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O projeto visa a criação e instalação de uma exposição artística interativa composta por esculturas e elementos visuais que representam a diversidade cultural e a construção da identidade regional. A proposta prevê um grupo escultórico e um domo geodésico onde acontecem as atividades, além do uso de tecnologia e recursos educativos para promover a interação do público com a obra, proporcionando uma experiência imersiva e reflexiva sobre a história e a cultura local.
Exposição "Jardim das Identidades": Uma Viagem pela Cultura Gaúcha Esta exposição de arte usa esculturas e tecnologia para contar a história de como a identidade do povo gaúcho se formou e continua mudando. Passeio pelas Esculturas (Área Externa): 1. O Chamado da Terra: No começo do caminho, você encontra esculturas de ferro que parecem brotar do chão. Elas mostram os primeiros habitantes da região, como uma mãe indígena com seu filho. Representam a forte ligação do povo gaúcho com a terra e suas origens mais antigas. 2. Caminhos da Imigração: Seguindo em frente, as esculturas ficam inteiras e mostram os vários grupos de imigrantes que ajudaram a formar a cultura gaúcha. Italianos: Você verá esculturas de famílias italianas chegando e se adaptando. Use a Realidade Aumentada (RA) do seu celular: aponte para o rosto de uma escultura e ela contará, em 30 segundos, como foi sua viagem até o Rio Grande do Sul. Alemães: Logo depois, encontre esculturas de imigrantes alemães com objetos como livros, maletas de médico e ferramentas, mostrando suas profissões. Com a RA, participe de um quiz interativo no celular (cerca de 6 perguntas) sobre a chegada dos alemães e sua importância para a região. 3. O Espírito Gaúcho Atual: Mais adiante, as esculturas mostram símbolos da cultura gaúcha de hoje. Há torcedores do Grêmio e do Inter vibrando com o futebol, e cenas comuns do dia a dia: um jovem com skate, um idoso usando celular e uma mulher com seu animal de estimação. 4. Guardião das Tradições: Terminando o trajeto, perto do domo (uma estrutura em forma de cúpula), uma grande escultura de um gaúcho a cavalo se destaca. Ela simboliza a liderança, a força e a capacidade do povo gaúcho de enfrentar os desafios atuais, guiando para o futuro, mas sempre valorizando as tradições que formam sua identidade. Fora do Domo (Painel Visual): Do lado de fora do domo, um grande painel conta a história gaúcha com imagens fortes. Cenas e pessoas expressivas se misturam, mostrando as qualidades, os conflitos e as conquistas do povo gaúcho. As ilustrações falam da história e dos desafios de hoje, lembrando que a cultura gaúcha está sempre viva e mudando. Dentro do Domo (Estações Interativas): 1. Estação Central (Hologramas): No centro do domo, veja hologramas (imagens 3D em tamanho real) muito realistas. Eles mostram pessoas que representam os diferentes povos que formaram a identidade gaúcha (indígenas, portugueses, africanos, alemães, italianos). Cada um deles cumprimenta você e conta um pouco da sua cultura e história, ajudando a entender a mistura que forma o Rio Grande do Sul. 2. Estação Boas-Vindas (Mapa Interativo com RA): Na entrada do domo, um painel mostra um mapa do Rio Grande do Sul com desenhos representando cada região. Use a Realidade Aumentada (RA) do seu celular: aponte a câmera para o mapa e veja animações 3D ganharem vida na tela, mostrando atividades e costumes locais (ex: gado na Campanha, vinho na Serra). É uma forma visual e divertida de conhecer o estado. Estação 1 - Cubos Giratórios (Descobrindo Culturas): Aqui você encontra quatro colunas com cubos que giram. Cada coluna foca em um aspecto das culturas que formaram o Rio Grande do Sul: personagens importantes, comidas e jogos, história da imigração e palavras regionais. Gire os cubos para descobrir e combinar informações. É uma maneira divertida e educativa de entender a diversidade cultural do estado. Estação 2 - Timão Interativo (Palavras Gaúchas): Explore as palavras típicas do Rio Grande do Sul! Gire os discos de quatro "timões" (rodas) para combinar expressões gaúchas com seus significados em português, italiano e alemão. Quando a combinação estiver certa, uma cor vai confirmar. Ajuda a entender como outras culturas influenciaram o nosso jeito de falar. Estação 3 - Orelhão Interativo (Histórias Reais): Entre em um espaço especial parecido com antigos orelhões. Coloque a cabeça nas aberturas (com alturas para adultos e crianças) e veja objetos simbólicos lá dentro (ex: documentos salvos de enchentes). Ao tocar nos objetos, você ouvirá gravações de gaúchos contando histórias reais de superação sobre desafios como enchentes, pandemias, racismo e homofobia. As vozes e sotaques verdadeiros trazem emoção e mostram a força e a esperança do nosso povo. Estação 4 - Trova dos Gaúchos com Inteligência Bagual (Repente com Bonecos): Assista a dois bonecos vestidos com roupas típicas que "conversam" usando trovas (versos rimados e improvisados, como um repente). Eles falam sobre assuntos atuais do Rio Grande do Sul, como saúde, tecnologia e meio ambiente, com muito humor e também para fazer pensar. É uma forma divertida de refletir sobre o nosso dia a dia. Estação 5 - O Mundo em 2050 (Construindo o Futuro): Pense sobre o futuro de um jeito interativo! Use dados (cubos) com desenhos e frases sobre Saúde, Meio Ambiente, Vida em Sociedade e Crescimento Pessoal. Ao combinar os dados, você monta sua visão de como gostaria que o mundo fosse em 2050. As combinações de todos os visitantes juntas criam uma escultura coletiva, mostrando os desejos do grupo para o futuro.
