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PRONAC 2512743Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Histórias da Floresta - Festival literário para crianças ( 2º edição)

COLORIDA PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 1,20 mi
Aprovado
R$ 1,20 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-04-01
Término
2027-04-01
Locais de realização (2)
Curitiba ParanáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto Histórias da Floresta é um festival literário para crianças que celebra a ancestralidade, a natureza e a diversidade cultural por meio da arte e da literatura. Nesta segunda edição, o festival propõe um mergulho poético nas águas que sustentam a vida, inspirando-se nos saberes dos povos originários e nas narrativas da floresta. A programação gratuita reúne instalação interativa, contações de histórias, espetáculos, shows, oficinas e formação de educadores, promovendo o encontro entre palavra, corpo e território. A iniciativa reafirma o poder da literatura como ponte entre gerações e convite ao cuidado com o planeta.

Sinopse

O festival Histórias da Floresta – O Segredo das Águas propõe uma imersão sensorial e literária que celebra os saberes ancestrais e a natureza como território de conhecimento e pertencimento. Reunindo curadores, autores, artistas e educadores indígenas e não indígenas, o festival reflete sobre o papel da palavra, da escuta e da arte na formação das múltiplas infâncias.A programação é totalmente gratuita e acessível, com classificação livre, voltada a crianças, famílias, educadores e comunidades. Exposição de Artes: Instalação Interativa – FLORESTA VIVAA instalação Floresta Viva é o coração do projeto. Um grande ambiente imersivo que integra arte, natureza e tecnologia ancestral.Recria, em meio urbano, uma floresta simbólica com espécies nativas, totens sonoros e visuais que transmitem narrativas de autores indígenas brasileiros, e estruturas de arquitetura tradicional, como ocas, cestarias em tramas naturais e redes artesanais.A proposta convida o público a atravessar o território da floresta como espaço de escuta e aprendizagem, onde cada elemento — som, textura, cor e forma — desperta relações afetivas entre corpo e ambiente.O percurso da instalação é guiado pelo tema das águas, elemento vital que conecta os povos e renova o ciclo da vida. Curso / Oficina / Estágio: Atividades EducativasAs oficinas artísticas gratuitas ampliam a experiência da exposição e fomentam o protagonismo das crianças como criadoras e narradoras de suas próprias histórias. A proposta pedagógica parte da relação entre arte, natureza e ancestralidade, valorizando práticas manuais, saberes tradicionais e experimentação sensorial.As oficinas educativas do Histórias da Floresta – O Segredo das Águas propõem experiências de criação livre e investigação poética sobre o tema da água como origem e conectora da vida, valorizando os rios, nascentes e ecossistemas que atravessam os territórios de Curitiba e Rio de Janeiro.As atividades aproximam as crianças da natureza local e das cosmovisões indígenas, estimulando o olhar sensível, a curiosidade e o protagonismo nas práticas artísticas.Cada oficina tem duração de 1h a 1h30, atende até 30 crianças por turma, e conta com mediação especializada e recursos de acessibilidade sensorial e comunicacional. 1. Texturas das ÁguasAs crianças serão convidadas a experimentar materiais naturais coletados de forma sustentável, como folhas, cascas, pedras e sementes, para criar composições inspiradas nos rios, chuvas e correntes de água.Em Curitiba, a oficina dialoga com o Rio Belém e as nascentes do Iguaçu; no Rio de Janeiro, com as águas da Baía de Guanabara e as cachoeiras da Floresta da Tijuca.O exercício propõe pensar as texturas da água não apenas como fluidez física, mas como memória e caminho. 