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Street Grafitte Favela é um projeto que visa realizar um evento de dois dias dedicado à valorização da arte de rua e à promoção da cultura urbana como expressão artística, social e educativa. O projeto tem como propósito reunir artistas, jovens e a comunidade em um espaço de convivência, aprendizado e troca de experiências, fortalecendo identidades culturais e ampliando o acesso à arte. O projeto busca fortalecer as identidades culturais locais, incentivar o protagonismo juvenil e contribuir para a transformação social através da arte.
O Street Grafitte Favela é um projeto sociocultural que tem como objetivo promover a valorização da arte de rua e da cultura urbana como formas legítimas de expressão artística, educativa e social. Por meio de um evento de dois dias, o projeto propõe reunir artistas, jovens e moradores da comunidade em um espaço de convivência, aprendizado e integração, oferecendo oficinas, apresentações, exposições e intervenções artísticas voltadas à democratização do acesso à arte. A iniciativa busca fortalecer as identidades culturais locais, incentivar o protagonismo juvenil e contribuir para a transformação social através da arte. Além disso, o projeto reforça o papel da cultura como ferramenta de inclusão e diálogo, tornando a comunidade um verdadeiro palco de expressão, criatividade e cidadania.A Roda de Conversa com tema “Cultura, Resistência e Transformação Social” integra o projeto como um espaço de diálogo, escuta e reflexão coletiva sobre o papel da arte urbana na construção de identidades culturais, no fortalecimento da cidadania e na transformação social das comunidades. O encontro reunirá artistas, educadores, jovens e lideranças locais para discutir como o grafite, o rap, a dança e outras expressões da cultura de rua funcionam como instrumentos de resistência, inclusão e pertencimento. A roda será um espaço educativo e inspirador, que reconhece a arte urbana como linguagem legítima, promotora de diálogo e agente de mudança social.A oficina formativa do projeto tem caráter educativo e participativo, voltado ao desenvolvimento artístico e à formação cidadã dos participantes. Serão oferecidas atividades práticas em diferentes linguagens da cultura urbana com ênfase no grafite, sendo conduzidas por artistas e educadores locais. A oficina combina aprendizado técnico e reflexão social, incentivando a expressão individual, o trabalho coletivo e a valorização da identidade local. As produções resultantes das oficinas (murais, músicas e poesias) são apresentadas durante o festival, promovendo o protagonismo dos jovens e evidenciando o potencial da arte como ferramenta de transformação social.A Batalha de Rima é uma das atrações mais dinâmicas e participativas do projeto, proporcionando um espaço de competição artística saudável e de expressão livre da juventude. Realizada em formato de duelo, a batalha estimula a improvisação poética e musical, abordando temas ligados à realidade da comunidade, à identidade cultural e à resistência social. Além do entretenimento, a atividade tem caráter educativo e formativo, promovendo o desenvolvimento da oralidade, da criatividade e da consciência crítica dos participantes. A Batalha de Rima representa a força da palavra como instrumento de empoderamento e diálogo, reforçando os valores de respeito, diversidade e pertencimento que norteiam o projeto.
OBJETIVOS GERAL: - Promover a valorização da arte de rua e da cultura urbana por meio da realização de um evento de dois dias, que estimule a expressão artística, social e educativa, fortalecendo as identidades culturais e ampliando o acesso à arte na comunidade;- Reunir artistas, jovens e membros da comunidade em um ambiente de convivência e troca de experiências;- Oferecer atividades e oficinas que incentivem o aprendizado e a prática da arte urbana (grafite);- Divulgar e valorizar talentos locais, contribuindo para o reconhecimento da arte de rua como manifestação cultural legítima.- Estimular o engajamento social por meio da arte, promovendo o diálogo e o respeito entre diferentes grupos da comunidade.- Promover batalha musical, revelando novos talentos;OBJETIVOS ESPECÍFICOS:PRODUTO PRINCIPAL - FESTIVAL:- Realizar um evento de 2 dias com programação artística e educativa;- Contar com a participação de pelo menos 200 artistas urbanos locais e regionais.- Atingir um público de aproximadamente 2.000 participantes ao longo dos dois dias de festival.- Realizar uma roda de conversa sobre o tema: "Cultura, Resistência e Transformação Social", aberto ao público, visando atingir aproximadamente 50 pessoas.PRODUTO - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES VISUAIS:- Ofertar 1 oficina temática (grafite), para aproximadamente 30 crianças e adolescentes moradores de regiões de vulnerabilidade social;PRODUTO - APRESENTAÇÃO MUSICAL:- Organizar e executar 1 batalha musical, aberto para o público, com a participação de no mínimo 30 jovens, visando revelar talentos locais e atingir aproximadamente 100 pessoas com a performance.