Objetivo Geral O objetivo deste projeto é criar e instalar um grupo escultórico e um domo geodésico onde acontecem diversas atividades como exposição artística interativa que representa a diversidade cultural e a construção da identidade regional, utilizando esculturas e elementos visuais tecnológiocs para promover reflexão e engajamento do público. Objetivos Específicos Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: - Exposição com 12 esculturas; - 6 atividades interativas em um domo adesivado com cenas do gaúcho;
O projeto Jardim das Identidades propõe a criação de uma instalação artística interativa que resgata e valoriza a diversidade cultural do Rio Grande do Sul, explorando os elementos que compõem a identidade gaúcha ao longo do tempo. Por meio de esculturas em ferro e recursos interativos, a exposição busca proporcionar uma experiência imersiva ao público, permitindo reflexões sobre a formação cultural da região e o impacto das diferentes etnias e tradições na construção da sociedade atual. A cultura é um elemento fundamental para a construção da identidade de um povo. O Rio Grande do Sul, historicamente, foi formado por uma grande diversidade de povos, incluindo indígenas, africanos, europeus e imigrantes de diversas origens. No entanto, muitos desses grupos tiveram sua contribuição cultural apagada ou reduzida em discursos hegemônicos. Este projeto visa justamente dar visibilidade a essas influências, promovendo um resgate da memória cultural e permitindo que diferentes públicos se reconheçam na obra. A relevância deste projeto está no fato de que a arte pública e interativa tem o poder de ampliar o acesso à cultura, criando espaços de aprendizado, convivência e reflexão. Diferente de eventos culturais pontuais, a instalação artística terá um caráter permanente e acessível, podendo ser visitada e reinterpretada ao longo do tempo. Além disso, a interatividade proporcionada por QR Codes e recursos de realidade aumentada permitirá que os visitantes aprofundem seu conhecimento sobre cada elemento da exposição, tornando a experiência dinâmica e educativa. Diante dessa proposta, o financiamento por meio da Lei Rouanet (Lei de Incentivo à Cultura - Lei nº 8.313/91) se torna essencial para viabilizar a execução do projeto. A Lei Rouanet é o principal mecanismo de fomento à cultura no Brasil, permitindo que empresas e cidadãos invistam em cultura com incentivo fiscal. Sem esse apoio, a realização de um projeto dessa magnitude, que envolve pesquisa histórica, produção artística, instalação de infraestrutura e manutenção, seria extremamente difícil. O projeto Jardim das Identidades atende diretamente aos princípios e objetivos da Lei Rouanet, conforme descrito nos seguintes dispositivos: 1. Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91 De acordo com o Art. 1º da Lei Rouanet, este projeto se enquadra nos seguintes incisos: Inciso I: "Contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais." O projeto se propõe a ser um espaço cultural aberto e acessível, garantindo que qualquer pessoa possa visitar a exposição e interagir com os conteúdos.Inciso II: "Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais." A proposta valoriza a identidade cultural do Rio Grande do Sul, destacando a diversidade étnica e as tradições locais por meio de uma abordagem artística inovadora.Inciso III: "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores." O projeto envolve artistas locais, pesquisadores e educadores, promovendo a valorização das artes visuais e a difusão da cultura regional.Inciso IV: "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional." A instalação busca resgatar as narrativas culturais de diversos grupos que contribuíram para a formação do povo gaúcho, garantindo visibilidade às suas tradições e histórias. 