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O projeto propõe a montagem e itinerância do monólogo MALDITO CORAÇÃO (ME ALEGRA QUE TU SOFRAS), adaptação teatral da premiada obra literária homônima da autora Vera Karam, que traz consigo uma diversidade de experiências humanas, valores éticos e reflexões profundas, estrelado pela atriz Stela Celano e dirigido por Isaac Bernat. O espetáculo é uma comédia dramática de 60 minutos que aborda as inquietações do feminino, solidão, amor e os limites entre realidade e ficção. Propõe-se as seguintes cidades: Rio de Janeiro (04 sessões), São Paulo (04 sessões)e Porto Alegre (02 sessões), bem como um bate-papo pós-peça na primeira apresentação em cada local. Contrapartida social: realizar 01 apresentação a alunos e profissionais de escolas públicas em cada cidade.
O espetáculo “Maldito Coração – me alegra que tu sofras” apresenta conteúdo dramático e reflexivo, voltado ao público jovem e adulto. A obra aborda temas existenciais e emocionais com intensidade poética, sem exibição de violência, nudez, drogas ou erotização. O uso de linguagem é adequado, contendo apenas expressões emocionais pontuais.De acordo com o Guia Prático de Classificação Indicativa (Ministério da Justiça, 2012), a peça se enquadra na faixa etária “Não recomendado para menores de 16 anos”, por exigir maturidade interpretativa para compreensão do conteúdo simbólico e temático.Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras) é um monólogo teatral de 50 minutos que conduz o público para dentro da mente de uma mulher — ao mesmo tempo palestrante, narradora e personagem de sua própria história. Em meio a uma apresentação sobre a busca da felicidade, a protagonista se vê subitamente refém da sua memória afetiva e emocional, confrontando um passado que mistura verdades e delírios. Sua fala atravessa territórios do humor e do drama, revelando os bastidores da psique de alguém que tenta reorganizar sua própria existência através de palavras, lembranças e vivência.
Objetivos Gerais:- Realizar a montagem e circulação interestadual do monólogo "Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)" por quatro capitais brasileiras, promovendo o acesso democrático à cultura teatral contemporânea de qualidade, valorizando a dramaturgia nacional e a presença feminina nas artes cênicas, além de fomentar o diálogo sobre temas essenciais ao desenvolvimento humano, como afeto, solidão, saúde mental e a complexidade das relações humanas.- Promover uma experiência teatral envolvente e reflexiva por meio da realização do projeto "Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)", buscando emocionar, entreter e provocar reflexões profundas sobre afeto, saúde mental, dependência emocional e a complexidade das relações humanas.- Cativar o público proporcionando uma experiência teatral memorável que os mantenha conectados emocionalmente.- Abordar uma ampla gama de temas, incluindo valores éticos, morais, romances, lembranças da infância e desafios da vida adulta, proporcionando uma experiência rica e multifacetada.- Adaptar o premiado texto de Vera Karam de forma teatral, preservando a essência da história enquanto explora as possibilidades visuais e auditivas do palco.- Estimular a reflexão no público sobre suas próprias vidas, escolhas e momentos significativos, gerando diálogos pós-espetáculo que promovam a troca de experiências e perspectivas.- Utilizar um bailarino e trilha sonora original para criar uma experiência imersiva, aprimorando a narrativa e estimulando diferentes sentidos do público.- Transmitir as nuances emocionais presentes no texto original, desde momentos de dor até superações, utilizando elementos cômicos para equilibrar as emoções e manter o interesse do público.- Contribuir para o cenário cultural local, promovendo a arte teatral e incentivando a participação da comunidade em eventos culturais.- Criar uma experiência teatral que ressoe na memória do público, deixando uma impressão duradoura que inspire reflexão contínua sobre a complexidade e beleza da vida.Objetivos Específicos:- Realizar 4 apresentações do monólogo teatral "Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)" no Rio de Janeiro. Estimativa de público por apresentação: 103 pessoas. Quantidade total de público: 412 espectadores.