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"Mãos que Plantam" é um documentário de curta-metragem (15 min) sobre agricultura familiar em Curitiba e região metropolitana. Retrata personagens reais que vivem do plantio, mostrando duas realidades distintas: de um lado, o trabalho artesanal e sustentável de uma cooperativa; de outro, o modelo tecnificado e com investimento privado inserido no turismo gastronômico. O filme traz também entrevistas com especialistas sobre a importância da agricultura familiar para a saúde, o meio ambiente e a economia. O projeto valoriza o trabalho no campo e estimula a reflexão sobre sustentabilidade e alimentação saudável, prevendo 10 exibições gratuitas em escolas públicas, instituições sociais e comunidades rurais. Também será realizado um festival de lançamento do documentário em uma sala de cinema, que contará com um debate sobre agricultura familiar e meio ambiente.
“Mãos que Plantam” aborda o cotidiano de pessoas que vivem da agricultura familiar em Curitiba e região metropolitana. O documentário em formato de curta-metragem acompanha as rotinas, sonhos e desafios de famílias reais que dependem deste setor e vivem esta realidade diariamente, revelando paisagens e depoimentos que abrem a reflexão sobre quem produz o alimento que chega à nossa mesa, e toda a força de trabalho humana que existe por trás dos produtos que alimentam o Brasil.Classificação indicativa livre.
Objetivos GeraisProduzir o documentário "Mãos que Plantam", com aproximadamente 15 minutos de duração (curta-metragem), captado e finalizado em formato digital FHD;Sensibilizar o público sobre o modo como os alimentos são produzidos e distribuídos, promovendo reflexão sobre o papel da agricultura familiar na sociedade contemporânea;Fortalecer o vínculo entre meio ambiente, economia e saúde humana. Objetivos Específicos1. Filme (Curta-metragem "Mãos que Plantam"): - Produzir um filme com linguagem cinematográfica e qualidades técnicas e estéticas adequadas à circulação em mostras e festivais nacionais e internacionais; - Publicar o filme no Youtube e Instagram para ter um maior alcance, prevendo cerca de 2mil visualizações online, após a inscrição do filme nos circuitos de festivais.2. Festival de lançamento do filme: - Realizar um evento de lançamento em uma sala de cinema de Curitiba, com exibição pública e debate sobre agricultura familiar e meio ambiente.3. Contrapartidas sociais (Exibições gratuitas):- Realizar 10 exibições do documentário em escolas públicas, instituições sociais e comunidades rurais, ampliando o acesso e a democratização da cultura.Realização de acesso gratuito para todos os produtos do projeto. Realização de ações de acessibilidade, como LIBRAS, audio-descrição e legenda, bem como divulgação intensa de forma digital e física em Curitiba e região (valores para estes itens estão previstos na porcentagem de acessibilidade e comunicação do projeto).
Diante de um cenário em que a agricultura familiar responde por cerca de 80% dos alimentos produzidos no mundo destinados ao consumo humano, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), torna-se fundamental promover o conhecimento, disseminar informações e estimular reflexões sobre essa prática essencial à sustentabilidade global.A própria ONU, ao reconhecer a relevância do setor, instituiu o período de 2019 a 2028 como a "Década da Agricultura Familiar", com o objetivo de incentivar políticas públicas e ações voltadas ao desenvolvimento sustentável e à valorização do pequeno produtor rural. O projeto "Mãos que Plantam" se insere nesse contexto, contribuindo para a conscientização sobre o papel estratégico da agricultura familiar na sociedade contemporânea.De acordo com o Censo Agrícola do IBGE, a agricultura familiar representa a base econômica de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes, sendo responsável por uma produção diversificada de grãos, proteínas animal e vegetal, frutas, verduras e legumes. O setor produz 70% do feijão, 34% do arroz, 87% da mandioca e 60% do leite consumido no país, além de responder por 59% do rebanho suíno, 50% das aves e 30% dos bovinos. Esses números evidenciam sua importância para o abastecimento interno, o controle da inflação dos alimentos e a manutenção da segurança alimentar nacional.Os dados apresentados têm como fontes a Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar (Contraf), o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).Entretanto, se por um lado essas estatísticas demonstram a relevância do setor, por outro revelam um grave problema de desinformação e desconhecimento sobre a realidade do campo. A falta de educação e comunicação acessível sobre a agricultura familiar contribui para a disseminação de informações distorcidas sobre o agronegócio brasileiro, especialmente no que se refere às pautas ambientais e de sustentabilidade.Conforme destaca a revista Forbes, na