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Este projeto busca viabilizar a montagem e a temporada do espetáculo teatral A BIBLIOTECA, idealizado pela atriz Lissandra Cortez, texto inédito de Nanna de Castro e direção de Carlos Gradim, propondo uma reflexão sobre as singularidades humanas frente aos impactos e as potencialidades da inteligência artificial e da expansão tecnológica. Prevê ainda a realização de um ciclo de debates e uma oficina denominados "tecnologia e criação cênica", estimulando uma reflexão crítica sobre o papel da arte na era digital.
Em um futuro remoto, seres humanos são cuidados e controlados pela inteligência artificial e vivem monitorados através de biochips implantados em seus corpos por um Sistema baseado em algoritmos. Lívia, uma mulher em depressão com fortes ideações suicidas, é levada pelos algoritmos a entrar, através de um simulador, no metaverso chamado A BIBLIOTECA. Neste metaverso, que simula uma biblioteca real do passado, o avatar de Lívia é recebido pela anfitriã Betty: uma inteligência artificial sofisticada, criada a partir das memórias de um ser humano considerado “admirável” pelo Sistema.Ao longo de sua permanência nesse ambiente digital, Lívia mergulha em textos filosóficos e poéticos enquanto divide com Betty suas angústias existenciais em relação a seguir viva na dimensão humana. O que ela não sabe é que o Sistema analisou todos os seus dados e escolheu essa inteligência artificial para recebê-la, por conter memórias capazes de evitar sua morte.O que surge desse encontro entre uma consciência humana em crise e uma inteligência artificial alimentada por memórias reais é um grande embate acerca do real valor da existência humana e do impacto do que acreditamos na criação cotidiana das nossas vidas.
OBJETIVOS GERAISEste projeto busca realizar a montagem e a temporada do espetáculo teatral inédito A BIBLIOTECA, na cidade de São Paulo, com texto de Nanna de Castro, direção de Carlos Gradim e elenco formado pelas atrizes Lisandra Cortez e Débora Gomez. O projeto tem como finalidade estimular a criação, a difusão e o acesso à produção teatral brasileira contemporânea, contribuindo para o fortalecimento da cadeia produtiva das artes cênicas, a formação de público e a democratização do acesso à cultura, em consonância com os objetivos previstos no Art. 3o. do Decreto n o 11.453/2023 e no Art. 1o. da Lei 8.313/91.Além disso, o projeto também tem como finalidade estimular o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação, ao buscar a realização de uma oficina e de um ciclo de debates denominados "tecnologia e criação cênica", estimulando a reflexão crítica sobre o papel da arte na era digital.OBJETIVOS ESPECÍFICOS_realização de todas as etapas de produção do espetáculo A BIBLIOTECA, de acordo com cronograma de execução; _realização de 28 apresentações presenciais na cidade de São Paulo, que garantam acesso gratuito ou preços populares, conforme as diretrizes de democratização do acesso à cultura previstas na Lei Rouanet; as apresentações devem ocorrer em um espaço com, no mínimo, 125 lugares, atendendo diretamente um público de 3.500 pessoas;_produção e divulgação de conteúdo em plataformas digitais, ampliando o alcance do projeto, a partir do diálogo entre arte e tecnologia.contrapartidas:_um ensaio aberto do espetáculo A BIBLIOTECA, gratuito, destinadas a estudantes de artes cênicas, escolas públicas e instituições do terceiro setor de áreas relacionadas ao tema do espetáculo, atendendo um público mínimo de 125 pessoas;_um ciclo de debates "tecnologia e criação cênica", composto por 2 encontros, com a participação do elenco e integrantes da equipe de criação e 2 convidados das áreas de filosofia, tecnologia e/ou neurociência, atendendo um público total de 250 pessoas;
