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O projeto visa a produção de um documentário no formato de média-metragem, com duração prevista de 70 minutos, sobre a vida e obra da artista Lélia Abramo e sua contribuição ao teatro, cinema e televisão brasileiros.
Sinopse do documentário: Lélia é um documentário que aborda a vida e o legado de Lélia Abramo, uma das figuras mais importantes do teatro, cinema e televisão brasileiros. A partir de suas memórias no livro Vida e Arte – Memórias de Lélia Abramo e através de depoimentos e material de arquivo, o documentário celebra sua contribuição para a arte e reflete sobre o legado duradouro de Lélia, que segue inspirando novas gerações de artistas e espectadores.
Objetivo geral: - Produzir um filme documentário no formato de média-metragem, com duração prevista de 70 minutos, com o objetivo de retratar a trajetória e o legado de Lélia Abramo, destacando sua contribuição ao teatro, cinema e televisão brasileiros. Objetivos específicos: - Resgatar e preservar a memória e trajetória de Lélia Abramo, destacando sua importância para o teatro, cinema e televisão. - Entrevistar artistas, críticos e estudiosos que foram influenciados por sua trajetória, ampliando a compreensão de seu legado. - Valorizar o legado cultural de Lélia Abramo e sua contribuição à formação de novas gerações de artistas, críticos e espectadores. - Discutir o impacto da arte na sociedade contemporânea, relacionando as reflexões de Lélia Abramo com os desafios atuais da cultura brasileira. - Estimular o reconhecimento da importância da memória artística brasileira, incentivando a valorização e preservação do patrimônio cultural. - Promover a circulação do filme em festivais de cinema nacionais e internacionais, além de uma distribuição para tv por assinatura.
O documentário de média-metragem "LÉLIA - A TRAJETÓRIA DE UMA ATRIZ REVOLUCIONÁRIA" propõe retratar a trajetória de uma das figuras mais representativas do teatro, cinema e televisão brasileiros: Lélia Abramo. Sua contribuição ao universo artístico brasileiro, tanto como atriz quanto como pensadora, transcende as fronteiras do palco e das telas, tornando-se um marco cultural que ressoa até hoje. Este filme se faz necessário não apenas para preservar a memória de uma artista fundamental, mas também para refletir sobre o impacto de sua obra e o legado que deixou às gerações de artistas, críticos e espectadores. Lélia Abramo iniciou sua carreira de atriz aos 47 anos, desafiando padrões e conquistando seu espaço no teatro brasileiro. Sua interpretação inesquecível da personagem Romana, em "Eles Não Usam Black-Tie", de Gianfrancesco Guarnieri, foi um marco na dramaturgia nacional, evidenciando o poder do teatro como instrumento de denúncia e resistência política. Reconhecida com prêmios como o Saci, APCA e Prêmio Governador do Estado, Lélia construiu uma trajetória marcada pela defesa intransigente da arte como ferramenta de transformação social, atuando em um Brasil atravessado por períodos de intensa repressão e mudanças estruturais. Este documentário é fundamental porque a obra de Lélia Abramo permanece atual e necessária. Sua atuação não apenas refletiu as tensões sociais e políticas do século XX, mas também abriu caminhos para um teatro comprometido com as questões do povo brasileiro. Ao revisitar sua história, o filme reafirma o papel das artes cênicas como espaço de resistência e reafirmação da identidade nacional. Por meio de depoimentos de artistas, críticos e estudiosos, além da análise de sua autobiografia "Vida e Arte _ Memórias de Lélia Abramo", o filme propõe um mergulho profundo na construção de sua identidade artística e na relevância de sua obra no contexto atual. Mais do que um tributo à atriz, "Lélia" busca ampliar o debate sobre a importância do teatro como motor de reflexão e mudança social, destacando o protagonismo feminino na cultura e no ativismo político. O documentário contribuirá para a difusão e valorização da memória artística brasileira, promovendo o acesso ao conhecimento sobre a história de uma mulher que desafiou barreiras e deixou um legado indelével para as artes no Brasil. Em um momento onde a arte é constantemente desafiada e marginalizada, o filme é um chamado para o reconhecimento e a valorização do impacto das artes no Brasil, como elementos essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, consciente e plural. O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
PRODUTO CULTURAL:Filme documentário no formato de média-metragem, com duração prevista de 70 minutos, com o objetivo de retratar a trajetória e o legado de Lélia Abramo, destacando sua contribuição ao teatro, cinema e televisão brasileiros. Classificação etária livre.
