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O projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical propõe a realização de apresentações musicais didáticas em 10 escolas públicas municipais de Florianópolis, voltadas para crianças e jovens de 6 a 14 anos. As apresentações serão gratuitas e incluirão contação de histórias, música ao vivo e entrega de livreto ilustrativo, celebrando o papel das mulheres compositoras e instrumentistas na história do choro brasileiro, reconhecido em 2024 como Patrimônio Cultural do Brasil.
Chiquinhas no Choro: Uma História Musical é um espetáculo didático e encantador que une música ao vivo, contação de histórias e teatro para apresentar às crianças a trajetória das mulheres que marcaram o choro brasileiro, gênero reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil em 2024.Com narrativa leve e envolvente, a obra conduz o público por uma viagem musical que celebra compositoras como Chiquinha Gonzaga, Tia Amélia, Lina Pesce e outras artistas que tiveram suas histórias invisibilizadas pela tradição.Entre canções, diálogos e instrumentos como violão, cavaquinho, bandolim, flauta, piano e pandeiro, o espetáculo cria uma atmosfera lúdica e educativa, estimulando a escuta sensível e o reconhecimento da contribuição feminina na música brasileira.Voltado para o público infantil e juvenil, o projeto propõe um encontro entre memória e imaginação, promovendo o acesso gratuito à cultura, a valorização da diversidade e o fortalecimento da identidade cultural das novas gerações.
Objetivo GeralRealizar ações públicas, gratuitas e acessíveis de difusão, valorização e formação cultural através de 20 apresentações musicais didáticas em 10 escolas públicas municipais de Florianópolis, oportunizando a crianças e jovens o contato direto com o gênero musical Choro, expressão autêntica da cultura brasileira reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil em 2024.Por meio da contação de histórias musicalizadas, o projeto busca recontar a história do choro sob a perspectiva das mulheres, resgatando trajetórias de compositoras e instrumentistas historicamente invisibilizadas, como Chiquinha Gonzaga, Tia Amélia e Lina Pesce, entre outras.A proposta pretende aproximar o público infantil da música brasileira, integrando arte, educação e memória cultural em uma experiência lúdica e interativa. Além de despertar o interesse pela música e pela escuta sensível, o projeto visa estimular a reflexão sobre igualdade de gênero, diversidade e inclusão, contribuindo para a formação de uma geração mais consciente, criativa e conectada com o patrimônio artístico nacional.Objetivos específicos 1. Realizar 20 apresentações didáticas e gratuitas do projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical em 10 escolas públicas municipais de Florianópolis.2. Valorizar o protagonismo feminino no choro, apresentando compositoras e instrumentistas historicamente invisibilizadas.3. Promover o acesso de crianças e jovens à cultura brasileira, integrando música, teatro e contação de histórias em uma experiência artística e educativa.4. Produzir e distribuir gratuitamente 6.000 livretos ilustrados sobre as compositoras do choro como material pedagógico complementar para as escolas participantes.5. Garantir ações de acessibilidade nas apresentações, incluindo intérprete de Libras e adequações de espaço para pessoas com deficiência.6. Fortalecer a articulação entre cultura e educação por meio da parceria com escolas públicas municipais.7. Desenvolver plano de comunicação e divulgação abrangente, utilizando mídias digitais, rádio e imprensa para difundir o projeto e suas ações.8. Estimular a reflexão sobre igualdade de gênero, diversidade e valorização da mulher na música brasileira.9. Documentar as atividades realizadas, gerando registro fotográfico, audiovisual e relatório final para prestação de contas e futuras ações de continuidade.
