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PRONAC 2513059Autorizada a captação total dos recursosMecenato

OLHA O CABELO DELA - AFROTOUR

12.758.849 FLAVIO CORDEIRO ROCHA
Solicitado
R$ 196,9 mil
Aprovado
R$ 196,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-01-05
Término
2028-12-29
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

A proposta Olha o cabelo dela pretende a turnê pela Africa da artista Itana Rosa, divulgando seu EP Primavera em Mim, fazendo uma releitura do seu clipe "Olha o cabelo dela" com a participação de tribos africanas e promovendo uma oficina de canto coral para mulheres negras.

Sinopse

“Olha o cabelo dela – Afrotour” é um projeto internacional da artista baiana Itana Rosa, que une música, identidade e ancestralidade em uma jornada artística e formativa entre o Brasil e o continente africano. A iniciativa consiste na realização de uma turnê de shows em três cidades africanas e uma cidade brasileira, na gravação de um videoclipe colaborativo com a participação de tribos e grupos musicais africanos, e na oferta de oficinas de canto coral voltadas para mulheres negras, fortalecendo o protagonismo feminino negro na cena cultural contemporânea.Inspirado na canção “Olha o cabelo dela”, o projeto busca valorizar a estética e a simbologia do cabelo crespo como expressão de origem, resistência e beleza, promovendo o intercâmbio cultural afro-brasileiro e a difusão da música de Itana Rosa em âmbito internacional. A turnê culminará com a criação de um novo registro audiovisual e a publicação gratuita de seus conteúdos em plataformas digitais, democratizando o acesso e ampliando o alcance da arte afro-brasileira.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a turnê internacional "Olha o cabelo dela - Afrotour" com a artista Itana Rosa, promovendo intercâmbio cultural entre Brasil e África, com apresentação ao vivo, releitura audiovisual colaborativa com tribos africanas e realização de uma oficina de canto coral para mulheres negras. Objetivos EspecíficosRealizar pesquisa de campo em, pelo menos, duas comunidades/tribos africanas parceiras, firmar cooperação local e pré-produzir a releitura audiovisual do clipe "Olha o cabelo dela".Gravar a versão colaborativa do videoclipe com participação de pelo menos dois grupos/tradições musicais africanas, e editar material para difusão.Implementar a turnê de shows em duas cidades africanas (uma delas capital) + uma cidade brasileira, totalizando no mínimo 3 apresentações; mobilizando público mínimo de 2.000 pessoas no total.Realizar ao menos uma oficina de canto coral com mulheres negras em cada localidade da turnê, participando no mínimo 100 mulheres (total), com participação no show da cantora.Promover a difusão online do videoclipe e do making-of da tour, alcançando pelo menos 50.000 visualizações e cobertura em mídia especializada.

