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O projeto "Oficinas do Funk Lab Recomunidade" visa realizar um conjunto de 08 oficinas formativas para a juventude negra e periférica, com 15 vagas cada, no campo da música urbana, em especial o Funk e o Trap, além de Rodas de Conversa sobre temas relacionados aos desafios da comunidade, bem como atividades de acolhimento psicossocial que culminarão em um Sarau de encerramento. As atividades serão realizadas na produtora e estúdio de música Recomunidade, serão gratuitas e realizadas no bairro Butantã, na zona oeste da cidade de São Paulo - SP.
OFICINASCarga horária: 8 oficinas (4 encontros cada de 03 hs, totalizando 12h cada oficina) Público: 15 pessoas por oficina Acessibilidade: 01/02 Mediadores de Inclusão e Acessibilidade; Profissionais: 16 oficineiros (2 oficineiros por Oficina); Materiais: alimentação e transporte. 1) Oficina de Vídeo e Fotografia 2) Oficina de Produção de Beats de Funk: Do Mandelão ao Consciente 3) Oficina de MC - Funk e Trap 4) Oficina de Composição Básica e Direitos Autorais 5) Oficina de DJ 6) Oficina de Canto: "Voz da Quebrada: Técnica Vocal e Performance com e sem Auto-Tune" 7) Oficina de Podcast Inclusivo "Funk (in) Cômodo" 8) "Corpo em Movimento: Funk e Raízes Afro" RODAS DE CONVERSACarga horária: 3 rodas de conversa / 2hs cada Acessibilidade: Libras 6hs/ 01 Mediador de Inclusão e Acessibilidade Profissionais: 6 ministrantes (2 ministrantes por roda) Vagas: 30 Temas: Roda 1 - "Fluxo da Consciência: juntos para curtir e proteger a mente e o corpo”; Roda 2 -"Na Linha de Frente: encarando os desafios da juventude negra e periférica”; Roda 3 - "Aposta Certa" – Escolhendo caminhos financeiros conscientes”. SARAU FLUXOS: 20 atraçõesCarga horária: 4hs cada Acessibilidade: Libras 4hs Profissionais: jovens integrantes do lineup da REC. Público: 100 Todos os participantes das oficinas culturais terão a oportunidade de se expor e compartilhar suas criações na mostra cultural Sarau Fluxo. Este evento será um espaço de celebração e reconhecimento do talento e dedicação de cada um, promovendo a integração, a valorização das diversas expressões artísticas desenvolvidas ao longo das oficinas e o fortalecimento da comunidade. ACOLHIMENTO PSICOSSOCIAL E INFORMATIVO SOBRE SAÚDE MENTAL E O USO DE DROGAS E ÁLCOOLCarga horária: 10 hs semanais Profissionais: 01 psicólogo(a); 01 assistente social. Vagas: 15 Objetivo: O programa visa oferecer suporte emocional, psicológico e informativo a indivíduos que participam de fluxos culturais e comunitários, abordando questões relacionadas ao uso de drogas e álcool. O objetivo é promover a conscientização, a redução de danos e o bem-estar dos participantes. Metodologia: O programa será desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, incluindo psicólogo(a), assistente social e educadores. As atividades serão realizadas de forma participativa e interativa, respeitando a individualidade e as necessidades de cada participante. PRODUÇÃO de VÍDEO DE REGISTRO (15 minutos)Acessibilidade: Libras; legendagem WEBSITE oficial da Recomunidade
Objetivo Geral Realizar 08 oficinas formativas sobre produção musical e artística relacionadas ao Funk e o Trap, além de 03 Rodas de Conversa sobre os desafios da juventude periférica, como uso de drogas, racismo e educação financeira. O objetivo é promover desenvolvimento da produção musical autônoma e autoral periférica, criando oportunidades para jovens negros/as periféricos e valorização da cultura do funk local. Objetivos específicos Realizar 01 Oficina de Vídeo e Fotografia, com 08 encontros de 2hs a 3hs cada, gratuitos, para jovens artistas periféricos, aos sábados; Realizar 01 Oficina de Produção Musical de Beats de Funk, com 06 encontros de 2hs a 3hs cada, gratuitos, para jovens artistas periféricos; Realizar 01 de Oficina de MC (Funk e Trap), com 06 encontros de 2hs a 3hs cada, gratuitos, para jovens artistas periféricos; Realizar 01 de Oficina de Composição Musical Básica e Direitos Autorais, com 06 encontros de 2hs a 3hs cada, gratuitos, para jovens artistas periféricos; Realizar 01 de Oficina de DJ, com 06 encontros de 2hs a 3hs cada, gratuitos, para jovens artistas periféricos; Realizar 01 de Oficina de Técnica Vocal e Performance, com 06 encontros de 2hs a 3hs cada, gratuitos, para jovens artistas periféricos; Realizar 01 Oficina de Podcast Inclusivo "Funk (in)cômodo", com 06 encontros de 2hs a 3hs cada, gratuitos, para jovens artistas periféricos; Realizar 01 Oficina de Corpo em Movimento: Funk e Raízes Afro, com 06 encontros de 2hs a 3hs cada, gratuitos, para jovens artistas periféricos; Realizar 01 Roda de Conversa com o tema "Fluxo da Consciência: juntos para curtir e proteger a mente e o corpo"; Realizar 01 Roda de Conversa com o tema "Na Linha de Frente: encarando os desafios da juventude negra e periférica"; Realizar 01 Roda de Conversa com o tema "Aposta Certa" _ Escolhendo caminhos financeiros conscientes"; Realizar 01 atividade de encerramento, o "Sarau Fluxos"; Realizar o Acolhimento psicossocial e informativo sobre saúde mental e o uso de drogas e álcool; Produzir 01 Vídeo de Registro das atividades propostas;Produzir 01 site do projeto; Impactar em torno de 1.500 pessoas diretamente e indiretamente via redes sociais 3.000 pessoas.
