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"Na boca do cão — Temporada São Paulo" é uma ópera de câmara contemporânea em língua portuguesa, baseada em experiência autobiográfica da soprano-atriz Gabriela Geluda, que transforma o medo em potência vocal e elaborativa. Com música de Sérgio Roberto de Oliveira (duas vezes indicado ao Grammy Latino), libreto de Geraldo Carneiro (ABL) e direção de Bruce Gomlevsky, a obra estreou no CCBB Rio com elogios da crítica. O projeto propõe temporada em São Paulo com 20 sessões, sendo 5 gratuitas com mediação e 15 pagas com ingressos populares e cota social de 10% a 20%. Inclui ainda a disponibilização gratuita do filme derivado da ópera e quatro aulas públicas da Técnica de Alexander ministradas por Gabriela Geluda, ampliando seu caráter formativo. Com acessibilidade plena e foco na democratização do acesso, a proposta consolida repertório operístico brasileiro contemporâneo e fortalece a identidade cultural do país.
ESPETÁCULO – ÓPERA DE CÂMARA “NA BOCA DO CÃO”Classificação indicativa: 16 anosÓpera de câmara contemporânea em língua portuguesa que narra a história de uma mulher confrontada com a memória de um episódio traumático vivido na infância. A experiência do medo é transmutada em canto, revelando a voz como dispositivo de elaboração emocional e ressignificação da presença no corpo. Com música original de Sérgio Roberto de Oliveira, libreto de Geraldo Carneiro e direção de Bruce Gomlevsky, a obra integra música, teatro e performance vocal, utilizando formação instrumental reduzida e proximidade com o público para intensificar a experiência sensorial e psíquica do espectador. Duração aproximada: 60 minutos. MEDIAÇÕES PÓS-ESPETÁCULO (DEBATES COM O PÚBLICO)Evento formativo vinculado ao eixo curatorial “Voz como corpo da psique”Após as sessões gratuitas, serão realizados debates abertos com a presença de Gabriela Geluda, Érika Lopes e convidados, abordando temas como voz, corpo, memória, medo e elaboração simbólica pela arte. As mediações têm duração de 30 a 40 minutos e promovem formação de público por meio de diálogo direto, compartilhamento de processo criativo e reflexão sobre a experiência estética. OFICINAS DE TÉCNICA DE ALEXANDERAção formativa – contrapartida socialAulas gratuitas ministradas por Gabriela Geluda para até 25 participantes por turma. A Técnica de Alexander é um método de reeducação psicofísica que atua na redução de tensões, melhora do uso da voz e aumento da consciência corporal. As oficinas têm duração de 45 minutos cada e oferecem experiência prática de integração corpo-voz, com foco em bem-estar, respiração e presença cênica. FILME “NA BOCA DO CÃO” – REGISTRO CINEMATOGRÁFICOContrapartida digital de acesso públicoExibição gratuita do filme baseado na ópera, com posterior disponibilização online mediante QR code. Adaptação audiovisual da ópera de câmara homônima, “Na Boca do Cão” transfigura em arte uma experiência real vivida pela soprano e atriz Gabriela Geluda, quando, ainda criança, teve sua cabeça abocanhada por um cão. A obra aborda o medo como força criativa e como caminho de elaboração psíquica, unindo música, corpo e palavra sob direção de Bruce Gomlevsky, libreto de Geraldo Carneiro e composição de Sérgio Roberto de Oliveira. Filmada no Teatro Serrador (RJ), a versão em vídeo amplia a dimensão cênica da ópera e democratiza seu acesso ao público por meio de exibições virtuais gratuitas.
