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O projeto Esparrama Memória propõe a circulação da intervenção intimista cênico-musical que celebra a memória como constituinte fundamental da identidade humana, Através de encontros poéticos entre o público e os palhaços do Grupo Esparrama em espaços públicos e espaços dedicados à idosos, o projeto cria momentos de reconhecimento mútuo onde histórias pessoais são validadas e compartilhadas. Criado em 2018 pelo Grupo Esparrama, já alcançou 9.940 pessoas em 76 apresentações em 21 cidades. Essa proposta prevê 50 apresentações em cinco capitais (10 por capital), sendo 20 em locais públicos (praças, parques, feiras) e 30 em espaços específicos para idosos (centros de convivência, asilos, casas de repouso, UBS, clubes). Palhaços recolhem histórias que são registradas em garrafinha e viajam para outros locais, criando conexão entre desconhecidos e ressignificando memória como bem coletivo. O projeto oferece benefícios especialmente significativos para população idosa — combatendo isolamento, validando dignidade, afirmando que sua vida importa — mas é relevante para todas as idades
Esparrama Memória é uma intervenção cênico-musical intimista composta por três palhaços e uma musicista que andam pelo mundo carregando um grande guardador de memórias. Com muita música, graça e poesia eles procuram por pessoas que queiram trocar lembranças, causos e experiências .SINOPSE DA INTERVENÇÃO:Três palhaços e um musicista encontram pessoas na rua. Através de uma abordagem lúdica e poética, convidam pessoas a compartilhar uma memória pessoal — aquilo que as constitui, que as torna quem são. Essa memória é registrada e recolhida em uma garrafinha e, em troca, a pessoa que doou sua memória recebe uma garrafinha com outra, colhida em algum lugar do mundo.Cria-se assim um ciclo de reconhecimento humano.
Objetivo Geral:Celebrar a memória como constituinte fundamental da identidade humana através de intervenção cênico-musical que cria espaços de reconhecimento mútuo, validação de histórias pessoais e resistência à invisibilidade, promovendo dignidade especialmente para população idosa em cinco capitais brasileiras.Objetivos Específicos:1 Realizar 50 apresentações da intervenção "Esparrama Memória" em cinco capitais brasileiras (Salvador, Natal, Manaus, Porto Alegre e São Paulo), sendo 4 em locais públicos e 6 em espaços específicos para idosos por capital2 Criar espaços de reconhecimento humano onde pessoas compartilham memórias — aquilo que as constitui, que as torna quem são — e são validadas através de escuta ativa e registro de suas histórias;3 Garantir acesso de idosos vulneráveis (em asilos, casas de repouso, centros de convivência, UBS) à experiência de validação de memória e reconhecimento de dignidade, combatendo isolamento social e afirmando que suas vidas importam;4 Promover visibilidade pública da intervenção através de apresentações em praças, parques e feiras, alcançando diversidade geracional e criando espaço de encontro comunitário onde memória é celebrada como bem coletivo;5 Contribuir para transformação da narrativa sobre envelhecimento, posicionando idoso como guardião de memória coletiva, narrador da história da comunidade e transmissor de sabedoria, conforme conceitos de Ecléa Bosi;6 Promover resistência à amnésia social e à invisibilidade de grupos vulneráveis, afirmando que lembrar é ato político, que contar sua história é afirmar que você existiu, que reconhecer memória de outro é reconhecer sua humanidade;7 Fortalecer circulação nacional de produções teatrais que abordem memória, identidade e envelhecimento, promovendo descentralização da produção cultural e garantindo que população idosa e público geral tenham acesso a arte de qualidade com propósito existencial e social.
