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PRONAC 2512798Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Curupira: Arte e cultura da Amazônia

ARTH PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 846,8 mil
Aprovado
R$ 846,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2026-12-01
Término
2028-08-31
Locais de realização (4)
Abaetetuba ParáBelém ParáCastanhal ParáMoju Pará

Resumo

O Projeto visa realizar o Festival Curupira: Arte e cultura da AmazôniaRealização de ato-show com apresentação de espetáculo teatral, interação lúdica, bonecão Curupira e jingle do projetoRealização de palestra lúdica "Histórias de curupira", com distribuição do Livro "O defensor da floresta"Vivência sensorial em arte "A trilha curupira"Realização de Mostra de cinema ambiental

Sinopse

1) produto ATO-SHOWPrimeira ação do Festival, o ato-show de abertura terá um palhaço cerimonialista, que fará “interação lúdica”, por meio de jogos e brincadeiras com o público infanto-juvenil, familiares, comunidade escolar, envolvendo diretamente a comunidade no processo de sensibilização. Na programação teremos uma apresentação do espetáculo “O defensor da floresta”, baseado no livro infantil de mesmo título, que traz a encantaria do Curupira para os palcos. Para atrair a atenção e tornar a mensagem lúdica, criaremos um “bonecão do Curupira”, mascote que vai interagir com o público a todo instante, tratando sobre questões como conservação da floresta viva, saberes indígenas e sustentabilidade. Animando os intervalos e interações, teremos um “jingle do projeto”, especialmente criado abordando temáticas em torno do Curupira.A interação lúdica, feita por um palhaço cerimonialista, segue (e quebra) os protocolos de cerimoniais, apresentando os momentos, atrações e pessoas que ocuparem o palco, além de realizar ações interativas livres, baseadas em jogo de improviso direto com o público e espaços. Teremos falas de convidados para a abertura do Festival e também atrações das escolas participantes.O espetáculo teatral traz a narrativa do curupira feita sob a perspectiva de três palhaços contadores de história, que, de forma dinâmica, se revezam entre diversos personagens, imprimindo ao espetáculo um tom cômico e completamente lúdico, incluindo cena com teatro de bonecos. Em cena, os “clowns” além de interpretarem, também cantam e declamam poesias. A faixa etária é livre.Teremos ainda a especial apresentação do nosso bonecão mascote “Curupira”, um boneco fantasia produzido especialmente para o projeto, vestido por ator/manipulador com experiência na interação com público infantojuvenil e que irá animar o público, tanto no palco, quanto nos registros fotográficos. Neste sentido, teremos um “ambiente instagramável” com a identidade e marcas do projeto.2) produto PALESTRA LÚDICANossa programação contará com a palestra lúdica “Histórias de Curupira”, dentro das escolas, relacionando as narrativas ancestrais do encantado Curupira com mudanças climáticas, suas causas e consequências e a relação com a conservação da floresta Amazônica e seus povos. A palestra show terá um palhaço como grande mediador do diálogo, com uma condução por meio de cenas teatrais, mágicas, música, vídeos e claro, muita interação com o público. O intuito é reforçar os aprendizados e demonstrar como a sociedade pode contribuir para o enfrentamento à crise ambiental em seu cotidiano.Ao final, teremos um breve bate papo com José Arnaud, autor do livro “O defensor da floresta”, falando sobre sua relação com o ser encantado e da realidade da comunidade ribeirinha que inspirou a produção do livro, além, de tratar sobre produção literária e da linguagem diferenciada do livro.No livro Gibi “O defensor da floresta” o autor trabalha com as temáticas ambiental e cultural, trazendo como personagem central uma encantaria amazônica, o “Curupira”. Nessa história, um caçador passa por apuros no meio da floresta por desrespeitar a natureza. Na história aparecem elementos, objetos, costumes e forma de falar típicos do interior da Amazônia, assim como a marcante fauna e flora dessa região do Brasil. Para além da aventura mostrada na história, o livro gibi traz a oportunidade de novos olhares para a cultura dos chamados povos da floresta. Em um mix de linguagens, a publicação é composta por elementos da literatura infantil, assim como tem a presença de quadros e balões textuais próprios da linguagem dos gibis, imprimindo maior dinamicidade para a leitura textual e visual. Essa recriação permite atualizar a narrativa, incorporando preocupações contemporâneas — como a preservação ambiental e o respeito aos povos da floresta —, além de fortalecer o sentimento de pertencimento regional e nacional, mostrando que o Brasil se reconhece em suas múltiplas origens e narrativas.3) produto VIVÊNCIA SENSORIALUma ação estratégica do projeto é a Vivência sensorial em arte “Futuro é Ancestral – Arte e Saberes da Amazônia”, que se configura como uma grande aula pautada em experiências sensoriais dentro dos campos da Arte, Cultura Amazônica e Educação Ambiental. A ideia central é trazer uma abordagem diferenciada para tratar do tema: Saberes tradicionais dos povos da Amazônia e o viver em harmonia com a natureza, tomando como eixo norteador: O futuro é ancestral, conceito do escritor Ailton Krenak. O objetivo aqui é promover o contato sensorial e simbólico com os saberes e expressões artísticas dos povos da Amazônia, valorizando a diversidade cultural, o respeito aos conhecimentos tradicionais e a natureza, assim como, valorizar os povos indígenas, ribeirinhos e comunidades tradicionais amazônicos como guardiões de saberes que orientam a conservação do planeta, promovendo a reflexão crítica sobre a questão.4) produto MOSTRA DE CINEMA AMBIENTALNo final do último dia do Festival, entrando pela noite, teremos a Mostra cinema ambiental, com exibição de 5 curtas sobre meio ambiente e cultura amazônica, focando especialmente em curtas-metragens infanto juvenis que abordem a temática ambiental, a partir das vivências e experiências dos povos tradicionais e da floresta. Após a exibição, abriremos uma roda de conversa para dialogar sobre os aprendizados e dúvidas do público presente.

