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Trata-se de um projeto de oficinas artesanais na cidade de Berilo, Minas Gerais, no qual as obras resultantes serão expostas em uma exposição, em Belo Horizonte (local a definir).
ExposiçãoA exposição Futuros Tecidos: O Valor da Tradição sob o Olhar Contemporâneo apresenta como a rica tradição da tecelagem artesanal mineira, dialoga com a arte e com a moda contemporânea brasileira. Por meio de peças de vestuário, design e obras de arte, o visitante pode conhecer um pouco da história e das tradições artesanais da comunidade quilombola de Roça Grande e suas possibilidade de uso na moda e na arte contemporâneaClassificação: Livre OficinasAs oficinas Futuros Tecidos: O Valor da Tradição sob o Olhar Contemporâneo serão realizadas com as artesãs da Tecelagem Roça Grande, em Berilo (MG). A programação inclui etapas de fiação, tingimento natural, tecelagem, modelagem e criação de coleção, unindo tradição e contemporaneidade. As atividades estimulam o uso de matérias-primas locais, a experimentação e a valorização do fazer artesanal quilombola, fortalecendo o protagonismo feminino e os saberes transmitidos entre gerações.Classificação: a partir dos 14 anos Seminário / Roda de ConversaA roda de conversa Futuros Tecidos convida especialistas para discutir as diversas influências dos saberes locais na produção da moda brasileira, além de debater como a arte e o artesanato têm servido de ferramenta para a manutenção e emancipação de comunidades quilombolas. A ação conta com a participação da artesã Ivone Machado da Silva, a designer Maria Fernanda Paes de Barros e outros profissionais renomados na área. Classificação: Livre CatálogoO catálogo Futuros Tecidos: O Valor da Tradição sob o Olhar Contemporâneo apresenta o resultado das interações entre artesãos da comunidade Roça Grande, a designer Maria Fernanda Paes de Barros e os profissionais técnicos envolvidos no projeto. No material, é possível encontrar fotos e textos que documentam e mostram os resultados desta experiência. Classificação: Livre
Objetivo GeralEste projeto tem como objetivo realizar um programa de oficinas presenciais e online e uma exposição com trabalhos artesanais criados por artesãos da cidade de Berilo, em Minas Gerais. Para tanto, guiados pela designer Maria Fernanda Paes de Barros, elas irão participar de oficinas de tecelagem, tingimento natural, modelagem, costura e design, nas quais poderão explorar diferentes técnicas, aplicando conceitos na criação de uma coleção que correlaciona as tradições locais, a arte e a moda contemporânea.OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar uma (1) oficina prática de modelagem, corte e costuraRealizar uma (1) oficina de design e criação artísticaRealizar uma (1) oficina de tecelagemRealizar uma (1) oficina de tingimento naturalRealizar uma (1) roda de conversa sobre as ações do projetoProduzir um minidocumentário, com duração entre 5 e 10 minutos, contando a história do projeto;Criar um catálogo virtual que apresente fotos, depoimentos e todo o processo criativo por trás do projeto;Capacitar artesãos em técnicas de modelagem, costura e no processo de desenvolvimento de coleção;Criar uma coleção de vestuário, design e arte que incorpore elementos culturais da identidade local;Incentivar o uso da arte como meio de expressão;Estimular jovens participantes a olharem para a atividade artesanal como uma potencial profissão e fonte de renda;Difundir e preservar elementos da cultura local;Levar às artesãs conhecimentos básicos sobre gestão, precificação, atendimento ao cliente e prestação de contas;
O contato com a ancestralidade nos faz compreender o presente e nos ajuda a tecer o futuro. Desta forma, traçando um paralelo entre a arte, o artesanal, o design e a identidade brasileira, o presente projeto busca se aprofundar nas tradicionais técnicas de tecelagem artesanal a fim de ressaltar a importância do tear manual no contexto da nossa cultura e da moda contemporânea.O projeto Futuros Tecidos: O Valor da Tradição sob o Olhar Contemporâneo se propõe a promover uma interação entre os artesãos da Tecelagem Roça Grande, localizada em Berilo (MG), e a Yankatu, marca que incorpora as tradições artesanais brasileiras em obras de arte, peças de design, moda e decoração. Em sua trajetória, os diálogos entre tradição, autenticidade, simbologias e funcionalidade se traduzem em objetos contemporâneos com referências ao universo estético, histórico e social de diversas comunidades artesanais espalhadas pelo Brasil e também fora dele. Além de fortalecer a produção local, o projeto busca mobilizar e envolver jovens da cidade em oficinas de corte e costura, incentivando a troca de saberes entre gerações e o reconhecimento do valor do fazer manual como caminho de criação, autonomia e pertencimento.A iniciativa parte das experiências da artista, designer e pesquisadora Maria Fernanda Paes de Barros, fundadora da Yankatu, que busca revisitar a tradição artesanal brasileira e propor a integração do artesanato a objetos artísticos e contemporâneos. Em meio a suas viagens e processos de