2. Pintura Gráfica – Grafismos das ÁguasInspirada nos grafismos e símbolos dos povos originários, esta oficina propõe às crianças a criação de padrões visuaisbaseados nos movimentos das águas — ondas, correntes, espirais e gotas —, explorando suas formas simbólicas.As crianças aprendem sobre os significados espirituais e ecológicos da água nas culturas indígenas, experimentando pigmentos naturais e traços que evocam rios e chuvas como linhas de conexão e vida. 3. Contos do RioNesta oficina de escrita e imaginação, as crianças serão convidadas a ouvir lendas e histórias sobre os encantados das águas, presentes nas tradições indígenas e nas memórias populares dos territórios onde o festival passa.Em Curitiba, surgem histórias ligadas às nascentes e pinheirais do planalto; no Rio, às matas úmidas e rios que descem da serra ao mar.A partir dessa escuta, cada criança criará um conto literário ilustrado, revelando seus próprios segredos das águas e fortalecendo o vínculo entre palavra e natureza. 4. Livro Botânico das MargensAtividade de investigação e observação da natureza próxima, em que as crianças registram — por meio de desenhos e anotações — plantas aquáticas e espécies das margens dos rios.Cada página do livro se torna um campo de pesquisa afetiva, integrando arte, ciência e narrativa poética.As produções resultam em pequenos herbários ilustrados, que revelam a riqueza vegetal e o ecossistema das águas de cada cidade. 5. Pigmentos Naturais – Cores do RioAs crianças aprenderão a extrair pigmentos de elementos vegetais e minerais locais — folhas, flores, sementes e terras — para preparar suas próprias tintas naturais.A atividade destaca o valor sagrado das cores e a relação entre a água e o ciclo da vida, enfatizando o cuidado no uso dos recursos naturais e a importância de devolver à terra o que dela se retira.As pinturas criadas nessa oficina tornam-se registros sensíveis das cores do território e dos tons das águas que habitam cada lugar. Espetáculo de Artes Cênicas / MusicalA programação cênico-musical reúne espetáculos e performances que dialogam com a temática do festival — natureza, ancestralidade e infâncias. São convidados artistas, coletivos e grupos locais que desenvolvem pesquisas sobre narrativas indígenas, cultura popular e expressão corporal ligada aos elementos da natureza.Cada cidade recebe apresentações gratuitas em espaços públicos e culturais, com intérprete de Libras, audiodescrição e mediação artística, reforçando o encontro entre diferentes linguagens e territórios. Oficina / Workshop / Seminário: Formação para ProfessoresA formação de educadores é um dos eixos estruturantes do projeto Histórias da Floresta – O Segredo das Águas, concebida como espaço de encontro entre arte, educação e ancestralidade.A atividade promove trocas entre artistas, autores e professores da rede pública, estimulando o diálogo entre saberes indígenas, práticas pedagógicas contemporâneas e experiências sensíveis ligadas à natureza e às águas.A formação propõe refletir sobre o papel da arte e da literatura na construção de uma educação mais humana, inclusiva e sustentável, abordando temas como:A palavra e a escuta como prática pedagógica: o valor da narrativa oral e da contação de histórias na formação de leitores e cidadãos;Saberes ancestrais e ecologia dos afetos: a escola como espaço de conexão com o território, a natureza e as culturas originárias;Mediação cultural e sustentabilidade: metodologias participativas que unem arte, corpo, território e consciência ambiental.A proposta busca fortalecer o educador como mediador cultural e multiplicador de saberes, valorizando sua autonomia criativa e o olhar sensível para a infância e o ambiente.Cada oficina tem carga horária mínima de 6 horas, com material didático de apoio, recursos acessíveis e certificado de participação, garantindo uma experiência formativa inspiradora e aplicável ao cotidiano escolar. Feira do LivroA Feira do Livro da Floresta amplia o acesso à literatura infantil e indígena, valorizando