matéria "Mitos e fake news sobre o agronegócio brasileiro", "os tempos atuais favorecem a proliferação de mitos, preconceitos e ideias equivocadas em torno de vários elos dessa cadeia", sendo que "as grandes distâncias entre a indústria e os consumidores" intensificam essa desconexão entre o campo e a cidade. Há ainda publicações que omitem ou distorcem dados, sem considerar que boa parte das estatísticas sobre o agronegócio inclui produção voltada para ração animal, exportação e insumos industriais, enquanto a agricultura familiar responde majoritariamente pela produção de alimentos destinados diretamente ao consumo humano.Nesse contexto, "Mãos que Plantam" busca aprofundar o debate público, oferecendo uma visão sensível e informativa sobre as diferentes realidades do campo brasileiro. O projeto pretende valorizar o trabalho dos agricultores familiares, fomentar o debate sobre sustentabilidade, alimentação saudável e economia local, e estimular uma mudança de percepção social sobre quem produz o alimento que chega à mesa dos brasileiros. Mais do que um filme sobre o campo, "Mãos que Plantam" é um retrato da essência humana que liga cada um de nós à terra — um lembrete de que cultivar o alimento é também cultivar a vida.Enquadramento nos incisos do Art. 1º da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991)Art. 1º — Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), com a finalidade de:I _ Contribuir para facilitar o acesso da população aos bens e serviços culturais.O projeto propõe exibições gratuitas em escolas públicas, instituições sociais e comunidades rurais, ampliando o acesso da população a uma obra audiovisual de cunho educativo e cultural.II _ Promover e estimular a produção, a difusão e a distribuição de bens culturais.O curta-metragem "Mãos que Plantam" é um produto audiovisual original, voltado à difusão de conteúdo cultural e educativo sobre agricultura familiar e sustentabilidade, com previsão de circulação em evento presencial, difusão digital (após a circulação em festivais) e exibições públicas.IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.O filme retrata famílias agricultoras como agentes culturais e sociais, preservando e valorizando suas tradições, modos de vida e saberes populares — elementos fundamentais da identidade brasileira.V _ Apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais.Ao documentar e divulgar práticas tradicionais de plantio e organização comunitária, o projeto fortalece o reconhecimento da agricultura familiar como patrimônio cultural vivo, aproximando o público urbano dessa realidade.Enquadramento nos Objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991O Art. 3º da Lei Rouanet define os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC). O projeto "Mãos que Plantam" se enquadra nos seguintes incisos: I _ Contribuir para a formação cultural do povo brasileiro.O documentário propõe uma reflexão sobre alimentação, sustentabilidade e cultura rural, promovendo o conhecimento sobre a agricultura familiar e seus impactos sociais e ambientais. Ao sensibilizar o público sobre quem produz o alimento que consome, o projeto forma consciência crítica e cultural. II _ Promover o acesso à cultura e a participação social.O projeto prevê exibições gratuitas em escolas públicas, instituições sociais e comunidades rurais, democratizando o acesso à produção audiovisual e estimulando o diálogo entre campo e cidade. Essas ações cumprem diretamente a função de democratizar o acesso aos bens culturais, conforme diretriz da Instrução Normativa MinC nº 23/2025. IV _ Estimular a produção cultural e artística independente.A obra é uma produção audiovisual independente, voltada à pesquisa, roteiro, filmagem e difusão de um conteúdo de relevância social, sem vínculos comerciais. Assim, fortalece o setor criativo independente e fomenta a produção regional em Curitiba e sua região metropolitana. V _ Valorizar a diversidade cultural e as identidades regionais.O filme dá visibilidade às culturas rurais, modos de vida e saberes populares de agricultores familiares paranaenses, reconhecendo essas práticas como parte essencial da diversidade cultural brasileira. O projeto reforça o protagonismo de comunidades historicamente invisibilizadas, valorizando suas identidades, tradições e expressões locais. VIII _ Estimular a formação e o aperfeiçoamento de profissionais na área cultural.Durante o processo de produção e nas ações de contrapartida social, o projeto envolverá técnicos, jovens realizadores e educadores culturais locais, contribuindo para a formação prática em audiovisual, comunicação e mediação cultural. IX _ Ampliar o mercado de trabalho no setor cultural.A realização do curta e das exibições mobilizará profissionais locais de audiovisual, arte, som, pesquisa e comunicação, fomentando a geração de renda e a circulação econômica na cadeia produtiva da cultura.
