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PRONAC 2512828Autorizada a captação total dos recursosMecenato

JOGO DA MEMÓRIA

BRUMO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 508,8 mil
Aprovado
R$ 508,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Trata-se da montagem e temporada do texto teatral inédito JOGO DA MEMÓRIA, de João Gabriel Carneiro, ambientado em 1975 durante a ditadura militar. O espetáculo fará temporada na cidade de São Paulo com direção de Gonzaga Pedrosa. No elenco, Barbara Bruno e Joca Andrezza reafirmarão o teatro como instrumento de reflexão, denúncia e transformação social.

Sinopse

Jogo da memória encontra esse casal de atores, Lídya e Alceu, no alto de seus 75 anos plenos de histórias, vivências, energia e nostalgia de quem está há mais de 5 décadas nos palcos; contando histórias alheias. Até que na eminência de perder a sua própria memória em decorrência de uma doença degenerativa, deparam-se com a necessidade de encarar seus medos e mazelas e através desse jogo de memória(s), das memórias, pré pró e pós memórias descobrem-se dentro da lembrança histórica de seu país, seu tempo e seu teatro, que estará sempre refletindo a sociedade que ocupa! Feliz daquele que consegue com humor e coragem enfrentar a realidade das verdades secretas e conduzir com firmeza a idéia de que nada é mais perigoso e injusto que conceitos pré concebidos, sejam de ordem física, moral ou espiritual. E a plateia, com cúmplice desse casal carismático, embarca nessa viagem instigante no tempo e no espaço revigorando a própria memória num jogo de espelhos!Concepção de direção:Uma mulher. Um homem. Marido e mulher. A escrita cênica defraga e revela o jogo da memória: a memória individual e a memória coletiva; a memória ficcional e a memória histórica. Projeções em vídeo, fotografia, iluminação e música são metáforas disparadoras de marcações de um tempo e um espaço específicos, onde atriz e ator (re)vivem suas marcas cênicas e sentimentais. Estamos em 2025, dois atores idosos, Lydia e Alceu, vivem a cena contemporânea envoltos em realidade e ficção, memória e esquecimento, histórias que gostariam de esquecer e fatos de uma época "surreal e absurda" que precisam ser denunciados, julgados e punidos.Estamos na década 1970, a cena teatral paulista vive o auge da criatividade pulsante de artistas brasileiros em plena ditadura militar.Estamos em 31 de outubro de 1975 na Catedral da Sé, no ato inter-religioso celebrado em memória de Vladimir Herzog, morto há uma semana nas dependencias do exército; a presença silenciosa de milhares de pessoas acaba em tumulto devido a tentativa do exército de evitar a chegada da população ao evento. Estamos nas cabeças e mentes de Lydia e Alceu quando suas vidas foram marcadas e mudadas para sempre.

Objetivos

Objetivo GeralMontagem e temporada do texto teatral inédito JOGO DA MEMÓRIA, de João Gabriel Carneiro, ambientado em 1975 durante a ditadura militar. O espetáculo fará temporada de 24 sessões na cidade de São Paulo em teatro com capacidade de até 300 lugares. A direção contará com Gonzaga Pedrosa e no elenco, Barbara Bruno e Joca Andrezza.O projeto promoverá o acesso democrático à cultura e a valorização da memória através do poder da memória como instrumento de resistência, tratando o esquecimento como uma forma simbólica de apagamento histórico. Objetivos específicos: 1. Montar e realizar 24 sessões do espetáculo teatral de "Jogo da Memória", com Barbara Bruno e Joca Andreazza, direção artística de Gonzaga Pedrosa e texto de João Gabriel Carneiro, em teatro da capital paulista com capacidade para até 300 lugares; 2. Alcançar um público de, aproximadamente, 7.200 pessoas; 3. Proporcionar o acesso gratuito a parte do público, garantindo a democratização cultural por meio da distribuição de 20% dos ingressos gratuitos e de ações de contrapartida social em parceria com instituições públicas e comunitárias; 4. Valorizar a linguagem do teatro, explorando temas como memória e história; 5. Reafirmar o teatro como instrumento de reflexão social e histórica;6. Contribuir para o resgate da memória política do Brasil;7. Valorizar a presença feminina no teatro e na resistência artística;8. Estimular o pensamento crítico sobre as formas de poder e esquecimento;9. Fomentar a formação por meio da realização de 01 oficina gratuita sobre história do teatro brasileiro para 100 pessoas, voltadas a jovens artistas e estudantes da rede pública;10. Contribuir para o fortalecimento da economia criativa, gerando trabalho e renda para profissionais das artes cênicas e técnicos da cadeia produtiva cultural local;11. Registrar e divulgar o processo e resultados do projeto, por meio de material audiovisual e digital, ampliando a visibilidade das ações e estimulando o engajamento de novos públicos;12. Oferecer 06 sessões com intérprete de libras.

