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O projeto Ecoar _ Danças Populares promoverá, ao longo de 10 meses, oficinas acessíveis de dança e música voltadas a 72 pessoas com deficiência, organizadas em 6 grupos artísticos. Inspiradas em manifestações de danças populares brasileiras, as atividades estimularam corpo, ritmo e expressão, integrando tradição e contemporaneidade. O percurso culminará em um espetáculo gratuito, inclusivo e acessível ao público, com recursos de LIBRAS, audiodescrição e transporte adaptado, além da produção de um teaser audiovisual acessível e de uma cartilha metodológica, garantindo memória e disseminação dos resultados. Dessa forma, o projeto assegura inclusão cultural, fortalecimento comunitário e valorização das manifestações populares brasileiras, ampliando o acesso e a formação de público.
O espetáculo final do projeto “Ecoar- Danças Populares” é um cortejo cênico-musical inclusivo, que transforma o palco em rua, celebrando a diversidade das danças populares brasileiras. Ao som de percussão, cantos e instrumentos coletivos, 72 participantes formam uma comunidade artística, recriando ritmos, gestos e narrativas de manifestações como maracatu, ciranda, jongo, frevo e boi-bumbá.A obra surge do encontro entre corpos diversos, vozes e memórias, integrando percussão, canto, fala e movimentos coreográficos. A musicalidade será conduzida por seis grupos integrados, cujas sequências rítmicas interligadas funcionam como capítulos de uma narrativa coletiva. Construída ao longo de meses por 72 participantes, a obra combina ritmos percussivos, instrumentos criados coletivamente, gestos, silêncios e vibrações, resultando em uma experiência artística coletiva e única.A apresentação será gratuita, acessível e inclusiva, com recursos de LIBRAS, audiodescrição e materiais sensoriais, garantindo participação plena de todos. Mais do que um espetáculo, será uma festa popular acessível, na qual tradição, criatividade e protagonismo se encontram, reafirmando que a cultura é lugar de todos e convidando o público a uma escuta com o corpo inteiro.
Promover a inclusão cultural, a expressão artística e o protagonismo de pessoas com deficiência, por meio de oficinas acessíveis e processos criativos inspirados nas danças populares brasileiras (como maracatu, ciranda, jongo, frevo e samba de roda). O projeto busca fortalecer vínculos comunitários, ampliar repertórios culturais e estimular a autonomia dos participantes, culminando em um espetáculo gratuito, inclusivo e acessível, bem como na produção de um teaser audiovisual e cartilha metodológica acessível. Dessa forma, assegura-se a participação ativa das PcD como criadoras e intérpretes, valorizando o patrimônio cultural imaterial do Brasil, ampliando a formação de público e consolidando a cultura como espaço de cidadania e pertencimento.Para além do público presencial, o projeto prevê transmissão online gratuita do espetáculo final em plataforma digital acessível, com recursos de LIBRAS e audiodescrição. A medida amplia significativamente o alcance e a democratização do acesso, em conformidade com o art. 47, incisos II e III da IN 23/2025, que orienta a inclusão de públicos remotos como beneficiários diretos em ações de difusão cultural.Estima-se mínimo de 1.000 acessos únicos durante a transmissão e no período de disponibilidade online, número compatível com a capacidade técnica e experiência de projetos anteriores do proponente.Assim, o total de beneficiários diretos sobe para 2.230 pessoas, reforçando a eficiência do investimento e o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura.OBJETIVOS ESPECÍFICOS Formar 06 grupos artísticos acessíveis, com 12 participantes cada (total de 72 pessoas com deficiência), por meio de oficinas culturais de dança e expressão corporal realizadas semanalmente em instituições parceiras da cidade de São Paulo, assegurando protagonismo, inclusão e valorização da diversidade corporal.Produzir e apresentar um espetáculo final gratuito, inclusivo e acessível, como culminância do percurso formativo em danças populares brasileiras, fruto da criação coletiva dos participantes, com público estimado em 300 pessoas e pleno acesso garantido por recursos como LIBRAS, audiodescrição e material adaptado.Realizar 03 ensaios abertos gratuitos, com capacidade para até 100 pessoas em cada encontro, ampliando a interação com familiares, comunidade e instituições parceiras, além de favorecer a democratização do processo artístico.Produzir e difundir um teaser audiovisual acessível (2 a 3 minutos), documentando o processo criativo e formativo, com versões em LIBRAS, legendas descritivas e audiodescrição, assegurando a democratização do acesso e a visibilidade do protagonismo artístico das PcD.O critério para mensuração do público envolve a distribuição e recolhimento de ingressos na apresentação, bem como a coleta de assinaturas em um livro de exposição tátil.