ENTREVISTADAS CONFIRMADAS:O projeto já conta com a confirmação das principais entrevistadas, entre elas Adriele Aparecida dos Santos, da Associação Projeto Taquari, uma ONG localizada na zona rural de Campina Grande do Sul (PR).A instituição desenvolve atividades socioambientais que priorizam o bem-estar das famílias, com foco especial nas crianças.Recentemente, graças ao impacto e à relevância de seus serviços, o projeto chamou a atenção da mídia e recebeu a visita de grandes veículos de comunicação, como a Rede Paranaense de Comunicação (RPC, afiliada da Rede Globo no Paraná) e a Rede Independência de Comunicação (RIC Record, a afiliada do Grupo RIC no Paraná), entre outros.CONTRAPARTIDA AMBIENTAL: Como contrapartida simbólica e ambiental, o projeto realizará o plantio de árvores nativas nas comunidades rurais visitadas durante as filmagens e exibições sociais. A ação será feita em parceria com os agricultores participantes, com o apoio de associações locais e secretarias municipais de meio ambiente.Serão escolhidas espécies nativas da região metropolitana de Curitiba, priorizando árvores frutíferas e de reflorestamento, que possam gerar benefícios diretos para o ecossistema local e para as famílias agricultoras. O plantio ocorrerá em mutirão, com participação da equipe do filme, das comunidades e do público presente, simbolizando o retorno à terra e o compromisso do projeto com a regeneração ambiental e a sustentabilidade.Essa ação reforça os valores centrais do documentário “Mãos que Plantam” — a conexão entre o ser humano e a terra, o respeito aos ciclos da natureza e a responsabilidade coletiva pela preservação ambiental.Para isso será necessário: 1. Materiais e insumos- Mudas de árvores nativas regionais (aprox. 200 unidades) – espécies frutíferas e de reflorestamento.- Adubo orgânico e composto vegetal (para preparo do solo).- Ferramentas básicas: enxadas, pás, baldes, regadores e luvas de jardinagem.- Estacas e protetores de muda (para fixação e proteção inicial).- Materiais de sinalização: plaquinhas de identificação das espécies.2. Logística e transporte- Transporte das mudas e insumos até as comunidades rurais (veículo utilitário).- Transporte da equipe (produção, registro audiovisual e apoio técnico ambiental).- Custos de combustível e pedágio.3. Recursos humanos- Equipe de apoio local (agricultores, educadores ambientais ou agentes rurais).- Registro audiovisual da ação (fotógrafo e cinegrafista).- Produtor de campo (organização das comunidades e agendamento).4. Comunicação e envolvimento comunitário- Divulgação nas redes sociais dos parceiros e da Telescópio TV.- Divulgação com pessoas-chave das comunidades.
