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O projeto Herança Sagrada na Era Digital é o espetáculo-âncora da Plataforma Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento - China 2026. Conectando territórios criativos entre Brasil, China e o mundo, a iniciativa promove a circulação internacional do Balé Folclórico da Bahia em 12 cidades chinesas.Sob direção artística de Vavá Botelho e curadoria intercultural de Eduardo Almeida, a obra propõe uma experiência imersiva que integra dança, música, projeções e espiritualidade afro-brasileira em diálogo com a inovação digital. Com duração média de 112 minutos, 18-20 a apresentações e público estimado em mais de 20 mil pessoas, o espetáculo representa um encontro entre ancestralidade, diversidade e tecnologia cênica — projetando, para o mundo, a potência da cultura brasileira contemporânea.
SINOPSE DA OBRA E DOS PRODUTOS CULTURAISTítulo da obra principal: Herança Sagrada na Era Digital – A Dança da Diversidade Cultural do AfroInovatismo BrasileiroClassificação indicativa: Livre para todos os públicos1. Espetáculo de dança-operística multimídiaO espetáculo “Herança Sagrada na Era Digital”, obra-âncora da plataforma Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento – China 2026, é uma criação inédita do Balé Folclórico da Bahia, com direção artística de Walson “Vavá” Botelho, direção cênica de José Carlos Arandiba (Zebrinha) e curadoria intercultural de Eduardo Almeida (MiiTTO/BBDC).Mais que uma releitura do clássico "Herança Sagrada" e de coreografías do espetáculo "O Balé que Você não Vê", a nova montagem propõe uma experiência imersiva de dança-operística afro-inovativa, unindo sabedoria ancestral e tecnologia contemporânea. No palco, o corpo é templo e linguagem — uma travessia entre o sagrado e o digital.A coreografia articula rituais afro-brasileiros, canto coral, percussão orquestrada, ballet e projeções audiovisuais, revelando o Brasil mestiço, plural e criativo, onde a alma ancestral se renova no presente tecnológico. Com duração aproximada de 112 minutos, o espetáculo está estruturado no formato E.D.O. Experience:E + A (Experience + Awareness) – Exposição introdutória e ambientação sensorial;D + D (Discover + During) – O espetáculo em si: descoberta e experiência coletiva;O + A (Originate + After) – Interação pós-show, troca humana e degustação cultural.A trilha sonora é composta por música ao vivo, vozes afro-baianas, arranjos orchestrais especiais e sons eletrônicos, enquanto projeções digitais criam uma cenografia viva, em diálogo com o movimento dos bailarinos.É uma celebração da diversidade cultural brasileira e uma afirmação do AfroInovatismo, conceito que une ancestralidade, criatividade e tecnologia.Herança Sagrada na Era Digital” vai além de um espetáculo: é uma experiência sensorial e simbólica que entrelaça corpo, memória e tecnologia, ligando ancestralidade e futuro. Em um encontro intercultural pioneiro com artistas chineses, o público – chinês, brasileiro e internacional – é convidado a reconhecer no outro a mesma pulsação humana que transcende culturas e eras. Como define o curador Eduardo Almeida, “não é só o corpo que dança; é a alma de um povo que se move entre mundos".
