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O projeto leva um espetáculo de palhaçaria às escolas, ampliando o acesso dos estudantes do ensino fundamental à arte. Serão oferecidas oficinas que estimulam criatividade, colaboração e consciência ambiental. Também será realizada uma mentoria para professores garantindo a continuidade das práticas artísticas no ambiente escolar. As ações fortalecem o desenvolvimento social, emocional e cognitivo dos alunos gerando impactos educativos e culturais duradouros na comunidade escolar.
Objetivo Geral O projeto pretende levar às escolas um espetáculo clownesco, em formato solo, que utiliza o riso e o jogo cênico como caminhos para estimular o aprendizado, a imaginação e o convívio entre as crianças. Além das apresentações, o projeto promove atividades práticas para os estudantes e uma mentoria artística voltada aos professores, fortalecendo a integração entre arte e cotidiano escolar. Objetivo específico ESPETÁCULO Apresentar um espetáculo solo de palhaçaria para 6400 estudantes do ensino fundamental, em 4 cidades brasileiras, sendo 8 apresentações por cidade, promovendo humor, imaginação e reflexão sobre a importância do brincar. OFICINAS Realizar oficinas participativas com 1920 alunos no contraturno escolar, explorando técnicas que unem arte, sustentabilidade e protagonismo criativo. Oferecer um processo de formação continuada para 320 professores, com 1 encontro presencial de 4 horas e 1 encontro online mensal durante 04 meses, voltado ao acompanhamento e desenvolvimento de práticas artísticas na educação.
A infância e a juventude são fases fundamentais para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional. Nesse processo, o brincar e a ludicidade desempenham papéis centrais na aprendizagem. Piaget (1973) e Vygotsky (1978) mostraram que experiências experimentais na exploração, na interação e na criatividade promovem não apenas o desenvolvimento intelectual, mas também habilidades socioemocionais importantes, como empatia, colaboração e autonomia. Além disso, pesquisas indicam que crianças envolvidas regularmente em atividades artísticas desenvolvem maior criatividade, melhor capacidade de resolução de problemas e um desempenho acadêmico mais consistente (Catterall, 2009). É nesse contexto que o projeto se encaixa, propondo a circulação de um espetáculo solo de palhaçaria acompanhado de oficinas práticas para estudantes, além de um programa formativo para professores. O objetivo é integrar arte, educação e sustentabilidade de forma inovadora e acessível, garantindo impactos duradouros para alunos, educadores e toda a comunidade escolar. O espetáculo aproxima os alunos do humor e do corpo em cena, promovendo um aprendizado ativo e a participação direta. A palhaçaria, reconhecida internacionalmente como uma linguagem performática que estimula a empatia e a criatividade social, vai além do entretenimento: é uma ferramenta pedagógica capaz de despertar a atenção, a reflexão e o envolvimento dos estudantes. A interação entre o artista e o público torna cada apresentação uma verdadeira experiência de aprendizagem vivencial, onde o humor serve como um poderoso instrumento educativo. Paralelamente, as oficinas práticas para os alunos envolvem atividades como malabarismo, fabricação de instrumentos musicais, criação de personagens e jogos teatrais, todos utilizando materiais recicláveis. Essas atividades estimulam a criatividade, a autonomia, a colaboração e a capacidade de resolver problemas. Além disso, ao trabalhar com materiais recicláveis, os alunos desenvolvem uma percepção mais consciente sobre o meio ambiente, aprendendo a valorizar recursos e a transformar objetos simples em soluções criativas. Essa abordagem combina aprendizagem lúdica, desenvolvimento motor e cognitivo, e a promoção de valores sociais e ambientais, alinhando-se às diretrizes internacionais de educação criativa e sustentável. O programa de mentoria para professores acontece por meio de encontros virtuais, com o acréscimo de um encontro presencial, oferecendo suporte e orientações para o uso de práticas artísticas e corporais no ensino. Durante o processo, os docentes trocam experiências e são estimulados a explorar diferentes linguagens, como teatro, circo e movimento corporal, em suas práticas pedagógicas. Esse acompanhamento fortalece o desenvolvimento profissional dos professores e promove um impacto duradouro no aprendizado dos estudantes. Para garantir a continuidade dessas experiências, cada escola recebe um kit pedagógico contendo material educativo, possibilitando que as atividades lúdicas propostas continuem a ser desenvolvidas dentro do ambiente escolar. O projeto atende diretamente