Alexa, Chat GPT, MidJourney, robotização das profissões, carros autônomos, atores falecidos recriados em vídeo: diferentes formas de inteligência artificial avançam rapidamente sobre nossas vidas. Seus impactos e potencialidades são enormes, assim como suas implicações e consequências na forma como vivemos e principalmente nos relacionamos. O teatro, com sua potência fundada no encontro presencial entre plateia e atores, não pode se ausentar desta profunda e urgente reflexão: quais são os limites éticos, sociais e culturais do avanço da inteligência tecnológica e quais singularidades humanas nos salvarão para que esta história possa, quem sabe, ter um final feliz?Sobre o Proponente: Lisandra Cortez, nome artístico de Lisandra Cristina Ribeira Parede, é atriz profissional e idealizadora do projeto "A Biblioteca", possuindo mais de 20 anos de experiência nas artes cênicas, com atuação consolidada tanto no teatro quanto no audiovisual.Ao longo de sua trajetória, participou de produções relevantes em emissoras de grande alcance nacional, como SBT e Record TV, integrando elencos de novelas de ampla audiência. No cinema, foi reconhecida com o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival Internacional de Cinema Cristão (FICC), evidenciando sua consistência artística e reconhecimento no setor.No projeto "A Biblioteca", Lisandra Cortez exerce dupla função: como idealizadora — sendo responsável pela concepção juntamente do diretor Carlos Gradim — e como atriz integrante do elenco da obra.A artista é representada pela Circe Produções Artísticas e Culturais, empresa de sua titularidade, responsável por sua gestão profissional, bem como pela formalização de sua participação no projeto, incluindo aspectos administrativos e contratuais. A Circe Produções atua, portanto, como proponente executora vinculada à artista, assegurando a adequada estruturação e viabilização de sua atuação no projeto.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;O espetáculo é concebido com caráter inclusivo e acessível, buscando oferecer ao público uma experiência artística que promova representação, identificação e reflexão crítica sobre temas contemporâneos. Ao abordar as relações entre humanidade e tecnologia, a obra amplia o acesso simbólico e intelectual à cultura, permitindo que diferentes grupos sociais possam usufruir de seus direitos culturais.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;O projeto valoriza a criação teatral brasileira contemporânea, ao reunir artistas reconhecidos, como a autora Nanna de Castro, a supervisora artística Yara de Novaes e o diretor Carlos Gradim. A montagem e temporada em São Paulo contribuirão para difundir a produção teatral independente, fortalecendo a cena artística e a circulação de bens culturais.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;Por meio de uma abordagem crítica e poética, o espetáculo dialoga com questões éticas, sociais e culturais que atravessam a sociedade brasileira atual, valorizando a diversidade de pensamento e expressão. Ao integrar artistas de diferentes origens e trajetórias, o projeto reafirma o compromisso com o pluralismo cultural e o respeito às múltiplas identidades que compõem o país.IX - priorizar o produto cultural originário do país;A BIBLIOTECA é uma obra teatral inédita brasileira, concebida, escrita e produzida no país, com equipe técnica e artística integralmente nacional, contribuindo para o fortalecimento e a projeção das artes cênicas brasileiras.Além disso, A BIBLIOTECA contribui diretamente para o alcance dos objetivos previstos no Art. 3º da referida Lei, especialmente:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
contrapartidas:_um ensaio aberto do espetáculo A BIBLIOTECA, gratuito, destinadas a estudantes de artes cênicas, escolas públicas e instituições do terceiro setor de áreas relacionadas ao tema do espetáculo, atendendo um público mínimo de 125 pessoas;_um ciclo de debates "tecnologia e criação cênica", composto por 2 encontros, com a participação do elenco e integrantes da equipe de criação e 2 convidados das áreas de filosofia, tecnologia e/ou neurociência, atendendo um público total de 250 pessoas; O proponente será remunerado pelas rubricas de : Atriz e remuneração para captação de recursos
