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PRONAC 2513164Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mostra Oceanos - Relações Lusófonas Contemporâneas

BREU CC LTDA
Solicitado
R$ 360,1 mil
Aprovado
R$ 360,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (2)
Baturité CearáFortaleza Ceará

Resumo

A Mostra Oceanos - Relações Lusófonas Contemporâneas é um evento de difusão da produção audiovisual realizada no Brasil, em Portugal e em países Africanos de língua portuguesa (PALOP). A segunda edição acontecerá em Fortaleza, com itinerância em Baturité, ambas no Ceará, com programação totalmente gratuita. Durante cinco dias, o público assistirá a produções de curtas, médias e longas metragens. Além das exibições, o evento contará ainda com um ciclo itinerante, quatro apresentações musicais, uma apresentação de dança, uma exposição e quatro oficinas.

Sinopse

Os filmes que irão compor a mostra são:25, de Celso Luccas e Zé Celso Martinez 1977 | Documentário | 140 minutos | Brasil (Moçambique) | 14 anosFilmado em 16mm, durante as comemorações que se seguiram à independência de Moçambique, o filme aborda o processo de libertação do país, passando pela história da resistência e da luta do povo moçambicano contra 400 anos de opressão e dominação colonialista. Os realizadores percorrem as diferentes fases da colonização, desde a invasão de Vasco da Gama até o início da conscientização descolonizadora, passando pela resistência, por massacres e pelos dez anos de guerra popular contra o exército português. Plantar nas estrelas, de Geraldo Sarno1979 | Documentário | 17 minutos | Brasil (Moçambique) | 14 anosGeraldo Sarno vai à Moçambique do período pós-independência da colonização portuguesa para registrar com sua câmera um processo histórico que, em tempos de ditadura militar no Brasil, ao mesmo tempo os inspira e fascina.Kuxa Kanema: O Nascimento do Cinema, de Margarida Cordeiro2003 | Documentário | 52 minutos | Moçambique-Portugal | 14 anosA primeira ação cultural do governo Moçambicano logo após a independência, em 1975, foi a criação do Instituto Nacional de Cinema (INC). O novo presidente, Samora Machel, tinha especial consciência do poder da imagem e de como utilizá-la para construir uma nova nação socialista. As unidades de Cinema Móvel vão mostrar por todo o país a mais popular produção do INC, o jornal cinematográfico Kuxa Kanema. Kuxa Kanema quer dizer o nascimento do cinema e o seu objetivo era: filmar a imagem do povo e devolvê-la ao povo.Nha Fala, de Flora Gomes2002 | Ficção | 90 minutos | Portugal-França-Luxemburgo (Guiné-Bissau) | 14 anosAntes de partir para a Europa para continuar os estudos, Vita uma jovem africana, promete à mãe que jamais cantará pois uma maldição ancestral, passada de geração em geração, ameaça de morte qualquer mulher que se atreva a cantar na família. Em Paris, Vita conhece Pierre, um jovem e talentoso músico por quem se apaixona. Radiante de felicidade, Vita liberta-se e acaba por cantar. Surpreendido com o seu talento, Pierre convence-a a gravar um álbum. O disco torna-se um sucesso imediato. Mas Vita, horrorizada pelo peso da maldição e temendo que a mãe descubra que faltou à promessa, resolve voltar a casa, a África... para morrer. Com a ajuda de Pierre e Yano, Vita encena a própria morte e ressurreição para provar à família e aos amigos que tudo é possível quando se tem a coragem de ousar. Espiral em Ressonância, de Filipa César e Marinho de Pina2024 | Documentário | 92 minutos | Guiné-Bissau-Portugal-Alemanha | LivreO filme acompanha a restituição de um arquivo a uma comunidade ancestral de Guiné-Bissau, transformando-se numa história sobre a ligação entre passado e presente, a luta pela igualdade e a construção de um futuro onde a utopia é possível, como sugere a icónica citação de Amílcar Cabral. Alegoria dos Autômatos, de Josy Macedo e Clébson Francisco2022 | Documentário | 15 minutos | Brasil | 14 anosDispositivos e distorções, os algoritmos, a retórica: não existe racismo no Brasil. Uma violência que se repete. É um filme de arquivo e montagem que busca evidenciar o racismo na estrutura imagética brasileira.Alcindo, de Miguel Dores2021 | Documentário | 79 minutos | Portugal | 16 anosO filme retrata uma triste história de um imigrante caboverdiana nas ruas de Lisboa: 10 de Junho de 1995, sob o pretexto múltiplo de celebrar