pesquisas pelo Vale do Jequitinhonha, ela encontrou em Berilo a Associação dos Produtores e Artesãos de Roça Grande - APARG, reconhecida por sua rica produção com o algodão. Seu processo de trabalho utiliza o tear mineiro com dois quadros de liço e envolve plantar, cardar, fiar, tingir e tecer os fios de algodão arbóreo, em tom cru, e uma espécie rara chamada "ganga" que possui tonalidade de caramelo. Uma particularidade da tecelagem em Berilo é a confecção por sobreposição de fios para a formação de desenhos em alto relevo inspirados no cotidiano das artesãs. A ideia de inserir desenhos na tecelagem veio em um sonho de dona Antônia, artesã de Roça Grande, quando ficou viúva. Nele ela tecia uma colcha de maneira diferente da que aprendera com sua mãe. Hoje a técnica é o diferencial da tecelagem de Berilo.Localizadas em Roça Grande, comunidade quilombola pertencente ao município de Berilo, há 545km de Belo Horizonte, a associação foi fundada em 1983, por meio da união de cerca de 80 moradores que atuavam com o plantio do algodão. À época, os homens trabalhavam no cultivo e as mulheres passaram a fiar, urdir e a tecer o algodão que servia para a produção de peças tanto para venda, quanto para uso próprio, incorporando elementos regionais, como grafismos, desenhos e padronagens criados diretamente no tear. Com o passar do tempo e com o cultivo do algodão enfraquecendo, a associação foi perdendo adeptos e muitos moradores da região foram buscar outras fontes de renda, o que reduziu consideravelmente a atividade artesanal na comunidade. Atualmente, são cerca de 15 artesãs que dividem sua produção com parte sendo feita na sede da associação e parte em suas respectivas casas. Assim, elas continuam gerando uma renda complementar a partir da participação em feiras, bazares e vendendo em parceria com lojas especializadas em artesanato. Além disso, a atividade permanece como um ponto de encontro, de integração comunitária e, sobretudo de preservação de uma cultura imaterial que tem sido transmitida há décadas de geração a geração, mas que segundo Ivone Machado da Silva, 58 anos, uma das responsáveis pela associação, tem corrido risco de desaparecer em alguns anos. "À medida que os jovens vêem as dificuldades para se manter financeiramente a partir do tear, eles começam a perder o interesse e decidem ir embora para outras cidades que lhes trarão melhores oportunidades", conta ela. Pensando nisso, a ideia do projeto surge depois de uma experiência bem sucedida que levou o trabalho das artesãs para a edição de número 58 da São Paulo Fashion Week - SPFW em outubro de 2024. Em parceria com Maria Fernanda Paes de Barros e com o designer de moda e estilista Antônio Castro, da FOZ, elas desenvolveram tecidos que integram a coleção "O conto de Laura". Integrando o line-up principal do evento desde 2023, a FOZ é reconhecida por revisitar as tradições artesanais brasileiras em coleções que têm sido destaque por parte da imprensa nacional e da crítica especializada. "Com esta ação, além de valorizarmos o potencial enorme destes trabalhos dentro da moda, notamos também que o processo que começou atrair os olhares dos mais jovens da comunidade. À medida em que eles percebem que é possível ter inovação utilizando saberes ancestrais, o processo natural é que eles se sintam mais interessados em levar seus conhecimentos ancestrais adiante. Com isso, é possível ajudar na manutenção de uma cadeia de valor que tem na criatividade e na tradição do feito à mão uma importante fonte de renda", revela Maria Fernanda. Depois de desenvolverem os tecidos usados pelos designers, as artesãs demonstraram interesse em aprender a criar as próprias peças, uma vez que elas já tecem de maneira sustentável a partir do algodão que continua a ser plantado pela própria associação e tingido a partir de pigmentos naturais. Por conta disso, o presente projeto visa levar à Associação um programa de oficinas dividido em três etapas: uma de tecelagem e tingimento natural, outra de modelagem, corte e costura; e outra apresentando todo o passo a passo para a criação de uma coleção que reúna elementos estéticos, artísticos e culturais, trazendo a identidade da região para as peças. Para a oficina de modelagem, convidamos a estilista Valéria Ferré que, utilizando técnicas sustentáveis, desenvolve roupas e tecidos através de modelagens de desperdício zero e práticas de UPCYCLING, utilizando materiais em desuso ou destinados ao descarte. Já a oficina para a criação de coleção deverá ser ministrada pela Maria Fernanda que, ao longo dos últimos 10 anos tem colaborado no mesmo processo com artesãos de Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Pará, interior de São Paulo, Bahia, Mato Grosso, entre outros, sempre com uma dinâmica participativa e reflexiva, na qual a troca de saberes ocorre de forma linear e não hierárquica. O resultado deste trabalho deverá ser apresentado em uma exposição, reunindo cerca de 20 peças, além de apresentar um minidocumentário - com duração de até 10 minutos - contando a história do projeto e processos de criação, trazendo fotografias do cotidiano artesanal, contextualizando