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O projeto oferece Oficinas de Artes Cênicas e Música conduzidos por profissionais do Circo Guará, atendendo 100 participantes de todas as idades em situação de vulnerabilidade social. As atividades incluem aulas de palhaçaria, circo (perna de pau, malabarismo e acrobacia de solo) e música, além de workshops sobre cultura afro-brasileira, corpo indígena, cultura popular, pedagogia do caos (narrativas LGBTQIAPN+), produção cultural, Libras e gestão de carreira e palestras sobre diversidade, sustentabilidade, inclusão e igualdade racial, resultando na montagem e apresentação de um espetáculo inédito. Como contrapartida o projeto promoverá vivências em escolas públicas e instituições de acessibilidade, através de oficinas circenses. Todas as ações ocorrerão no bairro de Pedra de Guaratiba, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Oficinas:Formato: 08 meses / ciclo semanal.Carga Horária Total: 480 horas/aula.Objetivo: Ampliar a formação artística, técnica e circense dos participantes. Perna de Pau – Gabrielli Vitterbo Brasil LimaA oficina de perna de pau visa ensinar e aperfeiçoar técnicas de deslocamento e acrobacia, explorando diferentes ambientes do contexto urbano. A prática, desenvolvida de forma segura e lúdica, estimula coordenação motora, consciência corporal, percepção espacial e confiança. As aulas abrangem marcha consciente, subidas e descidas, acrobacias, saltos e técnicas avançadas, adaptadas ao nível de cada turma.Malabarismo – Luis Fernando Azevedo A oficina de malabarismo propõe a manipulação de objetos como ferramenta para desenvolver coordenação motora, raciocínio lógico e criatividade. A prática dialoga com conceitos de matemática e física, explorando rapidez, aceleração, resistência e gravidade. Estimula também o trabalho em equipe e a imaginação de forma lúdica.Acrobacia de Solo – Alexandre de SouzaA oficina de acrobacia de solo combina exercícios físicos e jogos para introduzir os participantes às técnicas acrobáticas e à portagem coletiva. A prática fortalece todo o corpo, desenvolvendo força, flexibilidade, coordenação motora e resistência, além de incentivar autoestima, autoconhecimento e superação de desafios.Palhaçaria – Hislany Midon Pereira de MoraisA oficina de palhaçaria desperta a expressividade criativa por meio de jogos cênicos, exercícios corporais e técnicas específicas da linguagem do palhaço. O espaço valoriza a autenticidade, a comunicação com o público, a autoconfiança e a ludicidade.Música – Pedro Ivo da Silva Ferreira A oficina de música será voltada para a percussão, explorando ritmos populares brasileiros e elementos da musicalidade coletiva. A prática estimula coordenação, escuta, integração em grupo e criatividade, fortalecendo o diálogo entre corpo, som e movimento no processo artístico.Workshops:Formato: 7 mesesCarga Horária Total: 14 horas/aula.Objetivo: Ampliar a formação artística, técnica e cidadã dos aprendizes, a partir da economia criativa, saberes tradicionais e contemporâneos.Cultura Popular – Maria da Conceição Carlos de Miranda Vivência sobre manifestações culturais brasileiras como Carimbó, Coco, Samba de Roda, Boi-Bumbá, Frevo e Maracatu, explorando suas histórias, músicas e danças, fortalecendo a valorização do patrimônio cultural imaterial.Cultura Afro-Brasileira – Fábio Silva da Costa O workshop reconhece o corpo como território sagrado de manifestação espiritual, com movimentos inspirados em religiões de matriz africana (Candomblé e Umbanda), promovendo reconexão entre espiritualidade, dança e música.Cultura Indígena – José Wilhame Ppinto Araújo (Cacique Urutau Guajajara - Aldeia Maracanã) Vivência imersiva que aborda saberes ancestrais, cânticos sagrados, práticas tradicionais e reflexões contemporâneas sobre luta