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Realização do Festival Madureira, evento consolidado como um festival antirracista e da cultura popular preta local, no bairro considerado capital da cultura afro carioca, que promoverá um encontro histórico de grandes artistas de repercussão nacional e ícones negros, com apresentação de shows, oficinas de jongo, performances artísticas e outras atividades, inteiramente gratuito, para todos os públicos.
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OBJETIVO GERALO projeto do Festival Madureira tem como objetivo principal enaltecer a luta antirracista e amulticulturalidade ancestral e contemporânea dos movimentos culturais e ritmos afro-brasileiros, se consolidar como um evento anual permanente do calendário da cidade e fomentar o desenvolvimento do subúrbio através da sua cultura e colaborando no processo de retomada econômica deste importante bairro carioca. Tendo como embaixador um ícone da cultura carioca, o Pretinho da Serrinha, em uma programação de dois dias, receberá mais de 300 artistas, produtores e empreendedores negros e de periferia e quilombos do interior do estado, para realização de diversas apresentações artísticas, junto a uma Feira Criativa de Gastronomia, Moda e Design, gerando oportunidades, renda e trabalho para os agentes suburbanos negros do campo da economia criativa e população local em geral, tudo isso para um público de aproximadamente 15.000 pessoas, de todas as idades, no parque Madureira, cidade do Rio de Janeiro.OBJETIVOS ESPECÍFICOS• Realizar uma Feira de Gastronomia, Moda e Design, liderada por mulheres negras.• Inserir no mercado cultural grupos afro-brasileiros tradicionais e contemporâneos da região, excluídos até então das políticas públicas e privadas de cultura na cidade e do estado.• Salvaguardar os patrimônios imateriais locais fornecendo visibilidade e oportunidades para sua sustentabilidade através da cultura popular.• Dar visibilidade a enorme importância histórica da Zona Norte e de Madureira na formação da identidade carioca, até hoje pouco visibilizada.• Fortalecer a cultura de paz contratando jovens artistas negros locais que sofrem diariamente com a violência da polícia e narcotráfico nos morros de Madureira.• Contratar grupos afro de quilombos do interior para se apresentar na cidade no festival, abrindo mercado para eles.• Colaborar na promoção e desenvolvimento dos setores culturais e da economia criativa da Zona Norte e sua retomada econômica.• Descentralizar e atrair recursos para artistas e empreendimentos da região da Grande Madureira e Zona Norte.• Promover atividades de empreendedorismo, geração de negócios, colaboração, cocriação e troca de conhecimentos, beneficiando agentes culturais negros e suas famílias.• Fomentar o turismo cultural e de experiência na região de Madureira e implantar/ divulgar o Circuito turístico local já georreferenciando e composto pelos grupos agentes que participam do Festival - o primeiro circuito turístico na zona norte da cidade.• Potencializar os empreendimentos e arranjos produtivos locais consolidando o Cluster suburbano local de economia criativa e entretenimento.• Atrair visibilidade, investimentos, parcerias e recursos para a região da Zona Norte e para seus empreendedores da economia criativa;• Fortalecer ações de mestres do patrimônio imaterial afro de Madureira para a transmissão oral dos seus saberes e fazeres para as novas gerações garantindo a salvaguarda da diversidade cultural negra da zona norte carioca.• Consolidar a plataforma de revelação dos novos talentos da zona norte do Rio.Com base nesses objetivos, o projeto atende o art 2º da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 e se enquadra nos seguintes incisos do artigo 3º do DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras;IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental;XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento;XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais;XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;
O 5º Festival Madureira estreou a sua 1º edição em novembro de 2022, abrindo o Mês da Consciência Negra, alcançando enorme cobertura da mídia televisiva, de jornal e de internet e grande sucesso de público e de crítica. Com a participação de nomes como a Velha Guarda da Portela, Leci Bradão, Fundo de Quintal, Bateria da Escola de Samba Império Serrano e tantos outros, o Festival se consolidou como o maior festival de cultura preta e dos patrimônios imateriais da Zona Norte carioca. Um festival de combate ao racismo estrutural. Por esse motivo, a realização do festival se tornou estratégica para a atração da grande da mídia, empresas e do público da zona sul e centro da cidade e turistas para produções e projetos negros do subúrbio do Rio, ampliando enormemente o impacto das suas atividades e somando esforços com o programa "Novembro Negro" da Prefeitura do Rio. O sucesso do Festival Madureira foi tão grande