autores, editoras independentes e livrarias especializadas em literatura de diversidade.Além da comercialização de livros, a feira oferece lançamentos de obras, sessões de autógrafos e encontros com autores e ilustradores.Em parceria com a curadoria local, são convidados novos escritores e coletivos literários, promovendo a circulação de ideias e a formação de leitores críticos e sensíveis. Seminário / Encontro / Palestra: Bate-Papo com Autores e AutorasOs bate-papos com autores convidados são espaços de diálogo e aprofundamento sobre literatura, ancestralidade e infância.Cada encontro traz um tema que conecta arte e território, promovendo reflexão, partilha de saberes e valorização das vozes indígenas no campo literário.Temas sugeridos para esta edição:Vozes da Ancestralidade – As histórias como raiz e memória do povo brasileiro.Da Oralidade à Escrita – A passagem da palavra falada à palavra escrita na literatura indígena.A Literatura Indígena e a Educação – O papel das narrativas originárias na formação de professores e leitores.A Palavra como Semente – A literatura nas múltiplas infâncias e seu poder de despertar pertencimento e imaginação.Autores convidados desta edição (indicativos):Daniel Munduruku – Escritor, professor e ativista do povo Munduruku, autor de mais de 60 obras premiadas.Kaká Werá Jecupé – Escritor, ambientalista e educador indígena, referência em espiritualidade e saberes tradicionais.Cristino Wapichana – Músico, cineasta e escritor premiado, difunde a cultura indígena por meio da palavra e da música.Eliane Potiguara – Escritora e ativista do povo Potiguara, pioneira na literatura indígena feminina no Brasil.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a segunda edição do festival literário "Histórias da Floresta", na cidade de Curitiba e no Rio de Janeiro, promovendo o acesso gratuito à arte, à literatura e à cultura indígena, e sensibilizando o público infantil e adulto para o cuidado com o meio ambiente, a valorização dos saberes ancestrais e o fortalecimento do vínculo entre natureza, palavra e imaginação. Objetivos Específicos - para cada uma das cidades:A) Festival / Mostra _ HISTÓRIAS DA FLORESTA _ FESTIVAL LITERÁRIO PARA CRIANÇAS• Realização de 01 (um) festival literário com duração media de 30 (trinta) dias, com estimativa de público de 5.000 (cinco mil) pessoas em atividades gratuitas, mediadas e abertas ao público.B) Exposição de Artes _ INSTALAÇÃO INTERATIVA "FLORESTA VIVA"• Realização de 01 (uma) instalação artística interativa, com vegetação natural e dispositivos audiovisuais sensoriais, disponível por 30 dias para visitação gratuita. Estimativa de 3.000 (três mil) visitantes.C) Curso / Oficina / Estágio _ ATIVIDADES EDUCATIVAS• Realização de 05 (cinco) oficinas artísticas gratuitas, em diferentes linguagens (artes visuais, cênicas, literárias e musicais), voltadas para 150 (cento e cinquenta) crianças, priorizando comunidades menos assistidas.D) Espetáculo de Artes Cênicas / Musical• Realização de 04 (quatro) espetáculos artísticos de temática infantil e 10 (dez) apresentações cênicas (entre contações de histórias e teatro), com acesso gratuito e público estimado em 1.800 (mil e oitocentas) pessoas.E) Oficina / Workshop / Seminário _ FORMAÇÃO PARA EDUCADORES• Realização de 02 (duas) oficinas de formação para professores e educadores da rede pública, presenciais, com carga horária mínima de 06 (seis) horas cada, atendendo 30 (trinta) participantes por turma.F) Feira do Livro• Realização de 01 (uma) feira do livro com presença de editoras, livrarias e autores indígenas e infantojuvenis, estimando público de 3.000 (três mil) pessoas, promovendo o acesso à literatura e o fortalecimento do mercado local.G) Seminário / Encontro / Palestra _ BATE-PAPO COM AUTORES E AUTORAS• Realização de 05 (cinco) encontros com autores convidados, destacando vozes indígenas, negras e periféricas, com público estimado de 600 (seiscentas) pessoas.

