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PRONAC 2513139Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

IRMÃOS BERTUSSI - O LEGADO: Palestras Show

BERTUSSI DESIGN E INOVACAO LTDA
Solicitado
R$ 135,1 mil
Aprovado
R$ 135,1 mil
Captado
R$ 20,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

14.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Torres
Início
2026-02-01
Término

Resumo

As palestras show "Irmãos Bertussi - O Legado" revisitam, de forma sensível e informativa, a trajetória artística dos Irmãos Bertussi, ressaltando sua contribuição à consolidação da música regional e à difusão dos valores da cultura gaúcha. Conduzidas por Paulo Bertussi — músico, arquiteto e designer, filho de Honeyde e sobrinho de Adelar —, unem conhecimento técnico, vivência familiar e compromisso com a preservação da memória cultural. A atividade utiliza recursos visuais e sonoros, como projeções, filmes e painéis ilustrativos, além da presença de um gaiteiro convidado que executa ao vivo clássicos da dupla, criando uma experiência imersiva. Realizadas conforme cronograma, as ações alcançarão estudantes, músicos e admiradores da cultura regional, valorizando o patrimônio imaterial e fortalecendo o sentimento de pertencimento que une gerações em torno da tradição gaúcha. As palestras abordarão o patrimônio Imaterial registrado em ível estadual - RS, o "Bugio".

Sinopse

Produtos Culturais do Projeto “Irmãos Bertussi - O Legado” 1. 20 Palestras-Show Cada palestra-show terá caráter artístico e educativo, conduzida por Paulo Bertussi, músico, arquiteto e designer, filho de Honeyde e sobrinho de Adelar, terá em torno de 1h de duração. A atividade resgata e difunde a trajetória dos Irmãos Bertussi, pioneiros da música tradicionalista gaúcha, apresentando aspectos de sua vida, obra e contribuição cultural. As palestras unem narrativa oral, recursos audiovisuais e música ao vivo, proporcionando uma imersão na história da dupla e na formação da identidade musical do Rio Grande do Sul. 2. 20 Exposições Itinerantes (20 quadros emoldurados de 1,20m x 0,75m) Cada edição contará com uma exposição visual composta por 20 painéis ilustrativos, contendo fotografias históricas, capas de discos, trechos de partituras e textos explicativos. Os quadros serão montados em cada local de apresentação, compondo um ambiente expositivo que contextualiza a trajetória dos artistas e reforça a dimensão patrimonial do projeto. Dependendo do interesse do local, os quadros poderão prmanecer no local por mais tempo. 3. 20 Apresentações de Gaita Em cada palestra-show haverá a participação de um gaiteiro convidado, com duração idêntica à palestra. O gaiteiro será responsável por interpretar ao vivo músicas emblemáticas do repertório dos Irmãos Bertussi. As execuções musicais reforçam a conexão entre narrativa e emoção, valorizando o instrumento símbolo da cultura gaúcha e proporcionando uma experiência sensorial e afetiva ao público. 4. 20 Apresentações de Slides As palestras contarão com apresentações audiovisuais projetadas, integrando fotografias, vídeos, trechos de filmes e informações históricas. O recurso visual funciona como apoio à narrativa e amplia a compreensão sobre a trajetória dos homenageados, tornando o conteúdo acessível e atraente para públicos diversos. 5. Valorização do Patrimônio Imaterial O conjunto das ações busca reconhecer e preservar a música regional como expressão do patrimônio cultural imaterial do Estado, evidenciando a importância dos Irmãos Bertussi como referência na construção da identidade gaúcha, além de apresentar o ritmo Bugio, como patrimônio imaterial reconhecido e registrado em nível estadual - RS. 6. Experiência Educativa e Sensorial O projeto oferece uma vivência multissensorial e formativa, que combina imagem, som e palavra, estimulando a escuta atenta, a reflexão sobre a memória e o envolvimento emocional do público com a história da música regional. 7. Fomento ao Diálogo Intergeracional As atividades aproximam novas gerações de estudantes, músicos e pesquisadores do legado artístico dos irmãos, promovendo a transmissão de saberes e o fortalecimento dos vínculos entre tradição e contemporaneidade. 8. Estímulo à Preservação da Memória Cultural Ao promover o contato direto com acervos, registros e interpretações musicais, o projeto inspira novas iniciativas de pesquisa, criação e difusão da cultura regional, ampliando o compromisso coletivo com a preservação da memória gaúcha.

