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A Dissertação Visual _ Palco-Terreiro-Quartel é uma mostra composta por 16 peças interligadas em um percurso imersivo que articula corpo, memória e ancestralidade afro-brasileira. O projeto propõe montagem museográfica acessível, com recursos de audiodescrição, Libras e visita mediada, além de ações educativas, oficina formativa e registro audiovisual para difusão digital. A proposta integra artes visuais e vivências, promovendo inclusão, sustentabilidade e diálogo entre arte contemporânea e diversidade cultural brasileira.
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 1. Mostra / Exposição “Dissertação Visual – Palco-Terreiro-Quartel”A exposição é o produto central do projeto e apresenta 16 peças visuais integradas em um percurso museográfico imersivo. O conjunto explora as relações simbólicas entre corpo, espiritualidade e disciplina, evidenciando atravessamentos entre o palco, o terreiro e o quartel como espaços de construção da autodisciplina.As obras utilizam materiais diversos — tecidos, ferro, vidro, som e projeções — e foram concebidas com acessibilidade física e de conteúdo, incluindo mesas sensoriais, audiodescrição e vídeo explicativo com Libras e legendas. A montagem adota o conceito de “instalação viva”, na qual o público pode circular livremente, estabelecendo relações perceptivas e sensoriais com cada obra.A mostra tem caráter itinerante e será realizada em quatro cidades: Natal (estreia), Fortaleza, Recife e Salvador, com entrada gratuita e mediação cultural permanente. Estima-se um público total de 10 mil visitantes presenciais e 20 mil acessos digitais. 2. Oficinas Formativas – “Corpo, Território e Criação Visual”As oficinas têm caráter educativo e formativo, com duração média de 2 horas por cidade, voltadas para artistas, estudantes, profissionais da segurança pública e pessoas de terreiro. O objetivo é apresentar metodologias de criação a partir da experiência corporal e da relação entre arte, ancestralidade e segurança pública.Cada oficina trabalha noções de processo criativo, composição visual e corporeidade afro-brasileira, com abordagem prática e teórica. As atividades utilizam dinâmicas acessíveis, promovendo o diálogo entre diferentes contextos sociais. Serão ofertadas quatro turmas (uma em cada cidade), com 25 participantes por turma, totalizando 100 beneficiários diretos. Os participantes receberão certificado de participação emitido pela produção.Produtos gerados: plano pedagógico, registro fotográfico, relatórios e lista de presença. 3. Visitas Mediadas AcessíveisAs visitas mediadas serão realizadas durante o período expositivo de três dias em cada cidade. Serão conduzidas por educadores especializados, com interpretação em Libras e audiodescrição, garantindo que todos os públicos possam compreender o conteúdo artístico e simbólico da mostra.Essas atividades são voltadas a escolas públicas, instituições de segurança pública, universidades e comunidades de terreiro, com foco na ampliação do acesso e na formação de novos públicos. O público participante receberá material de apoio impresso e digital, contendo informações acessíveis sobre as obras e o contexto do projeto.Produtos gerados: relatórios de público, registros fotográficos, vídeos e comprovação de acessibilidade comunicacional. 4. Catálogo Físico e Digital (com versão em Braile e PDF interativo)O catálogo da exposição documenta o conjunto das 16 obras, os textos curatoriais e as reflexões teóricas do projeto. Será produzido em dois formatos:Físico (impressão sustentável): 1.000 exemplares, dos quais 200 serão distribuídos gratuitamente a bibliotecas públicas, escolas, centros culturais e instituições de segurança pública; Versão em Braile: 30 exemplares destinados a centros de acessibilidade e acervos de leitura inclusiva;Versão Digital (PDF interativo): acessível a leitores de tela, com descrições alternativas de imagem, compatível com dispositivos móveis.O catálogo será bilíngue (Português e Inglês) e estará disponível gratuitamente para download no site do projeto e nas plataformas digitais de difusão.Produtos gerados: arquivo gráfico digital, relatórios de distribuição e tiragem comprovada. 5. Vídeo Institucional / Documental AcessívelO vídeo institucional, com duração de 10 minutos, documentará a criação e a montagem, apresentando o processo de trabalho, entrevistas com o artista e registros das atividades. O conteúdo será produzido com tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas, garantindo sua ampla difusão e acessibilidade.O vídeo servirá também como ferramenta educativa e de memória, sendo exibido continuamente nos espaços expositivos e publicado nas redes sociais e canais digitais do projeto, com acesso gratuito. O produto terá formato Full HD (1920x1080) e será disponibilizado sob licença livre para uso educativo e institucional.Produtos gerados: vídeo finalizado em formato digital, roteiros, planilhas de gravação e relatórios de acessibilidade. 6. Difusão Digital e Comunicação AcessívelComplementarmente às ações presenciais, o projeto prevê ampla difusão digital, com perfis institucionais dedicados à divulgação de todo o conteúdo da mostra, oficinas e visitas mediadas. As postagens seguirão padrões de comunicação acessível, com legendas automáticas, descrição de imagem (#PraTodosVerem) e material bilíngue.Durante o período de execução, serão realizadas quatro transmissões ao vivo (lives) — uma em cada cidade — para apresentar as etapas de montagem, as ações formativas e entrevistas com o artista e equipe. Essas transmissões terão como objetivo ampliar o alcance do projeto, conectar públicos regionais e fortalecer a memória digital das ações culturais realizadas.Produtos gerados: registros de live, prints, métricas de alcance e relatórios de engajamento. 7. Relatórios Técnicos e Educativos (Produto Final)Ao término da itinerância, será elaborado um relatório consolidado contendo registros fotográficos, audiovisuais e técnicos de todas as etapas. O documento incluirá dados sobre acessibilidade, público, sustentabilidade e democratização de acesso, servindo como instrumento de prestação de contas e registro público de impacto cultural.O relatório será publicado em versão digital aberta (PDF) e disponibilizado gratuitamente no site institucional do projeto e nas redes sociais, garantindo transparência e acesso público aos resultados alcançados.Produtos gerados: relatório completo em formato digital, banco de imagens e registro audiovisual de todas as etapas.
