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A Banda Sinfônica Nacional é composta por músicos oriundos de diversos estados do Brasil e países do mundo como Inglaterra e Estados Unidos da América. Músicos bacharéis, mestres e doutores em música. Com um vasto repertório musical corta o Brasil de norte a sul com músicas de todas as regiões nacionais.E com grandes clássicos mundiais. Teve sua estréia no XXRioHapFestival na cidade do Rio de Janeiro em julho de 2025
Concertos em defesa da mulher visitando casos de violência desde o descobrimento do Brasil até a presente data. Concertos com grandes nomes da música brasileira. Concertos com música de cinema.
A Banda Sinfônica Nacional tem por objetivo promover a equidade de gênero com cota de 30% do corpo artístico de mulheres, promover a igualdade social e a inclusão da pessoa com deficiência. A Banda Sinfônica Nacional realizará concertos em defesa da mulher, concertos com música de cinema, concertos com solistas convidados. E com repertório nacional de todas as regiões e clássicos internacionais.
I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IX - priorizar o produto cultural originário do País.
Serão cerca de 30 concertos durante a temporada.
Na localização haverá rampas de acesso, nos concertos haverão intérpretes de libras, e áudio discrição para deficientes visuais.
Os concertos serão realizados em sua totalidade gratuitos e com recolhimento de absorventes femininos para doação de detentas. Oferecendo acesso a cultura de forma democrática e com responsabilidade social.
Geyzilane de Andrade Moreira Nome artístico: Geyzi Moreira Professora em música pelo Conservatório Brasileiro de Música , bacharelando em clarineta pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi clarinetista por sete anos no Corpo de Fuzileiros Navais. É Clarinetista na Orquestra Rio Camerata e Claronista na Orquestra Sinfônica de Mulheres do Brasil. Idealizadora do Trio Som de Madeira, trio dedicado a estudar a música brasileira, especialmente o gênero musical o choro. Lucas Ferreira Natural de Barra Mansa, Rio de Janeiro, Lucas Ferreira é formado pela Academia de Música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, bacharel pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestre pela Universidade Federal da Bahia. Foi premiado em diversos concursos e festivais nacionais e internacionais, como: Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica da UFRJ, Concurso de Música de Câmara do Festival Villa-Lobos, Concurso de clarinetistas Devon e Burgani, Concurso Jovens Solistas da Orquestra Filarmônica de Goiás, Concurso Jovens Solistas Gramado in Concert, Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, prêmios no Festival Campos dos Jordão, Silverstein Global Clarinet Contest, Cadenza Contest, entre outras premiações. Atuou como solista junto a orquestras do Brasil e EUA, como: Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Filarmônica de Goiás, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo , Orquestra Sinfônica de Gramado, Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, Southern Arizona Symphony Orchestra, entre outros. Ocupou a cadeira de primeira clarineta da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e atualmente é primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Vicente Alexim Natural do Rio de Janeiro, o clarinetista e compositor Vicente Alexim se dedica ao repertório clássico, contemporâneo e popular. Mencionado no The New York Times por sua interpretação elegante, Vicente é membro do grupo Contemporaneous e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Vencedor do The Lililian Fuchs Chamber Music Competition, Vicente se apresentou como solista em performances no Carnegie Hall, na Manhattan School of Music, e do seu próprio Concerto de Câmara com a OSB Jovem no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, assim como com a Orquestra de Câmara da Bienal na Sala Cecília Meireles. Vencedor do Festival Tinta Fresca 2011 e do Robert Starer Composition Award 2015, Vicente teve obras encomendadas pela Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e pelo Contemporaneous, dentre outros. Vicente possui títulos de doutor em composição pela City University of New York, de mestre em clarineta pela Manhattan School of Music e de bacharel em clarineta pela UFRJ. Vitor Trope Nasci no Rio de