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PRONAC 2512925Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O QUE NOS UNE

ARTE 3 ASSESSORIA PRODUCAO E MARKETING CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 3,56 mi
Aprovado
R$ 3,56 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-02
Término
2027-03-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Esta proposta cultural contempla a realização de exposição intitulada O QUE NOS UNE composta por instalações imersivas a partir das teorias e reflexões do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. O projeto conta com o apoio da Embaixada do Brasil em Pequim.

Sinopse

A classificação do projeto é LIVRE

Objetivos

Objetivo GeralEste projeto tem por objetivo geral organizar, produzir e apresentar exposição de artes visuais na China composta por instalações multimídias e imersivas a partir das teorias e reflexões do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. Objetivos EspecíficosProduto Exposição Cultural / de ArtesRealizar exposição de artes visuais na China reunindo instalações multimídias, imersivas e interativas concebidas a partir das teorias, ideias e reflexões do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. A exposição será realizada entre 02 e janeiro de 2026, a 03 de março de 2027 com entrada gratuita.Promover o intercâmbio cultural e científico entre o Brasil e a China, fortalecendo o diálogo entre arte, ciência e tecnologia por meio de ações colaborativas com instituições culturais locaisDesenvolver ações educativas e culturais voltadas a diferentes públicos, estimulando a reflexão sobre as relações entre cérebro, tecnologia e sociedade a partir das obras apresentadas na exposição.Produto Periódico / Catálogo / Cartilha / ProgramaEditar catálogo digital trilingüe (português / inglês / chinês) reunindo texto de apresentação, texto de Miguel Nicolelis (curador de conteúdo), texto de curadoria artística, texto da instituição chinesa, imagens das instalações prontas. Considerando que as instalações imersivas serão finalizadas no espaço expositivo, a finalização da peça gráfica se dará após o ensaio fotográfico previsto no orçamento, com distribuição gratuita.

