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PRONAC 2513017Autorizada a captação total dos recursosMecenato

DANÇA SUS - Expansão Nacional: Edições RS e SP - Cuidando do Cuidador

DIOGO SILVA DE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 500,0 mil
Aprovado
R$ 500,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Pelotas
Início
2026-03-02
Término
2027-02-28
Locais de realização (7)
Bagé Rio Grande do SulCandiota Rio Grande do SulCapão do Leão Rio Grande do SulCaçapava do Sul Rio Grande do SulPelotas Rio Grande do SulRio Grande Rio Grande do SulSão Paulo São Paulo

Resumo

O Dança SUS _ Expansão Nacional: Edições RS e SP é um projeto cultural pioneiro que integra arte, movimento e saúde na promoção do bem-estar dos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e da comunidade. Consolidado em Pelotas desde 2023, o projeto realiza oficinas de dança de salão e ritmos em Unidades Básicas de Saúde e eventos culturais gratuitos nos municípios de Pelotas, Bagé, Candiota, Rio Grande, Capão do Leão e Caçapava do Sul, além da implantação piloto em quatro UBS de São Paulo. De caráter sociocultural democratizando o acesso à arte e promove o cuidado integral de quem cuida.

Sinopse

O Dança SUS – Expansão Nacional: Edições RS e SP é uma ação cultural de caráter formativo e inclusivo que integra arte, saúde e educação por meio da dança, promovendo o autocuidado, a convivência e o bem-estar emocional de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e de usuários 50+.Baseado na metodologia autoral desenvolvida pelo professor e produtor cultural Diogo Oliveira, o projeto propõe a arte como linguagem terapêutica, instrumento de valorização humana e prática de reconstrução coletiva.A iniciativa atua simultaneamente em seis municípios do Rio Grande do Sul: Pelotas, Bagé, Candiota, Capão do Leão, Rio Grande e Caçapava do Sul, e em quatro Unidades Básicas de Saúde (UBSs) na cidade de São Paulo, consolidando um modelo descentralizado de política cultural com impacto social mensurável.A proposta foi concebida a partir dos resultados obtidos nas edições anteriores do Dança SUS Pelotas, contempladas pela Lei Paulo Gustavo (2024) e pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB/SEDAC-RS – 2025), cujas avaliações comprovaram o alcance e a relevância sociocultural do projeto.Na edição de 2026, o Dança SUS desenvolverá atividades artístico-pedagógicas mensais realizadas dentro das UBSs, em horário de expediente interno ou pós-expediente, conforme organização conjunta com as Secretarias Municipais de Saúde e coordenações locais. As oficinas serão conduzidas por professoras de dança locais, com foco em práticas corporais inclusivas, danças de salão e ritmos brasileiros, estimulando a expressão individual, o movimento consciente e a autoestima dos participantes.As ações são direcionadas a dois públicos principais: profissionais da saúde e usuários 50+, criando espaços de cuidado compartilhado e fortalecendo os vínculos entre arte, trabalho e comunidade.O projeto contempla ainda sete eventos de abertura, um em cada município, com entrada franca e acessibilidade garantida, marcando o início das atividades locais e simbolizando o lançamento de um ciclo de valorização e reconhecimento dos profissionais da saúde. Esses eventos contarão com a presença do criador do projeto, Diogo Oliveira, e dos padrinhos Diego Maia e Mariana Kraidy, que acompanharão e apoiarão o processo de expansão nacional do Dança SUS.Durante a execução serão realizadas também ações sazonais de integração comunitária, os Aulões Públicos “Dançar é Cuidar”, em praças, feiras e espaços culturais de fácil acesso, em parceria com as Secretarias Municipais de Cultura e Saúde, aproximando a comunidade das práticas artísticas e promovendo o pertencimento cultural.O ciclo se encerra com a realização dos Festivais Locais Dança SUS, um em cada município, reunindo apresentações das turmas das UBSs, grupos culturais e artistas convidados. Esses festivais representam o ponto culminante do processo, celebrando o aprendizado e o impacto humano das ações. As estimativas de público são de 200 pessoas em Pelotas, 100 nos demais municípios gaúchos e 300 a 400 pessoas em São Paulo, conforme a dimensão territorial e a capacidade de cada localidade.A obra resultante inclui a produção de dois produtos culturais de ampla difusão: um documentário audiovisual de 40 minutos, registrando o percurso artístico, pedagógico e social do projeto, e um catálogo digital ilustrado de 50 páginas, que sistematiza metodologias, depoimentos, dados e imagens, consolidando o Dança SUS como referência em políticas culturais integradas à saúde pública.Todas as atividades são gratuitas, acessíveis e de classificação indicativa livre, com medidas de acessibilidade física, comunicacional e digital, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, intérprete de Libras, legendagem, audiodescrição e descrição textual. Essas práticas garantem que o projeto seja acessível a públicos diversos, incluindo pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.O Dança SUS – Expansão Nacional: Edições RS e SP reafirma o propósito de cuidar de quem cuida, transformando a dança em instrumento de escuta, acolhimento e transformação social. Ao integrar cultura, saúde e cidadania, o projeto consolida-se como um modelo metodológico de política pública capaz de inspirar novas práticas de cuidado, inclusão e bem-estar em todo o território nacional.

