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O "1º Festival Forte da Canção Gaúcha" é um evento cultural destinado à difusão e valorização da música tradicional gaúcha, promovendo o acesso gratuito à população. O festival reunirá artistas locais e regionais, apresentando shows, oficinas e atividades educativas que incentivem o conhecimento e a preservação da cultura musical do Rio Grande do Sul. A iniciativa fortalece a identidade cultural da região, fomenta a economia criativa local e contribui para a democratização do acesso à cultura.
O Forte da Canção Gaúcha é um festival musical que celebra a riqueza da música regional do Rio Grande do Sul, reunindo artistas consagrados e novos talentos em um evento aberto ao público. A programação inclui apresentações musicais voltadas à valorização das tradições gaúchas e à difusão da identidade cultural do estado.O festival propõe uma imersão nas sonoridades e expressões do sul, abordando gêneros como milonga, vaneira, chamamé e outros ritmos regionais, em um ambiente acessível e inclusivo. Além dos shows, o projeto oferece espaços para formação e troca de experiências entre músicos, estudantes e o público, estimulando o aprendizado e o fortalecimento da cultura local.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.
Objetivo Geral- Promover a difusão e valorização da música tradicional gaúcha, democratizando o acesso à cultura regional e fortalecendo a identidade cultural da população de Rio Pardo e região. - Registrar o evento por meio de fotos, vídeos e materiais de divulgação, para registro e promoção futura da cultura regional.Estimular o turismo cultural e a economia local, envolvendo comércio, alimentação e serviços da cidade durante o período do festival. - Garantir acesso gratuito ou popular ao público, beneficiando diretamente pelo menos 5.000 participantes.Objetivos Específicos- Realizar apresentações musicais com artistas locais e regionais, garantindo pelo menos 4 shows durante o festival.
O " 1º Festival de Músicas Gaúchas de Rio Pardo" justifica-se pela necessidade de promover a difusão e valorização da cultura regional, especialmente a música tradicional gaúcha, que constitui patrimônio imaterial do Rio Grande do Sul. A realização do festival contribui para a democratização do acesso à cultura, garantindo que apresentações artísticas e atividades culturais estejam disponíveis à população local e regional, independentemente de sua condição socioeconômica.O financiamento via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para viabilizar o acesso gratuito ou a preços populares, garantindo a participação de toda a comunidade e possibilitando a contratação de artistas, a estruturação do evento e a produção de materiais de registro e divulgação.O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91 relativos à difusão de manifestações culturais e apoio à produção de eventos culturais que promovam a cultura regional. Além disso, contribui para o alcance dos objetivos previstos no Art. 3º da lei, especialmente:Incentivar a difusão e o acesso à produção cultural para todos os segmentos da sociedade;Apoiar a preservação e a valorização do patrimônio cultural brasileiro, com ênfase na cultura regional;Estimular a formação de público e o desenvolvimento de atividades educativas vinculadas à cultura.Dessa forma, o uso da Lei de Incentivo à Cultura é indispensável para garantir a realização do festival com caráter democrático, educativo e culturalmente relevante para a comunidade de Rio Pardo e região.
Significado do Nome “Forte da Canção Gaúcha”O nome “Forte da Canção Gaúcha” foi cuidadosamente escolhido por sua profunda conexão histórica e simbólica com a cidade de Rio Pardo e com a essência do projeto.Rio Pardo é um dos municípios mais antigos do Rio Grande do Sul e teve papel fundamental na formação e defesa do território sulino. Em seu centro histórico encontra-se o Forte Jesus Maria José, erguido no século XVIII como uma das primeiras fortificações do Estado. O forte tinha como missão proteger as fronteiras e garantir a soberania do território gaúcho, sendo um marco da resistência e da identidade do povo rio-pardense.Inspirado nessa herança, o festival adota o nome “Forte da Canção Gaúcha” como uma alusão à função simbólica de proteção, valorização e resistência da música regional. Assim como o antigo forte defendia o território físico, o festival se propõe a defender e preservar o território cultural, assegurando que a canção nativa — expressão viva da alma gaúcha — permaneça firme, respeitada e transmitida às novas gerações.O título reforça a ideia de que a cultura é também uma fortaleza: um espaço de abrigo, de memória e de identidade coletiva. No Forte da Canção Gaúcha, os artistas, compositores e intérpretes se tornam os novos guardiões dessa tradição, mantendo acesa a chama da arte e dos valores que compõem o patrimônio imaterial do Rio Grande do Sul.Dessa forma, o nome do festival sintetiza sua missão cultural e afetiva:homenagear o legado histórico de Rio Pardo;fortalecer a música regional como expressão de pertencimento;e promover a continuidade da tradição através da arte, da educação e da participação popular.Mais do que um evento musical, o Forte da Canção Gaúcha é um símbolo de resistência cultural e de celebração da identidade sul-rio-grandense, fazendo ecoar a força, o orgulho e a beleza da canção gaúcha em todo o Estado.