Justificativa

A exposição O QUE NOS UNE propõe uma experiência inédita que conecta arte, ciência e tecnologia a partir das pesquisas do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, referência mundial no campo das interfaces cérebro-máquina e das redes neurais cooperativas, ou Brainets. A mostra convida o público a vivenciar instalações imersivas e interativas que exploram o funcionamento do cérebro humano, suas extraordinárias possibilidades de conexão e o potencial coletivo da mente.Sua apresentação na China representa uma oportunidade singular de intercâmbio cultural e científico entre Brasil e um dos países mais avançados em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. O projeto consolida uma parceria simbólica e estratégica entre as duas nações, reconhecendo que o neurocientista brasileiro foi recentemente condecorado pelo governo chinês com o Prêmio da Amizade, maior honraria concedida a um especialista estrangeiro, em razão da implementação do projeto "Andar de Novo" em um hospital de Pequim, que permitiu a pacientes com paralisia voltarem a andar.Relevância Cultural e CientíficaA exposição amplia a compreensão da arte como campo de experimentação e de diálogo entre disciplinas, promovendo o encontro entre neurociência, arte contemporânea, cultura digital e filosofia. As instalações — como O Cérebro, O Coletivo e Sincronização — convidam o público a refletir sobre temas universais: a interconexão entre mentes, a empatia, a criação coletiva e o impacto das tecnologias emergentes na condição humana.Ao ser apresentada na China, O QUE NOS UNE valoriza a produção artística e intelectual brasileira em escala global e fortalece a presença do país em circuitos internacionais de arte, ciência e inovação. O projeto evidencia o protagonismo brasileiro na produção de conhecimento científico e artístico de vanguarda, reforçando a imagem do Brasil como um país capaz de gerar pensamento e tecnologia de ponta com sensibilidade estética e responsabilidade social.A mostra traduz, em linguagem artística, a potência das pesquisas brasileiras e o papel do cérebro humano como criador de universos, tal como enuncia Nicolelis. Em um mundo marcado por distâncias ideológicas e tecnológicas, a exposição propõe uma mensagem de união, colaboração e inteligência coletiva, que ecoa a vocação diplomática e humanista da cultura brasileira.Pertinência do uso de recursos públicosO projeto demanda financiamento público via Lei Rouanet por se tratar de uma iniciativa de interesse público e de relevante valor simbólico e educativo, que integra e difunde o patrimônio imaterial do conhecimento científico e artístico do Brasil.A produção de uma exposição dessa natureza envolve custos elevados com desenvolvimento tecnológico, transporte internacional de obras e equipamentos, montagem imersiva, tradução de conteúdos, ações educativas e acessibilidade, além de assegurar a difusão gratuita ao público chinês e brasileiro. A utilização de mecanismos de incentivo fiscal é, portanto, fundamental para garantir a viabilidade técnica, curatorial e expositiva do projeto e assegurar que sua realização siga padrões museológicos internacionais de segurança, conservação e acessibilidade.O uso de recursos públicos também assegura a universalização do acesso e a democratização da cultura, princípios centrais da Lei Rouanet, uma vez que o projeto prevê ações educativas e digitais, como visitas mediadas bilíngues, publicações, vídeos e materiais virtuais que permanecerão disponíveis gratuitamente após o encerramento da mostra.Enquadramento Legal e FundamentaçãoA proposta enquadra-se nos incisos I, III, VII, VIII e IX do Art. 1º da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), conforme se fundamenta a seguir:No inciso I, por contribuir para facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, oferecendo ao público brasileiro e internacional uma experiência cultural inovadora e gratuita, capaz de democratizar o acesso à arte e ao conhecimento científico.No inciso III, por apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus criadores, ao divulgar no exterior a produção artística e intelectual brasileira contemporânea, associando-a à pesquisa científica nacional e fortalecendo o reconhecimento da cultura como vetor de inovação.No inciso VII, por desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, promovendo um diálogo direto entre Brasil e China e incentivando a compreensão mútua por meio da arte, da ciência e da tecnologia, em sintonia com o Ano da Cultura e do Turismo Brasil-China 2026.No inciso VIII, por estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, ao propor uma reflexão global sobre as conexões humanas, a cooperação e o papel da tecnologia no futuro coletivo da humanidade.E no inciso IX, por priorizar o produto cultural originário do país, valorizando a criação brasileira contemporânea e destacando a contribuição de um cientista nacional de relevância internacional, Miguel Nicolelis, cujas descobertas inspiram o conteúdo e a concepção da mostra.O projeto enquadra-se no Art. 3º, inciso II, alíneas "c" e "e" da Lei 8.313/91, que tratam do fomento à produção cultural e artística mediante a realização de exposições e a execução de espetáculos, festivais de arte ou congêneres.A alínea "c" aplica-se porque o núcleo do projeto é a realização de uma exposição artística e tecnológica de grande porte, estruturada para difundir internacionalmente a produção cultural brasileira contemporânea, em diálogo com a neurociência e as artes visuais. A mostra constitui um produto cultural completo — com curadoria, expografia, obras interativas, trilha sonora e materiais educativos — que visa o acesso público e gratuito, atendendo plenamente ao objetivo de fomentar a produção e a difusão artística nacional.Já a alínea "e" justifica-se porque a proposta inclui ações culturais complementares de caráter congênere, como mediações, debates, oficinas, e intercâmbio entre profissionais brasileiros e chineses. Tais atividades ampliam o alcance da exposição, estimulam a formação de público e consolidam o diálogo entre arte, ciência e tecnologia em âmbito internacional.Assim, o enquadramento nas alíneas "c" e "e" reflete o caráter abrangente do projeto, que combina produção artística, difusão cultural e cooperação internacional, em consonância com os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).Impacto e LegadoO projeto tem potencial de impacto internacional, contribuindo para o fortalecimento da diplomacia cultural brasileira e para a inserção do país nas redes globais de inovação criativa. Sua realização na China — com o apoio de instituições parceiras e sob chancela da Lei Rouanet — permitirá a projeção da ciência e da arte brasileiras em um dos contextos culturais mais dinâmicos do planeta.Após sua apresentação internacional, o projeto prevê o retorno da exposição ao Brasil, com itinerâncias em museus e centros culturais nacionais, ampliando seu alcance educativo e simbólico. Essa retroalimentação assegura que o investimento público gere resultados concretos para a sociedade brasileira, tanto no campo da formação de público quanto na consolidação de novas práticas curatoriais e tecnológicas no país. ConclusãoA exposição O QUE NOS UNE é um projeto de alta relevância cultural, científica e diplomática que integra arte, ciência e tecnologia, reafirmando a criatividade e o papel integrador da cultura brasileira. O apoio via Lei Rouanet é essencial para garantir qualidade, acessibilidade e difusão internacional, fortalecendo a imagem do Brasil como nação criativa, inovadora e colaborativa.

