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O projeto prevê, em comemoração aos 40 anos do Grupo carioca Teatro de Anônimo, uma extensa programação cultural ao longo do ano. Oferece 24 bolsas como contrapartida social, nos cursos permanentes de circo para crianças e adultos. Também atenderá gratuitamente 190 profissionais para aulas de treinamentos e oficinas temáticas. Além de 3 espetáculos de repertório do grupo para apresentações a preços populares e uma residência para 16 artistas que resultará em 4 edições do Noites de Parangolé, que vem a ser um cabaré de variedades. O projeto prevê formação gratuita para 302 alunos e 27 apresentações teatrais para mais de 5000 espectadores, a preços populares e distribuição de cotas sociais, na sede do grupo, na Fundição Progresso.
ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICASTemporada dos 3 Espetáculos Solos: - DANDO OUVIDOS é um espetáculo solo,direcionado ao público infantil, idealizado para o ar livre, em forma de arena. O intuito é reforçar o sentido da circularidade e continuidade do ciclo da vida, argumento para esta criação, que quer escutar o que as crianças têm a dizer sobre semente,nascimento, vida e morte. Em sua trajetória, Dando Ouvidos já se apresentou em escolas, praças e teatro, onde os recursos de iluminação enriquecem ainda mais a imaginaçãoque o espetáculo estimula.É um brinquedo-espetáculo, um convite às crianças a participarem de um acontecimento teatral, conectando-se com a atriz e umas com as outras, por meio de uma narrativa que se constrói com jogos interativos. A atriz traz para a cena a técnica da palhaçaria e sua vasta experiência como educadora, rompendo as fronteiras entre espaço cênico e plateia.O Espetáculo conta com a ambientação sonora ao vivo de Pacari, indígena oriundo dos Pataxós. Classificação- Livre.-CÃO CHUPANDO MANGA- é um exercício cênico que mistura teatro, circo, dança e artes plásticas num jogo poético sustentado pela técnica da palhaçaria e pela arte da bufonaria.A cena - um movimento solo- é alimentada pelas reflexões de um artista que, envelhecendo, se compara a um vira lata que atravessaas ruas sem pressa, observando pessoas e cheirando coisas, ou vice e versa, mas também que se coloca em prontidão, ou em posição de ataque, quando vê ameaçada sua dignidade.O performer Fábio Freitas, integrante do grupo carioca Teatro de Anônimo, sob o olhar cuidadoso e afetivo de Sidnei Cruz, estabeleceuma divertida e intensa conversa com a plateia, partindo de suas lembranças e outras histórias ficcionais, que procuram provocar sensações e reflexões acerca de nossas humanidades, abraçando os bichos que nós também somos. Classificação indicativa: 16 anos.- NÓS DE PANO- Ao compartilhar com o público sua experiência junto às mulheres da Cooperativa Abayomi, a atriz Shirley Britto é levada a um mergulho na ludicidade e na subjetividade afrofuturistas, que a lançam no corpo de uma boneca e no mistério da criação humana. Noprincípio, o mundo não existia. Assim começa a história da origem na visão indígena amazonense. A partir dela desfiamos nossa fábula, que começa com a desmontagem de uma boneca de pano. O solo se inspira no impulso vital de criação e dispersão, de nascimento e morte, no orixá do movimento e das transformações. Pelo afrofuturismo, conectamos passado e futuro, a cobra mitológica que gera os povos e a espiral do DNA. Classificação indicativa: 5 anos.