- Realizar 4 apresentações do monólogo teatral "Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)" em São Paulo. Estimativa de público por apresentação: 200 pessoas. Quantidade total de público: 800 espectadores.- Realizar 2 apresentações do monólogo teatral "Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)" em Porto Alegre. Estimativa de público por apresentação: 200 pessoas. Quantidade total de público: 400 espectadores.- Oferecer 01 apresentação a estudantes e profissionais de instituições públicas de ensino do Rio de Janeiro, a título de contrapartida social, e uma palestra de 1h de duração, sobre tema a ser definido posteriormente, contextualizando o público sobre o protagonismo feminino no cenário cultural. Número de beneficiários: 200 pessoas.- Oferecer 01 apresentação a estudantes e profissionais de instituições públicas de ensino de São Paulo, a título de contrapartida social, e uma palestra de 1h de duração, sobre tema a ser definido posteriormente, contextualizando o público sobre o protagonismo feminino no cenário cultural. Número de beneficiários: 250 pessoas.- Oferecer 01 apresentação a estudantes e profissionais de instituições públicas de ensino de Porto Alegre, a título de contrapartida social, e uma palestra de 1h de duração, sobre tema a ser definido posteriormente, contextualizando o público sobre o protagonismo feminino no cenário cultural. Número de beneficiários: 250 pessoas.- Promover 01 roda de conversa com dois convidados sobre o tema "Bem-estar que transborda: um processo de criação" em cada cidade de itinerância, proporcionando interações significativas entre o espetáculo e o público, dando ênfase ao desenvolvimento humano e à potencialização do bem-estar e construção da felicidade, totalizando 453 beneficiários.
O projeto "Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)" tem como propósito ampliar o acesso da população brasileira à produção teatral de qualidade, por meio da circulação de um monólogo de reconhecido valor artístico e humano, interpretado por Stela Celano e dirigido por Isaac Bernat, baseado na obra da dramaturga gaúcha Vera Karam (in memoriam).A justificativa para sua realização se apoia em três eixos fundamentais: relevância artística, acesso cultural e formação de público, e descentralização da produção teatral."Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)" apresenta um texto sensível, poético e atemporal, que convida o espectador à reflexão sobre a solidão, o amor e a verdade — temas universais tratados com profundidade e humor pela autora. A montagem destaca-se pela interpretação minimalista, a força da palavra e a sobriedade cênica, elementos que colocam a narrativa no centro da experiência teatral, estimulando a escuta e o pensamento crítico. A escolha de levar esta obra à itinerância reafirma o compromisso com a valorização da dramaturgia brasileira e com a autoria feminina, ainda não tão valorizada e reconhecida nas artes cênicas.A circulação em três capitais (Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre) busca romper barreiras geográficas e socioeconômicas, promovendo a aproximação entre o público e o teatro de texto, um gênero que encontra crescente desafio em espaços de difusão comercial.O projeto garante 30% de ingressos gratuitos, ações formativas (debates pós-peça) e sessões acessíveis em Libras, legendagem e audiodescrição, ampliando o alcance para pessoas com deficiência e estudantes da rede pública.Essas ações reforçam o caráter educativo, formativo e inclusivo do projeto, contribuindo para a formação de novos públicos e para o fortalecimento da cidadania cultural.A itinerância possibilita que o espetáculo circule fora de seu eixo original, estimulando o intercâmbio artístico e técnico entre profissionais e públicos de diferentes regiões.O projeto envolverá parceiros locais, técnicos regionais e instituições culturais em cada cidade visitada, promovendo o desenvolvimento da economia criativa e o fortalecimento da cadeia produtiva das artes cênicas.A circulação nacional também contribui para diversificar o acesso à produção teatral contemporânea, promovendo a valorização do teatro como expressão simbólica e patrimônio imaterial brasileiro.A proposta está integralmente alinhada aos princípios do Art. 1º e do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991, ao