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:duração: 90 minutoslocal: São Paulo - SPespaço de realização: teatro com capacidade mínima de 125 espectadoresquantidade de ensaios abertos: 1quantidade de apresentações: 28 apresentações indicação etária: 14 anosCICLO DE DEBATES:composição: 2 debates presenciais local: São Paulo - SPduração de cada debate: 90 minutoscapacidade de público: mínimo de 125 pessoasOFICINA:duração: 16 horasnúmero de encontros: 4 local: São Paulo - SPnúmero de participantes: 20 pessoas
ESPETÁCULO:acessibilidade física:o projeto será realizado em espaços que garantam o acesso e permanência de pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida, bem como idosos; tais espaços contarão em suas instalações com: rampas e/ou elevadores de acesso, instalações de sanitários para pessoas com necessidades especiais e espaços na plateia específicos para cadeirantes; acessibilidade de conteúdo:pessoa com deficiência visual: as apresentações contarão com os serviços de audiodescrição; pessoa com deficiência auditiva: as apresentações contarão com tradução em libras;pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações: as apresentações contarão com monitores para atendimento específico; CONTRAPARTIDAS SOCIOCULTURAIS: ciclo de debates:acessibilidade física:a atividade será realizada em espaço que garanta o acesso e permanência de pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida, que contemplem em suas instalações: rampas e/ou elevadores de acesso, espaços específicos para cadeirantes e banheiros adaptados aos portadores de deficiências físicas;acessibilidade de conteúdo:pessoa com deficiência visual: a atividade contará com audiodescrição;pessoa com deficiência auditiva: a atividade contará com intérprete de libras;pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações: a atividade contará com monitores para atendimento específico; oficina:acessibilidade física:a atividade será realizada em espaço que garanta o acesso e permanência de pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida, que contemplem em suas instalações: rampas e/ou elevadores de acesso, espaços específicos para cadeirantes e banheiros adaptados aos portadores de deficiências físicas;acessibilidade de conteúdo:pessoa com deficiência visual: uma monitoria capacitada estará responsável pelo acompanhamento, a partir da solicitação dos inscritos;pessoa com deficiência auditiva: uma monitoria capacitada estará responsável pelo acompanhamento, a partir da solicitação dos inscritos;pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações: uma monitoria capacitada estará responsável pelo acompanhamento, a partir da solicitação dos inscritos; Serão produzidos materiais digitais com símbolos de acessibilidade, tanto para as apresentações quanto para as contrapartidas socioculturais.
O plano de distribuição de A BIBLIOTECA está previsto conforme Art. 46 da Instrução Normativa 02/25, a saber: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00. Na bilheteria serão praticados os valores de R$ 100,00 (entrada inteira) e R$ 50,00 (meia entrada). Em atendimento ao Art. 42 da Instrução Normativa 29/26, o projeto prevê as seguintes atividades:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;As edições audiovisuais do espetáculo, do ciclo de debates e da oficina serão disponibilizadas gratuitamente, por tempo determinado, em plataforma digital, sob demanda.V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Serão realizadas gratuitamente as atividades: ensaio aberto, ciclo de debates e oficina.
FICHA TÉCNICAtexto: Nanna de Castrodireção: Carlos Gradimelenco: Débora Gomez e Lisandra Cortezcenografia: André Cortezmúsica original: Morris Picciottodireção de produção: Marlene Salgadocoordenação artística: Yara de NovaesIdealização e coordenação do projeto: LISANDRA CORTEZCARLOS GRADIM - direção: Atua há mais de 30 anos no teatro e nas artes cênicas. Iniciou sua trajetória em 1987, no Curso de Formação de Atores do Teatro Universitário da UFMG, e ao longo dos anos aprimorou seus conhecimentos em diversas instituições, incluindo a Escola Russa de Arte Teatral GITIS, em Moscou. Fundador da Odeon Companhia de Teatro em 1996, Gradim dirigiu mais de 30 