A cultura é território de pertencimento, identidade e expressão. Para pessoas com deficiência, o acesso à produção cultural significa muito mais do que fruição artística — é conquista de voz, visibilidade e cidadania.O projeto "Ecoar" reconhece o potencial das danças populares brasileiras como ferramentas de inclusão social e busca ampliá-lo por meio da criação coletiva de apresentações musicais e culturais inspiradas em manifestações como maracatu, frevo, jongo, ciranda, entre outras expressões regionais. O projeto promove integração, expressão artística e valorização da diversidade cultural.Diante do exercício restrito dos direitos culturais, da exclusão sociocultural e da baixa oferta de projetos que promovam a inclusão de pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social, acreditamos que uma intervenção que amplie referenciais culturais e transmita valores positivos nos processos de socialização pode minimizar os impactos da vulnerabilidade desse público, contribuindo para a garantia de direitos, o bem-estar e o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos.As danças populares são muito mais do que movimentos corporais: são narrativas que carregam história, festas, saberes e identidade comunitária. Cada ritmo e cada passo conectam gerações, preservando memórias e tradições que resistiram ao tempo e às adversidades. Para pessoas com deficiência, participar de processos criativos baseados nessas manifestações significa não apenas aprender danças e ritmos, mas ocupar um espaço de expressão, construir vínculos identitários e acessar linguagens culturais historicamente inclusivas e coletivas.O Instituto Olga Kos propõe ampliar o universo relacional de pessoas com deficiência, possibilitando a descoberta de novos talentos, a abertura de canais de comunicação, o aprimoramento de habilidades e a participação em novos contextos sociais. Historicamente, essas pessoas enfrentam limitações no deslocamento pelo espaço urbano, que vão além das capacidades físicas e incluem barreiras sociais e de mobilidade.A proposta "Ecoar" cria um ambiente acessível e participativo, no qual cada corpo, voz e gesto é valorizado como parte essencial da performance. A metodologia parte da escuta ativa das experiências dos participantes, estimulando-os a criar, inventar e reconstruir sons, movimentos e significados a partir das manifestações culturais populares. Dessa forma, tradição e inovação se entrelaçam, permitindo que saberes e estéticas de diferentes regiões do Brasil sejam vivenciados, reinterpretados e compartilhados.Para além da prática artística, o projeto será um espaço de formação e fortalecimento de vínculos, reunindo participantes com deficiência, artistas, educadores e mestres, onde o conhecimento será compartilhado de forma viva e horizontal. Essa abordagem contribui para a construção de pertencimento cultural, valorização de trajetórias historicamente silenciadas e promoção da cidadania. A produção de um teaser audiovisual ao final do percurso garantirá que essas memórias e processos permaneçam acessíveis a toda a sociedade, funcionando como ferramenta de educação, sensibilização e reconhecimento da potência artística de pessoas com deficiência.Alinhados com a missão do Instituto Olga Kos de inclusão cultural, que dedica-se a atender de forma integrada pessoas com e sem deficiência por meio da cultura, confiamos em nossa capacidade de estimular os participantes a se integrarem plenamente na sociedade. O contato com manifestações culturais contribui para o desenvolvimento social e intelectual, pois tanto a fruição quanto a participação ativa oferecem oportunidades de experimentar novas formas de expressão. Muitas dessas possibilidades não surgem em atividades rotineiras, mas se manifestam em processos criativos, que ampliam a expressão pessoal, promovem experiências prazerosas de realização, fortalecem o sentimento de autoria sobre a própria história e reforçam a consciência do participante como protagonista de sua trajetória de vida.Relevância do Projeto com base na Lei nº 8.313/1991O projeto "Ecoar- Danças Populares" se alinha integralmente às finalidades