Objetivos

Objetivo Geral:Consolidar o Dança SUS Expansão Nacional: Edições RS e SP como um projeto cultural, social e educativo de impacto coletivo, que utiliza a dança como instrumento de promoção da saúde emocional, integração comunitária e valorização humana. A iniciativa visa fortalecer a conexão entre arte, cultura e saúde, promovendo o cuidado integral dos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e dos usuários das Unidades Básicas de Saúde, a partir de uma metodologia pioneira que alia movimento, convivência e bem-estar.No Rio Grande do Sul, o projeto busca expandir e consolidar as ações já implementadas desde 2023, ampliando o número de municípios e Unidades Básicas de Saúde atendidas, integrando o público 50+ e fortalecendo o vínculo entre profissionais, artistas e comunidade. Já em São Paulo, por meio da implantação piloto em quatro UBS sob a coordenação local do artista e padrinho do projeto, Diego Maia, campeão da Dança dos Famosos 2024, objetiva validar e adaptar a metodologia do projeto a novas realidades socioculturais, preparando sua replicação nacional.Com isso, o Dança SUS pretende consolidar-se como um modelo de inovação cultural voltado ao bem-estar social, capaz de gerar impacto positivo na saúde mental e emocional de trabalhadores e cidadãos, além de fomentar emprego e renda no setor cultural, promover a inclusão social, ampliar o acesso à arte e difundir o conceito de "cuidar de quem cuida" em âmbito nacional.A presente proposta tem como objetivo consolidar e expandir o Projeto Dança SUS no Estado do Rio Grande do Sul, bem como implantar a etapa piloto da expansão nacional em São Paulo, adequando suas metas e atividades ao período de doze meses de execução. O projeto tem como foco promover a integração entre arte, saúde e comunidade, fortalecendo o vínculo entre o movimento corporal, o autocuidado e a promoção da saúde emocional dos profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).Na Edição Rio Grande do Sul _ Consolidação e Expansão Regional, será executado o Dança SUS RS 2026 em seis municípios do Estado: Pelotas, Bagé, Candiota, Rio Grande, Capão do Leão e Caçapava do Sul. As ações serão desenvolvidas em Unidades Básicas de Saúde (UBSs), abrangendo até 46 unidades no total, sendo 26 em Pelotas e 4 em cada um dos demais municípios. As atividades de dança ocorrerão de forma regular, com oficinas intercaladas entre os profissionais do SUS e o público 50+, ampliando o impacto das ações de autocuidado e de promoção da saúde emocional por meio da arte.Em cada município participante, será realizado um evento de abertura com aula pública conduzida por instrutores locais e artistas convidados, com o objetivo de mobilizar a comunidade e divulgar a metodologia do projeto. Durante o período de execução, haverá um grande Aulão Público por cidade, reunindo instrutores fixos e convidados, fortalecendo o acesso democrático à arte e o convívio social entre profissionais, usuários e familiares. Ao término do ciclo anual, será promovido o Festival Dança SUS RS _ Edição 2026, evento de culminância artístico-cultural que reunirá apresentações das turmas das UBSs, grupos locais e artistas convidados, celebrando os resultados alcançados e promovendo a visibilidade dos participantes e dos municípios envolvidos.O projeto também visa gerar emprego e renda para profissionais da cultura e do bem-estar, por meio da contratação de instrutores fixos, artistas convidados, terapeutas e equipe técnica de produção e gestão. Busca-se, ainda, fomentar a circulação e a valorização da produção artística regional, estimulando a participação de grupos e artistas locais em todas as etapas do projeto. Em consonância com os princípios de democratização do acesso à cultura, todas as atividades e eventos públicos garantirão condições de acessibilidade e inclusão, priorizando espaços adaptados e a presença de intérprete de Libras quando necessário. Ao longo do processo, os resultados serão sistematizados e divulgados por meio de registros audiovisuais, relatórios e publicações digitais, contribuindo para o fortalecimento do Dança SUS como referência estadual de integração entre cultura e saúde pública.Na Edição São Paulo _ Implantação Piloto, o projeto será implementado em quatro Unidades Básicas de Saúde, sob coordenação técnica do artista e professor Diego Maia, validando e adaptando a metodologia desenvolvida no Rio Grande do Sul ao contexto paulista. As oficinas de dança terão duração aproximada de 40 minutos e ocorrerão de forma alternada entre turmas de profissionais do SUS e usuários 50+, com o intuito de promover o autocuidado, a integração e o bem-estar. Estão previstas também ações culturais abertas ao público, como aulões temáticos e o Festival Dança SUS SP, evento de encerramento e intercâmbio artístico entre as edições paulista e gaúcha.Além das ações presenciais, a etapa paulista buscará estabelecer parcerias com Secretarias Municipais de Cultura e de Saúde, bem como com coletivos culturais e equipamentos públicos, visando à consolidação e à continuidade do projeto em futuras expansões. Serão produzidos registros audiovisuais e materiais de sistematização metodológica que documentarão os resultados e servirão como base técnica para novas implantações do Dança SUS _ Cuidando do Cuidador em outros estados do país.Com essas ações, o projeto reafirma seu compromisso com a valorização do movimento como ferramenta de promoção da saúde e integração social, fortalecendo o diálogo entre cultura, saúde e comunidade, e consolidando o Dança SUS como uma metodologia de referência nacional em arte e cuidado.

