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O presente projeto visa a preservação do acervo cultural do método de produção do Queijo Minas Artesanal, promovendo o intercâmbio de experiências entre produtores do Brasil, Itália e Portugal e materializando a experiência vivenciada através da produção de documentário que explora as práticas e os consórcios de DOP das regiões mencionadas que servirá para disseminar resultados e conhecimento.
Documentário “Raízes do Sabor – Encontro de Sabores e Saberes do Queijo Minas Artesanal” O documentário acompanha a missão técnica de produtores de Queijo Minas Artesanal a Portugal e Itália, registrando o intercâmbio com produtores de queijos com Denominação de Origem Protegida (DOP). Por meio de entrevistas, visitas a queijarias e registros de práticas tradicionais, a obra retrata os saberes e sabores que conectam culturas e territórios. O conteúdo será distribuído em formato audiovisual (obra exibida). Classificação indicativa: livre.
OBJETIVO GERAL Promover a valorização do Queijo Minas Artesanal como Patrimônio Cultural do Estado, incentivando o intercâmbio de métodos de produção entre Brasil, Portugal e Itália. O presente projeto está alinhado com os incisos do artigo 3º do Decreto 11.453 descritos abaixo: Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; (...) XIII - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. PRODUTO - PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL PATRIMONIAL: Documentar através de uma pesquisa de campo os processos de produção de queijos com Denominação de Origem Protegida em Portugal e Itália proporcionando a participação ativa de produtores de queijo. 2. PRODUTO - DOCUMENTÁRIO: produzir um documentário audiovisual que vai relatar a experiência de outros países, bem como democratizar o acesso as informações acerca do acervo gerado na pesquisa de campo. O documentário será distribuído de forma gratuita em plataformas de streaming e exibida gratuitamente em eventos culturais.
Fundado em 28 de novembro de 2007, o Instituto Antônio Ernesto de Salvo é uma associação civil sem fins lucrativos, dedicada ao desenvolvimento, pesquisa e inovação de sistemas produtivos. Dentre as ações que desenvolve, encontram-se diversos eventos culturais voltados ao fomento da cultura rural e de suas atividades produtivas. O queijo é um elemento simbólico e cultural que transcende fronteiras, representando tradições, histórias e modos de vida. O Queijo Minas Artesanal, além de ser um patrimônio cultural brasileiro, tem um papel crucial na identidade de suas regiões produtoras. A inscrição do Queijo Minas Artesanal na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO foi aprovada em 4 de dezembro de 2024, em Assunção, no Paraguai. A realização deste projeto, por meio da produção de um documentário que explora as práticas e os consórcios de DOP em Portugal, visa criar uma ponte entre as tradições queijeiras brasileiras e portuguesas. O intercâmbio cultural e técnico entre os dois países não só contribuirá para a melhoria da qualidade do Queijo Minas Artesanal, mas também para a sua valorização como um patrimônio cultural único, aumentando sua presença no cenário internacional e promovendo a educação sobre a produção artesanal. Este projeto se justifica, portanto, pela importância de preservar e valorizar as tradições queijeiras e pelo potencial de fortalecimento do Queijo Minas Artesanal como um produto cultural de relevância global. A iniciativa também promove o intercâmbio cultural entre os dois países, o que amplia o entendimento sobre as práticas gastronômicas sustentáveis e o respeito pela produção artesanal, sendo fundamental para a continuidade da preservação dessa arte no futuro. O projeto encontra-se alinhado aos propósitos constantes do artigo 1º da Lei nº 8.313/91, descritos abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Para cumprimento das finalidades expressas no dispositivo legal retro mencionado, o presente projeto atenderá aos seguintes objetivos, destacados dentre os constantes no artigo 3º da Lei nº 8.313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) (...) III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; (...) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: (...) b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; (...) V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Ao explorar os consórcios de Denominação de Origem Protegida em Portugal, o documentário contribuirá para o reconhecimento global dessas tradições e fomentará a troca de saberes entre as culturas brasileira e portuguesa, possibilitando, em última instância, a estruturação de DOP para o Queijo Minas Artesanal nas regiões brasileiras. A realização deste projeto, por meio da produção de um documentário que explora as práticas e os consórcios de Denominação de Origem Protegida (DOP) em Portugal e Itália, visa criar uma ponte entre as tradições queijeiras brasileiras e portuguesas. O intercâmbio cultural e técnico entre os três países contribuirá não apenas para a melhoria da qualidade do Queijo Minas Artesanal, mas também para sua valorização como um patrimônio cultural único, ampliando sua visibilidade internacional e promovendo a educação sobre a produção artesanal. O Queijo Minas Artesanal, além de reconhecido como patrimônio cultural imaterial brasileiro, teve sua inscrição aprovada na Lista Representativa da UNESCO em 4 de dezembro de 2024. Esse reconhecimento reforça a importância de fortalecer as práticas locais de produção, documentar saberes e incentivar o protagonismo das comunidades detentoras. O projeto está estruturado em conformidade com a Portaria IPHAN nº 299/2015, que orienta a elaboração de ações voltadas à salvaguarda de bens culturais imateriais registrados. Considerando a relevância do Queijo Minas Artesanal, a proposta contempla medidas de sustentabilidade social, econômica, cultural e ambiental, promovendo a valorização dos saberes tradicionais associados à produção queijeira. A iniciativa prevê a participação ativa dos detentores — mestres queijeiros, produtores e suas associações — na concepção e realização das atividades. Além da produção audiovisual, estão previstas ações de intercâmbio técnico, produção de acervo documental, formação educativa e difusão dos saberes, em diálogo com experiências portuguesas de DOP. Dessa forma, o projeto contribui diretamente para a transmissão intergeracional, a promoção do bem imaterial e o fortalecimento de sua visibilidade e continuidade cultural. O Instituto Antônio Ernesto de Salvo firmou parceria com entidades representativas da base social detentora, assegurando anuência formal dessas organizações. Produtores e mestres queijeiros estarão incluídos na ficha técnica, com participação ativa em todas as etapas do projeto. A proposta gerará benefícios diretos aos detentores, como visibilidade, valorização simbólica, fortalecimento institucional e apoio à qualificação produtiva e comercial. Alinhado à INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23/2025, art. 8.9, este projeto também contempla ações de documentação, formação de acervo, criação de banco de dados de acesso público e atividades educativas, contribuindo para a salvaguarda efetiva do patrimônio imaterial. Ao explorar as experiências portuguesas de DOP, o documentário oferece ainda subsídios para a estruturação e fortalecimento de consórcios brasileiros voltados à proteção do Queijo Minas Artesanal, promovendo sua sustentabilidade cultural e econômica.
Trata-se de uma proposta que visa a preservação do patrimônio imaterial relacionado ao modo de fazer o queijo artesanal de Minas. Havendo a busca de informações para a PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL PATRIMONIAL nos países de Portugal e Itália, influencia originária deste modo de fazer, com a participação efetiva de produtores que hoje trabalham com o queijo minas artesanal (QMA), atendendo assim os preceitos da Portaria IPHAN nº 299/2015 com a participação ativa dos detentores — mestres queijeiros, produtores e suas associações — na concepção e realização das atividades, pois prevê deslocamento de 13 produtores e 07 técnicos especialistas no assunto do Estado de Minas para Portugal e Itália. A viagem buscará conhecimento técnico, visual e documental para a organização e preservação de um acervo que ainda culminara na produção de um documentário que alinhado a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23/2025, art. 8.9, este projeto também contempla ações de documentação, formação de acervo, criação de banco de dados de acesso público e atividades educativas, contribuindo para a salvaguarda efetiva do patrimônio imaterial.
Dia 1 | Chegada a Milão - Itália · Chegada ao Aeroporto de Bérgamo (Orio al Serio); · Transfer para hotel e check-in; · Tarde livre para aclimatação e exploração da cidade; · Jantar de boas-vindas em restaurante tradicional com pratos típicos Lombardos. Dia 2 | Parmigiano Reggiano e Grana Padano · Visita Grana Padano DOP; · Visita a uma queijaria de Parmigiano Reggiano · Almoço Encontro técnico: Consórcio do Parmiggiano Reggiano ; · Retorno a Bérgamo. Dia 3 | Gorgonzola e Taleggio · Visita produção de Gorgonzola na região de Bergamo - Robô; · Visita produção de Taleggio no Vale de Taleggio · Cooperativa Santo Antonio ou Casa Arrigoni; · Encontro técnico: Cooperativa do Tallegio; · Retorno a Bérgamo. Dia 4 | Seminário Consórcios D.O.P Itália · Reunião com instituições e órgãos reguladores: · Direção Geral de Propriedade Industrial - Instituto Italiano de Patentes e Marcas; · Ministério de Políticas Agrícolas, Alimentares e Florestais; · Associações de produtores artesanais; · Certipro.DOP; Dia 5 | Chegada Portugal · Voo Milão - Lisboa ou Porto