Justificativa

O projeto justifica-se pela:a. Relevância Artística e Dramaturgia Nacional: O espetáculo Jogo da Memória reafirma a importância da dramaturgia brasileira contemporânea, ao apresentar um texto inédito de João Gabriel Carneiro, autor conhecido por sua capacidade de unir profundidade psicológica e crítica social. Sua escrita propõe um mergulho nas lembranças, nas dores e nas contradições de um país que ainda enfrenta os ecos da censura e da repressão. A obra explora o poder da memória como instrumento de resistência, tratando o esquecimento como uma forma simbólica de apagamento histórico. b. Contexto Histórico: Ditadura MilitarAmbientado em 1975, período de auge da ditadura militar brasileira, o espetáculo traz à cena a opressão política e o silenciamento de vozes artísticas e intelectuais. A narrativa se desenvolve entre lembranças fragmentadas e silêncios impostos, revelando as consequências emocionais e sociais da repressão. Ao revisitar este período, Jogo da Memória contribui para a preservação da memória coletiva e para o fortalecimento de uma consciência crítica sobre os efeitos da censura e da perda de liberdades individuais. c. Elenco e Direção - Força Interpretativa e Experiência: A presença de Bárbara Bruno, atriz de sólida trajetória e herdeira de uma das famílias mais importantes do teatro brasileiro, garante profundidade e legitimidade à proposta cênica. Joca Andrezza, com formação voltada ao teatro contemporâneo e físico, acrescenta à encenação uma linguagem corporal expressiva e atual, aproximando a obra do público jovem e das novas gerações. A junção dos dois atores estabelece um diálogo entre tradição e contemporaneidade, transformando o palco em um espaço de reencontro entre passado e presente. A direção de Gonzaga Pedrosa imprime à montagem uma linguagem simbólica, sensorial e poética, valorizando o ator como eixo central da narrativa. Seu trabalho se destaca pela pesquisa de ritmo, espacialidade e presença cênica, transformando o texto em experiência sensorial. Seu trabalho une teatralidade clássica e contemporânea, criando um ambiente visual que reforça o tema da memória: fragmentado, subjetivo e emocional.d. Importância Cultural e Social:O projeto se alinha aos princípios da democratização do acesso à cultura, propondo apresentações acessíveis, seguidas de debates sobre memória e liberdade de expressão. e. Contribuição para as Políticas Públicas de Cultura O projeto dialoga diretamente com os objetivos da Lei Rouanet, ao promover a formação de plateia e o acesso democrático à arte, valorizando a produção teatral brasileira contemporânea e estimulando a circulação de bens culturais de relevância histórica e simbólica, além de contribuir para a preservação da memória e da identidade nacional.

Estratégia de execução

Jogo da Memória é um exercício de resgate humano — um encontro entre gerações de artistas e um olhar profundo sobre quem somos, o que lembramos e o que escolhemos esquecer. É teatro como espelho da alma e arquivo da experiência humana.

Especificação técnica

Ações de Formação Além da gratuidade nos ingressos, o projeto realizará: Oficina: “História do Teatro Brasileiro – da Resistência à Cena Contemporânea” Com Bárbara Bruno e Joca Andrezza Descrição da atividadeComo contrapartida social do projeto Jogo da Memória, será oferecida gratuitamente a oficina “História do Teatro Brasileiro – da Resistência à Cena Contemporânea”, ministrada pelas atrizes Bárbara Bruno e Joca Andrezza. A atividade propõe um percurso histórico e vivencial pelo teatro brasileiro, abordando desde o teatro de resistência durante o período da ditadura militar até as novas linguagens cênicas contemporâneas, valorizando a memória artística e o papel social do ator. Objetivosa. Promover o acesso gratuito à formação teatral e à história da arte brasileira;b. Estimular o pensamento crítico sobre a relação entre teatro, política e sociedade;c. Compartilhar experiências profissionais e vivências artísticas das atrizes com novos artistas e estudantes;d. Fortalecer o intercâmbio entre gerações de fazedores de teatro;e. Contribuir para a preservação da memória cênica nacional. Público-alvoA oficina será voltada para estudantes de teatro, artistas iniciantes, educadores culturais e público interessado, com prioridade para participantes de escolas públicas e projetos socioculturais locais. Serão oferecidas 100 vagas gratuitas, com inscrição prévia e emissão de certificado de participação. Formato e carga horáriaDuração: 36 horas;Conteúdo:Panorama histórico do teatro brasileiro;Teatro e resistência durante a ditadura militar;Memória e oralidade no fazer teatral;Demonstrações práticas de cena e partilhas de processo artístico. Resultados esperados:Ampliação do acesso à formação cultural gratuita;Estímulo à reflexão sobre a história e o papel do teatro na sociedade;Criação de espaços de diálogo entre artistas e comunidade;Difusão da memória teatral brasileira através de vivências diretas com intérpretes de destaque.