Estratégia de execução

O proponente informa que no momento é possível informar que a rubrica que já sabe que irá se remunerar é a de coordenação de produção do projeto. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo, desde já, que apenas será remunerado pelos serviços prestados no projeto.O proponente informa ainda que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização (2026/2027). No entanto, já antecipa que os eventuais novos profissionais serguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.Considerando que o acesso aos produtos culturais são integralmente gratuitos, a proponente deixa de apresentar contrapartida social, nos termos do Art. 49 da IN 23/2025.Estão anexados, para consulta, os seguintes arquivos:Histórico sintético arte3 (proponente)Apresentação preliminar do projetoCartas de anuênciaCarta de apoio institucional da Embaixada do Brasil em PequimEstudo projeto expográfico

Especificação técnica

Listagem Preliminar de Equipamentos: Instalações multimídias / imersivas● Painel LED P2.9 10 metros: 1 unidade● Controladora LED (sendcard): 1 unidade● Soundbar JBL – Bar: 1 unidade● Soundbar JBL – Subwoofer: 1 unidade● Projetor Short Throw 4.500lm Laser: 5 unidades● Suporte de projetor para chão: 4 unidades● Suporte de projetor para parede: 5 unidade● Matriz VideoWall 1:4 4k/FulIHD: 1 unidade● Sensor OAK-D: 2 unidades● Suporte Sensor OAK-D: 1 unidade● Cabos HDMI AOC: 5 unidades● Interface de Áudio 6 Outputs: 1 unidade● Cabos de Áudio: vários● Roteador Wifi: 1 unidade● Switcher Rede PoE: 1 unidade● Cabos de Rede: 1 caixa / 300 m● Computador Laptop R16 M1 19 RTX 4070: 2 unidades● Interface Artnet/DMX: 1 unidade● Cabos DMX: vários● Subwoofer Compacto JBL: 3 unidades Descrição catálogo digital (trilíngue: português / inglês / mandarim)Capa 4 x 4 coresMiolo: 40 páginas 4 x 4 coresConteúdos: textos curadorias de conteúdo e artísticaTexto institiucionalEnsaio fotográfico da exposiçãoFicha técnicaFerramenta de Voice Over