da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), conforme disposto no Art. 3º, que determina os objetivos da Política Nacional de Cultura.Art. 3º - São objetivos da Política Nacional de Cultura:Art. 3º, Inciso I _ O projeto promove acesso universal e gratuito à criação artística, com oficinas, apresentações públicas e registro audiovisual acessível, garantindo participação ativa de pessoas com deficiência.Art. 3º, Inciso II _ Realizado em São Paulo, valoriza a diversidade das danças populares brasileiras e fortalece artistas locais, incluindo mestres, criadores da periferia e da cultura oral.Art. 3º, Incisos III e IV _ A proposta apoia e difunde manifestações populares, preservando expressões culturais afro descendentes, indígenas e de matriz popular, por meio de rodas de saberes e transmissão intergeracional.Art. 3º, Inciso V _ As danças populares, como bens culturais imateriais, são valorizadas como linguagens artísticas vivas e ferramentas de educação, memória e inclusão social.O projeto se alinha aos objetivos do Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, incisos I, II, III, IV e VIII, fortalecendo a cultura brasileira, apoiando criadores, protegendo tradições e promovendo protagonismo e inclusão de pessoas com deficiência.
METODOLOGIA – VERSÃO ATUALIZADA E AMPLIADAO projeto adota uma metodologia inclusiva e participativa, baseada na aprendizagem colaborativa, no respeito à diversidade e na valorização dos saberes populares. Todas as atividades são planejadas para integrar as dimensões artística, pedagógica, cultural e de acessibilidade, fortalecendo o protagonismo dos participantes e garantindo acesso pleno à cultura. Estruturado em três eixos de ação, o projeto articula criação artística, formação cultural e circulação acessível, promovendo impacto social, visibilidade cultural e legado duradouro para a comunidade.1. Oficinas de Danças PopularesEstrutura: Encontros semanais de 2 horas, distribuídos em 6 grupos de 12 participantes, em instituições parceiras acessíveis.Objetivo pedagógico: Desenvolver habilidades corporais, rítmicas e expressivas, estimulando a criatividade, a percepção corporal e a construção coletiva de narrativas culturais.Conteúdo: Cada oficina aborda danças populares (maracatu, ciranda, jongo, frevo, boi-bumbá), adaptadas às necessidades e habilidades de cada participante, incluindo movimentos, ritmos e histórias das manifestações.Metodologia inclusiva:Adaptação de exercícios para pessoas com deficiência física, intelectual e sensorialUso de recursos táteis, visuais, sonoros e tecnológicosAtendimento individualizado e acompanhamento por equipe multidisciplinarCriação coletiva: Os participantes colaboram na construção de coreografias, gestos e sequências rítmicas, fortalecendo vínculo, autonomia e protagonismo.2. Construção e experimentação musicalExploração de instrumentos tradicionais e recicláveis, integrando percussão e sons corporais.Atividades de criação musical coletiva, promovendo experimentação sonora e inventividade, conectando ritmos e movimentos.Ênfase em valorização cultural, contextualizando cada ritmo, canto e gesto dentro de sua tradição popular.3. Ensaios e preparação do espetáculo finalIntegração de todos os grupos formados, consolidando coreografias, ritmos e narrativas.Ensaios com atenção a acessibilidade física, sensorial e comunicacional, garantindo participação plena.Preparação da cenografia, figurinos e recursos audiovisuais, construídos de forma colaborativa, incorporando elementos das oficinas.4. Apresentação finalEspetáculo gratuito, acessível e inclusivo, reunindo todos os participantes e público estimado de 300 pessoas.Uso de intérprete de LIBRAS, audiodescrição e materiais acessíveis.Projeções audiovisuais integram bastidores e oficinas, conectando processo e produto final.5. Avaliação e registroAvaliação do processo pedagógico, artístico e de acessibilidade durante oficinas e ensaios.Registro audiovisual e documentação de experiências, garantindo legado cultural e pedagógico.Produção de teaser e cartilha metodológica acessível, disseminando conhecimento e boas práticas para outras instituições.
