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PRONAC 2512657Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Caminho das Águas Sagradas

SKG CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 4,53 mi
Aprovado
R$ 4,53 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Londrina
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Caminho das Águas Sagradas é um espetáculo de teatro musical afrodiaspóricos que recria o mito iorubá da criação do mundo, integrando dança afro, canto ancestral, música ao vivo e teatralidade ritual. A proposta inclui a montagem e circulação do espetáculo com 06 apresentações gratuitas em seis capitais brasileiras, todas com acessibilidade plena (Libras, audiodescrição e legendas). Como produtos complementares, serão realizados um catálogo digital trilíngue acessível e um documentário audiovisual, garantindo democratização de acesso, registro e memória cultural.

Sinopse

Quando o mundo ainda era água, os orixás caminharam sobre as marés para criar a terra. O Caminho das Águas Sagradas é um espetáculo em sete atos que reinventa o mito iorubá da criação, onde o corpo dança memórias, o canto convoca presenças e o palco se torna encruzilhada entre terra, sonho e espiritualidade. Uma exaltação da ancestralidade preta como fonte de vida, cura e reencantamento do mundo.O Caminho das Águas Sagradas é um espetáculo de teatro musical afrodiaspórico que propõe a reinscrição do mito iorubá da criação do mundo no campo da cena contemporânea. Partindo da compreensão de que as cosmologias africanas constituem sistemas complexos de pensamento, ética e organização sensível do mundo, o espetáculo articula dança afro, canto ancestral e música ao vivo como formas de conhecimento incorporado.A obra parte da narrativa na qual a terra emerge das águas pela ação dos orixás, não como reprodução literal de um mito, mas como campo de experiência sensível e político: o corpo torna-se arquivo de memória, a cena configura-se como território ritual e a música como linguagem de transmissão ancestral. O palco é construído como um espaço de encruzilhada — encontro entre o que veio antes, o que pulsa agora e o que ainda nascerá do movimento coletivo.Em perspectiva estética e pedagógica, O Caminho das Águas Sagradas afirma o sagrado como parte constitutiva da cultura afro-brasileira, enfrentando os efeitos do racismo religioso e da deslegitimação histórica das tradições de matriz africana. O espetáculo convida o público a uma experiência de reencantamento, onde arte e ancestralidade operam como caminhos de cura, pertencimento e continuidade.Classificação Indicativa: LivreProdutos vinculados: • 06 apresentações teatrais gratuitas com acessibilidade plena• Catálogo digital trilíngue acessível (PT/ES/EN)• Documentário audiovisual acessível (Libras + AD + legendas)

Objetivos

A. OBJETIVO GERAL: Realizar espetáculo de teatro musical acessível que valorize a ancestralidade africana e as cosmologias iorubás, promovendo educação cultural, diversidade e preservação da memória afrodiaspórica. Montagem do espetáculo O Caminho das Águas Sagradas será desenvolvido de forma cooperativa, colaborativa, sensorial e ancestre, integrando pesquisa histórica e espiritual, laboratórios de criação corporal e musical, dramaturgia coletiva e ensaios estruturados em ciclos.B. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1) Montar e estrear o espetáculo O Caminho das Águas Sagradas, integrando processo artístico coletivo entre elenco, direção e equipe técnica.2) Realizar 06 (seis) apresentações gratuitas em seis capitais brasileiras, com acessibilidade plena (Libras, audiodescrição e legendagem).3) Produzir 01 (um) catálogo digital trilíngue acessível (PT/ES/EN), contendo informações conceituais, textuais e imagéticas do espetáculo.4) Produzir 01 (um) documentário audiovisual acessível, registrando processo de criação, circulação e depoimentos dos participantes.5) Integrar dança afro, canto ancestral e música ao vivo como linguagem dramatúrgica do espetáculo, fortalecendo estéticas e referências afro-brasileiras na cena teatral.6) Combater o racismo religioso através das artes cênicas;7) Promover a linguagem e estética preta e afrocentradaC. OBJETIVOS CULTURAIS:- Fortalecer as tradições afro-religiosas como patrimônio cultural imaterial;- Combater o racismo religioso por via da afirmação estética;- Potencializar a presença de artistas negros, indígenas e PCDs no palco.