Portugal; · Deslocamento Serra da Estrela · Check-in no hotel · Tour pela cidade Dia 6 | Queijo Serra da Estrela · Workshop de produção Queijo Serra da Estrela, na Casa da Ínsua | Penalva do Castelo; · Visita ao Solar do Queijo Serra da Estrela ou Museu do Agricultor e do Queijo | Celorico da Beira; · Encontro com Estrelacoop Cooperativa dos Produtores de Queijo Serra da Estrela, C.R.L. – Celorico da Beira Dia 7 | Queijo Rabaçal e Universidade de Coimbra · Queijo Rabaçal · Universdade de Coimbra · Retorno Lisboa Dia 8 | Ilha dos Açores e Queijo do Pico · Voo Lisboa - Açores - Ilha do Pico; · Check-in no hotel na Ilha do Pico; · Visita Queijaria Queijo do Pico; · Jantar de boas-vindas com degustação de queijos e vinhos açorianos. Dia 9 | Queijo São Jorge DOP · Transfer Pico – São Jorge; · Visita Finisterra – Cooperativa de Lacticínios do Topo; · Visita à produção de queijo São Jorge DOP; · Reunião com Cooperativas Açorianas - Uniqueijo; · Retorno ao Pico - Voo Pico para Lisboa Dia 10 Lisboa - Convenção DOP · Um evento exclusivo sobre a dinâmica das DOPs, certificações e Consórcios das DOPs Dia 11 Plano de Ação da Rede de Aldeias de Montanha e Cases de Sucesso – Lisboa · Queijo, vinho e história: um legado para o Brasil! Dia 12 Retorno ao Brasil · Bagagem cheia de conhecimento e novas oportunidades! DOCUMENTÁRIO Documentário que acompanha a missão técnica de produtores de Queijo Minas Artesanal a Portugal e Itália, promovendo o intercâmbio com produtores de queijos com Denominação de Origem Protegida (DOP). A obra registra práticas tradicionais, visitas a queijarias, entrevistas e vivências culturais, destacando a preservação dos saberes e o fortalecimento da identidade alimentar entre Brasil e Europa. Participação dos Detentores: Produtores e mestres queijeiros brasileiros são protagonistas da narrativa e integram ativamente o roteiro e as gravações. Sua participação assegura o vínculo direto com o bem imaterial salvaguardado.
PRODUTO - PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL PATRIMONIAL Acessibilidade Física e no Aspecto de Comunicação e Divulgação Acessíveis: Não se aplica, tendo em vista que os produtores que participarão ativamente neste produto, não dependem desta medida de acessibilidade. Acessibilidade Auditiva: Não se aplica, tendo em vista que os produtores que participarão ativamente neste produto, não dependem desta medida de acessibilidade. Acessibilidade Para Deficientes Visuais e Intelectuais: Não se aplica, tendo em vista que os produtores que participarão ativamente neste produto, não dependem desta medida de acessibilidade. PRODUTO – DOCUMENTÁRIO (Média-Metragem) Acessibilidade Física: Não se aplica, pois se trata de material digital. Item PO: N/A Acessibilidade Auditiva: Intérprete de Libras para o documentário. Item PO: Intercomunicador. Acessibilidade Para Deficientes Visuais e Intelectuais: será editado para contemplar a audiodescrição Item PO: Narrador/Locutor.
PRODUTO - PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL PATRIMONIAL O acesso ao produto é totalmente gratuito, além disto, atendendo a instrução normativa 23/2025, o projeto atenderá o artigo 47. Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; PRODUTO – DOCUMENTÁRIO (Média-Metragem) O acesso ao produto é totalmente gratuito, além disto, atendendo a Instrução Normativa MinC nº 23/2025, o projeto atenderá o Art. 47. Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Instituição Proponente: Instituto Antônio Ernesto de Salvo – INAES CNPJ: 09.381.295/0001-68 Atuação da Instituição no Projeto: O INAES será responsável por toda a coordenação executiva do projeto, incluindo: Elaboração do planejamento estratégico e logístico da missão técnica;Seleção dos participantes (técnicos e produtores mineiros de queijo);Acompanhamento e supervisão da produção do material audiovisual e impresso;Monitoramento das metas e indicadores durante a execução;Articulação para divulgação e exibição do documentário em festivais, plataformas de streaming e eventos culturais;Gestão orçamentária e administrativa de todo o projeto, incluindo prestação de contas. Nome do Dirigente: Renato José Laguardia de Oliveira – pessoa responsável por todo processo decisório, sem ônus ao projeto. É produtor rural e advogado, com atuação profissional fortemente ligada ao agronegócio, inclusive com participação em diversas entidades representativas do setor. Em seu currículo, conta com passagens como Secretário de Agricultura do município de Barbacena de 04/01/2021 à 30/09/2021, Presidente do Sindicato Rural de Barbacena de 2002 a 2021, Vice-Presidente do Sistema Faemg/Senar de 2005 a 2021. Atualmente atua como Vice-Presidente de Finanças do Sistema Faemg Senar desde 2021 e é Presidente do Instituto Antônio Ernesto de Salvo - INAES desde 2023, do qual figura, aqui, como representante legal. Principais Participantes