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Oficina das Minas é um projeto social direcionado à inclusão de mulheres na música, dando ênfase no segmento musical do samba, com aulas semanais de violão, cavaco, percussão e preparação vocal na cidade de Niterói. Cumprindo um calendário anual, as oficinas acontecem de janeiro a dezembro,com, oficina de verão e aulas de Bloco de carnaval. A proposta da Oficina das Minas é estabelecer um espaço de acolhimento para mulheres de todas as idades e fazer da música um espaço social de tratamento psicológico para mulheres em situação de vulnerabilidade, vítimas de violência doméstica e insere mulheres com idade superior a 60 anos, além de incentivar adolescentes e mulheres jovens a ingressar na profissão artística da música.
120 vagas de Oficina de Percussão120 vagas de Oficina de Cavaco120 vagas de Oficina de Violão120 vagas de Oficina de preparação vocal120 vagas de Oficina de flauta200 vagas para Oficina de Bloco6 turmas de recreação infantil24 atividades culturais em espaço público (12 em Niterói e 12 no RJ)
O objetivo do projeto social Oficina das Minas é trazer um espaço de sociabilidade para mulheres sem que haja qualquer tipo de preconceito ou misoginia que afaste mulheres do lugar de aprendizado e de protagonismo. Diante de uma sociedade historicamente machista que afasta mulheres dos espaços que dão acesso à formação e invisibiliza do mercado de trabalho, este projeto utiliza a música como espaço de acolhimento para mulheres vítimas de violência doméstica e, através de uma rotina composta por arte, a Oficina das Minas oferece para cada mulher que sofre ou sofreu um abuso psicológico ou físico, a alegria de viver.Em 2023, o Brasil teve o maior número de feminicídios desde que o crime foi tipificado, há nove anos. Com 1.463 vítimas, país registrou uma morte a cada seis horas no ano passado, segundo estudo divulgado ontem pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Pensando na criação de um espaço que reabilita à mulher nos espaços sociais nas cidade de Niterói e do RJ, a Oficina das Minas usa o samba como expressão cultural para dar vida e criar uma possibilidade de profissão à todas as alunas do projeto. Sem deixar de lado as camadas sociais que afastam as mulheres das universidades e até mesmo do trabalho, a Oficina das Minas vai receber os filhos das alunas como um verdadeiro quilombo, onde as crianças terão atividades de educação musical e serão assistidas por educadoras no período que as mães estiverem fazendo a oficina.A Oficina das Minas inclui uma diretriz política de inclusão com a elaboração de um trabalho pedagógico que vai apresentar ações e estratégicas para proporcionar o espaço acessível e inclusivo para o combate ao etarismo, comunidades LGBTQIAP+ e cota racial, disponto de 15% para cada categoria.
A criação do projeto Oficina das Minas teve caráter de urgência para trazer à cidade de Niterói o movimento de visibilidade da mulher e rompimento da estrutura hegemônica do machismo estrutural, que afasta a mulher do mercado de trabalho em nível global. A partir de estudos e pesquisas sobre as camadas que invisibilizam às mulheres dos acessos à educação e mercado de trabalho, normalizando a mulher nos espaços domésticos (sem a devida remuneração), inserimos a pauta do protagonismo feminino no samba, sendo este segmento artístico dominado majoritariamente pelos homens, para romper com esse sistema estrutural.A criação de um espaço de formação musical esta sendo a solução para sanar o déficit que Niterói tem em relação ao protagonismo feminino no samba, e com isso, ampliar o número de mulheres instrumentistas. Atualmente temos pouquíssimas mulheres que praticam os instrumentos musicais dentro das rodas de samba, e por conta desta dificuldade, vimos que o primeiro passo para democratizar o acesso da mulher nos espaços comuns que produzem samba, é criar uma centro de formação musical exclusivamente para mulheres, trabalhando as técnicas do samba e praticando o samba junto com as apresentações do coletivo, unindo o conhecimento técnico com à experiência empírica de se fazer samba, que só é adquirida com a prática.Além de criar um espaço de educação musical para mulheres, A Oficina das Minas inclui em sua diretriz políticas de inclusão com a elaboração de um trabalho pedagógico que vai apresentar ações e estratégias para proporcionar o espaço acessível e inclusivo para o combate ao etarismo, comunidades LGBTQIAP+ e haverá cotas para mulheres assistidas pelo Centro de Atendimento à Mulher/ Secretaria da Mulher de NIterói, cota racial, destinando 15% para cada categoria supra citada.