A população idosa brasileira enfrenta desafios crescentes de isolamento social, invisibilidade e falta de espaços que validem suas histórias e experiências. Estudos apontam que 1 em cada 4 idosos sofre isolamento social, fator de risco tão grave quanto fumar 15 cigarros por dia, aumentando risco de demência em 50% e de mortalidade em 50%. Simultaneamente, a sociedade contemporânea, marcada por amnésia digital e valorização apenas do novo, perde conexão com memória pessoal e coletiva. A internet promete guardar registros infinitos, mas a cultura digital não nos deixa lembrar.O projeto Esparrama Memória fundamenta-se na obra da psicóloga social Ecléa Bosi, especialmente em "Memória e Sociedade: Lembranças de Velhos" (1979). Para Bosi, memória não é simplesmente recordação de fatos passados — é trabalho ativo de reconstrução que constitui nossa identidade. Você não é apenas o que você é agora. Você é a soma de todas as suas experiências, encontros, sofrimentos, alegrias. Sua memória é você.Bosi enfatiza que memória tem função social: não é propriedade individual, mas bem coletivo que conecta gerações, transmite sabedoria, preserva humanidade. A memória do indivíduo depende de seu relacionamento com família, classe social, escola, comunidade — memória individual é sempre memória social.Para Bosi, o idoso tem função social específica: ser guardião da memória coletiva, narrador da história da comunidade, transmissor de experiência acumulada. "Há um momento em que o homem maduro deixa de ser um membro ativo da sociedade: neste momento de velhice social resta-lhe, no entanto, uma função própria: a de lembrar." O velho é aquele que lembra. E numa sociedade que quer esquecer, o velho é revolucionário.Bosi também enfatiza que memória é ato de resistência. Em sociedade capitalista que valoriza apenas o novo (para vender), descarta o velho (para consumir), invisibiliza idosos (porque não produzem) e promove amnésia (para controlar), lembrar é ato revolucionário. Quando idoso conta sua história, não está apenas recordando — está resistindo à invisibilidade, afirmando que sua vida importou, que sua experiência tem valor, que sua humanidade merece reconhecimento.Finalmente, Bosi nos ensina que "lembrar não é reviver, mas refazer, reconstruir, repensar, com as imagens e ideias de hoje, as experiências do passado." Memória não é reprodução mecânica — é criação de significado, é trabalho ativo, é narrativa construída.A INTERVENÇÃO ESPARRAMA MEMÓRIAA intervenção "Esparrama Memória", criada em 2018 pelo Grupo Esparrama nasceu justamente para materializar esses conceitos. Através de uma dinâmica poética, palhaços encontram pessoas na rua, convidam a compartilhar uma memória, escutam com atenção, reconhecem: "Você existe, sua história importa, você é humano." A memória é registrada em papel, colocada em garrafinha — como "mensagem em garrafa", sagrada e misteriosa — e viaja para outros locais onde é entregue a outra pessoa.Cria-se assim um ciclo de reconhecimento humano: você compartilha sua humanidade (sua memória), recebe humanidade de outro (memória de desconhecido), reconhece que todos somos feitos de memória, que todos merecemos ser reconhecidos.Ao longo de sua trajetória, "Esparrama Memória" já alcançou 9.940 pessoas em 76 apresentações em 21 cidades. O projeto alinha-se plenamente aos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), enquadrando-se nos seguintes dispositivos:ENQUADRAMENTO NO ART. 1º DA LEI Nº 8.313/91:Inciso I - "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais":O projeto garante acesso universal e gratuito à experiência de reconhecimento e validação de memória através de 50 apresentações gratuitas, sendo 40% em locais públicos (praças, parques, feiras) e 60% em espaços específicos para idosos (centros de convivência, asilos, casas de repouso, UBS, clubes). Esta estrutura elimina barreiras econômicas, logísticas e de acessibilidade, facilitando o acesso de idosos historicamente