Justificativa

A proposta "Olha o cabelo dela _ Afrotour" insere-se no campo da valorização da cultura brasileira de matriz africana, da difusão internacional da produção artística nacional e da promoção do acesso de grupos historicamente sub-representados, especialmente mulheres negras.Nos termos do art. 1º da Lei nº 8.313/91, a Política Nacional de Cultura tem por finalidade "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", bem como "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira", e "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais". O presente projeto concretiza esses comandos ao:- difundir obra musical de artista brasileira emergente (Itana Rosa) cuja criação está enraizada em referências afro-brasileiras;- realizar circulação internacional na África, estabelecendo ponte entre Brasil e países africanos, o que amplia o reconhecimento das matrizes formadoras da cultura brasileira;- assegurar atividades formativas e gratuitas destinadas especificamente a mulheres negras, grupo que a política cultural busca alcançar de forma prioritária, atendendo ao princípio da democratização do acesso.Já o art. 3º da mesma lei estabelece que serão apoiados projetos "que visem à exibição, utilização e circulação de bens culturais", bem como "que favoreçam o conhecimento dos bens e valores culturais" e "a formação cultural". A proposta atende diretamente a esses incisos porque:- promove circulação de espetáculo musical em pelo menos 2 cidades africanas e uma brasileira;- realiza releitura audiovisual do clipe "Olha o cabelo dela" com participação de tribos/comunidades africanas, ação que favorece o conhecimento e o reconhecimento recíproco de bens culturais afro-brasileiros e africanos;- oferece oficina de canto coral para mulheres negras, atividade de formação cultural e de fortalecimento da autoestima e da identidade por meio do canto coletivo;- garante difusão digital gratuita (clipe, making-of, registros), o que amplia o acesso e faz a proposta dialogar com o objetivo de "facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura".A música "Olha o cabelo dela", integrante do EP "Primavera em Mim", tem forte conteúdo simbólico relacionado ao cabelo crespo e à estética negra como signos de pertencimento, resistência e ancestralidade — aspecto central para o enfrentamento do racismo estético e das violências simbólicas dirigidas às mulheres negras. Ao levar esse discurso de volta ao continente africano e devolvê-lo ao público brasileiro sob a forma de um produto audiovisual colaborativo, o projeto produz intercâmbio Sul-Sul, promove memória e identidade e reforça o imaginário positivo da mulher negra na cultura.Além disso, a proposta dialoga com diretrizes recentes de políticas culturais voltadas à democratização do acesso, diversidade e participação social, pois combina:atividade artística (show/turnê),atividade de registro e difusão (releitura do clipe) eatividade formativa e afirmativa (oficina de canto coral para mulheres negras).Portanto, trata-se de projeto plenamente enquadrável na Lei Rouanet, por atender aos objetivos gerais da política cultural (art. 1º) e por realizar ações de circulação, fruição e formação cultural previstas no art. 3º da Lei nº 8.313/91.

Especificação técnica

Formato: Turnê musical internacional com gravação audiovisual e oficinas formativas. Linguagem: Afro-pop contemporâneo Duração total do projeto: 6 meses. Local de execução: Brasil e países africanos parceiros (em definição: preferencialmente Angola, Moçambique e África do Sul). Quantidade de apresentações: 4 shows (3 na África + 1 no Brasil). Público estimado: 2.000 pessoas nas apresentações presenciais e 50.000 visualizações online. Carga horária das oficinas: 12h por cidade (total 48h). Número de participantes nas oficinas: 100 mulheres negras. Equipamentos necessários:Sistema de som profissional (PA, microfones, retorno e mesa digital);Iluminação cênica básica (par LEDs, refletores e controladora);Equipamento de captação audiovisual (câmeras 4K, drones, microfones de lapela, tripés);Estrutura de palco e backline (violão, baixo, percussões, teclado);Recursos multimídia para projeção de imagens e tradução em Libras (etapa brasileira);Materiais pedagógicos (apostilas, pastas, partituras, songbooks).

Acessibilidade

O projeto “Olha o cabelo dela – Afrotour” compromete-se a garantir acessibilidade física, comunicacional e atitudinal em todas as suas etapas, tanto no Brasil quanto em território africano.Medidas previstas:Acessibilidade física: seleção de espaços de realização de shows e oficinas com infraestrutura acessível ou adaptada para pessoas com mobilidade reduzida, incluindo rampas e sanitários adequados;Acessibilidade comunicacional:contratação de intérprete de Libras para apresentações e oficinas realizadas no Brasil;legendagem descritiva de todos os vídeos e materiais de divulgação digitais;audiodescrição dos vídeos principais (videoclipe e making-of), garantindo o acesso de pessoas com deficiência visual;publicação de todos os conteúdos audiovisuais em plataformas que permitam navegação com leitores de tela e contraste adequado;Acessibilidade atitudinal:Capacitação da equipe: realização de breve sensibilização junto à equipe técnica e artística para adoção de linguagem inclusiva e conduta acessível no trato com pessoas com deficiência.Essas ações cumprem o disposto no art. 47 da Instrução Normativa nº 23/2025, que estabelece a obrigatoriedade de medidas de acessibilidade nos projetos culturais aprovados com recursos incentivados.