OBJETIVO GERAL:Promover uma mostra imersiva de artes visuais contemporâneas intitulada Dissertação Visual: Palco-Terreiro-Quartel, composta por 16 peças integradas em um percurso único que articula corpo, memória e ancestralidade afro-brasileira. A ação visa ampliar o diálogo entre arte, espiritualidade e segurança pública, destinando-se especialmente a profissionais da segurança pública, artistas e pessoas de terreiro, com vistas à valorização da diversidade, da convivência inter-religiosa e da formação cidadã por meio da arte.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1. Montar e exibir a mostra composta por 16 peças visuais integradas em um percurso museográfico acessível, com sinalização bilíngue e recursos de acessibilidade comunicacional (Libras, braile e audiodescrição). Produto comprovável: relatório de montagem, fotos técnicas e catálogo acessível.2. Realizar 3 itinerâncias presenciais nas unidades culturais em Fortaleza, Recife e Salvador, após a estreia em Natal, garantindo transporte, montagem e acompanhamento técnico em cada cidade. Produto comprovável: relatórios técnicos e registros de circulação.3. Oferecer 1 oficina formativa gratuita por cidade, voltada a artistas, educadores e profissionais da segurança pública, abordando processos de criação e reflexão sobre o corpo como território simbólico. Produto comprovável: plano pedagógico, lista de presença e certificados.4. Promover visitas mediadas semanais com curadoria e mediação cultural específicas para públicos de escolas, coletivos artísticos e comunidades de terreiro, assegurando acessibilidade em Libras e audiodescrição. Produto comprovável: relatórios de acessibilidade e lista de participantes.5. Registrar e difundir as ações e a mostra em vídeo institucional e catálogo digital interativo com QR Code, disponíveis nas redes que serão criadas para o projeto. Produto comprovável: vídeo finalizado e analytics de acesso.6. Adotar práticas de sustentabilidade de produção, com reaproveitamento de estruturas expositivas, iluminação LED e descarte seletivo dos materiais utilizados. Produto comprovável: relatório técnico e fotos de montagem sustentável.7. Garantir gratuidade total de acesso a todas as atividades, democratizando a participação dos três públicos prioritários — segurança pública, artistas e comunidades de terreiro — e do público geral. Produto comprovável: relatórios de público e certificados de participação.
A proposta Dissertação Visual _ Palco-Terreiro-Quartel, apresentada pela Piató Produções Culturais, requer apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais _ Lei nº 8.313/91, por tratar-se de uma ação de interesse público voltada à difusão das artes visuais contemporâneas e à promoção da diversidade cultural brasileira. O projeto viabiliza uma mostra expositiva composta por 16 peças integradas, acompanhada de oficinas formativas, visitas mediadas, catálogo acessível e registro audiovisual, ações que ampliam o acesso da população à produção artística de matriz afro-brasileira e às práticas pedagógicas associadas à arte e à memória.O uso do incentivo fiscal é necessário porque a natureza das atividades — gratuitas, educativas e não comerciais — impede sua autossustentação financeira direta. O aporte de recursos públicos e incentivados permitirá cobrir custos de montagem, transporte e acessibilidade, garantindo a itinerância da mostra entre quatro capitais do Nordeste e o cumprimento das contrapartidas formativas, voltadas a profissionais da segurança pública, artistas e pessoas de terreiro.O projeto enquadra-se nos incisos II, IV e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por promover:II _ o estímulo à produção, difusão e circulação de bens culturais;IV _ o apoio à preservação e difusão do patrimônio cultural afro-brasileiro e das suas expressões artísticas;V _ o desenvolvimento da arte e da criatividade, fomentando ações educativas e formativas de caráter público.Atende, igualmente, aos objetivos dos incisos II, IV, V e IX do Art. 3º da mesma norma, ao:II _ garantir meios de acesso à cultura e aos bens culturais;IV _ estimular a produção regional e a valorização das identidades culturais brasileiras;V _ promover o conhecimento da diversidade étnica e religiosa;IX _ apoiar projetos de caráter educativo e formativo voltados à cidadania cultural.Dessa forma, o uso do mecanismo de incentivo justifica-se pela relevância pública da ação, pela gratuidade das atividades, pela abrangência territorial e pela formação de públicos e agentes culturais, configurando-se como instrumento indispensável para assegurar a execução plena e sustentável do projeto.