Justificativa

Um festival literário para crianças desperta o interesse delas pela leitura ao apresentar uma ampla variedade de livros e histórias. Esses espaços de encontro oferecem acesso a diferentes gêneros, estilos e autores, permitindo que as crianças descubram diferentes tipos de literatura, expandindo seu repertório e explorando diversos temas, perspectivas e culturas. Essas experiências contribuem para a formação sólida do desenvolvimento intelectual, emocional e social das crianças, estabelecendo uma conexão mais profunda com o mundo dos livros e da literatura. Ao serem expostas a histórias envolventes e imaginativas durante um festival literário, as crianças são incentivadas a usar sua imaginação e criatividade. Essa experiência estimula o pensamento crítico, a capacidade de estabelecer conexões e a construção de mundos imaginários tão necessários para o desenvolvimento e aprendizado infantil. Destacar a cultura indígena como foco central do nosso festival desempenha um papel significativo na formação das crianças, proporcionando a elas uma compreensão mais ampla e diversificada do mundo. É crucial valorizar e compartilhar a cultura indígena com as crianças, tanto dentro quanto fora das comunidades indígenas. Ao fazer isso, estamos contribuindo para promover a diversidade cultural, o respeito mútuo e a construção de um mundo mais justo e inclusivo. São os nossos principais olhares para a construção deste projeto: Conhecimento ancestral: A cultura indígena é rica em conhecimentos transmitidos oralmente ao longo de gerações. Ao aprender sobre essa cultura, as crianças têm a oportunidade de se conectar com sabedorias antigas e diferentes formas de ver e compreender o mundo. Diversidade cultural: A cultura indígena é uma das muitas culturas existentes no mundo. Ao conhecer e valorizar essa diversidade cultural desde a infância, as crianças desenvolvem uma mentalidade aberta e respeitosa em relação a diferentes formas de vida e pensamento. Preservação ambiental: As culturas indígenas têm uma relação intrínseca com a natureza e um profundo respeito pelo meio ambiente. Ao ensinar às crianças a importância de preservar e cuidar da natureza, elas desenvolvem uma consciência ecológica desde cedo, promovendo um futuro mais sustentável. Respeito à diversidade étnica: Aprender sobre a cultura indígena ajuda as crianças a entenderem a diversidade étnica e é uma oportunidade para combater estereótipos e preconceitos. Isso promove o respeito e a valorização de todas as pessoas, independentemente de sua origem étnica. Fortalecimento da identidade: Para crianças, aprender sobre sua própria cultura é fundamental para fortalecer sua identidade e autoestima. Conhecer suas raízes culturais proporciona um senso de pertencimento e orgulho, contribuindo para uma autoimagem positiva. Valores e ética: A cultura indígena geralmente enfatiza valores como respeito, solidariedade, equilíbrio e harmonia com a natureza. Esses valores são importantes para a formação moral e ética das crianças, ajudando-as a desenvolverem-se como cidadãos responsáveis e conscientes. São os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 aos quais o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. São os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 a serem alcançados com este projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Informações sobre estrutura técnica do evento para melhor esclarecimento da proposta 1.Projeto expográfico com conceito e estrutura:https://drive.google.com/file/d/1Hwi89efWsLp_P1Arq_hQN7F6nO2KM9ps/view?usp=share_link 2.Maquete Virtual:https://drive.google.com/file/d/1d9Os8ecMKv0h5sbQQEfdzrPe1gJ0KNP-/view?usp=share_link3D Floresta Viva: https://drive.google.com/drive/folders/1jTmTsa_AviMKnF_IizyHV__7tu986yDh?usp=share_link Amostragem de áudio de histórias da Floresta Viva (histórias dos totens interativos):https://drive.google.com/drive/folders/1j03KBRgg9d9ELISL3VHBsPYeyzouVMKU?usp=share_linkInstagram:https://www.instagram.com/historiasdafloresta/

