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Montagem do espetáculo inédito "Farta", com 80 min. de duração, no município do Rio de Janeiro numa temporada de 24 apresentações em teatro a definir no Rio de Janeiro.Além das apresentações previstas na temporada, será realizada também +1 apresentação gratuita em horário específico para grupos em situação de vulnerabilidade social ou estudantes, incluindo o aluguel do transporte coletivo até o teatro. As sessões contarão com bate papo com os alunos após apresentações sobre o espetáculo e processo criativo com até 1h de duração, acompanhadas de intérprete de LIBRAS.Em caráter formativo, será realizada também 3 oficinas gratuitas de artes cênicas/teatro para um público de até 90 pessoas (30 por oficina).
SINOPSE DO ESPETÁCULOFrida é uma mulher que, ao enfrentar o luto pela morte de sua melhor amiga, se vê atravessada por lembranças e visões que a conduzem por um percurso de autoconhecimento. Farta é um espetáculo sobre o feminino em suas múltiplas faces: a dor, o amor, a amizade, o renascimento e a ancestralidade.Entre a realidade e o sonho, o espetáculo constrói um mosaico de imagens, sons e movimentos que revelam a potência criadora da mulher diante da dor.Com direção poética e linguagem híbrida entre teatro, música e performance, a obra propõe uma experiência sensorial sobre a força do matriarcado e a sabedoria ancestral feminina em cena.Classificação indicativa: 10 anos.
OBJETIVO GERAL:- Realizar a montagem e temporada do espetáculo inédito "FARTA", promovendo a difusão de uma obra teatral autoral contemporânea que aborda o matriarcado, o feminino e a ancestralidade sob uma perspectiva poética e simbólica, ampliando o acesso à cultura e estimulando o pensamento crítico do público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar:>> Temporada de 24 apresentações do espetáculo "Farta" ao longo de 2 meses de 2026 em teatro a definir no Rio de Janeiro;>> 1 sessão gratuita em horário específico dedicada a estudantes e professores da rede pública ou pessoas em situação de vulnerabilidade social, com transporte coletivo previsto até o teatro.>> 2 rodas de conversa com o público sobre o processo criativo do espetáculo com equipe do projeto após as apresentações.>> 3 oficinas de teatro, com de estudantes em iniciação na área de artes cênicas ou alunos da rede pública gratuitamente. A ação cumpre a medida prevista no inciso II do Art. 32 da IN MINC Nº11/2024 (II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;). As oficinas serão ofertados gratuitamente e atenderão à quantidade de 90 pessoas, exigida pelo § 1º do caput: "As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, podendo o quantitativo máximo ser superado a critério do proponente."- Executar o projeto de maneira sustentável, reaproveitando e reciclando os materiais utilizados na produção do espetáculo.- Promover acessibilidade comunicacional e atitudinal, com bate papos em oficinas contando com intérprete LIBRAS, e pelo menos 2 apresentações contendo audiodescrição, assegurando a inclusão de pessoas com deficiência.- Contribuir para a formação de plateia, valorização da criação feminina e fortalecimento da produção teatral brasileira contemporânea, atingindo um mínimo de 1.000 espectadores ao longo da temporada.
