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O projeto visa promover um circuito cultural para trabalhadores da construção civil da empresa parceira com oficinas de artes visuais (pintura em telhas, entalhe em madeira), oficinas musicais (percussão e samba reggae), oficinas de capoeira e exibição de curtas (locais). Todo processo será filmado resultando em um curta metragem documental.
- Produto Oficina de Capoeira (música/dança patrimônio imaterial): Manifestação cultural de origem afro-brasileira Para os trabalhadores da construção civil que desempenham atividades que exigem esforço físico, movimentos repetitivos e muitas vezes posturas inadequadas, a Capoeira se apresenta como uma ferramenta poderosa para: Melhoria da Qualidade de Vida, pois atua na prevenção de lesões, melhora a flexibilidade e a coordenação motora essenciais para o trabalho, além de fortalecer a musculatura utilizada no dia a dia. É um instrumento de inclusão, de preservação da memória e de fortalecimento da identidade cultural, oferecendo um ambiente de socialização, respeito mútuo e alívio do estresse do trabalho. Será ministrada por Fabio Nunes, mestre de capoeira e professor na Fundação Municipal de Cultura de Balneário Piçarras. - Produto Oficina de violão (música): Desenvolver a habilidade de tocar violão com autonomia básica, estimulando a coordenação motora, percepção rítmica e auditiva, promovendo também o prazer pela prática musical através de repertório significativo. Será ministrada por Marcos Henrique, professor de violão da Fundação Municipal de Cultura de Balneário Piçarras. - Produto Oficina de Percussão Afro-Brasileira (música): Promover o autoconhecimento, a expressão corporal e a conexão espiritual por meio da prática da percussão afro-brasileira, reconhecendo sua ancestralidade e valor cultural, utilizando atabaque, conga, surdo, repinique, caixa, incentivando a postura corporal e técnicas básicas de batida. Será ministrada por Marcelo Fernandez, percussionista, musicista, oficineiro, artista plástico, artesão de tambores, carnavalesco especialista em Candombe. Estudou na Escola de Artes Aplicadas Pedro Figari em Montevidéu, reside no Brasil há mais de 20 anos. - Produto Oficina de Samba Reggae (música): promover o acesso à cultura afro-brasileira por meio de oficinas práticas e teóricas de percussão, com foco nos ritmos tradicionais da Bahia, especialmente o samba reggae, estilo musical consagrado por Neguinho do Samba, fundador do bloco afro Olodum e Didá banda Feminina, que foi a primeira banda de percussão feminina do mundo, sendo ícone da música percussiva brasileira. As oficinas serão ministradas por Cíntia Mendes Farias, musicista, educadora e pesquisadora da cultura afrobaiana, com vasta experiência em projetos socioculturais voltados à valorização da música de matriz africana. - Produto Oficina de Entalhe em Madeira (artes visuais): Aprendizado das técnicas tradicionais e artísticas do entalhe em madeira, os alunos aprendem sobre ferramentas, tipos de madeira e criam peças como letreiros, figuras, animais e formas esculpidas unindo técnica, paciência e criatividade. Será ministrada por Marco, artesão e professor de entalhe em madeira, com formação prática desde a juventude na marcenaria familiar. Atua há mais de dez anos com marcenaria, carpintaria e entalhe artístico, unindo técnica e expressão criativa. Desenvolveu oficinas e projetos em comunidades e espaços culturais, com foco no aprendizado artesanal, na valorização da madeira e na transformação pessoal por meio da arte. - Produto Oficina de Pintura em telhas/telas (artes visuais): Ensino das técnicas de pintura em superfície de telhas e telas com tinta acrílica, apresentação dos materiais e ferramentas, demonstração de técnicas básicas de pintura, exercício prático. Será ministrada pelo professor e artista visual Osmar Batista da Fundação Municipal de Cultura de Balneário Piçarras, estimulando a criatividade, concentração, coordenação motora e a expressão de cada participante. - Produto Exibição do curta-metragem local no canteiro comtemplado: “Luiz Telles: Artista do Amanhã” (2025), sinopse: Documentário que mergulha na trajetória singular do multiartista brasileiro Luiz Telles (1946-1991), cuja obra expressa de forma contundente o conflito entre natureza e concreto — tensão estética e existencial que atravessa toda a sua produção. Filmado em Balneário Piçarras, cidade onde nasceu e para onde sempre retornava, o documentário resgata memórias íntimas e profissionais através de depoimentos de amigos, familiares e estudiosos, além de um vasto acervo de obras que vão de esculturas a delicadas obras em óleo sobre tela. Através da pluralidade de materiais e linguagens, Telles forjou uma poética marcada pela resistência e pela crítica aos processos de verticalização que sufocam a paisagem natural. Seu trabalho revela a fragilidade das estruturas humanas diante da potência do tempo e do ambiente, condensando o impasse moderno entre a ânsia de permanência e a inevitabilidade da erosão. Mais do que uma biografia, o filme é uma meditação sobre a arte como espaço de tensão, memória e resistência, revelando Luiz Telles como um artista à frente de seu tempo, cuja obra permanece vital e necessária. - Produto Exibição do curta-metragem local no canteiro comtemplado: “De Canasvieiras ao Grant” (2025), sinopse: Em uma praia que já não é mais a mesma, um grupo de pescadores aposentados, duas beneficiadoras de peixes e um professor de história se reúnem para compartilhar suas memórias. Juntos, eles observam as inúmeras transformações do local, desde a época em que era um porto de cabotagem até a sua renomeação como Praia do Grant. Através de suas diferentes perspectivas, surge uma reflexão sobre a tensão entre o "progresso" e a preservação do passado. - Produto Produção do curta metragem documental do “Arte no Batente”: O curta metragem documental “Arte no batente” irá acontecer em um canteiro de obras comtemplado dentre tantos que são cada vez mais comuns no litoral norte de Santa Catarina, o projeto visa dar luz as problemáticas envolvendo a migração de tantos homens para o trabalho na construção civil, promovendo acesso a oficinas de arte, capoeira e outras atividades a eles, mostrando a integração com os grupos sociais locais. Desse projeto serão captadas falas, entrevistas e filmagens durante toda a execução, buscando criar uma narrativa audiovisual desse projeto, trazendo à tona o impacto da arte e de que forma todo esse movimento permite criar uma sociedade mais fluida e concisa. Desse processo serão trazidos os conflitos da solidão, uso de substâncias como álcool e outras drogas, e trazendo também os dados sobre a saúde mental dos trabalhadores desse setor, buscando compreender as melhores estratégias para criar movimentos que melhorem e tornem as relações sociais mais humanas. Classificação livre.
