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PRONAC 2512954Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Museu Tattoo Brasil: exposição de longa duração

ASSOCIACAO MUSEU TATTOO BRASIL
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-12-31
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Montagem e realização de exposição de longa duração no Museu Tattoo Brasil, de artes visuais e outros objetos expositivos que reflitam a história da tatuagem no Brasil.

Sinopse

Este projeto propõe exposição de longa duração, na sede do Museu Tattoo Brasil, durante 08 meses. Entrada gratuita e classificação indicativa etária livre. A exposição é composta por cerca de 700 objetos, dentre eles: pinturas, esculturas temáticas e/ou feita por artistas tatuadores, cartazes de convenções de tatuagem realizadas em diferentes estados brasileiros, instrumentos relacionados ao ofício da tatuagem, como máquinas de tatuagem de boninas, rotativas e modelos recentes, tintas, pigmentos, agulhas, autoclaves, estufas de esterilização.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Por meio da exposição de longa duração, propomos preservar, difundir e valorizar a memória da tatuagem no Brasil e no mundo, desde suas raízes ancestrais até contemporaneidade; fomentar o estudo da tatuagem, abordando suas origens, significados e impactos culturais ao longo da história. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Exposição de longa duração: montagem e realização de exposição de longa duração, durante 08 meses, de entrada gratuita, na sede do Museu Tattoo Brasil. Composta por cerca de 700 objetos, dentre eles: pinturas, esculturas temáticas e/ou feita por artistas tatuadores, cartazes de convenções de tatuagem realizadas em diferentes estados brasileiros, instrumentos relacionados ao ofício da tatuagem, como máquinas de tatuagem de boninas, rotativas e modelos recentes, tintas, pigmentos, agulhas, autoclaves, estufas de esterilização. Estimamos receber cerca de 625 visitantes por mês, totalizando cerca de 5.000 beneficiários durante o período da exposição.

Justificativa

Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.Para tanto, atenderemos os seguintes incisos previstos pelo Art. 3º da referida norma:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.A exposição Museu Tattoo Brasil será concebida a partir da premissa da tatuagem enquanto linguagem cultural, expressão artística e prática social que articula corpo, identidade e saúde. Propomos um percurso temático que reunirá diferentes tempos, contextos e territórios, convidando o público a refletir sobre como a tatuagem se manifesta, transforma e ressignifica ao longo das experiências humanas. Os módulos destacarão as origens da tatuagem através das pinturas corporais dos povos originários, a chegada da prática no Brasil, bem como a dimensão social da tatuagem, abordando as transformações de sua percepção pública, as relações com o mercado de trabalho e os processos de legitimação que permitiram sua transição de uma prática marginalizada para uma manifestação reconhecida da arte e da cultura. A tatuagem será apresentada, assim, como símbolo de resistência, identidade e liberdade criativa.O apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é determinante para o desenvolvimento do projeto, uma vez que precisamos dos recursos incentivados para viabilizar o objeto proposto.

Especificação técnica

Proposta expográfica e linha curatorial em anexo.

Acessibilidade

Acessibilidade de conteúdo: a fim da plena fruição de visitantes cegos, disponibilizaremos audioguias com o conteúdo expositivo e descritivo geral do Museu e suas estruturas; caso haja visitantes surdos durante as visitas guiadas de instituições de ensino, haverá contratação de intérprete de libras para a mediação da visita; informamos, ainda, que nossos monitores serão capacitados para atender a necessidades específicas e realizar acompanhamento de público neurodivergente. Acessibilidade física: o Museu já conta com elevador de acesso e espaço amplo para circulação de cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida e/ou necessidades físicas específicas; em complemento, desenvolveremos projeto de acessibilidade próprio para o projeto, a fim de inserir sinalização, pisos táteis, banheiro PNE, dentre outras medidas estruturais que viabilizem o acesso e fruição de todos os públicos.

Democratização do acesso

A entrada ao Museu será gratuita durante todo o período expositivo. Em complemento, atenderemos aos seguintes incisos do Art. 47 da IN 23/2025: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); e III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.