O projeto Oficina das Minas inaugurou em 2023 e já matriculou mais de 450 alunas. Dentre esse número, apresentamos um percentual composto por 64% de mulheres pretas e pardas, 20% acima de 60 anos, 35% das alunas tem renda de até 1 salário mínimo. A Oficina das Minas se revelou ser muito mais que uma escola de música, o projeto cultural promove um espaço de acolhimento para mulheres que são diariamente socialmente excluídas da sociedade. Através das aulas de música, estabelecemos trocas simbólicas de afeto, de empoderamente e recuperação da autoestima de mulheres que estão frágeis. Desta forma, devolvemos a sociedade mulheres com desejo de trabalhar, de viver, sabendo que dentro do projeto esta sendo constituída uma comunidade feminina.
A Oficina das Minas apresenta curso de instrumentos musicais com ênfase no segmento musical do samba, com aulas semanais de violão, cavaco, percussão e preparação vocal nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro. A proposta é oferecer 800 vagas ao todo para mulheres, distribuídas nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro. A partir da prática pedagógica de inclusão, será inaugurado o espaço infantil "Cria das Minas", que irá receber crianças, filhos e filhas das alunas durante o horário das aulas. Este espaço será composto por aulas de história de cultura popular e prática de musicalização infantil, inserindo a cultura popular do samba no universo lúdico das crianças.Dentro do projeto, iremos realizar a ação com roda de samba mensal composta por uma feira de economia criativa com o “Corre das Minas”, com atividades artísticas e uma feira com exposição e comercialização de produtos e mercadorias produzidos por mulheres, estimulando à economia criativa e criando renda para toda a família. Haverá também a Oficina de verão, com aulas de bloco de carnaval. Tudo isso durante 12 meses e matriculando 800 mulheres.
Coordenadoria Pedagógica de inclusãoLegendagem em todos os vídeos do ReealsIntérprete de libras na gravação do show conclusão24 Atividades Culturais em espaço público com acessibilidade para cadeirantes24 shows ao vivo, em espaço público com Intérprete de libras
Oficina gratuitas para mulheres de todas as idades; 24 Atividades culturais com entrada gratuita para todo o publico; Criação de espaço de trabalho (emprego) para mulheres empreendedoras na área de moda, artesanato e gastronomia com atividade mensal; Acessibilidade para cadeirantes nas atividades culturais com roda de samba.
Camille Siston Função:Idealizadora e Produtora Executiva Mini-Curriculo: Jornalista e Produtora Cultural, mestra com especialidade em cultura e territorialidade pelo PPCULT/ UFF e doutoranda em Comunicação pela UERJ. Direciona sua pesquisa no debate sobre a invisibilidade da mulher no samba. É responsável pelos projetos: Oficina das Minas, Estação Guanabara, Rio e Seus Baluartes-Encontro de Gerações e Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba. Atua como produtora cultural desde 2008 quando abriu sua primeira empresa em Niterói, a CSISTON Produção Integrada, e em 2021, ampliou o mercado cultural com a abertura da segunda empresa, a Rizoma Produção Integrada, na cidade do Rio de Janeiro. Roteirista do documentário ‘Flecheiro, Seu Terreiro Esta Em Festa’, aprovado no edital de Povos e Culturas tradicionais, do Estado do RJ, finalizado em 2023; proponente, roteirista e diretora do curta metragem ‘A Cidade é das Mulheres’, aprovado na LPG do município de Niterói e é proponente e coordenadora de Projeto do longa-metragem ‘Mariana’, aprovado na LPG do Estado do RJ e pelo desenvolvimento do longa-metragem do filme “Rio e Seus Baluartes: Encontro de Gerações, aprovado na LPG do Estado do RJ. Nome: Ana Paula Klippel LopesFunção: Coordenadora Pedagógica de inclusãoMini-Curriculo: