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PRONAC 2512824Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CHANEL

CRISTIANI ZONZINI
Solicitado
R$ 418,8 mil
Aprovado
R$ 418,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-04-01
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto propõe a estreia e uma temporada em São Paulo da peça Chanel, de Jau Sant’Angelo, que fala sobre o lado desconhecido da estilista francesa Coco Chanel.

Sinopse

Coco Chanel: A Vida InteriorSozinha em seu quarto, cercada por tecidos, espelhos e silêncios, Coco Chanel não apenas cria vestidos — ela costura lembranças, recorta afetos e tenta ajustar o vazio que a atravessa. Entre o perfume das camélias e o eco distante da guerra, revisita as feridas sutis que moldaram sua elegância: o abandono, o desejo, o poder e a solidão.Em cada palavra, ela se reinventa — como se a própria vida fosse um vestido em constante provação e desmanche.Um mergulho nas dobras da criação e do feminino, onde o luxo revela sua fragilidade e o verdadeiro brilho nasce da ausência.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a montagem do texto inédito Coco Chanel: A Vida Interior, de Jau Sant’Angelo, com direção de Clarisse Abujamra e atuação de Selma Santos, com 24 apresentações na cidade de São Paulo. O projeto garante temporada com cobrança de preços populares e acessibilidade para PCDs, atividades de formação e ensaios abertos em localidades carentes de programação cultural.Objetivos Específicos· Promover a temporada de um espetáculo que trata das questões femininas através da vida da estilista Coco Chanel· Garantir preços populares e acessibilidade completa a pessoas com mobilidade reduzida, pessoas cegas e comunidade surda· Oferecer formação à jovens atores e produtores através da Oficina de Produção de Monólogos, garantindo acesso à informação e a multiplicação do conhecimento· Oferecer 2 ensaios abertos em localidades periféricas e carentes da cidade de São Paulo, garantindo o acesso ao espetáculo e a troca de experiências com os artistas locais· Contribuir para a difusão desta obra, criada e executada essencialmente por artistas brasileiros, que não só se debruça sobre a vida da estilista Coco Chanel, mas também propõe uma discussão feminista e atual da mulher contemporânea

Justificativa

Coco Chanel (1883-1971) foi uma estilista francesa que revolucionou a moda feminina ao criar roupas mais confortáveis e elegantes, libertando as mulheres dos espartilhos e das roupas rígidas. Fundadora da marca Chanel, ela popularizou o estilo chique e casual, além de lançar o icônico perfume Chanel Nº 5. Chanel também inovou ao introduzir peças como o vestido preto básico e o tailleur feminino. Sua trajetória inspiradora transformou-a em um dos maiores ícones culturais do século XX. Ela trabalhou até seus últimos dias, deixando um legado de independência para a moda mundial.O projeto Chanel propõe a montagem inédita de um espetáculo teatral a partir do texto Coco Chanel: A Vida Interior, que aborda o lado desconhecido da estilista francesa, destacando questões femininas e contemporâneas. A iniciativa contribui para a difusão da produção artística nacional, ao valorizar artistas brasileiros e promover discussões relevantes sobre o papel da mulher na sociedade. Com 24 apresentações em São Paulo, preços populares e acessibilidade para pessoas com deficiência, o projeto amplia o acesso à cultura e fomenta a formação de público. Além disso, oferece atividades formativas e ensaios abertos em regiões carentes, fortalecendo a democratização do acesso e a multiplicação do conhecimento artístico. Dessa forma, a proposta está alinhada aos princípios da Lei Rouanet, promovendo inclusão, diversidade e desenvolvimento cultural.Nos termos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, o projeto se enquadra especialmente nos seguintes incisos:Inciso II: Fomento à produção, difusão e circulação de bens culturais e espetáculos artísticos;Inciso V: Estímulo à formação artística e cultural, por meio de oficinas, rodas de conversa e ações educativas;Inciso VI: Apoio a iniciativas que assegurem a democratização do acesso aos bens de cultura.A proposta contribui diretamente para a realização dos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, destacando-se:Inciso I: Contribuir para o fortalecimento da identidade cultural brasileira;Inciso II: Promover a universalização do acesso à arte e à cultura;Inciso V: Incentivar a integração da cultura com as demais áreas de conhecimento e com o desenvolvimento social e econômico;Inciso VII: Apoiar projetos que assegurem a formação de plateias e a ampliação do acesso a bens culturais.Dessa forma, o projeto está plenamente alinhado aos princípios da Lei Rouanet, promovendo inclusão, diversidade, democratização do acesso e desenvolvimento cultural.Tais contribuições para a arte e a cultura não seriam possíveis de serem realizadas sem os recursos da Lei Rouanet, uma vez que os custos para uma montagem com esta estrutura e equipe demandam de verba financeira para a execução do projeto como um todo.

Estratégia de execução

não se aplica.