o Dia da Raça e a vitória na Taça de Portugal de Futebol do Sporting Clube, um grupo volumoso de etno-nacionalistas portugueses sai às ruas do Bairro Alto para espancar pessoas negras que encontra pelo caminho. O resultado oficial foram 11 vítimas, uma delas mortal, cuja trágica morte na Rua Garret atribui o nome ao processo de tribunal – o caso Alcindo Monteiro.Downpression, de Assaggi Piá e Rodrigo Mends2019 | Experimental | 10 minutos | Brasil | 14 anosIroko é um homem trans negro e artista que tem em seu cotidiano o desafio de suprir as expectativas da sociedade, ao mesmo tempo que tenta lidar com seus conflitos internos configurado em medo, ansiedade, crise de pânico e depressão.Nigiro: meu nome, minha ancestralidade, de Assaggi Piá2020 | Documentário | 12 minutos | Brasil | 12 anosNigiro é um documentário que mergulha nas trajetórias pessoais e coletivas de africanos, afrodescentes e indígenas a partir de seus nomes próprios, buscando compreender seus processos históricos e culturais. O Canto de Ossobó, de Silas Tiny2017 | Documentário | 98 minutos | Portugal (São Tomé e Príncipe) | 12 anosRio do Ouro e Água-Izé foram das maiores roças de produção de cacau em São Tomé e Príncipe durante o período colonial português. A sua produção chegou a ser a maior a nível mundial em princípios do Século XX. Neste local milhares de homens e mulheres foram marcados pelo trabalho forçado em regime equiparado à escravatura. A Roça lembra o poder e domínio, injustiça e dor. Hoje, a degradação alastra pelo espaço colocando em risco de extinção a memória coletiva santomense. Passados trinta anos de ausência, regresso ao meu país para encontrar os vestígios desse passado.Fucking Globo, de Kamy Lara2024 | Documentário | 50 minutos | Angola | 14 anosEm 2015, um grupo de artistas decidiu ocupar os quartos de um velho hotel no centro de Luanda. Assim nasceu o evento artístico multidisciplinar Fuckin’Globo, onde artistas independentes transformaram os quartos do Hotel Globo em espaços expositivos únicos, numa produção artística que rejeitou qualquer patrocínio ou apoio institucional. Esta posição radical permitiu uma abordagem livre e audaciosa a temas culturais, sociais e políticos, com obras criadas especificamente para o evento. O documentário destaca a relevância do projecto, celebrando a colectividade, a criatividade e a independência artística, e revelando um labirinto de inovação e liberdade no coração de Luanda.À margem de um rio que correm meus ancestrais, de Iago Barreto Soares2022 | Documentário | 13 minutos | Brasil | LivreA margem de um rio, Dias Potyguara vê seus ancestrais passando, de um passado cheio de força a um futuro nebuloso que ele divide com seu filho. Através do rio passam todos os sonhos do povo potyguara, um rio que transborda e sobrevive no sertão, o rio que é escutado por aqueles que são seus descendentes.Tradição é Movimento, de Karina das Oliveiras2023 | Documentário | 14 minutos | Brasil | 14 anosUma festa de música eletrônica no interior do Ceará reúne estudantes africanos. As memórias ancestrais moram no viver das danças. Elas nos contam as histórias, sim, Lopita Ngolo e Bombo. A concha é a nossa guia. Sim, há muitos caminhos e encontros.Redenção 2083, de Antônio Wilame Júnior2023 | Ficção | 11 minutos | Brasil | 14 anosO filme propõe uma reinterpretação da cidade de Redenção, Ceará — a primeira a abolir a escravatura no Brasil, em 1883 — projetando-a no ano de 2083. A obra utiliza a estética do afrofuturismo para questionar e reimaginar os monumentos e símbolos históricos da cidade, que frequentemente reforçam estereótipos sobre a passividade dos negros no processo de conquista da liberdade. A proposta é ressignificar essas representações através de uma arte especulativa digital, utilizando um filtro de realidade aumentada e uma obra audiovisual.Greice, de Leonardo Mouramateus2024 | Ficção | 110 minutos | Portugal-Brasil | 14 anosGreice, uma jovem brasileira de 22 anos, estuda belas-artes em Lisboa. Nos primeiros dias do verão, Greice envolve-se com o misterioso Afonso. O casal é responsabilizado por um estranho acidente que ocorre na festa de recepção dos calouros. Greice precisa, então, voltar a Fortaleza, mas se esconde num hotel para evitar que sua mãe descubra os apuros em que se envolveu. Com a ajuda de alguns amigos, Greice procura um lugar no mundo.