Técnicos: Consultora Técnica - Renata de Paoli Profissional com sólida experiência na organização de missões técnicas, logística internacional e produção de conteúdo cultural. Responsável pelo planejamento de roteiros, coordenação das viagens, acompanhamento da equipe no campo e controle do cronograma de atividades. Também ficará encarregada cotações das contratações, garantindo que todas as etapas do projeto sejam realizadas conforme o planejamento, repassando as informações ao INAES. Foi consultora Master da cadeia de Agroindústria do ATeG Senar Minas, é especialista em queijo, proprietária do Instituto Curadoria do Queijo. Diretor do Documentário e Editor – Daniel de Lima Veloso Responsável pelas produções audiovisuais, pela equipe técnica, pela definição da linguagem visual e estética do documentário, coordenando as gravações em campo, entrevistas e captação de imagens. Também irá acompanhar todo o processo criativo e técnico da produção, assegurando que a narrativa audiovisual seja fiel à proposta do projeto, com sensibilidade cultural e qualidade artística.Responsável pela edição do material audiovisual, estruturando o documentário com imagens captadas, incluindo trilhas sonoras, legendas, efeitos e textos. Também criará teasers e vídeos promocionais para divulgação nas redes sociais, assegurando uma comunicação visual alinhada com o projeto. Mestre em Comunicação Social (PUC-Minas); pós-graduado em Arte e Tecnologia. Atua como produtor e diretor em filmes de animação, ficção e documentários com passagens e premiações em diversos festivais no Brasil, América Latina e Europa. Foi produtor executivo da série infantil Música de Brinquedo, com a banda Pato Fu e o grupo Giramundo com duas temporadas exibidas pela Nickelodeon. Produziu e dirigiu seu primeiro longa-metragem de ficção, “Hotel Madrid”, lançado em 2025. Produziu o filme “Minha África Imaginária” (Dir. Tatiana Carvalho Costa), lançado no Forum.doc em 2024. É professor do curso de Cinema e Audiovisual da Una e coordena o Lumiar – Festival Interamericano de Cinema Universitário. Produtora - Sarah Kacowicz Responsável por coordenar as etapas práticas da produção audiovisual, garantindo o suporte técnico e logístico durante as gravações, o cumprimento do cronograma em campo e o bom andamento das filmagens, em alinhamento com o diretor.Produtora com experiência em audiovisual, eventos e projetos culturais, atuando em coordenação de produção, gestão de equipes e campanhas políticas. Trabalhou com grandes clientes como Sebrae, Governo de Minas Gerais e Atlético Mineiro, além de projetos culturais financiados por editais. Formada em Artes Cênicas pela UnB e pós-graduada em Processos Criativos e Inovação pelo UniBH, possui perfil versátil, organização, criatividade e capacidade de lidar com múltiplas demandas simultaneamente. Roteirista – Clarissa Ramalho Responsável por construir a narrativa do documentário, estruturando as cenas, redigindo os textos de apoio e organizando os conteúdos de forma coesa e envolvente. Seu trabalho será baseado em pesquisa prévia, entrevistas e experiências registradas durante as visitas em Portugal, com foco na valorização das histórias dos produtores e das práticas tradicionais da queijaria artesanal.Clarissa Ramalho é roteirista de documentários e ficção, com experiência em televisão e cinema. Realiza filmes de sua autoria e trabalha em diversos projetos de outros profissionais, desenvolvendo conteúdos audiovisuais. Diretora e Roteirista do longa “Natureza Morta”, lançado nos cinemas em abril de 2023 – contemplado no edital PRODECINE 05/2018 – Inovação de Linguagem. Atualmente está finalizando o desenvolvimento da Série infanto juvenil “Antes de Dormir” – de sua autoria – contemplada no Edital de Coinvestimetos Regionais. Diretor de Fotografia - Waltencir de Moraes responsável pela criação da linguagem visual de uma produção audiovisual — como filmes, séries, videoclipes, comerciais ou documentários. Ele trabalha em parceria direta com o diretor para traduzir a narrativa e as emoções da história em imagens, definindo o visual que o público verá na tela.Na área do audiovisual iniciou em 1997 a carreira em produtora como editor e operador de câmera, em seguida fundou com um sócio o que se tornaria o programa Mais Ação exibido na TV Cultura, programa sobre esportes de ação e Natureza. Em 2006 depois de realizar vários projetos no Brasil e América do Sul, além de trabalhos com produtoras de Belo Horizonte, fez aperfeiçoamento na Direção de Fotografia, com cursos e oficinas, e em 2006 se tornou Diretor de Fotografia da Rede Minas de Televisão, onde atuou no Departamento de Artes e Projetos Especiais até 2012. De lá pra cá atua no Mercado Audiovisual, atendendo muito a Stellantis principalmente com as marcas FIAT e JEEP junto ao Studio Cerri em Betim.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.