O objetivo desse projeto é promover um Circuito Cultural com atividades para trabalhadores da construção civil em um canteiro de obras da empresa parceira, promovendo acesso à cultura. Com isso, contribuir com o combate das diversas problemáticas que afetam negativamente a cada um individualmente e o coletivo: alcoolismo e uso de outras drogas, solidão, depressão, violência e acidentes no trabalho, dando luz a esses quadros recorrentes nessa área integrando-os a comunidade através do acesso as atividades. Ao final, resultará em um curta metragem documental que trará um panorama pré-circuito (dando luz as problemáticas), durante as atividades (ferramentas terapêuticas) e após o circuito, buscando mensurar o impacto da arte nas vidas desses homens e sensibilizando toda sociedade sobre as questões apontadas. Objetivo Específico:- Produto Oficina (música/dança): realizar oficina de capoeira 2 vezes por semana (1hr/aula) durante 4 meses, carga horária total de 32hrs; - Produto Oficina (música): realizar oficina de percussão afro-brasileira 1 vez por semana (2hrs) durante 4 meses, carga horária total de 32hrs; - Produto Oficina (música): realizar oficina de samba reggae 1 vez por semana (2hrs) durante 4 meses, carga horária total de 32hrs; - Produto Oficina (música): realizar oficina de violão 1 vez por semana (2hrs) durante 4 meses, carga horária total de 32hrs; - Produto Oficina (artes visuais): realizar oficina de entalhe em madeira 1 vez por semana (2hrs) durante 4 meses, carga horária total de 32hrs; - Produto Oficina (artes visuais): realizar oficina de pintura em telhas e telas 1 vez por semana (2hrs) durante 4 meses, carga horária total de 32hrs; - Exibir 1 vez o curta-metragem de produção local no canteiro comtemplado: "Luiz Telles: Artista do Amanhã" (2025); - Exibir 1 vez o curta-metragem de produção local no canteiro comtemplado: "De Canasvieiras ao Grant" (2025) no local comtemplado; - Produzir curta metragem documental do 1º Circuito Cultural Arte no Batente (até 30 minutos);
Essa proposta cultural segue as finalidades do artigo 1º incisos I, II e VIII da lei 8313/91 - Lei Rouanet: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Do artigo 3º: inciso II: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; O Circuito Cultural Arte no Batente promoverá atividades culturais com impactos social e de saúde mental dos trabalhadores, em sua maioria migrantes, da construção civil em um canteiro de obras da empresa parceira no litoral norte catarinense. Um panorama: Dados levantados em setembro de 2024 pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que a expansão da construção civil em Santa Catarina aumentou a demanda de vagas de empregos no setor em 14% na comparação com o mesmo período do ano anterior, foram 12,2 mil novas vagas até julho de 2023¹. A maior parte das vagas surgiu em cidades litorâneas do estado, atraindo milhares de trabalhadores de outros municípios brasileiros. O panorama no litoral norte catarinense vem se transformando com a expansão imobiliária, segundo dados levantados pela Federação dos Trabalhadores no Comércio no Estado de Santa Catarina, mostram que a construção civil no litoral catarinense atrai mão-de-obra principalmente de fora do Estado. Esses trabalhadores vêm para trabalhar por um período e acabam permanecendo na nova cidade². Esses homens passam longos períodos longe de suas famílias e amigos, devido ao deslocamento⁴. Esse isolamento social pode levar à quadros de saúde mental, como o uso de substâncias como álcool, drogas e outros. A solidão e depressão são problemas de nosso tempo, e o uso dessas substâncias em excesso tem impacto direto no mundo do trabalho, pois interfere no desempenho e no relacionamento interpessoal, gerando prejuízos diretos à segurança e à saúde. Outro dado: o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) apontou que no ano de 2017 ocorreram no Brasil cerca de 29.100 afastamentos do trabalho relacionados ao uso de álcool e outras drogas no Brasil³. Entre os problemas mais comuns estão a depressão e a ansiedade levando ao abuso das substâncias, como consequência as mudanças de comportamento acarretadas pelo uso afetam a vida pessoal e o trabalho. No setor, os trabalhadores podem enfrentar jornadas longas e exaustivas, podendo resultar em ansiedade e exaustão mental, o que pode levar ao estresse crônico⁵. Com isso é possível constatar que há falta de cuidado em muitos aspectos humanos em relação aos trabalhadores, principalmente migrantes, tornando-se necessário elaborar ações que possam promover acesso a arte e cultura para essas pessoas e melhorar sua qualidade de vida, impactando suas vidas individualmente e coletivamente em consequência. O jornalista Felipe Franco do Jornal do Comércio publicou em agosto de 2024⁶ dados de Balneário Piçarras, município do litoral norte catarinense que alcançou no segundo semestre de 2024 a marca de mais de 1 milhão de metros quadrados aprovados para a construção civil em relação aos quatro anos anteriores. Precisamente 1.152 projetos receberam o aval para construção de novos empreendimentos imobiliários na cidade. O