estudantes do ensino fundamental, oferecendo experiências educativas significativas e democratizando o acesso à arte e à cultura. tornando o ambiente escolar mais dinâmico, participativo e inclusivo, promovendo habilidades cognitivas e socioemocionais essenciais, como criatividade, colaboração, empatia e expressão. Ao mesmo tempo, valoriza o papel dos professores como mediadores da arte e do aprendizado, incentivando a inovação pedagógica e a aplicação das práticas artísticas em múltiplas disciplinas e contextos escolares. A proposta também se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, destacando: ODS 4 - Educação de Qualidade, ao ampliar as oportunidades de aprendizagem criativa e inclusiva; ODS 12 - Consumo e Produção Responsável, através do uso de materiais recicláveis nos escritórios; ODS 13 - Ação contra a Mudança Global do Clima, por meio do estímulo às práticas sustentáveis; ODS 16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes, ao fortalecer habilidades socioemocionais e promover a convivência colaborativa. Dessa forma, o projeto une arte, aprendizado e valores sociais, conectando experiências lúdicas a princípios de cidadania e sustentabilidade. Sob o ponto de vista da política cultural, o projeto se enquadra no Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, especialmente nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para atingir esses objetivos, o projeto também se encaixa nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, que definem as metas e diretrizes para o incentivo e o fortalecimento das atividades culturais no país: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Por fim, o projeto se enquadra no Art.18, inciso III, letras a) artes cênicas; g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial.
As passagens aéreas foram previstas da seguinte forma: PRÉ Viaja 2 pessoas (coordenação e produção), a rubrica prevê o valor de ida e volta. PRODUÇÃO Espetáculo e oficinas: Viaja 7 pessoas (1 atriz, 1 profissional para ministrar formação de professores, 3 profissionais para ministrar as oficinas para crianças, 2 produtores), a rubrica prevê o valor de ida e volta.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS OFICINAS ALUNOS MARIONETES E BONECOS RECICLÁVEIS (Construindo seu palhaço de sucata com caixas de papelão) Objetivo Geral: Oportunizar aos alunos uma transformação de materiais recicláveis em marionetes, estimulando a criatividade, o desenvolvimento de habilidades motoras e a consciência sustentável por meio de uma atividade lúdica e integrada ao espaço escolar. Objetivos Específicos: Estimular a expressão artística e a criatividade na construção e personalização das marionetes/bonecos. Desenvolver habilidades motoras finas através do recorte, montagem e acabamento dos elementos da marionete/boneco. Promover a consciência sustentável por meio do reaproveitamento de materiais do dia a dia. Integrar referências do espetáculo e da personagem Mirabel para inspirar as criações. Incentivar a socialização e o trabalho em grupo, culminando em um cortejo final pela escola. Conteúdo/Metodologia: Acolhida e Dinâmica Inicial (10 minutos): Início com uma atividade rápida de integração para preparar o grupo para a oficina. Esta será uma dinâmica tema do projeto Estação Brincar. Introdução à Atividade (10 minutos): Apresentação da proposta: “Montar o seu palhaço de sucata” com foco na reutilização dos materiais e inspiração no espetáculo e na personagem Mirabel. Etapas de Construção (70 minutos): Preparação dos Materiais (5 minutos): Organização dos itens pré-disponibilizados e distribuição dos complementares. Construção da Estrutura Base (20 minutos): Utilização da caixa de papelão (tamanho similar à caixa de sapato) para formar a base da marionete, com cortes que simulem articulações e abertura para um rosto. Personalização e Decoração (30 minutos): Montagem dos elementos que definem a personalidade do personagem – aplicação de tintas, colagem de botões, tecidos, papéis coloridos e outros itens decorativos. Inserção de uma tira/corda para que a marionete possa ser usada como “mochila” virada para frente. Acabamento e Organização (15 minutos): Revisão dos detalhes, reforço nas fixações e preparação para o cortejo final. Cortejo Final (10 minutos): Realização de um desfile breve com as marionetes pela escola, valorizando o trabalho individual e coletivo dos participantes. Público-Alvo: Alunos do ensino fundamental que assistiram o espetáculo. Carga Horária: 2 horas (oficina única). INSTRUMENTO MUSICAL A PARTIR DE MATERIAIS RECICLÁVEIS Objetivo Geral: Proporcionar aos participantes a experiência de confeccionar e estilizar um instrumento musical, a partir de uma garrafa