Democratização do acesso

A proposta contempla diversas estratégias para ampliar o alcance social e territorial do projeto, garantindo que públicos historicamente marginalizados possam usufruir das atividades artísticas e formativas.Ações previstas:Oficinas gratuitas de canto coral voltadas para mulheres negras em situação de vulnerabilidade social, priorizando participantes de comunidades periféricas e quilombolas;Distribuição gratuita de ingressos;Realização de apresentação aberta de encerramento das oficinas, gratuita e com divulgação comunitária, promovendo o intercâmbio entre público e artistas;Difusão digital gratuita: todos os vídeos, registros e o novo clipe “Olha o cabelo dela” serão disponibilizados em plataformas abertas (YouTube e redes sociais), com livre acesso ao público;Ações afirmativas: reserva de vagas nas oficinas para mulheres negras pertencentes a comunidades tradicionais, conforme o art. 48 da Instrução Normativa nº 23/2025, que trata da ampliação do acesso e da valorização de grupos sociais sub-representados;Material pedagógico aberto: distribuição gratuita (digital) de um songbook com letras, partituras e arranjos vocais utilizados nas oficinas, em português e inglês, para uso de escolas e coletivos musicais.Essas medidas asseguram que o projeto transcenda o formato de espetáculo e se consolide como uma ação cultural inclusiva, educativa e de impacto social duradouro, em conformidade com as diretrizes de democratização do acesso da Lei Rouanet.

