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PRONAC 2512879Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Concertos pela Paz 2026

ASSOCIACAO ORQUESTRA CRIANCA CIDADA - AOCC
Solicitado
R$ 2,67 mi
Aprovado
R$ 2,67 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2026-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Concertos pela Paz propõe a realização de cinco apresentações da Orquestra Criança Cidadã, conjuntamente com músicos estrangeiros de países em guerra ou em situação de conflito, ao longo de 2026, a serem realizadas no Brasil e no exterior. A iniciativa busca promover a cultura de paz por meio da música, fortalecendo o diálogo entre os povos e ampliando o alcance internacional do trabalho social e artístico desenvolvido pela Orquestra.

Sinopse

Os “Concertos pela Paz” são uma iniciativa da Orquestra Criança Cidadã (OCC) que propõe um encontro inédito entre jovens músicos de diferentes origens, unindo artistas da Rússia, Ucrânia, Israel, Palestina, Coreia do Sul, Coreia do Norte e Brasil em uma mesma formação orquestral. O projeto nasce da crença de que a música é uma linguagem universal, capaz de superar fronteiras, diferenças culturais e ideológicas, promovendo a reconciliação e o respeito entre os povos.Por meio de uma série de concertos internacionais realizados em palcos simbólicos, os “Concertos pela Paz” buscam despertar uma reflexão sobre o papel da arte como agente de transformação social e diplomacia cultural. Cada apresentação será concebida como um gesto de esperança e união, apresentando um repertório cuidadosamente selecionado que expressa valores universais de paz, empatia e diversidade.As primeiras edições dos “Concertos pela Paz” ocorreram no Vaticano, entre os dias 3 e 4 de novembro de 2023, esta última com a presença do Papa Francisco. Posteriormente, em 2024, durante as comemorações do 18º aniversário da OCC, o projeto trouxe ao Recife quatro músicos, dois russos e dois ucranianos, que estiveram alinhados aos músicos brasileiros no Vaticano, em inesquecível edição dos Concertos pela Paz no histórico Teatro de Santa Isabel, cartão postal da cultura Recifense.Na mais recente edição dos Concertos pela paz, realizada em 2025, a orquestra que se apresentou na Coreia do Sul, no Japão e mais uma vez no Vaticano, e contou com a participação de músicos de diversos países Nesta ocasião a orquestra foi composta por 28 músicos: sendo 13 do Brasil (da Orquestra Criança Cidadã), 2 da Coreia do Sul, 2 da Coreia do Norte, 2 da Rússia, 2 da Ucrânia, 2 do Irã, 2 da Palestina e 2 de Israel.A iniciativa reafirma o compromisso da Orquestra Criança Cidadã com sua missão de formar cidadãos por meio da música, ampliando o alcance de seu trabalho educativo e social para o cenário internacional. Ao reunir jovens de contextos e culturas tão distintas em torno de um mesmo ideal, o projeto transforma o palco em território de convivência, diálogo e celebração da humanidade compartilhada.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promover a cultura de paz e o diálogo intercultural por meio da música, realizando cinco concertos nacionais e internacionais com a Orquestra Criança Cidadã em 2026 — no Recife, Brasília, São Paulo, Berlim (Alemanha) e Sydney (Austrália) —, fortalecendo a presença da orquestra no cenário artístico global e reafirmando seu papel como instrumento de inclusão social e transformação por meio da arte.OBJETIVOS ESPECÍFICOSPRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICALRealizar 05 Concertos pela Paz no nos países Brasil (Recife, Brasília e São Paulo), Alemanha (Berlim) e Austrália (Sydney) em 2026, conjuntamente com músicos estrangeiros de países em guerra ou em situação de conflito;Este projeto se alinha, portanto, aos seguintes incisos do Art. 3º do Decreto 11.453I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;XIII - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países;XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;