Justificativa

O Dança SUS - Expansão Nacional: Edições RS e SP surge como uma ação cultural de relevante interesse público, ao promover a integração entre arte, saúde e comunidade, reafirmando o papel da cultura como instrumento de transformação social e promoção da qualidade de vida. O projeto propõe uma abordagem inovadora que une dança, movimento e saúde, atuando de forma direta na valorização dos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e na ampliação do acesso à arte em territórios descentralizados.Idealizado e desenvolvido pelo professor e produtor cultural Diogo Oliveira, o Dança SUS foi criado em 2023, na cidade de Pelotas (RS), como uma iniciativa voluntária de enfrentamento aos impactos emocionais e sociais decorrentes do período pós-pandemia. A partir das primeiras oficinas realizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), o projeto demonstrou resultados significativos, transformando-se em um espaço de acolhimento, cuidado e expressão artística para centenas de trabalhadores da saúde.Em 2024, a relevância da proposta foi reconhecida institucionalmente com sua aprovação pela Lei Paulo Gustavo, atendendo quatro UBSs de Pelotas. Em 2025, o projeto foi novamente contemplado, desta vez pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB/SEDAC-RS), ampliando suas ações para 19 UBSs e consolidando o Dança SUS _ Cuidando do Cuidador como um modelo de política cultural integrada ao campo da saúde pública. Essa trajetória comprova a consistência da metodologia e a capacidade de gestão e execução da equipe proponente, fatores que reforçam a viabilidade técnica e social da expansão nacional.Os resultados observados até o momento são amplamente positivos e mensuráveis. Entre os principais impactos, destacam-se a melhora da autoestima dos profissionais da saúde, a redução do estresse ocupacional, o fortalecimento dos vínculos interpessoais e o aumento da satisfação e da motivação no trabalho. Tais resultados evidenciam o potencial da arte como ferramenta de promoção do bem-estar e de fortalecimento do SUS enquanto espaço humano e coletivo.A proposta de expansão para o ciclo 2026 visa consolidar o Dança SUS como um modelo metodológico de referência no país, com ações em seis municípios do Rio Grande do Sul: Pelotas, Bagé, Candiota, Rio Grande, Capão do Leão e Caçapava do Sul, e implantação piloto em São Paulo, sob coordenação local do artista e professor Diego Maia, campeão da Dança dos Famosos 2024 e padrinho do projeto. O envolvimento de artistas de reconhecimento nacional e de gestores locais da cultura fortalece a rede colaborativa e amplia a visibilidade das ações, garantindo o intercâmbio cultural entre regiões e públicos distintos.A relevância cultural do Dança SUS - Expansão Nacional manifesta-se em três dimensões complementares. A primeira é a inovação metodológica, ao sistematizar uma prática de dança que ultrapassa o campo do entretenimento, atuando como instrumento terapêutico e de valorização profissional. A segunda é a democratização do acesso à cultura, ao levar a arte para espaços públicos de saúde e oferecer atividades gratuitas e acessíveis a públicos historicamente afastados das políticas culturais. E a terceira é o impacto social comprovado, que traduz o valor simbólico e humano da cultura em indicadores concretos de bem-estar, integração e pertencimento.O projeto encontra-se alinhado às políticas públicas de Cultura e Saúde, à Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991 _ Lei Rouanet) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 3 e 8), contribuindo para a promoção da saúde e do bem-estar, o fortalecimento das redes culturais e a geração de trabalho e renda no setor criativo. Dessa forma, reforça o papel da cultura como política transversal capaz de produzir impacto social duradouro e mensurável.Além de sua relevância técnica e artística, o projeto reafirma o caráter autoral e inédito da metodologia desenvolvida por Diogo Oliveira, registrada e protegida por direitos autorais sob a marca Dança SUS _ Cuidando do Cuidador. Sua reprodução total ou parcial depende de autorização expressa do criador, garantindo a integridade conceitual e a autenticidade da proposta.A aprovação deste projeto representa um investimento em uma ação cultural de comprovado impacto social, artístico e humano, que contribui diretamente para a valorização da arte como linguagem de cuidado e para a consolidação do Brasil como referência em políticas públicas integradas de cultura e saúde. O Dança SUS - Expansão Nacional: Edições RS e SP reafirma o compromisso de "cuidar de quem cuida", utilizando a dança como expressão universal de vida, esperança e reconstrução coletiva.