Objetivos

Objetivo Geral: As palestras "Irmãos Bertussi _ O Legado" revisitam, de forma sensível e informativa, a trajetória artística dos Irmãos Bertussi, ressaltando sua contribuição à consolidação da música regional e à difusão dos valores da cultura gaúcha. Conduzidas por Paulo Bertussi — músico, arquiteto e designer, sobrinho dos homenageados —, unem conhecimento técnico, vivência familiar e compromisso com a preservação da memória cultural. A atividade utiliza recursos visuais e sonoros, como projeções, filmes e painéis ilustrativos, além da presença de um gaiteiro convidado que executa ao vivo clássicos da dupla, criando uma experiência imersiva. Realizadas conforme cronograma, as ações alcançarão estudantes, músicos e admiradores da cultura regional, valorizando o patrimônio imaterial e fortalecendo o sentimento de pertencimento que une gerações em torno da tradição gaúcha. Objetivos específicos: Realizar 20 palestras show Realizar 20 exposição de quadros dos momentos mais significativos das carreiras dos Irmão Bertussi Realizar 20 apresentações de música regional Realizar 20 exibições de slides

Justificativa

O projeto "Irmãos Bertussi _ O Legado" propõe a realização de um ciclo de palestras-show que resgata e valoriza a trajetória de Honeyde e Adelar Bertussi, músicos que revolucionaram a música tradicionalista gaúcha a partir da década de 1940, tornando-se referência incontestável na formação da identidade cultural do Rio Grande do Sul. Por meio de uma abordagem sensível e informativa, as palestras irão revisitar o percurso artístico dos Irmãos Bertussi, destacando sua contribuição para a consolidação do gênero musical regional e para a difusão dos valores da cultura gaúcha. As apresentações serão conduzidas pelo músico, arquiteto e designer Paulo Bertussi, sobrinho dos homenageados, que alia conhecimento técnico, vivência familiar e profundo compromisso com a preservação da memória cultural. A atividade será desenvolvida com o apoio de recursos visuais e sonoros, incluindo projeções de slides, exibição de trechos de filmes e painéis ilustrativos (quadros de 1,20 x 0,70 m), proporcionando uma experiência imersiva e educativa. Cada palestra contará ainda com a participação de um gaiteiro convidado, responsável por executar ao vivo algumas das músicas mais emblemáticas da dupla, estabelecendo uma conexão direta entre narrativa, imagem e som. A proposta será realizada em locais e datas definidos conforme cronograma, após a captação dos recursos previstos, alcançando públicos diversos — estudantes, pesquisadores, músicos e admiradores da cultura regional. Mais do que um evento pontual, "Irmãos Bertussi _ O Legado" busca preservar a história e a memória de dois ícones da música sul-rio-grandense, reverenciar a tradição e fortalecer o sentimento de pertencimento que une gerações em torno da cultura gaúcha. Trata-se de uma ação de valorização do patrimônio imaterial, com potencial de inspirar novas produções, fomentar o diálogo intergeracional e perpetuar o legado artístico dos irmãos que ajudaram a moldar a alma musical do Rio Grande do Sul. O projeto "Irmãos Bertussi _ O Legado" demanda o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91, por tratar-se de uma iniciativa de preservação e difusão do patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Sul. A proposta busca resgatar a trajetória dos irmãos Honeyde e Adelar Bertussi, músicos que revolucionaram a música tradicionalista gaúcha a partir da década de 1940, e cuja obra representa um marco na história da cultura popular do país. Os Irmãos Bertussi possuem uma trajetória artística amplamente documentada em diversos meios. Gravaram suas músicas em uma época em que quase nenhum artista do interior do Rio Grande do Sul conseguia chegar ao centro do país, sendo pioneiros na projeção da música regional gaúcha em escala nacional. Foram responsáveis pela consolidação do gênero conhecido como "música de baile", difundindo os valores da tradição e da identidade sul-rio-grandense. A pertinência cultural do projeto também se ancora na Lei nº 14.835/2024 e na Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO, que reconhecem como bens culturais imateriais os saberes, expressões, práticas e manifestações que compõem a cultura popular e tradicional — aquelas que traduzem a memória coletiva, a oralidade e a transmissão de saberes entre gerações. O projeto enquadra-se nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que tratam da "formação, produção, difusão e preservação de bens culturais" e da "preservação do patrimônio histórico e artístico". Quanto aos objetivos do Art. 3º, o projeto contribui diretamente para: Inciso I _ Estimular a produção e difusão cultural; Inciso II _ Promover e valorizar a cultura nacional e regional; Inciso III _ Apoiar a preservação do patrimônio cultural brasileiro; Inciso IV _ Propiciar meios para que a cultura seja fator de desenvolvimento humano, social e econômico. Assim, a Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento mais adequado para viabilizar este projeto, garantindo acesso gratuito, preservação da memória da música regional e valorização da identidade cultural do Rio Grande do Sul e do Brasil.- JUSTIFICATIVA Por que a Lei de Incentivo à Cultura? O projeto "Irmãos Bertussi _ O Legado" demanda o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/91, por tratar-se de uma iniciativa de preservação e difusão do patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Sul, com foco na valorização da música tradicionalista e da memória de artistas fundamentais para a identidade regional. A proposta requer recursos para a realização de 20 palestras presenciais, com estrutura técnica, produção visual e musical, deslocamentos e montagem de painéis expositivos, cujos custos não poderiam ser cobertos apenas com receitas próprias ou bilheteria. Assim, o incentivo fiscal se mostra essencial para viabilizar o acesso gratuito e ampliar o alcance cultural e educativo das atividades. O projeto enquadra-se nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que dispõem sobre o fomento à "formação, produção, difusão e preservação de bens culturais" e à "preservação do patrimônio histórico e artístico". Quanto aos objetivos do Art. 3º da referida norma, o projeto contribui diretamente para: Inciso I _ Estimular a produção e difusão cultural; Inciso II _ Promover e valorizar a cultura nacional e regional; Inciso III _ Apoiar a preservação do patrimônio cultural brasileiro; Inciso IV _ Propiciar meios para que a cultura seja um fator de desenvolvimento humano, social e econômico. Em síntese, a Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento mais adequado para a execução deste projeto, pois assegura a democratização do acesso à cultura, preserva a memória da música regional gaúcha e fortalece a identidade cultural do país. A palestras abordarão o patrimônio Imaterial "bugio" registrado em nível estadual - RS. Sobre esse PATRIMÔNIO IMATERIAL, diz o pesquisador e folclorista Paixão Cortes: "O pesquisador e folclorista Paixão Côrtes considera que é muito perigoso precisar o nascedouro do gênero musical característico do Rio Grande e que deve ter sido bem depois da guerra do Paraguay, pois em pesquisas discográficas da época do gramofone, entre o período de 1913 a 1924, nunca aparece o gênero bugio. Em defesa de sua tese, o folclorista alega que em "gaita de botão", por ser de "voz trocada", isto é, abre num tom e fecha em outro diferente, não se pode realizar o "jogo-de-foles", que caracteriza a imitação do primata, recurso só obtido em gaita pianada, que aparece por estas bandas mais ou menos ao findar da guerra com o País vizinho. O que se sabe, e isto está provado por registros fonográficos, é que foram os Irmãos Bertussi os primeiros a gravar em disco o ritmo bugio, com a música "Casamento da Doralice" no LP Coração Gaúcho. Segue link com a postagem completa: https://chasquepampeano.com.br/site/a-origem-do-ritmo-bugio/