Especificação técnica

Projeto pedagógico da formação para professores/educadores: PLANO DE ENSINO PARA FORMAÇÃO COM EDUCADORES Proposta: Abordar os temas da ancestralidade e valorização dos saberes em culturas originárias através da literatura de autoria indígena, para que os professores sintam-se inspirados a usar essas informações dentro de sala de aula. Além disso, gostaríamos de inspirá-los por se verem mais íntimos e conectados à natureza, com saberes medicinais que levassem para a vida. Ancestralidade Cultura indígena: Trocando histórias, trocando saberes. Palavra-chave: Ancestralidade e Povos Indígenas.Público Alvo: Educadores, estudantes.Data: a definirCarga Horária: 6 (seis) horas cadaRegime: PresencialNúmero de vagas por turma: 30Acessibilidade: Intérprete de Libras para todo o período da formação OBJETIVO GERAL Promover a visibilidade das histórias, saberes, conhecimentos e ancestralidade indígenaOBJETIVO ESPECÍFICOFomentar a difusão e valorização das diversas formas de expressões culturais e artísticas dos povos originários. DESENVOLVIMENTO 1. Abertura 2. Dinâmica: Quem sou eu? (Formação do povo brasileiro – nossa ancestralidade) 3. Poesia: “Índio eu Não Sou” (Márcia kambeba) (Ancestralidade e atualidade) 4. História do Parichara – conhecendo nossos cantos e nossas danças 5. Canto indígena (Ancestralidade e atualidade) 6. Nossa simbologia (Nossos símbolos não são fantasias) 7. Prática com grafismos 8. Encerramento – cantos sagrados e parichara – agradecimentos. Contação de história “O Sopro da Vida” BIBLIOGRAFIA BÁSICAGONZAGA, Alvaro de Azevedo. Decolonialismo indígena. Matrioska Editora, São Paulo, 2021. JECUPÉ, Kaká Werá. A Terra dos Mil Povos. Editora Peirópolis, 2 edição, São Paulo, 2020. BIBLIOGRAFIA PARA APROFUNDAMENTOGRONDIN, Marcelo; VIEZZER, Moema. O maior genocídio da história da humanidade: Mais de setenta milhões de vítimas entre os Povos Originários das Américas – Resistência e sobrevivência. GFM Gráfica e Editora, Paraná, 2018.

