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PRONAC 2512752Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Oficina de Percussão Mestre Penha – Ritmo, Cultura e Inclusão

RM COSTA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 145,0 mil
Aprovado
R$ 145,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-08-03
Término
2027-01-29
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A Oficina de Percussão Mestre Penha - Ritmo, Cultura e Inclusão é um projeto de formação musical e inclusão sociocultural que visa preservar a tradição do samba carioca, patrimônio imaterial do Brasil. Com duração de 6 meses, oferece aulas gratuitas de percussão para 50 participantes, com foco em pessoas da terceira idade. Conduzida por Mestre Penha, que a mais de 40 anos comanda a bateria do bloco Simpatia É Quase Amor e diversos outos blocos de carnaval emblemáticos do Rio de Janeiro,em conjunto com outos três mestres de bateria, a oficina ensina ritmos populares e promove convivência intergeracional. Ao final, os alunos serão incorporados à bateria do Bloco Se Essa Rua Fosse Minha, participando de apresentações públicas que simbolizam a integração entre aprendizado e cultura de rua. O projeto reforça o papel do samba como ferramenta de inclusão e bem-estar, alinhado aos ODS 4 e 10 da ONU, e busca democratizar o acesso à cultura de forma acessível e transformadora.

Sinopse

A Oficina de Percussão Mestre Penha _ Ritmo, Cultura e Inclusão é um projeto de formação musical e inclusão sociocultural que visa preservar a tradição do samba carioca, patrimônio imaterial do Brasil. Com duração de 6 meses, oferece aulas gratuitas de percussão para 50 participantes, com foco em pessoas da terceira idade. Conduzida por Mestre Penha e três mestres de bateria, a oficina ensina ritmos populares e promove convivência intergeracional. Ao final, os alunos serão incorporados à bateria do Bloco "Se Essa Rua Fosse Minha", participando de apresentações públicas que simbolizam a integração entre aprendizado e cultura de rua. O projeto reforça o papel do samba como ferramenta de inclusão e bem-estar, alinhado aos ODS 4 e 10 da ONU, e busca democratizar o acesso à cultura de forma acessível e transformadora.

Objetivos

Objetivos Gerais:Promover a formação musical e a inclusão sociocultural através do ensino de percussão, valorizando a cultura do samba e demais ritmos brasileiros, incentivando a convivência intergeracional.Objetivos Específicos:- Oferecer oficinas práticas e gratuitas de percussão (agogô, caixa, ganzá, repique, surdo e tamborim);- Favorecer a inclusão da terceira idade na produção cultural ativa;- Formar novos ritmistas e multiplicadores da cultura popular;- Realizar apresentações públicas com alunos e integrar os formandos à bateria do Bloco "Se Essa Rua Fosse Minha";- Produzir material educativo acessível, com legendas e linguagem inclusiva.