Objetivos

O presente projeto tem como objetivo celebrar e fortalecer as relações culturais entre o Brasil, Portugal e os países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP), através da realização da segunda edição da Mostra Oceanos. A iniciativa é um fomento ao intercâmbio artístico e ao diálogo intercultural entre esses países, impulsionando a economia criativa lusófona através do audiovisual, da música, da dança e da pesquisa. Como objetivos específicos:EXIBIÇÕES: Realização de exibição de 15 filmes entre curtas, médias e longas metragens produzidos no Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe;DEBATES: Realização de debates após as exibições com a curadoria, pesquisadores e realizadores totalizando 9 conversas; EXPOSIÇÃO: Realização de uma exposição em comemoração ao cinquentenário da Revolução dos Cravos e independências dos PALOP;OFICINAS: Realização de quatro oficinas, sendo elas: (1) Produzindo no Atlântico, com Daniele Ellery; (2) Cinemas em português?, com Levy Freitas; (3) Coprodução Brasil-Portugal, com Giovanna A Campos; (4) Cinemas Contemporâneos em Angola, com Mirian Vanda.APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS: Realização de uma apresentação de dança com o grupo de dança moçambicano Pérolas do Índico; e realização de três apresentações musicais com Dj Kabeça, Dj Bug e grupo musical Vozes D’África; ITINERÂNCIA: Realização de um ciclo itinerante com três filmes e uma apresentação musical na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), no município de Redenção, Ceará. CATÁLOGO: Produção de um catálogo da mostra.

Justificativa

A Mostra Oceanos surge do desejo de expansão das relações lusófonas através dos cinemas. Realizada a partir da exibição de filmes produzidos no Brasil, em Portugal e nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP), a mostra propõe um olhar cruzado e plural sobre as diferentes vivências, estéticas e realidades destes espaços. A existência de iniciativas como a mostra, realizada desde o Brasil, é importante não apenas pelas relações históricas que atravessam esses países, mas também pelas questões contemporâneas que os envolvem ligadas sobretudo aos movimentos migratórios, identidades e relações interculturais, cultura e memória, como versa o Art.1º inciso VIII. Realizada pela primeira vez na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 2024, a segunda edição será realizada em 2026, em Fortaleza, Ceará, com mais um ciclo itinerante no município de Redenção, Ceará, valorizando o espaço de destaque que o estado vem desempenhando dentro do cenário lusófono internacional, sobretudo após a criação, em 2010, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Concebida a partir de relações lusófonas, a Unilab recebe todos os anos, desde sua inauguração, estudantes oriundos dos PALOP para cursarem o ensino superior no Brasil. Assim, ao longo desses anos, mais do que formar quadros técnicos qualificados, a Unilab tem proporcionado a criação de importantes vivências em um contexto intercultural, tanto em Redenção, cidade onde está instalada a Universidade, quanto em um raio mais alargado, que engloba também a capital Fortaleza. Dessa forma, a Mostra Oceanos afirma-se como espaço de fomento e respeito à interculturalidade, fortalecendo o diálogo entre as culturas lusófonas, reforçando laços e projetando novas possibilidades de convivência no mundo lusófono através do arte e da cultura, como expressa o Art.1º inciso VII. Sendo o Brasil o país com a maior população lusófona do mundo, para além de promover a interculturalidade, a mostra configura-se também como uma ação estratégica de economia criativa. Ao impulsionar, como propõe o Art.1º inciso III, criadores, realizadores e artistas do campo do audiovisual, da música, da dança e da pesquisa, o evento fomenta, uma rede de ações criativas entre todos os diferentes territórios envolvidos, gerando emprego e renda em escala local (Art.1º inciso II) e internacional, promovendo e incentivando a circulação de obras, artistas e ideias, e impulsionando oportunidades de cooperação e inovação. Toda a programação do projeto será gratuita, de acordo com o Art. 3 inciso IV, com acesso livre a todos os públicos, promovendo o Art. 1 inciso I. Unindo exibição de filmes, com exposição, debates e apresentações musicais (Art. 3 inciso II), o evento se constitui como um espaço ampliado para manifestações culturais e artísticas. Mesmo tratando-se de um evento de alta relevância cultural e educativa, a própria natureza do projeto impede a sustentação da mostra unicamente pelas regras de financiamento do mercado exibidor, assim como por outras fontes de orçamento mais enxutas. Desse modo, o uso de recursos públicos permitidos pelo acesso ao mecanismo de incentivo a projetos culturais se faz necessário, sobretudo por três razões: o caráter não comercial da mostra, a valorização da diversidade cultural a partir de exibições de diversos formatos e nacionalidades e a geração de impacto social. Portanto, compreendemos o incentivo público como um instrumento de fomento essencial para a viabilização da Mostra Oceanos de maneira inclusiva e plural, garantindo ainda que o evento aconteça com qualidade, acessibilidade e abrangência, como desejamos.Do ponto de vista ambiental, nosso compromisso se expressa em múltiplas camadas, envolvendo desde ações práticas, como a coleta seletiva, redução do uso de plásticos descartáveis e adoção de materiais sustentáveis, até o impulso das reflexões sobre os desafios das mudanças climáticas a partir da realidade dos países envolvidos e suas populações. Nos últimos anos, Brasil e Portugal enfrentaram ondas de calor intensas, enquanto São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, países insulares, vivem sob a ameaça constante do aumento do nível do mar. Nesse contexto, a mostra assume a responsabilidade ambiental não apenas em sua dimensão logística, mas também como experiência compartilhada nos espaços e nos modos de vida diante dos novos desafios globais.