crescimento é claro, com esses dados fica evidente que a geração de demanda de mão de obra para a região só aumenta, e se conecta com a necessidade de promover integração a comunidade local. O circuito vem propor as atividades artísticas como ferramenta terapêutica para esses homens. Em complemento, no dia 13/06/2025 a assistente social parte da equipe técnica desse projeto Mônica Avila (CRESS SC 010306), profissional com ampla experiência com pessoas em vulnerabilidade social, natural de Rio Grande - RS onde desenvolveu vários projetos na área da assistência social, foi debatido se existe relação entre o aumento da densidade demográfica em regiões onde aconteceram alta demanda de mão de obra com o aumento de índices preocupantes como a pobreza, criminalidade e vulnerabilidade social ao longo do tempo. Monica trouxe o caso do Polo Naval de Rio Grande no Rio Grande do Sul, que foi um empreendimento que atraiu milhares de trabalhadores de outros estados brasileiros, acarretando ao longo dos anos diversos problemas sociais na cidade. Há contradições entre o desenvolvimento do município, onde foi possível confirmar que o desenvolvimento econômico em cidades litorâneas pequenas está ligado ao aumento da migração, que com o passar do tempo e sem políticas públicas pode causar aumento da vulnerabilidade social desses e de toda comunidade, uma vez que as condições humanas são deixadas em segundo plano em detrimento do desenvolvimento econômico. Com a experiência de Mônica na região não há dúvidas que é necessário que toda comunidade, população, empresas e poder público devem se unir em prol de minimizar situações de vulnerabilidade e/ou de violência. Ações de arte e cultura são essenciais como forma de proporcionar dignidade e união em uma comunidade. Com isso e para entender melhor quais atividades culturais proporcionar, foi realizada uma conversa no dia 13/06/2025 com 5 trabalhadores da construção civil em um canteiro de obras no bairro Praia do Tabuleiro em Barra Velha litoral norte de Santa Catarina. Foram feitas 14 perguntas no intuito de conhecer e entender de onde vieram, como foi para eles a migração, a mudança de região, o choque cultural e quais os principais desafios enfrentados do ponto de vista pessoal e profissional. Também, sugerimos algumas atividades para entender quais se interessariam em participar. A maioria deles entrou no ramo através da busca de empreiteiras nas regiões de origem, que atraem muitos profissionais para trabalhar nos empreendimentos. Obtivemos o seguinte panorama: -100% dos entrevistados são migrantes das regiões norte, nordeste e sudeste do Brasil; -80% moram na região a 2 anos ou mais; -60% moram com colegas de profissão em casas alugadas pela empreiteira ou sozinho; -60% não acessou atividades arte e cultura nos últimos 6 meses, sendo que os outros 40% acessaram apenas por meio de evento da prefeitura; -40% mencionaram a falta dos familiares e amigos; -100% participariam das atividades artísticas/culturais propostas Com essas conversas, foi possível confirmar que a esses homens não acessaram atividades culturais, e se interessam em participar das atividades mencionadas, confirmando também a relevância social e cultural desse projeto. O Circuito Cultural Arte no Batente promoverá acesso a oficinas e atividades que tem ação terapêutica, de lazer e integrativo, integrando esses homens a cultura local e a comunidade, abrindo caminhos. A ciência já comprova que os trabalhos manuais e atividades artísticas podem contribuir para o bem-estar do indivíduo. De acordo com um estudo publicado na revista científica Frontiers in Public Health entre 2019 e 2020⁷, ter um hobby envolvendo esse tipo de atividade é benéfico como tratamento terapêutico para pessoas com condições envolvendo a saúde mental. O grupo analisado relatou níveis mais altos de felicidade e satisfação com a vida, bem como um senso mais forte de que a vida vale a pena. As expressões artísticas não só promovem sensação de realização, como também é uma rota significativa para a autoexpressão, podendo ser utilizado como uma abordagem de promoção ao bem-estar e à saúde mental. É uma maneira de sair da rotina diária e dos problemas que causam sentimentos de ansiedade e outras emoções maléficas a saúde. Segundo a mesma fonte, passar alguns minutos por dia tecendo, pintando, desenhando ou executando outra atividade artística é considerado um tipo de "manutenção do cérebro". Em resumo, pode-se concluir que as atividades artísticas beneficiam a mente humana pois melhora as conexões sociais, aumenta a concentração, promove o desenvolvimento da coordenação, percepção espacial e habilidades motoras finas⁸. Portanto, é possível afirmar que os impactos positivos são muitos. Com o curta metragem documental será possível divulgar essa iniciativa amplamente, trazendo luz a esse público. Também será feita uma exposição com as peças produzidas nas oficinas de artes visuais. As oficinas e atividades contarão com apoio de psicólogo e assistente social como parte da equipe de apoio. Serão exibidos, também, dois curta metragens de histórias locais, mirando mais integração.