Justificativa

Desde sua criação, o projeto Concertos pela Paz consolidou-se como uma das iniciativas mais emblemáticas da Orquestra Criança Cidadã (OCC) — projeto social gerido pela Associação Orquestra Criança Cidadã (AOCC) —, reafirmando o poder da música como linguagem universal capaz de unir povos mesmo em meio a conflitos. A série nasceu em 2023 com apresentações em espaços simbólicos no Brasil e no exterior, reunindo músicos de países em guerra ou em situação de guerra sob um mesmo palco.Inspirado no lema "Na Arte Não Há Guerra", o projeto transforma o encontro entre esses jovens artistas em um gesto de diálogo, reconciliação e esperança, promovendo o intercâmbio cultural entre nações e o fortalecimento do papel da juventude como protagonista da transformação social por meio da arte.A proposta parte da compreensão de que a música é um instrumento de diálogo, empatia e reconstrução — um território de encontro entre culturas que transcende fronteiras linguísticas e sociais. Em cada edição do Concertos pela Paz, a Orquestra reafirma esse compromisso ao escolher repertórios que expressam valores universais como esperança, diversidade e solidariedade, interpretados por jovens que tiveram suas vidas transformadas pela educação musical e pela convivência coletiva.É nesse contexto que surge a edição Concertos pela Paz 2026, que propõe uma série de apresentações nacionais e internacionais com objetivo artístico, social e diplomático. As apresentações estão previstas para ocorrer no Recife, em São Paulo, em Brasília, em Berlim - Alemanha e em Sydney - Austrália — cinco palcos simbólicos que refletem o compromisso da OCC com a promoção da cultura de paz, da justiça social e da valorização da juventude brasileira como embaixadora da arte e da solidariedade entre os povos.A turnê contará com a participação de músicos internacionais convidados (russos, ucranianos, norte coreanos, sul coreanos, israelenses, palestinos e iranianos), fortalecendo o caráter de intercâmbio cultural e diálogo artístico que marca a trajetória dos Concertos pela Paz. O convívio entre jovens músicos — brasileiros e estrangeiros — representa, na prática, a construção de uma orquestra plural e internacional, símbolo da convivência entre culturas e da superação de fronteiras por meio da arte. Essa vivência compartilhada amplia o repertório artístico e humano dos participantes, enriquecendo tanto o processo formativo quanto a experiência estética apresentada ao público.Criada em 2006, a OCC é fruto da visão do Juiz de Direito João José Rocha Targino, em parceria com o Maestro Cussy de Almeida e o Desembargador Nildo Nery dos Santos, que transformaram a iniciativa em um projeto social de referência nacional e internacional. A Orquestra atua com excelência musical e impacto social direto em regiões de grande vulnerabilidade, como a comunidade do Coque (Recife), o distrito de Camela (Ipojuca) e a zona rural de Igarassu, atendendo gratuitamente cerca de 400 crianças e jovens entre 7 e 21 anos. Além das aulas diárias de instrumento, teoria e prática de conjunto, os beneficiários recebem acompanhamento pedagógico, atendimento médico e psicológico, alimentação e formação em luteria, por meio da Escola de Formação de Luthier e Archetier (EFLA), referência nacional.Mais do que formar músicos, a OCC forma cidadãos. A turnê Concertos pela Paz 2026 representa mais uma etapa desse processo, ao projetar jovens formados pela instituição como embaixadores da cultura brasileira e de um modelo de inclusão social reconhecido por sua capacidade de transformar vidas pela educação musical. Ainda que o projeto se configure como uma circulação artística, ele contribui diretamente para o aprimoramento técnico e humano dos participantes, que vivenciam processos intensivos de ensaio, disciplina coletiva, convivência internacional e contato direto com outras culturas e tradições.Todos os concertos serão gratuitos e acessível ao público, reafirmando o compromisso da OCC com o acesso democrático à cultura e às artes e com a implementação de medidas de acessibilidade nas cidades brasileiras que garantam a participação de diferentes públicos.Assim, o Concertos pela Paz 2026 reafirma o compromisso da Orquestra Criança Cidadã com a construção de pontes culturais e o fortalecimento da arte como ferramenta de empatia, diálogo e solidariedade entre os povos. Ao levar sua música de Recife a Sydney, passando por Brasília, São Paulo e Berlim, a OCC amplia o alcance de sua missão social e artística, reafirmando o papel da juventude brasileira e do intercâmbio cultural como instrumentos de promoção da paz e integração entre as nações.Para tanto, apresenta objetivos e metas alinhados à legislação vigente, expressa pelo art. 1º da Lei 8.313/91, tendo as seguintes finalidades:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Quanto aos objetivos previstos no art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto pretende alcançar:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;Este projeto enquadra-se ainda, em consonância com a Lei 8313/91, art. 18, § 3o , no segmento:c) música erudita, instrumental ou regional;