A execução do projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical justifica-se pela relevância histórica, social e educacional do choro como expressão da identidade cultural brasileira, reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil em 2024, e pela necessidade de dar visibilidade às mulheres que contribuíram significativamente para sua formação e difusão. A trajetória feminina no choro foi, ao longo do tempo, marginalizada ou apagada da memória oficial, resultando em escassez de referências femininas no repertório e na história da música brasileira. Recuperar essas narrativas é essencial para promover a igualdade de gênero, o reconhecimento artístico e o fortalecimento da memória cultural do país. A proposta se fundamenta na educação cultural de crianças e jovens, utilizando a contação de histórias e a música ao vivo como ferramentas pedagógicas acessíveis, sensíveis e transformadoras. As apresentações serão realizadas diretamente em escolas públicas municipais de Florianópolis, garantindo acesso gratuito à arte e ampliando o contato das novas gerações com o patrimônio musical brasileiro. Ao destacar figuras como Chiquinha Gonzaga, Tia Amélia e Lina Pesce, o projeto estimula a valorização da diversidade e o protagonismo feminino, despertando nas crianças o interesse pela música, pela história e pela reflexão sobre o papel das mulheres na cultura nacional. Além do impacto artístico e educativo, o projeto fortalece o vínculo entre cultura e escola, amplia o repertório simbólico dos estudantes e contribui para formar públicos mais sensíveis, críticos e participativos. Dessa forma, Chiquinhas no Choro representa uma ação de difusão, formação e valorização do patrimônio imaterial brasileiro, promovendo inclusão, memória e cidadania cultural. Assim, o projeto contribui para a preservação e difusão do choro, Patrimônio Cultural do Brasil, para o reconhecimento da contribuição feminina na música brasileira e para o fortalecimento da cidadania cultural entre crianças e jovens das escolas públicas de Florianópolis.Diante do exposto, dada a dimensão do projeto que envolve músicos, pessoal de apoio, administração, impressão de 6.000 livretos ilustrados etc para 10 escolas públicas e tudo gratuito, o projeto Chiqunhas no Choro nenecessita de financiamento através de recursos públicos permitidos pelo Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais. Podemos destacar o enquadramento do projeto aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais uma vez que o projeto levará à 10 escolas públicas de forma gratuita, 20 apresentações musicais para 6.000 crianças catarinenses; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, pois o grupo que apresenta o projeto Tocando a História do Choro é formado por 6 músicos da Grande Florianópolis e que tiveram seu aprendizado musical na mesma região;IV. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro uma vez que o conteúdo musical do projeto trata-se do Choro, tombado como patrimônio imaterial nacional em 2024, e o projeto busca fundamentalmente da difusão desse gênero musical brasileiro; V. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, pois com esse projeto busca-se tornar acessível uma compreensão mais ampla da linguagem musical que ao longo de nossa história vêm sendo negligenciada e fragmentada pelos meios de comunicação de massa, e de forma muito especial, destacando o papel e colocando a mulher como protagonista fundamental nesse gênero musical. Somente através da compreensão musical baseada na familiarização de uma linguagem musical com audição frequente é que se formam melhores músicos, ouvintes e cidadãos mais críticos VI. priorizar o produto cultural originário do País o Choro, o primeiro gênero musical urbano totalmente brasileiro que influenciou ao longo da história muitos músicos e compositores. Embora com mais de 150 anos de história, ainda assim atualmente o estilo é pouco conhecido pelo grande público, principalmente pelas crianças. Nesse sentido, acreditamos que quanto mais divulgar, quanto mais se difundir o Choro, tanto mais ele será assimilado e cultivado pelas pessoas.Em relação aos objetivos que pretendemos alcançar com o projeto Chiquinhas no Choro, tendo como referência o Art. 3° da Lei 8313/91, podemos indicar o seguintes: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de música, pois o objeto principal do projeto consiste em realizar 20 apresentações musicais para crianças de 06 a 14 anos de 10 escolas públicas III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais pois o conteúdo do projeto trata-se do Choro, um patrimônio imaterial tombado em 2024 o primeiro gênero musical urbano totalmente brasileiro que influenciou ao longo da história muitos músicos e compositores e que tem mais de 150 anos de história.
O projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical apresenta caráter inovador e educativo, ao unir música, narrativa e memória cultural em uma proposta voltada para o público infantil e juvenil, com foco na valorização das mulheres na história da música brasileira.Além de promover o acesso gratuito à arte em escolas públicas, o projeto contribui para formar novos públicos, estimular o repertório artístico das crianças e fortalecer o vínculo entre educação e cultura, em consonância com as diretrizes do Plano Nacional de Cultura.A proposta contempla ações integradas de acessibilidade, com intérprete de Libras, comunicação inclusiva e materiais educativos ilustrados, garantindo ampla participação de pessoas com deficiência. O caráter itinerante e descentralizado das apresentações assegura a democratização do acesso à cultura em diferentes regiões de Florianópolis.O projeto se destaca também pela qualificação técnica da equipe envolvida, composta por profissionais com ampla experiência em música, produção cultural e educação artística. A atuação de artistas e educadores reconhecidos fortalecem a credibilidade e a consistência artística da iniciativa.Por sua relevância social, formativa e simbólica, Chiquinhas no Choro: Uma História Musical representa uma ação de difusão cultural, valorização do patrimônio imaterial e promoção da equidade de gênero, contribuindo de forma significativa para a preservação da memória do choro e para a formação cultural das novas gerações.
O projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical consiste na realização de 20 apresentações didáticas e gratuitas em 10 escolas públicas municipais de Florianópolis, com duração aproximada de 1h15 cada.O espetáculo combina música instrumental ao vivo, narração cênica e contação de histórias, apresentando de forma lúdica e educativa a trajetória de compositoras e instrumentistas que contribuíram para a história do choro brasileiro.Formação Artística· Elenco: 5 musicistas (violão, cavaquinho, bandolim, piano e pandeiro) e 1 narradora/contadora de histórias.· Direção musical: Geraldo Vargas.· Figurino: inspirado no final do século XIX, remetendo à estética do período de Chiquinha Gonzaga.· Roteiro e narração: linguagem acessível e interativa voltada ao público infantil.Infraestrutura e recursos· Palco e sonorização adaptados ao espaço escolar;· Recursos de acessibilidade: intérprete de Libras, sinalização adequada e ambientação inclusiva;· Cenografia: estrutura simples, com banners e fundo de palco (4m x 2,3m);· Material educativo: produção e distribuição gratuita de 6.000 livretos ilustrados com conteúdo histórico e pedagógico sobre o tema;· Registro audiovisual e fotográfico das apresentações para fins de documentação e prestação de contas. Público-alvoCrianças e jovens de 6 a 14 anos do ensino fundamental da rede pública municipal de Florianópolis, além de professores e comunidade escolar. Estima-se um público direto de 6.000 pessoas.O projeto adota padrões técnicos e artísticos compatíveis com atividades culturais de pequeno e médio porte em espaços escolares, garantindo qualidade sonora, acessibilidade, segurança e conforto em todas as apresentações.
Aspecto ArquitetônicoAs ações do projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical serão realizadas em escolas públicas municipais de Florianópolis, locais que já contam com estrutura física adequada e acessível, conforme as normas vigentes de acessibilidade (Lei nº 10.098/2000 e Decreto nº 5.296/2004).Os espaços utilizados dispõem de rampas de acesso, banheiros adaptados, pisos nivelados, portas amplas e áreas livres de obstáculos, permitindo a circulação segura e autônoma de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.Durante as apresentações, a equipe técnica realizará vistoria prévia nos locais, garantindo que a montagem de palco, posicionamento de equipamentos e áreas de público mantenham acessos desobstruídos e sinalizados. Essas medidas asseguram que todas as atividades do projeto ocorram em ambientes inclusivos, acessíveis e seguros, reafirmando o compromisso com a igualdade de oportunidades de acesso à cultura e à música brasileira. Aspecto comunicacional Durante as apresentações, serão oferecidos recursos de acessibilidade comunicacional, como intérprete de Libras em todas as atividades, linguagem clara e didática na contação de histórias e ambientação visual adaptada. Aspecto de divulgação acessívelA comunicação do projeto contemplará estratégias acessíveis de divulgação, com publicações em linguagem simples, descrições textuais em postagens de imagens nas redes sociais e legendas em vídeos promocionais. O material gráfico e digital adotará contrastes visuais adequados e fontes legíveis. Além disso, os releases enviados à imprensa e às escolas incluirão informações sobre os recursos de acessibilidade disponíveis nas apresentações, garantindo transparência e ampliando o alcance do público com deficiência.Essas medidas asseguram que o projeto não apenas cumpra os requisitos legais da IN nº 23/2025 (arts. 47 a 49), mas também reforce seu compromisso ético e cultural com a inclusão, a diversidade e a democratização do acesso à arte e à música brasileira.
A ampliação de acesso, conforme o artigo 47 da IN nº 23/2025, será garantida no projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical por meio da realização gratuita de 20 apresentações didáticas em 10 escolas públicas municipais de Florianópolis, assegurando a participação de crianças e jovens de diferentes contextos sociais.As atividades serão realizadas nos próprios espaços escolares, facilitando o acesso do público infantil e eliminando barreiras de deslocamento e custo. O projeto também contará com ações de acessibilidade física e comunicacional, incluindo intérprete de Libras, estruturas adaptadas e materiais educativos acessíveis.A distribuição de 6.000 livretos ilustrados gratuitos reforçará o alcance cultural e pedagógico da iniciativa, possibilitando o uso do conteúdo em sala de aula e ampliando o impacto formativo após as apresentações.Com isso, o projeto contribui para a democratização efetiva do acesso à cultura, promovendo equidade, inclusão e valorização da diversidade no ambiente escolar, em consonância com as diretrizes da IN nº 23/2025 e com os princípios do Plano Nacional de Cultura.