O projeto Dissertação Visual – Palco-Terreiro-Quartel constitui desdobramento direto de uma pesquisa acadêmica de caráter público, desenvolvida em nível de pós-graduação stricto sensu e voltada à interseção entre corpo, arte e educação antirracista. Essa base teórica e metodológica sustenta todas as ações do projeto — da concepção das 16 peças visuais à proposta de itinerância, acessibilidade e formação de público.Para consolidar o caráter educativo e documental da iniciativa, propõe-se, nesta etapa, a edição de exemplares impressos e digitais da dissertação que deu origem à mostra, com finalidade não comercial, de registro técnico e difusão do processo formativo. A tiragem será restrita, com distribuição gratuita no primeiro dia da vernissagem, nas bibliotecas universitárias, nos centros de pesquisa em arte e cultura afro-brasileira e instituições públicas de ensino, fortalecendo o eixo educativo do projeto e assegurando a perenidade de seu conteúdo.A publicação integrará o conjunto de materiais do projeto, ao lado do catálogo acessível e do vídeo institucional, compondo o acervo documental da ação cultural. O material servirá como referência para pesquisas futuras sobre arte, religiosidade e corpo em perspectiva decolonial, consolidando a relevância pública e formativa da proposta.1. Finalidade e formato da publicaçãoa) Natureza: registro técnico-pedagógico da dissertação acadêmica que fundamenta a mostra;b) Tiragem: até 200 exemplares impressos + versão digital em PDF acessível (com audiodescrição e texto alternativo) por cidade;c) Distribuição: gratuita e restrita a instituições públicas de ensino, bibliotecas, pesquisadores e participantes das oficinas;d) Formato: brochura 15 × 21 cm, impressão em preto e branco, papel pólen 80 g/m², capa couché fosco 250 g/m², 250 páginas médias.A publicação não terá caráter comercial, sendo destinada exclusivamente à preservação do conteúdo científico e cultural da pesquisa que originou a mostra. Essa ação reforça a transparência metodológica e o compromisso do projeto com o acesso ao conhecimento produzido a partir de políticas públicas de fomento à cultura e à educação.2. Impacto educativo e socialA disponibilização da dissertação como documento técnico complementa o caráter formativo das oficinas, mediações e materiais acessíveis. Sua publicação reforça o eixo “Pesquisa e Formação”, permitindo que estudantes, professores, agentes culturais e profissionais da segurança pública tenham acesso à base conceitual que fundamenta a exposição.O texto aborda as relações entre palco, terreiro e quartel como espaços de poder e resistência do corpo negro, articulando metodologias de criação artística e pedagogias antirracistas. A divulgação desse conteúdo em formato acessível e de domínio público amplia a contribuição social e científica do projeto.3. Outras informações complementares relevantesa) A itinerância prevê coleta de dados de público e acessibilidade em todas as cidades, para compor um relatório final de impacto cultural, acessível em formato digital.b) O projeto contará com certificação pública de participação para todos os beneficiários das oficinas formativas, fortalecendo o componente de capacitação cultural.c) Todo o acervo técnico (fotografias, vídeos, relatórios, catálogos e publicações) será organizado em arquivo digital institucional, disponível ao público após o encerramento da circulação.d) A documentação das 16 obras em escala 1:1 será arquivada em base digital de acesso livre, servindo como referência museológica e de preservação.e) As ações serão acompanhadas por consultor especializado em acessibilidade e comunicação inclusiva, garantindo conformidade com as normas nacionais de inclusão (Lei nº 13.146/2015).f) A execução seguirá práticas de sustentabilidade de produção, com reaproveitamento de materiais, iluminação LED e impressão ecológica. 4. Relevância institucionalA Piató Produções Culturais, produtora do projeto, mantém histórico de atuação na produção e gestão de ações culturais de matriz afro-brasileira, com ênfase em diversidade, inclusão e circulação regional. A direção artística de Gleydson Dantas, doutorando em Educação e mestre em Artes Cênicas, assegura o vínculo entre pesquisa acadêmica, prática artística e política pública de formação cidadã.A integração entre pesquisa, arte e educação presente neste projeto constitui exemplo de articulação entre o sistema de ensino superior e o campo cultural, contribuindo para o fortalecimento da cultura afro-brasileira e da memória coletiva do país.5. Resultados esperados5.1 Ampliação do acesso público ao conhecimento gerado pela pesquisa e pela mostra;5.2 Preservação documental e histórica do processo criativo;5.3 Disponibilização gratuita de publicações em formato acessível;5.4 Consolidação do acervo técnico e educativo do projeto;5.5 Fortalecimento do diálogo entre arte, educação e segurança pública.Essas ações complementares ampliam o alcance institucional da proposta e reforçam seu compromisso com a formação, a diversidade e a transparência, princípios que orientam as políticas públicas de fomento à cultura no país.