Estratégia de execução

Sobre a Orquestra Criança Cidadã:A Orquestra Criança Cidadã é um projeto social gerido pela Associação Orquestra Criança Cidadã - AOCC.Idealizado pelo Juiz de Direito João José Rocha Targino, o projeto, em funcionamento desde 2006, visa ao resgate social de crianças carentes através da música. A primeira comunidade escolhida para a atuação social foi o Coque, um dos bairros mais violentos e de menor Índice de Desenvolvimento Humano do Recife/PE.Atualmente, a Orquestra Criança Cidadã atende gratuitamente cerca de 400 jovens, entre 07 e 21 anos. Os alunos matriculados recebem diariamente (de segunda a sábado) aulas de instrumentos de cordas, sopros, percussão, além de teoria e percepção musical, solfejo, flauta doce e canto coral.O projeto conta ainda com apoio pedagógico, atendimento psicológico, médico e odontológico, aulas de inclusão digital, fornecimento de três refeições por dia e fardamento.Os alunos permanecem no projeto por um período de quatro horas por dia, no contraturno escolar.A Orquestra Criança Cidadã também garante a profissionalização por meio da Escola de Formação de Luthier e Archetier (EFLA), onde é ensinada a arte da construção e reparo dos instrumentos de cordas e seus respectivos arcos.O ingresso de novos alunos na Orquestra e na EFLA, quando há vagas disponíveis, se dá por meio de edital de seleção, publicado no site da Orquestra ou da EFLA e divulgado via redes sociais oficiais da Orquestra.Entre as atividades extracurriculares oferecidas, estão, além de cursos em parceria com universidades, intercâmbios para a Europa e América do Norte, direcionados aos alunos de destaque.A Orquestra Criança Cidadã vem, a cada ano, se projetando cada vez mais como um programa social exemplar. Em seus quase 20 anos de existência, recebeu mais de 30 prêmios, incluindo o Prêmio Caixa Melhores Práticas em Gestão Local, de âmbito nacional.Na esfera internacional, a Organização das Nações Unidas escolheu a Orquestra como uma boa prática de inclusão social, em dezembro de 2010. E, em 2015, a Orquestra Criança Cidadã tornou-se a primeira escola de música das Américas e a segunda do mundo a fazer parte do Programa de Escolas Associadas da Unesco.