Justificativa

O projeto responde ao apagamento histórico das matrizes africanas e ao avanço do racismo religioso no Brasil, reafirmando as tradições afro-religiosas como fundamento civilizatório e estético da cultura brasileira. Ao reinscrever o mito iorubá da criação no campo das artes cênicas, reconhecemos as cosmologias africanas como sistemas de conhecimento, ética, espiritualidade, ciência do corpo e tecnologia social.A dramaturgia ritual do espetáculo transforma o mito da origem em experiência sensível, promovendo memória, dignidade e reencantamento do mundo. Nesse gesto, o palco torna-se território de afirmação da ancestralidade enquanto inteligência viva e horizonte de cura coletiva.As seis apresentações gratuitas, aliadas à acessibilidade plena (Libras, audiodescrição e legendas) e à produção de materiais digitais acessíveis, garantem democratização do acesso, circulação ampliada e reparação simbólica. Assim, o projeto atua diretamente no enfrentamento ao racismo religioso, na valorização das epistemologias afrodiaspórica e na ampliação da presença de artistas negros, indígenas e pessoas com deficiência nas artes da cena, fortalecendo redes de memória, pertencimento e continuidade cultural.O projeto O Caminho das Águas Sagradas necessita do apoio via Mecanismo de Incentivo à Cultura para viabilizar sua montagem e circulação nacional, garantindo a gratuidade do acesso e a plena acessibilidade comunicacional, fatores que tornam inviável sua execução apenas com recursos próprios ou bilheteria.O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, nos incisos:I _ promoção da cultura brasileira;II _ formação, difusão e estímulo à criação cultural;III _ preservação e valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro como referência identitária do país.Além disso, atende aos objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, especialmente:II _ garantir meios para democratização do acesso aos bens culturais;III _ apoiar e difundir manifestações culturais e artísticas representativas da diversidade brasileira;IV _ priorizar ações de formação e circulação cultural;V _ preservar e difundir bens de natureza material e imaterial relacionados à memória, identidade e pertencimento coletivo.A utilização do mecanismo de incentivo permite a realização de 06 apresentações gratuitas em diferentes capitais, com Libras, audiodescrição e legendagem, além da produção de catálogo acessível e documentário cultural, assegurando democratização, circulação, registro e memória.Dessa forma, o investimento público via renúncia fiscal fortalece a valorização das cosmologias afro-brasileiras, enfrenta o racismo religioso e contribui para o reconhecimento das matrizes africanas como patrimônio civilizatório vivo do Brasil.