Gênero: Documentário.Duração: até 15 minutos (curta-metragem).Suporte de Captação: HD.PLANO DE DIREÇÃO: Utilização do Neorrealismo Italiano, para produção do documentário, mostrando a realidade econômica e social, e as condições em que pessoas nas regiões rurais no entorno da cidade de Curitiba vivem. Por se tratar de um documentário, a escolha estética é baseada no real. A intenção é ser fiel a aquilo que estava sendo vivenciado na hora da produção. Na fotografia, a opção de enquadramento vai variando de acordo com o cenário, porém todos os entrevistados terão um padrão de estarem sentados, para maior conforto, e com isso impactar de forma positiva nas falas. Na arte um filtro de cor cinematográfico para todos os momentos e a tradicional cinemascope. As vestimentas, objetos e locações sempre respeitarão as características próprias de cada local e entrevistado. O som varia com o humor do filme, para manter a sincronia entre áudio e vídeo. Por fim, a montagem será realizada de forma clássica, buscando uma narrativa linear. EQUIPAMENTOS (planilha detalhada em anexo no projeto):Câmera principal cinema digital (Blackmagic 6K / Sony FX3 / Canon C70)Câmera B (mirrorless – Sony A7SIII / Blackmagic Pocket 4K)Kit de lentes cinematográficas (24mm, 35mm, 50mm, 85mm)Tripé de vídeo profissionalMonopé / Shoulder rigGimbal (DJI Ronin RS3 / Zhiyun Crane 3)Painéis LED bicolorFresnel LED / COB 100WDifusores e rebatedoresTripés de luzGravador profissional (Zoom F6 / Tascam DR-70D)Microfones lapela sem fioBoom pole + blimpFones de referência (Sony MDR-7506 / Audio-Technica M40x)Drone (DJI)Slider manual (80cm / 1m)Gerador portátil (1.500–2.000W)HDs externos (2TB)Notebook c/ DaVinci Resolve / PremiereCartões SD/CFexpress (512GB total)Câmera still Sony A7III)Kit de limpeza de lentes e acessórios
1) Produto Filme:Acessibilidade ao conteúdo: serão adotadas todas as medidas a seguir: Audiodescrição; Legendagem descritiva ou LSE; e LIBRAS.Acessibilidade Física: não se aplica para este produto.2) Produto Festival de lançamento:Acessibilidade ao conteúdo: será realizada uma exibição com audiodescrição, e com LIBRAS. Essa exibição será realizada em um cinema público de Curitiba a ser definido.Também será contratado um intérprete de libras para tradução na abertura e fechamento do lançamento, bem como para o debate sobre agricultura familiar. Acessibilidade física:A exibição será realizada em local onde já se atendam as normas do estatuto da acessibilidade, buscaremos um local equipado com rampa de acesso e serão reservados lugares para cadeirantes e idosos. Também serão contratados profissionais especializados para auxiliar no deslocamento de pessoas com dificuldade de locomoção.3) Produto Contrapartida Social - exibições gratuitas: Acessibilidade física: será dada prioridade para instituições que possuem uma estrutura física de fácil acesso para deficientes físicos. Acessibilidade ao conteúdo: será exibida a versão em LIBRAS do filme em todas as exibições.
Democratização de Acesso:O projeto “Mãos que Plantam” assegura o acesso gratuito e inclusivo ao público por meio de diversas ações de democratização. Todas as exibições do documentário serão gratuitas e abertas, incluindo o evento de lançamento. O filme será inscrito em festivais e mostras de Cinema, buscando maior visibilidade para o tema dentro do mercado, e após essa circulação em eventos da área, será disponibilizado integralmente e de forma permanente no canal oficial do projeto no YouTube, com recursos de acessibilidade em Libras e audiodescrição, garantindo fruição ampla e equitativa. Serão realizadas 10 exibições públicas em telões, uma em cada regional administrativa da Prefeitura de Curitiba, em parceria com centros culturais, escolas, comunidades rurais e instituições sociais. Essas ações cumprem os incisos do Art. 24 da Lei nº 8.313/1991: II - Disponibilizar na internet, redes públicas ou outras mídias gratuitas os registros audiovisuais das atividades, com Libras e audiodescrição.III - Permitir a captação ou veiculação das atividades por redes públicas de televisão e mídias gratuitas.IV - Realizar itinerância, mostras ou exibições em comunidades, escolas, hospitais, instituições sociais ou espaços públicos.VI - Promover ações educativas ou formativas associadas ao projeto cultural. O projeto reafirma o compromisso com a inclusão sociocultural, a valorização do campo e o direito universal à cultura.