O projeto Street Grafitte Favela se justifica pela necessidade de oferecer alternativas educativas, lúdicas, culturais e profissionais em comunidades vulneráveis na região e está alinhado com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto Street Grafitte Favela nasce da necessidade de valorizar e dar visibilidade à arte de rua como forma legítima de expressão cultural, social e educativa dentro das comunidades urbanas. Em muitos contextos, o grafite e outras manifestações da cultura urbana ainda são vistos de forma marginalizada, apesar de representarem importantes instrumentos de comunicação, identidade e transformação social.A comunidade local carece de espaços que promovam o acesso democrático à arte e à cultura, especialmente entre os jovens, que muitas vezes não encontram oportunidades de expressão criativa ou reconhecimento de seus talentos. Ao oferecer um evento que reúne artistas, educadores e moradores da comunidade, o projeto cria um ambiente de convivência, aprendizado e integração social, fortalecendo o sentimento de pertencimento e valorizando a identidade cultural da região.O projeto também está alinhado ao Art. 3º da Lei 8.313/91 nos seguintes incisos e alíneas: Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.Iniciativas como este projeto contribuem para o desenvolvimento social, ao incentivar o protagonismo juvenil, a inclusão e o respeito à diversidade. A arte urbana, quando reconhecida e incentivada, transforma o espaço público em um local de diálogo, aprendizado e exaltação da cultura urbana, promovendo a revitalização cultural e o fortalecimento dos laços comunitários.Deste modo, o Street Grafitte Favela é um projeto de grande relevância, indo além da dimensão estética, atuando como uma ferramenta de educação, cidadania e transformação social, reafirmando o papel da arte como agente de mudança e valorização da cultura popular.
Não se aplica.
A programação inclui intervenções de grafite realizadas por artistas convidados e participantes locais, criando murais coletivos que expressam diferentes estilos e narrativas visuais. Além disso, o evento contará com uma batalha de rima, em que MCs demonstram criatividade, improviso e consciência social por meio da palavra falada, destacando a importância do rap como linguagem de resistência e comunicação. Haverá também uma roda de conversa, espaço aberto para o diálogo sobre temas como arte urbana, juventude, políticas culturais e o papel do grafite na transformação das cidades. Complementando as atividades, serão ofertadas oficinas formativas de desenho, grafite e pintura, conduzidas por artistas experientes, com o objetivo de estimular a formação de novos talentos, incentivar a expressão artística e fomentar o desenvolvimento de habilidades criativas. Com essa proposta, o festival busca fortalecer a cena cultural urbana, estimular a economia criativa local e promover a inclusão social por meio da arte, aproximando diferentes públicos e consolidando o grafite e a cultura de rua como importantes manifestações da identidade contemporânea.Duração: 4 meses de planejamento, execução e avaliação (Com realização do evento principal em 2 dias consecutivos).Local de Realização: Espaço público ou comunitário localizado em área urbana — preferencialmente dentro da comunidade — com fácil acesso, infraestrutura básica e segurança para atividades artísticas ao ar livre.Público-Alvo: Jovens e adolescentes da comunidade; artistas urbanos (grafiteiros, dançarinos, músicos, poetas); Educadores e agentes culturais; Público em geral interessado em cultura e arte de rua.Capacidade de Público: Estimativa de 2.000 participantes ao longo dos dois dias de evento.Acessibilidade: Rampas e pisos nivelados; Banheiros acessíveis; Intérprete de Libras durante apresentações e oficinas; Materiais informativos com linguagem acessível e visual inclusivo; Espaço reservado para pessoas com mobilidade reduzida.Sustentabilidade: Utilização de materiais recicláveis e reaproveitáveis nas oficinas; Descarte correto de resíduos durante o evento; Incentivo à conscientização ambiental através da arte.Divulgação: Redes sociais, rádios comunitárias e escolas locais; Parcerias com coletivos de arte e mídia independente; Produção de material digital e impresso.Avaliação e Monitoramento: Registro audiovisual das atividades; Aplicação de questionários de satisfação; Reunião final de avaliação com equipe e parceiros; Relatório final com indicadores de participação e impacto social.A Roda de Conversa será estruturada em um formato interativo e horizontal, onde todos os participantes têm voz e espaço para compartilhar experiências.Etapas de realização:1 - Acolhimento e Apresentação (15 min)- Recepção dos participantes;- Apresentação do mediador e dos convidados;- Breve introdução sobre o projeto Street Grafitte Favela e o propósito da roda.2 - Exposição Inicial (20 min)- Fala dos convidados (artistas e educadores) sobre suas trajetórias e experiências com a arte urbana;- Apresentação de reflexões sobre o tema “A arte como resistência e transformação social”.3 - Diálogo Aberto (60 min)- Interação com o público, permitindo perguntas, comentários e relatos pessoais;- Debate sobre o papel do grafite, do rap, da poesia e da dança na formação da identidade comunitária;- Troca de experiências sobre como a arte contribui para a inclusão e o empoderamento dos jovens.4 - Encerramento e Síntese (25 min)- Síntese coletiva das ideias discutidas;- Registro das principais falas e propostas surgidas;- Agradecimento aos participantes e convite para outras atividades do festival.