que inspirou a Prefeitura a criar na região o primeiro Distrito Criativo da cidade, a Zona de Cultura Madureira.O 1º evento recebeu cerca de 10.000 pessoas como público presencial e atingiu 160.000 pessoas nas redes sociais. Contou com uma rede de aproximadamente 300 colaboradores e profissionais contratados, agentes culturais negros do bairro.Vale ressaltar que o Festival é realizado e protagonizado pelos próprios artistas e agentes negros locais que se uniram para criar o primeiro Distrito Criativo da Cidade (um distrito afro), uma Incubadora de projetos negros locais e um Circuito de Turismo étnico ligando vários equipamentos e grupos culturais do bairro, atraindo turistas, trabalho e renda através da cultura. O primeiro circuito turístico fora da Zona Sul e centro do Rio numa ação histórica de descentralização. O Festival Madureira é o grande dinamizador de todos esses projetos que atuam na diminuição dos índices de violência e desemprego na Zona Norte através da cultura e dos patrimônios imateriais afro locais. Por isso a importância deste projeto inovador que viabiliza, pela 1º vez, uma vitrine para a nova cena dos artistas do subúrbio que são a imagem e alma do Rio e que com seus novos projetos de sucesso nos últimos anos colocaram esse bairro tradicional novamente no epicentro da cultura do país, dessa vez unidos numa governança rara, sólida e inédita, a Rede Madureira.Em 2022, 2023 e 2024 o evento foi uma grande plataforma antirracista e da inovação dos artistas de Madureira, com intensa e diversa programação, na lendária Quadra da Império Serrano e se consolidou como um evento anual permanente do calendário da cidade, atraindo turistas para a Zona Norte, fomentando o desenvolvimento do subúrbio através da sua economia criativa e colaborando de forma decisiva no processo de retomada e inclusão econômica do bairro.Grande referência afetiva da identidade cultural do Rio, Madureira é considerada a capital e o epicentro dos subúrbios da Zona Norte. A síntese e a maior referência do carioca "way of life" suburbano, cantada mundialmente em verso e prosa.A marca "Madureira" pela sua fama e conteúdo simbólico poderoso tem potencial ainda pouco aproveitado de atrair investimentos para a AP3. O Festival vem potencializar ainda mais essa marca e revertê-la em melhoria de vida para a população negra local através da cultura. Vai dar visibilidade e revelar a sua enorme importância histórica na formação da identidade carioca.O bairro tem todos os requisitos para sediar um grande festival que promova a riqueza e efervescência da cultura negra local. Celeiro de grandes nomes da cultura, Madureira alcançou com isso fama mundial e se posicionou como destaque do imaginário suburbano. No entanto, a região sofre com a falta de investimentos, enorme violência do tráfico e milícias e com baixos índices de IDH.Sua notoriedade e carisma tem potencial extraordinário para a geração de riquezas para sua população e conscientização de toda a cidade da necessidade urgente de se combater o racismo estrutural. A proposta do festival, protagonizado pelos próprios atores locais, é atuar justamente como eixo na retomada cultural e econômica da região, gerando oportunidades, renda e trabalho para os agentes suburbanos do campo da economia criativa e a população local, dando visibilidade à enorme importância histórica da zona norte e de Madureira na formação da identidade carioca.O Festival gerará trabalho para cerca de 300 artistas, produtores e empreendedores locais já que toda a mão-de-obra contratada será composta por moradores da região da grande Madureira, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida deste território.A realização da 4ª Edição do evento será fundamental para a consolidação da implementação do Distrito de Economia criativa em Madureira que há cinco anos implementou um circuito turístico negro étnico local implementou uma incubadora de empreendimentos negros criativos na região e que está colaborando de forma decisiva na reversão do quadro de desemprego, violência e baixo IDH local.Com essas informações, consideramos que no projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto pretende, ainda, alcançar os seguintes objetivos de acordo com o artigo 3º da lei 8.313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
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PÚBLICO-ALVO:Negros moradores da região de grande Madureira, moradores de favelas e quilombos, artistas populares detentores de ricos patrimônios imateriais, turistas de diversas cidades e países oriundos de todas as classes sociais, artistas e produtores negros e LGBTQI+, mulheres empreendedoras negras. Jovens, adultos e terceira idade, homens, mulheres e LGBTQI+ e ainda 80% dos artistas e produtores que protagonizarão todas as etapas de produção serão afrodescendentes.O público espectador será composto predominantemente por afrobrasileiros, mas incluirá turistas e cariocas de todas as raças e regiões integrando-os.