Especificação técnica

A noite de abertura da Mostra Oceanos contará com o início de uma exposição audiovisual acompanhada por um coquetel e apresentação musical de um DJ. A abertura terá duração de 2h30 antes da sessão inicial da Mostra.- Exposição "Cinquentenário da Revolução dos Cravos e independência dos PALOP". A exposição será constituída por 5 videoinstalações onde extratos e filmes completos da época das lutas de independência dos PALOP's (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e da Revolução dos Cravos, serão exibidos ao público, emulando uma verdadeira rede de contato entre essas histórias e demonstrando como a força do audiovisual foi utilizada para a propagação das ideias de liberdade. Essas videoinstalações serão apresentadas em um mesmo espaço expositivo, exibidas através de cinco projetores com sons individuais para que cada obra seja apreciada propriamente. - DebatesAo todo o evento contará com 9 sessões de debates pós-filmes com a participação de convidados especiais, realizadores e curadores da mostra. Cada debate terá a duração de 30 minutos no total.- Oficinas1: Produzindo no AtlânticoEstrutura: A palestra será livre e aberta para o público mediante inscrição prévia, com o limite máximo de 30 lugares. A aula contará com extratos dos filmes produzidos pela palestrante, exposições de suas ideias, histórias e afins, além de um momento final para perguntas e trocas com o público.Duração: 120 minutosMaterial: Equipamento básico já presente na sala: projeção, microfone e colunas de som.Projeto Pedagógico: A fala ministrada pela professora, pesquisadora e diretora Daniele Ellery, terá como direcionamento sua experiência própria como realizadora de filmes produzidos em países lusófonos africanos, Portugal e Brasil, além de sua perspectiva como professora titular da UNILAB. Compartilhando com o público as possibilidades, desafios e formas de produção possíveis para estabelecer um circuito de troca artística dentro da lusofonia.Ministrante: Daniele é Doutora em Ciências Sociais pelo PPCIS/UERJ (2013), mestra em Sociologia pelo PPGS/UFC (2006) e bacharela em Ciências Sociais pela UFC (2004). Atua como Professora Adjunto da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB/CE). É coordenadora do NUDOC - Núcleo de Documentação Cultural Ladeísse Silveira (IH/Unilab), líder do grupo de pesquisa: "SENSORIA - Núcleo de Pesquisa em Imagem, Som e Texto" (CNPq/Unilab). 2: Cinema em Português?Estrutura: A palestra será livre e aberta para o público mediante inscrição prévia, com o limite máximo de 30 lugares. A aula contará com extratos de filmes, exposições e explicações de conceitos sobre a lusofonia expandida e seus desdobramentos, além de um momento final para perguntas e trocas com o público.Duração: 120 minutosMaterial: Equipamento básico já presente na sala: projeção, microfone e colunas de som.Projeto Pedagógico: A oficina será ministrada pelo produtor, pesquisador e curador/idealizador do evento, Levy Freitas. A partir do aprofundamento de sua pesquisa de Doutorado e desenvolvimento de novos conceitos para lidar com a relação lusófona a partir do Brasil, com foco especial a partir do Ceará, Levy compartilhará sua pesquisa cinematográfica e os mais diversos modos de produção presentes nas realidades artísticas dentro da lusofonia. Colocando em questão a provocação do "cinema em português" dentro dessa organização, onde muitas produções utilizam, na realidade, crioulos e outras línguas locais, forçando uma atualização do conceito de lusofonia e expandindo suas possibilidades de contato.Ministrante: Levy Freitas possui formação em Geografia e Cinema e Audiovisual, além de um mestrado em Geografia (UFRN) e uma especialização em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa (Unilab). Atualmente, é doutorando na Escola de Comunicação da UFRJ (Ecopós), onde desenvolve uma pesquisa sobre a geopolítica dos cinemas lusófonos, trabalho que também se desdobra em ações de criação, formação, intercâmbios e programas de exibição. 