Especificação técnica

A série Concertos pela Paz 2026 propõe uma experiência que vai além da dimensão artística das apresentações. Mais do que uma circulação musical, o projeto se configura como uma etapa de aprofundamento formativo e de desenvolvimento humano para os jovens músicos da Orquestra Criança Cidadã (OCC). A preparação para a turnê envolve o aprimoramento técnico, a imersão no processo de produção de uma turnê internacional e o convívio com artistas estrangeiros, promovendo o intercâmbio cultural e o fortalecimento de valores como disciplina, cooperação, empatia e respeito à diversidade.A iniciativa reafirma a vocação pedagógica da OCC, que integra formação técnica, sensibilidade artística e consciência cidadã em todas as suas atividades. Ainda que a turnê tenha caráter essencialmente artístico, ela representa também um importante momento de consolidação da formação integral desses jovens, permitindo que vivenciem na prática a responsabilidade e a experiência de representar o Brasil em contextos culturais distintos, dentro e fora do país.Ao longo de todo o processo, os músicos mantêm suas rotinas de estudo, ensaio e acompanhamento pedagógico, sob orientação da equipe técnica e artística da Orquestra. As atividades da turnê se articulam ao projeto educacional da instituição, estimulando autonomia, comprometimento e protagonismo social, pilares do modelo pedagógico que orienta o trabalho da OCC desde 2006.Formação e Preparação MusicalA preparação dos concertos seguirá o modelo pedagógico e artístico consolidado da Orquestra Criança Cidadã, que alia excelência técnica e artística à formação humana. Os músicos participantes, com idades entre 7 e 21 anos, integram os núcleos da Orquestra no Recife, Ipojuca e Igarassu, e recebem formação musical gratuita, com aulas diárias de instrumento, teoria musical e prática de conjunto.Antes da turnê, será realizado um ciclo de ensaios intensivos sob coordenação do maestro responsável e da equipe de professores da Orquestra. Os ensaios terão duração média de seis horas diárias, abrangendo estudos de repertório, unificação interpretativa e integração entre os jovens músicos brasileiros e os artistas convidados de outros países.Serão elaboradas partituras exclusivas e arranjos sinfônicos adaptados à formação multicultural da orquestra, de modo a garantir coesão técnica, equilíbrio sonoro e uma comunicação harmônica entre músicos de diferentes formações. O repertório final será definido durante a fase de pré-produção, contemplando tanto obras universais do repertório erudito quanto peças contemporâneas que simbolizem a cultura de paz e o respeito entre os povos.Cada concerto terá duração aproximada de 90 minutos, dividido em dois blocos, e será acompanhado de ensaios gerais e montagens técnicas em cada cidade. As apresentações ocorrerão no Recife, em Brasília, em São Paulo, em Berlim e em Sydney, em teatros e salas de concerto com infraestrutura profissional adequada para grandes formações sinfônicas.Formação Técnica e LogísticaA execução do projeto contará com uma equipe especializada em produção cultural, musical, técnica e logística internacionais, assegurando o mais alto padrão de qualidade nas apresentações. A estrutura incluirá direção artística, regência, coordenação de palco, técnicos de som e iluminação, produtores e intérpretes musicais, além de equipe de apoio responsável pela operação logística, transporte, montagem e acompanhamento dos instrumentos.O planejamento logístico abrangerá transporte aéreo e terrestre de músicos, regente e acompanhantes (staff), bem como seus respectivos instrumentos, além de hospedagem, alimentação e apoio técnico local. Todas as etapas seguirão protocolos de segurança e boas práticas de produção de eventos sinfônicos, em consonância com os padrões da OCC em suas turnês internacionais anteriores.O intercâmbio entre os músicos brasileiros e artistas estrangeiros convidados será acompanhado de atividades internas de integração e compartilhamento artístico, promovendo o aprendizado coletivo e o fortalecimento das competências interpretativas, técnicas e sociais dos participantes. Essa convivência multicultural, consolidada ao longo dos ensaios e das viagens, é reconhecida pela Orquestra Criança Cidadã como uma dimensão fundamental de seu projeto pedagógico.Integração ao Projeto Pedagógico da Orquestra Criança Cidadã Os documentos referentes ao Projeto Pedagógico da Orquestra Criança Cidadã foram anexados como Informações Adicionais, contendo a carga horária dos professores, a matriz curricular e os planos de curso. Esse material detalha a metodologia que fundamenta o trabalho formativo da instituição e que também orienta as atividades da turnê.Ainda que o projeto não inclua ações educativas abertas ao público, sua dimensão formativa está intrinsecamente ligada ao processo artístico, garantindo que cada etapa da turnê contribua para o crescimento técnico e pessoal dos jovens. A experiência internacional e o convívio com diferentes culturas configuram-se, portanto, como extensões vivas do projeto pedagógico da OCC, reafirmando o papel da música como ferramenta de transformação social e de promoção da paz.Síntese técnica do produto:• Título: Concertos pela Paz 2026• Formato: Série de concertos sinfônicos nacionais e internacionais• Locais: Recife, São Paulo, Brasília, Berlim e Sydney• Duração média dos concertos: 90 minutos• Formação musical: Entre 30 e 40 músicos (Brasil e convidados internacionais)• Acesso: gratuito e acessível ao público, com implementação de medidas de acessibilidade