1. Mostra / Exposição “Dissertação Visual – Palco-Terreiro-Quartel”Composição geral: Exposição composta por 16 peças visuais integradas, dispostas em percurso museográfico contínuo, em escala humana 1:1, com acessibilidade física e de conteúdo (rampas, Libras, audiodescrição e mesas sensoriais). As obras serão construídas com materiais híbridos — ferro, tecido, vidro, cerâmica, madeira, palha natural, cordas e elementos metálicos — combinando linguagem escultórica e instalação contemporânea.1.1 Especificações técnicas (por conjunto):1.1.1 Alturas variando de 1,20 m a 2,50 m; bases em madeira pinus, tubos de PVC e estruturas metálicas.1.1.2 Iluminação individual em LED quente (IRC ≥90, 2700K), 16 refletores e spots dirigidos. 1.1.3 Consumo elétrico total: 1,2 kWh; distribuição por trilho técnico com cabos blindados.1.1.4 Elementos de fixação: ganchos, cantoneiras e mosquetões (100+ unidades); acabamento em verniz incolor à base d’água.1.1.5 Componentes orgânicos e simbólicos: búzios, milho branco, algodão cru, folhas secas, cristais, tecidos e objetos de uso cotidiano.1.1.6 Área mínima de ocupação: 90 m²; percurso expositivo acessível de 35 m lineares, com largura mínima de 1,20 m.1.1.7 Montagem e desmontagem: 5 dias úteis para instalação completa e 3 dias para desmontagem.1.1.8 Tempo de exibição por cidade: até 60 dias corridos (aprox. 8 semanas) a depender da disponibilidade do espaço cultural.1.1.9 Produção em escala itinerante para 4 cidades: Natal (estreia), Fortaleza, Recife e Salvador.1.1.10 Produtos comprobatórios: croquis de montagem, lista de materiais, relatório técnico e fotos 1:1. 2. Oficinas Formativas – “Corpo, Território e Criação Visual”2.1 Carga horária: 2 horas por cidade (4 turmas no total).2.2 Formato: presencial, com metodologia replicada em cada etapa da itinerância. 2.3 Público-alvo: artistas, estudantes de artes, profissionais da segurança pública e pessoas de terreiro. 2.4 Local: salas multiuso ou auditórios dos espaços expositivos. 2.5 Capacidade: 25 participantes por turma (100 beneficiários diretos). 2.6 Recursos: projetor multimídia, som ambiente, microfone sem fio e mesa de apoio. 2.7 Metodologia: abordagem prática e reflexiva sobre a relação entre corpo, território e criação artística. Utiliza dinâmicas corporais leves, leitura de imagens e roda de conversa.2.8 Projeto pedagógico:2.8.1 Objetivo geral: estimular o entendimento do corpo como linguagem simbólica e instrumento de expressão artística afro-brasileira.2.8.2 Estrutura programática (única e replicável):a) Encontro 1 (2h): Introdução e vivência prática — “O corpo como território simbólico”;b) Montagem aberta: observação prática no espaço expositivo, voltada a estudantes de artes visuais e cênicas.c) Avaliação: participação ativa, diálogo e reflexão final coletiva.d) Recursos humanos: artista-curador (facilitador), assistente técnico e educador mediador.Produtos comprováveis: lista de presença, relatório pedagógico, fotos e vídeos das oficinas. 3. Visitas Mediadas Acessíveisa) Periodicidade: durante o período de três dias de exibição em cada cidade.b) Duração: 60 a 90 minutos por grupo.c) Público-alvo: escolas públicas, universidades, profissionais de segurança pública, coletivos artísticos e comunidades de terreiro.d) Equipe: mediador cultural, intérprete de Libras e audiodescritor profissional.e) Recursos: roteiro impresso em braile e digital acessível; mesa sensorial por peça.3.1 Metodologia: A visita inicia com apresentação geral do conceito da mostra, seguida por deslocamento assistido entre as 16 peças, com pausas programadas para leitura sensorial (texturas, sons e aromas). O mediador utiliza linguagem simples e acessível, garantindo compreensão total do conteúdo artístico e simbólico. Produtos comprováveis: relatórios de público, registros fotográficos e gravações em vídeo. 4. Catálogo Físico e Digital Acessível4.1 Formato físico:a) Tamanho: A5 (14,8 × 21 cm);b) Paginação: 45 páginas;c) Papel: couché fosco 150 g/m² (miolo) e 300 g/m² (capa);d) Encadernação: grampo canoa;e) Tiragem: 1000 exemplares, sendo 30 em versão braile por cidade.f) Conteúdo: página dupla por obra (fotografia e texto técnico), ficha técnica completa, dedicatória, agradecimentos e ficha catalográfica.4.2 Versão digital acessível:a) Formato: PDF interativo;b) Compatibilidade: leitores de tela (NVDA, JAWS, VoiceOver);c) Recursos inclusivos: audiodescrição integrada, texto alternativo em todas as imagens, links internos e leitura automatizada;d) Acesso: download gratuito via QR Code impresso nos painéis da mostra.Produtos comprováveis: arquivo final em PDF, arquivos de pré-impressão, relatório de tiragem e distribuição gratuita. 