3: Coprodução Brasil-PortugalEstrutura: A palestra será livre e aberta para o público mediante inscrição prévia, com o limite máximo de 30 lugares. A aula contará com extratos de filmes, exposição e explicação de protocolos, além de um momento final para perguntas e trocas com o público.Duração: 90 minutosMaterial: Equipamento básico já presente na sala: projeção, microfone e colunas de som.Projeto Pedagógico: A oficina será ministrada pela produtora, pesquisadora e uma das organizadoras do evento, Giovanna A Campos. Atualmente trabalhando como responsável pelo desenvolvimento de projetos de uma produtora portuguesa, Giovanna trará sua experiência atuando nos mais diversos mercados, laboratórios e editais para compartilhar com o público. Focando especialmente no protocolo Luso-Brasileiro, no Concurso de Co-produção Portuguesa Minoritária, assim como em outras chamadas do ICA (Instituto do Cinema e Audiovisual de Portugal), o objetivo é demonstrar para o público as oportunidades de se produzir um filme em parceria com Portugal, amadurecendo os projetos e capacitando-os a novos mercados, novos financiamentos e presença em laboratórios internacionais.Ministrante: Giovanna A Campos, roteirista, produtora e pesquisadora, iniciou sua atuação no audiovisual ao realizar o curso de Roteiro no Museu de Imagem e Som (SP). Realiza uma pesquisa a respeito do pensamento poético no ensaio cinematográfico no Mestrado em Desenvolvimento de Projeto Cinematográfico com especialização em Narrativas Cinematográficas na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa enquanto finaliza sua primeira curta-metragem. Atua como coordenadora de desenvolvimento de projetos na Produtora Omaja (PT), de projetos de ficção e documentais, curtas-metragens, longas-metragens e séries.4: Cinemas Contemporâneos em AngolaEstrutura: A palestra será livre e aberta para o público mediante inscrição prévia, com o limite máximo de 30 lugares. A aula contará com extratos dos filmes produzidos pela palestrante, exposições de suas ideias, histórias e afins, além de um momento final para perguntas e trocas com o público.Duração: 90 minutosMaterial: Equipamento básico já presente na sala; projeção, microfone e colunas de som.Projeto Pedagógico: A oficina, ministrada pela curadora, arquiteta e pesquisadora Mirian Vanda, propõe um panorama das produções audiovisuais recentes do país, com especial atenção às formas e estéticas que caracterizam o cinema angolano contemporâneo. A partir da análise de obras e diretores de diferentes gerações, o encontro busca discutir, sobretudo, como o urbano tem se afirmado como um elemento central nas narrativas cinematográficas, revelando tensões e dinâmicas próprias das transformações sociais e espaciais de Angola na atualidade.Ministrante: Mirian Vanda é formada pela The Arts University Bournemouth (2020), com um bacharelado (com honras) em Arquitetura (ARB/RIBA Parte 1). Atualmente, está a fazer um mestrado em Estudos Culturais (Gestão das Artes e da Cultura) na Faculdade de Ciências Humanas – Católica. De 2021 a 2024, trabalhou no Departamento de Cinema da produtora Geração 80, em Luanda. Em 2024, cofundou o Lisbon Consortium Film Club, um projeto dedicado a exibir filmes além dos formatos cinematográficos tradicionais e a promover o envolvimento do público através de exibições e debates com curadoria. Mirian contribuiu para a Avant-Scène Cinéma, em parceria com a Associação dos Amigos de Sarah Maldoror e Mário de Andrade, com foco na resiliência do cinema angolano no panorama contemporâneo (2025).