O espetáculo "Farta" aborda temas universais e urgentes, o luto, o renascimento, o feminino, a ancestralidade e a identidade, sob uma ótica poética e simbólica, propondo uma reflexão profunda sobre o papel da mulher na sociedade contemporânea. Ao se distanciar de um discurso panfletário, o projeto aposta na força da arte como lugar de cura e de reconexão com o sagrado feminino, ressignificando o matriarcado como território de sabedoria, acolhimento e poder criador.A narrativa acompanha a trajetória de uma mulher que, atravessada pelo luto e pela perda, reconecta-se com suas ancestrais e redescobre o poder da escuta, da empatia e da reconexão com a natureza. A peça parte de questões profundas e contemporâneas: como seguir sendo sensível em um mundo endurecido? como transformar dor em potência criadora? Nesse percurso, o espetáculo se inspira em matrizes do ecofeminismo, que aproximam o corpo feminino e o corpo da Terra como territórios historicamente explorados, mas também fontes de renovação. Além de seu valor poético, "Farta" tem relevância social e formativa, pois aborda a representatividade feminina com profundidade simbólica, promovendo espaços de diálogo e formação de plateia. As ações educativas do projeto, com oficinas gratuitas e sessões acessíveis para grupos em situação de vulnerabilidade social, ampliando o acesso à arte, estimulando o pensamento crítico e fortalecendo a presença da olhares femininos na produção cultural.Sob o ponto de vista legal e cultural, o projeto se fundamenta nos arts. 1º e 3º da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), por:- Facilitar o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (art. 1º, I);- Valorizar conteúdos locais e regionais (art. 1º, II);- Apoiar e difundir manifestações culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, em especial o feminino (art. 1º, IV e V);- Preservar bens imateriais e expressões simbólicas ligados à cultura e à memória (art. 1º, VI).- Prioriza o produto cultural originário do país (Inciso IX), ao desenvolver uma obra contemporânea brasileira, com equipe criativa local e abordagem voltada à realidade do país.- Além disso, enquadra-se no art. 3º, inciso II, alínea "c", como realização de espetáculo de artes cênicas, e também no inciso I, alínea "c", ao promover oficinas gratuitas de formação artística.Assim, a Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento adequado para viabilizar o projeto, garantindo que essa obra inédita chegue ao público com acesso democrático, formação de plateia e ações educativas associadas.
Espetáculo teatral “FARTA”Duração: 80 minutosClassificação indicativa: 10 anosGênero: Drama/performanceDireção e dramaturgia originaisOFICINAS:- 3 turmas com até 30 participantes cada;- 1 encontro por oficina (4h de duração);- Temas: corpo e presença, improvisação e criação coletiva;- Metodologia: Vivência prática, escuta e experimentação, abordando aspectos cênicos e de criação a partir da voz e criação do espetáculo, conduzidas por profissionais do elenco e equipe artística.Público-alvo: estudantes, artistas iniciantes e interessados da comunidade.
O projeto prevê a realização de duas sessões com práticas acessíveis durante a temporada, garantindo o acesso de pessoas com deficiência auditiva e visual à experiência teatral.As ações incluem:- Interpretação em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) ao vivo em todas as sessões.- Audiodescrição ao vivo do espetáculo em pelo menos 2 sessões.- No ato de escolha do espaço de realização, será selecionado um teatro que já possua acessibilidade a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida (rampas, elevadores, assento para obesos).Complementarmente, o projeto pretende contemplar:- A produção de conteúdo acessível nas redes sociais, com uso de legenda descritiva (#pracegover) em imagens e vídeos, ampliando o alcance das ações de comunicação para pessoas cegas.