Acessibilidade

O projeto está comprometido com a promoção da acessibilidade plena, garantindo condições adequadas de participação para todos os públicos, em conformidade com as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e com a Instrução Normativa MinC nº 5/2017. A acessibilidade é compreendida não apenas como obrigação legal, mas como princípio de democratização cultural. Jogo da Memória será ampliado por essas ações, assegurando que todas as pessoas possam usufruir da experiência teatral de forma autônoma e digna. Para o produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física As 24 apresentações ocorrerão em teatro com infraestrutura acessível, que contando com: a. Acesso adaptado para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, incluindo rampas, plataformas ou elevadores; b. Assentos reservados para cadeirantes e acompanhantes, conforme norma ABNT NBR 9050; c. Sanitários acessíveis e sinalização tátil de orientação; d. Atendimento prioritário e equipe treinada para recepção de público com deficiência; Acessibilidade de Conteúdo Para garantir o acesso à experiência artística por pessoas com deficiência sensorial, o projeto prevê: a. 02 sessões com audiodescrição para pessoas com deficiência visual; b. 06 sessões com interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para pessoas surdas ou com deficiência auditiva; c. Material de divulgação acessível, com versões digitais compatíveis com leitores de tela; d. Disponibilização de programa do espetáculo em formato ampliado e digital, acessível via QR Code. Para o produto OFICINA DE HISTÓRIA DO TEATRO BRASILEIRO Acessibilidade Física A oficina ocorrerá em espaço público com infraestrutura acessível, contando com: a. Acesso adaptado para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, incluindo rampas, plataformas ou elevadores; b. Sanitários acessíveis e sinalização tátil de orientação; d. Atendimento prioritário e equipe treinada para recepção de público com deficiência; Acessibilidade de Conteúdo Para garantir o acesso à experiência artística por pessoas com deficiência sensorial, o projeto prevê: a. a oficina contará com interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para pessoas surdas ou com deficiência auditiva;b. Material de divulgação acessível, com versões digitais compatíveis com leitores de tela;c. Disponibilização do conteúdo da oficina em formato ampliado e digital, acessível via QR Code.

Democratização do acesso

A democratização do acesso é parte central da proposta artística e social do projeto. Ao trazer a memória para o palco do teatro, o projeto quebra barreiras de elitização do consumo cultural, aproximando públicos diversos e reafirmando o teatro como espaço de convivência, reflexão e pertencimento. Em conformidade com o artigo 46 da Instrução Normativa MinC nº 5/2017, o projeto contempla um conjunto de ações voltadas à democratização do acesso à cultura, garantindo que diferentes públicos possam usufruir gratuitamente ou de forma facilitada das atividades propostas. Distribuição de Ingressos Gratuitos Serão destinados 20% do total de ingressos de cada apresentação para distribuição gratuita a públicos prioritários, como: a. Estudantes da rede pública de ensino; b. Pessoas com deficiência; c. Idosos; d. Grupos em situação de vulnerabilidade social; e. Participantes de programas culturais de base comunitária, ONGs e instituições sociais parceiras. f. A distribuição será feita em parceria com centros culturais, CEUs, escolas públicas, coletivos culturais e equipamentos da Prefeitura de São Paulo, garantindo transparência e controle social. Todas as ações serão documentadas por meio de relatórios, listas de presença e registros fotográficos.