1. Estrutura do eventoDuração total: 1 diaCarga horária diária: Aproximadamente 7 horas de programação.Espaço físico: Estrutura acessível, com palco principal, área para público, estandes culturais e área de alimentação.Capacidade estimada: 8.000 pessoas por dia.Acessibilidade: Rampas, banheiros adaptados, área reservada a cadeirantes.2. Conteúdo artísticoApresentações musicais: 4 shows com artistas locais e regionais, com repertório voltado à música nativista e popular gaúcha.Formato técnico: Palco com sonorização profissional (PA, monitores, microfones e instrumentos), iluminação cênica e painéis de LED.Duração média de cada show: 60 minutos a 90 minutos.3. Materiais e registrosMaterial gráfico: cartazes, folders, banners e catálogo digital do festival (com programação, textos explicativos e breve histórico cultural).Material digital: vídeos, teasers e registro documental do evento para difusão em mídias sociais e canais culturais.Relatórios técnicos: registro fotográfico e audiovisual, relatórios de produção e planilhas de controle para prestação de contas. 5. Equipe técnica e produçãoDireção geral e curadoria artística;Coordenação de produção e equipe técnica de palco;Operadores de som e luz;Equipe de acessibilidade e comunicação;Segurança;Assessoria de imprensa e captação de recursos.
Acessibilidade Física: O Festival Forte da Canção Gaúcha será realizado em espaço adaptado para receber pessoas com mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, corredores amplos e sinalização tátil para orientação de pessoas com deficiência visual. Serão disponibilizadas áreas reservadas próximas ao palco para cadeirantes, garantindo segurança e conforto durante todas as atividades do evento.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto prevê ações que permitam a participação de pessoas com diferentes necessidades de comunicação e compreensão. Sempre que possível, serão realizadas visitas sensoriais e atividades educativas adaptadas para ampliar a experiência cultural a todos os públicos.
O Festival Forte da Canção Gaúcha terá como prioridade a distribuição gratuita ou a preços populares dos ingressos, garantindo que toda a comunidade local e visitantes possam participar. Além da presença física, o evento contará com transmissão ao vivo pela internet, permitindo que pessoas de outras cidades e regiões tenham acesso às apresentações.Essas medidas asseguram que o festival alcance o maior número possível de pessoas, promovendo a inclusão, a participação social e a valorização da cultura regional.
Coordenação Geral - Jeandro GarciaProfissional formado em Tecnologia em Marketing, com MBA em Pesquisa do Usuário, atuante no setor cultural em diversas funções, incluindo produção cultural, coordenação, marketing, social media, fotografia e filmagem. Possui ampla experiência em eventos tradicionais e artísticos de grande porte no Rio Grande do Sul, como Festival Aldeia da Canção (Coordenação Geral), ENART (2021–2023), FECARS (2022–2023), Festirim (2014–2017) e Rodeio Internacional do Mercosul (2023–2025).É produtor geral do projeto “Portal Parceiros na Cultura” (Lei Paulo Gustavo – SEDAC 2023/24) e produtor executivo do documentário “Ciclismo em Glorinha: Trilhando Histórias, Caminhos e Café”, também contemplado pela mesma lei, destacando-se pela atuação integrada entre produção cultural, comunicação e valorização das tradições regionais.---------------- Produtor Executivo - Cassio Scherer É gestor cultural, músico e agente multiplicador do show business, com experiência profissional há mais de 20 anos no mercado, atuando nas áreas de planejamento estratégico, captação de recursos via lei de incentivo, produção de eventos e assessoria de imprensa.Começou sua trajetória musical aos 08 anos de idade, influenciado pelos seus pais, aos 13 anos iniciou seu primeiro negócio, seu grupo musical Geração Sul, onde se dedicou ao empreendedorismo e desbravou caminhos e possibilidades de negócios, desempenhando as funções de músico, empresário de shows, divulgador e produtor musical.No ano de 2012 foi convidado para trabalhar na gestão comercial do grupo Tchê Guri, onde seu desempenho profissional contribuiu ao crescimento desta marca a mais de uma década.Ao longo desses anos também atuou como músico baterista para diversos artistas gaúchos, em espetáculos e dezenas de gravações musicais, formando grandes parcerias e relacionamentos no mercado.Atualmente Cassio Scherer é formado em gestão comercial com MBA em marketing e vendas, e é responsável por diversas produções do show business e projetos culturais a nível nacional, impactando positivamente a indústria da música e levando o entretenimento até milhares de pessoas, fazendo com que sua arte transforme vidas em busca de uma sociedade ainda melhor.______________ Diretora Artística - Lila Ramos Tecnóloga em Dança e especialista em História e Cultura Afro-Brasileira, é uma artista multidisciplinar que atua como coreógrafa, professora, bailarina, artista visual, figurinista e fotógrafa. Possui também vasta experiência em curadoria, produção cultural e organização de eventos.Sua formação inclui Ballet Clássico pelo IMBA Bagé (2000) e Tecnólogo em Dança pela ULBRA (2009). Integrou importantes companhias, como o Grupo Experimental de Dança da ULBRA e a Cia Municipal de Dança de Novo Hamburgo. Sua trajetória abrange pesquisa em videodança, ensino de diversas modalidades (Ballet, Jazz, Dança Afro) com foco em dança terapêutica e empoderamento feminino.Desde 2022, desenvolve projetos em Rio Pardo, atuando como oficineira do CRAS e diretora do Palco Coletivo de Arte. Nos últimos anos, foi responsável por eventos culturais marcantes na cidade, incluindo batalhas de rima, exposições e fóruns sobre cultura afro-brasileira. Em 2024, destacou-se como coreógrafa da comissão de frente da Escola de Samba Candangos e curadora na exposição "Rio Pardo: Ecos da Ancestralidade Negra".Atualmente, é diretora de carnaval do Bloco do Rosário, coreógrafa da Escola de Samba Realeza da Vila e participa como bailarina no documentário "CAPS" (UNISC TV). Seu trabalho se destaca pelo compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira e a arte como ferramenta de transformação social.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.