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O projeto propõe a produção e publicação do quinto número da Revista Legítima Defesa, Uma Revista de Teatro Negro, produzida pela Cia teatral Os Crespos, desde 2014. Serão impressos 3.000 (três mil) exemplares, além de sua publicação online. O projeto, que visa ampliar o debate sobre teatro negro no cenário nacional e impulsionar a pesquisa e formação, propõe ainda a realização de oficina sobre a imprensa negra e as artes, debate com os colaboradores da revista e evento de lançamento, com distribuição de exemplares. A revista Legítima Defesa é a primeira revista de teatro negro do país, onde artistas e grupos de todo território nacional encontram espaço de discussão estética aprofundada e materiais de pesquisa específica.
“O teatro está fazendo uma espécie de destruição de dentro. Vocês estão colocando em xeque, vocês não estão apenas usando o teatro para dizer que tem racismo, que o mundo é racista, você diz para o próprio teatro: as regras tem que ser outras... então tem muita efervescência, que não é só efervescência de fazer da expressão artística objeto de denúncia do racismo, mas, a própria expressão artística é que é denunciada. O teatro negro resolveu dar mais uma volta no parafuso… Não é apenas uma reivindicação de corpos negros no teatro, não é apenas por mais edital, é outra coisa, é consolidar ainda mais a perspectiva de um teatro negro.” (Rosane Borges - As Funções da Arte Negra no Desmanche - Revista Legítima Defesa, 2021. Ano 8, N°4) O teatro negro tem produzido uma cena brasileira bastante diversificada e pungente em todo o país, no entanto, a pesar de mais de 120 anos de história, esse teatro ainda encontra dificuldades de acesso à informações sobre sua produção histórica e à discussão crítica dos trabalhos desses grupos e artistas. A produção teatral negra abriu espaços no cenário cultural nos últimos 20 anos, explorando temas e estéticas que discutem as relações de sociabilidade racial e os impactos da escravidão e do racismo em nossa vida, assim como ampliou olhares para cena e produção cultural no Brasil, abrindo portas para várias pautas identitárias e formas teatrais mais ligadas às tradições e cultura popular de nossa gente. O projeto da revista pretende ampliar o debate sobre teatro negro no cenário cultural nacional, difundir e dar impulso à pesquisa e formação especializada. A revista se propõe a ampliar o impacto das proposições artísticas nas artes cênicas negras para além das obras, e também tem tido relevante impacto nos trabalhos de pesquisadores negros, tanto no âmbito da pesquisa estética quanto acadêmica, sendo citada por trabalhos de pesquisa validados.
Este projeto propõe a feitura do quinto número da Revista Legítima Defesa, uma revista de Teatro Negro com a impressão de 3.000 (três mil) exemplares e sua publicação online no site da cia (ciaoscrespos.com.br), facilitando o acesso dos conteúdos e possibilitando a difusão cultural dessa vertente, além do intercâmbio entre artistas nacionais. Propõe também a Distribuição gratuita de exemplares impressos da revista para escolas de teatro, bibliotecas públicas, grupos teatrais e centro culturais; atividades de formação com debate entre o público e os colaboradores da revista.