O projeto prevê as seguintes medidas de acessibilidade: I - no aspecto arquitetônico: As sessões presenciais de lançamento serão realizadas em espaços que possuam infraestrutura acessível, incluindo rampas de acesso, corrimãos, banheiros adaptados e assentos reservados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, atendendo de forma ampla as medidas de acessibilidade arquitetônica. II - no aspecto comunicacional e de conteúdo: O documentário produzirá recursos de acessibilidade de audiodescrição, legendagem descritiva e janela de libras, promovendo uma exibição com acessibilidade de conteúdo. III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto: Os materiais promocionais do documentário para divulgação nas redes sociais seguirão padrões de acessibilidade digital, incluindo contraste adequado, descrição de imagens (texto alternativo) e compatibilidade com leitores de tela.
De acordo com o artigo 46 da IN nº 23 de 05/02/2025: A distribuição do documentário “Lélia” contará com o planejamento de uma sessão gratuita em um equipamento cultural, onde priorizaremos locais com menos acesso ao audiovisual nacional. Esta sessão contará com uma conversa incluindo artistas e equipe do documentário, permitindo reflexões sobre o legado de Lélia Abramo e o papel da arte na transformação social. O projeto atenderá: III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino - a ser realizado na sessão de lançamento do documentário. E de acordo com as Medidas de Ampliação de Acesso do Art. 47: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; - a ser realizado um debate após a sessão de lançamento do documentário.
A proponente, através de seu sócio, realizará no documentário as funções de diretor, roteirista e diretor de fotografia. - Direção, Roteiro e Direção de Fotografia: Luis AbramoCo-dirigiu, produziu e fotografou os documentários de longas-metragem "Antena da Raça", seleção Oficial para o Festival de Cannes - Cannes Classic 2020, seleção oficial DOC LISBOA 2020, Prêmio de melhor filme documentário do Festival de Havana 2021; "Tentehar- Arquitetura do Sensível" (2019), prêmio de melhor filme no 18º Festival Signe of Night – Berlin 2020, seleção oficial DOC LISBOA 2021; “Abrindo o Armário” (Dario Menezes e Luis Abramo, 2018) e Korubo – uma etnia entre Fronteiras” (Mariana Fagundes, Luís Abramo e Ernesto Solis, 2013). Enquanto diretor de Fotografia, realizou mais de 50 filmes de longa-metragem documentais e de ficção, como “Paixões Recorrentes” (Ana Carolina); “Proibido Proibir” (Jorge Durán); “Olho Nú” (Joel Pizzini), entre outros. Recentemente, finalizou o longa-metragem de ficção “Fúria”, direção Ruy Guerra e “Avenida Beira-Mar”, de Maju de Paiva e Bernardo Florim. Recebeu prêmio de melhor fotografia no Festival de Cinema de Recife com o filme “Romance Policial” (Jorge Durán); Festival de Cinema de Gramado com o filme “Não se pode Viver sem Amor” e no Festival do Paraná de Cinema Latino e Brasileiro com “Fronteiras”. Em 2021/2022, acompanhou a restauração em 4k do filme “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha, exibido no 75º Festival de Cannes (2022) - Cannes Classics. - Produtor: Sergio PedrosaCom passagem pela exibição, distribuição de filmes, preservação e produção de filmes, no setor público e privado, tem-se dedicado, nos últimos anos, a produção de filmes de longa- metragem e séries para TV. Foi responsável executivo do curta-metragem "Mar de Fogo" (Mostra competitiva 65o Berlinale), das séries "Fronteiras Fluidas", "O Menino que Engoliu o Sol" e "Roda de Choro" e dos longa-metragem " Madalena" (International Film Festival Rotterdam - Première Mundial - Tiger Competition, San Sebastián (International Film Festival, New Directors/New Films Festival, International Istanbul Film Festival - Prêmio Golden Tulip), "Natureza Morta" (Festival de Tiradentes 2020), “Euclydes Pinto Martins” (Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2023) e “Avenida Beira Mar” (Guadalajara International Film Festival 2024) . - Produção executiva: Karina VasconcellosProdutora executiva, pós-graduanda em Direito do Entretenimento, Mídia e Cultura (PUC Minas) e formada em Gestão Pública (FGV). Em 2025, atua como produtora executiva nos projetos em desenvolvimento da Três Tempos Filmes. E também nos seguintes projetos: “Doce Ladrão”, documentário sobre o cineasta Fernando Coni Campos (Canal Curta); “Ritta”, longa documental em pós-produção; “Sururu de Capote”, documentário premiado na Lei Paulo Gustavo RJ, em captação. Realizou em 2024 a pré-produção do longa "Di Cavalcanti", em pós-produção, Canal Curta. Foi produtora executiva do curta-metragem “Brecha” (2024), premiado em festivais na Holanda, Índia e Canadá. Além da série em 10 episódios “Vida Longeva”, a estrear em TV paga. Como direção de produção, atuou em duas temporadas da série “Territórios” (Canal Futura/Globoplay, 2022, 2021) e na assistência de produção de “Na Fronteira da Imagem” (Canal Brasil/Globoplay).
PROJETO ARQUIVADO.