O Projeto Oficinas Funk Lab REComunidade visa a realização de oficinas formativas relacionadas à produção musical e audiovisual do gênero Funk e Trap, a serem realizadas na sede da REComunidade, produtora e estúdio de música, que atua na periferia do bairro Butantã, em São Paulo/SP, com a produção artística de jovens talentos da região, oferecendo serviços como gravação, produção de videoclipes e workshops, e com a realização de Mostras Culturais, Saraus, produção de documentários, entre outros. A importância deste projeto está em oportunizar aos jovens artistas periféricos uma formação artística e técnica através de Oficinas, Rodas de Conversa, Sarau e Acolhimento Psicossocial, para que possam desenvolver habilidades, fomentando a economia criativa e gerando oportunidades de trabalho e renda através da Arte. Tem como proposta gerar impacto social para o enfrentamento da pobreza, da vulnerabilidade social, do preconceito de classe e raça, e das diferentes violências que estão submetidos no contexto das periferias urbanas, que causam prejuízos físicos e psicológicos a estes jovens. O funk, como expressão cultural profundamente enraizada nas periferias, representa muito mais do que um gênero musical. É um veículo de identidade, um canal para a expressão de realidades e um catalisador de transformações sociais. Ao promover oficinas de formação para a produção musical e artística, autônoma e autoral nas periferias, estamos não apenas fortalecendo a cultura local, mas também oferecendo oportunidades para que jovens talentos encontrem sua voz e construam um futuro mais promissor. Apesar do grande potencial artístico presente nas periferias, muitos jovens encontram dificuldades para desenvolver suas habilidades e transformar seu talento em uma carreira profissional. A falta de acesso a recursos, equipamentos e formação especializada são barreiras significativas. As oficinas propostas neste projeto visam preencher essa lacuna, oferecendo um espaço seguro e acolhedor para que os jovens possam aprender, criar e se conectar com outros artistas. De forma complementar e com o objetivo de promover a conscientização sobre os desafios e as oportunidades presentes no mundo da música, as Rodas de Conversa pretendem proporcionar reflexões e ferramentas para que os participantes possam fazer escolhas mais conscientes sobre a vida e o trabalho, através da abordagem de temas cotidianos da comunidade, como: educação financeira, combate às drogas, racismo, entre outros. Com vistas a oferecer suporte emocional/psicológico, promover conscientização sobre o uso de drogas e álcool, redução de danos e bem-estar dos participantes ao longo do percurso formativo, será disponibilizado o programa "Acolhimento psicossocial e informativo sobre o uso de drogas e álcool", com atendimento individual e em grupo, mediados/orientados por profissionais da psicologia e assistência social. Outra questão social importante de citar sobre a realidade da periferia do bairro Butatã é premente necessidade de melhoria de vida, sustento financeiro e dignidade humana, em especial os jovens, que por muitas vezes não conseguem se dedicar ao oficío da arte, se submetendo a jornadas de trabalho 6x1, ou mesmo entregando dados sensíveis em plataformas de venda de imagens, correndo riscos de exposição social, ou mesmo sendo enganadas por promessas de bets ou de outros jogos digitais de azar que comprometem a renda das famílias. A fim de documentar o processo, resguardar as memórias e os conhecimentos compartilhados ao longo do projeto, será produzido um Vídeo de Registro, sob direção da equipe gestora da REComunidade. Com uma equipe experiente e equipamentos profissionais, a REComunidade busca empoderar jovens artistas, oferecendo-lhes oportunidades de crescimento na indústria musical. A produtora já realizou diversas parcerias e projetos, como a 18ª edição do programa VAI, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, impulsionando a carreira de 10 artistas periféricos. Assim, esta proposta fundamenta-se na necessidade de garantir oportunidades e visibilidade aos jovens periféricos através da música e das artes, e para contribuir para a transformação de suas realidades. Ao investir na produção musical periférica, esta proposta pretende contribuir para o desenvolvimento social e cultural de toda esta comunidade, fortalecendo a autoestima, promovendo a inclusão social e combatendo diversas violências e preconceitos.