Vinícius Frank Vaz (proponente) - Roteiro, co-direção e montagemVinícius Frank Vaz é cineasta, roteirista e produtor audiovisual de Curitiba (PR), fundador e diretor da produtora independente Telescópio TV desde 2018, especializada em narrativas humanas e institucionais. Jornalista formado pela PUCPR, com formação complementar em cinema, roteiro e gestão audiovisual, atua em todas as etapas da produção, da concepção à finalização. Dirigiu e roteirizou documentários como Pista do Gaúcho – A raiz do skate curitibano (2018), Serviços Essenciais (2020), Elos Invisíveis – Na raiz do problema (2021), Vozes da Pandemia (2022) e Contagem Centenária (2023). Em 2025, realizou fotografia still e making-of de Vale da Lua – O segredo de Rosana, da produtora Na Real Cultural. Participou de eventos como o Olhar de Cinema de Curitiba (2025) e o FRAPA (2023). Sua produtora atendeu clientes como UTFPR, INESC Brasil, DAF Caminhões e Euro Import. Em 2025, lança a Telescópio TV Sustentabilidade, voltada a conteúdos de impacto social e ambiental.Danilo Custodio - Direção e finalizaçãoBacharel em Cinema e Mestre em Modos de Conhecimento e Processos Criativos em Artes pela Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR, Danilo Custódio é sócio da produtora multiartes Na Real Cultural, onde desenvolve ideias e realiza projetos de arte e educação. Como cineasta, acumula mais de vinte prêmios, com destaque para o “Prêmio Brasil de Cinema Infantil” e a indicação ao “Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro”, ambos pelo seu primeiro curta-metragem “Pai aos 15”. No mercado da produção audiovisual, atua em filmes para eventos, webséries, videoclipes, séries e filmes de curtas e longas metragens, com experiência nas áreas de roteiro, produção, direção, fotografia, edição e som. Como educador, é professor de cinema e audiovisual no Centro Cultural Espaço de Arte e no Centro Universitário Santa Cruz, além de ministrar cursos, palestras, oficinas e workshops ao lado de parceiros como o SESI, o SENAI, o SESC, a UNIVILLE e a UNESPAR. Bruno - Operação de somBruno Almeida Ito é técnico de som direto, editor e designer de som, com atuação destacada em cinema e audiovisual. Bacharel em Cinema e Vídeo pela UNESPAR, possui ampla experiência em captação, edição, foley, mixagem e desenho de som. Trabalhou em produções de destaque como Para Minha Amada Morta (2014), O Filho Eterno (2016), Ferrugem (2017), O Caso Evandro (2021) e Uma Família Feliz (2023). Recebeu prêmios de Melhor Som no Festival Kinoarte de Cinema com Autoridade (2014) e no 2º Lanterna Mágica Festival Internacional de Animação com Mira (2018). Entre seus trabalhos recentes estão Vale da Lua – O Segredo de Rosana (2025) e Sizígia (2025). Atuou também na unidade móvel da FoxSports durante a Copa do Mundo (2014) e na vídeo-instalação permanente Nosso Estado: Vento e/em Movimento do Museu Paranaense. É professor de som no Centro Europeu e no Estúdio Astrolábio.Fernando Correa e Castro Nascimento Pizzano - Cinegrafia, direção de fotografia e designCastro Pizzano (Fernando Correa e Castro Nascimento Pizzano) é artista visual, designer gráfico, diretor de arte e videomaker com mais de 15 anos de atuação em projetos que conectam arte, audiovisual e cultura urbana. Mestre em Cinema e Artes do Vídeo pela UNESPAR e fundador do CasaTreze Studio, desenvolve trabalhos autorais e institucionais que exploram identidades visuais, videoclipes, campanhas culturais e videoartes. Seus trabalhos foram reconhecidos em festivais e mostras pelo país — Mãe Natureza (2024) recebeu menção honrosa na Mostra MoveMente e foi exibida em mostras nacionais de