Justificativa

Mestre Penha, José da Penha Ferreira, é uma personalidade proeminente do carnaval carioca. Honrado com a Medalha Pedro Ernesto em 2025, sua carreira de mais de 50 anos no samba é marcada por conquistas nacionais e internacionais, com a formação de músicos e a difusão da cultura do carnaval pelo mundo. Mestre Penha é reconhecido por sua vasta experiência como diretor de bateria de escolas de samba e blocos de rua tradicionais do Rio de Janeiro. Além de percussionista e diretor de bateria, ele é um agente cultural de referência, cuja atuação transformou territórios, consolidou redes de coletivos musicais e garantiu a preservação e a difusão de um patrimônio cultural: o samba carioca.Há mais de cinco décadas, Mestre Penha vem formando gerações de ritmistas por meio de oficinas comunitárias e itinerantes. Sua oficina de percussão no Morro Azul, mantida há quase 30 anos, já capacitou centenas de alunos que hoje atuam em blocos, escolas de samba e até em grupos internacionais. Muitos jovens que poderiam estar vulneráveis à exclusão social e idosos encontraram na percussão ensinada por ele um caminho de disciplina, autoestima e pertencimento. Na Cidade de Deus, sua oficina itinerante gerou um grupo de ritmistas que acompanha o mestre em apresentações no Brasil e no exterior, demonstrando a força multiplicadora de seu trabalho.O projeto Oficina de Percussão Mestre Penha - Ritmo, Cultura e Inclusão, nasce do propósito de fortalecer a cultura popular brasileira por meio da educação musical e da inclusão sociocultural, com foco em pessoas idosas e moradores de comunidades do Rio de Janeiro. A proposta utiliza a percussão como instrumento de integração, expressão e pertencimento, contribuindo para a preservação do samba, patrimônio imaterial brasileiro reconhecido por sua relevância social e cultural. O samba representa um dos pilares da identidade nacional, mas as oportunidades de formação técnica nessa área ainda são restritas, principalmente para a terceira idade. A oficina busca suprir essa lacuna oferecendo aprendizado gratuito, metodologia acessível e um ambiente de convívio coletivo e intergeracional. O projeto também responde a um desafio contemporâneo: o isolamento social e a falta de espaços de convivência para idosos. A prática da percussão em grupo estimula a coordenação motora, a memória, a saúde mental e o bem-estar emocional, fortalecendo a autoestima e a integração social. A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, em especial os ODS 4, 10, 11 e 3. Em relação ao ODS 4 _ Educação de Qualidade, o projeto promove acesso igualitário à formação cultural, proporcionando uma experiência pedagógica baseada na prática, no trabalho coletivo e na valorização dos saberes tradicionais. O processo de ensino é conduzido por Mestre Penha e três mestres de bateria convidados, que compartilham suas técnicas e experiências com os alunos de forma didática e participativa. O aprendizado é consolidado na vivência prática, quando os formandos integram a bateria do Bloco "Se Essa Rua Fosse Minha", aplicando seus conhecimentos em um contexto real e de impacto comunitário. O projeto também dialoga diretamente com o ODS 10 _ Redução das Desigualdades, ao garantir acesso gratuito à cultura para pessoas idosas, jovens e adultos de baixa renda. Promove a igualdade de oportunidades e o respeito à diversidade, criando um ambiente de aprendizado inclusivo e acessível. Além disso, contribui para o ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis, pois transforma o espaço urbano em um ambiente de encontro e expressão coletiva, especialmente durante o desfile do bloco, que simboliza a ocupação cultural das ruas e o fortalecimento da identidade local. O projeto também se relaciona ao ODS 3 _ Saúde e Bem-Estar, por oferecer uma atividade que estimula o corpo e a mente, reduz o estresse e melhora a qualidade de vida dos participantes. A oficina atua como um espaço de convivência saudável, promovendo bem-estar físico e emocional, especialmente entre os idosos, que encontram na música um meio de expressão, alegria e socialização. A Oficina de Percussão Mestre Penha tem ainda um papel importante na preservação do patrimônio cultural do samba e na formação de novas gerações de ritmistas. O vínculo com o bloco Se Essa Rua Fosse Minha representa o fechamento de um ciclo de aprendizagem: os alunos passam da formação à prática pública, tornando-se agentes ativos da cultura popular. Essa integração promove o protagonismo dos participantes, amplia sua rede de relacionamentos e estimula a continuidade das ações culturais nas comunidades. O projeto foi planejado com atenção especial à acessibilidade. O espaço contará com condições adequadas para pessoas idosas e com mobilidade reduzida. O material didático será adaptado com fontes ampliadas e linguagem simples, e os monitores oferecerão acompanhamento individual para garantir a inclusão efetiva de todos os participantes. Essas medidas asseguram não apenas o acesso físico, mas também a acessibilidade cognitiva e afetiva, essenciais para o engajamento do público-alvo. Ao oferecer formação gratuita, promover o convívio entre gerações e estimular a participação ativa na vida cultural da cidade, o projeto contribui para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável. A Oficina de Percussão Mestre Penha representa um exemplo concreto de como a arte pode educar, unir e transformar. Por meio do ritmo, da coletividade e da celebração da cultura popular, a iniciativa reafirma que a música é um caminho para a dignidade, o aprendizado e a cidadania.