Acessibilidade

Para garantir a plena execução das atividades, faremos uma capacitação em acessibilidade para a equipe do projeto, de maneira a garantir que se incorpore não apenas recursos de acessibilidade, mas também práticas mais acessíveis de forma ampliada, considerando a comunicação do projeto, o tratamento com o público, os mecanismos digitais, e demais estratégias.a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Iremos trabalhar com instituições que estão comprometidas com a acessibilidade do ponto de vista arquitetônico, considerando aspectos como presença de rampas, corrimãos, elevadores, piso tátil, etc.b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para pessoas com deficiência visual:i. Etiquetas e textos com versões em braile e em tipos ampliados, fixados de forma a poderem ser lidos tanto por pessoas que estejam em pé, como por pessoas sentadas;ii. Realização de sessões de filmes com audiodescrição.iii. Toda a comunicação institucional será realizada com descrição de imagens e linguagem simplificada para fácil leitura por aplicativos.Para pessoas com deficiência auditiva:i. Atendimento especializado em Libras ao longo da mostra, incluindo durante as oficinas e debates. ii. Sinais viso-motores para Surdos e deficientes auditivos;Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:I. Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA.

Democratização do acesso

Todas as atividades da 2ª Mostra Oceanos - Relações Lusófonas Contemporâneas são gratuitas e abertas ao público em geral, em conformidade com os critérios estabelecidos.Espera-se que a Mostra fomente a cultura da produção audiovisual em contexto lusófono e, gradativamente, estimule a construção de uma cultura de desenvolvimento cinematográfico em comunicação e parceria com os outros países da comunidade.Além disso, como medida de ampliação de acesso, o projeto atende aos seguintes critérios:As oficinas serão gravadas e disponibilizadas na internet em um canal de YouTube da mostra estando em conformidade com o critério:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Através de contatos e parcerias com canais de comunicação, atenderemos ao critério:IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;Não só as sessões de filmes serão abertas ao público, como também a exposição, os eventos e apresentações, as oficinas, assim como os debates, e o catálogo atendendo ao critério:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.