- Temporada Noites de Parangolé-16 sessões do espetáculo-show de variedades. Há mais de 15 anos o Noites de Parangolé se firma como um palco de variedades, onde artistas apresentam performances para divertir e sacudir a plateia. Referência de festa cultural, onde já se apresentaram artistas renomados como: Flávia Reis , Léo Bassi, Avner Eisenberg, Hugo Possolo , Cordão do Boitatá, Família Colombaioni e tantos outros. A Banda Charanga Mutante conduz a dança e os intervalos entre os números cômicos do grupo Teatro de Anônimo e mais 02 convidados que trazem alguma performance. Tudo com o apoio de garçons performáticos que servem comidas saborosas e bebidas geladas. Entre banda, atores, técnicos, cozinheira, garçons e garçonetes,nossa equipe é 70% negra e com origem no subúrbio carioca.CAPACITAÇÃO ARTÍSTICA PARA ESPETÁCULO (Incubadora Artística)- programa de formação e criação artística, de 4 noites de Parangolé, coordenadas pelos integrantes do Teatro de Anônimo. Com duração de 2 meses de processo. Atenderá a 16 artistas circenses.CONTRAPARTIDAS SOCIAS (CURSOS PERMANENTES)-- BENJAMIM MIRIM- Este curso tem como objetivo socializar as crianças através do universo do circo, utilizando técnicas como acrobacia solo, acrobacia aérea, malabares, bambolês e outras ferramentas como a dança, música, teatro e jogos de improvisação. A ideia é estimular a criatividade e dar espaço da criança estar como coautora desse fazer. Através do circo, abre-se o campo da confiança, da troca, a criança se reconhece no espaço que ocupa e se apropria de seu corpo com mais inteireza.No final de cada ano, a turma vivencia um processo criativo, resultando numa demonstração para os familiares e para essa atividade, Pacari Pataxó fará uma assessoria com contos indígenas para essa montagem, ampliando a expressão das crianças com o circo teatro, com uma história indígena.Faixa etária: Crianças de 4 à 9 anos.- FLUXO ACROBÁTICO- O Curso tem como propósito aguçar a criatividade e gerar movimento físico e mental, explorando as possibilidades dos aparelhos circenses como tecido, trapézio, lira, bambolês e etc. Através das técnicas de circo, dinâmicas direcionadas com base em jogos de improviso e dança criativa, os participantes se apropriam mais dos seus corpos, ganhando além de tonos e alongamento, uma postura mais proativa na vida.No final de cada ano, a turma vivencia um processo criativo, resultando numa demonstração para os familiares e para essa atividade, Valeria Monã sera a profissional de dança convidada para assessorar essa montagem, ampliando a expressão dos alunos com a dança. Faixa etária: Pré adolescentes e Adolescentes de 10 à 16 anos.- CONEXÃO CORPO-ACROBACIA AÉREA- esta aula propõe um espaço de investigação e liberdade , onde a acrobacia aérea é atravessada pela escuta sensível do corpo . o foco está menos na forma e mais no fluxo : em como cada pessoa pode descobrir , a partir da sua potência e trajetória ,movimentos autênticos e singulares .No final de cada ano, a turma vivencia um processo criativo, resultando numa apresentação aberta ao público, como exercício pedagógico do processo criativo. Para o projeto, a trapezista Patricia de Souza será convidada para uma assessoria no aparelho de sua especialidade nesta reta final da montagem do espetáculo de encerramento. Público alvo: pessoas acima de 18 anos.CURSOS/OFICINAS/CAPACITAÇÃO--OFICINAS DE CAPACITAÇÃO: -Circo em Família - criança e seus responsáveis- Modus Desoperantes- oficina de palhaçaria feminina. Público Adulto-Gestão Cultural e outras economias. produção cultural para coletivos. Público Adulto-Bufonaria Contemporanea. Público Adulto- Comicidade Vira Lata- ofcina de comicidade para adolescentes Público adolescentes.-AULAS DE TREIMANENTO- Durante 9 meses, aulas gratuitas de Canto, dança e improvisação, com professores contratados. Público adulto- RESIDENCIA ARTÍSTICA/INTERCÂMBIO ANÔNIMO será um mergulho artístico de 2 meses com os integrantes do grupo para novas criações cênicas, sobre o olhar de velhos parceiros como Adriana Schineider e Ricardo Puccetti .No final do processo apresentaremos para o público gratuitamente.