invisibilizados e de público geral, garantindo o pleno exercício dos direitos culturais de população vulnerável.Inciso II - "Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais":A circulação por cinco capitais em diferentes regiões brasileiras promove descentralização da produção cultural, levando intervenção de reconhecida qualidade artística para além do eixo onde já circulou. A contratação de profissionais locais em cada cidade valoriza recursos humanos regionais e fortalece cadeias produtivas locais da cultura.Inciso III - "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores":O projeto valoriza e difunde a produção teatral brasileira voltada à memória e envelhecimento, consolidando trajetória do Grupo Esparrama (ativo desde 2012, com 797 espetáculos e 182.806 pessoas alcançadas). A circulação nacional amplia visibilidade dessa produção artística, contribuindo para reconhecimento dos criadores e consolidação de referências nacionais em teatro que ressignifica memória e identidade.ENQUADRAMENTO NO ART. 3º DA LEI Nº 8.313/91:Inciso I - "Incentivar a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória":Memória constitui patrimônio cultural de valor universal. O projeto difunde intervenção que forma consciência sobre importância de memória pessoal e coletiva como constituinte de identidade, contribuindo para preservação da memória cultural e para formação de cidadãos conscientes de sua humanidade.Inciso III - "Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira":O projeto salvaguarda memória como modo de criar identidade, de fazer comunidade, de viver humanidade. Ao valorizar memória de idosos, preserva modos de viver que estão sendo perdidos em sociedade de amnésia digital.Inciso V - "Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações":Ao abordar temas universais como memória, identidade, envelhecimento e reconhecimento humano, o projeto desenvolve consciência sobre desafios globais, promovendo compreensão de que valorização de memória é necessidade universal.
HISTÓRICO E RECONHECIMENTO:Criada em 2013 pelo Grupo Esparrama como celebração de seus 10 anos, a intervenção "Esparrama Memória" já alcançou 9.940 pessoas em 76 apresentações em 13 cidades (Guarulhos, Jaboticabal, Itapetininga, Jundiaí, Monte Alto, Ourinhos, Santa Cruz do Rio Pardo, Salto, Santos, São José do Rio Preto, São Paulo, São Vicente e Sorocaba), consolidando-se como referência nacional em ressignificação de memória e envelhecimento ativo.A intervenção recebeu reconhecimento através de:Participação em circuitos culturais de referênciaDestaque em publicações especializadas em cultura e envelhecimentoReconhecimento de impacto social por órgãos públicosMédia de 131 pessoas por apresentaçãoO projeto demonstra capacidade comprovada de alcance e impacto, consolidando-se como um dos projetos de maior relevância social e existencial do Grupo Esparrama. HISTÓRICO E CREDIBILIDADE DO GRUPO ESPARRAMA:O Grupo Esparrama, proponente do projeto, é um coletivo teatral ativo desde 2012, reconhecido como referência nacional na criação artística voltada às infâncias e envelhecimento. Ao longo de 13 anos de trajetória, o grupo consolidou uma metodologia singular que articula palhaçaria, bonecos, música e teatro para discutir a relação entre teatro, educação, cidade e envelhecimento, partindo do pressuposto de que as infâncias e a população idosa são sujeitos de direitos, produtoras de cultura e agentes históricos.Dados de Impacto:797 espetáculos/intervenções realizados182.806 pessoas alcançadas80+ cidades em que o grupo já atuou275+ locais diferentes onde realizou apresentações52 projetos distintos desenvolvidos15 prêmios recebidos, incluindo 3 Prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte)Prêmios e Reconhecimento:APCA 2024: Melhor Peça com Bonecos – "Acorda!"APCA 2022: Melhor Espetáculo de Palhaçaria – "Detetives do Espavô"APCA 2020: Prêmio Especial da Quarentena (séries lúdicas digitais com interação infantil)Prêmio Teatro Alfa Criança (2013 e 2016)Prêmio São Paulo de Teatro Infantil e Jovem (2015, 2016, 2018) - indicações e vitóriasPrêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem (2013)Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro (2013)