Historiadora e mestra em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, atualmente cursando Pedagogia e pós-graduação em psicopedagogia. Com experiência em gestão, atuou como gerente do Espaço Itaú de Cinemas no período entre 2014 e 2016. Coordenadora de eventos SP-Arte pela Blooks Livraria.Trabalha como Figurinista e cenógrafa. Assistente de produção no Projeto Rio e Seus Baluartes e no Evento Mulheres na Roda de Samba Coordenadora pedagógica no Projeto Oficina das Minas – RJ. Nome: Mara Valeria Borges MacielFunção: Coordenadora AdministrativaMini-Curriculo:Diretora Sócia da INFORMARTE PRODUÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL. Experiência na área de planejamento e produção cultural, elaboração de projetos e prestação de contas, recebimento e avaliação de novos projetos, nas áreas de artes cênicas, dança e música. Leis (Rouanet, municipais e estaduais)Acompanhamento de calendário de editais de seleção e patrocínio, planejamento da programação. Gestão de projetos culturais, incluindo programação de atividades, seleção de espaços, parceiros e patrocinadores. Agenciamento artístico.Rotina administrativa de produção, contato com fornecedores e parceiros, produtoras e artistas, universidades e instituições culturais, órgãos de classe e governamentais, consulados, órgãos governamentais e universidades.Produção de Seminários e Conferências com levantamento de informações para temáticas, organização do conteúdo para publicação, atendimento a inscrições e credenciamento.Consultoria em Gestão e Planejamento Cultural para Centro Cultural e Teatro. Nome: Marineia de Araujo dos SantosFunção: Oficineira de PercussãoMini-Curriculo:Há dezoito anos com o grupo só damas, Mari esteve com consagrados nomes do samba carioca em algumas das melhores casas de show do Rio de Janeiro, dentre elas: Terreirão do Samba, Cidade do Samba, Rio Sampa, Casa da Mãe Joana, Bossa Nossa, além de grandes escolas de samba do Rio de Janeiro como, Estação Primeira de Mangueira, Acadêmicos do Salgueiro, Unidos da Tijuca e outras. Além da agenda de shows do grupo Só Damas, Mari faz parte da roda de samba de mulheres no Quilombo do Grotão, é membro do coletivo Mulheres no Samba de Niterói e é professora de percussão do projeto social Oficina das Minas. Nome: Belliza Luar Petrone SoaresFunção: Oficineira de ViolãoMini-Curriculo:Iniciou a carreira musical ainda na infância, participando de corais da escola. Em seguida iniciou o estudo em piano e violão no Conservatório de Música de Niterói. Na adolescência, compôs a primeira canção e, por causa dela, escolheu seguir o caminho profissional da música. Ali percebeu a importância da composição como forma de me expressar no mundo. Aos 16 anos, começou a fazer os primeiros shows e, anos mais tarde, iniciou os estudos na UNIRIO, onde se formou em Bacharelado em Arranjo de Música Popular Brasileira.Atualmente é professora de música e faz parte do time de professoras do projeto social Oficina das Minas, realizado em Niterói ome: Dayse Freitas De OliveiraFunção: Oficineira de CavacoMini-Curriculo:Participou do movimento de samba no consagrado Cacique de Ramos nos anos 80, iniciando sua carreira profissional como cavaquinista de Dominguinhos do Estácio, Neguinho da Beija-Flor e Jorginho do Império. Participou também do projeto Seis e Meia no Teatro João Caetano, acompanhando Dona Ivone Lara e Jovelina Pérola Negra. Sob direção de Haroldo Costa, trabalhou no Hotel Intercontinental durante 8 anos em São Conrado (Rio de Janeiro), e representou o samba e a cultura popular brasileira no Brasil e no exterior, em eventos musicais nos EUA e na Colômbia. Em 1990 entrou na Passarela do Samba, acompanhando o Mestre Jamelão e a Mangueira com a harmonia do cavaco. Até o ano 2000, Dayse foi cavaquinista