Estre as ações de democratização de acesso, estão previstas:- Distribuição gratuita de 20% dos ingressos por sessão, priorizando estudantes e professores de Escolas Públicas, movimentos sociais e grupos periféricos.- 01 sessão gratuita voltada para ONGs e grupos em situação de vulnerabilidade social, incluindo o aluguel de transporte coletivo para garantir o deslocamento até o teatro. Esta sessão será realizada em horário escolar agendado previamente com as instituições de ensino parceiras;- Realização de 3 oficinas gratuitas com 4h de duração de teatro para público de até 30 pessoas cada
O proponente desempenhará as funções de diretor de produção e performer no projeto. Poderá também receber como pela captação de recursos, caso seja o responsável pela captação.Texto: Marcéli TorquatoDireção artística: Jeferson AlmeidaAssistência de Direção: A definir;Elenco: Patrícia Elizardo, Victor Leal e grande elenco;Diretor de Produção: Eduardo Segura;Produtor: A definirAssistente de produção: Yasmin Neves;Direção de movimento: Lavínia Bizzoto;Cenário: Mina QuentalFigurino: Karen BrusttolinIluminação: Renato Machado;Assessoria de Imprensa: Julyana CaldasSocial Media e Conteúdo Digital: Igor BernardoFotografia (Still e Cobertura): A definirRegistro Videográfico: A definirDesigner Gráfico: A definirCoordenação Administrativo-Financeira: Paulo Celso;JEFERSON ALMEIDADoutorando e Mestre em Artes Cênicas, Bacharel em Teoria do Teatro pela Unirio, diretor e ator de teatro.Atuou, dirigiu e produziu mais de 30 espetáculos. A Lista de Ailce que lhe rendeu prêmio de Melhor Ator Coadjuvante, no III Festival Nacional de Teatro Universitário de Patos de Minas (MG) e Furdunço do Fiofó do Judas foi indicado em três categorias do Prêmio de Humor. Ocupa a direção artística da Definitiva Cia. de Teatro desde a sua fundação, em 2008, onde dirigiu os seguintes espetáculos: Calabar, o elogio da traição (2008), Deus e o diabo na terra do sol (2011), A hora da estrela (2017), Calabar em concerto (2018), O som e a fúria - um estudo sobre o trágico (2020 – indicado ao Prêmio APTR), Exercício de atuação nº 1 - Princípio da incerteza (2023). Exercício de atuação nº 2 - O susto (2023) e Bendegó (2024) Por Deus e o diabo na terra do sol, recebeu os seguintes prêmios: Revelação – Ator e diretor, na IX Festa Internacional de Teatro de Angra (FITA); Melhor Ator Coadjuvante, no VIII Festival Nacional de Teatro de Limeira; e, Melhor Ator Coadjuvante, no 40º Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (FENATA), onde o espetáculo foi premiado, ainda, na categoria Melhor Espetáculo. Suas direções mais recentes, fora da Definitiva, são: Furdunço do Fiofó do Judas (2019 – indicado ao Prêmio de Humor 2020), No escuro ou O que faz uma mariposa sem uma lâmpada (2019), o infantil Monolena (2022), O homem que esqueceu a própria música (2023) e Selva Solidão (2024).MARCÉLI TORQUATOAtriz e dramaturga formada pela CAL e pela Faculdade da Cidade, com pós-graduação em direção teatral pela faculdade CAL. Marcéli iniciou sua trajetória na dramaturgia escrevendo ou adaptando textos teatrais para suas próprias peças como atriz. Em 2018 ingressou na 4ª turma do Núcleo de Dramaturgia Firjan-SESI e teve sua dramaturgia - Saia - escolhida pela turma para ser publicada. Seus principais trabalhos: Em 2025 foi lançado o livro “Isto não é uma dramaturgia”, pela Editora Javali — uma publicação dedicada à apresentação e à reflexão sobre jogos, exercícios e procedimentos de criação dramatúrgica. Marcéli integra o grupo de dramaturgos que compartilham alguns dos dispositivos utilizados em seus próprios processos criativos. Em 2023 escreveu Salvador . anoiteceu e é carnaval, musical dirigido por Vilma Melo e no elenco, Paulo Verlings, Ester Dias, Carolina Pismel, Aline Carrocino, Udilê, Nando Brandão, Patrícia Elizardo e Jorge Florêncio. Salvador estreou no dia 23 de fevereiro no CCBB – RJ. Em seguida fez turnê, passando pelos nos CCBBs de BH, SP e Brasília. Em 2019, em parceria com Flávio Souza, escreveu Piquenique, espetáculo infantil que estreou no CCBB em setembro de 2019, participou do Festival Palco Giratório do SESC e foi convidado para compor a programação do Fit-Rio Preto em 2022. Em 2018 escreveu Saia, dramaturgia publicada pela Editora Cobogó - Saia estreou no Teatro Sesi – RJ em