Estratégia de execução

A. Metodologia de ExecuçãoA criação se sustenta em processos colaborativos, práticas corpo-memória, teatralidade ritual, pedagogias da ancestralidade e cosmologias afrodiaspóricas, orientadas pelos princípios de afrocentralidade, quilombismo cultural, dramaturgia coletiva e pedagogia cooperativa.B. Equipe TécnicaA equipe é composta por profissionais qualificados da criação artística, produção cultural e acessibilidade, com prioridade para artistas, técnicos e pensadores negros, indígenas e PCDs. O propósito é garantir excelência estética aliada à responsabilidade política e cultural.A SKG Cultural Ltda realiza a coordenação geral e a produção executiva, abrangendo planejamento, contratações, logística, acompanhamento de cronograma e prestação de contas.As correalizadoras Companhia Actus de Artes Cênicas e TEAR – Teatro Experimental Afro Resistências atuam na articulação comunitária, formação sensível do elenco e mobilização de público, assegurando diálogo com territórios, coletivos, escolas e terreiros.No núcleo criativo, destacam-se:Direção Geral e Concepção: Stanley Kennedy Garcia Responsável pela direção estética e cênica, articulação entre corpo, voz, mito e cena e condução da dramaturgia coletiva. Dramaturgo, historiador e produtor cultural, com trajetória em pedagogias decoloniais e processos de criação afrodiaspóricos.Curadoria Poético-Mítica e Dramaturgia Ritual: Thatianne Andréa da Silva Responsável pela orientação simbólica, cosmológica e espiritual da obra, diálogo com saberes ancestrais e mediação corpo-memória. Arte-educadora e pesquisadora com experiência em processos comunitários e pedagogias do cuidado.Direção Coreográfica (Dança Afro): profissional a definir, com pesquisa corporal afrodiaspórica e fundamentos orixalógicos.Direção Musical: profissional a definir, com experiência em canto ritual e percussão afro-brasileira.Coordenação de Acessibilidade: profissional com experiência em Libras em cena, audiodescrição dramatúrgica e legendagem descritiva.Complementam a equipe: elenco de 16 intérpretes-atores, 6 intérpretes de suporte cênico, 9 músicos, iluminador(a), técnico(a) de som, contrarregra, roadies, designer gráfico, videomaker e guarda de cena para cuidado ritual e preservação simbólica.C. Cronograma de ExecuçãoO projeto será realizado ao longo de 12 meses.Pré-produção (01/2026 a 06/2026) Período dedicado aos laboratórios criativos, pesquisa histórica e mito-poética, dramaturgia coletiva, definição da linguagem corporal e musical, criação de cenografia e figurinos, planejamento logístico, seleção do elenco e planejamento de acessibilidade e comunicação.Execução (07/2026 a 10/2026) Ensaios gerais, montagem completa do espetáculo, estreia em São Paulo e circulação em cinco capitais brasileiras. Cada apresentação contará com acessibilidade plena e ensaio aberto voltado a estudantes, coletivos periféricos e comunidades tradicionais. Todo o processo será documentado em áudio, foto e vídeo.Pós-produção (11/2026 a 12/2026) Edição e finalização do documentário acessível, diagramação e publicação do catálogo trilíngue, divulgação digital, avaliação integrada e elaboração da prestação de contas.D. Plano de DivulgaçãoA comunicação será orientada pelos princípios da democratização do acesso, da acessibilidade comunicacional e da articulação com redes culturais e comunitárias.Serão produzidos:Website/página oficial com acesso aos materiais digitais (catálogo e documentário).Press-kit acessível em PT/ES/EN (fotos com descrição, texto em linguagem clara, arquivo SRT).Campanha nas redes sociais com foco em mediação estética e educação cultural.Parcerias com Pontos de Cultura, terreiros, coletivos, escolas e universidades para circulação orgânica de conteúdo e distribuição dos convites.Ensaios abertos e rodas de conversa em cada território de apresentação.A comunicação reforçará o espetáculo como experiência sensível, comunitária e ancestral, evitando