Objetivo Geral - O Projeto Anônimo 40 anos, visa uma programação ao longo de 2026 no Pavilhão Teatro de Anônimo, na Fundição Progresso, para comemorar os 40 anos da companhia carioca. Para brindar tantos anos de trajetória, priorizamos fortalecer nossa Casa Escola de Anônimo,uma escola livre de artes, desenvolvida desde 2000, realizando oficinas, intercâmbios, pesquisas artísticas e criativas, e criação de conteúdos educativos para posterior consulta. Oferecendo assim para todos participantes, um panorama da cultura de Anônimo, que foi sendo construída ao longo desta trajetória. Um cardápio que inclui formação em oficinas gratuitas, para artistas iniciantes ou não e para toda família, intercâmbio com dois mestres renomados Adriana Schineiser e Ricardo Puccetti, 3 temporadas dos solos do grupo e uma incubadora artística, resultando em 16 apresentações do Noites de Parangolé, cabaré de diversidade, onde 16 artistas serão selecionados. As vagas serão oferecidas a projetos e instituições que atendam o público de baixa renda, pessoas com deficiencia, mulheres, escolas de arte, projetos culturais e sociais. Anônimo 40 anos é uma mostra com atividades plurais e acessíveis para a sociedade carioca, em que o público poderá ter uma experiência rica e diversa junto à companhia. Objetivo Específico:- Trazer uma experimentação inclusiva, considerando diversas perspectivas epistemológicas da humanidade.- melhorar as habilidades e nos surpreender com reinvenções de um mundo artístico mais justo e reparador a partir de uma metodologia transversal e múltipla.- Fortalecer a programação da Casa Escola de Anônimo, pulverizando seus saberes.- incorporar um ensino que dialoga com uma aprendizagem social, emocional e sobre si mesmo.- estimular o estudo da equipe pedagógica no âmbito da inclusão PCDs (pessoas com deficiências), para cada vez mais nossa escola atender da melhor maneira possível à todos.- promover a educação como um bem comum a sociedade, respeitando a diversidade , construíndo a capacitação dos indivíduos que por ali passarem, seja crianças, jovens ou adultos.Estão previstas nessa comemoração: - 3 cursos permanentes de março a dezembro, oferece 24 bolsas- 8 oficinas gratuitas com técnicas variadas-(Circo em Família, Modus Desoperantes, Bufonaria Contemporanea, Gestão para autonomia e produção cultural, Comicidade Via-Lata, Canto, dança e improvisação.- 1 imersão de capacitação para 16 artistas cariocas com resultado em 4 Noites de Parangolé.- 25 apresentações (16 apresentações do Noites de Parangolé e 9 apresentações de 03 solos do grupo, são eles Cão Chupando Manga, Dando Ouvidos e Nós de Pano)- 01 residência artística com Ricardo Puccetti e Adriana Schineider (Grupo Lume e Grupo PEdras)- resultando em 2 apresentações abertas ao público gratuitamente.- Estimativa de público 5.400 mil pessoas- 302 alunos em oficinas gratuitas- 24 bolsas de capacitação por 10 meses
Fundado em 1986, o Teatro de Anônimo estrutura sua prática através da montagem e apresentação de espetáculos, da qualificação profissional de outros atores sociais, além do aperfeiçoamento de técnicas e modelos autênticos de gestão e administração coletiva, baseada na solidariedade, criatividade e cooperação.Durante essa trajetória,o Grupo vem desenvolvendo uma estrutura de gestão e produção envolvendo coletivos, artistas e estudantes, criando uma rede potente de desenvolvimento e realização de projetos, com recursos de premiações, editais ou patrocínio direto, alguns deles são: Teatro de Anônimo 20 Anos; Incubadora de Gêneros Populares; Repertório de Anônimo (Petrobras); Circuito carioca de teatro de rua, circo e folias (Prefeitura do Rio); Miscelânea de Anônimo; Teatro de Anônimo 15 anos; (Brasil