Especificação técnica

As oficinas ocorrerão duas vezes por semana, no estúdio do Mestre Penha localizado no bairro do Flamengo na Zona Sul do Rio de Janeiro. As aulas serão conduzidas por Mestre Penha (coordenador e mestre principal) e três mestres de bateria convidados, que atuarão como monitores.O curso será dividido em módulos: fundamentos rítmicos, prática instrumental, integração de naipes e ensaios de bloco.Ao final dos 6 meses, os alunos participarão do Bloco Se Essa Rua Fosse Minha, bloco de rua tradicional do Flamengo que promove a união entre música, cultura popular e comunidade.

Acessibilidade

O projeto prevê adaptações pedagógicas e estruturais para o público sênior:- Espaço com acessibilidade física e sonora;- Ritmos e exercícios adaptados a limitações motoras;- Material didático ampliado e com linguagem simples;- Apoio de monitores para acompanhamento individualizado.

Democratização do acesso

De acordo com o Art. 1º, incisos II e IV da Lei 8.313/91, a democratização da cultura deve garantir acesso gratuito e descentralizado às manifestações artísticas. O Oficina de Percussão do Mestre Penha será 100% gratuito, sem restrição de público, priorizando o acesso de comunidades, grupos periféricos e idosos. A comunicação será ampla e diversa, com divulgação em redes sociais, rádios locais e veículos comunitários.

Ficha técnica

José da Penha Ferreira - Mestre Penha72 anos dedicado ao Samba.Diretor de Bateria da Escolas de Samba Canários das Laranjeiras, Portela, Tradição, Unidos da Ponte e Embaixadores da Aleria.Mestre de bateria dos Blocos de Carnaval SImpatia É Quase Amor, Imprensa Que Eu Gamo, Escravos da Mauá, Meu Bem Volto Já e Se Essa Rua Fosse Minha Prêmios e Honrarias:Medalha Pedro Ernesto em 2025, a mais alta condecoração concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro para homenagear pessoas e instituições que se destacam na sociedade brasileira ou internacionalDiploma Heloneida Studart em 2025, prêmio promovido pela Alerj, sendo um instrumento de reconhecimento e estímulo às boas práticas culturais.Ary Jayme Cohen - Mestre Ary: 65 anos, ministrando aula de percussão há 17 anos voltado para blocos de rua (samba).Mestre de bateria de diversos blocos da zona sulJulgador das Escola de Samba do grupo especial há 11 anos (Liesa/Bateria) Roberto valeriano Barros dos Santos - Mestre BetoDesde 2005 trabalhando com mestre penha no simpatia é quase amor , como coordenador de bateria Presidente da escola mocidade unida da cidade de Deus de 2011 a 2025.Erik Teixeira de Castro - Mestre ErickJá fui Mestre de Bateria de escolas de samba como: Mocidade Unida da Cidade de Deus, Acadêmicos de Jacarepaguá, Arrastão de Cascadura e, atualmente, União do Parque Acari.Trabalho com o Mestre Penha há 15 anos em blocos de rua, como Escravos da Mauá, Emprensa Que Eu Gamo, Simpatia Quase Amor, Se Essa Rua Fosse Minha, entre outros.Raphael Rodrigues Costa -Coordenador do ProjetoGerente de projeto com 15 anos de atuação em projeto culturais em teatro e musica. Vice Presidente do Bloco inclusivo Senta Que Eu Empurro, que a há 18 anos promove a inclusão de pessoas com deficiencia no carnaval de rua do Rio de Janeiro.Adminitrador do BloQueen, bloco tributo a maior banda de Rock de todos os tempo, o Queen.Sócio Fundador da Nova LIga de BLocos de Rua do Rio de Janeiro, associação sem fins lucrativos que possui mais de 25 blocos associados.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.