pet. Objetivos Específicos: Transformar um material reciclável em algo artístico e ecológico. Explorar materiais e técnicas de construção de um instrumento musical. Estimular a criatividade na estilização do instrumento musical. Conteúdo/Metodologia:Integração dos participantes por meio de jogo teatral, explorando a conexão em grupo. Transformação de materiais recicláveis. Técnicas básicas para montagem e estilização do material. Apresentação final dos instrumentos produzidos pelos participantes. Público-Alvo: Crianças de escolas públicas, com idades entre 7 e 11 anos. Carga Horária: 2 horas por oficina, distribuídas em 1 encontro de 2 horas cada. CONFECÇÃO DE MALABARES COM GARRAFAS PET Objetivo Geral: Desenvolver nos participantes as habilidades necessárias para a criação e construção de swing poi malabares, abordando aspectos técnicos, artísticos e criativos por meio do uso de materiais reciclados Objetivos Específicos: Ensinar as crianças a utilizar materiais recicláveis para criar instrumentos malabares. Desenvolver habilidades manuais e de coordenação motora. Estimular a criatividade na decoração e personalização do equipamento. Apresentar técnicas básicas de manipulação de swing poi. Promover a conscientização ambiental por meio da reutilização de materiais. Conteúdo/Metodologia: Explicação sobre o que é o swing poi malabares e a sua origem. Conversa breve sobre a importância da reciclagem e como podemos transformar objetos simples em instrumentos divertidos e criativos. Passo a Passo da Confecção dos Swing Poi Os oficineiros farão previamente um pequeno corte feito com estilete e um furo na tampa e no fundo, separando a parte de cima e a parte de baixo descartando o meio da garrafa. Cortar a parte superior e inferior da garrafa (o gargalo e o fundo) usando tesouras a partir do pequeno corte prévio. Encaixar uma parte na outra e formar a base para o “peso” do poi. Preencher o interior dessa garrafa com algumas pedrinhas do pátio (em torno de 4) Medir cerca de 2 metros de barbante para cada participante. Cortar o barbante e dar um nó grande em uma das extremidades para que ele fique preso na garrafa. Passar a outra extremidade do barbante pela tampa da garrafa e fazer outro nó para garantir que o barbante fique firme e não saia da garrafa. Com os retalhos de tecidos coloridos fazer uma cauda com várias tiras. A cola colorida pode ser usada para criar desenhos ou personalizar a garrafa. As lantejoulas podem ser aplicadas por cima do tecido para dar brilho e um efeito visual interessante. Deixar as garrafas secarem por alguns minutos, se necessário, para que a cola fique bem fixada. Após a confecção, testar os swing poi. Praticar o movimento básico de balanço e giro, ajustando o comprimento do barbante se necessário para mais conforto e controle. Encorajar os alunos a personalizar a movimentação dos seus poi, ajudando a corrigir posturas ou dando dicas para melhorar a coordenação motora. Ao final da oficina, reúna todos os participantes e peça que compartilhem suas experiências e mostrem seus swing poi prontos. Público-Alvo: Estudantes de escolas públicas, com idades entre 7 e 12 anos. Carga Horária: 1 encontro de 2 horas por oficina. PROFESSORES Conteúdo Programático das Oficinas Oficina de formação para professores: ‘Ativar a permissão do Brincar’ Objetivo Geral: Nesta capacitação, através do brincar, pretende-se provocar e estimular os docentes a adentrar um universo lúdico, permitindo assim, um olhar sensível de escuta e de presença para os movimentos da sala de aula. Objetivos Específicos: Experienciar e estimular o brincar; Provocar a criatividade; Sensibilizar escuta e a presença; Vivenciar momentos de integração e partilha; Realizar acompanhamento online mensal para troca de experiências e apoio continuado aos professores. Conteúdo/Metodologia:Dinâmicas práticas de consciência corporal; Exercícios teatrais de escuta e presença; Criação de cenas curtas com situações diversas do universo escolar e o que ele envolve; Reflexão sobre as vivências realizadas direcionando um olhar atento a realidade escolar e seus desafios; Encontros virtuais mensais de acompanhamento e mediação das práticas desenvolvidas. Necessidades: balões coloridos redondos; canetinhas coloridas; papel pardo (2m); caixa de som com bluetooth; espaço grande com cadeiras no mesmo número de participantes; participantes com roupas confortáveis e de preferência usar também tênis confortável (roupas que possibilitem atividades físicas sem exposição). Público-Alvo: Docentes da rede pública Carga Horária: 4 horas presenciais e 2 horas mensais online (durante 4 meses) para acompanhamento e partilha das experiências vivenciadas. Totalizando 12 horas de formação.