Telecom), Teatro de Anônimo 20 Anos (Petrobras), Anônimo 2.5 (Petrobras/ SMC), Casa Escola Benjamin(Fomento/Prefeitura do Rio). Priorizamos o papel do artista como agente de transformação social, descentralizando saberes e valorizando a diversidade. Projetos como "Anjos do Picadeiro", agora em sua 15ª edição, "Território Cultural" (2002 e 2004), "Mercado do Peixe" (2003 e 2004) e "Polo de Circo Teatro de Anônimo" (2014), "Ponto de Cultura Teatro de Anônimo", são exemplos de projetos que refletem nosso compromisso com a formação, autonomia criativa e pensamento crítico. No repertório, realizamos ao longo desses anos, 15 espetáculos, todos com uma característica perene e exibição versátil, já tendo circulado por todas as regiões brasileiras cerca de 15 países da Europa e América Latina.Em 2010 o grupo tornou-se Ponto de Cultura e em 2015 Polo de Circo, sendo responsável pela realização de um programa de oficinas de especialização de mais de 300 artistas na área de comicidade, acrobacia aérea e gestão cultural. A metodologia do grupo, seja nas oficinas de adultos ou crianças, trabalha o circo numa perspectiva múltipla e transversal, que ajuda a construir bases de conhecimento em direção a outras perspectivas de produção. Metodologia esta que está alinhada com o Relatório da Comissão Internacional sobre os Futuros da Educação da UNESCO, onde é reconhecido o poder da educação para realização de mudanças profundas na sociedade e a necessidade urgente de se reinventar novos futuros, reparando as injustiças enquanto nos reinventamos. Este projeto visa democratizar o acesso de jovens artistas, adultos e crianças a um programa formativo que prevê trabalhar não só as técnicas circenses, como os processos criativos da cena e seus mecanismos de gestão, fomentando jovens artistas e a formação de coletivos artísticos autônomos.Desde 1986, o Teatro de Anônimo busca em seu trabalho, realizar uma parceria cidadã com a sociedade civil, extrapolando a ideia de comunidade delimitada por um espaço físico, para alcançar o conceito de comunidade que se liga por um sentimento de pertencimento, criando assim, territórios flutuantes que se movimentam pela necessidade de se manterem vivos e produzindo singularidades e bens imateriais.No repertório, realizamos ao longo desses anos, 15 espetáculos, todos com uma característica perene e exibição versátil, já tendo circulado por todas as regiões brasileiras e cerca de 15 países da Europa e América Latina.A elitização do ensino de artes é um problema a ser resolvido. No cenário circense carioca, existem poucos espaços públicos e gratuitos voltados para o ensino de artes e seus processos de criação da cena circense para os jovens artistas e adultos, considerando as perspectivas de longevidade da população. O mesmo se aplica para o universo infantil, as artes circenses não estão nas escolas públicas e o acesso é privado e elitizado de um modo geral. Visamos oferecer ao público um tratamento mais justo, considerando as necessidades e diferenças de cada pessoa,oportunizando experiencias de sucesso para todos.A metodologia que vem sendo construída pelo grupo, busca que a pessoa participante, por meio de processo individual e coletivo, em contato com as técnicas utilizadas (circo, teatro, bufonaria e jogos de improvisos), tenha condições de estar no mundo experienciando sua singularidade com mais liberdade. As técnicas chegam como libertadoras dos limites, trazendo consciência de seus corpos neste tempo espaço. A experiência que dá sentido à educação na CASA ESCOLA DE ANÔNIMO, fomentando os processos criativos dos alunos neste programa de bolsas em 3 cursos permanentes ao longo de 1 ano, 8 oficinas gratuitas com técnicas variadas, 1 imersão para 16 