Os violões adquiridos para a oficina serão doados para a ASSOCIACAO CAMINHAR JUNTOS - CNPJ 08.952.003/0002-18 de Balneário Piçarras, que atende crianças e jovens em vulnerabilidade social. Argumento do curta metragem documental "Arte no Batente": O documentário acontecerá em um canteiro de obras comtemplado do litoral norte de Santa Catarina. O projeto visa dar luz as problemáticas envolvendo a migração desses homens trabalhadores da construção civil, dando luz e sensibilizando questões de saúde mental, promovendo acesso a oficinas de arte, capoeira e outras atividades, mostrando como a integração com os grupos sociais locais é importante. Desse projeto serão captadas falas, entrevistas e filmagens durante toda a execução, buscando criar uma narrativa audiovisual trazendo à tona o impacto da arte e de que forma todo esse movimento permite criar uma sociedade mais fluida e concisa. Desse processo serão trazidos os conflitos da solidão, uso de substâncias como álcool e outras drogas, e trazendo também os dados sobre a saúde mental dos trabalhadores desse setor, buscando compreender as melhores estratégias para criar movimentos que melhorem e tornem as relações sociais mais humanas, fazendo o convite para a reflexão de toda sociedade. Classificação livre. Fontes de dados mencionados no campo "Justificativa": ¹http://www.nsctotal.com.br/colunistas/saavedra/construcao-civil-mantem-expansao-em-sc-quais-cidades-criaram-mais-vagas-no-ano - Acessado em 10/04/2025 as 16:12 ²www.fecesc.org.br/santa-catarina-e-o-segundo-estado-com-maior-saldo-migratorio-do-pais/#:~:text=No%20Litoral%2C%20a%20construção%20civil%20a%20expansão%20atrai,para%20trabalhar%20por%20um%20período%2C%20mas%20acabam%20ficando – Acessado em 24/04/2025 as 15:24 ³http://www.sesirs.org.br/blog-do-sesi/alcool-e-outras-drogas-importancia-da-prevencao-nas-empresas – Acessado em 10/04/2025 as 16:27 ⁴https://aeerj.org.br/impactos-e-fatores-de-risco-na-saude-mental-dos-trabalhadores-da-construcao-civil/ - Acessado em 10/04/2025 as 16:19 ⁵https://aeerj.org.br/impactos-e-fatores-de-risco-na-saude-mental-dos-trabalhadores-da-construcao-civil/ - Acessado em 24/04/2025 as 16:51 ⁶https://jornaljc.com.br/economia/2024/balneario-picarras-ultrapassa-1-milhao-de-metros-quadrados-aprovados-nos-ultimos-quatro-anos/ - Acessado em 24/04/2025 as 18:10 ⁷https:leonardopalmeira.com.br/trabalhos-manuais-melhoram-mais-a-saude-mental-do-que-arrumar-emprego/ - Acessado em 24/04/2025 as 18:19 ⁸https://www.lavidalucida.com/la-neurociencia-explica-porque-las-manualidades-son-excelentes-para-el-cerebro.html - Acessado em 08/05/2025 as 11:43
- Produto Oficina de capoeira: Objetivos: - Promover o ensino e a prática da Capoeira como expressão cultural, corporal e musical, focada na saúde e no condicionamento físico para o ambiente de trabalho braçal; - Desenvolver a coordenação motora, flexibilidade e o equilíbrio, auxiliando na prevenção de acidentes e na melhoria da postura; - Ensinar fundamentos, técnicas, músicas e instrumentos da Capoeira; - Ampliar o acesso à cultura popular e desenvolver valores como respeito, disciplina, cooperação e autoestima; - Proporcionar um ambiente de troca, respeito e socialização entre os colegas de trabalho. Justificativa: A Capoeira é uma manifestação cultural de origem afro-brasileira, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e, posteriormente, como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. A oficina tem como finalidade oferecer uma atividade cultural e física completa, focada no bem-estar e na saúde ocupacional, visando a melhoria da condição física e mental dos profissionais da construção civi que desempenham atividades que exigem esforço físico, movimentos repetitivos e muitas vezes posturas inadequadas, a Capoeira se apresenta como uma ferramenta poderosa para: - Melhoria da Qualidade de Vida: Atua na prevenção de lesões, melhora a flexibilidade e a coordenação motora essenciais para o trabalho, além de fortalecer a musculatura utilizada no dia a dia;- Inclusão Social e Bem-Estar: É um instrumento de inclusão, de preservação da memória e de fortalecimento da identidade cultural, oferecendo um ambiente de socialização, respeito mútuo e alívio do estresse do trabalho. Carga horária: 1hr/aula, 2 vezes na semana, 4 meses, carga horária total: 32/hrs. Público-alvo e critério de seleção: Trabalhadores da construção civil. Critério de seleção será de acordo com o interesse e disponibilidade de cada um até que acabem as vagas. 