OBJETIVO GERAL: Realizar temporada da ópera de câmara brasileira "Na boca do cão" em São Paulo, com 20 apresentações, ações de democratização de acesso, formação de público e acessibilidade plena, promovendo a difusão da ópera contemporânea em língua portuguesa e consolidando repertório lírico nacional de alta relevância artística e cultural.OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Realizar 20 apresentações, sendo 5 gratuitas com mediação e 15 pagas com ingressos populares e cota social de 10% a 20%.• Disponibilizar gratuitamente o filme derivado da ópera, ampliando acesso digital e legado cultural.• Oferecer 4 aulas públicas da Técnica de Alexander com Gabriela Geluda, atendendo até 100 pessoas, promovendo saúde vocal e consciência corporal.• Garantir acessibilidade arquitetônica, comunicacional e sensorial, com braile, PDF acessível, áudio-sinopse e recepção treinada.• Formar público para ópera contemporânea em língua portuguesa, fortalecendo identidade cultural e cadeia criativa do setor lírico nacional.
"Na boca do cão" é uma ópera de câmara contemporânea em língua portuguesa que representa uma contribuição singular à produção lírica brasileira ao reunir três dimensões raramente integradas no gênero: originalidade dramatúrgica, sofisticação musical e experiência autobiográfica transmutada em arte. A obra tem origem em um episódio vivido na infância por Gabriela Geluda, quando, ao ter a cabeça abocanhada por um cão e experimentar bloqueio vocal, iniciou um percurso de elaboração que, mais tarde, se materializaria artisticamente por meio do canto lírico, convertendo o medo em presença vocal e matéria de elaboração sensível. Ao tratar o medo como sentimento elementar da experiência humana, a obra amplia a identificação do público e democratiza a fruição da ópera, aproximando-a da dimensão existencial de cada espectador.A excelência da obra se confirma por sua ficha técnica de alta relevância nacional: o libreto é assinado por Geraldo Carneiro, membro da Academia Brasileira de Letras; a música é de Sérgio Roberto de Oliveira, duas vezes indicado ao Grammy Latino e reconhecido internacionalmente por sua contribuição à música de concerto brasileira; e a direção cênica é de Bruce Gomlevsky, artista consagrado no teatro e audiovisual. À frente da interpretação está Gabriela Geluda, cantora lírica e atriz com carreira consolidada, cuja presença vocal e densidade expressiva transformam a obra em acontecimento artístico e humano. A ópera estreou no Centro Cultural Banco do Brasil _ Rio de Janeiro, onde realizou temporada elogiada pela crítica especializada, comprovando sua relevância para o repertório contemporâneo nacional.A circulação em São Paulo propõe 20 apresentações, sendo 5 gratuitas com mediações pós-espetáculo com convidados, alinhadas ao eixo curatorial "Voz como corpo da psique", em debates que aprofundam temas como medo, respiração, corpo, presença e transformação psíquica pela voz. As demais sessões terão ingressos populares com cota social de 10% a 20% dos assentos, garantindo democratização de acesso conforme a Lei Rouanet. O projeto inclui ainda quatro aulas gratuitas de Técnica de Alexander ministradas por Gabriela Geluda _ abordagem reconhecida internacionalmente pela reorganização psicofísica e uso consciente da voz _ e a disponibilização online gratuita do filme derivado da ópera, ampliando o alcance digital e público formativo.A relevância da proposta se sustenta em cinco eixos fundamentais:Inovação de linguagem - ópera de câmara contemporânea em português com base autobiográfica inédita;Democratização do acesso - sessões gratuitas, cotas sociais, ingressos populares, acessibilidade plena e mediações;Impacto simbólico - a obra toma o medo como sentimento elementar da experiência humana e o transforma em presença vocal e matéria de elaboração sensível, ativando a arte como campo de elaboração psíquica e bem cultural compartilhado;Fortalecimento da cadeia produtiva - mobiliza compositorxs, intérpretes e tecnicxs especializados, promovendo circulação interestadual e sustentabilidade do setor de música de conserto;Formação e legado - mediações, aulas de Técnica de Alexander, filme e acervo acessível deixam contribuição permanente para a cultura brasileira.Assim, "Na boca do cão" afirma-se não apenas como espetáculo artístico, mas como projeto de impacto simbólico, social e cultural para o país, consolidando a ópera contemporânea brasileira e ampliando o repertório nacional em língua portuguesa.