Acessibilidade

PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICALAcessibilidade física: • As apresentações dos concertos serão realizadas em equipamentos culturais que garantem acessibilidade física ao público, com assentos reservados e sinalizados para pessoas com deficiência, idosos e gestantes, rampas e elevadores de acesso, sanitários adaptados e rotas acessíveis de circulação. Nos casos em que o local não disponha de toda a infraestrutura necessária, serão adotadas estruturas complementares locadas para assegurar o cumprimento integral das normas de acessibilidade previstas na Lei nº 10.098/2000, no Decreto nº 5.296/2004 e na IN MinC nº 23/2025.Acessibilidade para PCD auditivo:• Disponibilização de intérprete de Libras posicionado em local visível no palco, garantindo o acesso do público surdo e com deficiência auditiva ao conteúdo artístico e às falas realizadas durante os concertos (prevista para as apresentações em território nacional).• Conteúdos audiovisuais: Os vídeos do projeto terão legendagem descritiva, ampliando o acesso do público surdo e com deficiência auditiva ao conteúdo audiovisual.Acessibilidade para PCD visual: • Apresentações presenciais: Os concertos contarão com recurso de audiodescrição, garantindo que pessoas com deficiência visual possam vivenciar plenamente a experiência musical e estética das apresentações (prevista para as apresentações em território nacional).• Comunicação e divulgação: As peças de comunicação visual e publicações digitais do projeto incluirão descrições textuais das imagens acompanhadas da hashtag #PraTodosVerem, assegurando o acesso do público com deficiência visual aos conteúdos de divulgação.Acessibilidade intelectual:• Disponibilização de abafadores de ruído, durante as apresentações, para pessoas com hipersensibilidade auditiva, como aquelas no espectro autista, com misofonia, hiperacusia ou fonofobia.-Considerando que parte das apresentações ocorrerão no exterior e em espaços parceiros, reconhece-se que nem todas as medidas de acessibilidade previstas poderão ser implementadas integralmente em todos os locais. Contudo, o projeto se compromete a executar essas ações nas apresentações realizadas em território nacional, assegurando ampla acessibilidade e inclusão do público brasileiro.

Democratização do acesso

Todas as atividades previstas no projeto serão ofertadas com acesso gratuito, sem comercialização de ingressos, garantindo o acesso amplo e democrático do público a toda a programação. Desta forma, compreende-se que este projeto atende plenamente às diretrizes dispostas no Art. 46 da IN 23/2025.É importante destacar que medidas de democratização estão no cerne do projeto Orquestra Criança Cidadã. O mesmo é totalmente gratuito para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, residentes da Comunidade do Coque, da zona rural de Chã de Cruz e na divisa dos municípios de Abreu e Lima/PE, Paudalho/PE, bem como do distrito de Camela, no município de Ipojuca/PE. Além da gratuidade, no ato da matrícula, é requisitado a apresentação do CadÚnico e que os alunos estejam devidamente matriculados no ensino regular público. Atuando de forma integrada, durante toda a permanência no projeto, os alunos precisam manter-se matriculados no ensino regular, demonstrar assiduidade nas aulas e interesse pelos estudos.As apresentações da Orquestra Criança Cidadã também são sempre gratuitas, tanto no Brasil quanto no exterior, reafirmando o compromisso do projeto com a democratização do acesso à música erudita e à formação cultural. Essa política de gratuidade possibilita que públicos diversos, muitas vezes afastados dos espaços formais de cultura, possam vivenciar experiências artísticas de excelência, fortalecendo o papel social da música como instrumento de inclusão, diálogo e promoção da cidadania.Como medida de ampliação de acesso aqui propostas estão em conformidade com o disposto no Art. 47 da IN 23/2025:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.