Objetivo Geral Promover a circulação internacional da arte e da diversidade cultural brasileira, consolidando o Balé Folclórico da Bahia como embaixador da cultura afro-brasileira contemporânea e fortalecendo a imagem do Brasil como território criativo e inovador.O projeto visa criar um modelo de internacionalização sustentável, baseado em cooperação cultural, diplomacia criativa e geração de oportunidades econômicas para artistas e produtores brasileiros.Objetivos Específicos 1. Realizar de 18 a 20 espetáculos do Balé Folclórico da Bahia em 12 cidades chinesas durante o Ano Cultural Brasil-China 2026, com público estimado em mais de 20 000 pessoas;2. Apresentar 6 coreografias icônicas (Okan, Bolero, Puxada de Rede, Samba de Roda/Capoeira, Afixirê e Samba Reggae) em formato de dança-ópera afro-inovadora, integrando elementos de balé clássico, canto a cappella, percussão orquestrada e projeções digitais;3. Realização de 12 ensaios abertos ao público, sendo 1 em cada cidade da circulação, com acesso gratuito e divulgação local, permitindo o contato direto da comunidade com o processo artístico e promovendo a democratização do acesso à obra;4. Empregar e remunerar 34 profissionais (bailarinos, músicos, cantoras, técnicos e direção), promovendo geração direta de trabalho e renda;5. Garantir acessibilidade física e de conteúdo (audiodescrição, legendas, tradução bilíngue PT/EN_ZH e recursos digitais) para democratizar o acesso ao espetáculo;6. Estimular o turismo cultural e a diplomacia povo-a-povo, fortalecendo laços institucionais e culturais entre Brasil e China;7. Divulgar internacionalmente a marca "Brasil Criativo", posicionando o país como polo de inovação, diversidade e excelência artística;8. Contribuir para os objetivos da Lei 8.313/91 (Art. 3º, II, V e VI): promoção da cultura brasileira no exterior, formação de novos públicos e fomento às atividades da economia criativa.
O projeto "Herança Sagrada na Era Digital", espetáculo-âncora da plataforma "Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento - China 2026", representa uma ação estratégica de internacionalização da cultura brasileira, que demanda investimento estruturante, planejamento técnico e sustentabilidade de longo prazo — condições que somente o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) é capaz de assegurar de forma transparente e adequada. A proposta enquadra-se nos incisos I, II, IV e V do Artigo 1º da Lei 8.313/91, por: Incentivar a produção, difusão e circulação de bens culturais de valor artístico e simbólico; Assegurar o direito à fruição e ao acesso universal à cultura; Valorizar a diversidade cultural e promover a integração internacional das artes brasileiras; Apoiar a preservação e a difusão do patrimônio cultural e artístico nacional. O projeto também contribui diretamente para o alcance dos objetivos do Artigo 3º, especialmente: Inciso II: Facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais; Inciso III: Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira; Inciso V: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das expressões culturais e seus criadores; Inciso VI: Proteger as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional; Inciso VIII: Promover a integração cultural com os demais povos e nações, especialmente da América Latina e dos países de língua portuguesa, estendendo-se à cooperação com outras nações amigas, como a China; Inciso IX: Estimular o desenvolvimento da economia criativa e das indústrias culturais brasileiras. A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, o instrumento mais adequado para viabilizar a execução deste projeto, pois permite a captação de recursos privados com destinação pública, garantindo transparência, controle e interesse coletivo. Trata-se de um bem cultural de relevância internacional, que extrapola os limites de um espetáculo artístico isolado e consolida um modelo brasileiro de diplomacia cultural e cooperação criativa. O Balé Folclórico da Bahia (BFB) é a única companhia profissional de dança folclórica do Brasil, reconhecida mundialmente por sua excelência técnica e compromisso com as tradições afro-brasileiras. Sua circulação internacional na China — país com o qual o Brasil celebra o Ano Cultural Brasil-China 2026 — representa uma oportunidade histórica de projeção simbólica do Brasil contemporâneo, de valorização de comunidades e saberes tradicionais e de ampliação da presença cultural brasileira em um dos maiores mercados do mundo. A turnê internacional (18 a 20 apresentações em 12 cidades) envolve 34 profissionais brasileiros entre bailarinos, músicos, cantoras, técnicos e diretores, gerando emprego direto e indireto, além de qualificação técnica e intercâmbio profissional. As ações complementares incluem seis workshops e seminários realizados em parceria com universidades e centros culturais chineses, fortalecendo o