Ficha técnica

Coordenação Geral: Barbara Bruno - EXERCERÁ AS FUNÇÕES DE COORDENAÇÃO GERAL E ATRIZ NO PROJETOCoordenação Administrativa e Prestação de Contas: Michelle GabrielDireção: Gonzaga PedrosaTexto: João Gabriel CarneiroElenco: Barbara Bruno e Joca AndreazzaCoordenação de Acessibilidade: All DubContabilidade: Crystal Contabilidade - Ricardo Leandro NogueiraRealização: Brumo Produções CulturaisCurrículos resumidos:BARBARA BRUNO: Nascida numa coxia de teatro, cresceu brincando com personagens dos mais variados tipos, completamente livre no tempo e no espaço… mas, doce ilusão acreditar que no teatro não existe disciplina e dor. Assim na caixa mágica onde tudo pode, aprendeu a respeitar, questionar e a resistir, porque o importante é a resistência. Então já não sentia mais a dor, tapou o nariz e saltou, sem rede protetora, num voo incerto instigante e interminável! Evoé! Em 1972, terminou o curso de teatro ministrado por Claudio Correa e Castro e por indicação dele, fez testes para teledramaturgia na Rede Tupi de televisão, sendo aprovada por Carlo Zara para a novela Camomila e Bem-Me-Quer de Ivany Ribeiro. Sua estreia profissional. Na tupi, participou entre outros trabalhos, das novelas Divinas e Maravilhosa de Vicente Sesso e Papai Coração de José Castelar. Em 1974 participou de testes para Cia de Maria Della Costa sendo aprovada por Antunes Filho para o espetáculo Tome Conta de Amelie, de George Feydou, sua estreia profissional em teatro. Se formou em Publicidade e Propaganda trabalhando no departamento de criação da agência Saldiva e Associados como redatora e diretora de comerciais, sem jamais deixar o trabalho como atriz em paralelo. TELEVISÃOCamomila e Bem-me-querDivinas e MaravilhosasPapai CoraçãoSalário MínimoA MalvadaSomos Todos do Jardim da InfânciaTerras do Sem-FimParaísoO Tempo e o VentoO Menino do Olho AzulUm Peixe Fora d’ÁguaZorra TotalSítio do Pica-Pau AmareloCidadão BrasileiroMaria EsperançaMáscarasCúmplices de um Resgate TEATROTome Conta da Amelie, de Georges Feydou, direção Antunes Filho.Os Efeitos dos Raios Gama nas Margaridas do Campo, de Paul Zindel, direção Antonio AbujamraCinderela do Petróleo, de João Bittencourt, direção de João BittencourtDona Rosita, a Solteira, de Federico Garcia Lorca, direção de Antonio AbujamraValfredo, meu Anjo, direção Tereza AguiarMãos ao Alto, São Paulo, de Paulo Goulart, direção Roberto LageAssim ou Assado, de Sílvio Haas, direção Roberto LageDireita, Volver!, de Lauro César Muniz, direção Emilio Di BiasiDivina Increnca, de Geraldo Carneiro, direção Roberto LagePoe, a Inveja dos Anjos, de Edgar Allan Poe, direção Stephen YarianA Margem da Vida, de Tenesse Williams, direção Antonio AbujamraO Olho Azul da Falecida, de Joe Orton, direção Marcelo MarchioroCamões, de Barbara Bruno e Marcelo Marchioro, direção Marcelo MarchioroCais Oeste, de Bernard Marie-Koltés, direção Marcelo MarchioroLaços Eternos, de Zíbia Gasparetto, direção Renato BorghiPutz, de Murray Schigal, direção Roberto LageFedra, de Racine, direção Antonio AbujamraO Martelo, de Renato Modesto, direção Aderbal Freire FilhoCrimes Delicados, de José Antonio de Souza, direção Antonio AbujamraBoeing, Boeing, de Marc Camolletti, direção de Darson RibeiroSábado, Domingo e Segunda, de Eduardo De Filippo, direção de Marcelo Marchioro e Bárbara BrunoVocê não se enxerga?, de Alberto GuzikMotel Paradiso, de Juca de Oliveira, direção Roberto LageGertrude Stein, Alice Toklas e Pablo Picasso, de AlcidesNogueira,direção Barbara Bruno e Paulo Goulart Filho TEATRO - DIRETORASabe Quem Dançou?, de Zeno WildeLook, Book, Hip, House, de Barbara Bruno e Paulo GoulartO Auto da Compadecida, de Ariano SuassunaO Amor Venceu, de Zíbia GasparettoO Cavalo na Montanha, de José Antonio de SouzaSábado, Domingo e Segunda, de Eduardo De