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Montagem e apresentação do espetáculo teatral ‘’ A Bruxinha que era Boa’’ de Maria Clara Machado, com aproximadamente 70 apresentações no período de março à outubro de 2026 na cidade do Rio de Janeiro.
Ângela é uma bruxinha que sempre se atrapalha ao tentar fazer maldades, ao contrário de suas colegas da Escola de Bruxas. A bruxinha boa, vive sendo alvo de piadas e sendo excluída. Após tempos de estudos, chega o momento do grande teste das bruxas, a vencedora vai ganhar uma vassoura a jato e quem não passar, vai viver o resto da vida presa na Torre de Piche. Ângela não consegue disfarçar sua bondade, mas vai contar com a ajuda do novo amigo Pedrinho, um jovem lenhador com gostos bem parecidos com os dela, para tentar acabar com toda a maldade das demais. Todas querem ganhar a fabulosa vassourinha a jato. Sua nova amizade e seu jeito bonzinho não agradam o grande Bruxo Belzebu III, que promete prendê-la na Torre de Piche.
OBJETIVO: Montagem e apresentação do espetáculo teatral ‘’ A Bruxinha que era Boa’’ de Maria Clara Machado, com 70 apresentações no período de março à outubro de 2026 na cidade do Rio de Janeiro.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Apresentar o espetáculo, aos sábados e domingos, no período de oito meses, totalizando aproximadamente 70 apresentações no teatro O Tablado com capacidade de 145 lugares na cidade do Rio de Janeiro.- Alcançar pelo menos 9.000 pessoas com as sessões do espetáculo.- Honrar e propagar o legado de Maria Clara Machado, precursora do teatro infantil no Brasil, apresentando sua obra clássica "A Bruxinha Que Era Boa".- 1 sessão gratuita destida a estudantes da rede pública.- 1 Ensaio aberto com debates sobre dramaturgia infantil com o elenco e direção ao final do espetáculo.
Informamos que a apresentação do espetáculo "A Bruxinha que Era Boa" antede os incisos I, IV e IX do Artigo 1º.I contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Além disso ele se enquadra no Art. 3º atendendo os objetivos de II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Atendendo ainda a IN02/2025 - Das Contrapartidas Sociais II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Atenderemos atraves de palestra gratuita de professor de teatro após apresentação do espetáculo para alunos da rede pública de ensino.
Espetáculo Teatral “A Bruxinha que era Boa”Duração: 60 minutosTemporada: Serão 8 meses em cartaz, com apresentações todos os sábados e domingos.Previsão de PúblicoA previsão de público total para o projeto “A Bruxinha que Era Boa” é de 10.150 pessoas, considerando as 70 apresentações no local de 145 lugares por sessão.Desses, pelo menos 145 ingressos serão destinados gratuitamente a estudantes da rede pública de ensino, promovendo a inclusão e o acesso à cultura. E, também, teremos um ensaio aberto ao público, destinando mais 145 lugares. O público-alvo principal são crianças de 2 a 10 anos, acompanhadas de suas famílias. O projeto se destina especialmente a moradores do Rio de Janeiro. O objetivo é proporcionar uma experiência enriquecedora tanto para as crianças quanto para seus responsáveis, ao mesmo tempo em que se promove a reflexão sobre temas como valorização da bondade, respeito às diferenças, importânc da amizade, coragem de ser autêntico e reforço da ética.O cenário da peça é uma floresta, onde a natureza ganha vida. Com vinhas que se entrelaçam, flores grandes e cores vibrantes, cria-se um ambiente onde o real e o imaginário se misturam. As bruxas, com seus trajes exagerados e chamativos, parecem fazer parte desse ambiente, interagindo com os elementos naturais de forma quase mágica, como manipular vinhas ou conversar com flores.Para enriquecer ainda mais a experiência, a floresta conta com bonecos fantoches vivos que interagem diretamente com as bruxas. Esses fantoches, que podem ser seres místicos ou animais fantásticos, trazem uma camada de diversão e interação. Eles não são apenas parte do cenário, mas seres que ganham vida e ajudam a contar a história. As bruxas podem se comunicar com eles, o que adiciona momentos de humor e mistério à trama.A presença dos fantoches vivos e a interação com as bruxas reforçam a ideia de que o ambiente da floresta não é apenas estático, mas sim dinâmico e repleto de surpresas. Este elemento lúdico e imaginativo proporciona uma experiência rica para as crianças, permitindo que elas se conectem com o cenário e seus personagens de forma profunda e envolvente
O proponente se responsabiliza por garantir que o Teatro O Tablado, onde os espetáculos ocorrerão tenha acessibilidade conforme previsão legal.O espetáculo terá um interprete de libras durante as apresentações.A produção está atenta a outras eventuais demandas durante a temporada do espetáculo e se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade conforme planejamento e aprovado no orçamento do projeto.
- Uma sessão gratuita destinada a alunos da rede pública de ensino conforme Lei 8313/1991 e IN 04/2023.- Um ensaio aberto para o público geral.