territorial, preservação cultural e direitos indígenas. Realizada na Aldeia Maracanã, em consonância com a Lei 11.645/08.Pedagogia do Caos: Narrativas LGBTQIAP+ – Lírio do Pará Processo investigativo e criativo voltado a corpos dissidentes, propondo ruptura de normas e valorização de narrativas LGBTQIAP+. A oficina promove troca, reflexão e experimentação, reafirmando a arte como espaço de resistência e transformação.Produção Cultural na Periferia – Alfredo Silva Barcelos Reflexão sobre os desafios e estratégias da produção cultural periférica, explorando os “corres” como mecanismos de resistência e inovação, e fortalecendo a economia criativa nas comunidades.Libras – Diana Dantas Introdução à Língua Brasileira de Sinais, promovendo acessibilidade comunicacional, respeito à cultura surda e incentivo à construção de ambientes inclusivos e diversos.Gestão de Carreira – Gabrielli Vitterbo Capacitação em posicionamento no mercado cultural, gestão de carreira, figurino e maquiagem, fortalecendo a autonomia artística e profissional dos aprendizes.Palestra – Temas: diversidade, sustentabilidade, inclusão e igualdade racial.
OBJETIVO GERAL:O objetivo geral do projeto é formar 100 crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade social, promovendo o acesso democrático às artes do circo, da palhaçaria e da música. A proposta visa formar não apenas artistas, mas cidadãos críticos e autônomos, capazes de ressignificar suas realidades, fortalecer vínculos comunitários e assumir um papel de protagonismo em seus territórios. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Realização de 01 Oficina de Palhaçaria, pelo período de 08 meses, para 20 pessoas, com carga horária de 12 horas/aulas mensais, totalizando 96 horas/aulas;- Realização de 01 Oficina de Circo (modalidade perna de pau), pelo período de 08 meses, para 20 pessoas, com carga horária de 12 horas/aulas mensais, totalizando 96 horas/aulas;- Realização de 01 Oficina de Circo (modalidade malabarismo), pelo período de 08 meses, para 20 pessoas, com carga horária de 12 horas/aulas mensais, totalizando 96 horas/aulas;- Realização de 01 Oficina de Circo (modalidade acrobacia de solo), pelo período de 08 meses, para 20 pessoas, com carga horária de 12 horas/aulas mensais, totalizando 96 horas/aulas;- Realização de 01 Oficina de Música, pelo período de 08 meses, para 20 pessoas, com carga horária de 12 horas/aulas mensais, totalizando 96 horas/aulas;- Realização de 01 Workshop sobre cultura afro-brasileira, pelo período de 01 dia, para 100 pessoas, com carga horária de 02 horas/aulas, totalizando 02 horas/aulas;- Realização de 01 Workshop sobre corpo indígena, pelo período de 01 dia, para 100 pessoas, com carga horária de 02 horas/aulas, totalizando 02 horas/aulas;- Realização de 01 Workshop sobre cultura popular, pelo período de 01 dia, para 100 pessoas, com carga horária de 02 horas/aulas, totalizando 02 horas/aulas;- Realização de 01 Workshop sobre pedagogia do caos (narrativas LGBTQINAP+), pelo período de 01 dia, para 100 pessoas, com carga horária de 02 horas/aulas, totalizando 02 horas/aulas;- Realização de 01 Workshop sobre produção cultural, pelo período de 01 dia, para 100 pessoas, com carga horária de 02 horas/aulas, totalizando 02 horas/aulas;- Realização de 01 Workshop sobre libras, pelo período de 01 dia, para 100 pessoas, com carga horária de 02 horas/aulas, totalizando 02 horas/aulas;- Realização de 01 Workshop sobre gestão de carreira, pelo período de 01 dia, para 100 pessoas, com carga horária de 02 horas/aulas, totalizando 02 horas/aulas;- Realização de 01 Palestra, pelo período de 01 dia com duração de 3 horas, aberta à comunidade, com estimativa de 500 participantes, abordando diversidade, sustentabilidade, inclusão e igualdade racial;- Realização da montagem de um espetáculo circense inédito com a participação dos 100 alunos, duração de 60 minutos;- Realização de 02 Ensaios Abertos da Apresentação Artística Final, com duração de 50 minutos cada, abertos à comunidade, com estimativa de 500 pessoas; - Realização de 01 Apresentação Artística Final, com duração de 50 minutos, aberta à comunidade, com público estimado em 500 pessoas.