No intuito de atender o art 27 da da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024:Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: O espaço selecionado para a realização do evento, atende as necessidades especiais e de mobilidade reduzida, possibilitando assim o pleno exercício de seus direitos culturais.Acessibilidade para Mobilidade Reduzida: Uma área próxima ao palco do evento será restritas a idosos, portadores de necessidades especiais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: A produção estará atenta a outras eventuais demandas durante os eventos e se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade conforme planejado e aprovado em orçamento do projeto.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: O projeto contará com a presença de intérpretes de libras para atender aos deficientes auditivos em todas as apresentações artísticas previstas.Acessibilidade Informativa: Todo material de divulgação do projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.
No intuito de atender plenamente ao inciso IIdo art 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024; os incisos I, II, IV, V, VI e VIII do art. 28 da IN nº 01/2023; os incisos I, V, IX e X dos art. 23 e 24 da IN SECULT/MTUR nº 1, de 04/02/2022; também ao art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021 e; o art. 8 da Lei nº 12.761, de 26 de julho de 2021:Todos os acessos a todas as ações do projeto serão inteiramente gratuitos.Permitiremos a captação de imagens das atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão.ASSESSORIA DE IMPRENSA:Peças: envio de releases e portfólio para a imprensa. Será contratada equipe de assessoria de imprensa capacitada e renomada, que atuará de forma contínua no projeto. Os releases serão distribuídos para a grande imprensa e internet, com foco em jornalistas especializados em economia e cultura. Devido o caráter de proteção e salvaguarda do rico patrimônio imaterial cultural e o reconhecimento e empatia dos trabalhos centenários realizados pelos grupos participantes em suas regiões, a Assessoria de imprensa usará também como estratégia a geração de mídia espontânea.MARKETING DIGITAL:Boa parte da campanha de marketing do projeto será digital através das redes sociais Instagram, Youtube e Facebook.Peças: Flyers digitais serão criados por uma equipe de design excelente contratada, que serão impulsionados nas redes sociais e novas mídias para atingir o alcance desejado.Partes importantes das atividades serão transmitidas ao vivo pelos perfis do projeto nas redes sociais. O público também será convidado a registrar com seus celulares as atividades da programação e postá-las marcando as hashtags do projeto.Estas publicações serão repostadas imediatamente pela equipe de comunicação do projeto, criando um processo colaborativo de registro audiovisual da programação.Os posts que serão impulsionados nas redes sociais terão abrangência Nacional e regional com foco nos públicos da área da cultura, afro brasileiros, patrimônio imaterial e memória oral. ABRANGÊNCIA:A abrangência da divulgação será local , estadual e nacional. Essa divulgação regional irá priorizar canais de TV regionais, rádios locais e comunitárias e demais meios de comunicação dos municípios envolvidos, além da rede nacional de imprensa. PEÇAS DE DIVULGAÇÃO:Releases;Impulsionamentos nas mídias sociais Facebook e Instagram;Flyers digitais;Mail marketing;Banners de diversos tamanhos, no portal de entrada e ao longo do evento;Wind Banners;Spots de rádio;Press kits com ecobags, copos ecológicos e camisetas;Camisetas de produção.