Ficha técnica

- Levy FreitasFunção no projeto: Coordenação Geral e CuradoriaCurrículo resumido: Levy Freitas possui formação em Geografia e Cinema e Audiovisual, além de um mestrado em Geografia (UFRN) e uma especialização em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa (Unilab). Atualmente, é doutorando na Escola de Comunicação da UFRJ (Ecopós), onde desenvolve uma pesquisa sobre a geopolítica dos cinemas lusófonos, trabalho que também se desdobra em ações de criação, formação, intercâmbios e programas de exibição.É idealizador e co-coordenador do Cineclube Cinemas do Atlântico Sul (Proex/Unilab), além de atuar como programador, educador e produtor em diversos projetos ligados ao cinema, ao audiovisual e artes visuais.- Mirian Mateus VandaFunção no projeto: CuradoriaCurrículo resumido: Mirian Vanda é formada pela The Arts University Bournemouth (2020), com um bacharelado (com honras) em Arquitetura (ARB/RIBA Parte 1). Atualmente, está a fazer um mestrado em Estudos Culturais (Gestão das Artes e da Cultura) na Faculdade de Ciências Humanas – Católica. De 2021 a 2024, trabalhou no Departamento de Cinema da produtora Geração 80, em Luanda. Em 2024, cofundou o Lisbon Consortium Film Club, um projeto dedicado a exibir filmes além dos formatos cinematográficos tradicionais e a promover o envolvimento do público através de exibições e debates com curadoria. Atualmente, participa na coordenação do Departamento de Indústria da 22.ª edição do IndieLisboa – Festival Internacional de Cinema Independente e estagia no INSTITUTO para a 12.ª edição do Festival de Cinema Arquitecturas - «At the Border», no Porto. Mirian contribuiu para a Avant-Scène Cinéma, em parceria com a Associação dos Amigos de Sarah Maldoror e Mário de Andrade, com foco na resiliência do cinema angolano no panorama contemporâneo (2025).- Giovanna Affonso de CamposFunção no projeto: Produção ExecutivaCurrículo resumido: Giovanna A Campos, roteirista, produtora e pesquisadora, iniciou sua atuação no audiovisual ao realizar o curso de Roteiro no Museu de Imagem e Som (SP). Realiza uma pesquisa a respeito do ensaio cinematográfico no Mestrado em Desenvolvimento de Projeto Cinematográfico com especialização em Narrativas Cinematográficas na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa enquanto finaliza sua primeira curta-metragem. Atua como coordenadora de desenvolvimento de projetos na Produtora Omaja (PT), de projetos de ficção e documentais, curtas-metragens, longas-metragens e séries. Foi diretora de produção das curtas-metragens em pós produção O Voo do Rio, de Delano Gurgel Queiroz (BR) e O Mundo ou Nada, de Virgílio Pinto (PT). Como roteirista foi integrou o Laboratório de Roteiro do CENA15, da Escola Porto Iracema das Artes (Fortaleza/CE) com o projeto O Último Corte, com tutorias de Karim Ainoüz, Murilo Hauser, Nina Kopko, Luciana Vieira, Armando Praça, Pablo Arellano. Foi proponente e realizadora da série documental Arte Circunstância, financiada pela Secretaria de Cultura de Fortaleza e pela Lei Aldir Blanc, atualmente em exibição no streaming do Jornal O Povo.- Clébson FranciscoFunção no projeto: Produção ExecutivaCurrículo resumido: Clébson Francisco é pesquisador, educador, curador independente e produtor, transitando entre as artes visuais, o audiovisual e a escrita. Atuando na cultura com produção, produção executiva, gestão e coordenação de projetos no campo do audiovisual e das artes visuais, na educação não-formal, especificamente na formação em artes. Coordena o Arquivo Presença – plataforma de pesquisa, arquivo e memória e o Mapa do Cinema Negro – plataforma de pesquisa e difusão audiovisual. Desenvolve trabalhos artísticos com filmes, técnicas mistas, instalações, vídeos, objetos, bandeiras e escritos. Desde 2015 tem participado de diversas exposições coletivas, residências e laboratórios.- Delano Gurgel QueirozFunção no projeto: Coordenação de ProduçãoCurrículo resumido: Delano Gurgel Queiroz (Fortaleza, Brasil), artista e cineasta, pesquisa fronteiras, deslocamentos e suas dinâmicas, observando os encontros e aquilo que há de comum nas humanidades e não-humanidades. As técnicas mais utilizadas perpassam as video-instalações, filmes, trabalhos em objetos e sociologia culinária. Em 2019 foi um dos artistas pesquisadores do Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes (BR). No mesmo ano, com um vídeo-poema, fez parte da exposição Reflorestamento, no Museu de Arte Contemporânea de Fortaleza. Como cineasta já realizou sete curta-metragens presentes em diversos festivais e mostras, tendo sido reconhecido , em 2021, com um melhor filme da mostra competitiva nacional do Festival Cine São Jorge (Goiás, Brasil). Atualmente, está em pós-produção do curta “O Voo do Rio”, financiado pelo Ministério da Cultura do Brasil através da Lei Federal Paulo Gustavo, 2024- Lia Mota VerasFunção no projeto: Coordenação de ComunicaçãoCurrículo resumido: Lia Mota é comunicadora e multiartista. Sua trajetória perpassa o audiovisual, a produção, o jornalismo, a música, a dança. Atualmente integra a Cinemul - Cinema feito por mulheres e também a Molhadas Coletiva. Graduou-se em Comunicação Social habilitação em Jornalismo pela UFC, estudou audiovisual no Porto Iracema das Artes e fez especialização em Produção Cultural pelo Observatório Itaú Cultural

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.