Nascida em 2014, a revista Legítima Defesa _ Uma Revista de Teatro Negro é uma publicação da Cia Os Crespos, que acabou de completar 18 anos de aprofundada pesquisa estética na área das artes cênicas negras, promovendo espetáculos, debates, fóruns, intervenções artísticas e produzindo materiais de reflexão. Inserida na imprensa negra brasileira, a revista discute o Teatro Negro no cenário cultural contemporâneo, dedicadando-se à crítica, teoria e reflexão sobre o fazer artístico, impulsionado uma arte nacional com marcas multiculturais. A expressão "imprensa negra" é utilizada por pesquisadores quando se referem a jornais e revistas publicados a partir do processo abolicionista no Brasil. Mesmo após a proibição do trabalho escravo, a opressão, o preconceito e a vulnerabilidade social resistiram, no entanto a população negra fez suas vozes ouvidas pelos letrados das cidades da época, principalmente em São Paulo. Foi o caso dos jornais Chibata (1932), O Clarim (1924), O Clarim d´Alvorada (1929-1940), A Liberdade (1919-1920), A Rua (1916), Tribuna Negra (1935), A Voz da Raça (1933-1937); e revistas: Quilombo (1950) e Senzala (1946). Atualmente, em São Paulo, a imprensa negra conta com alguns importantes periódicos como Geledes e Omenelick Segundo Ato, que ao lado da Revista Legítima Defesa compõem uma rede de notícias, informações, debates e pesquisas que inscrevem as pautas negras nas redes de comunicação da mídia brasileira. A Legítima Defesa investiga critérios estéticos e políticos do Teatro Negro produzido na diáspora africana, possibilitando a historicização dos processos artísticos, o intercâmbio entre artistas e pensadores nacionais e internacionais, contribuindo para aprofundar os estudos, a crítica e teorias sobre as artes negras. Apresenta ao leitor um projeto editorial ambicioso, conciliando conteúdos densos e especializados, com matérias de leitura dinâmica e design gráfico arrojado. Tem uma abordagem direcionada ao Teatro, diferente dos outros veículos mencionados. Ela revela uma cena em efervescência nos palcos nacionais, pautando discussões sociais e estéticas relevantes para o cenário artístico. É a primeira revista de teatro negro do país, onde artistas e grupos de todo território nacional encontram espaço de discussão estética aprofundada e materiais de pesquisa específica. A revista também conta com um espaço dedicado ao intercâmbio com grupos e artistas internacionais potencializando e ampliando o repertório das Cias e artistas negros. A revista já foi citada em diversos trabalhos acadêmicos no Brasil e no exterior, assim como é referência citada por Leda Maria Martins, entre outros estudiosos e fazedores de teatro. Em linguagem simples e rica de elementos visuais, a revista propõe ao leitor uma experiência agradável e induz a uma leitura fluida. Seu conteúdo é composto por editorias que falam sobre estética e crítica teatral, bastidores, movimentação política de fortalecimento da cena negra, homenagens, panoramas históricos, trazendo arquivo fotográfico, entrevistas, publicação de textos dramatúrgico, Intercâmbio com artistas internacionais e textos produzidos especialmente para a curadoria de cada número. Em diálogo constante com as produções e discussões atuais, a revista busca colaboradores de diferentes regiões do país, promovendo um diálogo entre as culturas de cada lugar, ampliando o olhar sobre o teatro negro nacional.
Em um país marcado por uma riqueza cultural imensa, mas também por profundas desigualdades, a Revista Legítima Defesa surge como um farol de resistência e transformação. Produzida pela Cia. Os Crespos desde 2014, a revista se consolida como a primeira publicação dedicada exclusivamente ao teatro negro no Brasil, ocupando um espaço vital na cena cultural nacional. Com a produção do quinto número, o projeto reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à informação, a ampliação do debate estético e a valorização do protagonismo negro na dramaturgia brasileira. A Legítima Defesa não é apenas uma revista; é um agente facilitador no processo de inclusão e visibilidade. Ao adotar uma política de gratuidade desde sua edição inaugural, a publicação garante que seu conteúdo chegue a públicos historicamente invisibilizados: negros, mulheres, indígenas, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e comunidades periféricas. A distribuição estratégica em bibliotecas públicas, escolas de teatro, grupos de pesquisa e espaços culturais assegura que a revista alcance 20.000 pessoas em todo o território nacional, beneficiando diretamente 200 instituições. Além da publicação impressa de 3.000 exemplares, o projeto inclui uma versão online, ampliando ainda mais seu alcance. Mas a Legítima Defesa vai além das páginas: ela propõe ações que conectam arte, educação e mobilização social. A realização de uma oficina sobre a imprensa negra e as artes, um debate com colaboradores da revista e um evento de lançamento com distribuição gratuita de exemplares são iniciativas que fortalecem o diálogo e a formação de novas gerações de artistas e pesquisadores. O teatro negro, como expressão artística e política, é uma ferramenta poderosa para questionar estruturas de poder, resgatar histórias apagadas e construir narrativas que refletem a diversidade do Brasil. A Revista Legítima Defesa se coloca no centro desse movimento, oferecendo um espaço de discussão aprofundada e materiais de pesquisa que inspiram e transformam. Cada artigo, entrevista e ensaio publicado é um passo em direção a um cenário cultural mais justo e representativo. Ao final deste projeto, não serão apenas 3.000 exemplares distribuídos ou 20.000 pessoas alcançadas. Serão milhares de mentes impactadas, centenas de vozes amplificadas e um legado de resistência que continuará ecoando no teatro e na cultura brasileira. A Legítima Defesa é mais que uma revista; é um manifesto pela igualdade, pela diversidade e pelo poder transformador da arte.