Especificação técnica

Espetáculo teatral:24 apresentações programadas em termporada regularPreços populares de 50,00 entrada inteira, respeitadas as condições da meia-entrada por leiPreços especiais de 20,00 para pelo menos 20% da lotação2 ensaios abertos gratuitosOficina de Produção de Monólogos12 horas/aula Gratuita

Acessibilidade

O projeto Chanel assegura a plena acessibilidade tanto em sua estrutura física quanto em seu conteúdo artístico e pedagógico, garantindo o acesso de todos os públicos às ações culturais propostas. Acessibilidade Física: Todas as apresentações serão realizadas em espaços culturais que possuam infraestrutura adequada à locomoção e permanência de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização acessível e áreas reservadas para cadeirantes. Acessibilidade de Conteúdo: Durante a temporada, serão realizadas 04 sessões com tradução em Libras e 04 sessões com audiodescrição, possibilitando a fruição plena do espetáculo por pessoas surdas e com deficiência visual. A equipe de produção será responsável pelo planejamento e execução das ações de acessibilidade, abrangendo o agendamento de escolas e grupos, a divulgação direcionada das sessões acessíveis e a capacitação da equipe de recepção e mediação. A proposta busca promover o acesso democrático à cultura, fortalecer práticas educativas inclusivas e ampliar o pertencimento social por meio do teatro.

Democratização do acesso

Acreditamos que a democratização do acesso deve se dar, principalmente através da proposta das atividades desde projeto, por oferecer uma programação de temporada a preços populares e também atividades 100% gratuitas:Apresentações:Temporada com 24 apresentações a preços populares, em um teatro da cidade de São Paulo, com capacidade média de 200 a 250 pessoas, podendo atrair aproximadamente 5.000 pessoas Como medida de ampliação do acesso, serão ainda realizadas gratuitamente, a Oficina de Produção de Monólogos e 2 Ensaios Abertos:Oficina de produção de monólogos: Coordenada por Cristiani Zonzini e Selma SantosDuração: 4 dias com 3 horas/aula por dia. Total 12 horas/aulaVagas: até 40 vagasPúblico-alvo: artistas em geral, atores e atrizes amadores ou profissionais, estudantes de teatro, produtores iniciantes que tenham interesse em produção de projetos teatraisConteúdo: esta oficina visa dar um panorama do mercado de produção, com foco na realização de monólogos e suas características específicas. As demandas de uma produção teatral de um monólogo, deste a inscrição do projeto em editais e leis de incentivo, a realização de temporadas e circulações, ações de divulgação, acessibilidade e prestação de contas. Ensaios abertos:Realização de 2 ensaios abertos que devem acontecer em localidades diferentes do local da temporada, preferencialmente em territórios carentes de programação artística, promovendo a troca com artistas locais e a população.