Acessibilidade

Acessibilidade O projeto “Irmãos Bertussi _ O Legado” foi concebido com o compromisso de garantir acesso amplo e inclusivo às suas atividades, assegurando que pessoas com diferentes condições físicas, sensoriais e cognitivas possam usufruir plenamente da experiência. As palestras-show serão realizadas em espaços públicos ou privados que disponham de acesso adaptado para cadeirantes, banheiros acessíveis e áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida. Sempre que possível, as apresentações contarão com intérprete de Libras e legendas projetadas nos conteúdos audiovisuais, favorecendo a participação do público surdo e com deficiência auditiva. Os recursos visuais e sonoros foram planejados para facilitar a compreensão e o engajamento do público, combinando música ao vivo, imagens e narrativas orais de forma sensível e educativa. Além disso, será priorizada a gratuidade de acesso, ampliando o alcance do projeto a diferentes faixas etárias e grupos sociais, especialmente em regiões com menor oferta de atividades culturais. Assim, o projeto reafirma seu papel como ação inclusiva, educativa e democrática, valorizando o patrimônio imaterial gaúcho e garantindo que todos possam compartilhar do legado artístico dos Irmãos Bertussi. Será usada linguagem simples e acessível. Serão reservados lugares nas primeiras filas para PCDs e acompanhantes.