Conceitualmente, na esteira dos jornais da imprensa negra surgidos ao longo do século XX, como O Clarim d’Alvorada (1924) e A Voz da Raça (1933), a “Legítima Defesa – Uma Revista de Teatro Negro” ocupa um papel aglutinador por ser o único veículo de comunicação do país voltado a discutir as artes cênicas a partir de uma perspectiva negra. Reunindo para tal artistas, estudantes, professores e agentes culturais negros intelectualmente capazes de contribuir para o enriquecimento do teatro brasileiro como um todo a partir da subjetividade de suas reflexões. O que demarca o caráter autoral da revista.Sendo o Brasil um país majoritariamente negro e mestiço, a publicação demarca um lugar de extrema relevância. O formato de revista, somado a um projeto gráfico arrojado, que valoriza os diálogos entre texto e imagem, e tendo um corpo editorial atento aos interesses estéticos contemporâneos, tornam a publicação visualmente atrativa e preparada para ocupar seu espaço diante das demandas que se apresentam neste início de século XXI. Considerando e valorizando essas questões, a metodologia adotada para o processo de criação da revista legítima defesa, parte de um levantamento de temas que dialoguem com as principais discussões no cenário do teatro negro nos últimos dois anos. O conselho editorial olha para as produções e tenta entender quais os principais assuntos e acontecimentos da cena no período. Após o levantamento de temas vem a discussão sobre os colaboradores, tanto jornalistas quanto estudiosos, que possam nos ajudar a desenvolver os temas. Há neste momento a busca por equidade de gênero e uma melhor distribuição dos assuntos pelo território nacional. Quando nota-se alguma deficiência, o conselho editorial passa a procurar novos nomes e pesquisas que possam colaborar com a revista. Esse processo às vezes demanda uma procura através de chamamento público, outras vezes conta com a indicação da rede de teatro negro do fórum nacional de performance Negra, que é composta por grupos e artistas de teatro e dança de todo o país. Sobre o Design da revista Legítima Defesa A revista Legítima Defesa funciona como catalisadora do processo de recuperação da história do teatro negro no Brasil, e também como estimulante para o presente e futuro do cenário teatral no país. Como parte do levantamento do processo histórico de cada tema escolhido para compor a revista, realizamos uma densa pesquisa imagética com materiais como registros de cena, fotos de bastidores ou retratos de artistas, posters, flyers, jornais, revistas, ilustrações e obras de artes. Todo esse material potencializa a construção do projeto gráfico e a diagramação de cada edição. A revista possui uma identidade própria, que dialoga com elementos visuais da estética negra brasileira e mundial, conecta com as tendências da estética negra contemporânea, criando uma intersecção entre passado, presente e futuro. Por ser uma revista que possui uma periodicidade bianual, ter uma característica atemporal é muito importante para a longevidade do projeto. A Legítima Defesa nunca utiliza a mesma diagramação das edições anteriores, a ideia é que cada texto tenha a sua personalidade. Essa mudança eterna do layout é feita pelo puro prazer de ajustar o melhor lettering à imagem e ao tema do texto. Para cada matéria são escolhidos os tipos e o layout mais adequados ao assunto, as soluções gráficas para a diagramação integram os princípios funcionais e a preocupação em fazer um design arrojado. Outra característica da publicação é o uso da quarta capa e das capas internas com fins editoriais, espaços nobres da revista destinados a homenagens e registros históricos do teatro negro brasileiro. Nas páginas da Legítima Defesa explora-se livremente as possibilidades de layout como elemento primordial do design gráfico. A revista teima em provocar o teatro no Brasil, estimulando a reflexão associada à experimentação. Os textos costumam ser de extensões variáveis, por isso busca-se a melhor diagramação para cada tema, para proporcionar uma melhor experiência de leitura para os leitores. No conjunto, a revista é um laboratório editorial e gráfico realizado com total liberdade, um prato cheio para colecionadores e amantes do teatro e das artes, atuando como um veículo que promove o teatro negro, gerando reconhecimento, negócios e méritos a artistas e profissionais que atuam nessa área. O design é uma ferramenta muito poderosa, é muito importante e significativo usá-lo nesse projeto. Como reconhecimento desse extenso trabalho, a Revista Legítima Defesa conquistou a medalha de bronze no Brasil Design Awards 2021, realizado pela ABEDESIGN - Associação Brasileira de Empresas de Design, um dos principais prêmios do design gráfico brasileiro. Conquista que potencializa todo o processo de construção de cada nova edição e coloca a revista como peça importante no cenário nacional de design gráfico.