PRODUTO PRINCIPAL - FESTIVAL: ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: Para o projeto iremos priorizar espaços que já possuam estruturas de acessibilidade, como corrimãos, rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização de acessibilidade. Porém no orçamento contamos com rampas de acessos e corrimãos, caso não haja nos espaços.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Todo o conteúdo do festival terá classificação livre, será aberto a toda a comunidade, realizado através da linguagem oral no idioma portugês/br, e todos os profissionais envolvidos no projeto prevê atitudes não capacitistas, permitindo que todos o público se sinta pertencente a todo o evento. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Para o festival contamos com profissionais amplamente capacitados a darem suporte para pessoas com deficiência visual, caso seja necessário, além de piso tátil e sinalização em braile.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Para o festival, contaremos com intérprete de libras durante os dois dias de evento, onde será realizado a tradução simultânea para LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).PRODUTO - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES VISUAIS:ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: Para as oficinas, iremos priorizar espaços que já possuam estruturas de acessibilidade, como corrimãos, rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização de acessibilidade. Porém no orçamento contamos com rampas de acessos e corrimãos, caso não haja nos espaços.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Todo o conteúdo das oficinas terão classificação livre e será aberto a toda a comunidade, realizado através da linguagem oral no idioma portugês/br, e todos os profissionais envolvidos no projeto prevê atitudes não capacitistas, permitindo que todos o público se sinta pertencente a todo o evento. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Para as oficinas contaremos com profissionais amplamente capacitados a darem suporte para pessoas com deficiência visual, caso seja necessário, além de materiais em braile de todo conteúdo das oficinas.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Para as oficinas, contaremos com intérprete de libras para todas as oficinas ofertadas pelo projeto, onde será realizado a tradução simultânea para LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).PRODUTO - APRESENTAÇÃO MUSICAL:ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: Para o projeto iremos priorizar espaços que já possuam estruturas de acessibilidade, como corrimãos, rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização de acessibilidade. Porém no orçamento contamos com rampas de acessos e corrimãos, caso não haja nos espaços. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Todo o conteúdo do festival terá classificação livre, será aberto a toda a comunidade, realizado através da linguagem oral no idioma portugês/br, e todos os profissionais envolvidos no projeto prevê atitudes não capacitistas, permitindo que todos o público se sinta pertencente a todo o evento. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Para o festival contamos com profissionais amplamente capacitados a darem suporte para pessoas com deficiência visual, caso seja necessário, além de piso tátil e sinalização em braile.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Para a apresentação musical, contaremos com intérprete de libras durante os dois dias de evento, onde será realizado a tradução simultânea para LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) das músicas cantadas.
A democratização do acesso ao projeto será garantida por meio de ações inclusivas e estratégias de mobilização voltadas, principalmente, para comunidades em situação de vulnerabilidade social. Todas as atividades serão ofertadas de forma gratuita. A comunicação será feita de maneira acessível e direta, utilizando canais populares como redes sociais, cartazes em espaços públicos, escolas da rede pública, centros comunitários e por meio da articulação com lideranças locais. O projeto também contará com espaços acessíveis para pessoas com deficiência e linguagem inclusiva em seus materiais de divulgação. As ações também ocorrerão em territórios estratégicos, próximos às comunidades atendidas, para garantir que o deslocamento não seja uma barreira de acesso. Dessa forma, busca-se alcançar o maior número possível de participantes, garantindo que a cultura e a arte sejam compartilhados por todos.O projeto também está alinhado ao artigo 47 da IN/2025 da lei 8.313/91 em seus seguintes incisos e alíneas:Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura: Todos os produtos do projeto terão sua distribuição gratuita para todos os participantes e a comunidade.