Espetáculo gratuito inspirado nas danças populares brasileiras, integrando música, dança, cortejo e elementos visuais das manifestações regionais (maracatu, ciranda, jongo, entre outros).Público estimado: 300 pessoasDuração: Aproximadamente 60 minutosParticipantes em cena: 72 integrantes dos 6 grupos formadosFormato:Apresentação artística com ritmos percussivos, instrumentos reciclados e tradicionaisEstrutura em capítulos narrativos, conectando ritmos, memórias e saberes Local: Teatro, auditório ou espaço de convivência com estrutura técnica adequada, acessível e capacidade mínima para 300 pessoasAcessibilidade:Intérprete de LIBRAS em tempo realAudiodescrição com fones para pessoas com deficiência visualRampa de acesso ao palcoMateriais informativos com fonte ampliada e compatíveis com leitores de telaIngresso: Gratuito, com ampla divulgação e convite a instituições públicas, familiares, educadores e comunidade geral2. Ação Formativa – Oficinas “Danças Populares e Inclusão Sociocultural”Produto: Oficinas gratuitas que promovem aprendizagem, expressão e protagonismo artístico, com emissão de certificado.Vagas: Formato:Encontros presenciais com vivências musicais, confecção coletiva de instrumentosPartilha de saberes sobre danças populares brasileiras (maracatu, ciranda, jongo entre outras) e suas histórias.Metodologia inclusiva que valoriza corpos, habilidades e experiências diversas, promovendo participação plena de todos os beneficiários.Público-alvo: Arte-educadores, músicos, estudantes, familiares, cuidadores e profissionais da rede de atenção à pessoa com deficiênciaConteúdo programático:História, simbologia e diversidade das danças populares brasileirasPráticas rítmicas acessíveisConstrução de instrumentos recicláveis e tradicionaisEstratégias de inclusão na prática musical e corporalMateriais disponibilizados aos participantes:Kit com bloco, caneta, folder informativo e outros materiais de apoioVersão digital dos conteúdosAcessibilidade:Intérprete de LIBRASEspaço físico acessível para cadeirantesRecursos visuais e materiais adaptados para diferentes necessidadesIngresso: Gratuito, mediante inscrição simplesLocal: Espaço cultural ou educativo acessível, a ser definidoObservação sobre Temas e DançasOs temas, ritmos e danças trabalhados nas oficinas e na apresentação final poderão ser adaptados de acordo com as características de cada instituição parceira, o perfil dos participantes e suas necessidades específicas.Embora a proposta inclua manifestações como maracatu, ciranda, jongo, frevo e boi-bumbá, a escolha final será feita de maneira participativa, respeitando os interesses, habilidades e experiências de cada grupo, garantindo que cada corpo e cada voz possam se expressar plenamente.Essa flexibilidade permite que o projeto responda aos contextos locais, potencializando o protagonismo dos participantes e mantendo a coerência cultural e pedagógica das atividades.Indicadores de Avaliação:O acompanhamento e a avaliação do projeto serão realizados por meio de indicadores quantitativos e qualitativos, tais como: número de oficinas realizadas; taxa de frequência dos participantes; percentual de pessoas com deficiência atendidas; quantidade de exemplares da cartilha distribuídos; e alcance do teaser nas redes sociais.Para o monitoramento e a mensuração do impacto, serão utilizados instrumentos de controle como listas de presença, registros fotográficos e audiovisuais de todas as atividades. Além disso, o proponente conta com um instrumental próprio de coleta e análise de dados — o Índice de Desenvolvimento Olga Kos (IDOK) — que possibilita a observação sistemática e a mensuração do desenvolvimento alcançado pelos participantes e pelos projetos da instituição, assegurando maior rigor e confiabilidade nos resultados.
1. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO A acessibilidade é um princípio transversal do projeto Ecoar – Danças Populares, considerada desde a concepção metodológica até a fruição dos produtos culturais. Todas as etapas contemplam recursos que assegurem a plena participação de pessoas com deficiência (PcD) como criadoras, intérpretes e público.1. PRODUTO OFICINAS:Acessibilidade FísicaOs espaços utilizados para as oficinas possuem rampas, corrimãos, piso tátil, elevadores e banheiros adaptados, garantindo mobilidade e segurança para todos os participantes.O layout das salas será planejado para permitir circulação de cadeiras de rodas e equipamentos de apoio, bem como para acomodar diferentes níveis de mobilidade.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência AuditivaAs oficinas contarão com intérpretes de Libras durante todos os encontros, permitindo plena compreensão das instruções, dos ritmos e da expressão corporal.Materiais de apoio, como roteiros de exercícios e orientações, serão disponibilizados em formato escrito claro e ilustrativo.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência VisualA equipe das oficinas será capacitada para acompanhar e orientar participantes com deficiência visual, utilizando recursos de descrição verbal e tato.Os exercícios de movimento e dança serão adaptados para que todas as instruções possam ser percebidas por outros sentidos, como audição e toque.Acessibilidade para Pessoas com Deficiências IntelectuaisA metodologia das oficinas será planejada para incluir diferentes ritmos de aprendizagem, utilizando instruções simples, repetição de exercícios e apoio individualizado quando necessário.A equipe multidisciplinar acompanhará os participantes, garantindo acolhimento, orientação e segurança, estimulando a participação ativa e a criação coletiva.2. PRODUTO APRESENTAÇÃO FINAL:Acessibilidade física: O espetáculo será realizado em espaço com rampas, corrimãos, piso tátil, elevadores e banheiros adaptados, garantindo mobilidade e segurança para participantes e público.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Presença de intérprete de Libras durante toda a apresentação.Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Equipe capacitada para acompanhar e orientar o público, além do programa disponibilizado em Braille.Acessibilidade para pessoas com deficiências intelectuais: Apoio de equipe multidisciplinar para garantir acolhimento, orientação e participação plena durante o espetáculo.