A Revista Legítima Defesa é um exemplo inspirador de como a cultura pode ser um instrumento de inclusão e acessibilidade. Desde sua primeira edição, a publicação adotou uma política de gratuidade que garante o acesso a públicos historicamente marginalizados, como negros, mulheres, indígenas, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e comunidades periféricas. Essa iniciativa não apenas remove barreiras financeiras, mas também cria pontes para que essas vozes possam ser ouvidas e valorizadas. A distribuição estratégica da revista em bibliotecas públicas, escolas de teatro, grupos de pesquisa e espaços culturais assegura que o conteúdo chegue a quem mais precisa. Além disso, a versão online da publicação amplia ainda mais seu alcance, garantindo que pessoas de diferentes regiões do país, inclusive aquelas com dificuldades de mobilidade, possam acessar os materiais de pesquisa e discussão estética. A Legítima Defesa também promove acessibilidade por meio de ações educativas, como a oficina sobre a imprensa negra e as artes e o debate com colaboradores da revista. Essas atividades não só informam, mas também capacitam e inspiram novos artistas e pesquisadores, fortalecendo uma cadeia de conhecimento que valoriza a diversidade e a inclusão.
A democratização do acesso à cultura é um dos pilares centrais da Revista Legítima Defesa. Como a primeira publicação dedicada ao teatro negro no Brasil, a revista se posiciona como um agente transformador, garantindo que informações e reflexões sobre a produção cultural brasileira cheguem a todos, especialmente às maiorias invisibilizadas. A distribuição de 3.000 exemplares impressos, somada à versão digital, permite que a revista alcance 20.000 pessoas em todo o território nacional, beneficiando diretamente 200 instituições. Essa capilaridade é fundamental para romper com as barreiras geográficas e sociais que muitas vezes limitam o acesso à cultura. Ao priorizar espaços públicos e comunitários, a Legítima Defesa assegura que seu conteúdo circule em ambientes onde a diversidade é celebrada e a inclusão é praticada. O evento de lançamento da revista, com distribuição gratuita de exemplares, é outro exemplo de como o projeto promove a democratização do acesso. Ao reunir artistas, pesquisadores e o público em geral, o evento cria um espaço de troca e diálogo, fortalecendo a ideia de que a cultura é um direito de todos e um instrumento poderoso de transformação social.