Estratégia de execução

O Dança SUS – Expansão Nacional: Edições RS e SP consolida-se como um projeto cultural de integração entre arte, saúde e cidadania, que amplia para novos territórios a metodologia Dança SUS – Cuidar de Quem Cuida, reconhecida por seu impacto social e formativo. A proposta nasce como desdobramento da segunda edição do Dança SUS Pelotas (2025), cujos resultados despertaram o interesse de artistas e profissionais de saúde em replicar a iniciativa em outras regiões. A expansão em 2026 representa a continuidade natural e amadurecida desse processo.A rede de coordenadores locais que atuará nos municípios do Rio Grande do Sul — Bagé, Candiota, Capão do Leão, Caçapava do Sul e Rio Grande — foi formada a partir dessa segunda edição. Todos os professores que hoje assumem funções de coordenação participaram presencialmente do primeiro Festival Dança SUS (2025), ministrando aulas, acompanhando oficinas e vivenciando de perto a metodologia aplicada dentro das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Essa experiência direta despertou o desejo coletivo de levar o projeto a seus territórios de origem, consolidando uma rede regional de multiplicadores que sustenta a expansão de 2026.Para a contratação dos professores das oficinas nas Unidades Básicas de Saúde, será realizada ampla divulgação das vagas por meio do Instagram oficial do projeto, @dancasuspelotas, selecionadas pelo proponente Diogo Oliveira, garantindo transparência e democratização do acesso. Serão contratados, para completar o quadro de professores, um educador adicional em Bagé e Rio Grande, e dois artistas nos demais municípios.A equipe diretiva e de gestão do projeto é composta integralmente por profissionais negros, reafirmando o compromisso do Dança SUS com a representatividade racial, a equidade e o protagonismo de pessoas negras na gestão cultural. Essa escolha é coerente com a essência do projeto, que busca, em todas as suas etapas, valorizar a diversidade e democratizar os espaços de liderança artística e institucional.Outro aspecto de destaque é que todas as professoras que atuam diretamente dentro das UBSs são mulheres, de diferentes etnias e trajetórias. A decisão de formar uma equipe feminina responde tanto à composição majoritariamente feminina do público das UBSs quanto à necessidade de criar ambientes acolhedores e seguros, em que as profissionais de saúde se sintam confortáveis para vivenciar o movimento, relaxar e compartilhar experiências. Essa abordagem fortalece a dimensão do cuidado, da empatia e da escuta sensível, que são pilares do projeto.As oficinas acontecem dentro dos próprios locais de trabalho das equipes de saúde, integradas à rotina das Unidades Básicas de Saúde. Essa decisão metodológica, de levar a dança até o espaço onde o profissional atua, tem como objetivo aliviar a sobrecarga emocional, reduzir o estresse e proporcionar momentos de bem-estar sem exigir deslocamentos. Essa prática, validada nas edições anteriores, foi reconhecida por gestoras e participantes como uma ação efetiva de promoção da saúde mental no ambiente laboral.O vínculo com o bailarino e coreógrafo Diego Maia surgiu durante o Festival Dança SUS de 2025, quando o artista foi convidado como atração principal. Ao participar do evento, Diego se encantou com a proposta, afirmando nunca ter visto nada semelhante no país. Tocou-se pela forma como a arte é utilizada como instrumento de cuidado e declarou seu desejo de se tornar padrinho da expansão nacional do projeto, colocando sua visibilidade e influência midiática a serviço da difusão da iniciativa em São Paulo e em outras regiões do Brasil. Desde então, tornou-se parceiro estratégico e porta-voz voluntário do projeto, colaborando para ampliar seu alcance e legitimidade.Além de Diego Maia, o projeto conta com artistas de renome já confirmados, como Carlinhos de Jesus, ícone da dança brasileira e referência na valorização da cultura popular, e Alex Coutinho, professor e coreógrafo cuja trajetória de superação inspira profissionais e artistas em todo o país. Ambos participarão de formações, palestras e eventos especiais, reforçando o compromisso do projeto com a excelência artística, a diversidade estética e o caráter humanizado da dança.O Dança SUS – Expansão Nacional mantém o compromisso de que todas as atividades são gratuitas e acessíveis, com classificação indicativa livre. Em diversos eventos, realiza-se a arrecadação voluntária de alimentos e brinquedos, sem caráter obrigatório, estimulando o engajamento solidário e a empatia comunitária.O projeto apresenta também um histórico sólido de reconhecimento institucional. Sua primeira edição, Dança SUS Pelotas (2023), foi contemplada pela Lei Paulo Gustavo, e a segunda edição, Dança SUS Pelotas (2024), foi aprovada e executada com êxito pelo Edital PNAB-RS – Programa Nacional de Arte e Cultura na Atenção Básica, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Esses resultados comprovam a capacidade técnica e administrativa da equipe, além de atestarem a relevância pública da proposta. As duas edições anteriores foram realizadas com prestação de contas aprovada e ampla repercussão midiática, demonstrando a eficiência da metodologia e a credibilidade da gestão.A visibilidade institucional seguirá as diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com aplicação correta das marcas do Governo Federal, do Ministério da Cultura e da Lei Rouanet, junto às dos patrocinadores e apoiadores. A imagem do padrinho Diego Maia será utilizada de forma ética e institucional, em campanhas educativas e de divulgação, ampliando o alcance nacional do projeto.Estratégia de posicionamento nas redes sociais: o perfil @dancasuspelotas será o canal oficial nacional do projeto, centralizando a comunicação e a divulgação das ações em todo o país. Cada município participante criará um perfil próprio nas redes sociais, alinhado à identidade visual e às diretrizes de comunicação do Dança SUS, com o objetivo de fortalecer o vínculo local, aproximar o público e gerar engajamento regional. Todas as publicações seguirão o mesmo padrão visual, institucional e ético, garantindo unidade de marca, coerência estética e consistência na linguagem de cuidado e pertencimento que caracteriza o projeto. A imagem do padrinho Diego Maia será utilizada como eixo estratégico de visibilidade e projeção nacional, fortalecendo o alcance digital e a credibilidade da expansão.O Dança SUS – Expansão Nacional: Edições RS e SP reafirma o papel da arte como linguagem de cuidado e transformação. Com uma equipe negra na gestão, mulheres no ensino e uma rede de artistas comprometidos com o impacto social da dança, o projeto traduz o poder da arte que cura, inspira e une. Em 2026, o Dança SUS amplia suas fronteiras, mantendo viva a mesma essência que o tornou referência: dançar para cuidar e cuidar para continuar dançando.