estimular a difusão cultural, o acesso democrático, a regionalização da produção e a valorização dos criadores.O uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal é essencial para viabilizar economicamente o projeto, dada a natureza pública e formativa de suas ações, que não se sustentariam apenas pela bilheteria.O projeto deixará um legado formativo e simbólico: a ampliação do acesso ao teatro de texto, o fortalecimento da presença feminina na dramaturgia nacional e a criação de pontes entre artistas e públicos de diferentes contextos.Além disso, reforça a importância da arte como espaço de escuta, reflexão e encontro, valores essenciais para o fortalecimento da cultura democrática no Brasil.A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme a Lei 8.313/91, é essencial para viabilizar e potencializar a realização do projeto "Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)", permitindo a captação de recursos e contribuindo para o alcance dos objetivos culturais e sociais propostos.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8.313/91:Art. 1º: (...)I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.O projeto assegura a democratização do acesso à cultura por meio de ingressos gratuitos, sessões acessíveis (Libras, legendagem e audiodescrição) e ações formativas voltadas a estudantes, educadores e coletivos culturais. Essas medidas permitem o pleno exercício dos direitos culturais, especialmente por públicos historicamente afastados dos espaços artísticos.II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.A itinerância nacional do espetáculo — com apresentações em Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre — garante a descentralização da oferta cultural, ampliando o acesso a diferentes regiões do país. O projeto também envolve profissionais locais em cada cidade, fortalecendo redes de produção e valorizando recursos humanos regionais.III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.A iniciativa difunde a obra da dramaturga Vera Karam, reconhecida nacionalmente, e valoriza a trajetória de artistas como Stela Celano e Isaac Bernat, reforçando o papel do projeto na valorização da autoria feminina e na preservação da dramaturgia brasileira contemporânea.V - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.O espetáculo aborda temas universais como amor, solidão, verdade e autoconhecimento a partir de uma perspectiva humana e brasileira, contribuindo para o fortalecimento das expressões culturais que refletem o pluralismo e a diversidade de pensamento no país.Objetivos do Art. 3° da Lei 8.313/91 que o projeto pretende alcançar:Art. 3°: (...)II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Uma neurocientista e palestrante acaba refém da sua própria mente em uma de suas apresentações. Ao se deparar com uma situação onde precisa provar alguns fatos sobre a sua história de vida, que gira em torno principalmente de um grande amor do passado, mistura realidade e ficção ao tentar preencher brancos em sua memória, dando início a um momento desafiador. Ela vai do humor ao drama tentando reverter esse acontecimento, mas nem sempre é possível encarar a verdade do que um dia calou o coração, as emoções e o ímpeto de vida. Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras) é um monólogo teatral de 60 minutos que conduz o público para dentro da mente de uma mulher — ao mesmo tempo narradora e personagem de sua própria história. Em meio a uma de suas apresentações sobre processos cerebrais, amor e busca da felicidade, a protagonista se vê subitamente refém da sua memória afetiva e emocional, confrontando um passado que mistura verdades e delírios. Sua fala atravessa territórios do humor e do drama, revelando os bastidores da psique de alguém que tenta reorganizar sua própria existência através de palavras, lembranças e vivência.A encenação parte de uma linguagem minimalista e simbólica. Busca que o espectador tenha uma aproximação com a solidão dessa mulher, com a sua carência, com alguém que está em busca de amar e ser amada, e com a sua forma peculiar e entusiasmada de contar suas histórias inesperadas. A atriz Stela Celano ocupa o espaço cênico com intensidade e precisão emocional, num jogo permanente entre exposição e disfarce. É como se a plateia fosse cúmplice das