5. Vídeo Institucional / Documentala) Duração: 10 minutos.b) Formato: Full HD (1920×1080, 16:9).c) Captação: câmera digital profissional, tripé, microfone direcional e iluminação de apoio LED.d) Edição: correção de cor, trilha sonora original e legendas descritivas.e) Recursos de acessibilidade: tradução em Libras, audiodescrição e legendas abertas. 5.1 Conteúdo:a) Registro da montagem das peças;b) Entrevistas com o artista, curadoria e equipe técnica;c) Depoimentos de visitantes e participantes das oficinas;d) Veiculação: exibido em looping nas salas expositivas e publicado nas plataformas digitais do projeto;Produtos comprováveis: vídeo final (arquivo .mp4), relatório de veiculação, links de acesso e material bruto arquivado. 6. Plano de Comunicação e Difusão Digital6.1 Objetivo: ampliar o acesso e a visibilidade da mostra, garantindo acessibilidade de conteúdo nas redes sociais e canais institucionais. 6.2 Ações:a) Criação de perfil em redes sociais com conteúdo bilíngue e seção acessível (Libras, audiodescrição e texto alternativo);b) Publicação de posts regulares com legendas descritivas e hashtags de acessibilidade (#PraTodosVerem, #PraTodosOuvirem);c) Transmissões ao vivo durante a montagem e encerramento em cada cidade;d) Divulgação do vídeo institucional e catálogo digital. Produtos comprováveis: relatórios de métricas (alcance, engajamento), prints e registros de publicações. 7. Relatórios Técnicos e Educativos (Produto Final)a) Formato: PDF digital de até 80 páginas.b) Conteúdo: dados técnicos de montagem, público, acessibilidade, sustentabilidade de produção e democratização do acesso.c) Padrão gráfico: A4, couché fosco digital, diagramação padronizada e recursos de navegação acessível.d) Disponibilização: gratuita via redes do projeto e instituições parceiras.Produtos comprováveis: arquivo final, mídia de backup, relatório de envio e acessos registrados.
1. Acessibilidade FísicaA mostra Dissertação Visual – Palco-Terreiro-Quartel será instalada em espaços culturais públicos já adaptados, que dispõem de infraestrutura física acessível, incluindo rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, guias táteis e sinalização direcional conforme normas da ABNT NBR 9050. O projeto fará uso integral desses recursos, sem a necessidade de novas obras ou alterações estruturais, assegurando que o deslocamento entre os núcleos expositivos ocorra de forma segura e autônoma para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.A equipe técnica observará a organização do fluxo de visitação de modo a garantir percursos amplos, sem barreiras e com pontos de descanso estrategicamente posicionados. A disposição das 16 peças visuais seguirá um layout com largura mínima de 1,20 m entre módulos, respeitando o raio de giro de cadeiras de rodas e a circulação assistida de bengalas. As bases expositivas e suportes de obras terão altura máxima de 1,10 m, permitindo visualização e interação a partir da linha de visão de pessoas em cadeiras de rodas.Além disso, a sinalização de segurança, saídas de emergência e sanitários adaptados será devidamente identificada e compatibilizada com as rotas táteis já instaladas no ambiente. O projeto prevê treinamento prévio da equipe de montagem e mediação sobre acolhimento e condução de visitantes com deficiência física, visual ou múltipla, assegurando condições de acesso equânimes e independentes durante toda a temporada expositiva. 2. Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade comunicacional e sensorial constitui um eixo central da proposta, garantindo a compreensão plena da mostra e de suas 16 obras por diferentes públicos, com ênfase nos profissionais da segurança pública, artistas e pessoas de terreiro. Todas as ações foram planejadas para promover autonomia, inclusão e equidade de experiência estética.2.1 Equipe técnica especializadaO projeto contará com intérprete de Libras, audiodescritor profissional e consultor em acessibilidade comunicacional, responsáveis pela adequação de todo o conteúdo textual, visual e audiovisual. Essa equipe atuará desde a fase de pré-produção até a revisão final dos materiais de difusão, garantindo padronização e qualidade técnica na execução.2.2 Recursos permanentes de acessibilidadePara favorecer a visita autônoma e reduzir custos operacionais, serão implementados tótens sonoros individuais em cada uma das 16 obras, com mesas sensoriais com materiais e réplicas em 3D das peças. Adicionalmente, um vídeo institucional acessível, com tradução simultânea em Libras, audiodescrição e legendas descritivas, será exibido em looping na entrada da exposição, apresentando o conceito curatorial, o processo de criação e a metodologia de montagem da mostra. Esse material servirá como recurso educativo de baixo custo e estará disponível