Especificação técnica

O Dança SUS – Expansão Nacional: Edições RS e SP apresenta um conjunto articulado de produtos culturais, formativos e de difusão que integram arte, saúde e convivência como ferramentas de transformação social. Todas as ações possuem classificação indicativa livre, são gratuitas e acessíveis, e serão executadas em conformidade com as normas de acessibilidade, sustentabilidade e segurança cultural. Oficinas RegularesAs oficinas de dança e expressão corporal são o eixo central do projeto e serão realizadas em dois formatos complementares:Oficinas para Profissionais do SUS, com foco em autocuidado, valorização profissional e convivência;Oficinas 50+, voltadas a usuários das UBSs e membros da comunidade, promovendo o envelhecimento ativo e o bem-estar físico e emocional.As oficinas ocorrerão mensalmente em 46 Unidades Básicas de Saúde (UBSs): 26 em Pelotas e quatro em cada um dos outros cinco municípios gaúchos, além de quatro em São Paulo. As atividades serão realizadas dentro das UBSs, em horário de expediente interno ou pós-expediente, conforme acordos firmados com as Secretarias Municipais de Saúde e coordenações locais.Cada oficina terá duração média de 40 minutos, conduzida por instrutoras locais capacitadas, sob supervisão pedagógica do criador do projeto, Diogo Oliveira, e acompanhamento técnico das coordenações municipais.Não haverá limite fixo de vagas. As oficinas estarão abertas a todos os profissionais da unidade, buscando a maior participação possível.A inscrição prévia dos participantes será obrigatória para o controle de frequência, gestão das turmas e emissão dos termos de autorização de uso de imagem e voz, assegurando a conformidade ética e legal das atividades. Os participantes do Núcleo 50+ e os usuários das UBSs também realizarão inscrição mediante formulário simplificado, coletado digitalmente ou em papel, de forma acessível e gratuita.O projeto pedagógico é fundamentado na metodologia autoral Dança SUS – Cuidar de Quem Cuida, estruturada no tripé movimento, escuta e convivência, que propõe práticas de expressão corporal e integração entre arte e saúde. As atividades incluem danças populares brasileiras, danças de salão, exercícios de musicalidade e dinâmicas de grupo voltadas à convivência e ao autocuidado.Materiais utilizados: caixas de som portáteis, microfones, tecidos, instrumentos rítmicos, bolas de relaxamento, cartilhas ilustradas e roteiros pedagógicos. Acessibilidade: as UBSs dispõem de estrutura física adaptada, e as atividades adotarão linguagem corporal inclusiva e recursos de Libras sempre que necessário. Eventos de AberturaSerão realizados sete eventos de abertura, um em cada município participante, marcando o início oficial das atividades locais. Esses eventos terão caráter comunitário, cultural e institucional, reunindo profissionais da saúde, artistas e comunidade, e contarão com a presença do criador do projeto, Diogo Oliveira, e dos padrinhos Diego Maia e Mariana Kraidy.Duração média: 2h30. Local: espaços públicos estratégicos, como praças, centros culturais, ginásios e áreas abertas. A utilização desses locais será previamente autorizada pelas prefeituras e órgãos competentes, com emissão de termo de cessão ou autorização de uso, conforme a legislação municipal.Público estimado:Pelotas: 200 pessoasDemais municípios do RS: 100 pessoasSão Paulo: até 400 pessoasEstrutura técnica: sistema de som, iluminação básica, banners institucionais, intérprete de Libras, rampas de acesso e banheiros adaptados.Os eventos terão entrada franca e visam sensibilizar a comunidade sobre a proposta do projeto e sua metodologia de cuidado e valorização humana. Aulões Públicos “Dançar é Cuidar”Os Aulões Públicos “Dançar é Cuidar” serão realizados duas vezes em cada município, em praças e espaços públicos de grande circulação, em parceria com as Secretarias Municipais de Cultura e Saúde. As ações têm caráter de democratização do acesso à arte e de integração comunitária, aproximando o público geral da metodologia do projeto.Duração média: 1h30 Estrutura: som portátil, banners, camisetas e material visual Público estimado: média de 150 pessoas por evento Autorização: o uso dos espaços será previamente formalizado por meio de termos de autorização de uso público Acessibilidade: rampas móveis, intérprete de Libras, banheiros adaptados e sinalização tátil Festivais Locais Dança SUSCada município participante realizará um Festival Local Dança SUS, que representará o encerramento das atividades formativas e o momento de celebração dos resultados. Os festivais reunirão oficinas de dança, apresentações das turmas das UBSs, grupos culturais locais e artistas convidados, valorizando a diversidade e o protagonismo comunitário.Duração média: 4h00 Local: espaços públicos amplos e acessíveis, como ginásios, praças e centros culturais Autorização: todos os locais serão utilizados mediante autorização municipal formal, garantindo segurança e responsabilidade no uso do espaço públicoPúblico estimado:Pelotas: 200 pessoasDemais municípios do RS: 100 pessoasSão Paulo: 300 a 400 pessoasAcessibilidade: palco adaptado, rampas de acesso, intérprete de Libras, legendagem e audiodescrição Intercâmbio Cultural RS–SPO Intercâmbio Cultural RS–SP ocorrerá ao longo de dez meses, com encontros virtuais e presenciais entre os instrutores e coordenadores dos dois estados. Os encontros abordarão práticas de ensino da dança no SUS, acessibilidade cultural, sustentabilidade de redes criativas e metodologias de mediação de cuidado. Essas trocas comporão o conteúdo formativo do documentário final. Produtos de Difusão Culturala) Catálogo Digital Dança SUS: publicação digital de 50 páginas reunindo textos, fotografias, depoimentos e dados de impacto sociocultural. Formato: PDF interativo, com legendas e descrições textuais das imagens. Distribuição: gratuita, via plataformas digitais e enviada a instituições culturais e educacionais.b) Documentário Dança SUS – Cuidar de Quem Cuida: média-metragem de 40 minutos registrando o percurso artístico e social do projeto. Formato: audiovisual com legendagem, Libras e audiodescrição. Distribuição: gratuita em redes sociais e canais institucionais. Acessibilidade e SustentabilidadeTodas as ações do projeto atenderão aos critérios de acessibilidade física, comunicacional e digital, garantindo a participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Serão utilizados intérprete de Libras, legendagem, audiodescrição, sinalização tátil e rampas de acesso.O projeto priorizará fornecedores locais e materiais recicláveis, reduzindo o impacto ambiental das produções e fortalecendo a economia criativa regional. Visibilidade InstitucionalA comunicação do projeto seguirá integralmente as diretrizes de identidade visual da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com a aplicação das marcas do Governo Federal, do Ministério da Cultura e da Lei Rouanet, além das marcas de patrocinadores e apoiadores culturais.O uso da imagem do padrinho Diego Maia será restrito a campanhas institucionais e educativas, vinculadas aos objetivos culturais do projeto.