INTERVENÇÃO ESPARRAMA MEMÓRIA:Formato: Intervenção cênico-musical intimista urbana Duração: 50 minutos por sessão (aproximadamente) Classificação Indicativa: Livre (recomendado para todas as idades, especialmente idosos) Linguagens: Teatro, palhaçaria, música, participação do público Adereços Principais:Garrafinha: Recipiente onde memórias são guardadas (símbolo de "mensagem em garrafa")"Guardador de Memórias": Grande adereço cenográfico onde garrafinha são armazenadasPapéis para registro: Papéis especiais onde memórias são escritasFigurinos de palhaço: Figurinos que criam ambiente lúdico e acolhedorInstrumentos musicais: Percussão, acordeom ou similar (música cria atmosfera poética)
Abaixo seguem justificativas detalhadas para cada produto:A - PRODUTO: Intervenção Cênico-Musical em Locais PúblicosACESSIBILIDADE FÍSICA: A plena acessibilidade física será utilizada como critério para a escolha dos locais onde serão realizadas as intervenções. Serão priorizadas praças, parques e feiras com infraestrutura acessível Conforme Art. 42, §1º da IN MinC nº 23/2025, a obrigatoriedade de implementação de medidas arquitetônicas não se aplica aos projetos executados em equipamentos cuja propriedade, pleno domínio ou gestão não recaia sobre o proponente.ACESSIBILIDADE COMUNICACIONALPARA DEFICIENTES VISUAIS: Os artistas farão curso específico e passarão por consultoria de acessibilidade para que possam realizar a audiodescrição de suas personagens e ações durante a abordagem do público cego ou com baixa visão permitindo que elas participem plenamente da experiência.PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as intervenções contarão com intérprete de Libras posicionado em local visívelPARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: As atividades serão construídas levando em consideração a linguagem da palhaçaria que produz uma interação mais sensível e lúdica com o público, o que permite a simplificação da linguagem e, portanto, colabora com a diminuição das barreiras para fruição da atividade. A dinâmica é simples e universal: compartilhar uma memória, ser reconhecido, reconhecer humanidade do outro
Em conformidade com o art. 46 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, o projeto "Esparrama Memória" foi estruturado com o compromisso central de garantir democratização plena do acesso à cultura, adotando estratégias concretas para alcançar públicos historicamente excluídos dos circuitos culturais.O projeto supera amplamente as exigências legais de democratização do acesso. Enquanto o art. 46 da IN MinC nº 23/2025 estabelece mínimo de 10% de distribuição gratuita com caráter social/educativo (inciso III) e 20% de comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (inciso IV), o presente projeto oferece 100% de gratuidade em todas as atividades, eliminando completamente barreiras econômicas.DISTRIBUIÇÃO GRATUITA COM CARÁTER SOCIAL E EDUCATIVO:Conforme art. 48 da IN MinC nº 23/2025, considera-se:De caráter social: distribuição para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social. No caso das apresentações em espaços públicos existe a inclusão de todos os públicos e nas apresentações em espaços específicos, o atendimento do grupo minoritário dos idosos, em especial os em estado de vulnerabilidade social (nos casos de UBSs e Asilos públicos)O projeto atende integralmente à categoria de caráter social, com foco especial em população idosa vulnerável:1. Gratuidade Total (100%): Todas as 50 apresentações da intervenção serão oferecidas gratuitamente, eliminando barreiras econômicas que impedem o acesso de idosos e comunidades de contextos vulneráveis.Não haverá comercialização de ingressos. Todo o público