reflexões, desse coração aberto. Ela entra no universo, na cabeça, no coração dessa mulher. Assiste de uma maneira privilegiada e confessional esse depoimento, contado de forma divertida e, ao mesmo tempo, intensa e emocionante. A personagem fala com cada pessoa do público, abrindo o coração, confessando, mostrando a sua fragilidade, um pouco da sua loucura e da fantasia, que todos nós temos um pouco. O público serve como um terceiro olhar, se pensarmos que tem a personagem que dialoga o tempo todo com a atriz. Seria esse ouvinte, que também imprime a sua identidade e as suas características, ao observar tudo tão proximamente. A cenografia — assinada por Dóris Rollemberg — apresenta elementos simples e sugestivos, capazes de se transformar simbolicamente ao longo da narrativa. A iluminação de Aurélio de Simoni dialoga com os estados internos da personagem, desenhando atmosferas sensoriais que marcam transições entre o real e o imaginário. O figurino, desenhado por Margo Margot, expressa tanto a formalidade de uma palestrante quanto as rupturas emocionais que emergem durante o espetáculo. A trilha sonora original, de João Castilho, atua como condutora dos afetos em cena, pontuando momentos de ruptura, silêncio e vertigem. Há também a presença do corpo como linguagem: a colaboração coreográfica de Camila Delphim permite à atriz, que divide momentos singulares de cena com um bailarino, expandir a expressividade da personagem para além das palavras, num trabalho sutil de presença física e movimento simbólico. A direção de Isaac Bernat busca uma atuação que perpasse o naturalismo, apostando na articulação entre a verdade subjetiva da personagem e a experiência contemporânea. A encenação propõe ao espectador um mergulho no inconsciente da protagonista, explorando os limites entre memória e imaginação, num tempo cênico que não obedece à linearidade dos fatos, mas à lógica afetiva das emoções. Inspirada na escrita contundente de Vera Karam (in memorian), autora gaúcha muito respeitada, de grande sensibilidade e humor inteligente, a montagem de Maldito Coração é uma ode à fragilidade humana. Convida o público a refletir sobre a solidão, os amores passados e os mecanismos que criamos para suportar as adversidades da vida. Em tempos de discursos absolutistas, o espetáculo reafirma a potência do teatro como espaço de escuta, subjetividade e liberdade. Cabe salientar que a versão anterior da peça passou por Lisboa em 2024, e o espetáculo está sendo reconfigurado para uma nova produção, tendo a dança como um novo e forte elemento na condução da dramaturgia.
Público-alvoO público-alvo do projeto “Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)” é composto por espectadores de diferentes faixas etárias e formações socioculturais, interessados em teatro contemporâneo, literatura, artes cênicas e cultura brasileira, abrangendo tanto o público espontâneo quanto grupos convidados de escolas, universidades e organizações socioculturais.A proposta multifacetada do espetáculo visa envolver e cativar os seguintes segmentos:Jovens e adultos (a partir de 16 anos): estudantes do ensino médio, universitários, professores, artistas, agentes culturais e público em geral interessado em artes cênicas.Idosos: público que se identifica com o conteúdo emocional e reflexivo do espetáculo, além de frequentadores assíduos de teatro e atividades culturais.A itinerância contempla três capitais brasileiras — Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS) — abrangendo três regiões culturalmente relevantes e representativas do país. O projeto busca atingir:- Público urbano de centros culturais e teatros;- Público de periferias e comunidades, através da distribuição de ingressos gratuitos (30%);- Estudantes de escolas públicas e universidades, convidados via parcerias com instituições de ensino e projetos socioculturais locais.Ademais, O projeto se destina a públicos com interesse em:- Teatro contemporâneo e dramaturgia nacional;- Obras literárias e adaptações de texto;- Debates culturais e reflexões sociais;- Produções que valorizam o protagonismo feminino nas artes. Por meio de debates pós-espetáculo, o projeto também atrai públicos interessados em formação artística e discussão estética, ampliando o alcance para estudantes de artes cênicas, literatura e comunicação.