20 vagas. Metodologia: As aulas serão ministradas por um Mestre de Capoeira, com metodologias voltadas para a integração entre corpo, música, oralidade e expressão coletiva, promovendo aprendizado, socialização e fortalecimento da autoestima. Conteúdo: - Fundamentos da Capoeira, ensino de movimentos básicos e sequências da capoeira (ginga, defesa e ataque). Ênfase em alongamento e mobilidade articular. - Prática Musical: Estudo de cantigas e toques no berimbau, pandeiro, atabaque, agogô e reco-reco. Foco na importância do ritmo para a coordenação. - História e Ancestralidade: Vivência da cultura afro-brasileira por meio de rodas e discussões temáticas. - Expressão Corporal e Coordenação Motora: Desenvolvimento da consciência do corpo, ritmo e disciplina, com exercícios específicos para fortalecimento do core e da coluna, cruciais para quem levanta peso. - Convivência Coletiva: Integração entre alunos e professores, promovendo respeito, solidariedade e troca de saberes. Profissionais envolvidos: Mestre Fabio Nunes e Grupo Beribazu de capoeira. - Produto Oficina de percussão afro-brasileira: Objetivos: Promover o autoconhecimento, a expressão corporal e a conexão por meio da prática da percussão afro-brasileira, reconhecendo sua ancestralidade e valor cultural, compreendendo a origem e o significado simbólico dos instrumentos de percussão afro-brasileiros e valorizando a ancestralidade africana como elemento formador da cultura brasileira. Justificativa: A oficina pretende promover conexão do indivíduo com sua própria essência através dos sons do tambor, instrumento ancestral que representa o coração da espiritualidade africana e afro-brasileira. Em um mundo marcado pelo excesso de estímulos e desconexão interior, a percussão surge como uma prática que une corpo, mente e espírito, oferecendo uma experiência pertencimento e consciência cultural para esses homens. Além do aprendizado musical, buscaremos valorizar a herança afro-brasileira e reforçar o respeito às suas expressões simbólicas e religiosas, fundamentais na formação da identidade cultural do Brasil. Portanto, a oficina vai promover bem-estar emocional, integração social e valorização da diversidade cultural por meio da arte. Carga horária completa: 2hrs/aula, 1 vez na semana, 4 meses, carga horária total: 32/hrs. Público-alvo e critério de seleção: Trabalhadores da construção civil. Critério de seleção será de acordo com o interesse e disponibilidade de cada um até que acabem as vagas. 20 vagas. Metodologia: Conversa sobre o significado do tambor e o papel da música nas tradições afro-brasileiras, demonstração dos instrumentos e breve explicação sobre seus timbres e funções. Serão feitos exercícios de ritmo corporal (palmas, batidas no corpo e respiração), partindo para a prática com instrumentos, dividindo os alunos em grupos, executando a prática individual e gradualmente em conjunto. Material didático a ser utilizado: Atabaques, congas, surdos, repinique e caixa. Conteúdo: - Um pouco sobre a história e ancestralidade da percussão afro-brasileira - Instrumentos: apresentando o atabaque, conga, surdo, repinique e caixa - Introdução a leitura de partituras de percussão - Postura corporal e técnicas básicas de batida - Pulsação e coordenação rítmica - Escuta coletiva e improvisação - Prática em coletivo Profissionais envolvidos: Percussionista e professor Marcelo Fernandez. - Produto Oficina de samba reggae: Objetivos: promover o acesso à cultura afro-brasileira por meio de oficinas práticas e teóricas de percussão, com foco nos ritmos tradicionais da Bahia, especialmente o samba reggae, estilo musical consagrado por Neguinho do Samba, fundador do bloco afro Olodum e Didá banda Feminina, que foi a primeira banda de percussão feminina do mundo, sendo ícone da música percussiva brasileira. Com a oficina, iremos difundir e valorizar os ritmos afrobaianos e o samba reggae como patrimônio cultural imaterial, promover a formação musical e artística desses homens por meio do ensino da percussão, preservar e divulgar o legado de Neguinho do Samba, referência da música percussiva no Brasil e no mundo e estimular o protagonismo de comunidades periféricas e negras através da cultura. Justificativa: Esta oficina promove o conhecimento e o respeito pelas raízes culturais afro-brasileiras permitindo que os participantes se reconectem com suas origens e tradições. Em contextos de vulnerabilidade, essa reconexão é especialmente importante, pois fortalece o sentimento de pertencimento e identidade. A prática de percussão estimula habilidades de progresso, ritmo e expressão corporal, além de promover a autoconfiança. Inclusão e Integração Social Essas oficinas promovem a integração de diferentes origens, incentivando a empatia e o respeito mútuo. A valorização da diversidade cultural ajuda na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Além disso, o aprendizado musical pode futuramente se converter em oportunidades profissionais para os participantes, seja como músicos, educadores ou artistas culturais. O movimento rítmico e a musicalização contribuem para o bem-estar físico, melhorando a coordenação motora, e estimulam a liberação de emoções, reduzindo ansiedade e fortalecendo a saúde mental. Sob a condução da percussionista e educadora Cíntia Mendes Farias, as oficinas exploram os fundamentos rítmicos, a ancestralidade africana presente na música baiana, bem como a importância histórica e cultural do samba reggae enquanto ferramenta de resistência, identidade e expressão comunitária. Carga horária completa: 2hrs/aula, 1 vez na semana, 4 meses, carga horária total: 32/hrs. Público-alvo e critério de seleção: Trabalhadores da construção civil. Critério de seleção será de acordo com o interesse e disponibilidade de cada um até que acabem as vagas. 