O projeto “Na Boca do Cão” já foi realizado com sucesso no Rio de Janeiro, com temporada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-RJ), tendo recebido críticas favoráveis e reconhecimento do setor. A circulação em São Paulo representa a ampliação do impacto cultural de uma obra já validada artisticamente, fortalecendo o repertório operístico brasileiro contemporâneo.A proposta integra ações presenciais e digitais, com contrapartidas formativas por meio de oficinas de Técnica de Alexander e disponibilização gratuita do filme da ópera, assegurando legado permanente e democratização do acesso. As mediações pós-espetáculo consolidam o projeto como espaço de elaboração simbólica e formação crítica do público.O projeto articula excelência técnica e impacto social, com participação de profissionais de relevância nacional (membros da Academia Brasileira de Letras, indicados ao Grammy Latino e premiados no teatro brasileiro). A metodologia curatorial está alinhada às políticas do MinC ao promover diversidade, acessibilidade e formação de plateia.A definição do teatro será realizada em articulação com a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, priorizando equipamentos públicos com vocação para ópera de câmara e acessibilidade plena, assegurando viabilidade técnica e institucional.
1. ESPETÁCULO – ÓPERA DE CÂMARA “NA BOCA DO CÃO”Gênero: ópera de câmara contemporâneaDuração: 60 minutosClassificação indicativa: 16 anosFormato: obra integralmente cantada em português, com atuação vocal e corporal da soprano e trio instrumental ao vivo.Formação instrumental: clarinete/clarone, violoncelo, vibrafone/percursão leve.Cenografia: elementos têxteis suspensos, palco de 8m x 6m, luz cênica básica com 6 varas.Som: reforço cênico discreto com mesa de 4 canais e caixas ativas.Materiais de acessibilidade: libreto impresso em braile, sobre-títulos opcionais, áudio-sinopse e guia digital acessível.Público previsto: 300 pessoas por sessão.Natureza artística: ópera de câmara com ênfase vocal-psicofísica, baseada em experiência autobiográfica real. 2. MEDIAÇÕES PÓS-ESPETÁCULOFormato: rodas de conversa com o público ao final das sessões gratuitas.Duração: 30 a 40 minutos.Condução: Gabriela Geluda (dimensão vocal e Técnica de Alexander) e Érika Lopes (dimensão psíquica, estética e curatorial), com participação de convidados.Equipamentos: microfone de mão ou lapela, cadeiras em semicírculo, gravação opcional para acervo digital.Metodologia: escuta ativa, compartilhamento de processos criativos e reflexão coletiva sobre voz, presença e medo como elementos estruturantes da experiência humana. 3. OFICINAS DE TÉCNICA DE ALEXANDERNúmero de oficinas: 4 (quatro) sessões formativas.Duração: 45 minutos cada.Público por oficina: até 25 participantes.Formato: aula prática presencial, com instruções verbais e toques leves para reorganização psicofísica.Objetivo pedagógico: introduzir princípios da Técnica de Alexander na integração entre corpo, respiração e voz; promover consciência postural e redução de tensões.Materiais necessários: cadeiras, tatames ou colchonetes opcionais, ambiente silencioso.Acessibilidade: participação aberta a pessoas com mobilidade reduzida; linguagem acessível.Resultado esperado: fortalecimento da autonomia vocal e corporal, contribuindo para saúde psicofísica e inclusão. 4. FILME “NA BOCA DO CÃO” (CONTRAPARTIDA DIGITAL)Formato: registro audiovisual da óperaDuração: 60 minutosDistribuição: acesso digital gratuito por QR code e disponibilização em plataforma pública.Acessibilidade: legenda descritiva, audiodescrição opcional e PDF com ficha técnica e sinopse acessível.Objetivo: democratizar o acesso de públicos impossibilitados de comparecer presencialmente e ampliar a perenidade do projeto. 5. GUIA DIGITAL DO ESPECTADOR (material acessível complementar)Formato: PDF acessível para leitor de telaExtensão: 12 a 20 páginasConteúdo: informações sobre a obra, ficha técnica, contextualização do tema do medo, glossário de termos operísticos, apresentação da Técnica de Alexander.Acessibilidade: versão em braile disponível sob demanda; QR code impresso nos programas.Objetivo pedagógico: apoiar a formação de público por meio de conteúdo orientador e linguagem acessível.