ESPETÁCULO Acessibilidade para pessoas com deficiência física: Caso haja algum participante com deficiência física, os locais previstos para a realização do espetáculo serão escolhidos considerando acessibilidade, priorizando ambientes planos, sem desníveis ou obstáculos. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Caso haja algum participante com deficiência auditiva, serão contratados profissionais de tradução simultânea em libras para realizarem as devidas adaptações. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Havendo necessidade, monitores capacitados para tal deficiência serão disponibilizados Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Havendo necessidade, na hipótese de Pessoa com TEA e PcD intelectual, o projeto prevê a contratação de monitoria especializada para acompanhamento. OFICINAS Acessibilidade para pessoas com deficiência física: Caso haja algum participante com deficiência física, os locais previstos para a realização das formações serão escolhidos considerando acessibilidade, priorizando ambientes planos, sem desníveis ou obstáculos. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Caso haja algum participante com deficiência auditiva, serão contratados profissionais de tradução simultânea em libras para realizarem as devidas adaptações. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Havendo necessidade, monitores capacitados para tal deficiência serão disponibilizados Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Havendo necessidade, na hipótese de Pessoa com TEA e PcD intelectual, o projeto prevê a contratação de monitoria especializada para acompanhamento.
As medidas que serão adotadas conforme artigo 47 da IN 23/2025 são: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; Além disso, é importante ressaltar que o projeto é totalmente gratuito.
Grupo Tribu Di Arteiros – PROPONENTE, COORDENADOR GERAL E RESPONSÁVEL PELA GESTÃO TÉCNICO ADMINISTRATIVA DO PROJETO A Tribu Di Arteiros, nasceu em Morro Reuter/RS em setembro de 2010, primeiramente como um grupo de treinamento focado no trabalho do ator, se consolidando como uma companhia de teatro produtora e de intervenções artísticas. Fundado por Rosmeri Lorenzon (DRT 10221), atriz, diretora e professora de teatro graduada pela UERGS – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, a Tribu tem sua sede atualmente localizada no município de Feliz/RS e une diversos artistas parceiros para os projetos. No repertório de intervenções, os arteiros e arteiras contam com números de perna de pau, malabares, escultura em balão, recreação com palhaço, pirofagia e pintura de rosto. Em paralelo a essas atividades, a Tribu conta com os espetáculos vivências Trilha Literária desde 2012, Trilha Natalina e Trilha Pascolina, onde personagens destes universos lúdicos ganham vida para contar suas histórias. Entre outras Trilhas e espetáculos temáticos sob encomenda de empresas e eventos. Em 2011, o grupo estreou seu primeiro espetáculo, o Infantil “Todos Por Uma Coisa Só”. Já em 2013, o grupo levou ao palco o seu segundo espetáculo, “Remotê Controlê”. Com eles, a Tribu já conquistou mais de 60 prêmios. O grupo também já participou do Festival Nacional de Ipitanga de Teatro, na Bahia, do 3º Encontro Internacional de Palhaços da Coxilha em Santa Maria/UFSM, realizou uma turnê com o SESC pelo projeto Teatro à Mil e representou o Brasil na Muestra Internacional de Teatro de Canelones, no Uruguai. Em 2017 estreou seu terceiro espetáculo, “Tcha Tchu, Gravando!”, que segue em repertório. Em outubro de 2022, estreou o espetáculo “Estação Tac Tic”, um solo na linguagem clownesca com atuação de Rosmeri Lorenzon que foi vencedor, na categoria infantil, do festival Capão em Cena, em maio de 2023 e vencedor do Festival Mulheres na Comédia, em agosto de 2023. O grupo possui também o Projeto “Extensão do Fazer Teatral da