Ficha técnica

Flávio Cordeiro - Coordenador Geral/Proponente - o poder decisório está nas mãos do proponente.Atuarei no projeto como Coordenador e guitarrista. NEGROMúsico violonista e guitarrista, produtor e empreendedor – Graduado em Marketing. EstudouLicenciatura em Música na UFBA. Fez parte da Orquestra de Violões de Bahia por quatro anos.Estudou na Academia de Música da Bahia (Ambah).Alguns artistas e bandas que já acompanhou:✓ Banda Reflexus✓ Marcia Short✓ André Macedo✓ Armandinho✓Banda Pimenta Nativa✓ Wilson Café✓ Estakazero✓ João Sereno✓ Megaxote✓ Rms Eventos( Banda Baile e Cerimonial)Itana Rosa – Direção Artística e Intérprete (cantora e compositora, trajetória na música autoral,premiada em festivais). MULHER, NEGRAItana Rosa é cantora, compositora, modelo e atriz, durante sua trajetória fez estudos de canto e cênicos no Liceu de Artes e ofícios da Bahia, Coro Barroco na Bahia e Fundação Cultural da Bahia (CFA), Curso técnico de música com ênfase em canto no Colégio Estadual Manoel Novais estacursando licenciatura em música na faculdade Claretiano. Atua principalmente como cantora, na área de musica popular brasileira. Foi integrante da Orquestra Afrosinfonica, e do grupo Vozes Reveladas e atuou como cantora e atriz na rede de hotéis e resorts Ibero Star. Atualmente apresenta seu show em eventos diversos e, desenvolve projetos paralelos com vários grupos culturais a exemplo da Banda Forrózevixe, Grupo Pé de Canto e Banda percussiva Yayá Muxima . Além de ter coordenado o Ponto de cultura entre 2016 e 2018, desenvolve oficinas de canto coral para crianças, adolescentes e adultos, em escolas e creches nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, destacando-se na direção e regência do Coral Coral Korawá. Itana Rosa é Vencedora do Premio de melhor arranjo 19 festival de musica da rádio educadora da Bahia em 2021 com a música Doce Beijo.Leonardo Bittencourt – Diretor Musical (músico e produtor, experiência em arranjos e direção de álbuns) e baterista.Leonardo Bittencourt, músico e produtor musical, atua como compositor e diretor musical de trilhas sonoras para obras de audiovisual, como filmes animações e para espetáculos teatrais de dança, cerimoniais, premiações. Cursou extensão na Escola de Música da Ufba onde fez parte da BandaSinfônica e do Grupo Experimental de Percussão da UFBA. Diretor Musical da companhia Tribo, integrante da banda Canto dos Malditos Na Terra do Nunca, grupo com dois álbuns autorais ( Canto Dos Malditos Na Terra Do Nunca-Warner Music e Travessia-Independente), Integrou a Confraria daBazófia, grupo com três álbuns lançados ao longo de sua trajetória e que contou com participações ao lado de artistas como: Tom Zé, Capinam, João Bosco, Gilberto Gil, Roberto Mendes, Lenine, Vânia Abreu, Lazzo,entre outros, Como músico instrumentista, trabalhou ao lado de artistas como Jai Uttal, Caetano Veloso, Lázaro Ramos, Carlinhos brown, além de atuar como músico instrumentista no cenário musical soteropolitano e em diversas peças teatrais. Trabalhou como diretor musical ao lado de diretores como Fernando Guerreiro, Márcio Meirelles, João Falcão.Carine Araújo – Produção Executiva (18 anos de experiência em produção musical e cultural).MULHER, NEGRA E PCDJornalista, formada pela Universidade Federal da Bahia, com especialização em Políticas e Gestão da Cultura pela Universitat Girona - Espanha, Carine Araújo é produtora cultural há 20 anos, e há 16 dirige a Tabuleiro Produções. Por 10 anos atuou como parecerista Nível III do Ministério da Culturanas áreas de música (Funarte), cultura popular e cultura negra (Palmares) e audiovisual (SAV) e hoje presta esse serviço para metade dos estados brasileiros. É especialista em leis de incentivo e na Política Nacional Cultura Viva, tendo prestado consultorias para prefeituras na implantação da LeiPaulo Gustavo e PNAB. Há 3 anos mora em Belém e atua na gestão, assessoria de projetos e captação de recursos para o Centro de Dança Ana Unger, Muirak Studio, para o Pontão de Cultura Incluir, Duda Filmes, além de atender clientes de todo o país. Premiada duas vezes pela Funarte, atuou no cinema como cineclubista, logo depois assumindo a Diretoria de Produção do Conselho Nacional de Cineclubes, onde produziu festivais como o deAtibaia e Bahia Afro Film Festival. Produziu o Festival IN Bahia, patrocinado pela Caixa, os Festivais do Licor, Festival de Saveiros eCachoeira Agosto do Blues, com patrocínio da Bahiatursa, além de produzir diversos eventos pela Bahia e Brasil. Lançou em 2020 seu primeiro livro de poesias, Desfile Poético sob a chuva, pela Amazon e premiado pelo BNB e FUNDAJ.Em música assumiu a produção do CD Origens do grupo Gêge Nagô pelo selo Conexão Vivo, a produção premiada da Banda Soro Caseiro, a produção e lançamento do premiado CD Quintais de Clécia Queiroz e a turnê do grupo Matingueiros pela Itália, China e Portugal. Atualmente produz asbandas Vitrolab, premiada no Festival da Educadora FM, em sua EuroTour, o grupo Cabuloso Trio, selecionado para representar a Bahia no Festival Nos Alive em Portugal, o músico guineense considerado Rei de Gumbe, Ramiro Naka, o Duo VibraCor que excursionou por 11 estados Norteamericanos e Ordep Lemos - indicado ao Grammy Latino 2023 da banda Filhos de Jorge - indicada ao Grammy Latino 2025.VIDEOMAKER A SER CONTRATADAA equipe contempla diversidade étnico-racial, de gênero e inclusão de pessoas com deficiência.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.