As ações de acessibilidade propostas no projeto são fundamentadas na legislação vigente, visando garantir que pessoas portadoras de deficiência possam desfrutar plenamente do espetáculo e participar ativamente das atividades culturais. Essas medidas atendem a requisitos legais e refletem o compromisso do projeto em promover uma cultura verdadeiramente inclusiva e acessível a todos os públicos. O projeto “Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)” está empenhado em garantir que a experiência teatral seja acessível a todos os espectadores, promovendo inclusão e respeito à diversidade. Diversas ações de acessibilidade serão implementadas para garantir que o espetáculo seja apreciado por pessoas com diferentes necessidades.Todas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei nº 13.146/2015 e a norma NBR 950 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público.No que tange à acessibilidade arquitetônica, as apresentações ocorrerão em teatros que possuam:- Banheiros químicos acessíveis para PcD. - Sinalização tátil para pessoas com deficiência visual. - Rampas para garantir acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade. - Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida.Além disso, devem permitir cães-guia, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOPara Deficientes Visuais:Audiodescrição do espetáculo acessada por QR code, garantindo que deficientes visuais possam entender as ações no palco.Item na planilha: Audiodescrição.Para Deficientes Auditivos:Intérprete de Libras presente em todas as sessões do espetáculo. Item na planilha: Intérprete de Libras. Para Deficientes Intelectuais/portadores do TEA/Congêneres:Monitores treinados para auxiliar o público com deficiência intelectual, oferecendo apoio conforme necessário durante o espetáculo.Item na planilha: Monitores.DAS MEDIDAS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS Todas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível através de canais como Instagram, Facebook, e site oficial. A divulgação incluirá:- Imagens com descrição textual (para deficientes visuais).- Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas com deficiências intelectuais e côngeneres.- Vídeos com legendas e janela de Libras para deficientes auditivos. Item na planilha: Custos de Divulgação.INCLUSÃO DE AÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO PLANO DE COMUNICAÇÃO A divulgação da acessibilidade (como audiodescrição, intérprete de Libras e outros recursos) será realizada nos canais oficiais do projeto, com informações claras sobre como o público pode acessar esses recursos.Item na planilha: Custos de Divulgação.Tais ações refletem o compromisso do projeto em criar um ambiente acolhedor e acessível para todos os espectadores, respeitando e celebrando a diversidade de públicos.
Os produtos culturais resultantes do projeto “Maldito Coração (Me Alegra Que Tu Sofras)” serão distribuídos, respeitando os seguintes limites do Artigo 46 da IN 23/2025:I- até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; com caráter social ou educativo; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Além disso, o projeto adotará as seguintes medidas de ampliação do acesso determinadas pelo Art. 47 da IN 23/2025:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube.V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Será realizado um bate-papo pós-peça em cada cidade de itinerância.Serão implementadas as seguintes ações, respeitando os limites supracitados:Política de preços e ingressos gratuitos:- Reserva de uma parcela dos ingressos para distribuição gratuita ou com descontos significativos.- Parcerias com instituições sociais, escolas e organizações culturais para distribuição desses ingressos.- Definição de uma faixa de preços acessíveis para garantir que o espetáculo seja acessível a diferentes camadas da sociedade.- Consideração das realidades econômicas de cada região para ajuste dos preços de acordo com a capacidade financeira média do público local.Reservas para públicos específicos:- Alocação de uma parte dos ingressos para grupos vulneráveis, como idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade social e comunidades de baixa renda.-Implementação de um sistema de "ingressos solidários", onde os espectadores têm a opção de adquirir ingressos adicionais a preços mais elevados para subsidiar ingressos de baixo custo para outros públicos.Parcerias e patrocínios:- Busca por parcerias com empresas locais para patrocínios que possibilitem a oferta de ingressos gratuitos ou descontos.- Colaboração com instituições públicas, como prefeituras e governos estaduais, para obter subsídios que permitam a distribuição de ingressos a preços acessíveis.Distribuição justa de ingressos:Garantia de que a venda de ingressos seja realizada tanto online quanto presencialmente, assegurando a acessibilidade a diferentes públicos.Divulgação das políticas de acesso:- Informação clara sobre as políticas de preços, ações específicas para cada região e formas de acesso gratuito ou subsidiado.Campanhas de conscientização:- Campanhas nas redes sociais, mídia local e outros canais de comunicação para conscientizar o público sobre as opções de acesso e a importância da democratização cultural.