PROFISSIONAL 1 - Mara Solange Piaz dos Santos - Assistente da produção Executiva/MusicistaFunção/ Breve descrição das atividades exercidas: Como Assistente da produção Executiva tem a função de apoio à Produção e Coordenação do Projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical, auxiliando na gestão da comunicação interna e externa, organização de arquivos, elaboração de relatórios, controle de materiais e outras tarefas administrativas. Como Musicista sua função é a execução e interpretação dos arranjos musicais do repertório em seu instrumento principal: o Cavaquinho.Mara Piaz - Cavaquinista e Assistente de Produção Graduada em Música e Pós-graduada em História e Cultura Afro Brasileira pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci, tem especialização em Musicalização Infantil e ensino de violão para crianças. Musicista há mais de 30 anos, participou como violonista de grupos de música popular brasileira de Blumenau e região. Como Cavaquinista atua na Orquestra de Choro Campeche e grupos de Choro de Florianópolis. Trabalhou por três anos na Escola Portátil de Música de Florianópolis como Professora de Música e Assistente de Produção.PROFISSIONAL 2 – Isabel Francisco – Musicista/Contadora de HistóriaFunção/ Breve descrição das atividades exercidas: Isabel será a narradora da história Chiquinhas no Choro: Uma História Musical com uma linguagem lúdica e divertida buscando a interação do público infantil com a apresentação. Participa também na execução de instrumentos de percussão.Isabel Francisco – Percussionista e Contadora de História - Criação de artes visuais Atriz, produtora, ilustradora e escritora de livros infantis. Tem vários trabalhos de contação de histórias e montou o Selo Chiquinha com uma proposta voltada à publicação de livros infantis. Essa iniciativa surge da união entre as artes multimeios e ilustração, juntando forças para valorizar a infância por meio da literaturaPROFISSIONAL 3 – Natasha Oliveira Mota - MusicistaFunção/ Breve descrição das atividades exercidas: Natasha participa no projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical como violonista executando os arranjos das músicas.Natasha Motta – Violonista - Artista visual, musicista, fotógrafa, arte-educadora e designer, licenciada em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/2007-2012) e mestre pelo programa em Divulgação Científica e Cultural do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/IEL-UNICAMP/2014-2016), na linha de pesquisa Literatura, Artes e Comunicação. Atua como arte-educadora em espaços de educação não-formal e ministra oficinas para adultos e adolescentes.PROFISSIONAL 4 - Geraldo Vargas – Músico/Diretor MusicalFunção/ Breve descrição das atividades exercidas: Coordenação dos aspetos musicais do projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical, incluindo a direção musical do Grupo de músicos, definição de arranjos. Como Músico sua função é a execução e interpretação dos arranjos musicais do repertório em seu instrumento principal: a Viola da Terra.Geraldo Vargas - Bandolinista e Diretor Musical. Sempre teve o choro como sua referência musical. Em 2003, Geraldo Vargas lançou o seu primeiro CD SARAU NO RIBEIRÃO, com composições próprias, gravado no Rio de Janeiro com a produção e participação do violonista Maurício Carrilho. Em 2009, Geraldo Vargas lança o seu segundo CD VILA DO DESTERRO, também com composições próprias. Em 2022, lança em parceria com Maurício Carrilho, o álbum CANTIGAS AÇORIANAS, fruto de um trabalho que desenvolveu para os Açores, sendo que as gravações tiveram a participação das vozes de Monica Salmaso, Zé Renato, Alice Passos e Saulo Ligo. Geraldo Vargas teve grande parte de seu aprendizado profissional nas apresentações com músicos renomados como Elton Medeiros (in memoriam), Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Toninho Carrasqueira, Yamandú Costa, Arthur Moreira Lima, Jair do Cavaquinho (in memoriam), Nailor Proveta, Jorginho do Pandeiro (in memoriam) entre outros.Como Produtor, Geraldo Vargas possui Mestrado em Economia, atualmente dirige a Escola Portátil de Música de Florianópolis, projeto em parceria com o Instituto Casa do Choro do Rio de Janeiro e produziu três edições do Festival de Choro da Primavera de Florianópolis (2018, 2019 e 2023), com a