maio e junho de 2019, com direção de Joana Lebreiro e no elenco: Vilma Melo, Elisa Pinheiro e Eliane Carmo.PATRÍCIA ELIZARDOPatrícia Elizardo é atriz, professora de interpretação, diretora e preparadora de elenco para TV e cinema, com mais de 15 anos de carreira. É bacharel em Teatro pela UniverCidade, licenciada pela Estácio de Sá e especialista em atuação para audiovisual pela Escola de Atores Wolf Maya, onde integra o corpo docente desde 2021. Atuou em 13 peças teatrais e sete novelas, entre elas O Outro Lado do Paraíso, Sob Pressão e A Regra do Jogo. No teatro, destacou-se em Verdade é o Mesmo que Mentira, com a qual venceu o prêmio de Melhor Atriz no Festival Ecoar (2009), e idealizou o premiado espetáculo ELA (2017), indicado ao Prêmio Shell e Botequim Cultural. Durante anos integrou a equipe de preparação de elenco de Sérgio Penna na TV Globo, colaborando em mais de 15 produções, incluindo Gabriela, Amor à Vida, O Canto da Sereia e Verdades Secretas. Em 2016, fundou a Outrar Produções Artísticas, onde idealiza e dirige projetos autorais em teatro e audiovisual, como Salvador Anoiteceu e é Carnaval, Pá de Cal, Piquenique e a websérie Por Você, quem sabe!. Com uma trajetória marcada por sensibilidade, versatilidade e criação autoral, Patrícia segue explorando os cruzamentos entre arte, formação e narrativa.VICTOR LEALVictor Leal é ator, diretor teatral e arte-educador, com sólida atuação na cena carioca. Licenciado em Artes Cênicas pela UNIRIO e formado pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna desde 2010, construiu uma carreira marcada pelo compromisso com a formação artística e o teatro como ferramenta de transformação social. Desde 2020, é professor de interpretação na escola técnica NU Espaço, em Botafogo, e atua como educador no programa Teatro em Comunidades, na Arena Carioca Dicró, no Complexo da Penha, desde 2017. Também ministrou oficinas no Centro de Artes Maria Teresa Vieira (2015–2016) e no Centro de Artes Calouste Gulbenkian (2016–2019). É integrante fundador do Grutta Teatro, onde desenvolve trabalhos como ator, diretor e professor desde 2011. Entre suas criações mais recentes estão os espetáculos Tá Faltando Gente (2020), Natimorto (2019) e Sobre o Sol (2019).LAVÍNIA BIZZOTOLavinia Bizzotto é bailarina, coreógrafa, diretora de movimento e atriz, com uma trajetória marcada pela transversalidade entre dança, teatro, circo, televisão e cinema. Iniciou sua formação em dança em 1997 com Henrique Rodovalho, integrando por uma década a Quasar Cia de Dança. É bacharel em Artes Cênicas pelo Instituto CAL (RJ, 2020) e desenvolve uma pesquisa autoral que investiga as relações entre corpo, cena e linguagem audiovisual. Criadora dos espetáculos Na Batalha e #Passinho, apresentados no Brasil e no exterior, foi contemplada com o Prêmio Funarte Klauss Vianna (2015) pelo solo A Pequena Morte. Assinou a direção de movimento em 11 novelas da TV Globo, participou de 18 montagens teatrais e foi indicada ao Prêmio APTR em 2022 e 2024.EDUARDO SEGURAAtor, roteirista, dramaturgo e produtor cultural. Foi coordenador de produção do projeto “Cidades na Década do Oceano”, exposição transmídia de conscientização ambiental com endosso da UNESCO e Década da Oceano, acontecendo de 2022 a 2024 na Ilha Fiscal, Centro Cultural Correios, MAC Niterói e Caminho Niemeyer. Foi em 2024 diretor de produção e diretor dos curtas “Vida de Viúva”; “Suzuki”; “Gloss Be”, todos contemplados pela Lei Paulo Gustavo. Produziu o espetáculo “O Amante”, de Harold Pinter, com temporada no Rio de Janeiro e Niterói.PAULO CELSOPaulo Celso é economista com mais de 35 anos de carreira e ampla experiência em gestão empresarial, atuando em empresas de médio e grande porte, especialmente multinacionais. Com sólida visão estratégica e expertise na organização de empresas e desenvolvimento de projetos, também se destacou na condução de iniciativas sociais, educacionais e culturais, como Habitat para a Humanidade, Junior Achievement e Agentes da Paz. É formado em Economia pela Universidade Cândido Mendes e possui MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.