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL . 02 (duas) vivências circenses com duração de 60 minutos cada, que consiste na realização de oficinas de perna de pau voltadas para alunos da rede pública de ensino de Pedra de Guaratiba (Rio de Janeiro/RJ), na faixa etária de 06 a 18 a anos, beneficiando um total de 400 alunos; . 02 (duas) vivências sensoriais circenses com duração de 60 minutos cada, que consiste na realização de intervenção artística de palhaçaria e bolhas de sabão gigantes voltadas para pessoas de todas as idades que frequentam instituições de acessibilidade em Pedra de Guaratiba (Rio de Janeiro/RJ), beneficiando um total de 600 pessoas. Total de público atendido pelas contrapartidas: 1.000 pessoas. OBJETIVOS COMPLEMENTARES:Ampliar o acesso ao projeto e disseminação da palhaçaria, do circo, e da música, com capacidade de incentivar o engajamento do público e valorizando a cultura e os artistas locais; Implementar estratégias de comunicação, incluindo divulgação online e tradicional, com contratação de equipe especializada, no intuito de promover o projeto; Registrar o projeto como memória cultural de Pedra de Guaratiba, documentando suas atividades, enfatizando a relevância de projetos culturais voltados para o público de todas as idades que vivem em vulnerabilidade social, em região descentralizada.
A população de Guaratiba desempenha papel estratégico no desenvolvimento cultural do Rio de Janeiro. Apesar de ser uma das regiões mais populosas, carece de políticas públicas descentralizadas que garantam acesso à cultura. Ao mesmo tempo, Guaratiba preserva saberes caiçaras, afro-indígenas e tradições comunitárias, manifestos na fauna, flora, artesanato, pesca, religiosidade e expressão musical, configurando o território como estratégico para a valorização e difusão da cultura localO Circo Guará nasce como resposta à histórica exclusão cultural das periferias cariocas. Sua idealizadora, Gabrielli Vitterbo, mulher afro-indígena do povo Puri, cresceu distante das oportunidades artísticas. Somente aos 27 anos iniciou sua formação em circo, enfrentando longos deslocamentos e barreiras financeiras. Dessa experiência, Gabrielli transformou sua trajetória em ação coletiva, criando um projeto que democratiza o acesso às artes circenses no território em que nasceu.Fundado em 2018, na Escola Municipal Narcisa Amália, o Circo Guará já beneficiou mais de 3 mil pessoas e se consolida como espaço de formação, inclusão e cidadania. Reconhecido como Ponto de Cultura e premiado pelo programa Cultura Popular e Urbana (2024), promove o circo como ferramenta de transformação social e fortalecimento comunitário. Atua em escolas, palcos e espaços culturais como o Circo Marcos Frota, Arena Carioca Abelardo Barbosa e Teatro Dulcina, reforçando sua vocação de unir arte, território e protagonismo social.O projeto contribui para os ODS da ONU, em especial: ODS 4 _ Educação de Qualidade, oferecendo formação gratuita em artes circenses; ODS 3 _ Saúde e Bem-Estar, promovendo autoestima e socialização; ODS 10 _ Redução das Desigualdades, garantindo inclusão de mulheres, negros, indígenas, pessoas com deficiência e LGBTQIAP+; ODS 8 _ Trabalho Decente e Crescimento Econômico, ao profissionalizar artistas na economia criativa; ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis, fortalecendo identidades periféricas; ODS 12 _ Consumo e Produção Responsáveis, integrando práticas ambientais; ODS 16 _ Sociedades Pacíficas