Objetivos

Objetivo Geral:1) O objetivo desse projeto é realizar o FESTIVAL CURUPIRA: ARTE E CULTURA DA AMAZÔNIAObjetivos Específicos:1) Produto ATO-SHOW COM TEATRO: show de abertura do festival, contemplando a apresentação de espetáculo teatral "O defensor da floresta", interação lúdica com palhaçaria, bonecão Curupira e jingle do projeto, com realização em 20 escolas públicas2) Produto PALESTRA LÚDICA "HISTÓRIAS DE CURUPIRA": criação de 01 palestra lúdica e realização em 20 escolas públicas.3) Produto VIVÊNCIA SENSORIAL EM ARTE "A TRILHA DO CURUPIRA": montagem de 01 aula expositiva, com elementos artísticos e realização em 20 escolas públicas.4) Produto MOSTRA DE CINEMA AMBIENTAL: seleção de 05 curtas metragens infantojuvenis, em 20 escolas públicas.5) CONTRAPARTIDA SOCIAL: todas as ações do projeto serão gratuitas ao público.

Justificativa

A Amazônia está no centro da política ambiental mundial. A COP 30, sediada em Belém do Pará, trouxe à tona a emergência do protagonismo dos povos amazônidas, tradicionais e da floresta, historicamente invisibilizados nessas discussões. Por isso, é necessário, cada vez mais, sensibilizarmos a nossa população, para que possamos de fato contribuir como agentes ativos, protagonistas das narrativas, com habilidades de criticar e apresentar soluções aos problemas que nos afetam diretamente. Precisamos desmistificar o imaginário do Norte Global de que somos menos capazes de discutir e contribuir para enfrentar a crise climática, pelo contrário, afinal, somos nós, por meio dos saberes ancestrais, os verdadeiros guardiões e protetores desse bioma que ocupa cerca de 60% do território brasileiro.A educação é a chave desse processo e as crianças os multiplicadores desses ensinamentos. Por isso, a importância de um projeto que visa a inserir as discussões dentro das escolas, sensibilizando crianças e adolescentes para serem também agentes críticos e conscientes de seu papel social no enfrentamento a esse problema. Nossos objetivos corroboram com o que preconiza a Base Nacional Comum Curricular (BNCC),que reconhece a educação ambiental como um tema fundamental e transversal. Em sua Competências, a BNCC propõe que os estudantes desenvolvam consciência crítica, atitudes responsáveis e valores voltados à sustentabilidade, à preservação dos recursos naturais e ao respeito à vida em todas as suas formas, promovendo o engajamento coletivo na construção de uma sociedade mais justa, solidária e ambientalmente equilibrada, em consonância com os princípios da cidadania e da ética. Em especial a Competência 3, conhecida como Repertório Cultural, tem o objetivo de desenvolver o senso estético, a sensibilidade, o respeito à diversidade, assim, como o Festival Curupira.O diferencial é estimularmos isso de forma lúdica e acessível, mostrando que esse é um assunto para todos os públicos e que todos merecem protagonizar essas narrativas, a partir de suas vivências e experiências. Conciliamos a arte e a educação ambiental no processo de ensino-aprendizagem, utilizando diferentes linguagens artísticas, como teatro, literatura e cinema e artes visuais, para nos aproximarmos do público e melhorarmos a compreensão a respeito de temas difíceis que permeiam a temática ambiental.Outro diferencial é a escolha do Curupira como a figura central das ações do nosso projeto. O Curupira é um ser encantado que protege as florestas contra invasores que querem derrubar as árvores, matar os animais e destruir a sociobiodiversidade do bioma. Ele faz parte das matrizes culturais indígenas que, por meio dos saberes ancestrais, nos ensinam a importância de manter a floresta viva. O Curupira aparece no projeto em vários formatos, como bonecão que vai intermediar o diálogo presencial com os públicos, no livro infanto-juvenil "O defensor da floresta", no espetáculo teatral, nas narrativas audiovisuais, na vivência sensorial e em toda a identidade visual do projeto, fortalecendo a imagem dessa figura e dos saberes indígenas.Acreditamos na democratização da arte-educação como meio de transformação social, principalmente a partir de um movimento de descentralização, com investimentos públicos em projetos focados em chegar às escolas públicas, às localidades periféricas, espaços potentes de produção e fruição artística, porém, marginalizados em seus aspectos políticos, sociais e culturais. O Festival Curupira é arte itinerante e mobilização socioambiental, em acordo com a Lei 8313/91, em seus incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Assim como, correspondendo ao Art. 3° da Lei 8313/91, I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; e II - fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