Acessibilidade

Por se tratar de produto cultural a ser realizado no exterior, a proponente apresenta medidas de acessibilidade contemplando as previsões da IN 23/2025, ciente que a realidade fática do local de realização influenciar a aplicação das medidas de acessibilidade, inclusive tendo que atender obrigações locais para sua execução. Medidas de acessibilidade: Produto Exposição Cultural / de Artes I – Acessibilidade física - Aspecto arquitetônico Serão adotadas medidas para garantir a circulação segura e autônoma de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todos os espaços expositivos. O projeto prevê a instalação de piso tátil direcional e de alerta nos principais pontos de imersão e nas áreas de interesse da mostra, assegurando orientação espacial e acessibilidade sensorial. II – Aspecto comunicacional e de conteúdo O projeto contempla a produção e implementação de recursos de acessibilidade comunicacional voltados a pessoas com deficiência visual, auditiva, intelectual e múltipla, garantindo acesso integral ao conteúdo curatorial da exposição. As ações incluem:Acessibilidade Deficiência Visual● Audiodescrição de até seis textos com roteirização e gravação profissional, permitindo a fruição das obras por pessoas cegas ou com baixa visão;● Consultoria especializada com profissional cega, responsável pela validação estética e poética dos materiais acessíveis, assegurando sua coerência com o conceito artístico da exposição;Acessibilidade Deficiência Auditiva● Videolibras, com captação, legendagem e tradução em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) de vídeos institucionais e conteúdos das instalações, incluindo entrevistas e mensagens de boas-vindas;Acessibilidade Espectro Autista● Legendas acessíveis e QRCodes táteis, vinculados aos conteúdos audiodescritos e em LIBRAS, facilitando a navegação autônoma e a escolha do formato preferencial pelo visitante;Acessibilidade Geral● Formação da equipe educativa, por meio de encontro de capacitação com 3 horas de duração, voltado à sensibilização e ao atendimento inclusivo a diferentes públicos.III – Aspecto de comunicação e divulgação acessíveis Serão disponibilizados materiais informativos em formatos acessíveis, divulgando as medidas de acessibilidade oferecidas e orientando o público sobre os recursos disponíveis durante a visita. O conteúdo acessibilizado — vídeos em LIBRAS e faixas de audiodescrição — será hospedado em plataforma digital acessível, permitindo acesso remoto e ampliando o alcance do projeto. Produto Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa 1. O catálogo digital será disponibilizado em formato pdf na Rede (Internet) para acesso aberto contemplando a ferramenta VoiceOver e permitindo a descrição sonora de todos os conteúdos (Deficiência Visual). A ferramenta VoiceOver é intrínseca aos computadores não havendo a necessidade de inserção de qualquer dispositivo para essa medida de acessibilidade. 2. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual, que apresentam espectros ou doenças que gerem algum tipo de limitação frente à fruição de conteúdos. Os textos assim como o projeto gráfico do catálogo, terão padronização, objetividade, linguagem de fácil compreensão, facilitando a compreensão de todos os conteúdos. O proponente respeita e reconhece que pessoas que apresentem espectros, síndromes ou qualquer doença que possam gerar limitações, são atores sociais com direitos preservados, sobretudo os direitos culturais. O proponente destaca ainda a importância ao acesso à arte como um importante meio de contribuir para a socialização de todos. A proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto, toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto. Deficiência Auditiva: não serão prejudicados, pois todos os portadores de necessidades auditivas poderão ler e ver o catálogo.

Democratização do acesso

DA DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS RESULTANTES DO PROJETO REALIZADO NO EXTERIOR - ARTIGO 46 DA IN 23/2025:Cumpre informar que o objeto central do projeto é uma exposição de artes visuais compreendida por uma série de obras interativas, com classificação livre e apresentação em espaços de acesso amplo ao público no exterior, sendo que eventualmente a comprovação da distribuição dos 10% gratuitos com caráter social ou educativo dependerá das características do local. As ações contempladas pelo projeto são oferecidas de forma gratuita e aberta ao público, sem necessidade de comprovação e geração de ingressos uma vez que o espaço terá acesso amplo e gratuito, respeitando às seguintes medidas:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; eIV - 70% (setenta por cento) para distribuição gratuita para o público em geral.As medidas de ampliação previstas, de acordo com o disposto no Art. 47 da Instrução Normativa vigente, são:[1] III – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado por libras e audiodescrição;Atendendo ao disposto no Art. 49 da IN nº 23/2025, que orienta que apenas propostas culturais com comercialização de ingressos deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas. Considerando que este projeto contempla atividades 100% gratuitas, podemos então considerá-lo isento da responsabilidade de apresentar ação de contrapartida social.Observação: será produzido registro audiovisual com legendas e LIBRAS da exposição na China para disponibilizar na internet.