e Inclusivas e ODS 17 _ Parcerias, fortalecendo redes com escolas, mestres populares e instituições culturais.A metodologia do Circo Guará articula educação, cultura e arte, integrando ancestralidade, diversidade e ecologia. O objetivo é formar cidadãos críticos e autônomos, capazes de ressignificar suas realidades, fortalecer vínculos comunitários e assumir protagonismo em seus territórios. As atividades abertas promovem memória social, intercâmbio de experiências, descoberta de talentos e valorização da arte como ferramenta de inclusão e cidadania, fortalecendo a cena cultural da Zona Oeste e consolidando comunidades participativas e conscientes de sua identidade.Os resultados de 2024 evidenciam o compromisso com representatividade e inclusão: 72,82% das vagas destinadas a mulheres; 40,6% por políticas afirmativas; 47,7% participantes LGBTQIAP+; 50% negros ou afrodescendentes; 2,3% indígenas.A participação da equipe pedagógica, técnica e de produção no Programa de Capacitação em Acessibilidade, Comunicação Inclusiva, Inclusão, Letramento Racial, Gênero e Sexualidade justifica-se pela necessidade de aperfeiçoar as competências profissionais envolvidas no projeto, garantindo conformidade com as diretrizes de acessibilidade, equidade e diversidade. Essa ação formativa visa fortalecer a qualificação técnica e ética da equipe, assegurando que as práticas educativas e artísticas desenvolvidas estejam alinhadas aos princípios de inclusão social, igualdade de gênero e valorização da diversidade étnico-racial. O projeto conta com uma Agente de Inclusão, que acompanha educadores e aprendizes, garantindo processos pedagógicos sejam acessíveis contribuindo para socialização e construção coletiva do conhecimento. Ela também contribui para a criação de cenas inclusivas e coordena a Sala de Acolhimento, espaço de recepção cuidadosa e inclusiva para o público nos dias da Roda de Conversa e da Apresentação Artística Final.O projeto está em total conformidade com a Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91), enquadrando-se nos incisos do Art. 1º:● Inciso I: criação, produção e divulgação de obras artísticas e culturais por cursos, workshops e eventos;● Inciso II: formação de artistas e técnicos em diversas áreas;● Inciso III: preservação do patrimônio cultural, valorizando e difundindo a cultura local e nacional.Atende ainda aos objetivos do Art. 3º, promovendo incentivo à formação artística e cultural por meio de cursos, oficinas e vivências, democratizando o acesso à cultura, fortalecendo a produção local e reduzindo desigualdades.Dessa forma, o Circo Guará se apresenta como agente transformador, capaz de unir arte, educação, diversidade e sustentabilidade, promovendo comunidades mais justas, inclusivas e resilientes, consolidando a Zona Oeste do Rio de Janeiro como polo de cultura e cidadania.
OFICINA . Dias da semana: segunda a sexta. Horário(s): 18h às 21h. Nº de vagas: 100PERNA DE PAU Dias da semana: segunda . Horário(s): 18h às 21h . Nº de vagas: 20 MALABARISMO Dias da semana: terça . Horário(s): 18h às 21h . Nº de vagas: 20 ACROBACIA DE SOLO Dias da semana: quarta . Horário(s): 18h às 21h . Nº de vagas: 20 MÚSICA Dias da semana: quinta . Horário(s): 18h às 21h . Nº de vagas: 20 PALHAÇARIA Dias da semana: sexta . Horário(s): 18h às 21h . Nº de vagas: 20 WORKSHOP . Dias da semana: Última segunda-feira do mês . Horário(s): 19h às 21h. Nº de vagas: 100CULTURA INDÍGENA Dias da semana: segunda . Horário(s): 19h às 21h . Nº de vagas: 100 CULTURA AFRO-BRASILEIRA Dias da semana: segunda . Horário(s): 19h às 21h . Nº de vagas: 100 CULTURA POPULAR Dias da semana: segunda . Horário(s): 19h às 21h . Nº de vagas: 100 LIBRAS Dias da semana: segunda . Horário(s): 19h às 21h . Nº de vagas: 100 PRODUÇÃO CULTURAL Dias da semana: segunda . Horário(s): 19h às 