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PRONAC 2512742Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Núcleo Estadual de Orquestras Jovens

INSTITUTO ARLINDO RUGGERI
Solicitado
R$ 3,34 mi
Aprovado
R$ 3,34 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Novo Hamburgo
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Novo Hamburgo Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto Núcleo Estadual de Orquestras Jovens prevê a realização de oficinas de instrumentos musicais em escolas da rede pública de ensino, em 18 cidades do estado do Rio Grande do Sul. Também conta com a aquisição de instrumentos musicais para estas oficinas. Além, a realização de 04 concertos didáticos para professores e estudantes de escolas públicas.

Objetivos

OBJETIVO GERALPromover a formação musical gratuita de crianças e jovens em 18 municípios do estado do Rio Grande do Sul, por meio de aulas sistemáticas de instrumentos, teoria e prática coletiva, com empréstimo de instrumentos, democratizando o acesso à cultura, fortalecendo a inclusão social e contribuindo para o desenvolvimento humano e artístico das comunidades atendidas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Oferecer aulas de instrumentos musicais para crianças e jovens, pelo período de 12 meses, em 18 cidades do RS;- Adquirir 50 instrumentos por município, sendo: 15 violinos tamanho 1/2, 15 violinos tamanho 3/4, 10 violinos tamanho 4/4, 8 violoncelos tamanho 3/4 e 2 violoncelos tamanho 4/4, garantindo o acesso igualitário aos alunos por meio do sistema de empréstimo para estudo e prática.- Realizar quatro concertos didáticos para professores e estudantes de escolas públicas, como medida de ampliação de acesso.

Justificativa

A música desempenha papel fundamental na formação integral do indivíduo, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo, emocional, social e cultural de crianças e jovens. Projetos de educação musical sistemática, contínua e de acesso gratuito têm se mostrado instrumentos eficazes de transformação social, ampliando oportunidades educativas, fortalecendo vínculos comunitários e estimulando valores como disciplina, cooperação, sensibilidade artística e cidadania.Diante dos resultados expressivos do Núcleo de Orquestras Jovens de Novo Hamburgo, hoje um dos maiores programas de educação musical do país, surge a necessidade de expandir essa metodologia de impacto para outras regiões do Rio Grande do Sul. O presente projeto propõe um Núcleo Estadual de Orquestras, que proporcionará ensino musical gratuito durante um ano em 18 municípios, organizados em 9 regiões de formação distribuídas pelo estado: Campo Bom e São Leopoldo; Lajeado e Estrela; Nova Petrópolis e Picada Café; Osório e Tramandaí; Pelotas e Rio Grande; Bagé e Candiota; Ijuí e Santo Ângelo; Santa Maria e Restinga Seca; Passo Fundo e Marau.O projeto oferecerá aulas gratuitas de instrumentos, teoria musical, percepção e prática de conjunto, atendendo crianças e jovens. O objetivo é democratizar o acesso ao ensino musical, descentralizando a formação cultural e fortalecendo a educação artística como política de inclusão, pertencimento e desenvolvimento humano.Para garantir a qualidade pedagógica e o acesso pleno ao processo formativo, o projeto prevê a aquisição de diversos instrumentos por cidade, distribuídos entre violinos e violoncelos. Assim como no modelo de Novo Hamburgo, cada aluno terá direito ao empréstimo gratuito de instrumento, permitindo o estudo em sala e em casa, ampliando o alcance pedagógico e garantindo igualdade de condições para todos os participantes. A previsão é atender 900 alunos, sendo 50 em cada uma das cidades.A experiência consolidada do Instituto Arlindo Ruggeri, que desde 2018 formou centenas de estudantes, implementou parcerias com redes de ensino, ampliou seu alcance por meio de leis de incentivo e estruturou 26 polos ativos com 650 vagas gratuitas, confirma a capacidade técnica e administrativa para execução do projeto. A expansão para o âmbito estadual permitirá levar a experiência para outras regiões, fortalecendo o acesso à cultura e à educação musical como direito fundamental, contribuindo para o desenvolvimento artístico do Rio Grande do Sul e formando novas gerações de músicos, cidadãos e agentes culturais.Assim, o projeto cumpre os objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, democratizando o acesso, promovendo inclusão social, estimulando a formação de plateia e fortalecendo a cadeia musical do estado, consolidando uma política pública cultural sustentável e transformadora.

Especificação técnica

AULAS DE CORDAS FRICCIONADASSerão ministradas aulas coletivas para cada grupo instrumental, bem como aulas de teoria, percepção musical e prática de conjunto de violino, viola, violoncelo e contrabaixo. Todos os materiais necessários para o aprendizado do instrumento musical serão fornecidos em regime de comodato às famílias dos alunos.A carga horária semanal de cada aluno estará assim distribuída:• 1h semanal: aula de instrumento• 1h semanal: teoria / percepção musical• 1h semanal: prática de conjuntoPodem participar alunos que assim o desejarem, a partir de 9 anos. Os alunos que já participaram das fases anteriores do projeto terão preferência. Os alunos inscritos recebem o instrumento para estudar em casa mediante assinatura, pelos pais, de termo de compromisso de cuidado, zelo e devolução do instrumento ao término do ano letivo ou em caso de desistência.As escolas polos serão responsáveis por ceder salas para a realização das aulas, bem como espaço adequado e seguro para a guarda dos materiais (estantes, material didático e instrumentos) e empréstimo de aparelhos de cd/dvd.As escolas que sediarão o projeto serão definidas ao longo da pré-produção. Os professores responsáveis pelas aulas deverão ter formação ou estar cursando graduação em música. A metodologia semanal de trabalho será baseada em ensino coletivo, onde serão ministradas aulas de instrumento, teoria e percepção musical e prática de conjunto. O projeto terá acompanhamento administrativo e pedagógico, com a realização de reuniões periódicas para planejamento e avaliação dos resultados obtidos.Ao final do ano letivo serão programadas pequenas apresentações, nas próprias escolas, como culminância do trabalho desenvolvido no período.