videoarte; NYX-Post-Porn (2024) destacou-se pela experimentação estética e abordagem política do corpo. Dirigiu projetos de relevância como LowMovie (LowPressure, 2023), sobre a cena do skate curitibano, e CuriTown (FCC, 2018), apoiado pela Fundação Cultural de Curitiba. Atua também como professor universitário, pesquisando processos colaborativos e subculturas visuais.Marilson Guilherme Kienteka - Assistente de cinegrafia e fotografiaMarilson Guilherme Kienteka é videomaker e diretor de fotografia, atuando na Telescópio TV. Com mais de 150 videoclipes lançados ao longo da carreira, seus projetos autorais são focados na direção geral de produções musicais. Desde 2023, dirige o projeto Kaisho no setor audiovisual, com 14 lançamentos, entre eles Demônios no Quarto – Kaisho (álbum completo), Meio à Crise, Tem Dó de Mim e, mais recentemente, Nada que Eu Dissesse, lançado no canal da Alma Vida. Pela Telescópio TV, realizou a direção de fotografia de documentários como História Centenária do Sicontiba PR, Vozes da Pandemia (do Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR), Na Raiz do Problema (da ONG Elos Invisíveis) e campanhas institucionais para SOS Arthur Bernardes, Escola Nilza Tartuce e Guerreiros da Arte. Na área esportiva, foi responsável pela direção de fotografia de dois documentários sobre movimentos culturais nas arquibancadas paranaenses — Os Primeiros a Chegar e os Últimos a Sair e, recentemente, Atletiba: A Atmosfera do Maior Clássico do Paraná — destacando-se pela sensibilidade narrativa e pela construção de uma estética documental autoral.Fernando Tokarz - Color Grading e Operação de DroneFernando Tokarz Lorencetti é colorista, editor de vídeo e piloto de drone. Tem formação de bacharel em Geografia pela UFPR, piloto de drone pelo Centro Europeu, cursos de edição de vídeo pela escola Vivendo de Vídeo e especialização em color grading com o professor Marcelo Sant'Anna. Atua como colorista freelancer desde 2025 e compõe a equipe de pós produção da Telescópio TV desde 2023. Atuou como multi-instrumentista na gravação de um disco da banda Peixe Cobra, entre 2016 e 2017, e como guitarrista em shows ao vivo da banda em Curitiba, Londrina, Joinville e Florianópolis no ano de 2018.Verônica Melhem - Produção executivaVeronica Melhem é cantora e produtora cultural (DRT 0019692/PR). Pós-graduada pela Universidade Positivo e bacharel em Comunicação Social pela UFPR, Veronica atuou como coordenadora de produção na Infinitoo, gerenciando eventos de destaque como o LabModa no Festival Coolritiba e projetos culturais do Shopping Pátio Batel e do Museu Oscar Niemeyer. Como Diretora de Produção, está à frente de projetos do Coro Cênico de Curitiba, Telescópio TV e do selo RECAPS. Colaborou em iniciativas culturais de marcas como Rádio Banda B, SATED/PR, Positivo Tecnologia Educacional e Escola Projeto Broadway, além de atuar na produção local das turnês Sul de bandas como Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, Caio Ocean, Kyle Fortes, Os Fonsecas, Monch Monch, Lumanzin e Pedro Bienemann. Como cantora (VERO), já se apresentou em palcos de Curitiba, Londrina, Maringá, São Paulo e Atlanta (EUA), sendo selecionada para o showcase da Feira Internacional de Música do Sul (FIMS) em 2022, e tendo também realizado seu projeto autoral através do Mecenato Subsidiado da Fundação Cultural de Curitiba em 2025, "O Jazz da Vero e os delírios de um camarim". É vocalista do bloco de carnaval curitibano Caiu no Cavalo Babão, e em 2023, contribuiu como instrutora de voz e oficineira no projeto voluntário Rockcamp Curitiba.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.