21h . Nº de vagas: 100 GESTÃO DE CARREIRA Dias da semana: segunda . Horário(s): 19h às 21h . Nº de vagas: 100 PEDAGOGIA DO CAOS (NARRATIVAS LGBTQIAPN+) Dias da semana: segunda . Horário(s): 19h às 21h . Nº de vagas: 100VIVÊNCIA CIRCENSES EM ESCOLAS PÚBLICAS Colégio Hebe Camargo. Dias da semana: segunda . Horário(s): 10h às 12h. Nº de vagas: 200Colégio Estadual Deborah Mendes de MoraesDias da semana: segunda . Horário(s): 13h às 15h . Nº de vagas: 200VIVÊNCIAS SENSORIAIS CIRCENSES EM INSTITUIÇÕES DE ACESSIBILIDADE Obra Social Dona Meca (OSDM). Dias da semana: segunda . Horário(s): 10h às 12h. Nº de vagas: 300Interagindo Espaço do Desenvolvimento Dias da semana: segunda . Horário(s): 13h às 15h . Nº de vagas: 300RODA DE CONVERSA . Dias da semana: sábado . Horário(s): 15h às 17h. Nº de vagas: 500APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA FINAL . Dias da semana: sábado . Horário(s): 15h às 17h. Nº de vagas: 500
O Circo Guará é um projeto comprometido com a inclusão plena, garantindo que todas as pessoas independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas tenham acesso às atividades propostas. Para isso, serão implementadas ações em diferentes dimensões:Acessibilidade Arquitetônica:Os espaços de realização do projeto contam com infraestrutura adaptada para assegurar mobilidade, segurança e conforto, incluindo:● Rampas de acesso e corrimãos em pontos estratégicos.● Espaços reservados para cadeirantes.● Banheiros acessíveis.● Áreas de circulação livres de obstáculos.● Assentos prioritários para cadeirantes, idosos e pessoas com obesidade. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva:Para garantir a participação plena de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, o projeto contará com:● Intérprete de Libras e legendas em todos os vídeos institucionais, garantindo acessibilidade completa.● Intérprete de Libras presente na palestra e na apresentação artística final, assegurando cuidado, escuta e inclusão do público.● Programa de capacitação para equipe pedagógica, técnica e de produção em comunicação inclusiva com pessoas surdas.● Inclusão do curso de Libras no workshop para os aprendizes.● Acompanhamento contínuo da Agente de Inclusão, garantindo metodologias acessíveis, acolhimento e apoio individualizado aos aprendizes durante todas as oficinas.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual:Para que pessoas cegas ou com baixa visão tenham uma experiência completa, serão oferecidas:● Audiodescrição na apresentação artística final, garantindo acessibilidade completa.● Vídeos institucionais acessíveis.● Programa de capacitação para equipe pedagógica, técnica e de produção em comunicação inclusiva com pessoas cegas ou com baixa visão.● Acompanhamento contínuo da Agente de Inclusão, garantindo metodologias acessíveis, acolhimento e apoio individualizado aos aprendizes durante todas as oficinas. Acessibilidade Atitudinal:Além das adaptações físicas e tecnológicas, o Circo Guará compromete-se a eliminar barreiras comportamentais e promover uma cultura inclusiva, por meio de:● Programa de capacitação para equipe pedagógica, técnica e de produção em acessibilidade e inclusão. ● Acompanhamento contínuo da Agente de Inclusão durante aulas e processos criativos, garantindo que a apresentação final seja inclusiva tanto para os aprendizes quanto para o público.● Disponibilização da Sala de Acolhimento na palestra e na apresentação artística final, com cuidado, escuta e acessibilidade, acompanhada pela Agente de Inclusão.● Inserção do tema “Inclusão: Construindo Espaços Acessíveis e Diversos” na palestra aberta ao público, promovendo reflexão comunitária sobre práticas inclusivas. Divulgação Acessível:A comunicação do projeto seguirá princípios de acessibilidade, assegurando que todas as pessoas tenham acesso às informações, por meio de:● Produção de vídeos institucionais com audiodescrição, legendas e tradução em Libras.● Materiais impressos e digitais em fonte ampliada e linguagem simples.● Uso de linguagem clara, inclusiva e acessível em todas as ações de divulgação.● Vivências sensoriais circenses ações presenciais em instituições de acessibilidade, ampliando o alcance e garantindo acesso equitativo à informação.