espetáculos, acumulando diversos prêmios, entre eles o Copasa/SIMPAR com Horácio (2013) e o Prêmio Sesc de Melhor Diretor com Amor e Restos Humanos (2001). Em 2023, idealizou e dirigiu a peça Quando a Noite Chegar e trabalhou ao lado de Lavínia Pannunzio na direção de Mãe e Filho, apresentada no Sesc Ipiranga. Sua peça Brian ou Brenda, dirigida em parceria com Yara de Novaes, está em cartaz há cinco anos, realizando turnês por diversas cidades do Brasil. Além de diretor e ator, Carlos Gradim é publicitário e realizador cultural. Ocupou cargos de destaque, como a coordenação da Escola de Teatro CEFAR/Palácio das Artes e a gerência do Circuito Cultural Praça da Liberdade, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte. Foi também responsável pela coordenação de importantes festivais, como o Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT-BH) e o Festival Internacional de Arte Negra (FAN). Gradim desempenhou papel fundamental na gestão do Museu de Arte do Rio (MAR), onde atuou como diretor entre 2012 e 2019. Como Diretor-Presidente do Instituto Odeon, esteve à frente da concepção e da implementação de relevantes políticas culturais e artísticos. NANNA DE CASTRO - dramaturgia: É psicóloga, escritora, roteirista de cinema e TV, autora teatral e mentora de comunicação de executivos. No cinema, ganhou o Kikito de Melhor Roteiro no Festival de Gramado com o curta Eu Te Darei o Céu, além dos prêmios de Melhor Roteiro na Jornada Internacional de Cinema da Bahia e no Festival de Curtas de Santos com o curta A História Real. Seu primeiro longa-metragem, O Novelo, venceu como Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival de Cinema de Gramado 2021 e recebeu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles (LABRFF) em 2022. Na televisão, atuou na TV Globo, TV Cultura e RTP Portuguesa. Foi também premiada como autora teatral, com peças encenadas em diversas cidades brasileiras e em Portugal. Seu texto infantil Vô Doidim e os Velhos Batutas foi indicado ao Prêmio Coca-Cola em 1999, enquanto O Menino que Virou História recebeu o Prêmio Usiminas de Melhor Dramaturgia em 2005.Em 2022, conquistou o 1º Prêmio Prio de Comédia com a peça As Mulheres, os Hormônios e Eu. Já em 2024, recebeu os prêmios Bibi Ferreira e APCA como autora da peça O Vazio na Mala. É também autora dos livros Perverso (Editora Massao Ohno), Só as Magras e Jovens São Felizes (Editora Paulina) e O Céu Não É um Lugar (Editora Chiado).DÉBORA GOMES - interpretação: Formou-se em Teatro pela PUC Minas (2002) e em Psicologia pela FMU-SP (2014). Atua como psicóloga na Clínica Muzy, com aprimoramento nas problemáticas alimentares e na abordagem EMDR. No teatro, foi premiada como Melhor Atriz pelo espetáculo O Menino que Virou História (2005 - Prêmio Simparc/MG). Em São Paulo, integrou os espetáculos A Menina que Entra em Livros, com direção de Juliano Barone; A Serpente, com direção de Yara de Novaes; La Mamma, direção de Carlos Arthur Thirré; Decifra-te ou Me Devora, direção de Elias Andreato; Não Sou Bistrô, direção de Léo Stefaninni; e Cordel do Amor Sem Fim, com direção de Daniel Alvim. No cinema, recebeu o Prêmio de Melhor Atriz pelo longa-metragem Fronteira (2008 – Prêmio Araucária de Ouro, Festival de Curitiba/PR). Participou da Oficina de Atores da Rede Globo e atuou em novelas do SBT e da Record. Atualmente, integra o elenco da série O Picapau Amarelo (SBT e Disney Plus), no papel de Emília. Como educadora, ministra aulas de teatro na FAAP, Incenna Escola de Artes e Escola Wolf Maya.LISANDRA CORTEZ - Idealizadora, coordenadora e parte do elenco do projeto: É atriz com mais de 20 anos de experiência em teatro, televisão e cinema. Formada em audiovisual – rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo, aprimorou-se na Oficina de Atores da Globo e no Ateliê de Artes e Ofícios. No cinema, integrou o elenco de A Herdeira (2025), Mamonas Assassinas - O Impossível Não Existe (2024) e O Retorno II (2022). Na televisão, participou das produções As Aventuras de Poliana e Chiquititas (SBT), Rebelde e Chamas da Vida (Record TV). Nos palcos, atuou em A Megera