eixo formativo e de democratização de acesso. A obra traduz a essência da cultura afro-brasileira — ancestralidade, espiritualidade, ritmo, corpo e inovação — reinterpretada por meio da linguagem contemporânea da dança-operística. A integração de projeções digitais, percussão orquestrada e canto coral amplia o alcance estético e simbólico, dialogando com públicos diversos e com as tecnologias do século XXI. Essa combinação de arte e inovação tecnológica é coerente com as diretrizes da economia criativa e com os princípios de sustentabilidade cultural previstos na política nacional de cultura. A utilização da Lei 8.313/91 se justifica também pela dimensão econômica e diplomática do projeto: trata-se de um investimento em soft power brasileiro, com impacto direto sobre a imagem do país no exterior, fortalecendo o turismo cultural, a exportação de bens e serviços criativos e a criação de novas oportunidades comerciais e institucionais. A cada apresentação, o espetáculo se converte em uma plataforma de relacionamento e difusão da marca "Brasil Criativo", promovendo não apenas a arte, mas também a gastronomia, o design, a moda e o turismo. Por sua natureza itinerante e internacional, o projeto requer recursos para transporte aéreo, logística técnica, montagem e acessibilidade bilíngue (PT/EN-ZH), custos elevados que não poderiam ser cobertos apenas com bilheteria ou patrocínios diretos. O mecanismo de incentivo, portanto, garante viabilidade financeira sem comprometer a integridade artística e assegura o cumprimento de todas as metas culturais e sociais estabelecidas no plano de execução. Adicionalmente, a execução sob a Lei Rouanet permite: Transparência total via SALIC; Prestação de contas digital e monitoramento por indicadores de impacto cultural; Integração com outros Pronacs da mesma plataforma ("Museu Vivo", "Documentário", "Formação Criativa" e "Taste of Brasil"), formando um conjunto coerente e sustentável de ações de internacionalização. Assim, o projeto "Herança Sagrada na Era Digital" materializa os princípios fundadores da Lei de Incentivo à Cultura: democratizar o acesso, valorizar a diversidade, fomentar o trabalho artístico e projetar o Brasil no mundo por meio da sua arte, sua ancestralidade e sua inovação.
OUTRAS INFORMAÇÕESO espetáculo “Herança Sagrada na Era Digital” é a expressão artística do conceito de AfroInovatismo brasileiro, desenvolvido pelo curador Eduardo Almeida como um eixo teórico da Plataforma Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento.Esse conceito propõe uma leitura contemporânea da herança afro-brasileira como força de inovação, resiliência e criação coletiva, capaz de gerar soluções simbólicas, tecnológicas e sociais a partir de saberes ancestrais. O AfroInovatismo transforma a memória e a diversidade em motores de futuro — um novo paradigma estético e político que une tradição, espiritualidade e inteligência criativa.No centro da obra está o corpo como território de invenção. Cada gesto, ritmo ou canto do Balé Folclórico da Bahia traduz a potência transformadora de um povo que, mesmo diante da escassez, reinventa o mundo com imaginação e sensibilidade.O berimbau de uma corda, por exemplo, torna-se metáfora da capacidade do brasileiro de criar harmonia e beleza a partir do mínimo; um instrumento que, com poucos elementos, produz universos inteiros de som e significado.Esse princípio de “fazer muito com pouco” não é carência — é sofisticação popular, é design ancestral aplicado à cultura viva.Trata-se de um modelo simbólico de inovação inclusiva, em sintonia com o momento em que o mundo busca valores não dogmáticos, sustentáveis e colaborativos.O AfroInovatismo também se manifesta como filosofia decolonial e estética da transformação, onde o legado colonial não é negado, mas ressignificado. A herança sagrada que dá nome ao espetáculo é, portanto, a herança do corpo, da fé e da alegria que sobreviveram à dor — e que agora, em diálogo com a era digital, encontram novos meios de expressão por meio da arte, da tecnologia e da diplomacia cultural.A proposta é apresentar ao mundo um Brasil que inova pela mistura, educa pela beleza e transforma pela convivência, expandindo o conceito de diversidade para um campo de criação e não apenas de representação.Em um contexto global de tensões ideológicas e polarizações culturais, o espetáculo afirma a força da arte como ferramenta de empatia, diálogo e reconstrução simbólica.Na China — país que valoriza a continuidade de suas tradições e o respeito à ancestralidade —, essa mensagem encontra ressonância profunda.O diálogo entre o Brasil afroindígena e a China confuciana, taoísta e budista revela convergências filosóficas: ambas as culturas percebem a natureza, o corpo e o espírito como partes integradas do cosmos.Essa conexão espiritual é o solo fértil para uma diplomacia cultural povo-a-povo (People-to-People Diplomacy), promovendo um encontro genuíno entre cidadãos, artistas e comunidades, além das fronteiras políticas e comerciais.O espetáculo se torna, assim, um ato de diplomacia simbólica: um Brasil que não apenas exporta produtos, mas compartilha sentidos, valores e sensibilidades.A circulação em 12 cidades chinesas consolida uma presença cultural estratégica e inédita, reforçando a imagem de um país criativo, diverso e pacífico, capaz de projetar “soft power” por meio da arte e do conhecimento.