O projeto possui todas as suas previsões de execução realizadas em total conformidade com a legislação vigente, garantindo assim uma execução democrática e em completo alinhamento aos preceitos da Lei Federal de incentivo à Cultura. Assim, em atendimento a IN 01/2023, o projeto prevê medidas e estratégias que visam democratizar amplamente o acesso, tais como: . Prioridade para crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos que vivem em situação de vulnerabilidade social, priorizando pessoas de baixa renda, comunidades carentes e grupos minoritários;. Estabelecer parcerias com empresas e instituições para oferecer acesso ao curso sobre acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência, ampliando o alcance geográfico e democratizando o acesso ao conhecimento;. Criar uma biblioteca virtual com livros, artigos e vídeos sobre artes cênicas e música, disponível gratuitamente para o público;. Oferecer 02 (dois) ensaios abertos da apresentação artística final para que o público possa acompanhar o processo criativo dos aprendizes;. Transmitir ao vivo as apresentações do produto final, ampliando o alcance e permitindo que pessoas de diferentes localidades tenham acesso ao conteúdo;. Desenvolver um programa de formação de público para escolas e instituições de acessibilidade, com o objetivo de incentivar o interesse pela arte e cultura.1. OFICINAS (PRODUTO PRINCIPAL) I – Oferecer 10% (dez por cento) de vagas para pessoas pretas; II - Oferecer 10% (dez por cento) de vagas para pessoas indígenas;III – Oferecer 10% (dez por cento) de vagas para pessoas PCD’s; IV – Oferecer 10% (dez por cento) de vagas para pessoas LGBTQIAPN+;V - Oferecer 60% (sessenta por cento) de vagas para o público em geral.Dessa maneira, o projeto dá cumprimento, de maneira integral a todas as previsões aos Arts. 27 e 28 da IN MINC 01.2023 com um plano de em acordo com as previsões da Lei Federal. O plano visa beneficiar um público estimado em 2.600 pessoas, sendo 100 aprendizes nos cursos formativos e nos workshops, 500 pessoas nas rodas de conversa, 400 pessoas nas vivências circenses em escolas (contrapartida social), 600 pessoas nas vivências sensoriais circenses realizadas em instituições de acessibilidade (formação de público), 500 pessoas nos ensaios abertos e 500 pessoas na apresentação artística final. 2. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Em acordo com o artigo 30 da IN MINC 01.2023, a empresa proponente se compromete a oferecer gratuitamente, a título de contrapartida social, as seguintes atividades:. 02 (duas) vivências circenses de 120 minutos que consiste na realização de oficinas de perna de pau voltadas para alunos da rede pública de ensino de Pedra de Guaratiba (Rio de Janeiro/RJ), na faixa etária de 06 a 18 a anos, beneficiando um total de 400 alunos; . 02 (duas) vivências sensoriais circenses com duração de 60 minutos que consiste na realização de intervenção artística de palhaçaria e bolhas de sabão gigantes voltadas para pessoas de todas as idades que frequentam instituições de acessibilidade em Pedra de Guaratiba (Rio de Janeiro/RJ), beneficiando um total de 600 pessoas.