Ficha técnica

Obs: Cristiani Zonzini proponente do projeto e diretora da empresa/instituição Cristiani Zonzini EPP realizará a atividade remunerada conforme planilha orçamentária de Coordenação de produção.Ficha TécnicaDramaturgia: Jau Sant’AngeloDireção Artística: Clarisse AbujamraAtuação: Selma SantosMúsica Original: André AbujamraDesenho de Luz: Ivan Abujamra FilhoCenário e Figurinos: Fábio NamatameAssistente de direção: Amazyles de AlmeidaMúsicos: Violino e Cello – à definirCoordenação de Produção: Cristiani Zonzini Currículos: Jau Sant’AngeloÉ autor e dramaturgo com trajetória marcada pela investigação das fronteiras entre vida e ficção, memória e identidade. Participou do Centro de Investigação Teatral, sediado na Casa de Cultura Laura Alvim, sob a coordenação do ator e diretor Eduardo Wotzik, e integrou o grupo Nós do Morro através do projeto Ponto de Cultura, onde aprofundou seu olhar sobre o teatro como instrumento de transformação social e poética.Cursou Direção de Cinema com Rosane Svartman e Vinicius Reis, e estudou História do Cinema com Hernani Heffner. No teatro, foi aluno da mestra Camila Amado, com quem desenvolveu sensibilidade para o trabalho do ator e para a dramaturgia viva em cena.Como autor, assinou obras que transitam entre o biográfico e o simbólico, explorando figuras e mitos da arte e da literatura:O Diabo em Mrs. Davis – sobre a atriz Bette DavisLembranças do Silêncio – inspirado na vida de Ludwig van BeethovenAmargo Fruto – baseado na trajetória de Billie HolidayTieta do Agreste, de Jorge Amado – dramaturgia de Jau Sant’AngeloUm Deserto de Almas, de Caio Fernando Abreu – dramaturgia de Jau Sant’AngeloElogio da Madrasta, adaptação do romance de Mario Vargas LlosaNa Escuridão da Tua Lua, inspirado em “Sonata de Outono”, de Ingmar BergmanO Bom Crioulo, adaptação do clássico de Adolfo CaminhaAlice Através do Espelho, de Lewis CarrollNa direção, realizou a Leitura Dramatizada de “O Diabo em Mrs. Davis”, com Betty Erthal, no Centro Cultural Midrash, dando início a uma série de trabalhos voltados à recriação da biografia de artistas através de uma escrita cênica de forte densidade psicológica e poética. Clarisse AbujamraAtriz, coreógrafa, diretora e tradutora de textos teatrais. No teatro, conta com mais de 40 espetáculos como atriz. Além de dirigir e produzir também assina a tradução de vários espetáculos.No cinema Clarisse teve seu trabalho reconhecido não apenas no Brasil como internacionalmente nos Festivais da Colômbia e Lyon/ França, como melhor atriz no filme Chega de Saudade, A Coleção Invisível do diretor Bernard Attal e Como Nossos Pais, ambos Kikito melhor atriz coadjuvante / Anjos do Arrabalde, Governador do Estado – melhor atriz – direção de Carlos Reichenbach.Na TV Trabalhou por 3 anos como apresentadora do programa É Proibido Colar, ao lado de seu ex-marido Antônio Fagundes. Hoje conta com mais de 20 novelas e minisséries para as TVs Globo, Bandeirantes e Tupi. André AbujamraEm mais de 40 anos de carreira se firmou como um dos grandes artistas criativos do Brasil. Multi artista, é cantor, compositor, guitarrista, percussionista, pianista, produtor musical, ator, diretor de teatro e cinema.Foi indicado ao Grammy Latino 2021 na categoria : Melhor álbum de Rock ou de Música alternativa em Língua Portuguesa pelo álbum Emidoinã – alma de fogo.Ao lado de Maurício Pereira, André também fez parte nos anos 1980 da dupla Os Mulheres Negras. Em 1994 estreou como líder, guitarrista e vocalista da banda Karnak, onde seu disco de estréia foi considerado pela revista americana Rolling Stones entre os melhores lançamentos da década de 1990.Seus projetos de discos solo incluem O Infinito de Pé (2004), Mafaro (2010), O Homem Bruxa (2015), Omindá (2018) e Emidoinã (2020). Também arruma tempo para seus projetos experimentais como AbcyÇwÖk, Fat Marley e Turk.Compôs trilhas sonoras para cerca de 80 filmes brasileiros, alguns consagrados como Carandiru, Bicho de Sete Cabeças, Castelo Ratimbum, Trinta e 2 Coelhos.Como ator já participou de vários longas, entre eles Os 7 Prisioneiros (NetFlix), Clube dos Anjos (Angelo Defanti), Sábado (Ugo Georgetti), Durval Discos e Proibido Fumar (Anna Muylaert). Fábio NamatameFormado em Comunicações e Artes pela FAAP, Fabio Namatame possui extensa carreira como figurinista de espetáculos. Já desenhou figurinos para peças de teatro, musicais, apresentações de dança e óperas. Recebeu os prêmios APETESP, APCA, Sesc de Teatro SP, Premio Shell de Teatro, Prêmio Cultura Inglesa de Teatro ,Premio Carlos Gomes de Opera, Festival de Cinema de Paulinia e Prêmio SESC de dança de Belo Horizonte. Selma SantosSelma Santos é atriz e produtora cultural formada em Artes Cênicas – Interpretação Teatral pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Iniciou sua carreira em 1981 na montagem De Louco Todo Bancário Tem um Pouco, de Marcos Pitanga, sob direção de José Carlos Góes, e logo integrou produções marcantes como Os Horácios e os Curiácios, A Ciranda, As Moças – O Beijo Final, Popeye e Fanny C., pelo qual recebeu o Troféu Martin Gonçalves de Melhor Atriz Coadjuvante em 1984.Atuou em obras de autores como Brecht, Nélson Rodrigues, Tennessee Williams e Mário Vargas Llosa, sob direção de nomes como Harildo Déda, Ewald Hackler, Paulo Cunha e Deolindo Checcucci, além de participar do longa Guerra de Canudos, de Sérgio Rezende. Após um período afastada dos palcos, retornou com sucesso em 2012 como protagonista do espetáculo A Mulher de Roxo, marcando um reencontro potente com o teatro e com o público baiano. Cristiani ZonziniProdutora cultural, diretora da empresa La Stupenda Produções Artísticas, atua deste de 1998 nas áreas de teatro e circo, onde desenvolve e acompanha projetos, realiza a gestão de projetos e coordenação de produção e administração de temporadas de espetáculos, circulação, estreias e outros eventos.Atua há 20 anos junto ao Grupo Parlapatões, na gestão de projetos e coordenação financeira. Também foi produtora do Teat(r)o Oficina Uzina Uzona, Cia. La Mínima e Grupo XIX de Teatro. É a responsável pela produção local dos espetáculos de abertura do CIRCOS – Festival Internacional de Circo do SESC, tendo recebido em 2023 a produção da Guiné Konakri com o espetáculo Yé (Circus Baobab) e em 2025 o espetáculo Moya da África do Sul (Zip Zap Circus). Também realizou em 2015 e 2025 a produção local do artista Leo Bassi (Espanha) nas apresentações em São Paulo (SESC e Festival Palhaçada Geral – Espaço Parlapatões).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.