É a primeira vez que uma companhia brasileira leva ao exterior um projeto desse porte, combinando performances, exposições, experiências imersivas, formação, intercâmbio e gastronomia em uma plataforma única de cooperação internacional.Do ponto de vista simbólico, “Herança Sagrada na Era Digital” propõe um reencontro do Brasil com seu próprio espírito inventivo.Ao fundir corpo e tecnologia, ancestralidade e inovação, sagrado e cotidiano, o projeto inaugura uma nova gramática da cena brasileira contemporânea — onde o tambor e o holograma dialogam, onde o canto tradicional se funde à projeção digital, e onde o público participa de uma experiência que é tanto ritual quanto espetáculo.Desta síntese emerge o AfroInovatismo brasileiro como filosofia criativa: inovar com alma, criar com propósito e incluir com beleza.O projeto reafirma que o futuro da cultura brasileira está na valorização da sua pluralidade e na capacidade de estabelecer diálogos horizontais com outras civilizações.Na relação Brasil–China, essa iniciativa atua como plataforma de diplomacia cultural e de desenvolvimento criativo sustentável, fortalecendo o intercâmbio artístico e econômico, e posicionando o Brasil como um polo global de criatividade e diversidade.Por fim, “Herança Sagrada na Era Digital” não é apenas uma turnê ou um espetáculo: é uma ação estruturante de imagem internacional do Brasil, uma vitrine de sua capacidade de inovar sem romper com a tradição, de transformar adversidades em arte e de comunicar ao mundo uma mensagem de convivência, respeito e esperança.A herança é sagrada porque é viva — e a era digital é o novo templo onde o Brasil celebra sua diversidade diante do mundo.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE DO PRODUTOO projeto “Herança Sagrada na Era Digital: Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento – China 2026” consiste em um festival itinerante que reúne um conjunto integrado de produtos culturais. Cada atividade possui características técnicas, artísticas e pedagógicas próprias, mas todas estão unificadas por uma mesma concepção curatorial: valorizar a diversidade cultural brasileira e fortalecer o diálogo intercultural com a China por meio da arte, da formação e da inovação.Além de exaltar a força criativa do 'AfroInovatismo brasileiro' e da linguagem operística que percorrem a programação, o projeto integra exposições, oficinas, palestras e residências artísticas, constituindo uma rede de intercâmbio criativo entre os dois países.1. Espetáculo de Dança-Operística Multimídia – “Herança Sagrada na Era Digital”(Produto principal e eixo central do projeto)Natureza: Espetáculo de dança contemporânea de matriz afro-brasileira, com estrutura operística e projeções digitais imersivas.Direção artística: Walson “Vavá” BotelhoDireção cênica e coreográfica: José Carlos Arandiba (Zebrinha)Curadoria e direção executiva internacional: Eduardo Almeida (MiiTTO / BBDC)Duração: 112 minutos (divididos em 3 atos + interlúdio digital)Classificação indicativa: Livre para todos os públicosElenco: 17 bailarinos, 5 músicos, 2 cantoras/coralistas, 8 técnicos (som, luz, projeção, palco e logística)Paginação técnica:Coreografias: Ato I - Okan (13 min), Bolero (17 min) - fusão entre dança tradicional e arte digital, com videoprojeções e trilha eletrônica e orquestrada - intervalo de 20 minutos. Ato II - Tao e Berimbau (6 min): encontro intercultural, uma celebração coletiva e simbólica da fusão cultural Brasil-China; Puxada de Rede (12 min), Samba de Roda/Capoeira (12 min), Afixirê (17 min): coreografias que evocam a criação, o ritmo e o sagrado afro-brasileiro; Ato III - Samba Reggae (15 min): encerramento coral e percussivo, com interação com o público.Materiais e recursos técnicos:Palco com dimensões mínimas de 14m x 12m x 6m;Projeção mapeada (3 projetores laser 20K lumens);Sistema de som estéreo 32 canais;Cenografia modular transportável (estruturas de alumínio e tecidos translúcidos);Figurinos originais do Balé Folclórico da Bahia e novos trajes criados para ;Iluminação cênica inteligente (motores móveis LED);Equipamentos de gravação e streaming para transmissões bilíngues;Roteiro técnico detalhado (stage plot, patch list e cronograma de montagem/desmontagem).O espetáculo é apresentado em teatros da rede CPAA Theatres (China), equipados com tecnologia de padrão internacional e plena acessibilidade física.