1) produto ATO-SHOWEstima-se que a duração total do ato-show seja de 1h30 horas.O espetáculo teatral “O defensor da floresta” tem duração média de 45 minutos.O bonecão mascote será produzido com materiais flexíveis, como tecido e esponja.O jingle será composto com ritmo regional da Amazônia e terá duração média de 3 minutos.2) produto PALESTRA LÚDICAA palestra lúdica terá duração total de 1h30, já incluindo o bate-papo e distribuição dos livros.O livro “O defensor da floresta” tem 32 páginas, no formado 21x23 cm, impresso em papel reciclato.3) produto VIVÊNCIA SENSORIALA Vivência sensorial em arte “Futuro é Ancestral – Arte e Saberes da Amazônia” é uma ação formativa, como uma aula de arte, em que trabalhamos a partir de um plano de aula, o qual norteia a construção dos diversos momentos e elementos que comporão a vivência. Para tanto, será montada, em cada escola, uma estrutura pré-moldada no formato de tenda esférica, refrigerada, onde estarão os elementos e obras utilizadas na vivência sensorial. Além de fotos, pinturas, vídeos e esculturas, também serão utilizados objetos naturais (sementes, folhas, pigmentos, tecidos, argila), ervas e frutas regionais e uma sonorização que remete aos ambientes e manifestações culturais da Amazônia.Duração: 1 horaFaixa etária: 7 a 15 anosÁrea: Arte / Cultura Amazônica / Educação AmbientalTema: Saberes tradicionais dos povos da Amazônia e o viver em harmonia com a naturezaEixo norteador: O futuro é ancestral (conceito de Ailton Krenak)Desenvolvimento da Aula Roteiro das Atividades1 - Boas-vindas e Círculo da Floresta2 - Fruição orientada3 - Atividade de criação e reflexão4) produto MOSTRA DE CINEMA AMBIENTALOs 5 filmes, selecionados após curadoria própria da organização do projeto, serão exibidos em um espaço preparado para a projeção, dentro da escola, como quadra ou ambiente aberto e servirão de base para posterior roda de conversa com o público.Cada exibição será livre, gratuita e terá duração média de 15 minutos, totalizando cerca de 1h30 de programação.

Acessibilidade

PRODUTO: ATO-SHOW DE ABERTURAMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados, piso tátil e área reservada para pessoas com deficiênciaMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescriçãoACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados e área reservada, fones abafadoresPRODUTO: PALESTRA LÚDICA “HISTÓRIAS DE CURUPIRA”MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados, piso tátil e área reservada para pessoas com deficiênciaMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescriçãoACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados e área reservada, fones abafadoresPRODUTO: VIVÊNCIA SENSORIAL “A TRILHA DO CURUPIRA”MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados, piso tátilMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição, elementos adaptados com sonsACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras, elementos adaptados com textosACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados e fones abafadoresPRODUTO: MOSTRA DE CINEMA AMBIENTALMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados, piso tátil e área reservada para pessoas com deficiênciaMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescriçãoACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados e área reservada, fones abafadores