Stela Celano (dirigente da empresa proponente do projeto)Função no projeto: produtora executiva e atrizCurrículo resumido: Stela Celano é atriz, com trabalhos no teatro e no audiovisual, e especializada em Psicologia Positiva pela PUC - RS. Mentora de Felicidade, Bem-estar e Florescimento Humano (Happiness Mentor/Flourishing Dip), Mentora de Forças de Caráter (Strengths Mentor) e Positive Practitioner & Trainer, pelo IFAC. Facilitadora FIB (Felicidade Interna Bruta) e qualificada em Neurociência da Felicidade pelo Instituto Feliciência e em Neurociência para Todos, pelo Instituto Conectomus.Suas atuações mais recentes foram na peça Maldito Coração, direção de Isaac Bernat (Brasil e Portugal), nas novelas “Um lugar ao Sol” (Rede Globo) e “Amor sem Igual” (Rede Record), no longa "Amor Assombrado" de Wagner de Assis, , “O Pequeno Livro das Emoções Perdidas” de Marcelo Albuquerque e nos espetáculos “Piano Bar”, direção de Sueli Guerra e "Ou Tudo ou Nada“, direção de Tadeu Aguiar. Entre algumas participações em tv, estão as séries "Odeio Segundas“ e "Os Homens são de Marte e é pra lá que eu vou" da GNT, “Natália” da TV Brasil, “Tô de graça” e “De Cabelo em Pé”, do MultiShow. Em cinema, os filmes “De Pernas pro ar”, “Até que a sorte nos separe” e “Odeio o dia dos Namorados” de Roberto Santucci. Palestrante internacional do IV Congresso Português de Psicologia Positiva, criou o espaço Jardineiro da Felicidade, que oferece mentorias e o Laboratório de Felicidade Palco Positivo – workshop de potencialização do bem-estar e desenvolvimento de elementos para melhor comunicação e expressão, que partiu da união da Psicologia Positiva com a arte teatral.Josuel SchimiedsFunção no projeto: bailarinoCurrículo resumido: Bailarino, coreógrafo e professor há mais de 15 anos. Especializado em Danças Populares (PE) desde 1995. Formação em Dança de Salão pelo mestre Jaime Arôxa. Experiência em dança contemporânea, jazz e ballet. 3º Lugar no Campeonato Brasileiro de Tango. 4° Lugar no Brasil Latim Open. Bailarino em todas as temporadas do espetáculo Señor Tango no Brasil (2009 - atual). Bailarino da Cia Jaime Arôxa por mais de 15 anos. Professor de Dança de Salão há mais de 15 anos, atualmente lecionando nas escolas Jaime Arôxa (Botafogo e Copacabana). Coreógrafo da comissão de frente da escola de samba Villa Rica (RJ - 2022). Diretor e professor do projeto "Junto e Misturado", workshop de dança de salão, desde 2016. Participações em programas de TV como The Voice Brasil, Programa do Jô, Ana Maria Braga, Encontro com Fátima Bernardes, Legendários, entre outros. Bailarino e ensaiador do espetáculo Viva Brasil – Uma Ópera Popular (RJ). Bailarino e coreógrafo dos videoclipes Batida do Amor (Banda BRAZA & Francisco El Hombre) e Sentimento Blues (Julia Mestre & Danilo Contrim). Bailarino do FIFA Fan Fest 2014. Bailarino de diversas comissões de frente das escolas de samba do Rio de Janeiro. Jurado de festivais de dança como Dança Bagé (RS) e eventos em São Paulo. Experiência internacional em espetáculos e shows na Alemanha, Rússia, China, Canadá, República Tcheca, Cazaquistão, Sibéria, entre outros países.Isaac BernatFunção no projeto: diretorCurrículo resumido: Isaac Bernat, 61 anos, é ator, diretor e professor de teatro, nascido no Rio de Janeiro. Doutor em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com tese sobre o griot africano e o ator Sotigui Kouyaté, integrante do grupo de Peter Brook. O estudo deu origem ao livro “Encontros com o griot Sotigui Kouyaté” (Editora Pallas, 2013).