Direção - Cacá MourthéCompletou seus estudos na Academia Russa de Artes (GITIS) em 2001. Professora de teatro há 45 anos, é atualmente Diretora Artística d’O Tablado e responsável pelo curso de improvisação da instituição. Ao longo de sua carreira, recebeu diversos prêmios, incluindo o Mambembe e o Coca-Cola de Teatro.Entre seus trabalhos mais recentes como diretora, destacam-se:- A Menina e o Vento e A Viagem de Clarinha (2012)- A Bruxinha que Era Boa, Os Saltimbancos e Pluft, o Fantasminha (2014)- Em 2015, escreveu, ao lado de José Lavigne e Rosane Svartman, o roteiro do filme Pluft, o Fantasminha, lançado em 2022. No teatro, dirigiu TãoTão (2016), espetáculo que recebeu 12 indicações no 3º Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças, incluindo a de Melhor Direção.- Em 2019, assinou a direção de O Boi e o Burro no Caminho de Belém, e em 2022, dirigiu O Cálice Sagrado, ambos com diversas indicações a prêmios.- Em 2024/2025, assinou a direção de Pluft, O Fantasminha, uma das principais obras de Maria Clara Machado.Produção - Luana Manuel Formada em Publicidade e Propaganda pela ESPM/RJ, trabalha com produção há quinze anos. Sócia da Araúna Produções realizou os seguintes eventos, oficinas e espetáculos: “Pluft, O Fantasminha” no Teatro O Tablado; “Anísio e a Devoradora de Livros” no Sesc Tijuca e no Circuito Sesc; “Do Brincar ao Estrear” projeto contemplado no edital FOCA; “Independência a Flor da Terra” contemplado no edital Retomada Cultural 2 da SECEC; "Correspondentes Quarentenades"- uma instalação cênica virtual contemplado no edital Retomada Cultural RJ, com direção de Susanna Kruger; "Oficina de Improviso à Distância", contemplada pela Lei Aldir Blanc e pelo edital "Cultura Presente Nas Redes" da SECEC. Produziu o espetáculo "Edward Bond Para Tempos Conturbados" com direção de Daniel Belmonte no Teatro Poeira, no Sesc Pompéia (SP) e no Teatro O Tablado; "Como Se Um Trem Passasse" da argentina Lorena Romanín no Teatro Poeirinha; “Missa Para Clarice” com direção de Eduardo Wotzik no Teatro Glauce Rocha; “TãoTão” de Pedro Kosovski e direção de Cacá Mourthé no Teatro O Tablado; produziu o “Fórum: Direito do Entretenimento” na OAB-RJ; o Prêmio da Música Brasileira no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e o renomado “Festival AnimaMundi” na Cidade das Artes.Cenógrafia - Lidia KosovskiGraduada arquiteta pela FAU-UFRJ , começou a trabalhar como cenógrafa Teatral em 1980. Recebeu 32 indicações para premio e 8 prêmios regionais e nacionais na área de cenografia , entre Shell, Mambembe e Coca-Cola. A sua última indicação para o Premio Shell de cenografia, (com Marcelo Lipiani) ocorreu em 2012 pelos espetáculos Um dia como os outros e Cozinha e Dependencias de Agnes Jaoui e Jean Pierre Bacri , dirigida e encenada por Bianca Bynghton. Foi indicada ao Premio Zilka Salaberry na categoria figurinos em 2015 e em 2017 esta concorrendo ao mesmo premio eoa Prêmio CBTIJ nas categorias Cenografia e figurinos, pelo espetáculo Tão Tão de Pedro Kosovski.Em 2018 foi indicada para o Premio Cesgranrio de teatro pelo cenário de Tripas de Pedro Kosovski e ganhou o Premio Questão de Crítica pelo mesmo cenário.Em teatro foi cenógrafa de diretores como Amir Haddad, Augusto Boal, Daniel Hertz, Arnaldo Jabor, Luiz Arthur Nunes, Ricardo Kosovski, Cacá Mourthé, entre outros.Elenco - Dida Camero Atriz , locutora, professora e diretora de teatro. Formada na CAL em 1992, atuou em várias áreas de nosso cenário cultural. Durante os anos de 1997 à 2001, viveu em Belo Horizonte, onde integrou a companhia de teatro Sonho & Drama, participando de um longo trabalho de pesquisa sobre o Teatro de Shakespeare, ministrou cursos de Teatro no Colégio Pitágoras , e participou como produtora de festivais de Teatro (FIT e outros) e interprete de companhias internacionais de teatro, com o grupo Akhe da Rússia e a Opera Chinesa de Pequin. De volta ao Rio de Janeiro, produziu vários espetáculos e deu aulas de teatro durante dois anos na AÇÂO DA CIDADANIA . Na TV participou de diversas novelas (Amor de mãe, Verdades Secretas, Pais de primeira, Filhos da Pátria, Caminho das Indias, Malhação, Beleza Pura, Favorita, Três Irmãs, 7 pecados entre outros) e seriados (Avassaladoras, Cilada, Sob Nova Direção e Sítio do Pica Pau Amarelo). No cinema participou dos filmes, Meu nome não é Johnny, do diretor Mauro Lima, O Maior Amor do Mundo, do diretor Cacá Diegues, Confissões de Adolescente, de Daniel Filho, entre outros. No teatro, atuou como atriz nos espetáculos, Rose, direção de Vinicius Arneiro, A Moça Da Cidade, dir Rodrigo Pandolfo, Cyrano de Bergerac, direção João Fonseca, Os Ruivos , direção Cynthia Reis, Leonce e Lena, direção Ricardo Kosowiski, Romeu e Julieta, direção Leonardo Brício, Pluft O Fantasminha, direção Maria Clara Machado, Passo a Passo no Paço Imperial, direção Cacá Mourthé, A Coruja Sofia, direção Cacá Mourthé, Sonho de uma Noite de Verão, direção Cida Falabella. Ainda no teatro trabalhou com a diretora argentina Lorena Romanim no espetáculo Como se um trem passasse. Foi a voz da rádio MPB FM , na internet e de diversos comerciais radiofônicos. Seus últimos trabalhos de destque foram as novelas Verdades Secretas 2 e Mania de Você, ambas na Rede Globo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.