Acessibilidade

O projeto adota um conjunto de estratégias voltadas à acessibilidade comunicacional e sensorial, permitindo que pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual possam compreender e participar integralmente das ações culturais e dos produtos gerados.Nos festivais, aulões e eventos abertos ao público, haverá intérprete de Libras durante todas as apresentações, falas e interações com o público, assegurando o acesso à informação por pessoas surdas. A sonorização dos ambientes será planejada com equilíbrio de volume e clareza de áudio, beneficiando pessoas com deficiência auditiva parcial ou uso de aparelhos auditivos.Os materiais de comunicação — cartazes, banners, vídeos, catálogos e publicações digitais serão produzidos com linguagem simples e inclusiva, priorizando o uso de tipografia ampliada, contraste visual adequado, legendas explicativas e descrição textual de imagens. Todos os conteúdos audiovisuais, incluindo o documentário de 40 minutos, contarão com legenda descritiva, audiodescrição e tradução em Libras em suas versões digitais, garantindo acessibilidade tanto para pessoas surdas quanto para pessoas cegas ou com baixa visão.O catálogo ilustrado do projeto será publicado em versão digital acessível, compatível com leitores de tela (NVDA e DOSVOX), e contará com descrição de todas as imagens e gráficos. Também está prevista a produção de exemplares em Braille para envio a bibliotecas públicas, centros culturais e instituições voltadas à acessibilidade e inclusão.Durante as atividades presenciais, poderão ser realizadas visitas sensoriais guiadas e ensaios abertos acessíveis, nos quais pessoas com deficiência visual poderão tocar instrumentos, reconhecer o espaço físico e compreender a dinâmica das apresentações antes dos eventos, proporcionando uma experiência imersiva e respeitosa.As ações educativas e de formação contemplarão momentos de diálogo e sensibilização sobre acessibilidade cultural, voltados a instrutores, profissionais da saúde e participantes, fortalecendo uma cultura de respeito, empatia e equidade no ambiente artístico.Todas as medidas de acessibilidade física e de conteúdo serão supervisionadas pela coordenação técnica e administrativa do projeto, com apoio dos coordenadores locais e das equipes das UBSs, garantindo que os padrões de inclusão sejam observados de forma contínua e coerente em todas as etapas do cronograma. Por meio dessas ações integradas, o Dança SUS – Expansão Nacional: Edições RS e SP reafirma seu compromisso com a acessibilidade como direito cultural e princípio de cidadania, assegurando que todas as pessoas com ou sem deficiência possam usufruir, compreender e participar das experiências artísticas do projeto em condições plenas de igualdade, autonomia e dignidade

