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> RESUMO:"Saberes do Horizonte" é um projeto itinerante que une fotografia, arte, ciência e sustentabilidade por meio de oficinas e experiências práticas em pontos turísticos de Porto Alegre, promovendo a valorização do patrimônio cultural e o olhar criativo sobre a cidade.
> OBJETIVOS GERAL:O projeto "Saberes do Horizonte" tem como objetivo difundir o conhecimento e a valorização da cultura visual e do patrimônio urbano de Porto Alegre, utilizando a fotografia como ferramenta de expressão, aprendizagem e preservação da memória coletiva.Para isso, a iniciativa realizará oficinas itinerantes de fotografia pinhole, em que os participantes construirão suas próprias câmeras a partir de materiais recicláveis e orgânicos, explorando princípios físicos, químicos e artísticos. As atividades ocorrerão em pontos turísticos e históricos da cidade, integrando conteúdos sobre arte, ciência, sustentabilidade e cultura local.A proposta visa estimular a educação transdisciplinar, o pensamento criativo e a consciência ambiental, além de fortalecer vínculos comunitários por meio da experiência estética e colaborativa. Ao unir fotografia, experimentação e educação ambiental, o projeto busca democratizar o acesso à cultura e fomentar o protagonismo criativo de diferentes públicos, especialmente estudantes e comunidades locais.> OBJETIVOS ESPECÍFICOS:> Realizar 25 Workshops itinerantes de fotografia pinhole> Revelar 250 Fotos tiradas durante os Workshops.> Visitar 10 Pontos turísticos ou de relevância em Porto Alegre.> Produzir 01 Material impresso complementar do Projeto.
> JUSTIFICATIVA:O projeto "Saberes do Horizonte" propõe uma imersão cultural e educativa que une fotografia, ciência, arte e sustentabilidade em um formato itinerante e participativo. Por meio da produção artesanal de câmeras pinhole com materiais recicláveis e da realização de oficinas em pontos turísticos e históricos de Porto Alegre, o projeto estimula o olhar criativo, a preservação da memória urbana e o reconhecimento do patrimônio público como espaço vivo de cultura.A proposta justifica-se por seu caráter transdisciplinar e inclusivo, ao integrar práticas artísticas, científicas e ambientais em um mesmo processo formativo. A fotografia, enquanto instrumento de observação e expressão, torna-se um elo entre a arte e a ciência, permitindo ao participante compreender fenômenos físicos e químicos ao mesmo tempo em que exercita a sensibilidade estética e a consciência ambiental.Além disso, ao ocupar espaços públicos e promover atividades gratuitas, o projeto democratiza o acesso à cultura, estimula o convívio comunitário e contribui para o desenvolvimento humano, criativo e sustentável. A relevância do projeto reside na sua capacidade de formar novos olhares sobre a cidade, conectando história, tecnologia e natureza através da experiência artística.Alinhamento com a Instrução Normativa MINC:> Art. 1º, incisos I, II e IVI _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV _ estimular o desenvolvimento cultural e científico, a educação e a formação de público.> Art. 3º, incisos I, III e IVI _ incentivo à formação artística, cultural e científica, especialmente por meio da instalação de ações educativas em espaços culturais, museológicos e científicos;III _ promoção do acesso à cultura, ao conhecimento e à inovação tecnológica como instrumentos de inclusão social e desenvolvimento sustentável;IV _ iniciativas que integrem cultura, ciência, tecnologia e inovação, promovendo a alfabetização científica e digital do público.> Art. 4º, incisos II, IV e VIII II _ promoção da inclusão social e da acessibilidade cultural; IV _ valorização do patrimônio imaterial, da memória coletiva e das identidades regionais; VIII _ contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável _ ODS, especialmente aqueles relacionados à educação de qualidade, igualdade, inovação e consumo responsável.> Art. 7º, incisos I, III e VI _ relevância cultural, científica ou educativa comprovada;III _ impacto social positivo e potencial formador de público;V _ contribuição para a valorização da ciência, da tecnologia e da sustentabilidade como expressões culturais contemporâneas.
> ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS:< WORKSHOPS DE FOTOGRAFIA >texto destinado a fazer um preenchimento para o modelo salic padrão para ter uma dimensão do que será escrito, servindo como uma espécie de diagramação visual para ter noção do espaçamento.Detalhes Técnicos:1. Público-alvo: Público aberto, Estudantes de Escolas Públicas e Idosos. 2. Seleção do Público-alvo: Divulgação nas mídias sociais, imprensa, site, formulário e entrar em contato com as escolas públicas de Porto Alegre. 3. Impacto: 750 pessoas.4. Objetivo em impactar o público: Estimular o olhar criativo, a preservação da memória urbana e o reconhecimento do patrimônio público como espaço vivo de cultura. Além de abordar aspectos transversais como a Sustentabilidade, Reciclagem e Ciência de forma integrada com o projeto. 5. Atividades que serão realizadas: Workshop de criação de câmeras Pinhole, Workshops de Fotografia nos pontos turísticos, Revelação das Fotos tiradas durante os Workshops, Pequenos “talks” sobre óptica, fotografia, história dos pontos turísticos e sustentabilidade aplicado ao projeto.7. Formato do Evento: Presencial.7.1 Frequência: 5 ações por mês durante 5 meses, totalizando 25 ações. 7.2 Duração: De 3 horas a 4 horas em média. 7.3 Materiais Fornecidos: Material para criação das câmeras, Transporte para locais turísticos, Material para Revelações, Material Complementar.
> ACESSIBILIDADE:< WORKSHOPS DE FOTOGRAFIA >1. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Auxílio dos mediadores para cadeirantes caso os espaços públicos não tenham acesso a cadeira de rodas. 2. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Não possui.3. ACESSIBILIDADE VISUAL: Não possui.4. ACESSIBILIDADE INTELECTUAL: Didática simplificada e lúdica. Atividades práticas além do projeto ter um material complementar. Alinhamento com a Instrução Normativa MINC:> Art. 4º As ações culturais apoiadas com recursos do Pronac deverão observar as seguintes diretrizes:II – promoção da inclusão social e da acessibilidade cultural;III – estímulo à democratização do acesso aos bens e serviços culturais, eliminando barreiras físicas, sensoriais, intelectuais e comunicacionais.> Art. 7º Serão considerados de relevante interesse público cultural os projetos que demonstrem:II – ações voltadas à inclusão social e à acessibilidade plena em seus espaços, produtos e atividades culturais;III – impacto social positivo e potencial formador de público.> Art. 12. Os projetos culturais deverão assegurar condições de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, observadas as normas vigentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e da legislação federal pertinente.§1º Os proponentes deverão prever, em seus orçamentos, os custos necessários para a implementação de recursos de acessibilidade, como:III – rampas de acesso e mobiliário adaptado; IV – conteúdos em linguagem simplificada e de fácil compreensão.
> DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO:< WORKSHOPS DE FOTOGRAFIA >1. PÚBLICO: Público aberto, Estudantes de Escolas Públicas e Idosos. 2. COMERCIALIZAÇÃO: Sem custo algum para o público. 3. REALIZAÇÃO: Locais públicos. Pontos turísticos de Porto Alegre. Alinhamento com a Instrução Normativa MINC:> Art. 1º, incisos I, II e III, que estabelecem como finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac):I – Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II – Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III – Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das expressões culturais brasileiras e regionais.> Art. 4º, incisos I, II e III, que dispõem sobre as diretrizes dos projetos culturais apoiados:I – Estímulo à difusão e ao acesso aos bens, serviços e espaços culturais;II – Promoção da inclusão social e da acessibilidade cultural;III – Incentivo à descentralização e democratização das ações culturais.> Art. 7º, inciso II, que considera de relevante interesse público cultural os projetos que demonstrem:II – Ações voltadas à democratização do acesso e à participação de diferentes públicos nas atividades culturais.
HUGO DORIGON: Especialista em comunicação digital, direção geral e gestão empresarial, com foco em projetos ESG, ODS e ajuda humanitária. Possui ampla experiência na criação, execução e administração de projetos culturais e sociais. Atuou junto a instituições como o Instituto MRV e a Fundação Banco do Brasil, desenvolvendo iniciativas artesanais, artísticas, sociais, ambientais, ajuda humanitária e de geração de renda para comunidades em situação de vulnerabilidade em Porto Alegre, RS.ANTÔNIO FLÁVIO NUNES: Diretor de Produção e Produtor Executivo, com sólida experiência em projetos e ações de responsabilidade socioambiental para empresas, governo e entidades do terceiro setor. Idealizou, coordenou e desenvolveu projetos como: RodaSom, Jornada Nacional de Literatura, Jornadinha, Vida Urgente, Teatro do Sesi, Pró-Guaíba, Implantação do Programa da Mata Atlântica no RS, Viramundos, Viratrânsito, Cheganças, ZH Gastronomia, Donna Fashion Iguatemi, Caravana RGE – Educando para a Eficiência, AES Sul na Comunidade, RGE na Comunidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.