Ficha técnica Lucelia Sergio da Conceição 314.372.418-83Coordenadora e Conselheira editorial José Nabor Jr306.623.488-69 Editor Sidney Pereira da Silva320.571.348-65Conselheiro editorial Rodrigo Kenan387.099.588-27Designer Gráfico Cristiane Santana Silva294.846.718-70Revisora Ramon Luis Zago de Oliveira316.597.828-05Produtor Rafael Ferro da Silva323.981.288-65Produtor Os Crespos é um coletivo teatral de pesquisa cênica e audiovisual, que realiza também debates e intervenções públicas, composto por artistas negras e negros. A Cia. trabalha, há 20 anos a construção de um discurso poético que debate a sociabilidade de pessoas negras na sociedade contemporânea, seus desdobramentos históricos e a construção de sua identidade, aliado a um projeto de formação de público e aperfeiçoamento estético. Os Crespos têm em seu repertório espetáculos teatrais, intervenções performáticas, curtas-metragens e a “Legítima Defesa - Uma Revista de Teatro Negro”. Os Crespos também promovem ações formativas e encontros, como as "Segundas e Terças Crespas", desde 2017, além da Mostra As Crespas. LUCELIA SERGIO DA CONCEIÇÃO Formada pela Escola de Arte Dramática /EAD/ECA/USP no ano de 2010 e em Licenciatura em Artes Cênicas na Faculdade Paulista de Artes no ano de 2011. É atriz, diretora, dramaturga, arte educadora e crítica de arte. Em 2005 foi co-fundadora da Cia de teatro Os Crespos, com o qual desenvolve aprofundada pesquisa teatral a partir das questões relacionadas à negritude, racismo e identidade. Promovendo projetos audio-visuais, intervenções e espetáculos de teatro, além de debates, formação artística, mostras teatrais e cinematográficas. Ministrou oficinas de teatro para aplicação da Lei 10.639 (ensino da cultura africana e afro-descendente) na formação de professores e gestores da rede pública da Secretaria Municipal de Educação da Cidade de São Paulo, dentro da secretaria de Relações Étnico Raciais no ano de 2016; Com Cia Os Crespos co-dirigiu, ao lado de Cibele Appes, o filme-espetáculo Dois Garotos que Se afastaram Demais do Sol (2021), ganhador do prêmio de melhor curta pelo júri popular na 29ª edição do Festival Mix Brasil, tendo realizado também a preparação de elenco do curta. Dirigiu também os espetáculos: Os Coloridos (2015), Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas (2013) e Cartas à Madame Satã ou Me Desespero Sem Notícias Suas (2014). Ainda em 2014, dirigiu o espetáculo Favela, com quatro coletivos teatrais (Capulanas Cia de arte Negra, Grupo Clariô de Teatro, Os Crespos e Coletivo Negro) e a banda Aláfia no Auditório do Ibirapuera/SP. Atualmente dirigiu a nova montagem de rua do coletivo Carcaça de Poéticas Negras “Quando Eu Não Puder Pisar Mais na Avenida”; E é uma das idealizadoras das Segundas Crespas, evento multi-linguagem de auditório, com apresentações artísticas e debates temáticos para formação e intercâmbio de artes negras – indicado na categoria Destaque do prêmio Aplauso Brasil 2019. É dramaturga de “Quando Eu Não Puder Pisar Mais na Avenida” para a Cia Carcaça de Poéticas Negras, “De Mãos Dadas com Minha Irmã”, novo espetáculo infantil da Cia Os Crespos. Tem produzido roteiros para projetos no áudio-visual e roteirizou o curta Dois Garotos que Se afastaram Demais do Sol (2021) a partir da obra de Sérgio Roveri 12º Round. No teatro atuou na montagem Navalha na Carne Negra, Direção José Fernando Peixoto Azevedo (2018) – indicada ao APCA de Melhor atriz; Também trabalhou com diretores como Frank Castorf (Alemanha), Paulo Faria, Dagoberto Feliz e Ariela Goldman, tendo circulado por diversos Estados do Brasil e também por Cidades da Alemanha e Espanha. Entre suas atuações no cinema e TV estão Selvagem (2018 – São Paulo) – Longa metragem – Direção: Diego da Costa; Confissões médicas - Série da Discovery - Direção: Thiago Faelli; Mundo Deserto de Almas Negras (2016 – São Paulo) – Longa metragem – Direção: Ruy Veridiano. Além de diversas campanhas publicitárias. Nabor