Democratização do acesso

O Dança SUS – Expansão Nacional: Edições RS e SP foi concebido com base na premissa de que o acesso à arte e à cultura é um direito social fundamental, e que tais experiências, quando oferecidas de forma gratuita, acessível e descentralizada, possuem o poder de transformar realidades individuais e coletivas. A democratização do acesso constitui, portanto, um dos pilares centrais do projeto, orientando todas as etapas de planejamento, execução e difusão dos produtos culturais.Todas as atividades do projeto serão integralmente gratuitas, sem qualquer cobrança de ingresso, taxa de inscrição ou contribuição financeira dos participantes. As oficinas de dança realizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) serão destinadas a profissionais da saúde e usuários do SUS com 50 anos ou mais, promovendo a inclusão de diferentes faixas etárias, contextos sociais e níveis de experiência. Essas oficinas ocorrerão dentro dos próprios espaços públicos de saúde, locais já integrados ao cotidiano das populações atendidas, o que garante maior adesão e participação espontânea. Por meio de uma metodologia acolhedora, interativa e participativa, o projeto transforma o acesso cultural em uma prática cotidiana de autocuidado, convivência e valorização da vida, tornando a arte um componente natural do bem-estar físico e emocional.Além das atividades regulares nas UBSs, o projeto realizará ações públicas abertas à comunidade, como aulões temáticos, apresentações comemorativas e o Festival Dança SUS em cada município participante. Esses eventos ocorrerão em praças, ginásios e centros culturais públicos, sempre com entrada franca e comunicação acessível. Cada festival reunirá apresentações das turmas das UBSs, grupos artísticos locais e artistas convidados de projeção nacional, como forma de promover intercâmbio cultural, formação de público e valorização das produções regionais. Tais eventos cumprem também papel educativo, estimulando a apreciação da dança como linguagem artística, pedagógica e de saúde coletiva.A difusão digital constitui outra dimensão essencial da democratização de acesso. Todo o material audiovisual do projeto incluindo vídeos, entrevistas, registros de oficinas, bastidores e apresentações será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais oficiais e no site institucional do Dança SUS. Esse conteúdo será produzido com legendagem descritiva e recursos de acessibilidade, permitindo que pessoas com deficiência auditiva ou visual também possam acompanhar as atividades. Além de difundir os resultados, as plataformas digitais funcionarão como ferramentas de interação e formação de público, permitindo o compartilhamento de experiências, depoimentos e práticas inspiradoras oriundas das comunidades participantes. Com isso, o alcance das ações se expande para além dos municípios atendidos presencialmente, criando uma rede de comunicação e pertencimento em escala nacional.O projeto prevê ainda o estímulo à participação de artistas e grupos locais em todos os eventos, fortalecendo a produção cultural de base comunitária e estimulando a criação de redes regionais de colaboração. Os instrutores e coordenadores locais das UBSs serão agentes multiplicadores, promovendo a continuidade das ações culturais após o encerramento do ciclo do projeto e incentivando novas iniciativas independentes.Outra dimensão da democratização de acesso se dá por meio do envolvimento direto de públicos diversos, especialmente mulheres, pessoas negras, idosos e profissionais da saúde, que se tornam protagonistas das ações artísticas. A presença ativa dessas pessoas nos espaços culturais rompe barreiras simbólicas de exclusão e reforça o papel da cultura como campo de equidade, cidadania e inclusão social.Todos os produtos resultantes como o documentário audiovisual de 40 minutos e o catálogo ilustrado de 50 páginas serão distribuídos gratuitamente em formato digital, garantindo o acesso público ao conteúdo metodológico e artístico do projeto. Esses materiais também poderão ser encaminhados, em versão física, a bibliotecas públicas, secretarias de cultura e instituições parceiras, fortalecendo o intercâmbio cultural e o caráter formativo da iniciativa.Com essas ações, o Dança SUS – Expansão Nacional: Edições RS e SP reafirma seu compromisso com a democratização da cultura e com a ampliação do acesso à arte como instrumento de transformação social. Mais do que promover o acesso físico, o projeto constrói pontes simbólicas e afetivas entre cultura, saúde e cidadania, traduzindo, por meio da dança, a missão de “cuidar de quem cuida” e transformar o cuidado em um ato coletivo de arte, pertencimento e inclusão.