abordagens turísticas ou exotizantes.E. OrçamentoO orçamento contempla remuneração digna dos profissionais, construção de cenografia e figurinos, ensaios, criação musical, equipamentos técnicos, logística interestadual, produção editorial do catálogo trilíngue, registro audiovisual, finalização do documentário e ações de comunicação e acessibilidade. Toda a execução segue os parâmetros da Lei nº 8.313/91 e da Instrução Normativa vigente, com comprovação documental integral e transparência na prestação de contas.F. Referências BibliográficasASANTE, Molefi Kete. Afrocentricity: The Theory of Social Change. Chicago: African American Images, 2003.BAPTISTA, Mercedes; MELGAÇO, Paulo. Mercedes Baptista: a criação da identidade negra na dança. Rio de Janeiro: Pallas, 2007.BASTIDE, Roger. O Candomblé da Bahia. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.COELHO, Teixeira. Dicionário Crítico de Política Cultural. São Paulo: Iluminuras, 1997.EVARISTO, Conceição. Olhos d’Água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014.FANON, Frantz. Pele Negra, Máscaras Brancas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.GONZALEZ, Lélia. Por um Feminismo Afro-Latino-Americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.HOOKS, bell. Ensinando a Transgredir. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.ITAÚ CULTURAL (org.). Acessibilidade em Centros Culturais (guia/boas práticas).KING, Raimundo (Mestre King). Entrevistas e cadernos de criação (acervos e registros do Balé Folclórico da Bahia).Lei nº 8.313/1991. Lei de Incentivo à Cultura.Lei Brasileira de Inclusão – LBI (Lei nº 13.146/2015).LIMA, Francisco et al. Audiodescrição: transformando imagens em palavras.LIMA, Vivaldo da Costa. A Família de Santo nos Candomblés Jeje-Nagô. Salvador: Corrupio, 2003.LOPES, Nei. Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro, 2004.LOPES, Nei; SIMAS, Luiz Antonio. Dicionário da História Social do Samba. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.MARTINS, Leda Maria. Afrografias da Memória. Belo Horizonte: Mazza, 1997.MARTINS, Leda Maria. Performances do Tempo Espiralar. Belo Horizonte: Cobogó/Mazza, 2021.MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos Meios às Mediações. Rio de Janeiro: UFRJ, 2013.MBEMBE, Achille. Crítica da Razão Negra. Lisboa: Antígona, 2014.MOURA, Abdias Nascimento. O Quilombismo. Rio de Janeiro: IPEAFRO, 1980/2019.MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1999.NASCIMENTO, Abdias. Dramas para Negros e Prólogos para Brancos. São Paulo: Perspectiva, 2019.NASCIMENTO, Abdias. O Quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. São Paulo: Perspectiva / IPEAFRO, 2019.NASCIMENTO, Abdias. Teatro Experimental do Negro: Testemunhos. Rio de Janeiro: Fundação Cultural Palmares, 2004.NOGUERA, Renato. Filosofia Africana: iniciação e origem. Rio de Janeiro: Pallas, 2014.PRANDI, Reginaldo. Mitologia dos Orixás. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do Poder e Classificação Social. Buenos Aires: CLACSO, 2005.REIS, Ana Carla Fonseca. Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Manole, 2006.RIBEIRO, Djamila. O que é Lugar de Fala? Belo Horizonte: Letramento, 2017.RIBEIRO, Joice Berth. O que é Empoderamento? Belo Horizonte: Letramento, 2018.RUBIM, Antonio Albino Canelas. Políticas Culturais no Brasil. Salvador: EDUFBA, 2010.SANDRONI, Carlos. Feitiço Decente: transformações do samba no Rio. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e Ancestralidade: abordagem da dança afro-brasileira. Salvador: EDUFBA, 2006.SANTOS, Juana Elbein dos. Os Nagô e a Morte. Petrópolis: Vozes, 1986.SIMAS, Luiz Antonio; RUFINO, Luiz. Fogo no Mato: a ciência encantada das macumbas. Rio de Janeiro: Mórula, 2018.SODRÉ, Muniz. A Razão Africana. Petrópolis: Vozes, 2017.VERGER, Pierre. Orixás: Deuses Iorubás na África e no Novo Mundo. Salvador: Corrupio, 1981.WALSH, Catherine. Interculturalidade e Colonialidade do Poder. Quito: UASB, 2009.