Ficha técnica

Curador de Conteúdo: Miguel Nicolelis Médico e neurocientista, graduado pela Universidade de São Paulo, com doutorado em Fisiologia Geral também pela USP, e pós-doutorado em Fisiologia e Biofísica pela Hahnemann University (EUA). Em julho de 2021 recebeu o título de Professor Emérito da Duke University (EUA), após ter lecionado nesta universidade de 1994 a 2021, como um Endowed Distinguished Professor of Neurobiology, Neurosurgery, Neurology, Biomedical Engineering e Psychology. Fundou e dirigiu o Centro de Neuroengenharia da Duke University por 20 anos. É pioneiro no estudo sobre a interação cérebro-máquina e lidera pesquisas que desenvolvem esta tecnologia, além de sua aplicação no restabelecimento de movimentos em pessoas acometidas por paralisias e doença de Parkinson. Fundou e dirige o Projeto Andar de Novo (Walk Again Project).Membro das Academias de Ciência da França e do Brasil. Em 2004, foi apontado pela Revista Scientific American como um dos 20 maiores cientistas da atualidade. Em 2015 a revista americana Foreign Policy elegeu Nicolelis como um dos 100 pensadores de maior influência no mundo. Em 2020 coordenou o Comitê Científico de Combate ao Coronavírus da região Nordeste do Brasil.Autor dos livros: “Muito além do nosso eu: a nova neurociência que une cérebros e máquinas - e como ela pode mudar nossas vidas”; “Made in Macaíba – a história da criação de uma utopia científico-social no ex-império dos Tapuias”; “O Cérebro Relativístico – como ele funciona e por que ele não pode ser simulado por uma máquina de Turing”; e “O verdadeiro criador de tudo - como o cérebro humano esculpiu o universo que nós conhecemos”. Curadora Adjunta de Conteúdo: Marina Miranda Fundadora da Rethink Business, Marina Miranda tem participado ativamente de projetos para desenvolver o ecossistema de startups e inovação no Brasil, incluindo o 1º -Startup Weekend Brasil e o 1º - Campus Party- Startup Challenge. Ela apoia líderes brasileiros a repensar a inovação e o futuro dos negócios, inspirada nas principais referências globais em Cross-Border Innovation. Marina tem levado empreendedores brasileiros em viagens de negócios e missões de reconhecimento de mercado internacional, como a HBSAAB CHINA MISSION (HARVARD BUSINESS ANGELS) em 2018. Em 2019, missões: “Rediscovering Índia 2019”, “Rise 2019 China e Cubo( Itaú) 2019.”O know-how que ela adquiriu tem sido aplicado em projetos em grandes empresas, inspirando inovação e abrindo horizontes que motivam mudanças e disparam novas perspectivas. Atualmente, é Diretora Institucional do Iest Group (80% das empresas chinesas que entram no Brasil trabalharam com esta empresa)Parceira de Negócios na Uglobally Netherlands (estamos criando pontes globais que unem empreendedores e construtores de ecossistemas em todo o mundo.) projetos de internacionalização,Parceira do Brasil na Beyond Expo 2025 em Macau — um dos maiores eventos da Ásia.Diretora de Empreendedorismo e Startups do IBREI (Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento das Relações Empresariais Internacionais). Curador Artístico: Antonio Curti Artista, curador e empreendedor cultural. Graduado em Cinema/FAAP. Produtor musical pela 2600Hz e Beatmasters e gestor de projetos pela Escola São Paulo. Compositor de trilhas sonoras no Estúdio Supersônica de Antônio Pinto. Criador e produtor da DOWNTOWN Inc., projeto cultural com linguagens artísticas/multimídias e culturais tendo realizado 12 edições na cidade de São Paulo. Realizou projetos fílmicos, sonoros e multimídias para exposições, como a mostra inaugural do Sesc 24 de maio. Foi sócio da startup de tecnologia THE FORCE. Assina a curadoria e organização de diversos projetos de exposições tecnológicas e imersivas podendo citar: mostra NONOTAK (Japan House), mostra Metaverso (Farol Santander SP); mostra São Paulo é não é uma cidade (Sesc 24 de Maio), Água (Sesc Belenzinho), Constelação (Farol Santander); Devaneios (Farol Santander SP); NONOTAK (Farol Santander POA), Yushitaka Amano (Farol Santander e Centro Cultural Banco do Brasil (BH, DF e RJ), Floresta Utópica (Farol Santander São Paulo) entre outras. Diretor Técnico: Felipe Sztutman Artista e designer formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo / FAUUSP, além de técnico em Mecatrônica pelo COTUCA / UNICAMP. Seu interesse está nos desdobramentos do design no espaço e como elementos multimídia podem interferir em sua percepção. Foi artista residente do LabMIS em 2008 e participou de diversas mostras, entre elas URBE, de arte pública, em 2012 e viradas culturais. Durante 10 anos contribuiu com pesquisa e desenvolvimento para o coletivo Bijari e foi gerente de projetos especiais para a GTM Cenografia Cenografia, incluindo o desenvolvimento dos halls das sedes do Google e YouTube.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.