Domada (dir. Isser Korik), Não Nem Nada (dir. Vinicius Calderoni) e Tristão e Isolda (dir. Vladimir Capella). Como professora, ministra aulas de teatro nas escolas Incenna e Band NCA. MARLENE SALGADO - produção: Atua na área de produção cultural, especificamente com o teatro, na cidade de São Paulo, há mais de 25 anos, tendo iniciado sua trajetória com a companhia de teatro de animação Pia Fraus. Ao longo de sua história, coordenou temporadas nacionais e internacionais (Colômbia, Uruguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Bélgica) de grupos paulistanos, trabalhando com reconhecidos diretores, atores, equipes técnicas, de criação e comunicação, que contribuíram significativamente na construção da sua trajetória. Dentre suas principais ações, destaca-se a produção executiva dos projetos coordenados por Paulo Pederneiras e Naum Alves de Souza na "Mostra do Redescobrimento", em 2000; a idealização e coordenação de produção do projeto "Pano de Roda", selecionado no “1° edital do Programa Petrobras Artes Cênicas”, que em 2002 viabilizou apresentações teatrais em 20 cidades das regiões centro-oeste, sudeste e sul do país. Em 2004, coordenou a produção do livro "Circo Nerino", de Roger Avanzi e Verônica Tamaoki, indicado ao prêmio “Jabuti”; participou ainda do comitê executivo do "Fórum Cultural Mundial", realizado na cidade de São Paulo. Atuando com diferentes parceiros, produziu diversos espetáculos teatrais, dentre eles: "Centro Nervoso" (2006), "O Incrível Menino na Fotografia" (2007) e "Literatura Contemporânea" (2008), todos autoria e direção de Fernando Bonassi; "O Idiota - uma novela teatral" (2010), direção de Cibele Forjaz, baseado na obra homônima, de Fiódor Dostoiévski; "Édipo"(2011), direção de Elias Andreato; "Pais e Filhos" (2012), direção do encenador russo Adolf Shapiro; "Ensaio"(2013), texto e direção de Leonardo Moreira. Em 2013, coordenou a produção da mostra que reuniu os espetáculos do Grupo 3 de Teatro, dirigidos por Yara de Novaes e Aderbal Freire Filho. Em 2014, dirigiu a produção em São Paulo do espetáculo "Do Tamanho do Mundo", projeto com idealização e atuação de Mateus Solano. Em 2015, coordenou a produção de estreia de "Maria que virou Jonas", direção de Cibele Forjaz e de "O Capote", direção de Yara de Novaes. É produtora dos espetáculos “Tiros em Osasco” (2016), direção de Yara de Novaes; “Uma Espécie de Alasca” (2015), de Harold Pinter, e “Marte”(2017), de Silvia Gomez, ambos direção de Gabriel Paiva; “Dostoiévski Trip” (2017), do autor russo Vladímir Sorókin, direção de Cibele Forjaz; “Que Monstro te Mordeu? (2018), adaptação para o teatro da série de TV escrita por Cao Hamburger e Teodoro Poppovic, vencedor do Prêmio APCA de Melhor Espetáculo de Animação. Em 2019, coordenou a produção de estreia e circulação do musical “Casa de Brinquedos”, músicas de Toquinho, e do espetáculo teatral “A Verdadeira História do Barão”, texto e direção de Marcelo Romagnoli. Em abril de 2020, estrearia espetáculos inéditos da mundana companhia e Companhia da Memória, no Rio de Janeiro e São Paulo: “Guerra em Iperoig”, da mundana companhia, foi adaptado para transmissões online ao vivo e “As Três Irmãs” e “A Semente da Romã”, da Companhia da Memória, tiveram seus processos de montagem produzidos no formato audiovisual. Em 2021, idealizou e produziu o ciclo audiovisual “Abismos de Dostoiévski”, com apresentações de trechos da obra do autor, criadas por 6 diferentes equipes, com curadoria de Elena Vássina e diretores e atores como Cibele Forjaz, Yara de Novaes, Vadin Nikitin, Rômulo Braga, Celso Frateschi e Matheus Nachtergaele. Em 2022, produziu o projeto “O Teatro de Onde eu Venho”, envolvendo a produção dos espetáculos “O Canto do Cisne” e “Gongorê”, ambos com Celso Frateschi, além de oficina e debates sobre o teatro paulistano, recuperando seus últimos 50 anos de história. Entre 2022 e 2024, coordenou a equipe de produção do projeto Novo Anhangabaú, no Vale do Anhangabaú, desenvolvendo uma programação gratuita pautada na diversidade cultural.
Encaminhado ao perito para análise técnica e emissão de parecer.