Acessibilidade

PRODUTO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICAACESSIBILIDADE FÍSICA: os espaços nos quais as atividades serão realizadas contam com acesso físico através de rampas e/ou elevadores.Não há item orçamentário.ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: como o produto se trata de música instrumental, não há medida cabível.Não há item orçamentário.ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Em caso necessidade, será incorporado professor especializado em acessibilidade.Item orçamentário: 17ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Em caso necessidade, será incorporado professor especializado em acessibilidade.Item orçamentário: 17 PRODUTO: APRESENTAÇÃO MÚSICA INSTRUMENTALACESSIBILIDADE FÍSICA: os espaços nos quais as atividades serão realizadas contam com acesso físico através de rampas e/ou elevadores.Não há item orçamentário.ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDIVITA: Como o produto é música instrumental, não há medida cabível.Não há item orçamentário.ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: As atividades consistem em concertos didáticos, nas quais, no decorrer da execução das músicas, por meio da oralidade, serão trabalhadas informações das músicas executadas.Não há item orçamentário.ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Em caso de necessidade, os professores especializados em acessibilidade auxiliarão no acompanhamento deste público.Item orçamentário: 17

Democratização do acesso

O projeto é realizado de forma gratuita.AMPLIAÇÃO DE ACESSODe acordo com o item 47 da IN, como medida de ampliação de acesso serão realizados 04 concertos didáticos, de acordo com o item "V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas".

Ficha técnica

Instituto Arlindo Ruggeri - Proponente (esponsável pelo gerenciamento administrativo e financeiro do projeto. Será remunerado pelos custos administativos)A história de surgimento do Instituto Arlindo Ruggeri confunde-se com a história de criação da Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo (OSNH), que remonta ao ano de 1952, quando foi criada a Banda Municipal de Novo Hamburgo. Esta Banda teve como primeiro maestro o competente músico instrumentista Arlindo Ruggeri e era formada por funcionários municipais. Depois de sucessivas apresentações bem sucedidas, a Banda Municipal tornou-se rapidamente popular no município e em cidades vizinhas.Porém, passados mais de quarenta anos, a Banda Municipal precisava de uma reestruturação. Assim, no ano de 1998, com o objetivo de melhorar a sua qualificação, renovou seu elenco, permitindo a inclusão de profissionais de altíssimo nível. Seu Estatuto modificado, criando-se assim a Associação dos Profissionais das Artes e Afins _ APRATA, uma sociedade civil que passou a administrar a Banda.Com a inclusão de novos músicos e o acréscimo de instrumentos musicais de ouros timbres, mais adequados e tecnicamente superiores, a Banda ampliada tornou-se Orquestra. Neste novo patamar evidenciou-se o aprimoramento e requinte musical, a qualificação de seus músicos e de seu repertório, incluindo inúmeras sinfonias, de modernas a clássicas porém, sempre populares. Tudo isso foi possível, em grande parte, com o novo perfil advindo da autonomia com a qual o Instituto Arlindo Ruggeri credenciou o grupo de instrumentistas e sua eficiente administração.A partir do ano de 2006, o nome da Orquestra passou a ser “Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo”, buscando evidenciar a identificação da mesma com a comunidade onde teve origem. E a gratidão a tantos cidadãos de todas as classes e setores, que desde o início participaram de sua história.Reconhecida atualmente, dentro e fora do Estado, resultado de inúmeras apresentações, tanto em concertos solo, como em espetáculos com participações das mais variadas, como Renato Borgueti, Tango’s Show, Desvio de Conduta e tantas outras, a OSNH, lança seu olhar para o futuro, segura de sua proposta de popularizar, integrar e fomentar a cultura da musica instrumental com a sociedade regional e as demais. Levar a todas as faixas etárias, a todas as classes sociais, a todos os seguimentos culturais, a riqueza da musicalidade eclética de nosso pais e além dele. Gustavo Arthur Müller - Coordenação geralGraduado em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atua como músico saxofonista e diretor artístico da Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo desde 2012. Como saxofonista, atua na cena musical como convidado de orquestras como Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, OrquestraSinfônica de Gramado, Orquestra de Carlos Barbosa, dentre outras. É um dos fundadores e saxofonista do Barlavento Quarteto de Saxofones, grupo de música instrumental que busca difundir a formação dequarteto de saxofones e as mais variadas possibilidades de repertório, do erudito ao popular. Renato Luis Pereira dos Santos - Coordenação PedagógicaLicenciado em Música pela UERGS, cursou Especialização em Educação Social e mestrado na área de educação pela Faculdades EST. Diretor executivo da Orquestra de Sopros de NH, onde também atua como instrumentista. Professor nos cursos Técnico em Música e Licenciatura em Música na Faculdades EST. Professor de saxofone eclarinete na Associação Pro Cultura e Arte de Ivoti. Áurea Juliana Feijó - Coordenação administrativaLicenciada em Educação Física, foi Conselheira Municipal de Cultura – Setorial de Dança - de Novo Hamburgo, é membro da Associação Pró-Dança de Novo Hamburgo. Responsável pelo Acervo Fotográfico Alceu Feijó e atua, desde 2012, na Direção Cênica da Orquestra de Sopros de NH. É proprietária de empresa na área de produção deeventos culturais, ensino de arte e fotografia.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.