Especificação técnica

1) Espetáculo de Artes Cênicas — O Caminho das Águas SagradasQuantidade: 06 (seis) apresentações gratuitas em São Paulo/SP + circulação em 5 capitais Classificação indicativa: LivreDuração (tempo de palco):• 100 minutos, sem intervalo (estimativa técnica)• Tempo de montagem técnica por sessão: 6–8 horas• Tempo de desmontagem por sessão: 2–3 horas• Passagem de som/luz: 90 minutosMateriais / Formatos (cênico-técnicos):• Palco mínimo: 10m (L) x 8m (P) x 6m (H livre)• Cenário: módulos em madeira e tecido, elementos simbólico-rituais (materiais não inflamáveis, classif. M2), tapete de dança Marley 10x8m.• Figurinos: tecidos naturais (algodão, linho), adereços simbólicos; trocas rápidas em coxia.• Luz: 24 a 36 refletores (PAR/LED/Elipsoidais), 1 mesa DMX, 2 follow spots (opcional), haze leve.• Som: PA compatível com 400–600 lugares, 12 canais de entrada (mín.), 9 mic’s (headset/condensador dinâmico), 4 retornos de palco.• Vídeo (opcional): 1 projetor 7k–10k lumens ou LED wall; tela 16:9.• Segurança: extintores próximos; passagens livres; piso antiderrapante.Acessibilidade (em todas as sessões):• Libras integrada em cena (intérprete em coreografia cênica).• Audiodescrição ao vivo por rádio-transmissor; roteiro de AD previamente desenvolvido.• Legendagem descritiva em painel/LED ou projeção.• Acessibilidade física: reserva de lugares para cadeirantes + acompanhante, rampas/plataformas, banheiros acessíveis, sinalização tátil de piso.• Visita sensorial (quando possível) 30 min antes da sessão.Projeto Pedagógico (vinculado ao espetáculo):• Caderno pedagógico digital (15–20 páginas): sinopse expandida, glossário (orixás, termos iorubás), trilhas de discussão, atividades pós-espetáculo.• Mediação educativa: priorização de convites para escolas públicas e coletivos comunitários; indicação de atividades de pré e pós-visualização.• Ensaio aberto: 01 por cidade (público-alvo: estudantes e grupos comunitários).Entregas e documentação:• Relatório de público por cidade; registro fotográfico e videográfico; declaração de acessibilidade cumprida.2) Catálogo Digital Trílíngue e Acessível (PT/ES/EN)Quantidade: 01 (um) catálogo digital Paginação: 96 páginas (estimativa técnica para contrato/fornecedor) Formato técnico:• Arquivos finais: PDF/A (acessível, com tags), ePub3 (reflow), versão áudio (narrada) do conteúdo principal.• Dimensão referência: A4 (210 x 297 mm) vertical; versão mobile (ePub3) responsiva.• Imagens: 300 dpi (impressão), 150 dpi (web); paleta e identidade do projeto.Conteúdo editorial:• Apresentação (português / espanhol / inglês)• Ensaio curatorial (cosmologias iorubás e dramaturgia ritual)• Sinopse, ficha artística e técnica• Ensaios fotográficos e making of• Glossário (termos em iorubá e afro-diaspóricos)• Roteiros de acessibilidade (explicativos)• Referências e créditosAcessibilidade do catálogo:• PDF taggeado, contraste adequado, leitura simples; descrição de imagens (alt text).• Versão audiodescrita (narração dos principais textos e legendas das imagens).• Libras (vídeos curtos) incorporados via QR code (introduções e sínteses).• Tradução PT/ES/EN revisada por leitor sensível (termos religiosos/culturais).Projeto Pedagógico (catálogo):• Trilhas para educadores: 3 sequências didáticas (Educação Básica – anos finais; Ensino Médio; EJA), com objetivos, recursos e avaliação.• Atividades de sala: exercícios de corpo-memória, leitura de mito e criação de cena curta.Materiais (print-on-demand opcional):• Capa: 300 g/m², laminação fosca.• Miolo: 115 g/m² couchê fosco.• Lombada quadrada; tiragem sob demanda (se houver patrocínio adicional).Distribuição:• Download gratuito no site do projeto; QR code nos programas; envio a escolas, bibliotecas, pontos de cultura e instituições parceiras.3) Documentário Audiovisual Acessível• Quantidade: 01 (um) documentário • Duração final: 30 minutos (± 5 min) • Captação: 4K (master), 24/25 fps; áudio 48 kHz / 24-bit • Finalização/entregas:• Master 4K e DCP (opcional para mostras)• Arquivo de difusão: H.264 1080p (MP4); bitrate 12–20 Mbps• Arquivos de acessibilidade:ü Trilha de Audiodescrição (separada e mixada)ü Libras (janela PiP)ü Closed Caption/Legendas Descritivas (SRT + embutida)ü Traduções PT/ES/ENConteúdo / estrutura:• Processo de criação (ensaios, laboratórios, construção cenográfica e figurinos)• Depoimentos (direção, curadoria, elenco, músicos, comunidade)• Registro de circulação (trechos das 06 apresentações)• Camadas sonoras (canto ancestral, percussões, paisagens)• Contexto pedagógico e de acessibilidade do projetoAcessibilidade:• Versões com e sem janela de Libras (entregas separadas)• AD roteirizada, gravada em estúdio e sincronizada• Legendas descritivas com identificação de falantes e sons relevantes• Materiais de apoio (sinopse simples, ficha e guia de uso para escolas)Projeto Pedagógico (documentário):• Guia de exibição escolar (8–12 páginas): objetivos, perguntas norteadoras, atividades práticas (análise de cenas, exercícios de ritmo, criação de trilha com objetos do cotidiano).• Plano de atividade remota: aplicação em aulas EAD (roteiro e links/QR codes).Distribuição:• Lançamento online gratuito (site e plataforma pública)• Disponibilização para escolas e pontos de cultura (licença educativa não comercial)• Envio para mostras e festivais de cinema/arte-educação (quando cabível)4) Materiais de Mediação e Comunicação (vinculados aos produtos)• Programas de mão (digitais e impressos sob demanda): 2 a 4 páginas, leitura simples, QR codes para catálogo/documentário. • Press-kit acessível: release, fotos com alt text, ficha técnica; versões PT/ES/EN. • Website/página do projeto: notícias, agenda, downloads, repositório acessível.

Acessibilidade

O projeto garantirá acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo em todas as apresentações e ações previstas.Acessibilidade Física: Os espaços selecionados para as apresentações serão previamente vistoriados para assegurar condições adequadas de acesso, incluindo: rampas ou plataformas elevatórias, banheiros acessíveis, sinalização tátil de piso, áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, além de equipe de apoio treinada para orientação do público.Acessibilidade de Conteúdo: Todas as apresentações contarão com Libras integrada em cena, audiodescrição e legendagem descritiva. O catálogo digital será disponibilizado em leitura simples e com versão audiodescritos. O documentário também incluirá Libras, audiodescrição e legendas. Sempre que possível, serão oferecidas visitas sensoriais ao espaço cênico antes do início do espetáculo, facilitando a compreensão estética e espacial por pessoas com deficiência visual ou neurodivergência.