JR. Nascido em São Caetano do Sul (1982) é jornalista, editor e fotógrafo com bacharelado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo (UMESP/2003) e especialização lato-sensu em Comunicação Jornalística (Fundação Cásper Líbero/2005), Jornalismo Cultural (FAAP/2010) e História da Arte: Teoria e Crítica (Centro Universitário Belas Artes/2015). Atualmente é mestrando em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Atua nos atravessamentos entre as áreas de comunicação, artes, educação e design gráfico. É fundador e co-diretor da revista O Menelick 2º Ato, editor da Legítima Defesa- Uma Revista de Teatro Negro; possui textos publicados sobre a imprensa negra e as artes negras no Brasil em veículos como Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), Essence Magazine, Select, Contemporary And, Caderno Educativo da 34ª Bienal Internacional de São Paulo, no catálogo Walter Firmo – no verbo do silêncio a síntese do grito (IMS), entre outros. Em 2018, como proponente da revista O Menelick 2º Ato, teve o projeto laureado com o Prêmio Prince Claus, em Amsterdã; e foi um dos 33 projetos contemplados no Prêmio Funarte de Arte Negra 2012. Como fotógrafo integrou a exposição coletiva Festival Afreaka: encontros de Brasil e África Contemporânea (2015), na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, e a individual Rap paulistano, novas caras, velhas verdades, realizada em 2009, na Casa de Cultura Estação Jovem, em São Caetano do Sul (SP). Integrou o time de curadores das exposições “Intersecções - Negros (a), Indígenas e Periféricos na Cidade de São Paulo” (2022), no Museu da Cidade de São Paulo, e “Feira Preta – 20 Anos” (2022), no Museu das Favelas, em São Paulo. Sidney Santiago Kuanza Nascido em Guarujá (1984), é ator, apresentador, diretor e dramaturgo. Sidney Santiago Kuanza é ator formado pela EAD/ECA-USP, diretor, dramaturgo e apresentador. É premido no cinema, já atuou em novelas e séries de sucesso da tv globo, as tramas: folhetim ganhador do EMMY “Caminho das Índias” Tv GLOBO, “ Segunda Chamada”, novela “Escrava Mãe” da TV Record, “ A Vida Secreta dos Casais “ HBO, “Terra Dois” Tv Cultura entre outros. No Cinema integrou aproximadamente 17 longas metragens, sendo oito deles como protagonista: “ Os 12 trabalhos” de Ricardo Elias, “ Mundo Deserto de Almas Negras de Ruy Veridiano, “ Sequestro Relâmpago” de Tata Amaral, e os que seguem em finalização “ O Novelo” de Claudia Pinheiro, e “ Lima Barreto ao Terceiro dia”, filme de Luís Antônio Pilar, em que vive o escritor Lima Barreto, dividindo personagem com o ator Luís Miranda. Rodrigo Kenan Nascido em São Paulo (1988) é designer gráfico, morador do Grajaú, vive e trabalha em São Paulo. Pós-Graduado em Service Design pelo Instituto Europeu de Design - São Paulo, onde também se formou em Designer Gráfico. É diretor de criação na Muvilab. Cursou Design e Novos Cenários (IED Madri), Animação em stopmotion (Anima Mundi), Cinema (Na Laje Filmes), Artes (Instituto Rodrigo Mendes) e Comunicação (ONG Aprendiz). Transita diariamente entre a margem e o centro da cidade buscando as melhores formas de dar vida aos seus projetos. É também diretor de criação na Expo Favela Innovation, integrante da Cooperifa e faz parte dos conselhos editoriais das revistas Sampa Mundi e Legítima Defesa. Desde sua formação, vem realizando projetos gráficos destinados às áreas corporativa e da cultura, atendendo clientes como Itaú Cultural, Meta, Instituto Moreira Salles, Editora Trip, RedBull Amaphiko, Cooperifa, Sesc, IED-SP, Fundação Rosa Luxemburgo, Mercedes Benz, Cia Os Crespos, HDA Models, Ecko, Instituto Feira Preta, Aruanda Mundi, Favela Holding, entre outros. Com suas obras que abordam a periferia e a estética negra, já expôs no Centro Cultural São Paulo, Sesc Carmo, Sesc 24 de Maio, Funarte, Palácio das Convenções no Anhembi, Galeria IED SP e no Memorial da América Latina.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.