também nas plataformas digitais do projeto.2.3 Catálogo e materiais digitais acessíveisO catálogo da exposição será disponibilizado em três formatos:Versão impressa em braile (tiragem limitada para instituições e bibliotecas especializadas);Versão digital acessível em PDF interativo, compatível com leitores de tela (NVDA, JAWS e VoiceOver);Versão automatizada com leitura por voz no site e nas redes do projeto.Todos os textos serão revisados com foco em linguagem clara e inclusiva, observando os princípios do “Desenho Universal da Comunicação”. A arte gráfica seguirá padrões de contraste cromático mínimo de 70%, fonte sem serifa e corpo ampliado (mínimo 14 pt).2.4 Visitas mediadas acessíveisSerão realizadas visitas mediadas com recursos de Libras e audiodescrição, nos dias e horários de lançamento da mostra previamente divulgados, além de visitas livres. As visitas mediadas priorizarão grupos de escolas públicas, instituições de formação em segurança pública e comunidades de terreiro, com atenção à pluralidade religiosa e cultural. A experiência sensorial será reforçada pelo uso de materiais táteis e sonoros, como fragmentos de tecidos, relevos e sons ambientes das obras, permitindo que pessoas com deficiência visual percebam os elementos simbólicos e materiais de cada peça.2.5 Comunicação inclusiva e difusão acessívelTodos os materiais de comunicação — banners, cartazes, releases e posts — incluirão selo de acessibilidade e ícones universais identificando os recursos disponíveis. As redes sociais do projeto e os vídeos de difusão digital incluirão legendas descritivas, audiodescrição e tradução em Libras, atendendo aos padrões da Instrução Normativa nº 23/2025 da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (SEFIC/MinC). As postagens serão acompanhadas de descrições textuais alternativas (alt text) e hashtags de acessibilidade (#PraTodosVerem, #PraTodosOuvirem).3. Avaliação e comprovação da acessibilidadeTodas as medidas de acessibilidade física e de conteúdo serão mensuradas e documentadas em relatórios técnicos de execução, contendo registros fotográficos, vídeos, contratos da equipe especializada e depoimentos de público. O conjunto desses materiais servirá como comprovação de cumprimento das contrapartidas de inclusão e democratização do acesso, conforme determina a Lei nº 8.313/91 e suas instruções normativas.
1. Acesso e Distribuição FísicaA mostra Dissertação Visual – Palco-Terreiro-Quartel será totalmente gratuita ao público, sem cobrança de ingressos ou bilheteria simbólica. Todas as atividades — exposição, oficinas formativas, visitas mediadas e exibição do vídeo institucional — estarão abertas à livre participação, com ampla divulgação em redes sociais, veículos de imprensa e canais institucionais parceiros.A entrada será controlada apenas por fins de registro quantitativo de público, preservando a natureza pública e inclusiva da ação. O fluxo diário de visitantes por cidade é inesestimável nesta etapa do processo, entretanto, pretende-se alcançar um público total superior a 5 mil pessoas ao final das quatro etapas (Natal, Fortaleza, Recife e Salvador).Serão disponibilizados catálogos físicos gratuitos, com parte da tiragem destinada a instituições federais de ensino público, órgãos de segurança pública locais e comunidades de terreiro, como contrapartida social e educativa. Uma fração da tiragem será impressa em braile e distribuída a bibliotecas e centros de referência em acessibilidade. 2. Acesso Educativo e FormativoA democratização do acesso também se concretiza por meio das ações educativas que integram a programação da mostra. Serão realizadas oficinas formativas gratuitas no primeiro dia da exposição em cada cidade da itinerância, com ênfase nos processos de criação das 16 obras e nas relações entre corpo, território e ancestralidade afro-brasileira. Essas oficinas serão dirigidas a artistas, estudantes e profissionais da segurança pública, em número médio de 25 participantes por turma, com emissão de certificado de participação.Durante o período expositivo dos primeiros três dias da mostra, ocorrerão visitas mediadas, acessíveis em Libras e com audiodescrição, voltadas a escolas públicas, instituições culturais, grupos religiosos de matriz africana e coletivos artísticos locais. O objetivo é fomentar o diálogo entre diferentes públicos e contextos sociais, fortalecendo a dimensão cidadã e educativa da arte.Como parte das estratégias de difusão educativa, o projeto manterá um ponto de mediação nas primeiras 72h da exposição na entrada, com educadores preparados para atender visitantes espontâneos, fornecer informações sobre as obras e orientar o acesso aos recursos acessíveis disponíveis em cada núcleo expositivo. 