2. Enquadramento no Art. 3º da Lei 8.313/91Para o cumprimento das finalidades expressas no Art. 1º, os projetos culturais apoiados pela Lei Rouanet devem atender a pelo menos um dos objetivos do Art. 3º. O projeto Jardim das Identidades atende aos seguintes trechos: Inciso II - Fomento à produção cultural e artística mediante: Alínea (c): "Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore." A proposta contempla a realização de uma exposição artística interativa de caráter permanente.Inciso III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico mediante: Alínea (d): "Proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais." O projeto visa preservar e ressignificar elementos da cultura gaúcha, promovendo a identidade regional e incentivando a reflexão sobre a diversidade cultural. A Necessidade do Financiamento via Lei Rouanet O financiamento pela Lei Rouanet se justifica pela necessidade de viabilizar um projeto de grande relevância cultural e educacional, que depende de recursos para sua execução completa. Entre os principais custos estão: Pesquisa e Curadoria: Levantamento histórico e cultural sobre os povos formadores do Rio Grande do Sul, garantindo uma abordagem precisa e representativa na exposição. Produção Artística: Criação das esculturas e instalações interativas, desenvolvidas por artistas especializados em arte pública e tecnologia digital.Infraestrutura e Montagem: Aquisição de materiais, transporte e instalação das esculturas no espaço expositivo. Acessibilidade e Tecnologia: Desenvolvimento de recursos de acessibilidade, como audiodescrição, intérprete de Libras e conteúdos digitais acessíveis via QR Code e realidade aumentada. Manutenção e Sustentabilidade: Preservação das instalações ao longo do tempo, garantindo a continuidade do projeto e seu impacto duradouro. Além disso, a Lei Rouanet permite que empresas e cidadãos participem ativamente do fomento à cultura, incentivando o investimento privado na preservação da identidade cultural e na democratização do acesso à arte. Esse modelo de financiamento é fundamental para garantir que iniciativas culturais de interesse público sejam viabilizadas, sem depender exclusivamente de verbas governamentais diretas. Por fim, o Jardim das Identidades é um projeto essencial para a valorização da cultura regional e para a promoção do acesso democrático à arte. Ao unir arte, história e tecnologia, a instalação oferecerá ao público uma experiência única de reflexão sobre a identidade gaúcha, proporcionando conhecimento e ressignificação dos elementos culturais que moldaram o Rio Grande do Sul. O incentivo da Lei Rouanet é indispensável para a realização deste projeto, pois possibilita que um espaço cultural permanente seja criado sem custos diretos para o público visitante. Dessa forma, a iniciativa contribui para o fortalecimento da cultura local, promove a educação patrimonial e estimula o engajamento da comunidade com sua própria história e identidade. Apoiar este projeto significa não apenas incentivar a cultura regional, mas também fortalecer a diversidade cultural do Brasil como um todo. A cultura é um patrimônio coletivo, e iniciativas como essa garantem que ela seja preservada, vivenciada e compartilhada por todas as gerações.
Livre para todos os públicos
Não se aplica
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAISMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Rampas de acesso em todos os pontos de circulação da instalação. Piso tátil para orientação de pessoas com deficiência visual. Banheiros adaptados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Sinalização em braille e em alto-relevo nos espaços interativos. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição para todos os elementos da exposição, disponíveis por meio de QR Codes e dispositivos móveis. Textos explicativos em braille para as esculturas e painéis informativos. Recursos sonoros descritivos em cada ponto interativo da exposição. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de Libras disponível em dias específicos e por meio de vídeos acessíveis via QR Code. Legendagem descritiva em todos os conteúdos audiovisuais da exposição. Materiais informativos em formato escrito acessível. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Monitores treinados para auxiliar na interação com os elementos da exposição. Espaço de acolhimento e orientação para visitantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), incluindo sala sensorial para adaptação ao ambiente da exposição. Materiais educativos adaptados em linguagem simples e pictogramas para melhor compreensão do conteúdo.