de Almir Guineto, de quem se tornou parceira em vários sambas depois.Acompanhou Nelson Sargento, Nelson Rufino, Dona Ivone Lara, Almir Guineto, Batatinha, Riachão, Moacyr Luz, Diogo Nogueira, Adilson Bispo, Noca da Portela, Tia Surica da Portela, Arlindo Cruz, Sombrinha, e mais. Nome: Luiza Conceição DionízioFunção: Oficina de Preparação VocalMini-Curriculo:Luiza Dionizio cantou por todo o Brasil e também pela Europa e vem deixando seu nome gravado na memória de quem gosta do verdadeiro samba com interpretações únicas e a força herdada por seus ancestrais.Em 2012 gravou a música “A MENINA E O TEMPO” no CD BAÚ DA DONA IVONE, contendo somente com músicas inéditas de Dona Ivone Lara e parceiros, ao lado de grandes interpretes, como: MARIA BETHÂNIA, CAETANO VELOSO, BETH CARVALHO, DIOGO NOGUEIRA, NEI LOPES, entre outros.Faz parte do DVD Som Brasil Arlindo Cruz lançado recentemente pela Som Livre, interpretando 3 faixas de grande sucesso do homenageado.Luiza conquistou definitivamente o público e a crítica no seu primeiro CD “Devoção”, sendo indicada como melhor cantora de samba e de melhor cantora no voto popular, no XXI Prêmio da música brasileira em 2010.Participou das gravações do filme “Diálogos com Ruth de Souza” , lançado em 2023. Nome: Adorina Guimarães BarrosFunção: CantoraMini-Curriculo:Catora, nasceu no subúrbio carioca de Irajá.Apresentada ao grande público por Paulinho da Viola, gravou seu primeiro disco, “Eu canto samba”, pela Leblon Records, em 1996. Com esse trabalho, chegou a ganhar o “Prêmio Sharp” de revelação de samba daquele ano. Fez participações em outros discos: CD “Coisas Nossas”, disco-tributo a Noel Rosa, cantando a música “Tipo zero”, e no CD “Casa da Mãe Joana”, interpretando uma música inédita de Aluísio Dias. Participou do CD “Samba de raiz”, interpretando “Eu canto samba”, de Paulinho da Viola. Permanceu por quase um ano com o show “Eu canto samba” no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Recife, divulgando o CD homônimo. Em 2018 idealizou o Encontro nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba, um movimento que reune mulheres fazedoras de samba atuantes em 9 países e no Brasil esta presente em 21 estados.Em 2020 lançou o primeiro livro intitulado “Contornos”, com 20 textos entre contos e crônicas, em edição da autora. Nome: Bárbara Fernandes Guimarães CovaFunção: Direção MusicalMini-Curriculo:Multi-instrumentista, atuante na cena musical nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro desde 2001, passando por vários projetos com integrantes femininas com destaque para Samba que elas Querem, Sambariah, Só Delas, Zabatê e Madame Sete. É formada em Estudos de Mídia pela Universidade Federal Fluminense e trabalha desde 2014 no Instituto Cultural Cravo Albin, como produtora cultural e pesquisadora do Dicionário Cravo Albin da MPB.Nome: Cristiane Pantoja MatozoFunção: DjMini-Curriculo:Iniciou sua carreira na música como roadie, e foi na área técnica que descobriu sua vocação e conseguiu seu primeiro trabalho como dj na casa de samba Toca da Gambá (Niterói), lugar que tempos depois, fez despertar a vontade de levar os lps (long plays) e começar uma trajetória que reforçasse sua identidade para o reconhecimento e valorização dos povos indígena e dasreligiões de matrizes africanas. Tornou-se conhecida pelas apresentações feitas nos intervalos dos sambas em casas de samba e projetos, como Candogueiro (Niterói), Beco do Rato (Encontros Casuais – Lapa), Croulice (Viaduto de Madureira), Quilombo do Grotão (Niterói), Vivo Rio (Flamengo-RJ), Operárias do Samba, Jacutá do Samba (Madureira), Awurê (Madureira), Balaio Bom (Irajá), Encontro Nacional de Mulheres na Roda de Samba entre muitas outras apresentações.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.