos ingressos destinados à distribuição gratuita promocional por patrocinadores, sendo o quantitativo proporcional ao investimento de cada um; II – mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III – até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; IV – mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização a valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Com base nesses parâmetros, prevemos a distribuição gratuita de 960 ingressos (10% do total de 9.600 ingressos pagantes) para estudantes e professores da rede pública de ensino, além de participantes de projetos sociais, educacionais e culturais da cidade de São Paulo. A distribuição será feita proporcionalmente ao número de sessões, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e instituições parceiras. B) Em atendimento ao Artigo 30 da IN 23/2025, selecionamos o Inciso II, no qual o proponente se compromete a adotar a seguinte medida de Ampliação do Acesso: “V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.”- Mesa de discussões A Cultura do Álcool e Seus Efeitos Invisíveis gratuita, no mesmo teatro em que o espetáculo se apresentará, com capacidade para 400 lugares em data diferente da temporada da peça. C) Atendendo ao Artigo 32 da IN 23/2025, realizaremos uma edição do Debate/bate-papo entre elenco, equipe e público, após uma apresentação selecionada. Todas as atividades serão gratuitas, fortalecendo o caráter formativo e de diálogo direto entre artistas e espectadores.D) As ações de democratização e difusão do projeto incluirão parcerias com instituições que desenvolvem atividades culturais voltadas a pessoas em tratamento para uso abusivo de álcool, promovendo acesso à arte e ao diálogo sobre saúde emocional e pertencimento.

Ficha técnica

Ficha TécnicaDramaturgia: Thomaz Vinterberg e e Claus FlygareTradução: Aline FilócomoDireção: Marcio AbreuElenco confirmado: Enrique Diaz e Matheus Nachtergaele Designe de Luz e Cenografia: Marisa Bentivegna Idealização e Coordenação Geral: Aura Cunha e Paula Picarelli Direção de Produção: Aura Cunha Coordenação de Projeto: Paula Picarelli Realização: Elephante Produções Artísticas Produção Executiva: Yumi Ogino Coordenação de Acessibilidade: 7.1 Acessibilidade Criativa

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.