Janeiro, em 27/06/1967. Carreira acadêmica: No ano de 1988 obtive ingresso no Bacharelado em contrabaixo na Escola de Música da UFRJ, onde tive aulas com o professor e contrabaixista Sandrino Santoro. Por conta de problemas pessoais, não consegui completar o Bacharelado, abandonando o curso em 1992. Em 2007 ingresso no curso de Licenciatura em Música da Unirio, vindo a me formar em 2013. Ingresso no Mestrado em Música pela Unirio no segundo semestre de 2018, finalizado em 2021. Como músico profissional, participo como contrabaixista acústico da ORC (Orquestra Rio Camerata) desde 2014 até os dias atuais. Atuo profissionalmente também como contrabaixista elétrico, tendo participado das bandas de rock progressivo Bacamarte (2001 até 2013) e Vitral (2017-2018). Tenho atuado também como violonista popular, acompanhando cantores de MPB, como é o caso do cantor Márcio Januário, com quem tenho trabalhado desde 2010. VANJA FERREIRA Harpista carioca, concertista com notória atuação em todo o país, é solista na Orquestra Sinfônica Nacional (OSN-UFF) e gravou diversos programas para RÁDIO MEC e TV BRASIL. Bacharel em Harpa pela UFRJ, Mestre em Música pela UNIRIO, é responsável pela promoção e divulgação da harpa céltica no cotidiano musical brasileiro e sua trajetória musical inclui a participação na Banda Jambo e Grupo Shiva, criados em parceria do artista Jolt Telek. Foi diretora artística do I Rio Harp Festival (RJ/2006), da Conferência Concurso Latino-Americano de Harpas (SC/2010-2012) e artista premiada nos editais de cultura Rumos Música Itaú Cultural e Centro Cultural Justiça Federal. Atuou como professora de harpa em festivais de música no ES, SP e RJ, representou o Brasil na 24èmes Journées Internationales de la Harpe, na Martinica em 2016 e, convidada pelo SESC Nacional, integrou a turnê SONORA BRASIL 2019. Durante o período de pandemia, foi convidada a realizar vídeos sobre harpa para o SESC Carmo-SP, realizou gravações para trilhas sonoras, apresentou concertos virtuais e participou da XXIV Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Em 2022, gravou o documentário SONORA BRASIL para o SESC Nacional e estreou obras escritas pelo grupo de compositores Preludio 21. Em 2023, gravou o programa Partituras, na TV Brasil, com o flautista Helder Teixeira. Marcone Damasceno Músico executante como 1° trombone da Banda Sinfônica da Marinha. 1° trombone do conjunto Fuzishow do Corpo de Fuzileiro ( repertório de Jazz, Bossa Nova, Pop, MPB, entre outros) No ano de 2023, exerci a função de Mestre da banda no transcorrer do ano. No ano de 2016 e 2020, fui seleciona para compor a guarnição do Navio Escola Brasil com o conjunto musical, levando nossa cultura em alguns países da Europa, tais como: Espanha , Lãs Palmas, Barcelona, Itália, Roma e Civitavecchia, França -Toulon e Le Havre, Inglaterra - Londres, Portugal -Lisboa, Rússia - São Petesburgo, Suécia - Estocolmo, Alemanha - Hamburgo, e em alguns países da América, como: Jacksonville, Houston, Jamaica, Cuba, Haiti, Porto Rico, Colômbia, Peru, Panamá, entre outro. Alessandro Jeremias Trompista, professor e compositor. Artista que busca expandir sua criatividade e ganhar espaço na indústria da música, atua como intérprete, compositor, arranjador e produtor. Suas composições apresentam elementos da música de concerto, choro, samba, forró e gêneros afrobrasileiros. Nascido em Belo Horizonte e radicado no Rio de Janeiro desde 2007, o artista tem em seu currículo o álbum “Música Carioca de Concerto” com o Quinteto Lorenzo Fernandez, “Andaluz” interpretada pelo o Trio Capitu, o single “Paga pra nascer” com participação especial de Délcio Teobaldo e o single “Eloá”, “Areca bambu” e “Maré que vem”. Participou junto à “Nova Orquestra” no palco Sunset com o show “Hip Hop Hurricane” no Rock in Rio 2019. Participações em trabalhos autorais de Betto Serrador, Carlo Alex, Jongui, Liza K, Mu Chebabi, Priscilla Frade, Tim Rescala, Tyaro e muito mais Nelson Léo É músico profissional atuando ativamente no cenário musical desde os 15 anos, quando tocava com amigos no bairro de Olaria, subúrbio do Rio de Janeiro, foi percussionista da bateria das Escolas de Samba da Imperatriz Leopoldinense e São Clemente, 2003-2008, 2008-2010 respectivamente. É produtor do circuito das Rodas de Samba da cidade do Rio de Janeiro desde 2018.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.