Acessibilidade (Física e de Conteúdo)O projeto “Herança Sagrada na Era Digital” adota o princípio da acessibilidade plena, garantindo condições equitativas de participação e fruição cultural para todos os públicos, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e as normas de boas práticas internacionais de acessibilidade em espetáculos.Acessibilidade Física:As apresentações serão realizadas em teatros da rede CPAA Theatres, sob gestão do China Arts and Entertainment Group Ltd. (CAEG), que opera de acordo com os padrões internacionais de acessibilidade e segurança.Esses equipamentos culturais contam com:Rampas de acesso, elevadores e corredores adaptados;Banheiros acessíveis e áreas reservadas para cadeirantes e acompanhantes;Sinalização visual e tátil em braile nos espaços públicos;Orientação e apoio por monitores treinados para atendimento a pessoas com deficiência.Acessibilidade de Conteúdo:O espetáculo será adaptado com recursos que ampliam sua compreensão e inclusão, respeitando a natureza sensorial e simbólica da obra. Entre as medidas previstas estão:Audiodescrição bilíngue (PT/EN–ZH) e legendagem descritiva projetada para o público com deficiência auditiva;Tradução e interpretação em Libras nos eventos paralelos realizados no Brasil e em vídeos institucionais;Catálogo digital acessível com textos curatoriais em formato ampliado e leitura de tela;Audioguia e QR Codes integrados ao programa e à exposição itinerante, possibilitando a compreensão narrativa e simbólica da obra;Visitas sensoriais prévias destinadas a grupos com deficiência visual, com mediação e contato com figurinos e instrumentos musicais;Tradução bilíngue (português/inglês e mandarim) de todos os conteúdos informativos, promovendo acessibilidade cultural e linguística entre os públicos brasileiro/internacional e chinês.Essas ações asseguram que o projeto atenda aos princípios de inclusão, diversidade e democratização do acesso, fundamentais para a política cultural brasileira e para a consolidação da imagem de um Brasil plural, sensível e contemporâneo.