Marcos André Carvalho - Coordenador Geral - PROPONENTE DA PROPOSTAMarcos André Carvalho atua há 25 anos com fomento e desenvolvimento do empreendedorismo, tendo ocupado o cargo de Secretário Nacional de Economia Criativa do Ministério da Cultura. Diretor da Incubadora Rio Criativo - 1º incubadora de economia criativa que presta suporte permanente em gestão a 45 quilombos e comunidades caiçaras do estado do Rio de Janeiro. Elaborador do dossiê de reconhecimento de Porto Alegre como Cidade Criativa da UNESCO colaborando na reconstrução da cidade após as enchentes. Secretário da Associação de Comunidades de Jongo do Estado do Rio de Janeiro que reúne 15 comunidades de jongo do estado do Rio. Presidente da Rede de Patrimônio Imaterial do Estado do Rio. Diretor da Escola de Patrimônio Imaterial do Estado do Rio em cinco quilombos fluminense com o patrocínio da Petrobras e do Governo do estado do Rio. Criador e realizador do Dia de Iemanjá do Arpoador, do Festival Madureira, do Distrito Criativo de Madureira e do Circuito Afro do Vale do Café.Pretinho da Serrinha - Diretor ArtísticoPretinho da Serrinha é cantor, arranjador, produtor musical, compositor e instrumentista brasileiro.Acompanhou artistas como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Seu Jorge, Marisa Monte, Lulu Santos, Dona Ivone Lara, Caetano Veloso, Teresa Cristina, Revelação, Sergio Mendes, Marcelo D2, Trio Tribalistas, entre outros.Suas músicas foram incluídas na trilha sonora da novela Salve Jorge, incluindo o tema de abertura. Teve composições gravadas e participou da gravação dos discos de vários artistas de notoriedade internacional.Foi convidado da cantora norte-americana Alicia Keys para participar de seu show no Rock in Rio.Foi responsável pela produção musical do álbum “Negra Ópera”, de Martinho da Vila, vencedor do Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Samba, e responsável pela direção da 31ª edição do Prêmio da Música Brasileira. Em 2024, foi uma das atrações do projeto Aliança Global Festival – Contra a Fome e a Pobreza.Dário Firmino - Diretor Artístico - Produtor ExecutivoCoordenador da Escola de Patrimônio Imaterial do Estado do Rio e do Centro de tradições Afro Onixegun.Nascido e criado com influência do samba, do jongo e da música, iniciou sua trajetória novo, aprendendo com os mais velhos as musicalidades e danças brasileiras. É arte-educador, coreógrafo, produtor e diretor artístico. Como arte-educador, passou por diversas experiências com grupos tradicionais, em Piquete, Pinheiral, Guaratinguetá, São José, Miracema. Dançarino do Jongo da Serrinha e outros projetos já passou por espaços culturais como Teatro Municipal do RJ, Teatro Carlos Gomes e Sescs. Foi Coordenador geral da Escola de Jongo da Serrinha. Coreógrafo de videoclipes e shows de artistas como Lucio Sanfilippo. Como produtor, pensou projetos como os Herdeiros de Axé, o Encontro de Ogãns e o Encontro de Cultura tradicional e juventude. Como diretor, é um dos idealizadores da Ass Cultural Companhia de Aruanda que, desde 2007, trabalha com cultura e afro-brasilidades em projetos como espetáculo Fuzuezinho e outros e do Projeto Rede Madureira Criativa em parceria com Ministério do Turismo.André Virgilio Oliveira Couto - Produtor ExecutivoEstudante de Administração Pública na UFF e Jogos Digitais na Universidade Estácio de Sá. Experiência na área de Economia Criativa pela SECEC-RJ.Coordenador Geral da Associação Instituto Floresta.Gestor do Espaço Cultural " Movimento d'Aldeia em São Pedro da Aldeia -RJ.Produtor executivo da Associação dos Amigos do Rio Criativo.Dançarino e Assistência de Produção na Companhia Urbana de Dança.Integrante do Coletivo Cultural Vadeia Aldeia.Produtor do