Democratização do acesso

I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

José Arnaud - Coordenador geral/autor teatral (homem, cis, branco)Artista-pesquisador-professor. Graduação em Educação Artística; Mestrado em Artes; Doutorando em Educação. Tem experiência na área artística, com ênfase para a produção teatral e audiovisual, atuando desde 1998 com a linguagem da palhaçaria e atualmente como produtor cultural. Possui mais de 20 produções teatrais como ator, bonequeiro, diretor e autor, e mais de 40 produções em audiovisual, entre vídeos educativos, curta metragens ficção, documentários e institucionais. Tem experiência com produção de materiais educativos, livros e vídeos voltados ao público infanto-juvenil, sendo autor dos livros “O defensor da floresta” e “Lendas da Amazônia”. Foi coordenador geral da ONG Rádio Margarida e é CEO/diretor criativo da Arth Produções LTDA.Eugenia Moreira Melo - Produtora executiva (mulher, cis, branca)Artista atuante na área de fotografia, teatro de bonecos e teatro, além de arte educação. Graduada em Serviço Social e especialista em jornalismo, cidadania e políticas públicas. Atua desde 2001 na ONG Rádio Margarida, onde já esteve à frente da coordenação geral e secretaria, e atualmente exerce a função de gerente de projetos e produção executiva de teatro e audiovisual.Lorena Esteves - Coordenadora de comunicação (mulher, cis, branca)Graduada em Comunicação social – jornalismo; Mestrado, doutorado e pós-doutorado em Comunicação; Jornalista com ampla experiência em gestão e produção, desde 2006. Atuou como produtora no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), na ONG Rádio Margarida, na Rede Nazaré de Rádio e Televisão e na Basílica Santuário de Nazaré. Possui experiência em gestão, como presidente da Comissão Organizadora do Webinário Internacional Amazônia Negra (UFPA, 2020) e coordenadora da Assessoria de Comunicação da Secretaria dos Povos Indígenas (SEPI/PA, 2023). Experiência em organização de eventos acadêmicos e culturais.Antonan Coroa Arnaud - Assitente de produção (homem, cis, branco, PCD)Estudante de Bacharelado em Economia na UFPA. Possui experiência em assistência de produção em projeto pedagógico. Laercio Esteves - Designer gráfico e fotógrafo (homem, cis, pardo)Graduado em Publicidade; Especialização em Docência em Ensino Superior; Especialização em Semiótica e Cultura Visual; Prêmios: - Melhor Portfólio Publicitário – 2008 - Melhor Painel Publicitário -2008 - Melhor Direção de Arte - 2008. Fotógrafo, Filmmaker e Guitarrista na banda Móbile Lunar. Atuou como professor universitário por 14 anos nas disciplinas: Fotografia Publicitária, Fotojornalismo, Direção de Arte, Criação Publicitária, Campanha de Produtos, Computação Gráfica e Produção audiovisual.Charles Wesley - Ator e diretor (homem, cis, pardo)Licenciado em Educação Física; Especialista em Gerontologia; Curso de Formação de Ator; Curso de formação circense; Atua como professor de Teatro e Técnicas circenses; Participação, desde 1996, em 28 espetáculos como ator, bonequeiro, diretor e autor. Atua como palhaço desde o ano 2000.Glauce Pinto Ferreira - Atriz (mulher, cis, branca, PCD)Possui Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Pará e cursa Serviço Social na UNIFAVENI/Ead. No teatro desenvolve trabalho com atuação, direção, dramaturgia e professora. Possui experiência profissional em trabalhos como arte educadora e oficineira em projetos e escolas. Participou de diversos espetáculos como atriz e diretora, como "Terra Vista" e "A menina que dá com a cara nas paredes". Atua como palhaça desde 2019.Adelson Gonzaga - Ator (homem, cis, pardo)Formado no curso Técnico de Teatro, e há mais de 25 anos atua nas áreas da cultura e educação; Além de ator profissional, produtor cultural e encenador, desenvolve as funções de diretor, produtor de elenco, vídeo e set de gravação. Já produziu e dirigiu várias Rádios Novelas Educativas. Possui os cursos técnicos na área de iluminação cênica, sonoplastia e cenografia. Assinou a direção dos espetáculos Pinóquio, O Domador e seus animais abestados e Magnólia, assim como assistência de direção em diversos espetáculos teatrais da Paixão de Cristo. Atua com palhaço desde 2001.Rosangela Colares - Curadoria pedagógica (mulher, cis, indígena, PCD)Licenciatura Plena em Dança, mestrado em Ciências da Religião e Doutorado em Artes. É professora formadora de artes na Secretaria Municipal de Educação de Belém, e bailarina e coreógrafa com mais de 20 anos de atuação no cenário da dança em Belém, atuando como produtora cultural de espetáculos e eventos. Pesquisa processos de criação em artes, dança e memória.Fernanda de Cássia da Costa Freire Willy - Contabilidade (mulher, cis, negra)Bacharel em Ciências Contábeis, com especialização em Contabilidade para o 3º setor. Atua com: Contabilidade Terceiro Setor; Produção Executiva de projetos; Gestão de Projetos; Contabilidade Bancária; Balanço Financeiro; Prestação de contas MEC/SECAD Brasília 2008; Prestação de contas SICONV Brasília 2012, 2013 e 2015; Formação Leis de Incentivo desde 2009; Gestão de projetos audiovisuais.- São Paulo 2013 e 2019, Belém desde 2011.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.