GABRIELLI VITTERBO BRASIL LIMA – Diretora e Oficineira (Perna de Pau e Gestão de carreira) Afro-indígena do povo Puri em contexto urbano, multiartista, produtora cultural, arte-educadora e mãe. É fundadora e coordenadora do Circo Guará, reconhecido como Ponto de Cultura e premiado pelo programa Cultura Popular e Urbana (2024), onde atua na Zona Oeste do Rio de Janeiro promovendo a arte circense como ferramenta de transformação social. Iniciou sua trajetória em 2015, na palhaçaria em projetos sociais, e em 2018 consolidou-se com a criação do Circo Escola, levando o circo a espaços educativos e culturais. Seu trabalho já foi reconhecido na XXXV Mostra Municipal de Dança (2019) e apresentado em palcos como o Circo Marcos Frota, a Arena Carioca Abelardo Barbosa e o Teatro Dulcina. Atuou ainda como educadora social nos projetos Se Essa Rua Fosse Minha e Fundação Angélica Goulart. Em 2024, dirigiu o espetáculo de conclusão do Circo Guará, Mangue Marginal: O Centro da Cidade é Aqui! e, atualmente, desenvolve seu solo Raízes em Movimento.LÍRIO MOURA DA SILVA - Coordenadora de Projeto, Oficineira (Pedagogia do Caos – Narrativas LGBTQIAP+) e Palestrante (Narrativas LGBTQIAP+: Arte, Corpos e Resistência). Artista-produtora não-binária, paraense, iniciou suas atividades em produção cultural em 2014 e desde lá vem se formando na área de gestão, produzindo e pesquisando com foco em produções culturais para e com o público LGBTQIA+. Foi premiade em 2018 com o projeto LGBT+ “ANDRÓGINO”, no edital SEIVA de Belém PA, em 2020 na modalidade I da Lei Aldir Blanc de SP com um projeto sobre Não Binariedade e em 2021 no PROAC LGBT e em 2023 no PROAC LGBT. LUIZA DOMINGOS BRITO - Produtora executivaComunicadora, produtora cultural, pernalta e palhaça. Formanda em Comunicação Social – Relações Públicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Atua na gestão cultural da Guará Produções, onde gerencia projetos voltados ao circo social, bem como eventos que exploram a linguagem teatral e circense. TIAGO DE ARAÚJO SILVA - Assistente de Produção Tem formação superior tecnólogo em comunicação institucional. Atuou em alguns projetos como Jovem Mobilizador da rede não Bata eduque, movimento social brasileiro, projeto Incidência politica e participação - Ipp, parlamennto juvenil - Alerj, Jovem promotor de saúde - Rap da saúde / Sms, produção e organização do movimento praça dos direitos dos direitos ocupação praça pública, formação em produção cultural no projeto cor da pedra, produtor no Festival agita Fundação Angelica Goulart e Flig ( Feira literária Das Guaratibas). JULIANA PORTELLAS - Assessoria de Imprensa Juliana Portella é bacharel em Jornalismo (UFRRJ), assessora de imprensa e consultora de comunicação e branding, líder de projetos audiovisuais, educadora e pesquisadora do Núcleo de Estudos sobre Periferias (NEsPE/UERJ). Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação. Realizadora audiovisual. Sócia-Diretora da empresa Iroko Produtora e Assessoria http://lattes.cnpq.br/4600407418762957. site: https://www.julianaportella.com/ www.irokoprodutora.comALEXANDRE DE SOUZA - Oficineiro (Acrobacia de solo) Formado pela Escola Nacional de Circo, possui vasta experiência como professor, diretor e artista. Atuou em projetos renomados como Se Essa RUA Fosse Minha, Intrépida Trupe e Circo Crescer e Viver, além de trabalhos em teatro, televisão e parques de diversões mundialmente, incluindo EUROPA-PARK e GRÖNA LUND. Criador, escritor, figurinista e ARTISTA (1995-2004), dirigiu espetáculos para cruzeiros (2008-2010) e foi professor e coreógrafo do Grupo Cultural Afroreggae (2012-2017). HISLANY MIDON PEREIRA DE MORAIS - Oficineiro (Palhaçaria) Atriz, palhaça, empreendedora, mãe solo em tempo integral e capoeirista nas horas vagas. Criou a startup Paragadom Entretenimentos, prestadora de diversos tipos de serviços. Fundou a Trupe do Armandão.LUIS FERNANDO AZEVEDO – Oficineiro (Malabarismo) Renomado malabarista do Rio de Janeiro, cuja jornada no circo começou em 2003. Formando na Escola de Circo Crescer e Viver e Escola Nacional de