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PRONAC 2512762Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mostra 35 Anos dos Parlapatões

NADADENOVO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 729,1 mil
Aprovado
R$ 729,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2027-01-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A Mostra 35 Anos dos Parlapatões celebra a trajetória de um dos mais importantes grupos teatrais do país por meio da apresentação de espetáculos de repertório e exposição de figurinos e acervo histórico.

Sinopse

A mostra apresenta o percurso histórico e artístico dos Parlapatões ao longo de 35 anos de criação, por meio de apresentações teatrais e exposição do acervo. O projeto revisita obras icônicas, reflete sobre o papel do humor na cena contemporânea e compartilha memórias, bastidores e processos criativos de um grupo que marcou gerações de artistas e espectadores.

Objetivos

OBJETIVO GERALValorizar, preservar e difundir a trajetória artística dos Parlapatões, promovendo o acesso do público a 35 anos de criação circense e teatral, por meio de uma mostra que celebra a importância do grupo na cultura brasileira.OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar uma mostra comemorativa com 20 (vinte) apresentações de 10 (dez) diferentes espetáculos do repertório dos Parlapatões, no Espaço Parlapatões em São Paulo/SP;Produzir e exibir uma exposição interativa com figurinos, objetos cênicos, cartazes, fotos e vídeos que retratam a história do grupo em um museu municipal;Assegurar ações de acessibilidade e democratização de acesso, com ingressos gratuitos e medidas de inclusão para pessoas com deficiência.

Justificativa

O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei 8.313/91, por fomentar a difusão e a preservação do patrimônio cultural brasileiro, e no Art. 3º, incisos I, II e IV, ao promover o acesso à cultura, o estímulo à produção artística e o fortalecimento da identidade nacional.A Mostra 35 Anos dos Parlapatões celebra uma das companhias mais emblemáticas do teatro brasileiro contemporâneo, reconhecida pela irreverência, inovação e compromisso com a crítica social e o humor popular. O uso da Lei de Incentivo é essencial para viabilizar a gratuidade das atividades, a preservação do acervo histórico do grupo e o registro audiovisual de sua contribuição para o teatro e o circo nacionais.

Especificação técnica

Espetáculos: 20 apresentações de 10 (dez) diferentes espetáculos, ou seja, 02 (duas) sessões da cada peça, todas com duração média de 70 minutos cada.Exposição: Painéis, manequins, vídeos e objetos interativos.

Acessibilidade

O projeto garantirá acessibilidade física nos espaços de realização (rampas, banheiros adaptados e assentos reservados e acessibilidade de conteúdo em todas as atividades, com:Intérprete de Libras em todas as apresentações e rodas de conversa após as apresentações;Sessões com audiodescrição;Informativos da exposição em LIBRAS, Braille e em Audiodescrição.

Democratização do acesso

Todas as atividades da mostra serão gratuitas, com retirada de ingressos uma hora antes de cada espetáculo. Além disso, o projeto contará com:Visitas mediadas à exposição para escolas públicas e grupos culturais;Divulgação ampla pelas redes sociais do grupo e parceiros culturais, promovendo o acesso de diferentes públicos.