Histórico da Recomunidade Principais Ações Da REComunidade ● Projeto VAI na modalidade 2 ( 29/03/2022 A07/08/2022) ● Organização da I mostra Cultural REComunidade noTeatro Cacilda Becker.28/09/2022 ● Participação no Expo Favela ( 17/03/2023 A19/03/2023). ● Ação do Corujão (06/08/2022 ) . ● Produção de casting de 23 artistas periféricossemanalmente durante 3 anos. - 05/09/2022 ● Ação de terapia coletiva de psicodrama em parceriacom demais coletivos do território para jovens emoradores da comunidade são remo e entorno ( 1vez por mês ) - 28/09/2024 ● Organização do evento Festival Arraiá funk –REComunidade 2024. - 27/07/2024 ● Articulação Cultural e de luta no movimento – VoltaCirco escola ( Espaço sócio cultural pertencente àcomunidade do JD. São remo ).- 24/09/2021https://www.facebook.com/saoremoladob ● Espaço aberto a visitações nas dependências daProdutora Recomunidade e trabalho em Rede com oespaço CCInter Santa Dulce. - 04/03/2024 ● Organização da Festa do dia das crianças .12/10/2024 ● Produção do documentário do Sarau composiçãourbana - Ideologia Fatal - 30/07/2024 ● Produção do Single Set -02/07/2024 a 01/09/2024 - RIO2C (2025) - participação em encontro de criativos da América Latina - Corujão (2025) - evento de atividades formativas abertas e gratuitas ao público que encerra um sarau aberto Em anexo há comprovação das atividades
Projeto pedagógico:As Oficinas do Funk Lab Recomunidade têm como objetivo oferecer uma formação completa e qualificada em música urbana, com foco nos estilos funk e trap. A iniciativa visa capacitar jovens talentos, proporcionando um espaço de criação, aprendizado e troca de experiências, contribuindo para o desenvolvimento da cena musical local. 2. JustificativaO funk e o trap são gêneros musicais que exercem grande influência na cultura jovem brasileira. No entanto, muitos jovens talentosos não possuem acesso a ferramentas e conhecimentos para desenvolver suas habilidades musicais. As Oficinas do Funk Lab Recomunidade buscam preencher essa lacuna, oferecendo uma formação de qualidade e acessível a todos os interessados. 3. Público-alvoJovens a partir de 16 anos, com interesse em música urbana e vontade de desenvolver suas habilidades como produtores musicais, MCs, DJs e outros profissionais da área. É desejável que os participantes tenham noções básicas de música e um instrumento musical. 4. ObjetivosDesenvolver habilidades técnicas em produção musical, mixagem e masterização.Aprimorar a escrita de letras e a performance vocal.Introduzir os participantes aos conceitos de direitos autorais e gestão de carreira.Promover a troca de experiências e a criação de redes de contato entre os alunos.Estimular a produção musical autoral e a criatividade.