Contrapartida SocialComo contrapartida social e ação de democratização de acesso, o projeto realizará ensaios abertos ao público, promovendo o contato direto da comunidade com o processo criativo e a vivência artística do grupo. Será realizado um ensaio aberto em cada cidade contemplada na circulação, com entrada gratuita e divulgação prévia nos canais locais de comunicação, ampliando o acesso e o engajamento do público com a proposta artística.Democratização de AcessoO “Herança Sagrada na Era Digital” integra a plataforma Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento – China 2026, cujo propósito é levar a arte e a cultura brasileira a novos públicos internacionais, democratizando o acesso por meio de ações educativas, interculturais e bilíngues.Apesar de ocorrer no exterior, o projeto mantém compromisso com a democratização de acesso em três dimensões principais:a) Acesso territorial e público:As apresentações ocorrerão em 12 cidades chinesas, incluindo capitais e centros culturais de médio porte, alcançando diferentes perfis de público;Parte dos ingressos será distribuída gratuitamente ou a preços populares, conforme acordos com o CAEG/CPAA Theatres e órgãos locais de cultura;Serão promovidos ensaios abertos, palestras e workshops gratuitos em escolas, universidades e centros culturais locais, priorizando jovens artistas e estudantes de artes cênicas.b) Acesso educativo e formativo:Cada cidade contará com ao menos uma atividade formativa gratuita (workshop, ensaio aberto ou seminário), ampliando o alcance do projeto para além do palco;As ações formativas estimularão o intercâmbio técnico e artístico entre profissionais brasileiros e chineses, fortalecendo redes de cooperação e aprendizado mútuo.c) Acesso digital e comunicacional:Todas as etapas do projeto serão documentadas em formato audiovisual e publicadas nas plataformas digitais da plataforma Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento - China 2026, com legendas bilíngues e tradução em Libras;O conteúdo será disponibilizado gratuitamente online, ampliando o alcance global e permanente do projeto.Observação:Os espetáculos e ações formativas ocorrerão em território estrangeiro, respeitando integralmente as legislações locais de acessibilidade, segurança e eventos públicos vigentes na República Popular da China, bem como os regulamentos dos teatros e instituições culturais parceiras. Todas as medidas serão implementadas em cooperação com a MiiTTO Produções e o China Arts and Entertainment Group, garantindo conformidade técnica e acessibilidade adequada ao contexto local.Com essas ações, o projeto reafirma seu compromisso com os valores da Lei 8.313/91, da Convenção da UNESCO sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais (2005) e da Agenda 2030 da ONU, especialmente o ODS 10 (redução das desigualdades) e o ODS 11 (cidades e comunidades sustentáveis).
DIRIGENTE E EQUIPE PRINCIPAL – ATUAÇÃO E CURRÍCULO RESUMIDO1. Eduardo de Oliveira AlmeidaFunção no projeto: Dirigente proponente, curador, diplomata cultural e diretor executivo.Instituição proponente: MiiTTO Projetos e Produções Culturais Ltda. – divisão cultural e criativa do BBDC Group Brasil Ltda.Atuação no projeto:Eduardo Almeida será o responsável pela direção geral e curadoria intercultural do projeto. Suas atribuições incluem a coordenação de todas as etapas, desde a concepção e articulação institucional até a curadoria artística e execução. Ele atuará como o principal representante do projeto perante órgãos públicos, patrocinadores e parceiros no Brasil e na China, além de supervisionar as equipes de produção, comunicação e relações internacionais.Currículo resumido:Eduardo de Oliveira Almeida é um interculturista, curador e produtor cultural com mais de 25 anos de experiência na liderança de projetos internacionais nas áreas de cultura, economia criativa e diplomacia cultural. Como CEO do BBDC Group Brasil e diretor executivo da MiiTTO Projetos, especializou-se no desenvolvimento de iniciativas criativas entre Brasil e China.Ao longo de sua carreira, já realizou mais de 300 projetos em parceria com instituições estratégicas dos dois países. Dentre seus destaques, estão:Fórum de Coprodução Cinematográfica Brasil-China (Rio de Janeiro, 2019)Produção audiovisual e cobertura midiática da primeira participação do Brasil na China International Import Expo (CIIE) (Xangai, 2018)Produção da Shanghai Rio 2016 Olympic Experience (Shanghai 2016) Produção da Shanghai World Cup Experience (em parceria com a Shanghai Media Group, 2014)Promoção do Pavilhão do Brasil na Expo Shanghai 2010Campanhas audiovisuais durante os Jogos Olímpicos de Pequim 2008–2009Promoção do primeiro Tratado de Coprodução Cinematográfica Brasil–China (2007) Atuação como Representante da Fundação Clóvis Salgado (FCS) - Palácio das Artes (MG) na Ásia (2002-06) Implantação do pioneiro Programa de Residência Artística com a Taipei Artist Village, envolvendo coreógrafos, músicos, artistas visuais e cenógrafosPrimeira turnê asiática de um grupo de balé brasileiro (Balet Stagium, 1998) e primiero desfile de Carnaval do Brasil em Taipei (1999) Reconhecido como pensador líder em economia criativa, cooperação Sul-Sul e diplomacia cultural, atua ainda como consultor intercultural, curador e roteirista, com sólida formação em relações internacionais, filosofia e cultura chinesa.