3. Acesso Digital e Transmissão OnlineVisando à ampliação do alcance territorial e à democratização do conteúdo cultural, a mostra contará com transmissão digital de seus principais momentos e com lançamento online de seus produtos audiovisuais. O vídeo institucional de até 10 minutos, com tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas, será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais do projeto e em seu canal de vídeo oficial.Além disso, será publicado um catálogo digital acessível (PDF interativo) hospedado em site público e compatível com leitores de tela. As postagens nas redes sociais terão legendas automáticas e descrições textuais alternativas (#PraTodosVerem), atendendo aos padrões de comunicação inclusiva e garantindo o acesso também a pessoas com deficiência auditiva ou visual.Essas medidas asseguram que o conteúdo artístico e educativo da mostra ultrapasse o limite físico dos espaços expositivos, alcançando novos públicos em todo o país e potencializando a difusão da arte contemporânea afro-brasileira em ambientes virtuais. 4. Ações de Ampliação de AcessoPara ampliar a experiência do público e fortalecer a dimensão participativa do projeto, estão previstas as seguintes ações complementares:4.1 Montagem aberta da exposição para estudantes de artes - até 30 por cidade, registrado e divulgado nas plataformas digitais do projeto, para aproximar o público dos bastidores do processo curatorial e técnico;4.2 Sessão de conversa aberta com o artista e convidados locais, realizada durante a temporada de estreia, permitindo troca direta com o público;4.3 Exibição contínua de vídeo explicativo nas salas expositivas, apresentando o conceito da mostra e o processo de criação das 16 peças, como forma de mediação autônoma e acessível;4.4 Parcerias institucionais com escolas, centros culturais, quarteis e terreiros, permitindo a formação de profissionais vinculados à segurança pública e à cultura afro-brasileira;Essas atividades complementares reforçam o compromisso do projeto com a democratização do acesso, a formação de público e o fortalecimento de vínculos comunitários, em consonância com as políticas públicas de inclusão cultural e diversidade. 5. Critérios de ComprovaçãoA execução das medidas de democratização de acesso será comprovada por meio de:5.1 relatórios técnicos de público e frequência;5.2 registros fotográficos e audiovisuais das atividades;5.3 cópias dos materiais impressos e digitais distribuídos;5.4 contratos e certificados das oficinas e mediações;5.5 métricas de acesso digital (número de visualizações, downloads e interações).Tais registros serão organizados em relatório final, assegurando a transparência e a mensurabilidade dos resultados obtidos, conforme as normas de acompanhamento e prestação de contas previstas na legislação cultural vigente.
1. AtividadesA Piató Produções Culturais, pessoa jurídica de natureza cultural, atua como proponente e produtora executiva do projeto Dissertação Visual – Palco-Terreiro-Quartel. Fundada em Natal/RN, dedica-se à elaboração, gestão e execução de projetos culturais nas áreas de artes visuais, audiovisual e formação artística, com foco na difusão de produções afro-brasileiras, indígenas e populares.1.1 No presente projeto, a Piató será responsável por:a) Gestão administrativa e financeira (planejamento orçamentário, execução contratual, prestação de contas e relatórios técnicos);b) Coordenação de logística e itinerância entre as quatro capitais (Natal, Fortaleza, Recife e Salvador);c) Supervisão de acessibilidade e comunicação, assegurando a execução das ações em Libras, braile e audiodescrição;d) Coordenação das ações educativas e de difusão digital, em parceria com o artista-diretor e consultores especializados;e) Interlocução institucional com os espaços culturais, universidades, órgãos públicos e coletivos locais;f) Registro audiovisual e divulgação dos resultados, garantindo a transparência e mensurabilidade das metas propostas.g) A direção institucional da Piató será exercida por Anthony Rodrigues, que atuará como produtor executivo e curador associado, acompanhando diretamente todas as fases do projeto (planejamento, execução e prestação de contas).h) Além das atribuições formais, o dirigente colaborará voluntariamente na orientação de processos formativos relacionados à produção cultural, ministrando conversas e oficinas sobre gestão e curadoria em contextos de diversidade e descentralização cultural.1.2 Currículo Resumido do ProdutorAnthony Rodrigues – Produtor cultural e pesquisador. Licenciado e doutorando em Sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e graduado em Comunicação Social – Audiovisual pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Proprietário