artistas, resultando em 16 apresentações das Noites de Parangolé, 9 apresentações dos solos do grupo, 1 intercâmbio do Teatro de Anônimo com 2 mestres covidados, são eles Adriana Schineider e Ricardo Puccetti e uma demonstração final. Programação esta onde as oficinas serão totalmente gratuitas e com ingressos populares nas temporadas.O Teatro de Anônimo além de seu repertório de espetáculos teatrais e circenses como: Lar Doce Lar (2006), Noites de Parangolé (2008), Melhor dos Mundos (2010) As Duas (2013), Intermezzo (2015), Todas por uma (2019), Cão Chupando Manga (2022), Dando Ouvidos (2022), A Vó do Mundo (2023) e Kabaret Karioca (2023), intervém no cenário cultural nacional e internacional, se destaca a realização do Encontro Internacional de Palhaços Anjos do Picadeiro (desde 1996) _ um evento que figura entre os maiores do gênero no mundo. Um Encontro que destacou-se no cenário circense como uma grande escola livre de circo e palhaçaria.O Pavilhão Teatro de Anônimo, nossa sede no Centro Cultural Fundição Progresso, é mais do que um espaço físico - é um epicentro de trocas e fruição artística. Como Ponto de Cultura, oferecemos diversas oficinas de formação artística, promovendo o enriquecimento cultural e pessoal. O projeto "Anônimo 40 Anos" é nossa resposta ao momento atual e ao futuro que almejamos. Um futuro que olha para trás e para os lados, trabalhando a cultura, a memória e a arte cidadã. Ter a chancela da Lei de Incentivo à Cultura, amplia as possibilidades da realização deste projeto, contribuindo com a fomentação do fazer de um grupo de 40 anos na Cidade do Rio de Janeiro, que oferece a esse grande público uma programação rica, vasta e diversa, fortalecendo territórios de afetos, alegria e o bom humor.
-Toda programação foi pensada para acontecer no Pavilhão Teatro de Anônimo, sede do grupo, que se encontra no 1o pavimento da Fundição Progresso. Espaço de fácil acesso para cadeirantes. Neste mesmo andar tem banheiro adaptado.-Em dias de espetáculos, os espaços (entrada, saída de emergência, banheiro) terão sinalizações em destaques, atendendo o público de baixa visão e locais reservados para cadeirantes. Abafadores e objetos para regulação emocional e sensorial, estarão disponíveis para o público autista, caso haja necessidade.-A cada temporada prevista, teremos uma noite com intérprete de libras e outra com audiodescrição. -Convites serão oferecidos para instituições como Ines, Instituto Benjamin Constant, Lar das Moças Cegas.-Na divulgação do projeto nas mídias sociais, o material terá legenda descritiva, audiodescrição e intérprete de libras.-A equipe terá consultoria em acessibilidade com Cristiane Muñoz.- Nas oficinas, 10% das bolsas serão destinadas a pessoas com síndrome de Down.
Todas as oficinas serão gratuitas, teremos cotas de bolsas garantidas para projetos sociais, estudantes da rede pública, instituições que atendam pessoas portadoras de deficiência, pessoas lgbtqiap+, mulheres.Nas temporadas, oferecemos convites para instituições parceiras, escolas de teatro e circo, Aldeia Marakanã e Aldeia Vertical, projetos que trabalham com pessoas com deficiência (Ines, Lar das Moças Cegas, Instituto Benjamin Constant)