A partir de uma abordagem inclusiva, este projeto visa garantir a acessibilidade cultural para pessoas com deficiência, oferecendo um espaço acolhedor para participação plena de todos os participantes. Acreditamos que a cultura é um direito fundamental e deve ser acessível a todos. Para garantir a acessibilidade física, serão contratados 02 Mediadores de Inclusão e Acessibilidade, para auxiliar os estudantes com deficiência (PcD´s) no acesso aos espaços onde serão realizadas as atividades, facilitando a locomoção de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Deverão contribuir também para que os estudantes com deficiência se adaptem, acompanhem e usufruam das atividades propostas. No campo da acessibilidade comunicacional, durante as Rodas de Conversa e no Sarau Fluxos, haverá tradução simultânea na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), assegurando que pessoas surdas e com dificuldades auditivas possam acompanhar as atividades propostas. No Vídeo de Registro haverá Legendagem em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e legenda em português, com comunicação acessível e simples. E, para a divulgação do projeto nas mídias sociais haverá legendas descritivas das imagens, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva ou surdez. A acessibilidade atitudinal será realizada através de 01 consultoria de Inclusão e Acessibilidade para toda a equipe do projeto, com o objetivo de compartilhar conhecimentos sobre práticas inclusivas, gerando sensibilização e conscientização para a promoção de um ambiente livre de preconceitos.
O Projeto Oficinas Lab Funk REComunidade visa democratizar o acesso à produção musical e audiovisual de Funk e Trap para jovens artistas, oferecendo formação gratuita em um bairro periférico de São Paulo/SP. Ao envolver jovens em situação de vulnerabilidade social, o projeto possibilita a inserção na economia criativa, o desenvolvimento de habilidades artísticas e a geração de oportunidades de trabalho e renda. Em um contexto urbano marcado por diversas violências, as oficinas pretendem contribuir não apenas para a formação técnica, mas também para o bem-estar emocional e psicológico dos participantes. Com foco na diversidade, o projeto busca alcançar jovens negros, mulheres, LGBTQIAP+, pessoas com deficiência e outros grupos historicamente marginalizados, fortalecendo os laços comunitários e ocupando o território com Arte. Além disso, ao contar com professores da própria comunidade, o projeto fortalece a cadeia produtiva local, valoriza a identidade cultural e promove a troca de saberes entre educadores e educandos. Para ampliar o alcance e o impacto das ações, será estabelecido parcerias com outras instituições de arte, cultura e educação da região. Assim, através da música e do audiovisual, o projeto contribui para a transformação social, oferecendo ferramentas para que os jovens possam expressar suas vozes, promovendo a equidade e a justiça social através da valorização dos saberes e experiências destes grupos. O projeto é todo gratuito e aberto à comunidade.
Rafael Santos Joaquim Neto (Rafa Blackzuka): Fundador e diretor artístico da REComunidade, com vasta experiência na música. Reconhecido por sua atuação na banda Blackzuka, onde conquistou diversos prêmios. Atualmente, dedica-se à produção musical e à educação musical. Robson Souza Dutra (BZK): Músico, produtor e educador musical. Co-fundador da REComunidade, com destaque na produção musical e na inclusão social através da música. Possui ampla experiência em diferentes instrumentos e estilos musicais. Jucimar Silva do Nascimento (Mamal): Músico, produtor e coordenador do estúdio de imagem e vídeo da REComunidade. Com uma trajetória marcada pela participação em diversos projetos artísticos, Mamal contribui para a produção de conteúdo audiovisual da empresa. Ângelo Marcio de Almeida Souza (Martchan): Músico, produtor musical e educador. Membro fundador da REComunidade, com experiência em produção musical e ensino de música. Karina Fernanda de Jesus: Responsável pela gestão financeira e administrativa da REComunidade. Possui ampla experiência em gestão de projetos e apoio à produção artística. Maria Leidiane Souza Silva: Assistente de produção geral, responsável pela organização de eventos e suporte aos artistas. Sua experiência é fundamental para a realização dos projetos da REComunidade. Robert William Barbosa Santos (SR Kenyatta): Cantor, compositor e produtor musical da nova geração. Atua na REComunidade como responsável pelo marketing digital e produção musical. Andrey Guilherme de Jesus Neto (Drey): Rapper e produtor musical. Jovem talento da REComunidade, com destaque na cena musical urbana de São Paulo. Sandro Alves Dias: Assistente Social com experiência em atendimento a comunidades vulneráveis. Atua na REComunidade oferecendo apoio psicossocial e fortalecendo a rede de apoio social. Ana Paula: Psicóloga com experiência em saúde mental e atendimento a jovens em vulnerabilidade social. Atua na REComunidade oferecendo suporte psicológico.Cristiane Cubas: Consultoria em produção cultural. Produtora cultural premiada em nível nacional, estadual e municipal- em fortalecimento de redes de artistas independentes com experiência em coordenação, execução e gerenciamento de projetos
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.