terá acesso gratuito, superando em 100% a exigência mínima de 10% de distribuição gratuita com caráter social/educativo estabelecida no art. 46, inciso III da IN MinC nº 23/2025.2. Priorização de Públicos Vulneráveis:A seleção dos espaços específicos para idosos priorizará:Asilos e casas de repouso com idosos em situação de maior isolamento socialCentros de convivência que atendem idosos de baixa rendaUBS com grupos de saúde que atendem idosos com doenças crônicasClubes e igrejas que atendem comunidades vulneráveisEsta priorização será realizada em parceria com Secretarias Municipais de Assistência Social e Saúde de cada cidade, garantindo que o projeto alcance prioritariamente públicos em situação de vulnerabilidade social, conforme definição do art. 48, inciso I da IN MinC nº 23/2025.MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DO ACESSO (ART. 47 DA IN MINC Nº 23/2025):Em conformidade com o art. 47 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que estabelece a obrigatoriedade de adoção de pelo menos uma medida de ampliação do acesso, o projeto "Esparrama Memória" adota três medidas, superando amplamente a exigência legal:I. Ação Cultural Voltada para População Prioritária e Vulnerável (Art. 47, inciso VI): Todo o projeto é voltado para população idosa, grupo prioritário que sofre isolamento social e invisibilidade. 60% das apresentações (30 de 50) ocorrem em espaços específicos para idosos vulneráveis (asilos, casas de repouso, centros de convivência, UBS), garantindo acesso de população que não consegue acessar equipamentos culturais tradicionais.II. Acesso em Espaços Específicos para Idosos (Art. 47, inciso II - adaptado): A realização de 60% das apresentações em espaços específicos para idosos remove barreiras logísticas e garante que idosos com mobilidade reduzida, isolados ou institucionalizados tenham acesso à experiência de reconhecimento e validação de memória.III. Atividades Paralelas Gratuitas (Art. 47, inciso V): Realização de encontros de diálogo e reflexão sobre memória, identidade e envelhecimento em alguns espaços, permitindo aprofundamento da experiência e formação de mediadores culturais.A adoção dessas três medidas demonstra o compromisso do projeto com a ampliação do acesso à cultura para públicos prioritários e vulneráveis, conforme definido no art. 48 da IN MinC nº 23/2025.
Kleber Brianez (proponente): Ator e Palhaço O proponente será remunerado pelas rúbricas de: Elenco, Mediador e Captador de recursosDireção Cênica – Iarlei Rangel Assistência de Direção – Iarlei Rangel Concepção – Grupo Esparrama Elenco – Kleber Brianez, Rani Guerra e Ligia Campos (3 palhaços) Musicista – [A contratar - músico/percussionista ou acordeonista] Cenário/Adereços – Grupo Esparrama Fotos – Sissy Eiko Produção – Ligia CamposCURRÍCULOS RESUMIDOSKLEBER BRIANEZ Palhaço, dublador e ator, formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul no curso de Habilitação Profissional de Técnico de Ator. Na linguagem do palhaço estudou com Bete Dorgam, Cristiane Paoli Quito, Ésio Magalhães, Dagoberto Feliz, Silvia Leblon, Doutores da Alegria e com Philippe Gaulier, na França. Recebeu em 2011 o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (FEMSA Coca-Cola) de melhor trilha sonora, com o espetáculo Circo de Pulgas, da Cia. Circo de Bonecos. É palhaço desde 1998 e em 2005, juntamente com Ligia Campos, fundou o Grupo Operação de Riso, que pesquisa e leva o arquétipo do palhaço para o ambiente hospitalar, unindo arte, cultura e saúde. Em 2013 fundou, junto com Ligia Campos, Rani Guerra e Iarlei Rangel, o Grupo Esparrama. Foi vencedor do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (FEMSA Coca-Cola) nas seguintes edições: 2013 (Categoria Especial e Prêmio Crystal Eco de Sustentabilidade), 2015 (Categoria Revelação em Direção), 2016 (Prêmio Sustentabilidade). Também contemplado em 2014 com o Edital Rumos Itaú Cultural e em 2016 pela 29ª Edição do Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo.RANI GUERRA Ator, palhaço e Cantor Lírico formado pelo Conservatório de Tatuí (SP) CDMCC. Fundador do Grupo Esparrama, também foi integrante da Cia. Circo de Bonecos por oito anos, até 2012. Naquele grupo foi um dos criadores dos seguintes trabalhos: 2011: Lolo Barnabé, 2010: Circo de Pulgas (Prêmios FEMSA de melhor espetáculo, ator e trilha sonora), 2008: Circo de Bonecos (2 indicações no Prêmio FEMSA), 2006: Guarda Zool (Prêmio APCA de melhor direção, Coca-Cola Leva ao Teatro e 4 indicações para o Prêmio FEMSA). Destacam-se também as suas participações em Arena Conta Danton da Cia. Livre, Descalabro e A Peleja da Trupe Pau a Pique e Antígona do CDMCC. Além de ator exerce a função de Preparador Vocal e Diretor Musical em grupos como Inventivos, Alma, Inkethos e Estudo de Cena.LIGIA CAMPOS Atriz formada na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e em licenciatura plena em Artes pela FAINC. Uma das fundadoras do Grupo Esparrama, também é fundadora do grupo Operação de Riso, que leva a linguagem do palhaço aos hospitais públicos e privados da Grande São Paulo. Por esta ação o Grupo Operação de Riso recebeu dois importantes prêmios do governo federal: 1º e 2º Prêmio Cultura e Saúde, com os quais pode realizar um intercâmbio com o Grupo Le Rire Médicin e o curso com o mestre Philippe Gaulier, na França. Atuou durante 3 anos na Cia. Circo de Bonecos, que pesquisa a linguagem da manipulação de bonecos e objetos e do teatro infantil.IARLEI RANGEL Diretor e produtor formado em Licenciatura – Teatro pela UNESP – São Paulo e especialista em Cidades Educadoras pela Escola do Parlamento de São Paulo. É articulador do MOTIJ - Movimento do Teatro para as Infâncias e Juventudes de São Paulo, movimento que trabalha para a construção de políticas públicas voltadas para este público. É cofundador e diretor de todos os espetáculos do Grupo Esparrama, que pesquisa a relação entre infâncias, teatro, cidade e educação. Com este grupo criou o projeto Teatro de Janela (que acontece na janela de um apartamento em frente ao Elevado Pres. João Goulart) que recebeu a chancela de Patrimônio Histórico Cultural da Cidade de São Paulo. Destacam-se entre seus trabalhos os espetáculos: Esparrama pela Janela (vencedor de dois prêmios: FEMSA de Teatro Infantil e do Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro), Minhoca na Cabeça (criado sob patrocínio do Programa Rumos Itaú Cultural), Navegar (contemplado pelo Fomento ao Teatro da Cidade de SP e indicado para seis categorias do Prêmio SP de incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2018 e para o Prêmio APCA 2018), FIM? (eleito como melhor espetáculo pelo júri popular do Guia da Folha de SP e como segundo melhor espetáculo do ano pelos críticos do jornal O Estado de SP, recebeu o Prêmio SP de Incentivo de Teatro Infantil e Jovem 2016), Detetives do Espavô (recebeu os prêmios APCA 2022 - Melhor Espetáculo de Palhaçaria e Troféu Caneca Pecinha é a Vovozinha), Diz Ai... e Vamos Brincar? (séries digitais que receberam o prêmio APCA 2021).ELISA FERNANDES, é violinista graduada Bacharel em Performance, com Extensão em Ensino Coletivo pela UNESP. Realiza trabalhos em diversos estilos, em shows, gravações, eventos sociais e corporativos, com violino acústico e elétrico, destacando participação na turnê com Zezé di Camargo & Luciano, no Rock in Rio com a banda Sepultura ao lado da Família Lima, e shows com Henrique & Juliano, Maurício Manieri, Sidney Magal, Jota Quest, Titãs, Latino, programa do Faustão, Brasil Game Show, e campanhas publicitárias com Mc Donald’s, Petrobras, Volkswagen, entre outros. Na área erudita, já tocou em diversas orquestras e musicais incluindo Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, e Bachiana Filarmônica com maestro João Carlos Martins.No grupo Esparrama, já atuou como violinista do Espetáculo 2 por 4, e Esparrama Memória.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.