Ficha técnica

Atual Presidente da AOCC [Proponente]: Myrna Salsa da Nóbrega TarginoCom uma trajetória dedicada a diversas ações voluntárias, a arquiteta Myrna Salsa da Nóbrega Targino (Recife, 1976) assumiu a presidência da então Associação Beneficente Criança Cidadã - ABCC (hoje, AOCC), em 19 de julho de 2017, a pedido do então presidente e fundador, o desembargador aposentado Nildo Nery dos Santos. Myrna Targino participou da criação da Orquestra Criança Cidadã, em 2006, atuando em diversas funções, a última como coordenadora financeira. Além de voluntária na AOCC, Myrna Targino é conselheira do Projeto Anjos, colaboradora da Sociedade Musical 25 de Setembro, de Limoeiro (cidade natal de sua mãe), ex-voluntária da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) e ex-vice-presidente da Associação de Cônjuges de Magistrados do Estado de Pernambuco (Acmepe), nas gestões 2018-2020 e 2008-2010. Ela também ocupa o cargo de membro do Conselho de Administração do Movimento Pró-Criança. Por suas valorosas contribuições, recebeu distinções da ABCC, do Caxangá Ágape e da Sociedade Musical 25 de Setembro.Idealizador e Coordenador Geral: Juiz João Targino Nascido na cidade de Pombal, no estado da Paraíba, o juiz João José Rocha Targino é reconhecidamente uma das personalidades do Poder Judiciário mais atuantes na área social. Idealizador e Coordenador-Geral da Orquestra Criança Cidadã, antes mesmo do nascimento do projeto, já demonstrava o seu forte comprometimento com a causa da promoção da cidadania, tendo recebido, em 1995, o troféu em Direitos Humanos pelo Departamento de Cultura e Esportes do Município de Abreu e Lima, em Pernambuco. Ao longo dos seus 31 anos de atuação no judiciário, já recebeu mais de cinquenta prêmios, tanto por sua competência profissional como magistrado, quanto pelo gerenciamento da Orquestra Criança Cidadã. No âmbito da magistratura, até a presente data, já atuou por um período na Corregedoria Nacional de Justiça, durante a gestão da Ministra Eliana Calmon, tendo sido, ainda, nomeado por cinco vezes Corregedor Auxiliar do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Além disto, já foi designado por três vezes para o exercício do cargo de Assessor Especial da Presidência do TJPE: Nas gestões dos desembargadores Nildo Nery dos Santos (2000-2002), Leopoldo de Arruda Raposo (2016-2018) e Adalberto de Oliveira Melo (2018-2020). Maestro titular e Diretor Musical: José Renato Accioly Bezerra Possui graduação em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (1988). Tem experiência na área de educação, com ênfase no ensino de música e na área de Regência Orquestral. Formou-se em Música pela Universidade Federal de Pernambuco, e, desde 1987, é professor do Conservatório Pernambucano de Música. Em 1993, realizou estágio em regência e educação musical no Conservatoire Erik Satie (Paris), sob a orientação da professora Marianne Guengard. Entre 1995 e 1998, estudou regência de coro e de orquestra com o maestro Henrique Gregori no Conservatório Pernambucano de Música. Participou de masterclasses realizados pelos maestros Cees Rottewell (Hlanda), John Poole (Inglaterra), Martin Schmidt (Alemanha), Lanfranco Marcelltti (Brasil) e Isaac Karabtchevsky (Brasil). A convite da Companhia de Ópera do Recife, dirigiu a montagem das óperas O Elixir do Amor (2004 2007), de Gaetano Donizetti, e O Morcego (2010), de Johann Strauss II. Em festivais e como maestro convidado dirigiu a Orquestra Sinfônica do Recife, a Orquestra Petrobras Sinfônica (Rio de Janeiro), a Orquestra de Câmara da Ciqudade de João Pessoa, a Orestra Sinfônica de Barra Mansa (Rio de Janeiro) , Grupo de Percussão do Nordeste, Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do RN e Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual do Ceará. Na direção da Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório Pernambucano de Música idealizou e dirigiu o projeto Circuito Sinfônico, temporada de concertos que já percorreu Pernambuco (do sertão ao litoral) e principais