Democratização do acesso

O projeto “Irmãos Bertussi _ O Legado” tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura, promovendo a circulação de um conteúdo artístico e educativo de alta qualidade de forma totalmente gratuita para o público. As 20 palestras-show serão realizadas em diferentes municípios, abrangendo tanto centros urbanos quanto localidades do interior, ampliando o alcance das ações culturais e fortalecendo o direito de todos à fruição artística. A gratuidade das apresentações garante que pessoas de todas as faixas etárias e condições socioeconômicas possam participar, estimulando a formação de plateias e o contato direto com a história e a música regional. O formato acessível e itinerante possibilita que comunidades que raramente recebem eventos culturais também sejam contempladas, reforçando o compromisso do projeto com a descentralização cultural e com a valorização das identidades locais. Dessa forma, o projeto reafirma a cultura como um bem público essencial, capaz de integrar, educar e fortalecer o sentimento de pertencimento entre gerações. Os ensaios serão abertos. Serão permitidas fotos, gravação ou filmagem das palestras por veículos de comunicação. O projeto contempla a IN 23/2025 no art. 47, I e VI

Ficha técnica

BERTUSSI DESIGN Proponente do projeto. CAPTA CONSULTORIA E PROJETOS - produtor cultural PAULO IROQUEZ BERTUSSI - palestrante Arquiteto (CAU A0817-6), formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS (1969) e especialista em Teoria, História e Ensino de Arquitetura pela UCS (1996). Sua trajetória é marcada pela atuação na preservação do patrimônio histórico e cultural, com projetos que integram arquitetura, memória e identidade regional. É também músico e pesquisador, com destaque para ações voltadas à difusão do legado dos Irmãos Bertussi, ícones da música tradicionalista gaúcha. Publicações: Os Irmãos Bertussi – Uma Trajetória de Cultura e Música no Sul do Brasil (edição do autor, 2006); Arquitetura e Identidade Regional (artigo publicado em revista da UCS, 1998); Maesa – Patrimônio e Memória do Trabalho em Caxias do Sul (coautoria, 2019); Diversos textos e artigos sobre patrimônio, arquitetura e cultura regional, publicados em catálogos, jornais e revistas especializadas. RAFAEL DE BONI - músico Rafa De Boni é instrumentista e compositor com mais de 30 anos de carreira, atuando também na produção musical e executiva de projetos culturais e na composição de trilhas sonoras para séries e documentários. Atualmente, dedica-se à pesquisa e à apresentação da websérie “Causos e Gaitas”, que soma mais de 700 mil visualizações, e ao projeto “Nossa Música entre Causos e Gaitas”, em parceria com Gilney Bertussi. Integra diversos grupos musicais, entre eles o duo De Boni & Henz (viola e acordeón), Choros de Balcão, Quarteto Libertango, RAPajador e De Boni Quarteto, além de realizar colaborações como instrumentista, compositor, produtor, arranjador e diretor artístico. Desde 2020, atua como oficineiro de pajada, trova gaúcha e música serrana e sul-rio-grandense. Em 2023, lançou o livro “Entre Causos e Gaitas”, que figurou entre os dez mais vendidos da 39ª Feira do Livro de Caxias do Sul. Mais sobre o artista: https://linktr.ee/rafadeboni MAGNUS GASPARIN - músico Magnos Gasparini é músico, arranjador, compositor e educador musical natural de Caxias do Sul (RS). Atua profissionalmente há mais de 20 anos, com experiência como acordeonista, pianista e produtor musical. É proprietário do MG Studio, voltado à produção e gravação de acordeons, e tem ampla atuação em shows ao vivo e gravações em estúdio, colaborando com artistas e grupos do cenário musical sul-brasileiro. Foi coordenador musical e acordeonista da Banda Chardonnay por 11 anos, integrando também projetos de música regional, popular e nativista. Iniciou seus estudos de acordeon aos 8 anos, aperfeiçoando-se com mestres como Oscar dos Reis. É graduado em Administração de Empresas e licenciado em Música pela UCS, com especialização em piano. Participou da gravação de diversos CDs e DVDs de artistas regionais, destacando-se na difusão da música gaúcha e da cultura serrana por meio de arranjos, composições e produções que unem técnica e sensibilidade artística. RUBIA FRIZZO - curadora Rubia Frizzo é produtora cultural tendo exercido as funções de Secretária da Cultura de Caxias do Sul, Secretária de Turismo de Gramado, Presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Caxias do Sul. Atuou membro e coordenadora do Colegiado Setorial de Memória e Patrimônio-RS, como membro e Presidente do Conselho Estadual de Cultura – RS; membro titular do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural - COMPAHC, membro do Conselho de Planejamento de Caxias do Sul e de Gramado, Membro do Conselho de Administração da Gramadotur e Diretora de Cultura e Desfiles da Festa Nacional da Uva. Autora do Livro MAESA – poema arquitetônico. Pesquisa Patrimônio Histórico Industrial. É Jornalista e concluiu, em 2013, Curso de Extensão em Administração Pública da Cultura, oferecido pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Caxias do Sul Rio Grande do Sul