os processos de cocriação e apresentando a experiência de imersão e recepção da equipe do projeto em Roça Grande. A proposta também contempla um catálogo virtual com cerca de 20 páginas apresentando todo o trabalho. Todas as ações do projeto estão em consonância com o Artigo 1 da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 uma vez que ressalta as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, salvaguarda e joga luz sobre os modos de criar, fazer e viver de uma comunidade tradicional, desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais do nosso povo e prioriza o produto cultural originário do País. Embora as tradições e a autodeterminação como quilombolas estejam presentes desde sempre na comunidade, o reconhecimento oficial se deu em 2017, por meio da publicação da Portaria de nº 83 do dia 13 de fevereiro do mesmo ano, na qual o presidente da Fundação Cultural Palmares certifica a Comunidade de Roça Grande como remanescente de Quilombo. Em uma tentativa de informar, provocar e estabelecer diálogos, o projeto Futuros Tecidos convida a todos à uma reflexão acerca das identidades brasileiras, do olhar atento às tradições e das interações positivas entre o tradicional e o contemporâneo, o popular e o erudito, o design e o artesanal.
Enquanto responsabilidade social, o projeto tem a possibilidade de envolver a comunidade, gerar renda para artesãos, artistas e profissionais técnicos, além de difundir, por meio de uma exposição gratuita, a cultura e rica produção artesanal de uma comunidade artesanal tradicional. Do mesmo modo, é possível destacar:● Exposição em prédio com acessibilidade;Entrada 100% gratuita ou de acordo com a política do local escolhido para exposção.● Produção de catálogo virtual, folders e outras peças gráficas com tradução para idioma estrangeiro;● Tradução de textos para o Braille (Textos dos Folders);● Contato com escolas e instituições convidando para a exposição;Além das contrapartidas diretamente ligadas ao objeto do projeto, também é possível elencar contrapartidas diretas para a comunidade de Roça Grande, como:- Formação básica em modelagem e costura; - Ampliação do portfólio de produtos;- Estímulo à criação de uma nova geração de artesãos a partir de oficinas de fiação, tingimento natural e tecelagem ministrada pelas próprias artesãs;- Resgate, difusão e preservação de elementos culturais; - Fomento à economia criativa;- Incentivo a produção e consumo de bens culturais e sustentáveis;- Integração entre conhecimento ancestral, acadêmico e técnico-produtivo;- Colaboração linear entre artesãs, artesãos e profissionais criativos do mercado.- Geração de renda para os participantes da comunidade, artesãos, artistas e outros profissionais das áreas culturai;- Incentivo ao empreendedorismo entre os jovens;
Catálogo digital - O arquivo digital deve contar com uma média de 50 páginas com uma breve descrição acerca da concepção do projeto e das obras que compõem a exposição. Folder - Estão previstas 1000 unidades de um folder no formato A6, com pelo menos quatro páginas que terão um resumo da exposição, ficha técnica e serviço da mostra. Os textos do folder estarão disponíveis para consulta em uma apostila em Braille. Minidocumentário - Em um vídeo que varie entre 5 e 10 minutos de duração, a ideia é apresentar depoimentos e imagens dos processos de produção das obras comunidade Roça Grande. O conteúdo irá contar com legendas em português e audiodescrição.
PRODUTO: EXPOSIÇÃOACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local da exposição deve possuir estrutura como corrimões, rampas e banheiro adaptado.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Tradução para o Braille dos textos de apresentação, legendas e fichas técnicas da exposição. Vamos dispor de amostras e outros materiais para toque e visualização.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: o único produto audiovisual é o vídeo, que deve contar com tradução em libras e legendas em língua portuguesa. PRODUTO: SEMINÁRIOACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local da exposição deve possuir estrutura como corrimões, rampas e banheiro adaptado.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Interpretação em Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS PRODUTO: VÍDEOACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do vídeoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Interpretação para em LIBRAS e legendas em Língua PortuguesaPRODUTO: CATÁLOGO VIRTUALACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os próprios visitantes já costumam ter aplicativos de leitura específicos para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica
Pensando em democratizar o acesso, o projeto visa atender ao inciso IV, do art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Os vídeos que resumem a realização das oficinas e da abertura da exposição também serão disponibilizados em link público por meio do Youtube.Além disso, pretendemos oferecer ao público gratuidade no acesso à exposição e ao seminário (neste último caso, com entrada limititada por ordem de chegada).