Teatro de Anônimo- ( Curadoria e realização) Fundado em 1986, o Teatro de Anônimo estrutura sua prática através da montagem e apresentação de espetáculos, da qualificação profissional de outros atores sociais, além do aperfeiçoamento de técnicas e modelos autênticos de gestão e administração coletiva, baseada na solidariedade, criatividade e cooperação. Possui 8 espetáculos em repertório, que já foram assistidos por espectadores do Brasil, Mônaco, Noruega, Peru, Chile, Colômbia, Espanha, Canadá, Itália, Suécia, Portugal, França, Guatemala, Andorra, Argentina e Moçambique.Flávia Berton- (direção geral do projeto e oficineira)Trabalha desde o final dos anos 80 com organizações culturais que desenvolvem projetos na área de artescênicas e culturas populares. Fez mestrado em Psicossociologia de comunidades e ecologia social pela UFRJ (1997), cursou o MBA em Gestão Cultural da UCAM (2006) e MBA em Gestão e Produção Cultural na FGV/RJ (2012). Atualmente é doutoranda do curso Artes da Cena da ECO/UFRJ. Integra a equipe de gestão e produção do Teatro de Anônimo (desde 1992)onde coordenou, produziu e administrou diversos projetos.Maria Angélica Gomes (atriz e oficineira)é fundadora do teatro de Anônimo, grupo que atua desde 1986, tendo em sua pesquisa foco da Comicidade, circo e cultura popular. Atua em diversos espetáculos do repertório do grupo e é responsável pelas oficinas direcionadas ao público infantil como: Circo Atuação, Casa Escola Benjamim Mirim, Circo em Família e Mergulho no Circo.Regina Oliveira -(atriz do projeto e professora) atriz circense, palhaça, trapezista, professora de acrobacia aérea e palhaçaria e diretora. Formada pela ENC – Escola Nacional de Circo no ano de 1994. Ganhou a Bolsa Virtuose –Minc de especialização artística, realizada no Canadá em 1998.Shirley Britto- (atriz do projeto e oficineira)Atriz, diretora, palhaça e bufona. Integrante do Grupo Teatro de Anônimo desde 1991. Formada pela Escola de Teatro Martins Pena, fez reciclagem na Escola Nacional de Circo.Fábio Freitas- (ator e oficineiro)Ator, Palhaço, brincante e performer. Integrante do Teatro de Anônimo, grupo que fundamenta sua pesquisa artística no universo da comicidade, da cultura popular e do circo. Formação teatral iniciada no curso profissionalizante de ator da Casa das Artes Cênicas (CAC) - em 1992. No ano de 1995 ingressa no curso técnico da Escola Nacional de Circo – RJ.Ricardo Puccetti- (mestre convidado)Ator, palhaço, pesquisador, orientador de atores e diretor teatral. Em 1983, ingressou no LUME Teatro (Universidade Estadual de Campinas,ao lado de Luís Otávio Burnier e Carlos Simioni. Referência internacional na arte do palhaço, responde pela sistematização da pesquisa do LUME TeatroBrasil) em 1988, ajudando a constituir o grupo enquanto núcleo de pesquisa ao na Utilização Cômica do Corpo, especificamente sobre o Palhaço e o Sentido Cômico do Corpo, desenvolvendo uma metodologia própria de trabalho. Adriana SChineider- ( mestra convidada)é atriz, diretora e pesquisadora de teatro. Professora do Curso de Direção Teatral e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena, da Escola de Comunicação da UFRJ. Desde abril de 2024, é coordenadora do Curso de Direção Teatral. Foi Superintendente de Difusão Cultural da UFRJ entre novembro de 2019 e janeiro de 2022). Coordena, desde 2017, com a professora Eleonora Fabião, o NEP - Núcleo Experimental de Performance, na UFRJ. Diana Dantas- ( Intérprete de Libras) Graduanda em Letras-Libras. Atua como intérprete de Libras-Português há mais de uma década em diversos contextos, principalmente em contextos artísticos culturais. Indicada ao prêmio Cebtj de teatro para criança ( categoria especial: pelo trabalho de absorção da Libras na dramaturgia e na cena) com a peça “Piracema” direção de Fernanda Avellar. Atuação em peças teatrais como esperando beltrano com Álvaro Assad e Márcio Moura (Etc e Tal).Banda Charanga Mutante- (músicos das Noites de Parangolé)-A Charanga Mutante é uma união de músicos independentes que se reúnem para fazer os mais diversos projetos. São multi-instrumentistas, integrantes de vários grupos e bandas da cena musical carioca e que atuam nas ruas do Rio de Janeiro. A vontade de expandir horizontes e multiplicar possibilidades