É professor de Interpretação na Faculdade CAL de Artes Cênicas e do curso de pós-graduação “Literatura e Pensamento Contemporâneo” da PUC-Rio. Atua há mais de 35 anos nas artes cênicas, com expressiva trajetória como ator e diretor em teatro, cinema e televisão.Entre as peças que dirigiu, destacam-se: Cora do Rio Vermelho (Leonardo Simões), O Encontro – Malcolm X e Martin Luther King Jr. (Jeff Stetson), Eu, Amarelo – Maria Carolina de Jesus (Elissandro de Aquino), Profetas da Chuva (Clara Santhana e Paulinha Cavalcanti), Rosa e a Semente (grupo Pedras e Isaac Bernat), Maldito Coração (Vera Karam), Deixa Clarear e Desalinho (Márcia Zanelatto), Lili – Uma História de Circo (Licia Manzo), Calango Deu – Os Causos de Dona Zaninha (Suzana Nascimento) e O Diário de Anne Frank (Michael Cohen, Enid Futterman).Como ator, participou de montagens marcantes como Incêndios e Céus (Wajdi Mouawad, dir. Aderbal Freire Filho), Agosto (Tracy Letts, dir. André Paes Leme), Pá de Cal (Jô Bilac, dir. Paulo Verlings), Cara de Fogo (Marius von Mayenburg, dir. Georgette Fadel) e A Falecida (Nelson Rodrigues, dir. João Fonseca). Também atuou em espetáculos online durante a pandemia, como Por Amor (Rogerio Corrêa, Lei Aldir Blanc).No cinema, participou dos filmes Lost Zweig (Silvio Back), Achados e Perdidos (José Joffily), Romance de Geração (David França Mendes), Forall (Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz) e Sonho de Valsa (Ana Carolina). Na televisão, integrou produções da TV Globo, como Sob Pressão, A Grande Família, Força-Tarefa, Carga Pesada, A Diarista e Malhação; além de séries como Impuros (Disney) e Todo Dia a Mesma Noite (Netflix).Recebeu diversos prêmios e indicações, entre eles:- Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator (1995) por As Aventuras de Pedro Malazartes;- Prêmio Botequim Cultural de Melhor Ator (2014) por Incêndios;- Prêmio Zilka Salaberry de Melhor Direção (2014) por Lili – Uma História de Circo;- Prêmio Aplauso de Melhor Elenco (2014) por Incêndios; Além de indicações aos prêmios APTR, Mambembe, CBETIJ e Fita de Melhor Direção por montagens teatrais de destaque.Atualmente, Isaac Bernat é reconhecido como referência na direção e formação de atores, com uma carreira consolidada no teatro brasileiro contemporâneo e uma trajetória voltada ao diálogo entre tradição oral, pesquisa de linguagem e inovação cênica.Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/138455578534579Margo MargotFunção no projeto: figurinistaCurrículo resumido: Margo atua há mais de 20 anos nas áreas de moda, figurino e instalações artísticas. Desenvolveu projetos para Abril, Globo, Trip e Rolling Stone e é idealizadora do Ateliê Cortiço, com desfiles em espaços como o CCJF, Rio Scenarium e Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.Criadora da exposição “Orisá: quando o mito veste o corpo”, premiada na Incubadora Cultural Petrobras e com a maior pontuação do Edital de Ocupação CCJF 2016/2017.Fez o figurino de “Eu Amarelo” (indicado ao Prêmio Shell 2023), “A História de Kafka e a Boneca Viajante” (indicada ao Prêmio CBTIJ 2024) e “Vou Fazer de Mim um Mundo”, estrelado por Zezé Motta nos CCBBs em 2025.Sua trajetória destaca a integração entre ancestralidade, moda e expressão cênica contemporânea.João CastilhoFunção no projeto: compositor de trilha sonoraCurrículo resumido: Guitarrista e violonista carioca, João Castilho atua há mais de 30 anos como instrumentista, compositor e diretor musical. Tocou e gravou com Maria Bethânia, Djavan, Ed Motta, Sandra de Sá, Ivan Lins, Eumir Deodato, Simone, Nana Caymmi e Roberto Carlos, entre outros.Foi integrante do Grupo FOCO, com dois álbuns lançados, e é autor dos livros “Toque Junto” e “Estudando Improvisação”.Compôs trilhas para teatro e TV, incluindo “Maldito Coração – me alegra que tu sofras” e a série “Casa Brasileira”.Lançou os discos solo “Equilibrium”, “Percepções” e prepara “Pra Que a Pressa”.Reconhecido por unir técnica refinada e sensibilidade artística, é um dos nomes de destaque da guitarra e violão no cenário brasileiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.