Ficha técnica

DIRIGENTE / PROPONENTE: DIOGO SILVA DE OLIVEIRA Idealizador e diretor artístico do Projeto Dança SUS – Cuidar de Quem Cuida, metodologia que integra arte, saúde e convivência social. No projeto Dança SUS – Expansão Nacional: Edições RS e SP, exerce as funções de coordenação geral, direção artística e supervisão pedagógica, sendo responsável pela condução técnica, metodológica e institucional. Suas atribuições incluem o planejamento e acompanhamento das oficinas, orientação de instrutores, coordenação de eventos, supervisão dos produtos de difusão e articulação com Secretarias de Saúde e Cultura. Também acompanha a gestão administrativa, financeira e logística, supervisiona equipes técnicas e representa o projeto perante órgãos públicos e patrocinadores. Atua nas etapas de pré, execução e pós-produção, ministrando oficinas e vivências artísticas. Bailarino, coreógrafo e produtor cultural com 21 anos de experiência, iniciou em 2004 no projeto Piratas de Rua. É fundador do Dança SUS, contemplado pela Lei Paulo Gustavo (2023) e Edital PNAB (2024). Recebeu o Prêmio Destaque Cultural do Ano (2024) e foi eleito Melhor Professor de Dança de Pelotas, acumulando mais de 200 prêmios em festivais nacionais. Também criou o projeto ABC do Hip Hop e o evento Resenha da Bachata, voltados à inclusão e formação cultural. Diretor da empresa Letra & Passo – Gestão e Produção Sociocultural, atua como instrutor de danças urbanas e de salão, com forte engajamento social e integração entre cultura, saúde e educação. GESTORA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA – GRACIELE BANDEIRA Gestora administrativa e financeira com ampla experiência em planejamento e execução de projetos culturais e sociais nos estados do RS, SC e SP. Atua na gestão de rubricas, planilhas, pagamentos e prestações de contas conforme a Lei Rouanet e editais públicos. É sócia da Letra & Passo – Gestão e Produção Sociocultural, responsável pela estruturação de fluxos financeiros, contratação de equipes e relatórios técnicos, com foco em transparência, eficiência e sustentabilidade. PADRINHO E COORDENADOR DA EXPANSÃO – SÃO PAULO: MÁRIO DIEGO DE SOUSA MAIA Conhecido como Diego Maia, é dançarino, coreógrafo e gestor cultural com mais de 20 anos de trajetória. Campeão do Dança dos Famosos 2024 (Rede Globo), Campeão Sul-Americano de Bachata, 7x Campeão Brasileiro de Dança de Salão, Bicampeão de Salsa e Bachata. Diretor da Soul Art Estúdio de Dança (SP), atua na formação de novos talentos e na articulação de parcerias culturais. É Coordenador da Expansão e Padrinho Oficial do Dança SUS, responsável pela curadoria artística e expansão nacional do projeto. COORDENAÇÃO TÉCNICA E PROFESSORA TITULAR – LETÍCIA DUVAL CORRÊA Profissional do movimento (CREF 034587-G/RS), criadora do método Fregeleh, que integra ritmos e exercícios para saúde e bem-estar. Coordena e ministra oficinas no Projeto Dança SUS, unindo arte, movimento e qualidade de vida. ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO E PROFESSORA TITULAR – ANDRESSA REIS LEMOS Acadêmica de Educação Física (UFPel), atua na promoção da saúde e bem-estar por meio da dança. É professora titular e integra a equipe de comunicação, responsável pelo registro e divulgação institucional das ações do projeto. COORDENADORA LOCAL – CANDIOTA: NAIANE RIBEIRO Formada em Dança (UFPel) e Mestre em Memória Social, é pesquisadora das Danças Negras e fundadora do NR Studio de Danças. Premiada com o Prêmio Mestra Sirley Amaro (2022), coordena o núcleo de Candiota e promove inclusão e valorização da identidade afro-brasileira. COORDENADORA LOCAL – RIO GRANDE: ANA MARIA AMARAL Psicopedagoga e graduanda em Educação Física, com 20 anos de trajetória na dança. Representou Rio Grande como Rainha do Carnaval e Imperatriz do Estado do RS. Coordena o Núcleo Infantil de Dança do Bairro Getúlio Vargas, promovendo oficinas e ações culturais voltadas ao desenvolvimento social e artístico. COORDENADOR LOCAL – CAÇAPAVA DO SUL: ALESSANDRO DIAS Atua na dança desde 2002, com ampla experiência em danças urbanas. Trabalhou em projetos como Escola Aberta e CRAS, ministrando aulas em escolas e instituições sociais. Atua como instrutor, coreógrafo e educador social, promovendo o acesso à arte e à cultura. COORDENADORA LOCAL – BAGÉ: THAYNÁ GONÇALVES RODRIGUES Acadêmica de Educação Física, atua há mais de 15 anos na dança, com experiência em danças urbanas, populares e estilo livre. Ministra oficinas de ritmos e hip hop dance, fortalecendo a expressão artística e inclusão social na Campanha Gaúcha. ASSESSOR JURIDICO - DANIEL NUNES GARCIA Advogado (UCPel), pós-graduado em Direito Penal, com 15 anos de experiência nas áreas Cível, Trabalhista e Previdenciária. Integra a equipe da Letra & Passo, prestando assessoria jurídica e contratual a projetos. (OAB/RS 83.307) ASSESSORIA CONTÁBIL – INAJARA LUCAS CARVALHO Contadora e pós-graduada em Direito Tributário, com 13 anos de experiência em contabilidade e planejamento fiscal. Responsável pela assessoria contábil e suporte à prestação de contas do projeto, assegurando transparência e conformidade. (CRC/RS 099916/O-2

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.