O projeto Jardim das Identidades será totalmente gratuito, garantindo o acesso irrestrito a todos os públicos, sem qualquer cobrança de ingresso ou restrição de participação. A exposição estará localizada em um espaço público de fácil acesso, permitindo que pessoas de diferentes perfis socioeconômicos e culturais possam visitar a instalação artística sem barreiras financeiras. Para ampliar ainda mais a democratização do acesso, o projeto adotará só seguintes incisos do Art. 47 da IN 23/2025: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
O PROPONENTE ATMOSFERA SOCIAL TECNOLOGIAS HUMANAS LTDA é o único responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto, sendo remunerado no projeto na rubrica COORDENADOR GERAL (na etapa Produção) e algumas despesas na Administração. O proponente realizará a gestão cultural de todos os produtos do objeto, atuará na coordenação administrativa e financeira, acompanhará as execuções das contrapartidas a serem realizadas e na adequação dos contratos com os patrocinadores junto a lei de incentivo à cultura. KENYA MARTINS COUTO – CURADORAFundadora do coletivo Atmosfera Social, lidera iniciativas que unem arte, entretenimento e temas sociais, como mudanças climáticas e habilidades para o futuro. Graduada em Comunicação Social pela PUCRS, com especializações em Marketing e Comunicação Estratégica, tem vasta experiência em pesquisa de mercado e planejamento estratégico. Atuou por três décadas na Escala Comunicação e Marketing, contribuindo com projetos em cultura, educação, turismo e consultoria governamental. Destacam-se iniciativas como o Parque Una (GRI Awards) e o espaço Multiverso do Conhecimento, no Cristo Protetor, abordando sustentabilidade, pertencimento e espiritualidade. LUIS FELIPE NASCIMENTO – CURADORProfessor Titular da Escola de Administração da UFRGS, doutor em Economia e Meio Ambiente pela Kassel University (1995), com pós-doutorados na University of Massachusetts Lowell (2003) e University of California Santa Barbara (2019). Autor de quatro livros e mais de cem artigos científicos, foi premiado pelo Labor Académica (2004) e World Resources Institute/Aspen Institute (2005). Orientou 20 doutores e 58 mestres. Seus estudos abordam Inovação e Sustentabilidade, ESG e Transformação Organizacional. ADRIANA DA NEVE – CURADORAEmpreendedora em tecnologia, lidera a Splora e a startup Água Conectada. Especialista em software, projetos e inovação aberta, integra UX e design de conteúdo para chatbots. Formada em Programação Neurolinguística, aplica gamificação para engajamento e produtividade. Criadora do case H2OJE, premiado pela Amazon (Alexa de Acessibilidade), e da Água Conectada, acelerada pelo Inovativa Brasil, premiada no TecnoPuc Garage Govtech Lab com tecnologia para monitoramento inteligente do consumo de água. VIVIAN LAUBE – CURADORIACEO da LF Comunicação e Projetos, com 31 anos de mercado, sendo 27 dedicados à assessoria nos setores do comércio, calçados e construção civil. Especialista em Liderança e Comportamento Organizacional, é pesquisadora de Comunicação Não Violenta e criadora do método "Vamos Aprender a Conversar". Possui formações em Inteligência Emocional, Neurociência, Escutatória, Justiça Restaurativa e Comunicação Empática. Professora em pós-graduações e palestrante, atuou em empresas como Dell, Sicredi, Unimed e Taurus, além de secretarias municipais de Educação e Assistência Social. EDU SAORIN – ARTISTA PLÁSTICOArquiteto e designer especializado em expografia e museografia, fundador da Urbanauta. Desenvolveu exposições para instituições renomadas no Brasil e no exterior. Destacam-se "BLAST!" (DAAD Galerie, Berlim), "Lupi: pode entrar que a casa é tua" (Farol Santander, Porto Alegre) e "Sioma Breitman – O Retratista de Porto Alegre". Atuou em Bienais do Mercosul, Fundação Iberê Camargo e Memorial dos Povos Indígenas. Sua abordagem combina inovação visual e materiais que dialogam com os espaços expositivos. BINO FERREIRA – ARTISTA PLÁSTICOEscultor há 43 anos, transforma materiais industriais descartados em arte inspirada na natureza. Suas obras incluem "A Formiga" (3m, Lago Negro, Gramado), "A Hortênsia" (Prefeitura de Gramado), "A Pinha" (Bento Gonçalves), "O Veleiro" (Praça João Corrêa, Canela) e "Saci Guerreiro" (Museu do Sport Club Internacional). Criou uma "Garrafa de Champagne" de 12m com mecanismo dinâmico para uma vinícola em Vacaria. Mantém seu ateliê em Gramado, onde reside com sua família.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.