NOME: Sebastiana Eliza da Silva SantosFUNÇÃO: Diretora Geral e FinanceiroMINI CURRÍCULO: Elisa Santos é uma profissional com mais de 20 anos de experiência em produção cultural, com destaque no Carnaval e em projetos de impacto social. Fundadora da Nega Chic Produções e Consultoria, ela atua na promoção da diversidade, inclusão e economia criativa. É também apresentadora do Nega Chic Podcast e idealizadora de projetos como Feirarte da Nega, Magia dos Pincéis (em parceria com O Boticário) e Oficina de Bonecas Abayomis. Possui trajetória consolidada em grandes eventos como Baile dos Passistas, Baile Glam Gay, Carnavalia Sambacon, Prêmio Plumas & Paetês e produções internacionais como o Carnaval do Rio em San Luís (Argentina). Atua ainda em iniciativas sociais voltadas ao empoderamento feminino e da população negra, como o Instituto Viva Mulheres e a ONG Arco Íris. Elisa é referência na integração entre cultura, sustentabilidade e transformação social.NOME: Felipe Lyrio de OliveiraFUNÇÃO: Criador de ArtesMINI CURRÍCULO: Snow o Polvo, nome artístico de Felipe Lyrio de Oliveira, iniciou sua trajetória no graffiti em 2009, por meio de um projeto social na Cidade de Deus (RJ), dentro da CUFA – Central Única das Favelas. Durante dois anos, estudou técnicas do graffiti e desde então dedica sua arte à transformação social e valorização da cultura hip-hop. É integrante das crews 400ML (Brasil) e HSC (Indonésia), atuando como grafiteiro e designer. Seu trabalho se destaca pelo uso expressivo de letras, personagens e murais coloridos, espalhados por diversas regiões do Rio de Janeiro e outros estados, como Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo. Snow é presença constante em eventos, exposições e saraus de arte urbana, levando o graffiti como ferramenta de educação, inclusão e empoderamento comunitário. Sua missão é “levar projetos sociais para dentro das comunidades com arte e cultura hip-hop”, consolidando-se como um artista engajado e multiplicador de oportunidades por meio da arte de rua.NOME: Gustavo NogueiraFUNÇÃO: Coordenador AdministrativoMINI CURRÍCULO: Gustavo Nogueira, conhecido como Kick5, é artista autodidata do Rio de Janeiro que atua desde 2009. Membro das crews 400ML e Gênios do Graffiti (GGC), destaca-se por seu estilo cartoon vibrante e expressivo, combinando técnicas de 3D, ilustração e graffiti tradicional. Participou de diversos eventos relevantes da cena urbana, como Meeting of Favela (MOF), Festival Nacional 400ML, Origrafes (ES), Purencontro (MG) e ações comunitárias como o Mutirão da Vila Kennedy e o Favela Cores Santo Amaro. Gustavo atua em intervenções urbanas e eventos culturais que unem arte, comunidade e cultura hip-hop, consolidando-se como um nome importante do graffiti fluminense contemporâneo.NOME: Murilo LemosFUNÇÃO: CuradorMINI CURRÍCULO: Murilo Lemos, conhecido como LORIMU, é grafiteiro carioca atuante desde 2000 e integrante das crews 400ML (Brasil) e 47K (México). Seu estilo transita entre o realismo, cartoon, 3D e aquarela, com uso de cores vibrantes e transições marcantes. Participou de importantes eventos nacionais e internacionais de graffiti e cultura urbana, como o Meeting of Favela (MOF) – o maior da América Latina –, Festival 400ML, Word Graffiti Day, Origrafes (ES) e diversas ações comunitárias no Rio de Janeiro e outros estados (SP, MG, ES, BA). Além de artista, Murilo é funcionário público, exercendo uma função ligada à arte urbana, e se destaca por sua atuação na difusão do graffiti como expressão cultural e social nas periferias cariocas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.