O projeto Ecoar promove ampla democratização do acesso à cultura, em conformidade com o artigo 47 da IN 23/2025, combinando gratuidade, acessibilidade plena e protagonismo social. Todas as etapas priorizam a participação ativa de pessoas com deficiência, não apenas como público, mas como criadoras e intérpretes de um espetáculo que celebra a diversidade das danças populares brasileiras.A apresentação artística contará com capacidade para 300 pessoas, com ingressos integralmente gratuitos destinados a familiares, profissionais da rede de atenção, instituições parceiras, comunidade e público em geral. Além disso, serão realizados 03 ensaios abertos, com público de até 100 pessoas em cada encontro, ampliando as oportunidades de fruição e aproximação com o processo criativo. O evento contará ainda com transporte adaptado gratuito para participantes e acompanhantes, garantindo condições igualitárias de acesso.Para ampliar a difusão cultural, todos os registros das oficinas e do espetáculo serão disponibilizados gratuitamente no site do proponente, incluindo vídeos, fotos, cartilhas e materiais acessíveis (LIBRAS, legendas descritivas e audiodescrição). Com autorização dos participantes, o material também será veiculado em redes públicas, plataformas digitais e contextos educativos, assegurando visibilidade e reconhecimento do protagonismo artístico das PcD.Dessa forma, o Ecoar transforma cada ação em oportunidade de participação, pertencimento e formação de público, promovendo inclusão cultural, fortalecimento comunitário e valorização dos saberes populares brasileiros como patrimônio vivo e coletivo.Outras Medidas de Ampliação de AcessoTransporte gratuito para os participantes com deficiência (+ 01 acompanhante) nos dias de oficinas externas, e apresentação final, garantindo deslocamento seguro e acessível (inciso II, do artigo 47 da IN 23/2025).Disponibilização gratuita, no site oficial do proponente, dos registros audiovisuais (teaser, fotos e vídeos das oficinas e do espetáculo), acessíveis em LIBRAS, legendas descritivas e audiodescrição, inclusive para download, ampliando o alcance e a difusão cultural (inciso III, do artigo 47 da IN 23/2025).Permissão para captação e veiculação de imagens das atividades em redes públicas de televisão, plataformas digitais e contextos educativos, sempre mediante autorização dos participantes, garantindo visibilidade cultural e valorização do protagonismo artístico das pessoas com deficiência (inciso IV, do artigo 47 da IN 23/2025).Distribuição gratuita da cartilha metodológica acessível, em versão digital e impressa, contemplando leitura fácil, LIBRAS e audiodescrição, assegurando legado pedagógico e cultural do projeto (artigo 47 da IN 23/2025).
O Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural é o proponente responsável pela concepção, planejamento, implantação e execução de todas as etapas deste projeto cultural. A entidade assumirá integralmente a gestão administrativa, técnica e financeira, conforme determina a Instrução Normativa vigente da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91).Declara-se, para os devidos fins, que não haverá delegação das atividades técnico-financeiras nem de gestão a terceiros, sendo vedada qualquer forma de intermediação. A responsabilidade total pela execução do projeto, incluindo a prestação de contas junto à Secretaria Especial da Cultura, será exercida exclusivamente pelo Instituto Olga.Corpo técnicoCOORDENAÇÃO GERAL/PEDAGÓGICASilvia Regina de Liz SouzaPedagoga, com especialização em Síndrome de Down, possui ampla experiência na elaboração, acompanhamento e execução de projetos pedagógicos voltados à inclusão social, com ênfase na deficiência intelectual. Atuou na coordenação de equipes técnicas, articulando instituições parceiras, famílias e comunidades, além de desenvolver oficinas educativas e artísticas que utilizam a música e as práticas sonoras como ferramentas de integração, comunicação e promoção da saúde. Conta também com experiência como professora do ensino fundamental, onde aprimorou sua capacidade de organizar rotinas pedagógicas produtivas, aplicando metodologias ativas e incentivando a leitura e a reflexão crítica. Sua trajetória evidencia habilidades em mediação, inovação metodológica e criação de práticas educativas acessíveis, voltadas para a valorização da diversidade, da cidadania e do desenvolvimento humano.COORDENAÇÃO ARTÍSTICAMarcia Siqueira de CarvalhoProfessora, pedagoga e arte-educadora, com especialização em Deficiência Intelectual, foi educadora do curso “Artes e experimentação”, da Oficina Toka, professora de educação infantil do “Colégio Oswald de Andrade” (São Paulo), arte educadora e proprietária do “ARTES PARA CRIANÇA” (Piracicaba),arte educadora na Escola Novo Mundo (Piracicaba), Arte Educadora e proprietária do IPE Piracicaba,educadora de educação infantil da Escola “Projeto Vida”, no Centro de Educação “O Poço do Visconde”(São Paulo), educadora de estimulação e pré-alfabetização de crianças portadoras de paralisia cerebral na Associação Educacional Quero-Quero de Reabilitação Motora (São Paulo).Demais profissionais envolvidos/prestadores de serviços: a contratar.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.