O projeto assegura acessibilidade integral, contemplando dimensões físicas, comunicacionais e sensoriais, de acordo com o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), o Decreto nº 5.296/2004 e as diretrizes da Lei Rouanet.🔹 Acessibilidade Física• Realização em teatros públicos com estrutura acessível: rampas, elevadores, assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida, sanitários adaptados e sinalização tátil e visual. • Piso tátil, corredores amplos e circulação segura garantida. • Recepção capacitada para atendimento prioritário, apoio à locomoção e acolhimento humanizado.🔹 Acessibilidade de Conteúdo• Libreto em braile e fonte ampliada, distribuído gratuitamente nas sessões. • Guia do público em PDF acessível e compatível com leitores de tela, com sinopse, ficha técnica e conceitos curatoriais. • Áudio-sinopse com descrição narrativa e atmosférica, acessada por QR code. • Legenda descritiva e sobre-títulos em português, quando tecnicamente viável. • Audiodescrição ao vivo em sessões específicas, mediante agendamento prévio. • Mediações pós-espetáculo com linguagem acessível e recursos de apoio à compreensão.🔹 Mediação sensível e inclusão• Espaço reservado para cães-guia. • Atendimento especializado a público com deficiência, idosos e pessoas neurodivergentes. • Materiais informativos em linguagem clara e múltiplos formatos de recepção.🔹 Compromisso com registro e transparênciaTodas as ações de acessibilidade serão registradas, documentadas e comprovadas na prestação de contas do projeto, assegurando transparência, efetividade pública e cumprimento integral das exigências legais.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOA proposta adota um modelo de distribuição que amplia o acesso ao espetáculo, privilegiando a participação de públicos diversos e garantindo equidade cultural. A temporada realizará 20 apresentações, com a seguinte configuração:Distribuição de ingressos5 sessões gratuitas, priorizando escolas públicas, universidades, coletivos culturais, grupos periféricos, pessoas com deficiência e públicos historicamente afastados da ópera.15 sessões com ingressos a preços populares, com cota social de 10% a 20% dos lugares destinada à gratuidade via agendamento institucional.Política de ingresso compatível com legislação municipal de meia-entrada, garantindo acesso a estudantes, idosos, PCDs, professores e pessoas de baixa renda. Formas de Ampliação de AcessoFilme derivado da ópera disponibilizado gratuitamente online, com recursos de acessibilidade.Transmissão de trechos e depoimentos nas redes sociais, com legendas e descrição de áudio para alcance digital.Mediações pós-espetáculo nas sessões gratuitas, com participação de artistas e convidados, promovendo diálogo sobre voz, corpo, medo e elaboração psíquica por meio da arte.Realização de 4 oficinas gratuitas da Técnica de Alexander, ministradas por Gabriela Geluda, voltadas a artistas, professores, terapeutas, estudantes e público geral.Possibilidade de ensaio aberto para escolas e grupos comunitários, mediante agendamento com a produção.Ações de Engajamento ComunitárioParcerias com instituições públicas de ensino, coletivos culturais, redes de saúde mental e equipamentos culturais da cidade, garantindo ocupação ativa da cota social.Distribuição de ingressos gratuitos digitalmente via QR code com registro de presença, assegurando transparência e rastreabilidade. Acesso Digital e Preservação da Memória CulturalDisponibilização do filme da ópera com acesso livre na internet.Criação de um acervo digital acessível (áudio-sinopse, roteiro comentado e mini-documentário com bastidores e depoimentos). Em suma:O projeto propõe formas múltiplas de democratização – econômica, simbólica, formativa e digital – garantindo não apenas a presença física do público, mas sua participação ativa e qualificada no processo cultural, em plena conformidade com os artigos 1º e 3º da Lei Rouanet.