10 vagas. Metodologia: Na oficina pretende-se combinar práticas instrumentais coletivas, permitindo a compreensão conceitual e a vivência musical dos ritmos afro-baianos. Serão abordados aspectos históricos, culturais e técnicos relacionados ao samba reggae, ijexá, samba afro e outros ritmos tradicionais da Bahia. O processo pedagógico será centrado na prática em grupo, favorecendo o aprendizado colaborativo e o desenvolvimento de competências musicais por meio da escuta, coordenação e sincronia rítmica. Serão utilizados métodos de ensino oral e corporal, seguindo a tradição das manifestações musicais afro-brasileiras. Material didático a ser utilizado: serão usados os instrumentos, surdo, repique, caixa, timbal, agogô, tamborim Conteúdo: - Introdução aos ritmos afrobaianos (ijexá, samba afro, samba reggae, entre outros) - Técnica instrumental em instrumentos típicos: surdo (marcação), repique, timbal, caixa, agogô, tamborim - A história e influência de Neguinho do Samba; - Prática coletiva com formação de blocos percussivos; - Dinâmicas de grupo, improvisação e criação rítmica; Profissionais envolvidos: Cíntia Mendes Farias, musicista, educadora e pesquisadora da cultura afrobaiana, com vasta experiência em projetos socioculturais voltados à valorização da música de matriz africana. - Produto Oficina de violão: Objetivos: Desenvolver a habilidade de execução básica no violão, promovendo a autonomia dos participantes na prática instrumental, com ênfase na coordenação motora, percepção rítmica e auditiva, além de incentivar o prazer e a expressão individual por meio da música. Justificativa: A oficina de violão visa oferecer aos trabalhadores da construção civil a oportunidade de aprender a tocar o instrumento de forma acessível e gradual, atendendo ao interesse manifestado pelo público em desenvolver essa habilidade. A prática musical, além de seu valor artístico, contribui para o bem-estar emocional, atuando como atividade terapêutica e promotora de saúde mental em um contexto social marcado pelo estresse e pela ansiedade. Carga horária completa: 2hrs/aula, 1 vez na semana, 4 meses, carga horária total: 32/hrs. Público-alvo e critério de seleção: Trabalhadores da construção civil. Critério de seleção será de acordo com o interesse e disponibilidade de cada um até que acabem as vagas. 8 vagas. Metodologia: A aprendizagem será conduzida de forma progressiva, partindo do reconhecimento do instrumento e de exercícios de coordenação motora até a execução de batidas rítmicas e acordes básicos. Serão abordados conceitos básicos de teoria musical e leitura de cifras, com aplicação prática imediata em repertório popular de fácil assimilação. Material didático a ser utilizado: Apostila com cifras simplificadas, caderno de teoria musical básica, vídeos com batidas e tutoriais e PDF com desenhos de acordes. Violões. Conteúdo: Mês 1 – Fundamentos e primeiros acordes: Partes do violão, postura, nomes das cordas - Acordes: A, E, D, Em, AmMúsicas simples: “A Casa” (Toquinho), “O Leãozinho” (Caetano) Mês 2 – Ritmo e mudança de acordes; Troca de acordes, batidas MPB/pop - Acordes: C, G, G7, Dm - Música: “Cheia de Charme” (Guilherme Arantes) Mês 3 – Cifras e repertório: Leitura de cifras e pestanas leves (Fá simplificado) - Músicas: “Dona” (Roupa Nova), “Sampa” (Caetano) Mês 4 - Prática livre Profissionais envolvidos: Músico Marcos Henrique, professor de violão da Fundação Municipal de Cultura de Balneário Piçarras. - Produto Oficina de entalhe em madeira: Objetivos: Oferecer aos alunos o aprendizado das artes do entalhe em madeira, despertando a criatividade e o prazer de criar com as próprias mãos. A oficina busca formar iniciantes capazes de produzir suas próprias peças — como animais, letreiros e figuras decorativas — promovendo uma nova habilidade artística que pode se tornar também uma fonte de renda e um valioso passatempo. Justificativa: A Oficina de Entalhe em Madeira tem como propósito valorizar a arte artesanal e oferecer a esses homens um espaço de aprendizado e criação. O projeto ensina técnicas de entalhe em madeira, incentivando os participantes a desenvolverem suas próprias peças, despertando a criatividade e o gosto pela arte. Também cria oportunidades de geração de renda e promove o bem-estar por meio de um novo hobby. Carga horária completa: 2hrs/aula, 1 vez na semana, 4 meses, carga horária total: 32/hrs. Público-alvo e critério de seleção: Trabalhadores da construção civil. Critério de seleção será de acordo com o interesse e disponibilidade de cada um até que acabem as vagas. 8 vagas.Metodologia: Aulas presenciais com demonstrações práticas e acompanhamento individualizado com orientação contínua. Aprendizado coletivo, valorizando o ritmo e a criatividade de cada aluno. Material didático a ser utilizado: ferramentas: formao 12mm, formao 6mm, faca para madeira, faca curva, 2 sargentos, tábua e cãibro 4×4. Conteúdo: 1. Apresentação e introdução ao entalhe em madeira: Breve explicação sobre a origem e o valor cultural do entalhe.