Democratização do acesso

Todas as 06 apresentações do espetáculo serão gratuitas, com ingressos distribuídos por meio de:· retirada antecipada online;· distribuição presencial na bilheteria do local;· reserva de cotas de ingresso para escolas públicas, comunidades periféricas, coletivos culturais, terreiros e instituições de ensino.OBS. Não haverá comercialização de ingressos ou cobrança de qualquer valor ao público.O catálogo digital trilíngue acessível será disponibilizado gratuitamente para download em site próprio e poderá ser compartilhado livremente. O documentário audiovisual acessível será disponibilizado gratuitamente em plataforma online, com acesso aberto.Como medida adicional de ampliação de acesso, será realizado 1 (um) ensaio aberto ao público em cada cidade da circulação, priorizando estudantes da rede pública e grupos comunitários, permitindo aproximação formativa e sensível com o processo criativo.Sempre que possível, o projeto promoverá transmissão ao vivo ou registro disponibilizado posteriormente nas redes e no site do projeto, fortalecendo o alcance para todo o território nacional.

Ficha técnica

1) Realização: SKG Cultural Ltda Responsável pela coordenação geral, administração dos recursos, gestão de equipe e produção executiva do projeto, incluindo planejamento, logística, contratação, monitoramento de cronograma, prestação de contas e articulação institucional.2) Correalização: • Companhia Actus de Artes Cênicas • TEAR – Teatro Experimental Afro ResistênciasCorrealizadoras responsáveis por suporte pedagógico, acompanhamento criativo, articulação comunitária, mobilização de público e apoio à circulação interestadual. Direções e Núcleos Criativos3) Direção Geral e Concepção: Stanley Kennedy Garcia Encaminhamento estético e conceitual do espetáculo; condução da dramaturgia coletiva; coordenação dos laboratórios de corpo, voz e teatro ritual; articulação entre elenco, músicos e equipe técnica; e definição final de cena e ritmo teatral.Mini currículo: Diretor, dramaturgo, historiador e produtor cultural, com trajetória em práticas artísticas afrodiaspórica, curadorias comunitárias e pedagogias decoloniais. Atua em espetáculos, ações formativas e projetos culturais de grande escala, com foco em ancestralidade, memória e acessibilidade. 4) Cenografia e Figurinos: a definir (profissional com pesquisa visual afrodiaspórica) Função: criação dos elementos visuais, paleta, texturas, tecidos e simbologias do espetáculo.5) Curadoria Poético-Mítica e Dramaturgia Ritual: Thatianne Andréa da Silva Responsável pela orientação cosmológica iorubá, organização simbólica da narrativa, acompanhamento dos rituais de criação e mediação entre corpo, mito e ancestralidade.Mini currículo: Arte-educadora, pesquisadora cultural e facilitadora de processos formativos em ancestralidade, pedagogias comunitárias, cuidado coletivo e criação sensível.6) Direção Coreográfica (Dança Afro): a definir (preferência: Mestra/orixalógica) Função: criação das matrizes coreográficas, repertório corporal do elenco, condução dos laboratórios de movimento e construção da presença ritual no corpo-cena.7) Direção Musical: a definir (pesquisador(a) de canto ritual e percussão afro-brasileira) Função: construção da paisagem sonora do espetáculo; arranjos; coordenação de músicos; integração entre canto ancestral, voz e cena.8) Coordenação de Acessibilidade: a definir (profissional Libras + Audiodescrição com experiência em cena)Função: integrar Libras como linguagem dramatúrgica, desenvolver roteiro de audiodescrição, supervisionar legendagem descritiva e orientar equipe para acessibilidade sensorial.Elenco e Corpo Musical9) Elenco Principal: 16 intérpretes-atoresFunção: construção da dramaturgia corporal em cena.10) Elenco Coadjuvante: 06 intérpretesFunção: suporte vocal, coreográfico e de cena.11) Músicos: 09 instrumentistas (percussões, cordas e sopros)Função: execução ao vivo da trilha sonora ritual.12) Equipe Técnica (resumo por funções)• Iluminação — criação de desenho de luz e operação em circulação • Sonoplastia — suporte técnico à execução ao vivo • Operação de Palco — montagem e troca de cena • Contrarregra — organização de objetos rituais e elementos de cena • Videomaker — registro audiovisual do processo e apresentações • Designer Gráfico — identidade visual e materiais de comunicação • Produtor Executivo — coordenação administrativa e logística • Roadies — apoio técnico de montagem, transporte e palco • Guarda de Cena — cuidado com objetos rituais, figurinos e memória do sagrado

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.