musicais através da cena começou nas Palhaceatas do Festival Internacional de Palhaços e Circo "Anjos do Picadeiro", nas quais os músicos se encontravam e estabeleciam conexões com artistas de outras linguagens - principalmente o circo e o teatro de rua. Daí surgiu então a vontade deste encontro acontecer não apenas uma vez por ano, mas sim num projeto contínuo e inclusive independente das Palhaceatas.Caco Chagas- (projeção)Iniciou como designer gráfico em 1988, se tornando em seguida sócio da agência de publicidade Concreta e, alguns anos depois, do Estúdio 53, ao lado do diretor de arte e cartunista Claudio Sendin. Em 2000 se tornou autônomo trabalhando principalmente com grupos de teatro, música e circo. Nesse período ingressou na música como percussionista das bandas Rio Maracatu e Monobloco, grupo do qual faz parte até hoje.Desde 2014 desenvolve trabalhos de projeção e mapping, edição de vídeo, direção de corte e streaming para espetáculos de dança, teatro, circo e shows.Guiga Ensa- (iluminador)Formação profissional: COM O ILUMINADOR AURELIO DE SIMONI, INICIADO EM MAIO DE 1997. *PROJETOS TEATRAIS REALIZADOS (RECENTES): TEATRO “A última revolução possível ”-teatro serrador/RJ direção Sidnei Cruz (2017) “Conexão solidão ”- teatro Laura Alvim/RJ direção Daniel Herz (2018) “urbana ”- teatro Serrador/RJ direção Júlio Adrião (2018) “Pouco amor não é amor” Sesc tijuca / direção Sidnei Cruz (2019) “Pirueta “Sesc tijuca / direção Ana Veloso/Rogerio Freitas (2019) “A visita da velha senhora” teatro Laura Alvim/direção Daniel Herz (2019) “Noite do sorriso Negro” teatro Sesc Copacabana/ direção Joao Carlos Artigos (2019) “As açucenas “teatro Sesc Copacabana / direção Davi Cunha(2019) “Telepático” Sesc Teresópolis / direção Circo Dux (2020) Mirrice de Souza- (performer)Seu primeiro curso " A Arte da Dignidade, ministrado por Zezé Motta em 1997/8, com espetáculo O Evangelho, segundo José Saramago! Efetuou alguma trabalhos em vídeos clipe ( Sprite 60, música Abra sua Cabeça de Netinho baiano . Em 2004 , participou da oficina A Nobre Arte do Palhaço, dando vida a sua drag , Cremilda Anastacia, prata da casa do Teatro de Anônimo e Cordão do Boitata(2007 até os dias atuais ) , que por muitos anos ( 2005 a 2011), pode ser vista , fazendo Door na porta do Clube dos Democráticos, no projeto Semente da Música Brasileira. Em 2020 recebeu convite para atuar no longa Diálogos com Ruth de Souza ( correndo festivais e premiado pelo festival do Rio) e Lili e as Liberolas ( em final de edição ) .Renan Hubner -(técnico de som) produtor musical, operador de som e técnico de gravação. Formado bacharel em Música e Tecnologia pelo Conservatório Brasileiro de Música (RJ) e pós-graduado em Arranjo Musical pela Faculdade Unyleya, também cursou diversas formações livres na área de produção musical e sonorização, com destaque para o IATEC (RJ). Atua desde 2014 em estúdios, shows e espetáculos artísticos, tendo trabalhado com grandes nomes da música brasileira como Oswaldo Montenegro, Nico Rezende, Zé Renato, Vinícius Cantuária, entre muitos outros. Atualmente dedica-se à sonorização dos shows da cantora e atriz Zezé Motta e da Banda Nave de Prata, além dos espetáculos teatrais O Amante e Musical Bem-Vinda, Aurora.Ivam Cruz- (Dj)Designer, Editor audiovisual, social media e Dj. Formado em Design Gráfico, atualmente integra a equipe de comunicação da Muda Outras Economias e o Coletivo Rádio Assuna.Colabora na comunicação dos grupos Jongo da Serrinha, Cordão do Boitatá, Centro de Tradições Yle Asè Egio Omim, Teatro de Anônimo. DJ nas Noites de Parangolé, no Cordão do Boitatá XV nos carnavais. Técnico de som em alguns espetáculos de teatro e circo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.