É o fundador da Casa do Café Brasil-China (Xangai, 2024) e criador da plataforma "Rota Cultural Brasil Criativo em Movimento" (2025), iniciativas que integram cultura, inovação e turismo. Como membro da BRACHAM e conselheiro do Conselho de Cidadãos Brasileiros de Xangai, representa ativamente o Brasil em fóruns internacionais de diplomacia cultural.2. Equipe MiiTTO / BBDC Cultural & Creative DivisionPrincipais funções e cargos previstos:Produtor executivo internacional – gestão logística e orçamentária da circulação internacional;Coordenador de Relações Institucionais e Diplomáticas – articulação com o MinC, Embaixadas e CPAA Theatres;Coordenador de Comunicação e Marketing Cultural – responsável pelo plano bilíngue de divulgação (PT–ZH–EN);Designer e Curador do “Museu Vivo da Herança Sagrada” – produção de materiais expositivos e multimídia;Gestor de Acessibilidade e Inclusão Cultural – implementação de medidas de acessibilidade física e de conteúdo;Produtor Técnico de Turnê Internacional – coordenação de montagem, transporte e cronograma das apresentações;Assessoria Jurídica e de Compliance Cultural Internacional – adequação a contratos e normas binacionais. 3. Walson “Vavá” Botelho dos SantosFunção no projeto: Diretor artístico e cofundador do Balé Folclórico da Bahia.Currículo resumido:Diretor, coreógrafo e produtor cultural, Vavá Botelho é uma das figuras mais respeitadas da dança brasileira. Fundou, em 1988, o Balé Folclórico da Bahia (BFB), companhia profissional reconhecida internacionalmente por representar, com excelência artística, a herança afro-brasileira através da dança, da música e da teatralidade popular.Sob sua direção, o BFB realizou turnês por mais de 35 países, apresentando-se em teatros de referência mundial como o Lincoln Center (Nova York), Sadler’s Wells (Londres) e Teatro Nacional de Cuba, além de receber prêmios e convites para festivais em todos os continentes.Vavá é responsável pela criação de espetáculos emblemáticos como Herança Sagrada, Bahia de Todas as Cores e O Canto do Povo de Um Lugar.No projeto Herança Sagrada na Era Digital, assina a direção artística e conceitual, adaptando o repertório original à linguagem multimídia contemporânea e conduzindo o diálogo entre tradição e inovação nos palcos internacionais. 4. José Carlos Arandiba (“Zebrinha”)Função no projeto: Diretor cênico e coreógrafoCurrículo resumido:Bailarino, coreógrafo e diretor teatral, Zebrinha é figura central da dança afro-brasileira contemporânea. Integrante e diretor residente do Balé Folclórico da Bahia, é reconhecido pela fusão entre técnica clássica e expressividade popular afrodescendente.Com sólida formação artística e experiência internacional, dirigiu e coreografou montagens premiadas e representou o Brasil em diversos festivais e residências culturais no exterior.No projeto, responde pela direção cênica, dramaturgia corporal e integração dos elementos de performance, canto e projeção digital, contribuindo para o caráter de “dança-operística” do espetáculo. 5. Equipe Técnica e Artística do Balé Folclórico da BahiaComposição prevista:Diretor musical: responsável pela trilha sonora, arranjos e direção de percussão;Músicos-percussionistas e coralistas: 10 integrantes;Bailarinos: 22 artistas (17 bailarinos e 5 musicos) da companhia;Iluminador e técnico de palco: montagem e operação de luz;Técnico de som e audiovisual: integração entre música ao vivo e projeções digitais;Produtor executivo de turnê: coordenação técnica local e acompanhamento de montagem/desmontagem;Assistentes de produção, intérpretes e tradutores bilíngues. Síntese do EnvolvimentoA direção de Eduardo Almeida (MiiTTO / BBDC) e de Vavá Botelho & equipe do Balé Folclórico da Bahia garantem ao projeto excelência curatorial, rigor técnico e relevância internacional, unindo gestão cultural estratégica, tradição afro-brasileira e inovação estética em um modelo exemplar de cooperação cultural e diplomacia criativa Brasil–China.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.