Ficha técnica

Élcio Sespede - Coordenador do projeto e curador Conhecido como Polaco, é pioneiro da tatuagem no Brasil. Iniciou sua jornada na década de 1980. Autodidata, passou a produzir tintas e equipamentos de forma artesanal para suprir a própria demanda, contribuindo para o desenvolvimento técnico do setor. Ao longo de sua trajetória, realizou mais de 100 mil tatuagens e consolidou-se como especialista em cores, além de idealizar a marca e indústria Iron Works Brasil, que se destaca até hoje como referência na fabricação de tintas regulamentadas para tatuagem e micropigmentação. Como tatuador e colecionador, reuniu um valioso acervo de equipamentos que documenta a evolução técnica e cultural da tatuagem. Dessa iniciativa nasceu o Museu Tattoo Brasil, o primeiro do gênero no país, inaugurado em 2004 durante a 1ª edição do São Paulo Tattoo Festival, evento que uniu artistas, público e pesquisadores em torno da arte milenar da tatuagem.Carla Rissatto - Coordenadora de produção Tatuadora, micropigmentadora, visagista e fundadora do espaço Donna Tinta. À frente de projetos de impacto humano e cultural, é também diretora e idealizadora de iniciativas da Iron Works Brasil, indústria reconhecida por sua seriedade, inovação e compromisso com a saúde. Carla contribuiu de forma expressiva para a consolidação da tatuagem ornamental estética, cosmética e paramédica (micropigmentação), tendo atuado diretamente na regulamentação da produção de tintas para aplicações intercutâneas junto à ANVISA. Sua atuação amplia o alcance da tatuagem como arte que promove bem-estar, autoestima, inclusão e pertencimento. Junto com Polaco, produziu as edições anteriores do São Paulo Tattoo Festival. Atualmente estuda psicologia na UNINOVE.Cecília Machado - MuseólogaCecilia de Lourdes Fernandes Machado é formada em história pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e pós-graduada em museologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. É especialista em história da arte e em história da indumentária. Trabalha com memória institucional há mais de 30 anos. Exerceu atividades como historiadora e como museóloga em diversas instituições culturais públicas e privadas. É coordenadora de produção museológica e responsável por diversos projetos de implantação de museus e centros de memória. Elabora e executa exposições e publicações em conceituadas instituições culturais paulistas. Trabalhou como museóloga e presta consultoria em diversas instituições como: Museu de Arte de São Paulo – MASP, Museu Lasar Segall, Museu Paulista da USP, Club Athlético Paulistano, Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, Instituto Itaú Cultural, Museu da Casa Brasileira, Banco Sudameris Brasil, Banco Bradesco, Banco Real, Fundação Iochpe, CENPEC, Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM, Agência de Publicidade Agnelo Pacheco, Base7 Projetos Culturais, ABIMAQ, BOMBRIL, Centros de Memória e instituições museológicas públicas e privadas do Brasil. É proprietária da empresa Profissionais da Informação desde 2002. Desde 2006 é Coordenadora do Curso Técnico de Museologia na ETEC Parque da Juventude – Centro Paula Souza, onde coordena também a Gestão do Espaço Memória Carandiru, cujo acervo possui categoria de Museu ligado a Direitos Humanos, com memórias sensíveis. Desde 2018 é Coordenadora do Curso Técnico de Arquivologia na mesma instituição. O Curso Técnico de Museologia da ETEC PJ SP é o único do Brasil e forma profissionais qualificados para a atuação técnica na área, com reconhecimento internacional. Ministra aulas de Museologia em diversos cursos na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP, desde 2015 e desde 2023 coordena o Curso de especialização em Museologia na Fundação Escola de Sociologia de São Paulo – FESP SP e na mesma instituição coordena o Curso de Graduação em Gestão do Patrimônio Cultural.Lays Lessa - PesquisadoraProfissional das áreas de Museologia e História, com experiência em pesquisa, documentação e gestão de acervos. Atua desde 2019 em projetos de elaboração de Planos Museológicos e organização de acervos em instituições como o Museu da Imigração do Estado de São Paulo, Museu do Café, Museu Geológico Valdemar Lefèvre, Museu de Pesca, Museu da Imagem e do Som de Tatuí, Centro de Memória do Circo, Museu de Saúde Pública Emílio Ribas, Museu Histórico do Instituto Butantan e Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP).Desenvolve atividades voltadas à pesquisa institucional e de acervo, elaboração de metodologias de diagnóstico, redação de programas museológicos, catalogação, higienização e acondicionamento de coleções. Possui experiência em coordenação de equipes, curadoria e mediação cultural. É graduada em História (Licenciatura e Bacharelado) pela Fundação Santo André e Técnica em Museologia pela ETEC Parque da Juventude, com formação complementar em documentação museológica, preservação e gestão de acervos.Silvia Landa [Arquiprom] - Projeto expográficoConstituída em 1972, a Arquiprom atuou em mais de 50 feiras internacionais patrocinadas pela Divisão de Feiras e Turismo do Ministério das Relações Exteriores. Esses trabalhos, desenvolvidos em 20 países, incluíam a arregimentação de expositores, administração e coordenação de participações, projeto e montagem de pavilhões e estandes. A partir dos anos 80, já tendo consolidado a sua presença no mercado pelo atendimento aos mais diversos programas nestas áreas, a Arquiprom passou a concentrar seus trabalhos no território nacional e diversificou suas atividades. Neste sentido, abriu sua atuação para projetos museográficos e culturais, bem como para projetos especiais, eventos/convenções, lançamentos e inaugurações. Também elabora e gerencia projetos culturais. A Arquiprom é dirigida por: Marklen Siag Landa, UFRJ . 1965; Fernando José Arouca, FAU – Santos . 1985; Silvia LandaFAU – MACK, 1993, MFA – Museum Exhibition Planning and Design Philadelphia, USA, 1998.Marina Baffini - Projeto educativo e de acessibilidadeArtista plástica, arte educadora, pedagoga, pós-graduada em arte terapia e especialista em acessibilidade cultural; presta serviços de consultoria e realiza projetos em museus, instituições culturais e educacionais. Possui artigos publicados no 6º Congresso Internacional de Educação e Acessibilidade a Museus e Patrimônios, em SP, no Congresso Internacional Todas as Artes, Todos os Nomes, na Universidade do Porto em Portugal, no 5º Congrés Internacional Educació e Accessibilitat a Museus i Patrimoni, em Barcelona, na Rede de Educadores de Museus de SP e no livro Educação Museal e Acessibilidade, Fiocruz. Participou do GEPAM – Grupo de Estudos e Pesquisas de Acessibilidade em Museus – da USP e desenvolve estudo sobre tradução intersemiótica de imagens bidimensionais para estética tátil.Mari Alonso - Projeto de comunicação visualArquiteta (FAU-USP), artista plástica (FAAP), e pós-graduada em design (ESPM). Atuou em importantes escritórios de design (Prata Design, Zol Design, entre outros) projetando e coordenando trabalhos e equipes. Desde 2012 trabalha de forma independente, criando e produzindo, principalmente, comunicação visual de exposições e design editorial. Escritório localizado em Perdizes SP.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.