NSTITUIÇÃO PROPONENTE / RESPONSABILIDADE EXECUTIVAAmefricana Produções LTDACNPJ: 52.970.044/0001-48 Descrição institucional: Amefricana Produções é uma produtora cultural carioca que cria experiências brasileiras e afro-diáspóricas — populares e contemporâneas — com curadoria autoral, excelência artística e execução afiada. Atua em projetos de alto impacto cultural e social, com foco em circulação nacional, formação de público e democratização de acesso. Realiza projetos como o Festival Negro É Lindo (edição inaugural 2025 no Circo Voador, com mais de 20 ações artísticas, formativas e de celebração da cultura negra brasileira), o Festival Lélia 90 (MUHCAB – Museu da História e Cultura Afro-Brasileira), entre outros em fase de produção e captação.Função no projeto: gestão executiva, coordenação financeira, produção geral, implementação de acessibilidade, articulação institucional com equipamentos públicos de São Paulo, mediação formativa pós-espetáculo. DIRIGENTE RESPONSÁVELÉrika Fabiana dos Santos Creder Lopes – produtora cultural, psicóloga e curadora. Diretora da Amefricana Produções. Atua na concepção, execução e mediação de projetos culturais nacionais. Responsável pela coordenação executiva, articulação institucional e mediação dos debates pós-sessões (atividade como contrapartida social).FICHA TÉCNICA ARTÍSTICA PRINCIPALIntérprete e IdealizadoraGabriela Geluda – soprano, atriz e professora da Técnica Alexander Mestre em Música Antiga pela Guildhall School of Music and Drama (Londres) e bacharel em Canto Lírico pela UNIRIO. Formada como professora da Técnica de Alexander pelo Alexander Technique Studio (Londres). Atua há 30 anos na cena da música contemporânea brasileira e internacional, colaborando com compositores como Jocy de Oliveira em produções no Brasil, Alemanha, França e Inglaterra. Protagonista da ópera “Na Boca do Cão”, obra baseada em experiência autobiográfica transmutada pela arte, cuja estreia no CCBB-RJ foi aplaudida pela crítica. No projeto: intérprete, mediadora e ministrante de 4 oficinas gratuitas de Técnica de Alexander (contrapartida social estruturante). LibretistaGeraldo Carneiro – poeta, dramaturgo e membro da Academia Brasileira de Letras Autor consagrado com mais de 500 canções gravadas por intérpretes como Tom Jobim e Astor Piazzola. Vencedor do Emmy Internacional (2011), é um dos principais criadores dramatúrgicos brasileiros. No projeto: autor do libreto original da ópera. CompositorSérgio Roberto de Oliveira (1970–2017) – compositor, maestro e produtor Bacharel em Composição pela UNIRIO, indicado duas vezes ao Grammy Latino por obras eruditas contemporâneas. Fundador do selo A Casa Discos e figura central na música de concerto brasileira. Sua última obra é a ópera “Na Boca do Cão”. No projeto: autor da partitura original. Diretor CênicoBruce Gomlevsky – ator, diretor e produtor Artista consagrado no teatro e audiovisual, com mais de 50 espetáculos no currículo e prêmios nacionais. Reconhecido por montagens de alta densidade emocional. No projeto: direção cênica.Mediações e Formação de PúblicoRealização de debates pós-espetáculo conduzidos por:Gabriela Geluda (dimensão vocal e psicofísica);Érika Lopes (dimensão curatorial e psicossocial);Convidados especialistas (psicologia, música contemporânea, corpo, estudos da voz).Metodologia: escuta ativa, compartilhamento processual, integração entre arte, corpo e pensamento, estimulando o público a elaborar a experiência estética como experiência de cuidado e cidadania cultural. Nota institucionalA definição do teatro será realizada em articulação com a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e espaços públicos com vocação para ópera contemporânea, reforçando o compromisso institucional do projeto com o acesso democrático e a ocupação qualificada de equipamentos culturais públicos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.