Ficha técnica

Hugo Possolo - Coordenador geral e diretor artísticoO ator, dramaturgo, diretor, cenógrafo, figurinista e aderecista Hugo Possolo faz questão de ser chamado de Palhaço.Em 2019 e 2020 foi Diretor Artístico do Theatro Municipal de São Paulo. Foi Secretário Municipal de Cultura de São Paulo, no ano de 2020, na gestão do Prefeito Bruno Covas. Foi Diretor Geral da Fundação Theatro Municipal de São, da Secretaria Municipal de Cultura. Nas duas passagens pelo Theatro Municipal desenvolveu a curadoria e a programação de óperas, concertos, balés, espetáculos de teatro e das mais variadas linguagens. Na sua atuação no Theatro dirigiu a Orquestra Sinfônica Municipal, o Balé da Cidade de São Paulo, o Coro Lírico, o Coral Paulistano e o Quarteto de Cordas. Também fez direções artísticas de espetáculos produzidos pelo Theatro Municipal tais como Uma País Sem Futuro; Corpos em Vertigem e São Paulo, Meu Amor!Formado em jornalismo, dedica-se ao Teatro desde a adolescência. Após 12 anos de teatro profissional e de se formar na Escola de Circo Picadeiro, fundou o grupo teatral Parlapatões, que em 2024 completou 33 anos.Boa parte de seu trabalho como encenador está ligado aos Parlapatões, dirigindo e atuando em trabalhos como: Nada de Novo (92); Zèrói (95); U Fabuliô (96); Não Escrevi Isto (98); Os Mané (99); Um Chopes, Dois Pastel e Uma Porção de Bobagem (2000); As Nuvens e/ou Um Deus Chamado Dinheiro (2003); Auto dos Palhaços Baixos (2004); O Pior de São Paulo (2007); Vaca de Nariz Sutil (2008) e o Papa e Bruxa (2009); Parlapatões Revistam Angeli (2103) e O Burguês Fidalgo (2013).Em 2014, produziu e atuou em A Besta, de David Hirson, com direção de Alexandre Reinecke. Em 2015, atou em Jacques e Seu Amo, de Milan Kundera, direção de Roberto Lage. Em 2018, dirigiu e atuou na montagem dos Parlapatões de O Rei da Vela, de Oswald de Andrade.Em 2019, também pelos Parlapatões escreveu, dirigiu e atou em A Cabeça de Yorick. Em 2022, co-dirigiu com Camila Turim, o espetáculo Consentimento, texto de Nina Raine.Recentemente, em 2023, escreveu, dirigiu e atua no espetáculo dito de feito, dos Parlapatões, com trilha sonora composta por Wem, do grupo musical Tiquequê. Em 2024, estreou com os Parlapatões o espetáculo Decameron, a partir da obra de Giovanni Boccaccio, cujo processo de criação, com a Ocupação Decameron, envolveu mais de 120 artistas, cinco grupos parceiros convidados em dez apresentações de rua.É um dos fundadores da SP Escola de Teatro, onde já foi Coordenador do curso de Direção em 2010 e de Humor em 2014 e, a partir de 2105, de Atuação.Recebeu o Prêmio Shell pela cenografia de Farsa Quixotesca (99). Foi indicado, em 98, aos Prêmios Apetesp e Mambembe (melhor ator) pela atuação em ppp@WllmShkspr.br e ao Prêmio Shell (melhor ator) pela atuação em Prego na Testa (2005). Recebeu o grande Prêmio da Crítica APCA (98) pelo evento Vamos Comer o Piolin. Recebeu o Prêmio Shell Especial (2016) pelas atividades da SP Escola de Teatro.Foi Coordenador Nacional de Circo da Funarte, Ministério da Cultura (2004/2005). Há oito anos é curador do Festival Paulista de Circo, da Secretaria de Estado da Cultura. Coordenou de 2006 a 2012 o Circo Roda, que realizou quatro grandes produções circenses, três das quais fez roteiro e direção: Stapafúrdyo (2006); Oceano (2008) e DNA – somos todos muitos iguais (2010). Atualmente preside a Associação dos Amigos do Centro de Memória do Circo.Em ópera dirigiu, para o Sesc São Paulo, A Flauta Mágica (96) e Gianni Schicchi (98); para a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Il Campanello Di Notte (2005), ambos sob regência de Abel Rocha. Para o Festival de Inverno de Campos do Jordão, dirigiu Infidelidade Fracassa (2004) de Haydn, com regência de Roberto Minczuc. Para o Theatro Municipal de São Paulo, dirigiu A Italiana em Argel (2007), sob a regência de Jamil Maluf.Em Televisão, integrou, em 2010, o elenco das duas temporadas da série SOS Emergência, na Rede Globo, com direção Mauro Mendonça Filho. Em 2014, dirigiu o programa Tudo pela Audiência, para o canal Multishow, com Tata Werneck e Fábio Porchat. Em 2016 fez a preparação de elenco para a série de humor Vade Retro, da Rede Globo, com direção de Mauro Mendonça Filho. Em 2017 fez a preparação de elenco da série Cine Holliúdy, da Rede Globo, com direção de Patrícia Pedrosa e Halder Gomes. Em 2021, 2022 e 2023, fez a Preparação de Elenco das três temporadas da série Rensga Hits, da GloboPlay, com direção Carol Durão, Nathalia Warth e Isabella Gabelle. Em 2022 e 2023, fez a Preparação de Elenco da segunda e terceira temporada da série De Volta Aos 15, da Netflix. Fez a preparação de elenco do filme Doce de Família, direção de Carol Durão, da Netflix.Em cinema, tem fez participações atuando nos filmes Minha Mãe é uma Peça 2, com Paulo Gustavo, direção de César Rodrigues, em 2016; Lascados, direção de Vitor Mafra, em 2014 e A Comédia Divina, direção de Toni Venturi, em 2017. Atuou na série Aventuras de Zé e Durval, com direção de Hugo Prata.Idealizador e produtor da Festa do Teatro, evento de distribuição gratuita de ingressos. Foi o idealizador e coordenador geral do FIC – Festival Internacional de Circo da cidade de São Paulo, realizado pela Associação dos Amigos do Centro de Memória do Circo em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura.Escreve eventuais colaborações para diversos jornais e revistas. Uma seleção destes textos compõe o livro Palhaço-Bomba (2009), publicado pelos Parlapatões. Publicou seu livro de poemas Excêntrico (2012), pela Editora Giostri. Suas peças Nóis Otário[s] (2012), Eu Cão Eu (2012) e Até que deus é um ventilador de Teto (2015), Yerus Halem (2021) também foram publicadas pela Editora Giostri.Em 2014, recebeu o Prêmio Fundação Bunge em Artes Circenses, por vida e obra. Em 2017, recebeu o Prêmio Cidadão – (Catraca Livre) pelo trabalho cultural, junto aos Satyros e Parlapatões, de revitalização da Praça Roosevelt.Além do grupo Parlapatões, coordena o Espaço Parlapatões, teatro que abriga encenações dos Parlapatões e de outros grupos teatrais. Manoela Flor - Produtora executivaÉ produtora cultural desde 2018, quando idealizou o projeto Flor e Ser na cidade de Criciúma, visando a valorização de artistas através da produção de eventosmulticulturais. Formada em Teatro (bacharelado e licenciatura); técnica em Teatro; pós graduada em Gestão Cultural. Atualmente é produtora executiva doGrupo Parlapatões onde realiza a produção de espetáculos do repertório do grupo. É fundadora da Gaveta Criativa e atua como elaboradora e produtora de projetos culturais, e por meio de suas elaborações já auxiliou mais de 30 projetos a serem aprovados e realizados por meio de editais e leis de incentivo; além de lançar um Mapeamento Cultural na cidade de Criciúma, através do site proposto na contrapartida social do projeto Gaveta Criativa 2.0. É professora de Produção Teatral e Gestão de Cia no Estúdio de Treinamento Artístico, em São Paulo. É Gestora do ponto de cultura Casa do Hip Hop Flor e Ser e atua como conselheiraem outros diferentes Pontos de Cultura, como: Nunca Pare de Sonhar; Clube União Operária. Faz parte do Coletivo e Ponto de Cultura Cineférico - Pólo de Cinema, que trabalha para a democratização do acesso ao cinema por meio de cineclubes em periferias.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.