Filippo, Remontagem no Rio de JaneiroO Santo Parto, de Lauro César Muniz,A Pomba, de Lauro César MunizO Tocador de Tuba, de Lauro César MunizOs Especialistas, de Adriano Shaplin19 Centímetros, de Lauro César MunizA Aurora da Minha Vida, de Naum Alves de SouzaPira, Pirandello, Pira, de Mario ViannaGertrude Stein, Alice Toklas e Pablo Picasso, de Alcides Nogueira em parceria com Paulo Goulart FilhoTudo sobre Elas, de Emílio BoechatGONZAGA PEDROSA: Gonzaga Pedrosa é ator, diretor, preparador de atores, artista plástico e publicitário, formado pela ESPM - Escola Superior de Propaganda e Marketing. Estudou teatro, em São Paulo, com Rofran Fernandes; na Inglaterra, pelas Ècole Philippe Gaulier, The Desmond Jones School of Mime and Physical Theatre e The Russian School of Acting; e, na Dinamarca, no Odin Teatret. Atuou em A Terceira Margem do Rio (Performance solo]; Caixa de Memórias, A Ilusão Cômica, e, A Bilha Quebrada, dirigidos por Marcio Aurelio; Assim É (Se Lhe Parece), dirigido por Marco Antônio Pâmio; Os Possessos, dirigido por Antonio Abujamra; Sábado, Domingo e Segunda, dirigido por Marcelo Marchioro; O Amor Venceu dirigido por Bárbara Bruno; Laços Eternos dirigido por Renato Borghi, A Cartomante dirigido por Rogério Favoretto, entre outros. Dirigiu, Balada Acima do Abismo – Com Maria Fernanda Cândido; A Terceira Margem do Rio; Ávida – A Mulher Mais Velha do Mundo; Canovaccio – Ensaio Sobre Consciência e Poder; Reflexo Guimarães; Tempo de Viver; O Mercador de Veneza; Oráculo de Gaia; Territórios; Viaduto – Uma História de Natal. Criou e dirigiu TeatrExpresso ParaTodos (12 Edições). Fez Assistência de direção para Marcio Aurélio, Antônio Abujamra e Marco Antônio Pâmio.JOÃO GABRIEL CARNEIRO: • 2011 a 2022 - RECORD TV - Autor Roteirista Pleno. Principais Projetos: • 2021 a 2022 - Série "Todas as Garotas em Mim" - de Stephanie Ribeiro, direção de Rudi Lagemann e co-produção da Formata Produções e Conteúdo. Seis Temporadas. • 2018 a 2020 - Telenovela "Apocalipse" - de Vívian de Oliveira, direção de Edson Spinello e co-produção da Casablanca Filmes. • 2015 a 2017 - Telenovela "Os Dez Mandamentos" - de Vívian de Oliveira, direção de Alexandre Avancini e co-produção da Casablanca Filmes. Duas Temporadas.JOCA ANDREAZZA: Formação: Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com início da formação final em 1990. Atuação profissional: 35 anos de carreira no teatro, atuando como ator, diretor, mascareiro, aderecista e professor. Atuação acadêmica: Foi docente na UNICAMP entre 2006 e 2008; também lecionou na Universidade de Sorocaba (UNISO) por três anos a partir de 2005. Atuação artística: Trabalhou em montagens teatrais de foco autoral e participou de produções que exploram a cena contemporânea e o corpo-em-teatro.MICHELLE GABRIEL: Bacharel em Artes Cênicas pela ECA-USP – 1997 a 2001;Mestrado em História do Teatro pela ECA-USP - 2015;Pesquisadora do Centro de Documentação Teatral ECA-USP – 2015 a 2019;Vice-Presidente e Coordenadora da ONG Commune – 2004 a 2017;Elabora e administra projetos culturais e sociais para leis de incentivo à cultura e órgãos da administração pública e privada, desde 2003;Parecerista de projetos culturais via Lei Rouanet de 2015 a 2021;Membro de comissões do ProAc Editais desde 2016;Presidente da Comissão do Edital ProMAC – Secretaria Municipal de Cultura de SP – de 2017 a 2019;Coordenadora do setor de Fomentos da Secretaria Municipal de Cultura de SP;Membro do Conselho Consultivo do Theatro Municipal de São Paulo;Colunista do site Aplauso Brasil na pauta de políticas públicas.Parecerista de projetos socio-culturais dos editais PETROBRAS, desde 2023.Domínio dos sistemas SALIC, SAD CINE, SANFOM, PROAC ICMS, PROAC DIRETO, PROMAC, SISTEMA BÚSSOLA E CAPAC.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.