- Apresentação do espaço de trabalho e das normas de segurança. - Conhecimento das ferramentas básicas: goivas, formões, martelos, limas e lixas.2. Reconhecimento e preparo da madeira: - Identificação dos tipos de madeira e suas características (dureza, veios, textura)- Orientações sobre o corte, secagem e conservação da madeira - Preparação da peça para o entalhe (marcação e planejamento do desenho)3. Práticas iniciais de entalhe:- Exercícios básicos de corte e escavação- Demonstrações práticas pelo instrutor e acompanhamento individual- Desenvolvimento de pequenas formas geométricas para domínio das ferramentas4. Criação de peças artísticas e funcionais:- Aplicação das técnicas aprendidas em projetos práticos: letreiros, animais, figuras decorativas- Estímulo à criação autoral e à experimentação artística- Introdução à pintura e acabamento das peças (selagem, verniz e proteção)5. Socialização e avaliação dos trabalhos - Troca de experiências entre os participantes e discussão sobre o processo criativo- Reflexão sobre a possibilidade de uso das peças como fonte de renda e expressão artística Profissionais envolvidos: Jeisson Andres Martin Gomez, o Marco, é artesão e professor de entalhe em madeira, com formação prática desde a juventude na marcenaria familiar. Atua há mais de dez anos com marcenaria, carpintaria e entalhe artístico, unindo técnica e expressão criativa. Desenvolveu oficinas e projetos em comunidades e espaços culturais, com foco no aprendizado artesanal, na valorização da madeira e na transformação pessoal por meio da arte. - Produto Oficina de pintura em telhas e telas: Objetivos: - Início com exercícios simples e introdução às técnicas básicas;- Estimular a criatividade e a expressão pessoal - Conhecer diferentes técnicas e materiais de pintura Justificativa: A oficina de pintura em telhas e telas promove o desenvolvimento artístico e expressivo dos participantes, propiciando espaço de criação acessível e integrador. A pintura proporciona momentos de relaxamento e fortalecimento do senso de pertencimento, especialmente entre os trabalhadores da construção civil, público-alvo do projeto. Além disso, é uma arte que estimula o reaproveitamento de materiais como as telhas, contribuindo para a sustentabilidade e a valorização do trabalho manual e artesanal. Carga horária completa: 2hrs/aula, 1 vez na semana, 4 meses, carga horária total: 32/hrs. Público-alvo e critério de seleção: Trabalhadores da construção civil. Critério de seleção será de acordo com o interesse e disponibilidade de cada um até que acabem as vagas. Xx vagas. Metodologia: - Início com exercícios simples e introdução às técnicas básicas; - Apresentar e estudar obras de outros artistas como referência; - Estudo das cores (primárias, secundárias, quentes e frias); - Desenvolvimento de quatro produções temáticas: natureza, paisagem, marinha e tema livre. Material didático a ser utilizado: Círculo cromático, pincéis, telhas, verniz, tintas, telas, Conteúdo: Introdução à pintura, apresentação dos materiais e ferramentas, demonstração de técnicas básicas de pintura, exercício prático de pintura de formas simples. As atividades favorecerão a criatividade, a concentração, a coordenação motora fina e a expressão artística individual. Profissionais envolvidos: Osmar Batista, é artista visual e professor de pintura em telas e telhas, atuando na Fundação Cultura de Balneário Piçarras e na Associação Sitio Caminho novo.
I - Aspecto arquitetônico: A exibição do curta documental e a exposição acontecerão na Fundação Municipal de Cultura do município comtemplado ou local que possua acessibilidade física (rampas, banheiros pcd) para pessoas com mobilidade reduzida; II – Aspecto comunicacional e de conteúdo: As atividades que ocorrerão nos canteiros de obras contarão com interpretação em libras em 100% do tempo das atividades de entalhe em madeira, violão e pintura em telas/telhas. Nas oficinas de capoeira, percussão e samba reggae contaremos com a interpretação em metade do tempo, nas primeiras aulas, conforme orientação da intérprete de libras responsável totalizando 144 horas de interpretação em libras.III - Aspecto de comunicação e divulgação acessíveis: No documentário audiovisual traremos acessibilidade em libras, áudio descrição e legendas com ampla divulgação para toda sociedade brasileira. No dia do lançamento, serão disponibilizados protetores auriculares pela produção para pessoas TEA e balões para inclusão da pessoa surda.
A distribuição ocorrerá através do curta metragem documental que será lançado na Fundação Municipal de Cultura do município comtemplado e/ou priorizando local com acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida, com ampla divulgação. Posteriormente buscaremos autorizações para exibir em locais públicos como escolas, teatros, instituições de longa permanência para idosos, para pessoas em residências terapêuticas, estabelecimentos prisionais e similares gratuitamente. O curta metragem “Arte no Batente” ficará disponível gratuitamente através do youtube, sendo amplamente divulgado pelas redes sociais após a distribuição.