Acessibilidade

A) Festival / Mostra – HISTÓRIAS DA FLORESTA – FESTIVAL LITERÁRIO PARA CRIANÇASAcessibilidade arquitetônica: Os espaços do festival serão plenamente acessíveis, com rampas, corrimãos, elevadores e banheiros adaptados, garantindo a circulação segura de todos os públicos.Pessoas com deficiência física: Os ambientes serão planos e sem obstáculos, com rotas acessíveis e apoio da equipe de produção para o deslocamento.Pessoas com deficiência visual: A equipe será capacitada para atendimento inclusivo, com identificação visual e tátil. Haverá sinalização adaptada e suporte individualizado.Pessoas com deficiência auditiva: O festival contará com intérpretes de Libras nas atividades principais e sinalização visual acessível.Pessoas com deficiência intelectual: A equipe estará treinada para comunicação acessível, garantindo acolhimento e mediação adequada. B) Exposição de Artes – INSTALAÇÃO INTERATIVA “FLORESTA VIVA”Acessibilidade arquitetônica: Espaço adaptado com rampas, corrimãos e banheiros acessíveis.Pessoas com deficiência física: Ambientes planos e acessíveis, com sinalização visual e tátil.Pessoas com deficiência visual: Todas as histórias contarão com versão sonora e audiodescrição em totens acessíveis na entrada. A equipe será treinada e identificada para atendimento especializado.Pessoas com deficiência auditiva: Um dos mediadores fixos será intérprete de Libras. As informações gerais serão transmitidas em formato visual acessível.Pessoas com deficiência intelectual: Atendimento sensível e humanizado por equipe capacitada. C) Curso / Oficina / Estágio – ATIVIDADES EDUCATIVASAcessibilidade arquitetônica: Locais com rampas, corrimãos, banheiros adaptados e espaços sem barreiras.Pessoas com deficiência física: Espaços acessíveis e devidamente sinalizados.Pessoas com deficiência visual: Audiodescrição introdutória em todas as atividades; os educadores se apresentarão verbalmente e fornecerão instruções gerais.Pessoas com deficiência auditiva: Presença de intérprete de Libras nas oficinas.Pessoas com deficiência intelectual: Mediação com linguagem simples e equipe treinada para acolhimento. D) Espetáculo de Artes Cênicas / Musicais / Contação de HistóriasAcessibilidade arquitetônica: Espaços equipados com rampas, corrimãos, banheiros adaptados e áreas reservadas para pessoas com deficiência.Pessoas com deficiência física: Rotas livres e equipe de apoio para recepção e acomodação do público.Pessoas com deficiência visual: Audiodescrição introdutória antes das apresentações; contadores de histórias apresentarão verbalmente seus instrumentos e adereços.Pessoas com deficiência auditiva: Intérprete de Libras nas apresentações cênicas, abertura, encerramento e informes gerais; área com visibilidade adequada para intérpretes e sinalização acessível.Pessoas com deficiência intelectual: Equipe capacitada em comunicação acessível e atendimento humanizado. E) Oficina / Workshop / Seminário – FORMAÇÃO PARA PROFESSORESAcessibilidade arquitetônica: Locais com estrutura adaptada (rampas, banheiros acessíveis, elevadores e corrimãos).Pessoas com deficiência física: Espaços acessíveis e sem barreiras, com sinalização adequada.Pessoas com deficiência visual: Audiodescrição introdutória nas atividades e orientação verbal dos educadores.Pessoas com deficiência auditiva e intelectual: Presença de intérprete de Libras e equipe capacitada para comunicação clara e acolhedora. F) Feira do LivroAcessibilidade arquitetônica: Estruturas adaptadas com rampas, corrimãos, banheiros acessíveis e circulação livre entre os estandes.Pessoas com deficiência física: Espaço plano e sinalizado, com equipe de apoio para deslocamento.Pessoas com deficiência visual: Atendimento especializado e informações em formatos acessíveis.Pessoas com deficiência auditiva e intelectual: Equipe capacitada e intérprete de Libras disponíveis durante o evento. G) Seminário / Simpósio / Encontro – BATE-PAPO COM AUTORES E AUTORASAcessibilidade arquitetônica: Espaços adaptados com rampas, corrimãos, elevadores e banheiros acessíveis.Pessoas com deficiência física: Locais sem obstáculos e com sinalização acessível.Pessoas com deficiência visual: Audiodescrição introdutória; os participantes se apresentarão verbalmente e orientarão o público quanto à dinâmica do encontro.Pessoas com deficiência auditiva e intelectual: Presença de intérprete de Libras e equipe treinada para comunicação clara e empática.

Democratização do acesso

O projeto Histórias da Floresta – O Segredo das Águas será totalmente gratuito e acessível ao público, garantindo o livre acesso à sua programação artística, formativa e educativa. Todas as ações — como a instalação interativa Floresta Viva, espetáculos, oficinas, feira do livro, formações e bate-papos — serão abertas, inclusivas e adaptadas às diferentes necessidades do público, promovendo o direito à cultura de forma democrática e ampla.Formas de distribuição e acesso:A) Visitas mediadas acessíveis à instalação Floresta Viva, com intérprete de Libras, audiodescrição e mediação especializada para diferentes públicos.B) Agendamento de visitas escolares, com oferta de no mínimo 10 (dez) ônibus de 45 lugares, garantindo transporte gratuito a estudantes de escolas públicas e comunidades periféricas.C) Acessibilidade física e comunicacional, com rampas, banheiros adaptados, sinalização visual e tátil, intérpretes de Libras e equipe treinada para acolhimento inclusivo.Medidas de ampliação de acesso:O projeto manterá forte presença digital, com cobertura audiovisual e compartilhamento gratuito de conteúdos nas redes sociais, ampliando o alcance das ações para públicos de todo o país. Serão produzidos vídeos legendados e posts interativos, incluindo registros das atividades e das histórias narradas na instalação, adaptadas em vídeos de até quatro minutos.Acompanhe em: https://www.instagram.com/historiasdafloresta/