MARIA FERNANDA PAES DE BARROS | CPF: 125.517.868-00 | DIREÇÃO GERAL E CURADORIAMaria Fernanda Paes de Barros é designer, pesquisadora e artista e criou a Yankatu em 2015. A palavra que dá nome à sua marca, na crença do povo Kamayurá, significa a nossa terceira alma, nossa essência - a verdadeira beleza. Após mais de 20 anos dedicados ao design de interiores, encontrou uma nova forma de contar histórias. Pesquisa as tradições artesanais brasileiras e busca incorporá-las às suas criações, produzindo peças que as valorizam, aliando arte, delicadeza, inspiração e memórias. A Yankatu desenvolve projetos com artesãos brasileiros, tendo como propósito apresentar seu artesanato através de um novo olhar, que respeita sua identidade, celebra sua história e valoriza o artesão, mostrando a riqueza cultural brasileira e a importância da salvaguarda destas tradições para o desenvolvimento econômico, social e ambiental das comunidades.Suas obras são sempre acompanhadas de um pequeno livro, ao qual chama de “alma”, revelando a inspiração que deu origem à peça e também a história e técnicas dos artesãos com os quais trabalhou. A cada projeto mergulha em uma região, seus ofícios e as vidas das pessoas que os fazem. Uma pesquisa regida pelo olhar, feita com sensibilidade, respeitando o ritmo ditado pelo tempo.Com a Yankatu, já teve a chance de realizar 14 projetos em parceria com artesãos de Minas Gerais, Pará, Paraíba e Parque Nacional Xingu. Além de atuar como consultora criativa e de design para projetos com a ONG Artesol - Artesanato Solidário em Natal, no Rio Grande do Norte, e Guapiara no interior de São Paulo. Também participou de 13 exposições espalhadas pelo Brasil afora, além de outras 11 mostras internacionais em cidades como Genebra, Milão, Nova Iorque, Paris e Tel Aviv, em Israel, na qual foi a única brasileira a ser convidada para participar da Bienal de Design de Tel Aviv. É idealizadora do projeto Xingu: Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo (Pronac 236505), que está em fase final de realização via Lei de Incentivo à Cultura.ANGELO MIGUEL | CPF: 412.295.608-07 | PRODUÇÃO EXECUTIVAAngelo Miguel Oliveira Lima é jornalista e produtor cultural. Atua há cerca de 9 anos na área de cultura, transitando entre a produção executiva, comunicação e assessoria de imprensa em exposições, feiras e eventos de design. Foi assessor de comunicação e produtor do Museu A CASA do Objeto Brasileiro, além de ter integrado a equipe de produção e divulgação do Bazar da Cidade e Mercado das Madalenas, que figuram entre as 5 principais feiras de design e artesanato de São Paulo.Já foi responsável pela produção e divulgação de mais de 40 exposições como Cerâmicas do Brasil, Fio da Meada, Uma história de 20 anos, A CASA Bordada e A CASA ama Carnaúba, estas duas últimas financiadas através de Leis de Incentivo Federais. Também integrou a equipe do “Projeto Warao”, parceria entre o Museu A CASA, o ACNUR - Agência da ONU para Refugiados e o BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento, que visa estruturar a cadeia de valor do artesanato Warao, etnia indígena venezuelana em situação de refúgio no Brasil. Integra a equipe do projeto Exposição Xingu: Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo (Pronac 236505).Atualmente, é fundador e diretor da Bacuri Comunicação, que presta serviços de Assessoria de Imprensa nas áreas de Cultura, Design, Decoração e Sustentabilidade. VALÉRIA FERRÉ | CPF: 240.628.608-80 | OFICINAS DE MODELAGEM, CORTE E COSTURAA estilista, modelista e empreendedora uruguaia Valeria Ferré é pesquisadora de técnicas sustentáveis e facilitadora de oficinas criativas. Morando em São Paulo desde 2018, ela trabalha na equipe de modelagem e criação da renomada marca Fernanda Yamamoto desde o mesmo ano. Já contribuiu na criação e modelagem de desfiles de marcas como Flávia Aranha e COMAS.Em 2020 criou a sua própria marca ValeZero focando em técnicas sustentáveis, onde desenvolve roupas e tecidos através de modelagens de desperdício zero e práticas de UPCYCLING, utilizando materiais em desuso ou destinados ao descarte.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.