Circo, além de participar de cursos e workshops com mestres renomados como Márcio Libar, Chacovatchi e Léo Bassi. PEDRO IVO DA SILVA FERREIRA - Oficineiro (Música) Percussionista geral e professor de música. Formado em licenciatura em música pelo Conservatório Brasileiro de Música, começou a trabalhar como músico antes mesmo da graduação. Atualmente é músico do Bloco do Sargento Pimenta, Cordão do Boitatá e ritmista da Mocidade Independente de Padre Miguel. INGRED MACIEL - Agente de Inclusão e Palestrante (Inclusão: Construindo Espaços Acessíveis e Diversos). Profissional de Educação Física e Psicomotricista no Modelo DIR/Floortime. Experiência na área terapêutica clínica, com foco em educação física inclusiva e A PSICOMOTRICIDADE relacional. Atua com crianças, jovens e adultos com transtornos do neurodesenvolvimento, além de pessoas com necessidades específicas, síndromes e pessoas com deficiência (PCDs). MARIA DA CONCEIÇÃO CARLOS DE MIRANDA – Oficineira (Cultura Popular) Sertaneja potiguar, mãe solo, multinstrumentista, atriz e Pernalta desde 2007. Bacharel e técnica em Dança pela Faculdade Angel Vianna em 2018. Participou de 2008 a 2011 com a Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades, atuando como atriz nos espetáculos Gigantes Pela Própria Natureza e Chegança do Almirante Negro na Pequena África. É co-fundadora do Coletivo Pernalta, criado em 2014, atuando nos espetáculos Bora Brincar, Manguari e Piatto Fatto, onde participou ativamente da concepção e preparação do elenco. FÁBIO SILVA DA COSTA - Oficineira (Cultura Afro-brasileira) Ator-bailarino-produtor cultural, formado nos diversos terreiros da vida: na casa onde cresceu no Amazonas, pelas ruas de Manaus e Rio de Janeiro, na UFRJ (formação acadêmica), na Cia. De Mystérios e Novidades, no terreiro Humpame Kuban Bewa Lemin.JOSÉ WILHAME PINTO ARAUJO (CACIQUE URUTAU GUAJAJARA) – Oficineiro (Cultura Indígena) Formado em Pedagogia pela UNESA, especialista em Educação Indígena pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Línguas Indígenas pela UFRJ. Possui mestrado em Linguística e Línguas Indígenas pelo Museu Nacional/UFRJ. Atualmente, é professor de Línguas e Cultura Tupi-Guarani na Universidade Indígena Aldeia Marakanã.ALFREDO SILVA BARCELOS - Oficineiro (Produção Cultural na Periferias)Graduado em Artes Cênicas pelo Centro de Artes de Laranjeiras e Publicidade e Propaganda – Universidade Estácio de Sá. Cursou Produção Cultural na Fundação Xuxa Meneghel em parceria com UFF. Tem especialização em Contrarregragem pela SPECTACULU – Escola de Arte e Tecnologia. Especialização em Produção e Organização de Eventos -Universidade Estácio de Sá. Especialização em Produção Cultural – Articulação, Comunicação e Mediação Cultural – Itaú Cultural. Também fez especialização no Curso de Extensão em Engenharia Cultural – UNIRIO. BRENO HENRIQUE SANTANA SILVA - Palestrante (Sustentabilidade Ancestral: Caminhos da Terra) Arte-educador e pesquisador originário indígena da UFRRJ aldeado na aldeia Maracanã com experiência em corpo-expressão e ritualística indígena como seus cantos tupinambás com marakás sagrados e rodas de conversa sobre a realidade contemporânea indígena.JESSÉ DA SILVA DANTAS - Palestrante (Negritude e Potência Cultural) Jessé da Silva Dantas, 40 anos conhecido como Jessé Andarilho. Cria de Antares, favela da Zona Oeste do Rio Janeiro, sua principal referência de vida e de autor. Antes de ser conhecido e reconhecido trabalhou em diversas atividades na favela. Em 2012 teve seu primeiro conto publicado na Festa Literária das Periferias - Flup. Autor dos Livros : Fiel (Ed. Objetiva) publicado em 2014, Efetivo Variável (Ed. Alfaguara) publicado em 2017 e autor do livro infantil Super Protetores (Leia para Uma Criança - Itaú).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.