Evento "Street Time".Programador na AceFactory.Assessor da Secretaria de Estado de Cultura (2012) e trabalhou com projetos culturais de grandes empresas como Caixa, SESC e SESI. Produziu o Álbum Jongo do Vale do Café lançado em 2023.Pelo Instituto Floresta Trabalha com projetos culturais de uma rede de 40 grupos culturais tradicionais no estado do Rio de Janeiro.Daniela Penteado de Araujo Quitete - Produtora ExecutivaDaniela Quitete é jornalista (PUC/Rio) e Produtora cultural, pós-graduada em Leitura e Produção Textual, licenciada em Língua Portuguesa. Experiência no terceiro setor na elaboração e gestão de projetos. Prestou serviços para: Anima Mundi, Vídeo Filmes, Globo.com/Fama, 9º Encontro de Jongueiros, G. C. Jongo da Serrinha, Estruturar/Ampla Digital, GT Kabum, Pronasci/Mulheres da Paz, PRODESO/Gestão e Adm. Neg. Comunitários, Petrobras D & C, Ponto de Cultura e Grupo Carnavalesco Loucura Suburbana, Oldemburg Marketing Cultural, Instituto Oldemburg, SNEL, Banco Modal, Grupo Editorial Record, exposições: Objeto do Desejo, Terra Brasileira; projetos literários: Crianças em Paz, Estação Leitura, Flisi, Sala de Leitura, entre outros.Allan da Silva Alves - Produtor ExecutivoFormado em Teatro pelo Senac Rio e membro fundador da CTI, traz consigo uma sólida experiência em produções teatrais. Com formação adicional em Administração, destaca-se como especialista em Produção Cultural. Sua trajetória transcende a produção teatral, abrangendo a preservação do patrimônio imaterial e a participação ativa em iniciativas socioculturais.Rodrigo Nunes - Produtor Executivo e Apresentação artísticaNascido e criado com influência do samba, do jongo e da música, iniciou sua trajetória novo, aprendendo com os mais velhos as musicalidades e danças brasileiras. É arte-educador, coreógrafo, produtor e diretor artístico. Como arte-educador, passou por diversas experiências com grupos tradicionais, em Piquete, Pinheiral, Guaratinguetá, São José, Miracema. Dançarino do Jongo da Serrinha e outros projetos já passou por espaços culturais como Teatro Municipal do RJ, Teatro Carlos Gomes e Sescs. Foi Coordenador geral da Escola de Jongo da Serrinha. Coreógrafo de videoclipes e shows de artistas como Lucio Sanfilippo. Como produtor, pensou projetos como os Herdeiros de Axé, o Encontro de Ogãns e o Encontro de Cultura tradicional e juventude. Como diretor, é um dos idealizadores da Ass Cultural Companhia de Aruanda que, desde 2007, trabalha com cultura e afro-brasilidades em projetos como espetáculo Fuzuezinho e outros e do Projeto Rede Madureira Criativa em parceria com Ministério do Turismo.Maria de Fátima da Silveira Santos - Apresentação artísticaMestra Fatinha é a líder mais importante do Jongo de Pinheiral que tem cerca de 120 anos e fica na região do Vale do Café. Uma das mestras de jongo vivas mais antigas e famosas do Brasil, devido sua importância seu Jongo foi reconhecido pelo IPHAN como um Patrimônio Histórico Nacional e considerado como o Pai do SAMBA, primeiro bem imaterial do Estado do Rio a ser tombado. Exerce mais de uma função na ONG CREASF/Jongo de Pinheiral, por ser dinâmica e por respeitar suas raízes como Negra, Jongueira e fazedora de cultura. Busca, junto aos companheiros manter viva a tradição dos antepassados. Contadora de História, Palestrante e oficineira em escolas sobre a História do Povo Negro e sobre a Dança do Jongo. Responsável pelo acervo da Biblioteca da Cultura Afro do Ponto de Cultura do Jongo de Pinheiral. Em 2015 e 2016 coordenou as Oficinas de Jongo para alunos do 6º ao 9º ano no Centro de Ensino Roberto Silveira / Pinheiral no Programa do Governo Federal “Mais Cultura nas Escolas”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.