Tribu”, ministrando aulas de teatro nas cidades de Três Coroas, Dois Irmãos, Bom Princípio, Ivoti e Sapiranga. Em 2020, adaptou as aulas para o formato remoto e criou o projeto “Teatro Como Respiro na Quarentena”, possibilitando o acesso ao Teatro para crianças, jovens e adultos, além do intercâmbio entre participantes de diferentes lugares do Brasil. Em 2021, estreou espetáculo de Natal, o espetáculo Presente, O Comboio Artístico Natalino e os Duendes da Alegria, que já circularam por diversas cidades do RS, fazendo parte de grandes eventos Natalinos, entre eles o Natal dos Anjos de Dois Irmãos/RS. O grupo construiu, por dois anos consecutivos, esquetes teatrais para o Senar RS, integrando a extensa programação da Expointer em seu estande. ROSMERI LORENZON - DRT 10221: ATRIZ DO ESPETÁCULO É atriz, palhaça, poetiza, professora, produtora e diretora de teatro, graduada em Teatro pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul- UERGS/2009. Realizou diversos cursos de aperfeiçoamento em teatro com profissionais renomados como: Sayonara Pereira (São Paulo), Renato Ferracini (São Paulo), Tatiana Cardoso (Montenegro/RS), Adriane Mottola (PoA/RS), Tiche Vianna (São Paulo), Donatella Pau e Antonio Murro (Itália), Marcelo Bulgarelli (POA/RS), Ana Cristina Colla, Ricardo Puccetti e Naomi Silman (Campinas/SP), Esio Magalhães (São Paulo), Gilbert Diniz (MG) e também em cinema com Christian Duurvoort (São Paulo). É fundadora e produtora do grupo de teatro Tribu Di Arteiros (fundado em 2010). Criadora do projeto “Extensão do Fazer Teatral da Tribu”, levando aulas de teatro para cidades do interior do estado(RS). Em 2020, Rosmeri adequou suas aulas para o formato remoto, diante da Pandemia, idealizando o projeto “Teatro Como Respiro na Quarentena”, integrando adultos e crianças de diversos lugares do Brasil. É pesquisadora no universo clownesco e circense atuando, atualmente no espetáculo “Tcha Tchu, Gravando!” e o solo “Estaçao Tac Tic”, o qual foi venceu como melhor espetáculo nos festivais de Capão em Cena (Capão da canoa/RS) e Mulheres na Comédeia (NH). Rosmeri, escreve poesias desde 2013 e tem seus escritos publicados em suas redes sociais, com alguns projetos unido o audiovisual no período pandêmico. Professora do Instituto Ivoti, atua na educação básica atualmente, já tendo atuado no Ensino Superior, integrando o curso de alemão (IFPLA), no projeto de Extensão. Em 2021, também criou o projeto “Vivências Workshop”, que teve sua primeira edição on-line, de forma independente, atingindo um público variado de profissionais de diversas áreas, com foco em Desinibição, Oratória, Expressividade e Comunicação. Em 2021 teve sua trajetória reconhecida através do prêmio “Trajetórias” da Lei Aldir Blanc. Acumula em seu acervo, alguns prêmios de melhor atriz e direção, pelos festivais do interior do estado. AMORA PRODUÇÕES CULTURAIS – PRODUÇÃO EXECUTIVA A Amora busca a realização de projetos culturais que tenham impacto social e ambiental positivo e que contribuam para o desenvolvimento das regiões beneficiadas, fomentando a descentralização dos bens culturais e estimulando a capacitação profissional e a geração de renda, bem como criando novas plateias para o mercado cultural. Em 9 anos de atuação, a produtora tem mais de 50 projetos aprovados, beneficiando mais de 300 mil pessoas em mais de 150 cidades. Ela tem como foco, trabalhar pautada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de atender às premissas do ESG. Entre os últimos trabalhos executados, estão os projetos: Bi-Bi: Biblioteca itinerante (2023, 2024, 2025 - Várias cidades), Blitz da Alegria (2023, 2025 - Várias cidades), A Arte de Bordar (2022, 2023, 2024, 2025 - Várias cidades), Comunica: potencializando culturas locais (2023 – Campinas), Impulso: viajando pelo mundo (2023 - Várias cidades).
Encaminhado ao perito para análise técnica e emissão de parecer.