Proponente e Produtora Executiva: Bruna Machado da Silva Bruna é produtora cultural, artista têxtil e instrutora de Macramê. Tem formação técnica em Administração de Empresas e é bacharel em Relações Internacionais. Atuou por 3 anos como captadora de recursos para ONGs. A partir daqui sua carreira guinou objetivando trabalhar mais efetivamente para pessoas. A arte surgiu através do trabalho manual macramê, se tornando fonte de renda ao mudar-se para Balneário Piçarras onde efetivou transição para a área. É membro da Câmara Setorial de Artesanato vinculada a Fundação de Cultura, que visa fortalecer e ampliar o setor através da produção cultural e do Coletivo de Artesãs Mar e Arte de Balneário Piçarras certificado pelo Ministério da Cultura, ponto de cultura certificado pelo Ministério da Cultura. Iniciou produção cultural em 2024 sendo comtemplada até o momento em 2 editais municipais e um estadual com o Coletivo. Assistente de Produção: Luciane Berti Luciane Berti é artista visual, artesã e produtora cultural desde sua aposentadoria da área da saúde. Atuou como vice-presidente da Câmara Setorial do Artesanato por mais de 1 ano, se tornando presidente da mesma câmara em 2025. Ao longo desse período se dedica em articular junto ao setor público da cidade políticas e ações para ampliar e movimentar o setor do artesanato na região. É membro do Coletivo de Artesãs Mar e Arte de Balneário Piçarras, ponto de cultura certificado pelo Ministério da Cultura. Auxiliar de Produção: Lidiane Leila Cardoso Lidiane é artesã atuante em Balneário Piçarras e na região, credenciada a Fundação cultural de Balneário Piçarras pela Câmara setorial de artesanato onde ocupa o cargo de tesoureira, demonstrando sua liderança e habilidades organizacionais. Desenvolveu em 2022 o Projeto " Árvore Nossa de Cada Dia " contemplado pelo Edital Paulo Gustavo. Integrante do Coletivo de Artesãs Mar e Arte, foi premiada pelo PNAB (Política Nacional Aldir Blanc de fomento à Cultura) em 2025 e recebeu um certificado do Ministério da Cultura (MINC) pelo reconhecimento de Ponto de Cultura representando o coletivo. Coordenação e Direção geral audiovisual: João Victor Hauque Chaves João Vitor (Jovi) é um produtor, agitador e agente cultural; nascido em Porto Alegre cursou comunicação social em São Paulo tendo trabalhado em estúdios fotográficos e na galeria de arte Mendes Wood. Atualmente tem sua empresa focada em produção cultural e audiovisual, atuando como diretor, roteirista e produtor de cinema, tendo nessas categorias atuado no projeto documental “De Canasvieiras ao Grant” projeto finalizado em 2024 tendo sido laureado em festivais internacionais de cinema. Atua também como editor e finalizador de vídeos de canais de relevância em plataformas digitais, atingindo públicos de mais de 100 mil pessoas em seus trabalhos. Assistente Social: Monica De Biazzi Ávila Assistente social desde 2017 com ampla experiência com pessoas em vulnerabilidade social é especialista em estratégia saúde da família com ênfase em políticas públicas, geriatria e gerontologia, calamidade pública e desastres no serviço social. Perita judiciária, assistente técnico judiciário, mentoria para novas assistentes sociais, focada em desenvolvimento de projetos sociais e culturais. Psicóloga: Aline Petkov Psicóloga com experiência em coordenação de grupos, rodas de conversa e projetos socioemocionais voltados à promoção da saúde mental e à prevenção das violências. Atua na rede pública de ensino pela 17ª Coordenadoria Regional de Educação de SC (NEPRE/SED), desenvolvendo projetos de escuta, acolhimento e educação emocional. Tem trajetória em psicodrama, dinâmicas grupais e práticas integrativas com adolescentes, mulheres e comunidades escolares. Criou projetos que unem arte, sustentabilidade e orientação profissional, valorizando o protagonismo e o vínculo humano. É uma profissional criativa, empática e engajada em promover espaços de diálogo e transformação coletiva. Contadora: Fabiélli Carla Galli Contadora pós-graduada em Auditoria e Perícia Contábil com 10 anos de experiência, atuando dentro de empresas nas áreas financeira e fiscal. Atualmente, cursando especialização em Produção e Gestão de Projetos Culturais e realizando trabalhos autônomos como contadora e como agente cultural, com elaboração e gestão de projetos, e como oficineira/facilitadora de manualidades na técnica de Mandalas em Pontilhismo. Sempre foi apaixonada por manualidades, desde pequena aprendeu várias técnicas e seguiu confeccionando e comercializando artesanato como atividade secundaria desde 2004. Também atuou como instrutora de cursos de artesanato nos municípios de Sertão e Coxilha-RS entre 2005 e 2009. Possui ainda formação em terapias holísticas, com experiência em workshop de autoconhecimento especialmente com mulheres. Gestora de Marketing e Estratégia - Jessica Vieira Atuou em São Paulo no segmento premium, foi Gerente de Expansão B2B, trabalhou com publicidade e posicionamento de marcas e construiu uma sólida rede de relacionamentos na área comercial. Atualmente canaliza toda essa experiência para conectar empresas a projetos de saúde, cultura e bem-estar, transformando propósito em oportunidade de negócio e gerando valor para as marcas parceiras. Será a responsável pela captação de recursos e gestão de marketing e publicidade, além de atuar como terapeuta por meio do movimento terapizi-se, que promove consciência, equilíbrio e bem-estar.
PROJETO ARQUIVADO.