participação de centenas de músicos e estudantes de vários Estados brasileiros e do exterior.Atualmente Geraldo dirige a Oficina de Choro da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), desde 2022, e o projeto Tocando a História do Choro com dezenas de apresentações gratuitas em escolas e creches públicas contemplando mais de 7.300 crianças, desde 2018.PROFISSIONAL 5 - Tailor Gonçalves Morais – Produtor ExecutivoFunção/ Breve descrição das atividades exercidas: Gestão e coordenação do Projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical, cuidando do financiamento e do cumprimento do orçamento e do cronograma, além da organização da equipe e da estratégia de divulgação.Tailor Gonçalves Morais (Produção Executiva) Produtor Cultural com mais de 20 anos de atuação, é fundador e diretor da Marte Cultural, onde lidera as áreas de programação, produção, comunicação e planejamento comercial. Graduado em Comunicação Social, com especialização em Marketing Cultural e Mestrado em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra, Tailor foi produtor e coordenador de eventos do Grupo RBS por uma década, participando de projetos como Planeta Atlântida e Floripa Tem.Na Marte Cultural, idealizou e coordenou dezenas de projetos culturais relevantes como: Sexta Jazz AF, Festival de Circo de Florianópolis, Prêmio AF de Arte Contemporânea, Concertos AF, Tournée AF, Domingo com Teatro, Dança em Cena, Stun Game Festival, Texneo Novum Festival, Orquestra Brasileira, Floripa Que Horror, Fábrica de Leitores, entre muitos outros. É também um dos fundadores do Fórum Setorial Permanente de Gestão e Produção Cultural de Florianópolis. PROFISSIONAL 6 - Lara Sales Gonçalves Função/ Breve descrição das atividades exercidas: Elaborar e executar o plano de comunicação do Projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical, objetivando a divulgação eficaz do projeto para seu público-alvo e a comunicação entre todos. Desenvolver estratégias, coordenar campanhas e estabelecer relações com a mídia Lara Sales Gonçalves é jornalista formada pela UEPB, com pós-graduação em Marketing em andamento pela PUCRS. Atua há mais de 6 anos com produção de conteúdo para imprensa e mídias digitais, com foco na comunicação de projetos culturais. Trabalha como profissional liberal desde 2020, desenvolvendo coordenação de comunicação, assessoria de imprensa e gestão de conteúdo para festivais e ações culturais. Entre os projetos que coordenou estão o Dança em Cena, Festival de Circo de Florianópolis, Sexta Jazz AF, Domingo com Teatro, Série Ressonâncias, Sessões Animadas, Alma Festival, Circuito Catarinense de Quadrinhos e o projeto Entrelaços – Fábrica de Leitores.PROFISSIONAL 7 - Tatiani Heineck Strossi Função/ Breve descrição das atividades exercidas: Supervisionar a execução do Projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical dentro dos prazos estabelecidos, do seu orçamento dentro dos requerimentos técnicos e de qualidade definidos.Tatiani Heineck Strossi (Coordenação Adm Financeira) é formada em Gestão de Recursos Humanos e atua desde 2017 como Coordenadora Administrativa e Financeira da Marte Cultural. Possui ampla experiência na gestão de projetos culturais viabilizados por leis de incentivo, tendo coordenado financeiramente iniciativas de destaque como Dança em Cena, Festival de Circo de Florianópolis, Domingo com Teatro, Sexta Jazz AF, Orquestra Brasileira, Stun Game Festival, além de projetos via Lei Rouanet como Entrelaços – Fábrica de Leitores, Meu Boizinho, Novum Festival e Um Natal Brasileiro. PROFISSIONAL 8 - David Esteban Cardona Fernandez - MúsicoFunção/ Breve descrição das atividades exercidas: Como Músico sua função é a execução e interpretação dos arranjos musicais do repertório do projeto Chiquinhas no Choro: Uma História Musical em seu instrumento principal: o Violão David Cardona –Violonista Graduado em Música, Violão pela Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Florianópolis com uma pesquisa sobre narrativas musicais tecendo comentários analíticos sobre Historie du tango de Astor Piazzola. Atua como professor de violão em Escolas de Música de Florianópolis e participa de grupos dedicados ao repertório do Choro e no projeto Tocando a História do Choro desde 2018.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.