e diretor da Piató Produções Culturais, atua na elaboração e execução de projetos culturais e audiovisuais. Produziu trabalhos como Memórias de uma Samaumeira (RN), Praia das Artistas (RN), Mariposa (RN) e Um Dia Fora do Tempo (MG). É cofundador do Cineclube Mulungu, dedicado à difusão de filmes de autoria negra e indígena, e coidealizador do projeto Aqui Já Existiu um Cinema, voltado ao mapeamento e memória dos cinemas de rua do Rio Grande do Norte. Foi finalista no Concurso Nacional ANPOCS de Teses e Dissertações Universitárias (2022) com a pesquisa Cinemas Negros Brasileiros: projetos políticos e movimentos culturais sob uma perspectiva sociológica. Atua na coordenação de produção e curadoria de mostras e festivais de arte contemporânea com enfoque em diversidade e democratização do acesso cultural.1.3. Direção Artística, Curadoria e Execução das peçasGleydson Dantas – Diretor artístico, coreógrafo, pesquisador, oficial da Polícia Militar e Pessoa de Terreiro. Doutorando em Educação (UFRN, 2024–2026), Mestre em Artes Cênicas (UFRN, 2022), Especialista em Corpo e Cultura de Movimento (UFRN, 2006) e Licenciado em História (UFRN, 2005). Artista-educador com atuação nas áreas de dança, performance e arte afro-brasileira. Desde 2009, também integra o quadro da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, experiência que o levou a desenvolver pesquisas sobre o corpo e a disciplina nas interseções entre o palco, o terreiro e o quartel — eixo conceitual que fundamenta esta mostra. Foi diretor-executivo e coreógrafo residente da SISMOS Cia de Dança (2018–2025) e atuou em grupos como Gira Dança, Balé da Cidade do Natal e Cia de Dança dos Meninos. Entre seus trabalhos recentes estão: O Silêncio de Atlas (direção artística e coreográfica), Senhora das Nuvens de Chumbo (direção e coreografia, 2022), Cantos, Contos e Afoxés – Um Musical Afro-brasileiro (direção geral, 2021) e Ancestral (solo premiado no Festival TANZ, 2019). Sua obra articula arte, ancestralidade e pedagogia antirracista, com ênfase na valorização das corporeidades afro-brasileiras e nas epistemologias do Candomblé Ketu.1.3.1 No projeto Dissertação Visual – Palco-Terreiro-Quartel, será responsável por:a) Concepção artística e curadoria das 16 peças visuais integradas;b) Supervisão estética e cenotécnica das instalações e performances visuais;c) Coordenação pedagógica das oficinas e visitas mediadas, incluindo abordagem específica para artistas, profissionais da segurança pública e pessoas de terreiro;d) Elaboração do conteúdo do catálogo e roteiro do vídeo institucional;e) Acompanhamento das ações de acessibilidade e mediação cultural junto à equipe técnica especializada. 1.4 Demais Participantes Principais (A contratar)1.4.1 Equipe técnica e educativa (selecionada indicação técnica):1.4.1.1 Consultor(a) em Acessibilidade Comunicacional – responsável por supervisionar os materiais acessíveis (Libras, audiodescrição e braile), revisar roteiros e legendas e garantir a conformidade com as normas de inclusão.1.4.1.2 Intérprete de Libras e Audiodescritor(a) – atuará durante as visitas mediadas, gravações do vídeo institucional e eventos de formação.1.4.1.3 Educador(a) de Mediação Cultural – conduzirá visitas mediadas e dinâmicas participativas junto a escolas, artistas e comunidades de terreiro.1.4.1.4 Designer Expográfico – responsável pelo planejamento técnico do percurso expositivo e pela adaptação do layout nas quatro cidades da itinerância.1.4.1.5 Fotógrafo(a) e Videomaker – encarregado do registro documental e da edição do vídeo institucional acessível.1.4.1.6 Produtor(a) local (por cidade) – gestão logística e operacional de montagem, hospedagem e deslocamento da equipe.Cada integrante deverá apresentar currículo e comprovação de experiência mínima de 1 ano em suas respectivas áreas de atuação, assegurando a qualidade técnica e a execução padronizada em todas as etapas do projeto. 1.5 Coordenação e Supervisão GeralA coordenação geral do projeto será exercida conjuntamente por Anthony Rodrigues (produção executiva) e Gleydson Dantas (direção artística e curadoria), de forma integrada e transparente, garantindo que a proposta alcance seus objetivos culturais, educativos e formativos. Ambos atuarão em regime híbrido (presencial e remoto), supervisionando o andamento das atividades, a execução orçamentária e o cumprimento das metas qualitativas e quantitativas.Durante as quatro etapas da itinerância, serão mantidos relatórios técnicos mensais com acompanhamento de prazos, indicadores e registros de acessibilidade, permitindo controle rigoroso de qualidade e compatibilidade com os critérios de fomento público federal.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.