Ficha técnica

Idealização – Colorida – Cultura InfânciaInstituição cultural curitibana dedicada à criação, produção e difusão de experiências artísticas voltadas às infâncias. Desde 2014, desenvolve projetos interdisciplinares que integram arte, natureza, literatura e educação, como Criaturas Fantásticas, Histórias da Floresta, Caravana Colorida e Ateliê de Criação Livre. A Colorida atua em rede com artistas, educadores e comunidades, promovendo a cultura da infância como campo de experimentação e cidadania.Direção Artística e Curadoria – Flávia de Paula MilbratzArtista visual, curadora e produtora cultural. Fundadora da Colorida – Cultura Infância, atua há mais de 15 anos na criação de projetos voltados às infâncias, mediação cultural e exposições interativas em museus e centros culturais de todo o país.Coordenação de Produção – Alice CieslinskiProdutora executiva com ampla experiência em gestão de projetos culturais, produção de eventos e circulação nacional. Coordena equipes, cronogramas e fornecedores, garantindo a execução técnica e administrativa do festival.Coordenação Educativa – Maria BonattiArte-educadora e pesquisadora das infâncias. Desenvolve metodologias de mediação cultural e práticas educativas em museus, escolas e centros culturais. Coordena as formações e oficinas com foco em literatura, ancestralidade e arte contemporânea.Cenografia e Direção de Arte – Colorida – Cultura InfânciaEquipe de criação visual da instituição, responsável pelo conceito e execução expográfica da instalação Floresta Viva. Desenvolve cenografias sustentáveis com materiais naturais e reaproveitados, integrando arte, ecologia e acessibilidade sensorial.Direção de Produção Local (Curitiba e RJ) – Iara EllizProdutora cultural com atuação em artes visuais, música e literatura. Coordena a produção local e logística, articulando parcerias institucionais e acompanhamento técnico das montagens e atividades educativas.Assessoria de Comunicação e Imprensa – Cinthia SchefferJornalista e produtora de conteúdo com mais de 10 anos de experiência em comunicação cultural. Responsável pela estratégia de divulgação, relacionamento com imprensa e gestão das redes sociais do projeto.Designer Gráfico – Estúdio AmorimEstúdio de design especializado em identidade visual para projetos culturais e educativos. Desenvolve materiais gráficos com foco em acessibilidade, sustentabilidade e comunicação sensível com o público infantil.Artista Ilustrador – Bruno RomãIlustrador, designer e artista visual. Atua na criação de identidades poéticas para livros, exposições e festivais culturais. É o responsável pelas ilustrações autorais da série Encantados das Águas, que compõem a instalação e o material gráfico do projeto. AUTORES CONVIDADOS / INDICATIVOS DE PROGRAMAÇÃODaniel Munduruku – Escritor, professor e ativista indígena do povo Munduruku. Autor de mais de 60 livros, é referência em literatura indígena e premiado nacional e internacionalmente (Prêmio Jabuti, UNESCO, ABL).Kaká Werá Jecupé – Escritor, ambientalista e educador indígena. Descendente do povo Tapuia e acolhido pela comunidade Guarani, desenvolve extensa pesquisa sobre espiritualidade e saberes tradicionais.Cristino Wapichana – Escritor, músico e cineasta indígena de Roraima. Premiado no Brasil e no exterior, suas obras unem oralidade, música e ancestralidade, difundindo os saberes dos povos originários.Eliane Potiguara – Escritora, professora e ativista indígena do povo Potiguara. Fundadora da Rede Grumin de Mulheres Indígenas e indicada ao projeto internacional Mil Mulheres para o Prêmio Nobel da Paz.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.