cidades do nordeste brasileiro. Hoje, além de maestro titular da Orquestra Criança Cidadã, atua como regente da Orquestra Sinfônica do Recife.Coordenador Pedagógico: Djalma Claudino Djalma Claudino é músico, flautista, compositor e educador. Possui bacharelado em Flauta Transversal pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), licenciatura em Música pela Faculdade Claretiano e especializações em Ensino de Arte e Música, pela UNIBF, e em Metodologia da Tradução da Língua Inglesa, pela Fafire. Atualmente, é mestrando em Interpretação de Música Latino-Americana dos Séculos XX e XXI na Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza, Argentina, além de ser estudante de Especialização em Musicoterapia pela Fameesp. Djalma também investiu em cursos profissionalizantes nas áreas de Gestão e Comunicação, destacando-se em Recrutamento e Seleção para Alta Performance (Gupy Academy), Gestão de Equipes (Pensar Cursos), e Oratória e Comportamento Empreendedor (Senac), além de possuir habilidade comunicativa nos idiomas inglês e espanhol.Ao longo de sua carreira, teve a oportunidade de se aperfeiçoar com grandes mestres e em renomados eventos internacionais. Participou do Falaut Campus 2012, em Salerno, Itália, e de uma master class com Emmanuel Pahud, flautista da Orquestra Filarmônica de Berlim, na Sala São Paulo. Também esteve presente em festivais de destaque como o 15º Festival Música nas Montanhas (MG), Femusc (SC), e Festival Internacional de Flautistas em Campinas (SP), dentre outros, onde consolidou sua trajetória musical e ampliou sua performance artística.Com vasta experiência no campo educacional e cultural, Djalma trabalhou por oito anos como professor de Flauta Transversal no Conservatório Pernambucano de Música e foi membro da Coordenação de Arte e Cultura da Secretaria Municipal de Educação do Cabo de Santo Agostinho. Participou da elaboração do Plano Municipal de Cultura e coordenou diversos projetos de educação artística na cidade. Além disso, foi coordenador pedagógico na Escola Municipal de Música José Ladislau Pimentel e nas unidades do CNA em Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, onde também exerceu a função de supervisor. Atualmente, é vice-coordenador nacional do Programa de Escolas Associadas - PEA da Unesco, do qual a Orquestra Criança Cidadã é integrante.Coordenador Educativo: Cel. Roberto CostaCarlos Roberto de Souza Costa é coronel da reserva do Exército Brasileiro. No setor civil, Roberto também possui curso na área de ensino com foco em coordenação pedagógica e fez MBA na Fundação Getúlio Vargas Vargas, no Rio de Janeiro, em Gestão e Administração Executiva. Possui especialização no curso de Manutenção de Comunicações da Escola de Comunicação do Exército (Escom) no Rio de Janeiro, tendo concluído em 1982; tornou-se mestre em Operações Militares pela Escola - Aperfeiçoamento de Oficiais de Comunicações, pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO-RJ), e doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.Na carreira profissional, coronel Roberto atuou em cargos de chefia na Escola de Comunicações do Exército, na Academia das Agulhas Negras e na Escola de Comando e Estado Maior, todos no Rio de Janeiro; foi chefe do Estado Maior e ordenador de despesas no Comando da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, em Santiago (RS); comandante-diretor de Ensino e ordenador de despesas do Colégio Militar do Recife.Foi, também, sub-diretor de Formação e Aperfeiçoamento da Diretoria de Formação e Aperfeiçoamento (DFA), no Rio de Janeiro; coordenador pedagógico de um curso preparatório para a ESPCEX e outros órgãos militares, no Recife; e participou da implantação e foi oficial de Gestão Escolar em uma escola municipal cívico-militar, em Jaboatão dos Guararapes. Assumiu o cargo de coordenador pedagógico educacional da Orquestra Criança Cidadã em setembro de 2021, a convite do coordenador geral e fundador do projeto, João Targino.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.